Ano novo ou novo calendário velho?
Ano novo ou novo calendário velho?
Em meio a toda esta empolgação extasiante do mundo de nossos dias, nos deparamos com o desejo de “ano novo”… feliz ano novo, champagne, fogos, velas, etc…
Será novo um ano que começa velho?
Pois vejamos a comemoração de Ano Novo remonta os tempos velhos…
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O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano.
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Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado) -(01)*
Ou seja, o mundo está voltado para um calendário anterior ao nascimento de Yeshua, homologado pela religião sincrética romana imperial.
Se estamos saindo de Roma(religião apóstatada da prática apostólica Netzarim, formada por Yeshua e seus discípulos restaurando a adoração ao D-us de Israel), voltados para Sião, tendo o cuidado de não cair em Bavel(religião apóstata de Israel). devemos seguir a contagem dos dias, biblicamente.
Um pouco sobre as festas de Israel…
O PRIMEIRO MÊS DO ANO… AS FESTAS…
” Iniciando o ano temos o Chag há Pessach ou (Festa da Pasagem) celebrada no 14° dia do primeiro mês (Vaicrá/Lv 23:5) quando recordamos o cordeiro do Pessach sacrificado e do sangue nos umbrais das portas de Israel que o protegeu do anjo da morte. Nesse dia celebramos a passagem para a vida e a liberdade.
Do 15° ao 21° dia do primeiro mês temos Chag Há Matzot (Festa dos pães sem fermento) que lembra à saída apressada dos exércitos de Israel da terra do Egito, com suas massas sem fermentar e os sete memoráveis dias em que o povo iniciou sua jornada para a liberdade. (Vaicrá/Lv 23:6-9)
Durante a festa dos pães sem fermento se celebra o Chag Há Bikurim, Festa das Primícias em que o molho da cevada é movido na presença do Eterno recordando que a cevada dos egípcios foi devastada pela saraiva enquanto os israelitas tiveram o cereal em suas casas por que são primícias de Elohim. (Vaicrá/Lv 23:10-14).
Se seguirmos lendo a lista das festas sagradas veremos que elas são oito no total:
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A primeira delas é o יִיעִב ְשַּׁה יּוֹם yom há sehvi ou ´setimo dia (bereishit/Gn 2:2), também chamado de יּוֹםַה תָבּ ַשׁ Shabat há`yom ou dia do “sábado” (Shemot/Ex 16:26). Vaikrá/Lv 23:3.
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A segunda delas é o הָיהוַל חַסֶפּ pessach la`Yahweh (Páscoa para o Eterno) que é celebrada ao 14° dia do primeiro mês ou aviv. Vaikrá/Lv 23:5.
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A terceira é a הָיהוַל צּוֹתַמַּה גַח “chag há matzot la Yahweh” ou festa dos pães sem fermento para o Eterno que dura sete dias a começar no 15° de aviv se prolongando até ao 21° dia do mesmo mês. Vaikrá/Lv 23:6-8.
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A quarta é o רֶמֹעָה תֶא יףִנֵהְו vê`henif et haomer, o movimento do omer de cevada conhecida também como bikurim (primícias), pois nela se movia a primícia da colheita da cevada, e era realizada no primeiro dia após o shabat que se segue ao pessach, ou seja entre o dia 15 e o 21 do primeiro mês. Vaikrá/Lv 23:10-14.
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A quinta é a תֹעֻב ָשׁ גַח Chag Shavuot ou Festa das Semanas, por se realizar 49 dias, ou 7 semanas após a festa das primícias da cevada. Também chamada de festa das primícias do trigo. Vaikrá/Lv 23:15-22.
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A sexta é o הָרוּעְתּ רוֹןְכִז zicharon teruah ou memorial das trombetas, quando se toca o shofar no primeiro dia do sétimo mês e se começa a contagem regressiva de dez dias para receber o perdão. Vaikrá/Lv 23:24-25.
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A sétima é o yom יםִרֻפִּכַּה יוֹם yom há kipurim ou dia do perdão, que ocorre no 10° dia do sétimo mês, quando em jejum solene se aguardava a expiação dos pecados de Israel mediante o sacrifício de dois bodes. Vaikrá/Lv 23:26-32.
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A oitava é o כּוֹתֻסַּה גַח Chag há sukot ou festa dos tabernáculos, celebrada do 15° ao 21° dia do sétimo mês, quando os filhos de Israel habitavam em tendas para lembrar sua jornada pelo deserto. Esta era a festa das colheitas, em honra ao Eterno por haver dado o fruto da terra. Vaikrá/Lv 23:34-37.