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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Nephesh – Alma e Espírito

Nephesh – Alma e Espírito – Qual a diferença? Deixe um comentário Olá, bem vindo de volta ao meu site. O que Você acha de receber uma EBOOK Grátis, então clique aqui.Obrigado, Deus te Abençoe! É interessante, antes do estudo destas duas palavras, saber que existem duas doutrinas relacionadas com este tema. Nephesh, alma e espírito? 1ª) Conhecida cem o nome de tricotomia (divisão em três partes) segundo a qual o homem é constituído de corpo, espírito e alma. 2ª) Chamada de dicotomia (divisão em duas partes) por defender que o homem é formado de duas partes: corpo, sendo a alma e o espírito uma só coisa, isto é, a parte imaterial do homem. I. Origem, tradução, vezes usadas e definições 1ª) O que é alma? O melhor é ir ao original hebraico no VT e ao grego no NT para nossa melhor compreensão. A palavra hebraica para alma é “nephesh“. Nephesh é o substantivo derivado do verbo naphash, que é usado somente três vezes no Velho Testamento (Êxo. 23:12; 31:17; II Sam. 16:14) cada vez significando para reviver a si mesmo, ou tomar alento. Quer Receber o Ebook 5 Dicas Para Pregações Gratuitamente? Coloque Seu nome e Email logo Abaixo: Name: Email: De acordo com o livro Questions on Doctrine, pág. 512 ela é usada 75 vezes no Velho Testamento. conforme citação de E. W. Bullinger em A Critical Lexicon and Concordance, pág. 721, este termo é usado no Velho Testamento 752 vezes, E. W. Bullinger nos informa ainda que ela é traduzida de 44 maneiras diferentes, sendo agrupadas em 4 classes distintas com finalidades didáticas. Estas classes são: a) Criatura b) Pessoas c) Vida e Vidas d) Desejos Outros estudiosos falam em 754 vezes. Esta divergência não nos deve preocupar porque ela é resultante de manuscritos diferentes em que se basearam os pesquisadores. De acordo com alguns exegetas “nephesh” é traduzida 473 vezes por alma; 118, por vida; 29 em lugar de pessoa; 15 vezes por corpo; 5 vezes por morte; 4 vezes por vontade e ainda por apetite, lascívia, etc. O melhor dicionário hebraico, o de Gesenius assim define a palavra nephesh: “Fôlego, o espírito vital, o mesmo que o grego yujkhv e o latim anima, mediante o qual vive o corpo, a saber, o princípio de vida manifestado no fôlego“. Hastings – One Volume Dictionary of the Bible, declara: “A alma é usada no Velho Testamento para qualquer ser animado, quer humano quer animal, ao passo que espírito é o princípio universal que comunica vida proveniente do Criador”. Vincent – Word Studies in the New Testament, vol. II, pág, 400 assim define alma: “É o princípio de individualidade, a sede das impressões pessoais. . . a sede dos sentimentos, desejos, afeições e aversões”. Buck, em seu Dicionário Teológico afirma sobre alma: “Aquela substância ou princípio vital, imaterial e ativa no homem, mediante o qual se exerce a percepção, a memória, a razão e a vontade”. Quando “nephesh” se refere a seres humanos, ela deve com propriedade ser traduzida por pessoa. Confira: a) Gên. 14:21 – “. . . Dá-me a mim as almas e a fazenda toma para ti.” b) Gên. 46:18 – “. . . e que deu a Jacó estas dezesseis almas (isto é pessoas). c) Levítico 4:2 – “Quando uma alma pecar por ignorância (isto é, pessoa)”. A Palavra Alma em Grego Em grega a palavra para alma é yujkhv – psiquê, que ocorre 105 vezes no Novo Testamento, sendo traduzida da seguinte maneira: alma – 58 vezes vida – 40 vezes mente – 3 vezes você – 1 vez nos – 1 vez cordialmente – 1 vez “Esta palavra significa: vida, criatura vivente, alma, etc. As Escrituras registram que a alma come, tem fome, pode ser batida, pegada, tocada, trabalha, tem preguiça, etc. etc. a) Alma em sentido de vida – Gên. 35:18; Mat. 10:28. b) Alma, criatura vivente – Gên. 2:7; Atos 2:41. c) A alma come, jejua, engorda – Luc. 12:19; Sal. 69:10; Prov. 11: 25. d) A alma trabalha e pode também ter preguiça – Isa. 53:11; Prov. 13:4. e) Josué matou almas à espada – Jos. 10:30, 35 e 39. f) A alma de Jesus (a pessoa) esteve no inferno (sepulcro), mas ressuscitou) – Sal. 16:10. “Presentemente não existe alma imortal, pois só Deus possui a imortalidade’ (I Tim. 6:16). Se o homem tivesse em si inerentemente uma imortalidade, não teria havido necessidade de Cristo vir morrer para trazer-nos o que já tínhamos. Agora todos somos mortais (Isa. 51:12). “Aceitando o Evangelho alcançaremos a imortalidade no dia de Cristo e da ressurreição (II Tim. 1:10; I Cor. 15:52-54; Filip 3:20-21). A doutrina que muitos pregam de uma alma pessoal consciente e concreta além túmulo, é puramente pagã e diabólica (ver Gên. 3:4; Apoc. 12:9). “No dia do juízo, com a volta de Jesus, Ele chamará dos sepulcros todos os homens, para recompensá-los conforme suas obras (ver João 5:28 e 29; S. Mat. 16:27; S. Lucas 14:14)”. A definição é a mesma da palavra hebraica “nephesh“. O SDABC Vol. VIII páginas 1036-1037 diz o seguinte a respeito da palavra psiquê: “fôlego, vida, princípio de vida, criatura viva, pessoa, as afeições, os sentimentos. .. O uso desta palavra em grego, no N.T. é similar a nephesh no V.T. Esta é usada tanto para a vida animal, como para a vida humana”. 2ª) O que é espírito? O Theological Dictionary of the New Testament, conhecido, entre nós como de Kittel, por ser este o nome do editor, sempre com sua prolixidade cansativa dedica ao estudo desta palavra 119 páginas. (Vol. VI, 333 a 451). Ele a define como sendo: a) Vento b) Respiração c) Vida d) O Princípio que dá vida física e) O poder Criativo de Deus. W. E. Vine conforme seu Expository Dictionary of the New Testament Words: “Espírito é o princípio de vida dado ao homem por Deus.” Esta definição é bem bíblica de acordo com Gên. 2:7 e a declaração de São João 6:63, onde pneuma aparece como o principio de vida. O SDABC Dictionary assim define espírito: “respiração, vento, elemento vital, mente”. pág. 1040. Lutero disse: “O pneuma é a parte mais elevada e nobre do homem, pois o capacita para captar as coisas incompreensíveis, invisíveis e eternas, em suma, é a morada em que a fé na Palavra de Deus se sente em casa.” O espírito foi também definido como o ponto de contato entre Deus e o homem. Diferença Entre Espírito e Alma Espírito é o princípio de vida – é geral. Alma é individual, pessoal. A International Standard Bible Encyclopedia faz a seguinte distinção: “O espírito – pneuma é o sopro do fôlego de Deus na criatura, o princípio de vida proveniente de Deus. A alma – psiquê é a possessão individual do homem, o que distingue um homem de outro e da natureza inanimada”. “A alma (psiquê) é o homem, a ser vivo e consciente; é a força sensitiva, é a vida mesma”. “O espírito (pneuma) é a vida em ação, é seu elemento agente, é sua força pensativa, é seu caráter”. Pneuma corresponde ao hebraico Ruach, que é usada no Velho Testamento 377 vezes, sendo quase sempre traduzido por espírito, vento ou respiração. Ruach é traduzida da seguinte maneira: a) Sopro – 33 vezes – Ezeq. 37:5 b) Vento – (respiração) – 117 vezes – Gên. 8:1 c) Espírito – 76 vezes – Juízes 15:19 d) Vida – 25 vezes – Sal. 146:4 e) Fôlego – 9 vezes – Ezeq. 11:5 f) Espírito de Deus – 94 vezes – Isa. 63:10 g) Sede das emoções – 3 vezes – I Sam. 1:15. Espírito (pneuma) é mais usada no Novo Testamento do que a palavra alma (psiquê), pois ali se encontra 220 vezes; sendo na língua inglesa traduzida por 16 palavras diferentes. Pelas afirmações anteriores concluímos que as palavras “nephesh” (755) e “ruach” (377) no hebraico e “psiquê” (105) e “pneuma” (220), no grego, ocorrem cerca de 1.460 vezes no texto original. II. Comentários sobre estas palavras É importante enfatizar que se a Bíblia declara que tanto “nephesh” como “psiquê” podem morrer, como declaram as passagens de Ezeq. 18: 4; Apoc. 16:3 e Atos 3:23. Há aqui a prova máxima de que estes vocábulos não indicam que a pessoa possa ter uma existência consciente e independente após a morte. A palavra nephesh usada em Gên. 2:7 é também empregada para designar a condição do animal em Gên. 1:20, 21, 24; 2:19. A afirmação de Gên. 2:7 é importante para nós: “Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra (isto é o corpo), e lhe soprou nas narinas, o fôlego de vida (chamado espírito), e o homem passou a ser alma vivente.” A combinação do sopro (fôlego) e do corpo resultou em uma alma vivente. Aqui não existe a declaração que foi dada ao homem uma alma vivente, mas que ele se tornou uma alma vivente. O que precisa ser bem frisado desta declaração é que a pessoa é uma alma, e não que a pessoa tem uma alma. Ponderará alguém: Mas há muitas expressões na Bíblia, como “minha alma”, “tua alma”, “sua alma”, “a alma deles”, que parecem indicar que a pessoa tem uma alma. Estas expressões, na maioria dos casos, são usadas para substituir os pronomes pessoais correspondentes. Seriam peculiaridades ou substituições literárias, como em português, minha alma = me, tua alma = te, a alma deles = eles ou lhes. No Salmo 7:2 temos esta confirmação: “Para que ele não arrebate a minha alma como leão…” significa: Para que ele não me arrebate como leão… Outros exemplos bíblicos da palavra alma usada como pronomes pessoais nós os temos em Mat. 11:29 – “. . . e achareis descanso para vossas almas” (isto é, para vós); II Cor. 12:15 – “Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas.” É evidente que aqui significa em favor de vós. João comumente emprega a palavra alma (psiquê) para designar o princípio da vida natural (João 10:11, 15; 13:37; 15:13; 1 João 3:16; Apoc. 8:9; 12:11; 16:3). Em todas as passagens, excetuando-se a última a palavra yujkhv – psiquê está traduzida por vida na tradução de Almeida – Edição Revista e Atualizada no Brasil. Em Apoc. 16:3 foi traduzida por ser vivente. Há dois excelentes exemplos bíblicos, um de João e outro de Lucas onde a palavra original psiquê foi adequadamente traduzida por vida: João 10:11 – “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” Atos 20:24 – “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…” Freqüentemente a Bíblia usa alma em nosso sentido de coração, como acontece nas passagens de Luc. 1:46; 2:35, S. João 10:24 e Atos 14:2. The Interpreter’s Dictionary of the Bible ao estudar a palavra alma nos informa que este vocábulo freqüentemente está impregnado da filosofia platônica e de idéias gnósticas. Afirma ainda que no Velho Testamento nunca significa a alma imortal, mas é essencialmente o princípio de vida, o ser vivo. Se você quiser compreender melhor como todos os sistemas religiosos anticristãos criam na imortalidade da alma e assim influenciaram o mundo cristão, leia, se possível, o artigo – “A idéia da Imortalidade em Tempos Remotos”, de Arnaldo B. Christianini, escrito no Ministério Adventista, Novembro-Dzembro, 1962, págs. 23 a 24. O SDAB Dictionary consigna na página 1.037: “A idéia de que ‘alma’ pode ter existência sensível separada do corpo ou que ela possui uma essência imortal é totalmente estranha à Bíblia”. Podemos afirmar seguramente que o estudo dos vocábulos alma e espírito revela que nem uma vez trazem em si a mais remota idéia de eternidade. Valter R. Martin no livro The Truth About Seventh Day Adventism, pág. 130 concorda plenamente cem a crença adventista ao declarar: “O estudo minucioso de todos os adjetivos usados nas Escrituras para qualificar a palavra ‘espírito’ da maneira como é aplicada ao homem, indica que nenhum deles deixa transparecer a mínima idéia de imortalidade”. Onde quer que a Bíblia empregue a palavra “alma”, nunca se refere a alguma coisa que vive à parte do homem. Pneuma e os Escritos Paulinos A palavra pneuma (espírito) apresenta uma grande gama de significados como pode ser comprovado pelos escritos paulinos. Merecem destaque estes: a) Hálito ou sopro de Deus – II Tes. 2:8. b) A alma humana tomada pela pessoa em geral – I Cor. 16:18. c) A alma como intelectiva ou a consciência – I Cor. 2:11. d) Anjos e demônios – Heb. 1:14; Efés. 2:2; I Tim. 4:1. e) Aplica-se como apelativo a Cristo – II Cor. 3:17. f) A divina natureza de Cristo – Rom. 1:4. g) A terceira pessoa da Trindade – Rom. 8:9-11 ; I Cor. 2:8-12. Interessante é notar que o apóstolo Paulo emprega apenas 12 vezes a palavra psiquê, que deveriam ter os seguintes significados de acordo com o original: a) Seis vezes como o significado de vida – Rom.11:3; 16:4; I Cor. 15:45; II Cor. 1:23; Fil. 2:30; I Tes. 2:8. b) Três indicam desejo – Efés. 6:6; Fil. 1:27; Col. 3:23. c) Uma vez indica emoção – I Tes. 5:23. d) Dois exemplos são pessoais – Rom. 2:9; 13:1. A palavra pneuma, que aparece 220 vezes em o Novo Testamento, como já foi afirmado, é usado 91 vezes para denominar o Espírito Santo. Explicação de Algumas Passagens Há duas passagens bíblicas, onde quase sempre psiquê é traduzida por alma, porém não deveria sê-lo: a) S. Luc. 12:19 – “Então, direi à minha alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come e bebe, e regala-te.” Neste texto, psiquê está empregada no sentido de pessoa, isto é, uma pessoa falando consigo mesmo. b) S. Luc. 12: 20. Neste verso lemos: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma. . .” Entende-se que a pessoa iria morrer, logo psiquê deveria ser traduzida por vida. A prova é que nos versos 22 e 23 psique foi traduzida por vida. c) Comentários sobre Mateus 10:28 – “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma: temei antes aquele que pare fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” O contexto desta passagem muito nos ajuda em Sua exegese. Jesus está admoestando os discípulos para enfrentarem as perseguições que viriam, com o risco de tirar-lhes a própria vida. Os versos 23, 25 e 26 nos dão esta ideia. A admoestação de Cristo culmina com as palavras: “Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma.” Esta declaração de Cristo queria dizer o seguinte: Eles não deveriam temer os perseguidores que poderiam no máximo tirar-lhes a vida terrestre; mas não podiam evitar a ressurreição para a vida eterna. Temei antes aquele que pode fazer perecer na geena tanto a alma como o corpo. Em outras palavras, com este verso Jesus nos quis ensinar que os homens aqui poderão terminar com a nossa vida, mas quem tem a vida nas Suas mãos é Deus que pode terminar com toda a possibilidade da existência no dia do juízo final. O temor deveria ser no sentido de a pessoa não estar preparada para a morte, pois isto significaria a perda da vida eterna. Este texto, como se encontra nesta tradução, que não é boa, por traduzir geena por inferno e psiquê por alma, contradiz o conceito dos imortalistas, pois se a alma pode perecer ela não é imortal. A tradução carreta deste verso seria: “Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a vida eterna, temei antes, aquele que pode fazer perecer na geena tanto corpo como a vida eterna. d) O “Espírito” que volta para Deus de Ecles. 12:7. Aqui está a descrição bíblica do que acontece ao homem quando ele morre. Mas o que é esse espírito que retorna a Deus? Uma passagem do Novo Testamento nos elucida. Tiago 2:26 – “Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” Tiago nos diz que o espírito é que mantém o corpo vivo. Há traduções bíblicas que trazem em vez de espírito – fôlego ou sopro de vida, como aparece na tradução bíblica dos monges beneditinos (Editora Ave Maria). “Antes que a poeira retorne à terra para se tornar o que era; e antes que o sopro de vida retorne a Deus que o deu”. “Esse fôlego, dado por Deus a todos os homens, bons e maus, e aos animais é recolhido por Deus. Por ocasião da morte, Deus recolhe o fôlego da criatura, para reintegrá-lo no ar, a fim de que na ressurreição Ele proceda de novo como na criação: fará assoprar o fôlego do ar para as narinas dos ressuscitados. Lemos em Ezeq. 37:9 e 10: ‘Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. . . E o espírito (ou fôlego) entrou neles e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso’. Tal ocorrerá na ressurreição final. O homem não tem poder para reter seu fôlego. Cristo e Estêvão, ao expirarem, pediram a Deus que lhes recebesse o fôlego”. As duas palavras, fôlego e espírito, são usadas na Bíblia uma em lugar da outra. e) Gên. 35:18 – “Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni; mas seu pai lhe chamou Benjamim.” Esta passagem tem sido muito citada pelos defensores da idéia de que a alma tem existência separada do corpo. A palavra nephesh usada neste texto tem o significado de vida, por isso a frase deveria ser traduzida: “como sua vida estava saindo”. As Palavra Imortal e Imortalidade na Bíblia Conforme SDA Bible Commentary, pág. 502 são estas as referências: I. “A palavra imortal é usada duas vezes na Bíblia, referindo-se a Deus. a) I Tim. 1:17 – “Assim, ao Rei eterno, imortal.. .” b) Rom. 1:23 – “e mudaram a glória do Deus incorruptível. ..” – A Revised Standard Version traduz por imortal. II. Imortalidade – grego athanasia – que nunca morre, ocorre apenas 5 vezes no texto sagrado: a) I Tim. 6:16 – “o único que possui imortalidade” = Deus. b) Rom. 2:7 – O cristão é descrito como buscando a imortalidade. c) II Tim. 1:10 – Cristo nos trouxe a imortalidade. d) I Cor. 15:53 – Com a segunda vinda de Cristo os justos ressuscitados receberão a imortalidade. e) I Cor. 15:54 – “O corpo mortal se revestirá da imortalidade”. Se a Bíblia não ensina que o homem é imortal como apareceu esta crença? Se nos reportarmos ao capítulo 3 de Gênesis encontraremos cabal resposta para esta indagação. O diabo através da serpente disse á mulher: “É certo que não morrereis”. Gên. 3:4. Satanás continua ensinando através dos séculos, de maneira insidiosa e constante, que o homem não morre. Este ensino originado com o diabo continua tendo extraordinário sucesso, desde que é aceito por quase toda a humanidade, porém ele se opõe aos claros ensinos das Santas Escrituras, que declaram que o homem que poderia ter vivido para sempre se não pecasse, caiu sob a condenação da morte por ter pecado, tornando-se no momento em que pecou portanto mortal (Jó 4:17; Rom. 6:12; 8:11; I Cor. 15:53-54; II Cor. 4:11). A advertência de Pedro (I Pedro 5:8) para os seus dias, continua muito válida para nós hoje. Conclusão Embora a Bíblia nada ensina sobre uma alma ou espírito consciente que sobrevive após a morte do corpo, ela fala muito sobre a vida após a morte. Nenhuma distinção é feita entre a maneira da morte do justo ou do ímpio. Assim como morre um morre o outro. Mas há uma diferença cardeal com relação ao futuro dos justos e dos ímpios mortos. Todos permanecem no pó até o tempo da ressurreição. Então viverão novamente para enfrentar as conseqüências de suas escolhas durante o tempo de vida. João 5:28, 29; 1Tes. 4:16, 17. Os que aceitaram a oferta de Cristo de vida eterna e imortalidade a receberão por ocasião da vinda do Senhor. Os que rejeitaram esta oferta não podem receber vida de nenhuma outra fonte. (João 1:4; 3:16; 17:2; I João 5:12). O que é verdadeiro para o homicida mencionado em I João 3:15 é verdadeiro para qualquer pecador que não aceite a Cristo como Seu Salvador. ‘Aquele que tem o Filho tem a vida’. l João 3:15. Literalmente a expressão diz: ‘tem a vida’, e se refere à ‘vida eterna’ de I João 5:11. Esta vida começa com o novo nascimento do cristão (João 3:7), e continua pela eternidade. I João 3: 14; 5:11, 12; S. João 1:4; 5:24; 10:28; 12:25. Aquele que é vitorioso em Cristo nunca perde este dom. Morte, dissolução física, e sono inconsciente até a ressurreição não elimina o dom da vida por Cristo. Para os mortos que dormem não há consciência do lapso de tempo entre a morte e a ressurreição. O conceito da imortalidade da alma, esta sobrevivendo após a morte do homem, como um espírito sensível e inteligente, com uma existência separada do corpo, penetrou durante o período intertestamentário, através da influência da filosofia grega, sobre o pensamento judeu. Durante os três primeiros séculos DC, a teologia cristã adotou a idéia da mesma origem, especialmente de Platão. Segundo o historiador grego, Heródoto, os gregos tomaram emprestado este conceito dos egípcios. O conceito popular é base para várias doutrinas tal como a idéia de que após a morte o homem vai para o céu, purgatório ou inferno, e que os perversos vão ser queimados eternamente. As Escrituras ensinam que somente Deus é imortal, ou tem a imortalidade (I Tim. 6:16), que o homem pode alcançar a imortalidade somente por Cristo ( S. João 3:16; II Tim. 1:10), que o homem recebe esta dádiva quando aceita a Cristo (I João 5:10-12) e que esta imortalidade será concedida aos salvos simultaneamente na ressurreição e na segunda vinda de Cristo (Rom. 2:7, 8; I Cor. 15:20-26, 21-54). Se cremos no que a Bíblia ensina quanto a este assunto, precisamos aceitar: 1º) Que haverá uma ressurreição – I Cor. 15; I Tess. 4:13-17. 2º) Que se processará um julgamento final – Atos 17:31. Haveria necessidade da ressurreição se ao morrer a pessoa já recebesse a sua recompensa? Qual a necessidade do julgamento se a pessoa já se encontra no Paraíso gozando das bênçãos de Deus?

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