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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Helohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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A LEGÍTIMA DEFESA ARMADA NOS CONTEXTOS BÍBLICOS

A LEGÍTIMA DEFESA ARMADA NOS CONTEXTOS BÍBLICOS

 Existe uma perigosa heresia pacifista sendo pregada há anos dentro dos templos religiosos:

a de que “amar” é o mesmo que aceitar de maneira omissa a prática da injustiça.

Mas amor não é isso! Amor não é observar caladamente o meliante assassinando pessoas ou o psicopata estuprando crianças. Um dos maiores perigos dessa vida não é o barulho dos maus, mas sim o silêncio dos justos!

De maneira subliminar e dissimulada, muitos teólogos e líderes religiosos usam os textos das Sagradas Escrituras para tentar manipular a opinião pública com objetivo de defender o desarmamento e a criminalização da legítima defesa armada.

Os Defensores dessa heresia pacifista costumam usar fragmentos descontextualizados de trechos das Escrituras contidas na Bíblia.
Entre os muitos textos utilizados, podemos citar como exemplo Mateus 5:44:
“(…) Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,”

E também o trecho que contém a narrativa entre Cristo e os dois bandidos que foram crucificados ao seu lado(Lucas 23:39-43), onde os Defensores do pacifismo afirmam que Cristo perdoou o bandido da Cruz e que também nós devemos perdoar os bandidos de hoje.

Realmente, Cristo ensina que devemos amar e perdoar nossos inimigos, mas também ensina que devemos primeiro cumprir o dever de proteger nossas famílias e pessoas inocentes sempre que isso estiver ao nosso alcance, veja o que está escrito sobre isso em 1 Timóteo 5:8 :

” Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria família, tem negado a fé e é pior do que o descrente.”

Diante disso devemos fazer alguns questionamentos:

>A lei judaica apoiava o uso de armas?

>Os discípulos de Cristo andavam armados em sua presença?

>Cristo recomenda o uso de armas(*para auto defesa)?

>O cristão não pode ter o direito de defender a própria vida, e a do seu próximo?

É CLARO QUE SIM!

A legítima defesa armada é o último recurso quando a vítima está na iminência de ser assassinada e então mata o seu agressor para não morrer, essa atitude possui total aprovação do Altíssimo.

Se(por exemplo) um bandido pegasse seu filho para assassinar, e você mesmo tendo condições de tomar uma atitude naquele momento para livrar seu filho da morte iminente, você escolheria ficar apático, sem reação e deixaria seu filho morrer??
Porque se você fizer isso, então estará sendo cúmplice na morte de um inocente, pois estará favorecendo um bandido em detrimento da vida de um inocente.

Eu seria desqualificado como cristão, pelo fato de tentar defender minha vida, a vida do meu próximo e o meu patrimônio?

Eu entendo que não.

 Abraão, homem estremamente fervoroso e abençoado pelo Altíssimo, utilisando-se de armas, engajou-se em uma guerra contra os reis que haviam capturado seu sobrinho Ló e sua família(Geneses 14). Essa passagem nos mostra a aprovação do Altíssimo para a realização de guerras, com a finalidade da legítima defesa da vida dos inocentes.

O rei Davi era homem segundo o coração de Deus, e quando enfrentou o gigante Golias utilizou-se de uma ARMA para defender-se de seu inimigo que blasfemava o nome do Altíssimo e junto com o exército dos filisteus ameaçavam a vida e a liberdade de toda a nação do povo judeu(1Samuel 17:49).

A lei Judaica(Mosaica) afirma que a legítima defesa possui a aprovação da parte de Deus como vemos em Êxodo 22:2 :

“Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, quem o feriu não será culpado do seu sangue.”

Ou seja: se você flagrar um bandido roubando dentro de sua casa, e nesse momento você tomar uma atitude enérgica, planejada, consciente, e como consequência dessa atitude, você ferir ou matar este bandido para defender a sua vida e o seu patrimônio, perante o julgamento de Deus você não será culpado da Morte deste bandido, pois dessa maneira você agiu em legítima defesa, e o bandido simplesmente colheu aquilo que plantou.

Mas como você poderia tomar alguma atitude para se defender do ataque de um bandido se você não possuir uma arma? Pois se você não tiver uma arma será uma presa fácil. Não é mesmo?

Mas alguns cristãos desinformados, além de alguns clérigos pacifistas principalmente das religiões católica e evangélicas poderão afirmar que os cristãos não podem praticar a legítima defesa, não podem possuir e fazer uso de armas, e não podem basear sua conduta na Lei de Moisés(Lei Judaica) utilizando-se da frágil alegação de que estamos vivendo no tempo da Graça.

É evidente que Davi vivia no tempo da Lei Judaica(Mosaica), e de fato, alguns pontos da lei de Moisés realmente perderam sua validade como por exemplo o sacerdócio Levítico, o ritual de sacrifício de animais, o templocentrismo, a prática da circuncisão, a prática do dízimo, entre outros, porém muitos pontos da Lei Judaica(Mosaica) permanecem ainda impactos em sua validade, e mesmo que estejamos vivendo no tempo da Graça, nós que somos cristãos ainda somos obrigados a observar a obediência desses pontos, afinal de contas:
> não roubarás é mandamento da Lei, e continua valendo no tempo da Graça;
>Não darás falso testemunho é mandamento da Lei e continua também valendo no tempo da Graça;
>Não adulterarás é mandamento da Lei e continua também valendo no tempo da Graça;
>Etc…

E assim, o cristão não pode negligenciar mandamentos como estes, além de muitos outros, e de acordo com esse entendimento, a observância do testemunho do rei Davi descrito na passagem de 1Samuel 17:49, e na passagem do mandamento da Lei Mosaica descrita em Êxodo 22:2 continuam valendo sim no tempo da Graça.

E tanto é assim que podemos citar alguns textos no Novo Testamento também, como por exemplo a passagem de Lucas 22:36 onde Cristo ordena os seus discípulos a comprarem armas para se defender, veja o versículo:

“Então, disse Jesus: Agora, porém, quem tem bolsa, tome-a, como também o alforje; e o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma(*ESPADA).”

Quando Cristo disse isso em Lucas 22:36, Ele sabia que estava bem próximo o momento de sua crucificação, e que a partir daquele momento seus discípulos começariam a sofrer grandes perseguições e por isso precisariam de armas para se defender.

Contextualizando com essa passagem podemos citar Mateus 10:34 onde Cristo descreve que seus discípulos sofreriam ameaças de morte da parte de homens armados com espadas após sua crucificação veja o versículo:

“Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.”

Se Cristo não aprovasse o uso de armas, certamente não ordenaria aos seus discípulos comprarem espadas, e que outra serventia essas espadas teriam nas mãos de um cristão, se não fossem para serem usadas na auto-defesa?

O texto de Lucas 22.36-38 revela os instantes finais da jornada de Cristo com seus discípulos, e nestes instantes finais Cristo está prestes a ser preso e por isso ele está preocupado com os discípulos porque a partir daquele momento seriam perseguidos de morte e, portanto, ele recomenda que compre espadas. Quando os discípulos mostraram as espadas, Jesus disse: Basta, no sentido de suficiência!

É fato que alguns dos discípulos andavam armados (Pedro sustenta essa tese em João 18:10) e este fato fortalece a ideia do texto de que Jesus estava realmente recomendando a compra de espadas para os outros que não usavam.

Cristo não recomendaria a venda da capa para compra de duas espadas se não fosse de forma literal.

Nesta passagem(Lucas 22.36-38) percebemos a tensão na fala de Cristo em seus instantes finais(antes de sua crucificação) por causa da perseguição que estava prestes a começar, e a ideia de que Cristo recomenda a proteção(através da autodefesa) aos seus discípulos é evidente neste texto.

Alguns pacifistas utilizam-se de uma interpretação forçada da palavra “basta” no verso 38(Lucas 22) para tentar sustentar a ideia de que Cristo disse aos discípulos, alguma coisa como: “Vocês não me entenderam, basta!”, mas esse argumento não se sustenta, pois a palavra grega para “basta” neste contexto é “ikanón”(que significa literalmente: “é o bastante” com significado de “suficiência”).

Está claro que Cristo está afirmando que naquele momento duas espadas seriam suficientes!

A espada era a mais letal arma disponível naquela época, seria o equivalente hoje a um rifle militar.
Os discípulos de Cristo não usavam armas de fogo simplesmente porque elas ainda não haviam sido inventadas, pois se existissem, elas seriam usadas no lugar das espadas.

Talvez você poderá ficar chocado com o que ouviu até aqui, afinal de contas te ensinaram o contrário dentro da religião que você frequentou a vida toda, não é mesmo?

Mas se você analisar com atenção os textos bíblicos, então perceberá que os discípulos de Cristo sempre andavam armados na presença dele, e nunca foram repreendidos por causa disso. Ainda em Lucas 22 um pouco mais adiante no verso 38 podemos constatar isso, quando seus discípulos lhe dizem que possuem duas espadas disponíveis para serem usadas, veja o que diz o Versículo:

“Então, lhe disseram: Senhor, eis aqui duas espadas! Respondeu-lhes: Basta!”

Outra passagem que confirma essa afirmação está em João 18:10 onde vemos que o apóstolo Pedro sempre andou armado na presença de Cristo, veja o Versículo:

“Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco.”

Mas espera aí: o apóstolo Pedro trazia uma espada consigo? Ele andava armado na presença de Cristo? Mas como pode uma coisa dessas? E Cristo nunca repreendeu ele por andar armado? Isso mesmo! Cristo nunca repreendeu seus Apóstolos e discípulos por andarem armados. Simplesmente não existem passagens bíblicas afirmando que Cristo é contra o uso de armas(*para auto defesa).

>>>>Então os defensores da teologia pacifista tentarão retrucar citando a passagem de Mateus 26:52, onde Cristo repreende a Pedro:

“Disse Jesus a Pedro: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão.”

Porém esse versículo possui vários aspectos que devem ser analisados detalhadamente, vamos enumerá-los:

1- o contexto em que isso aconteceu: pois Cristo estava naquele momento sendo capturado para ser levado para a crucificação, e Ele sabia que tinha que cumprir sua missão e que nada e ninguém poderia impedi-lo, e foi nesse sentido que ele repreendeu a Pedro, ou seja, Cristo não estava recriminando Pedro por causa de sua atitude de autodefesa, mas sim porque Pedro não poderia impedi-lo de cumprir a sua missão de salvar a humanidade.

>2- usar a frase de Cristo em que ele diz: “todos os que lançam mão da espada à espada perecerão”; para tentar dizer que Cristo não aprova o uso de armas é o mesmo que chamá-lo de mentiroso, porque se olharmos para o Velho Testamento veremos que o Rei Davi fez o uso de armas inúmeras vezes durante quase todo o período de sua vida, e não morreu pela espada, mas sim de velhice.

3- nessa frase, Cristo muito possivelmente estava na verdade, se referindo ao contexto jurídico da lei Romana, em que, se Pedro usasse a espada para matar Malco, ele seria punido com a pena de morte pelo Estado Romano, e Cristo quis impedir que isso acontecesse.

4- observa-se que Cristo não mandou Pedro se desfazer de sua espada para nunca mais usá-la, mas ele apenas disse para guardá-la naquele momento específico.

5- Cristo não repreendeu a Pedro porque ele fazia uso de porte de arma, mas tão-somente porque Pedro não poderia impedi-lo de cumprir sua missão Salvadora.

Tanto é assim que o próprio Cristo explica isso na sequência dessa mesma passagem de Mateus 26: 54 , veja o Versículo:

“Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?”

Veja também a passagem de João 18:11 :

“Mas Jesus disse a Pedro: Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?”

Se Cristo fosse um pacifista (ao invés de pacificador) ele teria proibido o uso de armas desde o início de sua caminhada com seus discípulos, e mesmo Pedro tendo ferido um oponente, Cristo não pediu que ele jogasse fora sua espada(para nunca mais usar), isso é uma evidência clara que o uso de espadas era comum entre seus discípulos e com a TOTAL aprovação de seu mestre(Cristo).

>>>>Outra passagem bíblica usada de maneira distorcida pelos pacifistas para tentar desqualificar o ato da legítima defesa é Efésios 6:12:

“porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.”

Porém uma leitura atenta em todo o capítulo 6 da carta aos Efésios mostrará que o apóstolo Paulo nunca fez referência ao ato da legítima defesa neste capítulo desta carta.  O que Paulo está tratando aqui é o pecado e as tentações do diabo, podemos perceber isso apenas lendo o versículo anterior desta passagem:

 “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; Efésios 6: 11

E no Versículo seguinte (13) Paulo está tratando a respeito das nossas armas espirituais para vencermos o pecado e as tentações do diabo:

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.”
Efésios 6: 13

Está bem claro neste capítulo desta carta aos Efésios que Paulo não faz nenhuma menção a respeito do assunto do ato da legítima defesa.

>>>>os pacifistas poderão ainda tentar retrucar citando a passagem em que Cristo nos ensinou a amar nossos inimigos…

É verdade, de fato Cristo manda que amemos os nossos inimigos mas esse mandamento não anula o direito que o Cristão possui de agir em legítima defesa, não se esqueça que na descrição do verdadeiro amor que está em 1 Coríntios 13:6, diz que :

“O AMOR NÃO FOLGA COM A INJUSTIÇA!”

De acordo com esta passagem, quando você, mesmo tendo todas as condições para impedir a ação de um bandido, mas mesmo assim deliberadamente se abstém de agir em legítima defesa, então você está folgando(colaborando, tornando-se cúmplice) com a injustiça.

Veja também o que Tiago 4: 17 diz diz sobre esse assunto:

” Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando.”

Dessa forma se você tiver como livrar sua vida ou a do seu próximo de ser assassinado por um bandido e você se abster disso, então estará pecando, porque podia ter feito o bem mas não fez.

>>>>Existe ainda um argumento dos pacifistas que é sempre usado para tentar negar o direito da legítima defesa concedido pelo Altíssimo aos cristãos, que é a passagem de Mateus 5.39 onde Cristo afirma que “não devemos resistir aos perversos, e se este bater na sua face direita ofereça também a outra face”.

Mas essa passagem pode realmente ser interpretada dessa maneira para tentar negar o direito à legítima defesa da vida?

 É claro que não! Neste texto está claro que Cristo NÃO usa esse argumento com referência ao ato da legítima defesa, pois a legítima defesa basea-se em matar(*como último recurso) para não morrer, portanto não existe lógica nesse argumento pois um tapa na face não vai tirar vida de alguém.
A legítima defesa tem por objetivo preservar a vida humana e NÃO revidar um insulto ou uma humilhação sofrida, como por exemplo um simples tapa na face…

>>>>Eles poderão ainda tentar retrucar citando o sexto mandamento que diz “não matarás”, mas nem assim conseguirão o tão sonhado respaldo bíblico para sua crença no pacifismo, simplesmente porque a palavra “matarás” constitui-se de um grave erro de tradução, pois a tradução original desse mandamento é “NÃO ASSASSINARÁS”.

Você precisa entender que, em se tratando do sexto mandamento, tanto no português como no idioma original hebraico existem duas palavras para dar significado ao ato de tirar uma vida:

> a palavra “matar”(“erágui” em hebraico);

> e a palavra “assassinar”(“ratsáp” em hebraico).

A diferença no significado dessas duas palavras é muito grande.

A palavra “matar” possui um significado mais genérico e pode ser usada em muitos contextos diferentes como podemos ver nos exemplos a seguir:

1- tirar qualquer vida seja de um ser humano, de um animal ou de um vegetal;

2- tirar a vida de um ser humano deliberadamente ou por acidente;

3- tirar a vida de um ser humano legalmente ou ilegalmente.

Já a palavra “assassinar” possui apenas um significado:

Tirar a vida de um ser humano inocente!

É por isso que dizemos: “eu matei um mosquito”;

e não:

“assassinei o mosquito”.

E é também por isso que dizemos:

“o operário foi acidentalmente morto”;

e NÃO:

“o operário foi acidentalmente assassinado”.

Se a palavra “matar” estivesse correta nas traduções bíblicas, isso causaria conflitos contextuais em várias passagens dos textos bíblicos, pois como Deus ordenaria no sexto mandamento “não matarás” e em vários outras passagens Ele ordenaria a matança de povos pagãos??
Se a palavra “matar” estivesse correta, sabendo-se que ela possui um significado genérico, então estaríamos proibidos de matar qualquer ser vivo, seja ele animal ou vegetal, e consequentemente morreríamos de fome.
Sabemos que os texto bíblicos nos apresentam um Deus de justiça que jamais tiraria a vida de um inocente.

Nas mãos de um bandido as armas são usadas para roubar e assassinar, porém nas mãos de um cidadão honesto elas podem ser usadas para nos proteger do ataque de homens perversos, como podemos ver na passagem de Ester 9.1-16, em que Mordecai juntamente com o povo judeu se organizaram em uma atitude de defesa armada para resistir ao genocídio ordenado pelo malvado estadista Hamã.

Veja o que diz os versículos 4 e 5 do Capítulo 9 do livro de Ester:

“Porque Mordecai era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias; pois ele se ia tornando mais e mais poderoso. E os judeus feriram a todos os seus inimigos, a golpes de espada, com matança e destruição; e fizeram dos seus inimigos o que bem quiseram.”

Em quase sua totalidade, o clero religioso (descrito na Bíblia como a grande Babilônia) juntamente com a grande besta (que são os governos mundiais) distorceram as Sagradas Escrituras e com seus falsos ensinamentos pacifistas conseguiram formar um grande exército de covardes e cegos.

A hipocrisia Reina no clero religioso que gosta de fazer fantasiosos discursos pacifistas mas na vida real andam sempre protegidos por guarda-costas armados até os dentes.

Em resumo o discurso pacifista do clero religioso ensina que:

-“Basta amar e dar carinho para que os psicopatas assassinos se transformem em bons samaritanos.”

Mas essa doutrina pacifista beira a fronteira da loucura, um grande engodo, que não funciona na prática.

Essa coisa de dizer que o Cristão não pode agir em legítima defesa de sua própria vida, da vida de seus próximos e de seu patrimônio é uma grande heresia.

Não existe pacifismo dentro da doutrina de Cristo ou na Lei Judaica.

Pacifismo é loucura!
Pacifismo é covardia!
Pacifismo é satânico!

Quem se declara a favor do pacifismo e contra a legítima defesa, automaticamente se faz cúmplice na morte dos inocentes.
Pois defende a vida de um assassino em detrimento da vida de um inocente.

Debaixo das asas do pacifismo a impunidade prevalece , tornando-se para os bandidos um irresistível convite ao crime.

Os ativistas pacifistas saem às ruas com lindos discursos e suas camisetas brancas numa cruzada pela “paz”, que serve apenas para criar um ilusório sentimento de bem-estar em seus seguidores.

Simplesmente a doutrina pacifista não passa de um grande engano, que na prática não traz nenhum resultado eficaz contra o crime.

Enquanto isso os bandidos agradecem e seguem na sua escalada da violência.

****

Além de a legítima defesa possuir total respaldo bíblico, existem também estatísticas mostrando que em países onde o porte e a posse de arma legalizado e facilitado para o cidadão de bem, possuem os menores índices de violência.

Entre outros, podemos citar como exemplo os EUA, Suíça e Finlândia(representando países de primeiro mundo, com uma população muito mais armada do que a do Brasil, com uma legislação para posse e porte de armas  bastante liberal e com uma taxa de homicídio  MUITO MENOR do que a brasileira), e representando países de terceiro mundo podemos citar o Uruguai(país com a população mais armada da América Latina, e com o MENOR índice de violência da América Latina) e o Paraguai cuja legislação é uma das menos restritivas da América do Sul no que diz respeito ao assunto do porte e posse de armas  e também com uma das MENORES taxas de violência.

 No Paraguai qualquer cidadão pode comprar uma arma, bastando apresentar cópia de identidade, certidão de antecedentes criminais (*uma única, emitida pela Policia Nacional) e realizar um teste técnico de conhecimento básico, o trâmite demora em torno de 10 a 15 dias, não há limite de quantidade de armas(*PARA POSSE), não há restrição de calibres e, apresentando o registro da arma, o cidadão pode comprar quanta munição seu dinheiro permitir,a idade mínima é de 21 anos, o porte requer um laudo psicológico e o preenchimento de uma requisição.

No Paraguai o cidadão pode ter o PORTE para duas armas, sendo ambas curtas ou uma curta e uma longa, como por exemplo uma espingarda calibre 12 ou um fuzil em calibre .308, e a anistia para armas irregulares é permanente bastando apenas o cidadão requerer o registro após o pagamento de uma pequena “multa” simbólica.

Mas, e a criminalidade no Paraguai?

Bem…

 Em 2002 o Paraguai enfrentou a sua mais alta taxa de homicídios: 24,63 homicídios por 100 mil habitantes, hoje porém, o país tem a terceira menor taxa de homicídios da América do Sul(7,98), perdendo apenas para o Chile(2,97) e o Uruguai(7,81), lembrando que o Uruguai é o país com a população mais armada da América Latina.

Mas o Paraguai poderia ter uma taxa de violência ainda menor se não fosse vizinho do Brasil…

 Pois é na fronteira com o Brasil que as taxas de homicídios no Paraguai explodem e jogam para cima as taxas nacionais.

No Paraguai, na faixa que faz fronteira com o Brasil, os números assustam chegando a 66 homicídios por 100 mil habitantes.

O grande problema do Brasil em se tratando do assunto da legítima defesa armada, é que tanto a posse quanto o porte de armas é muito dificultoso por causa da grande burocracia e restrições legais que tornam o uso de armas praticamente inviável para o cidadão honesto que se esforça para andar dentro da lei, já no caso dos bandidos essas restrições não surtem o menor efeito, tornando toda população refém da criminalidade, haja visto que o governo não consegue ou não se esforça para proteger a população.

A partir do momento que o governo brasileiro mudar as leis e passar a facilitar o porte e a posse de armas(*mediante uma prévia preparação para que o cidadão comum esteja apto para fazer um uso responsável de sua arma), e os cristãos começarem a entender que o ato da legítima defesa não é pecado diante do Altíssimo, automaticamente as taxas de criminalidade começarão a diminuir.

Isso é um fato comprovado pelas estatísticas onde países que agem dessa maneira conseguem efetivamente diminuir muito os índices de criminalidade.

Matar em uma situação de legítima defesa NÃO é pecado de acordo com os contextos das Sagradas Escrituras, porém(*do ponto de vista espiritual e da ética) a legítima defesa não deve ser usada injustamente, com má fé, como vingança ou como pretexto para se tirar indiscriminadamente a vida de um agressor conforme está escrito em Romanos 12:19, veja o versículo:

“não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Altíssimo.”

De acordo com os contextos bíblicos podemos e devemos praticar a auto-defesa mas somente como último recurso para defender a vida e o patrimônio, e nunca como vingança(como no “olho por olho, dente por dente”).

A morte de um agressor deve ser considerada somente quando for a única opção de defesa da própria vida ou da vida de outrem, e para isso devemos buscar agir com o máximo de sabedoria observando alguns aspectos, pois matar um agressor não será justificado quando:

>não houver perigo de morte ou agressão séria;
> quando dá para fugir;
> quando dá para se defender sem tirar a vida do agressor;
> quando o agressor desiste de atacar;

Em se tratando de legítima defesa, matar deve ser a última alternativa quando nada mais é possível de se fazer, quando se está em uma situação de matar para não morrer.

Do ponto de vista dos contextos bíblicos, com certeza precisamos confiar que o nosso Criador é poderoso para nos livrar do mal, mas também precisamos entender que com certeza as Sagradas Escrituras permitem que nós como discípulos de Cristo podemos agir em legítima defesa para preservar nossas vidas, as vidas dos nossos próximos, o nosso patrimônio, e assim(do ponto de vista bíblico) podemos fazer isso com o uso de armas se assim for necessário, e com a total aprovação de nosso Deus.

Um bom exemplo disso está no testemunho de vida do rei Davi, descrito nas Sagradas Escrituras como “um homem segundo o coração de Deus”, que fazia uso de armas, e com a total aprovação de Deus.

De fato podemos expressar nossa fé no Altíssimo através do Salmo 46:1:

“o Altíssimo é nosso refúgio e fortaleza, um grande socorro presente na angústia.”

Mas também podemos expressar o nosso direito a legítima defesa através do Salmo 144:1 :

“Bendito seja o Altíssimo, rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra;”

E para você que nos ouviu até aqui mas mesmo assim ainda não conseguiu assimilar tudo que foi dito, sugiro que estude mais, ore mais, ajoelhe mais, diante de Cristo e suplique a unção que desce do alto pois essa unção nos capacita a entender e discernir todas as coisas, e a pensar com a própria cabeça, livre da influência do sistema religioso e político, e totalmente em sintonia com a mente de Cristo.

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