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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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A ARMADILHA DO HUMANISMO

A ARMADILHA DO HUMANISMO
Assim diz o Senhor: Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor. Ele será como um arbusto no deserto; não verá quando vier algum bem. Habitará nos lugares áridos do deserto, numa terra salgada, onde não vive ninguém. (Jr 17.5 e 6)

Você já ouviu falar em Humanismo? Este termo não existia nos dias do profeta Jeremias (século VI a.C.), mas sua mensagem é um alerta para a armadilha em que o pensamento humanista se constitui para a nossa sociedade. O Humanismo é uma filosofia, uma forma de pensar que muitas pessoas adotam sem perceber.
Essencialmente, o pensamento humanista dispensa a existência e o relacionamento com Deus. Todo ateu é humanista. Você deve ter ouvido falar da campanha realizada recentemente em Londres, na Inglaterra, com cartazes que foram espalhados nos meios de transportes e que combatiam a fé em Deus. O Humanismo é sorrateiro e crescente nos nossos dias. De acordo com Jeremias 17.5, trata-se de uma maldição.
O Humanismo é uma forma de engano e de escravidão. Note no verso 5 uma definição precisa do pensamento humanista: o homem que confia nos homens e que faz da humanidade mortal sua força. Quando o pensamento de uma pessoa é humanista, ela pensa que servir a Deus é desnecessário. Na prática, ela depende de si mesma ou de outros homens. Num ambiente onde pessoas com este pensamento predominam, falar em Deus, em oração, fé e poder sobrenatural nos faz parecer “alienígenas”.
O apóstolo Paulo, em Colossenses 2.8, faz um alerta para que este tipo de filosofia não venha a escravizar nossas mentes: Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.
O Humanismo priva o homem da esperança em Deus. Observe as palavras do profeta Jeremias: “o homem que faz da humanidade mortal a sua força”. Basta observar os rumos que a humanidade vai seguindo para perceber o que acontece quando o homem se julga capaz de cuidar de suas questões sem a dependência de Deus. Injustiça, exclusão, violência, vícios, imoralidade, abominações, destruição, etc. Aqui estão algumas palavras que descrevem o que caracteriza a humanidade sem Deus.
Nesta semana foi divulgado pela imprensa que o segundo remédio mais vendido no Brasil é um anti-depressivo. O “sucesso” de vendas deste tipo de medicamento é mundial. Ou seja, a depressão é uma das conseqüências do Humanismo.
O diagnóstico do profeta Jeremias é que a pessoa que tem este pensamento se assemelhará a “um arbusto no deserto” e “habitará nos lugares áridos do deserto” (v. 6). Toda pessoa que se julga capaz de viver sem Deus está fadada a viver num deserto.
Acontece que tais pessoas se sentem no deserto, no desespero. Porém, não percebem que o que verdadeiramente lhes falta é o Senhor Deus. Na ânsia por sair desta “maldição” é que se enveredam por caminhos de morte. O Humanismo propõe soluções para os quase todos os males. Mas tais propostas são caminhos de morte.
É isso que o livro de Provérbios afirma: Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte. (14.12 e 16.25).
Amigo, hoje temos satélites, aviões, telefones celulares, internet e tantas outras tecnologias criadas pelo homem. Porém, há um vazio no coração que nada do que os homens possam inventar é capaz de preencher. Este vazio somente pode ser preenchido pelo Deus Vivo, através de Jesus Cristo. Há anseio pela eternidade que Deus colocou no coração de todo homem (vide Ec 3.11).
Por isso, leve hoje os participantes de sua célula a reconhecerem que o pensamento humanista é um engano e uma maldição. Declare com eles que somos dependentes de Deus, do Deus Vivo. Que precisamos dEle, que somos dEle.
Na unção da prosperidade dos fiéis,
Bispo Paulo R. Petrizi.

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