A LEI DE DEUS OU LEI DE MOISÉS – DUAS LEIS OU UMA LEI?
A LEI DE DEUS OU LEI DE MOISÉS – DUAS LEIS OU UMA LEI? — 20/10/2002
“…a palavra do nosso Deus permanece eternamente” (Isaías, 40: 8). “Porque eu, o Senhor não mudo” (Malaquias, 3: 6). “…a minha palavra não tornar atrás” (Isaías, 45: 23). “Quanto às tuas prescrições, há muito sei que as estabeleceste para sempre”, disse o salmista (Salmos, 119: 152). São essas as palavras usadas para confirmar que a lei é imutável. São textos que dão muita força aos que pregam a imutabilidade dos mandamentos divinos. Não obstante as declarações de imutabilidade, vindas de personagens bíblicos e as que dizem ser do próprio Deus pelos profeta (Malaquias, 3: 6; Isaías, 40: 8; 45: 23), o Novo Testamento fala de mudanças. Essas mudanças são criações cristãs, mais propriamente paulinas, incompatíveis com tudo que se escreveu no velho testamento.
“Pois quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (Hebreus, 7: 12). O capítulo inteiro fala da mudança do “sacerdócio levítico” para o de Cristo.
A lei na antiga aliança continha princípio que figuravam a nova aliança, prescrições “impostas até ao tempo oportuno de reforma”, disse Paulo (Hebreus, 9: 10). Embora queiram algumas religiões negar mudanças, é a própria Bíblia (novo testamento) que fala de “reforma”. Para tentar harmonizar os textos que falam de imutabilidade e mudança, tenta-se provar a existência de duas leis distintas, falando-se de “lei moral” ou “lei de Deus” e “lei cerimonial” ou “lei de Moisés”, sendo a primeira contida em duas tábuas de pedra e a segunda em um livro; divisão esta que, conforme análise dos textos, não existe. No “livro da lei de Deus” (Neemias, 8: 18), não consta que haja nada temporário, mas tudo estabelecido por “concerto perpétuo”.
Embora tenha dito, segundo o evangelista, que nada se omitiria da lei, Jesus teria estabelecido algumas correções:
“Ouvistes o que foi dito aos antigos… eu, porém, vos digo” teria sido a expressão de Jesus para fazer suas correções em alguns princípios morais da Velha Aliança. (Mateus, 5: 27 e 28, 38 e 39, 43 a 46). Paulo considerou “desonroso para o homem usar cabelo comprido” (I Coríntios, 11: 14), enquanto na Velha Aliança, o “nazireu”, pessoa consagrada a Deus, não cortava cabelo (Números, 6: 5; Juízes, 13: 5).
Para saber se um princípio da lei seria moral ou figurativo, seria necessário estudar sua natureza, não sendo suficiente alegar que seja “concerto perpétuo”, como fazem os sabatistas; pois as prescrições chamadas de figurativas eram também por “concerto perpétuo” (Levíticos, 23: 14, 21, 31, 41: 24: 3, 8).
Se uns textos e outros se contradizem, o que é bem comum na Bíblia, os que pretendem harmonizá-los criam maiores contradições.
Vejam a seguir as considerações a respeito da divisão da lei em duas, uma de Moisés e outra de Deus. São apenas artifícios criados para defender a eternidade do sábado.
QUE É A LEI DE DEUS?
Eis a explicação dos sabatistas:
“Há quem afirme, erroneamente, que em Cristo a Lei de Deus perdeu sua existência. Alto e bom som alertamos, todavia, que a única lei que foi cancelada, e, por conseguinte, estamos desobrigados dela, é a lei de Moisés, ou lei cerimonial, escrita num livro (não em pedra) e que constava de ordenanças, ofertas e holocaustos, cujo objetivo era tirar, de forma provisória, o pecado do povo – isto, até a chegada do Messias Prometido. (Leia Col. 2: 14).” (O Único Sinal, folheto da Igreja Batista do Sétimo Dia).
No folheto “AS DUAS LEIS”, da Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma, o assunto de duas leis está mais detalhadamente abordado, estabelecendo distinções entre supostas duas leis.
Mas, na realidade, as expressões “lei moral” e “lei cerimonial” não existem na Bíblia. Tampouco encontramos a expressão “lei dos dez mandamentos” ou “tábuas da lei”, como dizem os sabatistas; mas encontramos “tábuas do testemunho” (Êxodo, 31: 18) e “tábuas da aliança” (Hebreus, 9: 4).
E, analisando os textos que dizem se referirem à “lei de Deus, os dez mandamentos”, notamos que ali não se fala simplesmente de dez mandamentos, mas de uma lei escrita em um livro.
Vejam-se os exemplos seguintes:
A LEI
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus, 5: 17). Dizem que aqui se fala dos dez mandamentos. É inegável que se refere a eles; pois nas várias vezes que Cristo disse: “ouvistes o que foi dito aos antigos”, ele citou mandamentos, como, “não matarás” (vers. 21), “não adulterarás” (vers. 27); todavia mencionou mandamentos que não estão nas duas tábuas, e sim no livro: “Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio” (vers. 31; Deuteronômio, 24: 1-4); “olho por olho, dente por dente” (vers. 38; Êxodo, 21: 24). Assim não podemos dizer que a lei aqui referida se constitua de apenas os dez mandamentos, mas do livro da lei.
Dizem ser à lei “dos dez mandamentos” que Tiago se refere quando diz: “qualquer que guarda toda lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago, 2: 10). Está claro que esses mandamentos fazem parte da suposta lei referida, como vemos no versículo 11: “Não adulterarás …Não matarás”. No entanto, a lei não se limita a apenas aqueles dez mandamentos nas duas tábuas de pedra, porque ele citou “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Vers. 8; Levíticos, 19: 18). É a lei referida o LIVRO e não as duas tábuas.
A julgar por estes texto, na falta de qualquer referência à chamada “lei dos dez mandamentos”, fica bem claro que a lei é o que está escrito num livro, sendo os dez mandamentos das duas tábuas apenas uma parte dela. Mas se isto não é suficiente, cheguei a essa conclusão ao ler Neemias capítulo 8.
“…disseram a Esdras o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel” (vers. 1).
“Esdras, o sacerdote, trouxe a lei perante a congregação”. (vers. 2).
“E leu no livro… e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao livro da lei” (vers. 3).
“Leram no livro, na lei de Deus” (vers. 8).
“Dia após dia leu Esdras no livro da lei de Deus” (vers. 18).
Não podemos, ao ler esse texto, negar que o “livro da lei de Moisés” (vers. l) é o “livro da lei de Deus” (vers. 18); muito menos, que a “lei de Deus” é um “LIVRO”, e não duas tábuas de pedra, como afirmam os sabatistas.
Tendo toda a certeza de que a “lei de Deus” foi escrita em um livro, e que ela é a mesma chamada “lei de Moisés”, resta ao cristão apenas tentar harmonizar aqueles textos citados sem procurar provar que tratam de duas leis distintas.
Não existe a lei dos dez mandamentos; pois essa expressão não existe na Bíblia.
Quando Paulo disse que a lei foi dada “por causa das transgressões” (Gálatas, 3: 19) ele falava da mesma lei pela qual “vem o conhecimento do pecado” (Romanos, 3:20), citada como lei moral (As Duas Leis, página 7). Quando disse “agora, porém libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeito” (Romanos, 7: 6), falava da mesma lei que contém o mandamento “não cobiçarás” (versículo 7). Não podemos afirmar que num versículo se diga sobre uma lei e no seguinte se refira a outra, quando se fala, não em uma e outra, mas “a lei”, uma única.
O que se entende pelas palavras de Paulo é que A LEI, única lei, trouxe mandamentos como os das tábuas de pedra e os de oferecer holocaustos e ofertas de manjares. Quem é justificado pela fé está livre da lei, no seu dizer, mas seria absurdo afirmar que quis ele dizer que pudesse sair matando e furtando, etc.
As expressão “as leis” se refere a todos preceitos que foram reunidos no livro chamado “a lei”.
Tão claro é isto, que o folheto reformista As Duas Leis, após dizer: “Não acha o prezado leitor que “as leis” é mais de uma lei?” (página, 5), diz: “A lei moral acha-se gravada no coração do crente: “… Porei as minhas leis no seu interior, e as escreverei no seu coração…” (Jr. 31: 33; Hb. 8: 10)” (página 6). Fala sobre “a lei moral”, citando o texto que diz “minhas leis”. Não dizem ser a moral e a cerimonial. Que incoerência!
No folheto “Qual o Dia da Semana Guarda e Por Que?”, dizem os reformistas: “O sábado, por ser um sinal da criação, nada tem a ver com os judeus em particular” (pág. 2). Mas a Bíblia diz que sim: Está escrito que a guarda do sábado foi instituída pela primeira vez no deserto do Êxodo (Êxodo, 16: 5 e 22 a 30).
A guarda do sábado, segundo tal texto, instituída como figura do livramento de Israel do cativeiro egípcio e do repouso na terra prometida, onde não puderam entrar aqueles que foram desobedientes; pois está escrito: “Assim jurei na minha ira que não entrarão no meu descanso” (Salmos, 95: 11), isto é “não entrareis na terra, pela qual jurei que vos faria habitar nela” (Números, 14: 30) que não era o dia de descanso, mas a terra em que deviam repousar das agruras vividas antes, assim como do repouso prometido aos cristãos (Hebreus, 4: 1 e 2. Como Josué não pode dar ao povo um verdadeiro repouso, a promessa foi feita novamente, aos cristãos: “Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria posteriormente a respeito de outro dia” (Hebreus 4: 8), o que não poderia também ser outro dia de repouso em lugar do sábado como pensam os guardadores do domingo também, mas outra promessa de descanso. Os filhos de Israel, “por causa da desobediência não entraram” (Hebreus, 4: 6) foi na terra prometida. “Não puderam entrar por causa da incredulidade” (Hebreus, 3: 19). Seria muito tolo afirmar que Deus jurasse eles não guardariam o sábado; pois não era uma promessa e sim um mandamento. Por isto o mandamento trouxe esta informação: “porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão poderosa, e braço estendido: pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasse o dia de sábado”. (Deuteronômio, 5: 15). Se tal acontecimento foi o motivo pelo qual se ordenou que guardassem o sábado, então se entende por que nunca se mencionou o sábado em relação à vida de Noé, Abraão, Isaque, Jacó, etc. A conseqüência não poderia existir antes da causa.
Como os cristãos consideravam que as figuras vigoraram apenas no antigo pacto, Paulo disse: “ninguém mais vos julgue por causa” de “sábados” (Colossenses, 2:16). Dizem que os sábados aqui mencionados são os dias comemorativos em que também havia sábados (repousos) conforme Levíticos 23, o que não fazem ao citar Isaías 65: 23. Mas aqueles dias já estão mencionados no texto como “dias de festa” (“dias de festa, lua nova ou sábados” – três coisas distintas).
Também afirmam: “O dia de repouso de Deus, o sábado, é chamado o “dia do Senhor”. Comparar Apocalipse l: 10 com Isaías 58: 13 e Marcos 2: 28. (Página 2). Mas o que é “dia do Senhor” em Apocalipse?
O termo grego kiriake emera=kiriake emera (Novum Testamentum Graece), em Apocalipse, 1: 10, em latim é traduzido para dies dominicum, que em português é dia do Senhor.
A versão católica do Padre Antônio Pereira de Figueiredo traduz a palavra para “dia de domingo”. E, literalmente, este nome, dado ao primeiro dia da semana, é uma evolução de dies dominicum.
As igrejas guardadoras do domingo, assim como os sabatistas o aplicam ao sábado, baseado nesse sentido da palavra, falam do termo usado por João como sendo o primeiro dia da semana. Quem está certo? O que era “dia do senhor” para os apóstolos?
Ao se referirem ao sábado, os apóstolos o chamavam pelo seu nome costumeiro: sabbaton, forma grega do hebraico shabath, que foi latinizada para sabatum e evoluiu para o português como sábado (Mateus, 12: 10; 24: 20; 28: 1; Marcos, 2: 27; 3: 4; Lucas, 4: 16; 6: 2, 5, 7 e 9; 14: 1; 23: 56; João, 7: 23; Atos, l7:2; Colossenses, 2: 16, etc.).
Ao falar do primeiro dia da semana, tratavam-no como tal, não lhe dando nenhum título (Mateus, 28: 1; Marcos, 16: 1: Lucas: 24: 1; João 20: 1).
O título dies dominicum, segundo informações históricas, foi dado por decreto imperial ao primeiro dia da semana, anteriormente dies solis = dia do sol, quando o imperador romano se converteu ao cristianismo e a igreja criou um sincretismo de princípios cristãos e romanos.
Os apóstolos jamais chamaram qualquer dia da semana de dia do Senhor; mas essa palavra lhes era muito familiar com outro sentido:
“Ah! que dia! porque o dia do Senhor está perto, e vem como assolação do Todo-Poderoso” (Joel, 1: 15). “…grande é o dia do Senhor, e mui terrível” (Joel, 2: 11). “Ai de vós que desejais o dia do Senhor… dia de trevas e não de luz” (Amós, 5: 18). “Porque o dia do Senhor está prestes a vir sobre todas as nações” (Obadias, 15). “Pois eis que vem o dia, e arde como fornalha” (Malaquias, 4: 1) “O sol se converter em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor” (Atos 2: 20). “… o dia do Senhor vem como ladrão de noite” (I Tessalonicenses, 5: 2). Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados” (II S. Pedro, 3: 10).
É bem mais lógico deduzir que João estava se referindo ao que sempre chamavam de “dia do Senhor” – o julgamento divino deste mundo.
“Em espírito”, isto é, em visão, João teria presenciado o julgamento divino deste mundo, conforme vemos em todo o Apocalipse. Por isto, ele disse: “Achei-me, em espírito, no dia do Senhor” (Apocalipse, 1: 10). Significa: em minha visão eu me encontrei naquele dia, quando Deus irá julgar e condenar os maus e dar recompensa aos justos. Pois é o dia do juízo divino que eles chamaram sempre de “dia do Senhor”, conforme as passagens acima.
O SÁBADO NA NOVA TERRA
“Na nova terra, o sábado será guardado por todos os habitantes como o grande dia comemorativo do Altíssimo, pois assim diz o Senhor: “…de sábado em sábado toda carne vir prostrar-se diante de Mim…” Isaías 66:22-23″ (Qual Dia Guarda e Por Que?, pág. 8).
O texto citado diz: “de uma lua nova à outra, e de um sábado a outro” (Isaías, 66: 23). Curioso é que aqui lua nova e sábado são princípios morais, para serem guardados a nova terra, mas, em Colossenses, 2: 16, são princípios cerimoniais, sem mais validade. Aqui aceitam que é o sétimo dia. Lá, dizem ser outros dias. Se o texto de Isaías justifica a guarda do sábado, também aprova a da lua nova, o que os sabatistas não guardam.
Não entendem que na Jerusalém de Isaías, haveria MORTE, PECADO e MALDIÇÃO (Isaías, 65: 20), o que não deveria haver na nova terra do Apocalipse.
As profecias de Isaías foram feitas durante o cativeiro de Babilônia. Eram promessas de restauração de Jerusalém após a queda de Babilônia, mas não a mesma do Apocalipse, que contém o pensamento cristão.
Como ficou suficientemente claro na análise do capítulo 8 de Neemias, não há com afirmar a existência das chamadas “duas leis”, uma mutável e outra imutável. E, se formos enquadrar a guarda do sábado em uma dessas duas partes da lei, não há como não ser na parte transitória, o que ficou esclarecido pelas palavras de Paulo aos Colossenses (Col. 2:16).
As contradições só ficam ainda maiores quando se tenta dividir a lei em duas.
O que se pode concluir de tudo isso é que tudo que estava no livro da lei mosaica era mesmo para ser eternamente observado pelos hebreus; mas essa abolição da lei foi criação de Paulo, e agora os cristãos vivem enfrentando essa dificuldade para não admitir que o cristianismo não tem qualquer apoio no velho testamento.
Tags: DUAS LEIS
A Inveja
A Inveja
Somos servos, mas, também somos humanos e como tais sujeitos às inclinações da carne (natureza humana), que insiste em contrariar as ações definidas pelo Espírito como saudáveis à nossa vida espiritual, é a eterna luta entre a carne e o Espírito (“Porque o que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos, e por isso vocês não podem fazer o que vocês querem”. Gl 5.17). Quando a comunhão com o Senhor esfria, a natureza humana (carne) levanta-se com muito vigor e produz frutos terríveis, em alguns casos os resultados atingem toda a igreja, gerando escândalos que mancham a obra do Senhor.
Inveja (Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio.)
É o tema desta breve mensagem. Ela é um dos muitos frutos da natureza humana. A inveja produz profundas lesões na vida espiritual, tão séria a ponto de lançar os que a cultivam nas trevas eterna. É um pecado que passa desapercebido pelos que estão próximos, mas, que consome a vida que a hospeda.
Veja o que nos diz a Palavra:
1) “A paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer”. Pv 14.30
2) “Não tenha inveja dos pecadores”. Procure respeitar e obedecer a Deus todos os dias da sua vida.” Pv 23.17
3) “Nós não devemos ser orgulhosos, nem provocar ninguém, nem ter inveja uns dos outros”. Gl 5.26
A sensibilidade ao Espírito Santo faz-nos sentir o pecado ainda no seu inicio (na mente), e cabe a nós a responsabilidade de não deixarmos que cresça e floresça na vida. Somos chamados a vivermos em santidade, e esta condição não deixa brechas para qualquer tipo de sentimentos pecaminosos. A inveja é condenada pelo Senhor, é denominada como fruto da carne (Gl 5.21). Geralmente tem sua origem em disputas insensatas (“Discutir e brigar a respeito de palavras é como uma doença nessas pessoas. E daí vêm invejas, brigas, insultos, desconfianças maldosas” 1Tm 6.4) e é exercitada pelas boas ações e o sucesso do próximo, seja no campo profissional ou pessoal (“Então, vi que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja do homem contra o seu próximo.” Ec 4.4).
É maléfica à vida do servo (“A paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer”. Pv 14.30; Jó 5.2) e envolve todo o ser, apaga o Espírito de Deus e produz resultados terríveis (“O ódio é cruel e destruidor, mas a inveja é pior ainda”. Pv 27.4). É uma prova incontestável da vida carnal (“Na verdade, irmãos, eu não pude falar com vocês como costumo fazer com as pessoas que têm o Espírito de Deus. Tive de falar com vocês como se vocês fossem pessoas do mundo, como se fossem crianças na fé cristã. porque vivem como se fossem pessoas deste mundo. Quando existem ciumeiras e brigas entre vocês, será que isso não prova que vocês são pessoas deste mundo e fazem o que todos fazem?” 1Co 3.1,3 “Mas, se no coração de vocês existe inveja, amargura e egoísmo, então não mintam contra a verdade, gabando-se de serem sábios.” Tg 3.14 ) e da necessidade urgente de arrependimento e mudança de vida.
“Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas. Sejam como criancinhas recém-nascidas, desejando sempre o puro leite espiritual, para que, bebendo dele, vocês possam crescer e ser salvos.” 1Pe 2.1,2
Que seja este o sentimento que venha encher os corações, ações de vida que nos aproxima do Trono de Deus e nos faz semelhante a Ele.
Vida santa é uma ordem! Para cumprirmos este mandamento é preciso a exemplo de Ezequiel (3.3), comer a palavra (lê-la diariamente), orar muito (a todo o momento) e sacrificarmos com agradáveis jejuns. Este conjunto de ações nos faz próximos do Pai e capacita-nos a ouvir a Sua voz.
Elias R. de Oliveira
Tags: A Inveja
A INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO
A INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO
Gn 2:18-24 Ec 4:9-12 Jo 2:1-2
* O Casamento é uma idéia de Deus
Deus Planejou
Deus Instituiu
Deus Estabeleceu e Definiu seus Parâmetros
Deus Abençoou o Matrimonio
* O Casamento é digno de Honra
O Casamento é uma instituição que deve ser altamente respeitada e
considerada. Heb 13:4
A Instituição do Casamento é mais importante do que nossos
sentimentos pessoais.
O Casamento é uma instituição imutável, que envolve duas pessoas que
estão em constantes mudanças à medida que crescem e amadurecem.
* O Relacionamento Marido/Esposa é o principal relacionamento humano e a
chave para todos os outros relacionamentos na vida
* Dez sólidos alicerces para a construção de um Casamento Bem-Sucedido
Amor Mútuo entre os Conjugues
Respeito
Fidelidade
Estabilidade Emocional
Boa comunicação
Companheirismo
Trabalhar juntos visando a estabilidade financeira da Família
Observar os princípios bíblicos relacionados ao matrimônio
Compartilhamento
Liderança inteligente e com humildade do Marido
* Benefícios Advindos do Casamento
Realização: física, psicológica, social e espiritual.
Complementação: no casamento marido e mulher se completam
mutuament e, com a junção dos dons e vocações. O que falt a em um dos
conjugues o outro as têm.
Fortalecimento: juntos os conjugues terão maior possibilidade de
suportar as adversidades e vivisitudes que surgem no dia a dia da vida.
As decisões vêm do equilíbrio entre razão e emoção.
* Integração entre Famílias
A Família de ambos os conjugues se integram e passam a ser uma só
família.
* Compartilhamento
Os conjugues passam a compartilhar entre si tudo na vida. Na intimidade
das confidencias, nas tristezas, nas alegrias, no desabafo e aconselhamento, o
cônjuge é sempre singular, especial e insubstituível.
No Casamento há a divisão de responsabilidades e privilégios.
* Preservação da Pureza moral na Sociedade
Gurupi – To, 02 de Junho de 2010
Pr. João da Cruz Gomes Feitosa
Tags: Casamento
A IMPORTÂNCIA E RECOMPENSA DE ESPERAR EM DEUS
A IMPORTÂNCIA E RECOMPENSA DE ESPERAR EM DEUS
Is 64:4 Mq 7:7 Sl 27:14
INTRODUÇO: Esperar é uma virtude. É prova de confiança. Praticamente todas as
pessoas têm muita dificuldade para esperar. Somos impacientes, nos aborrecemos,
ficamos irritados, chateados, tristes, inquietos e às vezes até nervosos quando temos que
esperar por alguém ou por alguma coisa.
Exemplos de como é difícil e es tressante esperar:
1. Quando empreendemos uma viagem e o transporte atrasa (ônibus –
avião – trem etc);
2. Quando vamos a um restaurante ou pizzaria e o atendimento é
demorado (atrasa);
3. Quando temos que ir ao banco ou a alguma repartição pública ou
privada e não somos atendidos com a agilidade que almejamos
(ficamos irritados);
4. Quando o pagamento do salário que ganhamos atrasa;
5. Quando o culto não encerra no horário estabelecido ficamos
impacientes e temos dificuldade de nos controlar.
I. ESPERAR EM DEUS REVELA PACIÊNCIA Ec 31:1
Ser paciente é uma grande virtude e também um mandamento bíblico
Tg 5:7-8
Paciência é uma semente. Esta semente produz uma colheita Tg 1:4
Sl 37:34
Paciência é uma arma que força o engano a si revelar por si só.
II. ESPERAR EM DEUS NÃO É TEMPO PERDIDO
a) Não há Deus grande e poderoso como o nosso Deus Is 64:4;
b) Ele é fiel e justo para com as pessoas que nele espera;
c) Ele é verdadeiro e poderoso para cumprir com as suas promessas
Num 23:19
III. ESPERAR EM DEUS GARANTE RESULTADOS MARAVILHOSOS
Lm 3:25-26 Sl 40:1-3 Sl 40:31 Sl 62:1
IV. ESPERAR É TEMPO DE APRENDIZADO Sl 144:1
A nossa personalidade e as nossas habilidades serão trabalhadas e aperfeiçoadas.
A carne mortificada
V. ESPERAR REVELA OU MOSTRA QUE CONFIAMOS EM DEUS
Sl 20:7Pv 20:22
VI. ESPERAR PERMITE JUNTAR OU OBTER INFORMAÇÕES PRECISAS E
É a qualidade das informações que determina a qualidade das nossas decisões. A
qualidade das nossas decisões determina a qualidade de nossa vida.
CONFIÁVEIS.
VII. ESPERAR EM DEUS FORÇA A VERDADE APARECER
Pessoas podem esconder os seus erros e fraquezas por grandes períodos, porém a
realidade ou verdade mais cedo ou mais tarde se revelará Lc 12:2-3.
VIII. ESPERAR EM DEUS FARÁ AUMENTAR AS NOSSAS FORÇAS
Is 40:29-31 Sl 27:14 Sl 42:11
Gurupi, 31 de março de 2009
Pr. João Feitosa
Tags: Deus
A IMPORTÂNCIA DO EVANGELISMO
A IMPORTÂNCIA DO EVANGELISMO
INTRODUÇÃO: Por falta de entendimento alguns líderes de igrejas evangélicas têm negligenciado o evangelismo. O evangelismo é um assunto que deveria ter a maior atenção por parte dos líderes, pois edifica a vida do crente e da igreja.
O evangelismo é um cumprimento dos mandamentos do Senhor Jesus. Quando a igreja está ensinando o crente a evangelizar, ela está levando o crente a cumprir este mandamento. Mc. 16: 15.
O evangelismo faz com que o crente não mantenha uma vida de acomodada dentro da igreja, sem frutos. Mas sim com que ele venha a se sentir útil na obra do Senhor. Is.48: 17. I Co.12:7.
Por que vemos poucos trabalhadores na seara do Senhor? Por que os líderes se preocupam muito pouco com o evangelismo. Lc. 10: 2.
O evangelismo também tem a função de tirar da vida do crente a timidez e faz com que deixe de se envergonhar do nome de Jesus. Mc. 8: 38.
O evangelismo tem a função de fazer o Evangelho ser pregado em tempo e fora de tempo. II Tm. 4: 2.
O evangelismo também faz com que o inferno seja invadido pela igreja do Senhor. Mt. 16: 18; Lc. 10: 19.
Através do evangelismo muitas almas se convertem, muitos novos discípulos de Cristo são feitos, então se cumpre o que está escrito: Mt. 28: 19.
Através do evangelismo muitos sinais acontecem, fazendo com isto que a do crente venha a ser aumentada. Lc. 10: 17; Mc. 16: 17 ao 20.
O evangelismo leva o crente a fazer seu corpo físico instrumento de Deus. I Co. 6: 20.
O evangelismo faz com que crente venha a conhecer o Poder e a Autoridade que há no nome de Jesus. Fp. 2: 9; Sl. 60: 12.
Em um mundo de guerra, e sem esperança, o evangelismo faz com que o crente traga uma mensagem de paz e justiça. Anunciando boas novas. Is. 52: 7.
O evangelismo é uma obrigação de toas as denominações, a igreja que não faz pode ser tudo menos igrejas evangélicas. Mc. 16: 15.
O evangelismo é fazer com que todas as criaturas venham a conhecer o Poder de Deus para salvar todo aqueles que crer. Rm. 1: 16.
Quando o crente está evangelizando, ele está testemunhando o nome de Jesus Cristo. At. 1: 8; At. 12: 32.
Fazer evangelismo é anunciar que pela fé no nome de Jesus os enfermos são curados. At. 3: 16; Lc. 5: 31.
O evangelismo é anunciar ao pecador que Jesus Cristo deseja salva-lo. Lc. 5: 32.
O evangelismo é anunciar que Jesus Cristo vive e é o mesmo ontem, hoje, e sempre. Hb. 13: 8.
Quando a Igreja está envolvida na obra de evangelismo, ai o Espírito Santo está a movendo em busca do pecador. Ap. 22: 17.
Pr. Ev. Sérgio Lopes
Tags: evangelismo
A Importância do Cristão Ter Um Sólido Fundamento
A Importância do Cristão Ter Um Sólido Fundamento
Cl. 1.21-23
Int.- O Apóstolo Paulo escreveu a Epístola aos Colossenses quando estava preso em Roma. Na Epístola aos Colossenses Paulo apresenta Cristo como cabeça do corpo que é a Igreja.
O erro dos Colossenses consistia de não se apegarem ao Senhor, a cabeça do corpo. Paulo via os crentes de Colossos com uma fé vacilante.
Paulo aqui dizia, que noutro tempo éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas obras más, mas Cristo vos reconciliou.
E Paulo está dizendo vós alcançareis a salvação eterna, se permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho.
O cristão enfrentará nesta vida aflições de toda sorte em sua jornada em direção ao Céu.
– Aflição de ordem espiritual.
– Aflição de ordem familiar.
– Aflição na saúde.
– Aflição de ordem financeira.
– Aflição de perseguição.
Jo. 16.33: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.
– Jesus não prometeu ao cristão um mundo de mar de rosas.
– Mas nos alertou que teríamos aflições.
Em nossa jornada em direção ao Céu, nós temos três inimigos que combatemos diariamente:
1-A Nossa Carne.
2- O Mundo.
3- Satanás.
– Nós enfrentamos diariamente os desejos da natureza carnal: Maus pensamentos, maus sentimentos e o desejo para agradar a nossa carne.
– Enfrentamos diariamente os prazeres que o mundo nos apresenta.
– Enfrentamos diariamente as setas diabólicas que são lançadas sobre nós.
E para vencermos todas essas batalhas, precisamos ter uma fé sólida, uma fé bem fundamentada na Palavra de Deus; precisamos ter raízes profundas, para vencermos as grandes tempestades que nos apresentam.
I- O Cristão Precisa Ter Uma Fé Sólida.
– A nossa vida é comparada na Bíblia a um navio, o mar é o mundo a nossa volta.
– E a nossa fé no Senhor é a ancora desse navio.
Hb. 6. 18,19: Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.
A qual temos como âncora da alma segura e firme e que penetra até ao interior do véu.
– A nossa fé é acrescida em ouvir a Palavra de Deus.
Rm. 10.17: De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.
– Precisamos ter convicção naquilo que cremos.
– Precisamos ter convicções que Deus está conosco; isso faz toda uma diferença.
Rm. 8.16: O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
– Não precisa ninguém profetizar para nós essa presença, cada um de nós sentimos ela em nosso ser.
– Essa convicção da presença de Deus nos trás paz diante das batalhas que enfrentamos.
– Cada um de nós somos responsáveis em cuidar da nossa fé.
Judas 20: Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo.
– Somos responsáveis em edificar a nossa fé.
– Somos edificados na fé orando no Espírito Santo.
– O crente que ora tem fundamentos sólidos.
– A vida de oração vai nos dar experiências com Deus; e essas experiências com Deus vão nos dar esperança nas horas das tempestades que vierem em nossa vida.
– A própria Palavra de Deus diz em Tg. 5.13: Está alguém entre vós aflito? Ore.
– Porque a oração é o meio de se entrar no Trono da Graça de Deus para se obter a solução de algum problema.
– A oração trás paz ao coração.
– A oração trás a alegria de Deus ao coração do crente.
– A oração é o oxigênio da alma.
II- O Cristão Precisa Ter Raízes Profundas e Fortes.
– Na Parábola do Semeador Jesus fala da semente que caiu em pedregais.
Mt. 13.5,6: E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda.
Mas, vindo o sol, queimou-se e secou-se, porque não tinha raiz.
– A raiz dá sustentabilidade a árvore.
– Aqui a semente secou-se porque não tinha raiz.
– A árvore para ter um bom crescimento precisa ter raízes profundas.
– A semente que caiu em boa terra deu fruto, porque tinha raízes profundas.
– A Ilustração do Bambu Chinês: O lavrador planta a semente do bambu chinês, e rega o primeiro ano, e ele não aparece do solo, rega o segundo ano e nada, rega o terceiro o ano e nada, rega o quarto ano e nada, somente ele vai germinar e começar a crescer no final do quinto ano; mas em seis semanas ele cresce 25 metros de altura. E pode vir uma tempestade de ventos fortes, que ele não quebra, porque tem raízes profundas e fortes.
– Da mesma maneira devemos regar a nossa fé, para que ela tenha raízes profundas e fortes, para quando vir a tempestade ela não se quebre.
I Co. 16.13: Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos.
– As raízes da nossa fé vai se aprofundando quando estudamos a Palavra de Deus; quando valorizamos a Escola Dominical; quando participamos do Culto de Doutrina; quando buscamos a Deus em oração; quando alcançamos experiências no jejum a Deus.
– Ter raízes profundas vai garantir sustentação na hora da tempestade, na hora da ventania, na hora da tormenta.
– Quantos crentes tem parado sua caminhada de fé.
– Quantos crentes que desanimaram pelo caminho.
– Quantos crentes tombaram diante da tormenta.
– Quantos crentes voltaram ao mundo de pecado.
– Cuide da sua base; cuide do seu alicerce; cuide da sua raiz.
Lc. 6.48: É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre rocha.
– Construa a sua casa sobre a rocha.
– E aqui diz: E cavou, e abriu bem fundo.
– E aqui fala: E pôs os alicerces sobre rocha.
– A rocha é Jesus.
Mt. 16.18: Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
– Amados, o fundamento, a base é que vai dar estabilidade ao edifício construído.
– Quanto mais fundo for o alicerce, mais alto será o edifício e mais estabilidade ele terá.
– Amado, tenha um bom fundamento; tenha um bom alicerce.
Pv. 10.25: Como a tempestade, assim passa o ímpio, mas o justo tem perpétuo fundamento.
I Jo. 2.17: E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
– Sempre falo que não aceitamos a Jesus como Salvador com prazo de validade.
– Aceitamos a Jesus para toda a vida, até a eternidade.
Conclusão: Amado tenha uma fé sólida, bem fundamentada, bem alicerçada em Deus, na Sua Palavra, solidificada pelo Espírito Santo. As experiências com Deus ajudam nas horas das tormentas, a termos esperança que o vento vai passar e que estamos firmes na Rocha. A fé deve ser edificada e cuidada para a nossa perseverança espiritual.
Mt. 10.22: Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
– A coroa de gloria vai ser nos entregue no final.
– Temos que ir até o fim.
Dn. 12.13: Tu, porém, vai até ao fim; porque repousarás e estarás na tua sorte, no fim dos dias.
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A importancia do bom relacionamento pessoal
A importancia do bom relacionamento pessoal
relacionamento-cristão
INTRODUÇÃO
O homem é um ser social. Por isso depende de outro para construir a sua família, dar impulso à sociedade, reciclar a sua profissão etc. Jesus também soube construir bons relacionamentos, e aproveitou os momentos de amizade para transmitir belas mensagens sobre o Reino de Deus. O crente também deve ter boas razões para fazer bons relacionamentos. E um deles é testificar do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
1. RAZÕES PARA CULTIVARMOS O RELACIONAMENTO PESSOAL:
1.1- O homem não foi criado para viver isolado (Gênesis2. 18);
1.2 – Eva sofreu um ataque do Diabo quando estava sozinha (Gênesis 3.1);
1.3 – A maior provação de Jesus ocorreu quando Ele estava só (Mateus 4.1-11);
1.4 – O isolamento é muitas vezes causado pelo egoísmo (Provérbios 18.1).
MOTIVOS PARA CULTIVARMOS O RELACIONAMENTO:
2.1 – Jesus crescia em meio aos relacionamentos com a sua família e amigos (Lucas 2.52).
2.2 – O homem que trabalha em equipe tem a chance de melhorar no trabalho (Eclesiastes 4.9).
2.3 – O homem que se relaciona tem quem o ajude na dificuldade (Eclesiastes 4.10).
2.4 – O relacionamento tem um papel terapêutico tanto psicológico como espiritual (Tiago 5.16).
PORQUE O CRENTE PRECISA RELACIONAR-SE COM OS INCRÉDULOS:
Se o crente não quiser interagir com homens, que muitas vezes têm princípios contrários à Palavra de Deus, então terá de sair do mundo (1 Coríntios 5.9,10). isto porque ele:
3.1 — É um ser humano;
3.2 — Poderá precisar da ajuda dos homens;
3.3 — Poderá influenciá-los pelo poder do Evangelho.
CONCLUSÃO
A pessoa que se relaciona estará mais propensa a cumprir o segundo maior mandamento da Bíblia Sagrada, que é amar o próximo, pois descobre as fraquezas e as necessidades de outras pessoas e poderá ajudá-las.
Fonte: Livro – Pregando poderosamente a palavra de Deus
Autor : Pastor Silas Malafaia
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A IMPORTÂNCIA DA SEXUALIDADE NO CASAMENTO
A IMPORTÂNCIA DA SEXUALIDADE NO CASAMENTO
Quando Deus fez o primeiro casal, incluiu em sua estrutura emocional e física, os órgãos e o instinto sexual. E o fez com propósitos muito elevados, como tudo que o Criador realizou. Dessa forma, a sexualidade faz parte da vida de qualquer ser humano. Dela, ninguém pode se afastar. Quando alguém diz que é homem ou mulher, está implícita a idéia de sexo, de modo natural. No casamento, a sexualidade exerce papel fundamental, indispensável para o bom relacionamento entre os cônjuges, dentro do plano de Deus para o matrimônio. Vamos refletir um pouco sobre esse importante assunto.
1. VISÃO BÍBLICA DO SEXO
1.1. O SEXO FOI FEITO POR DEUS
– Deus fez o homem, incluindo o sexo, e ” viu que tudo era bom”. Gn 1.31. As mãos que fizeram os olhos, o cérebro, também fizeram os órgãos sexuais. Aquele que criou a mente, também criou o instinto sexual. – Jesus, mesmo em sua missão divina, era homem normal, incluindo a sexualidade, santificando-a na pureza e santidade de seu corpo. Ele foi circuncidado ao oitavo dia . Lc 2.21-23. ” E o Verbo se fez carne…” (homem) Jo l.l. 1
1.2. O PLANO DE DEUS EM RELAÇÃO AO SEXO
– Deus quis, na sua soberania, que o homem participasse DIRETAMENTE da obra da Criação, através da procriação, dando-lhe instrumentos maravilhosos que são os órgãos e o instinto sexual. Nesse plano, observamos os seguintes aspectos, dentro da vontade de Deus:
1) O USO DOS ÓRGÃOS SEXUAIS É PRIVATIVO DOS CASADOS.
– A ordem de crescer e multiplicar não foi dada a solteiros, mas a casados. Gn 1.27,28. – Deus não quis que o homem vivesse só. Gn 2.18,24; Sl 68.6;113.9. – Deus exorta o homem a desfrutar o sexo com a esposa e não com a namorada ou a noiva; Em Cantares de Salomão, tem-se a exaltação do amor conjugal e não entre solteiros. Ct 4.1-12; Ef 5.22-25.
2) A RELAÇÃO SEXUAL DO CRISTÃO
1) SUA NATUREZA
* Prevista por Deus (Gn 1.27-28; 2.24)
* Não era, nem é e nem será pecado (dentro dos princípios de Deus): Hb 13.4;
2) SUA FINALIDADE
* Procriação (Gn 1.27, 28). “De um modo maravilhoso…” Sl 139.13-16. V
* Ajustamento mútuo entre marido e mulher (1 Co 7.1-7);
– O princípio da prevenção (v. 2);
– O princípio do direito mútuo (ou do dever) (v.3);
– O princípio da autoridade mútua (v. 4);
– O princípio do hábito (v. 5).
* Satisfação (bem-estar, prazer): Pv 5.18-23; Ec 9.9 ; Ver Livro de Cantares de Salomão (4. 1-12;7.1-9)
* Deus valoriza a união sexual entre marido e mulher (Dt 24.5)
3) COMO DEVE SER, NO PLANO DE DEUS
* Exclusiva (Gn 2.24; Pv 5.17);
* Alegre (Pv 5.18); * Santa (1 Pe 1.15; 1 Ts 4.4-8)
* Natural ( Ct 2.6; 8.3)
* Observar o significado do Corpo para Deus como TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO PROPRIEDADE DE DEUS 1 Co 6.19-20
3. O SEXO FORA DO CASAMENTO É PECADO
a) FORNICAÇÃO: prática do sexo entre solteiros ou entre casado e solteiro (Enc. Bíblica Boyer). O fornicário não entra nos céus. Ef 5.5a; 1 Tm 1.10a; Ap 21.8a.
b) ADULTÉRIO: Relação sexual entre pessoas casadas com pessoas que não são seus cônjuges. Mt. 5.27; Mc 10.9; Rm 13.09. É perigoso. Pv. 5.1-5. Grave pecado.
c) PROSTITUIÇÃO: Num sentido geral, envolve todo o pecado do sexo; num sentido estrito, é a relação com prostitutas. Deus proíbe. Dt. 23. l7. Grave pecado: 1 Co 6.l6. É falta de juízo. Pv 7. 4-10;21, 22,23-27; 1 Co 6.15-18.
d) HOMOSSEXUALISMO: – Relação entre pessoas do mesmo sexo. É abominação ao Senhor. Lv 20.13; 18.22; Dt 23.17,18. Vício de Sodoma (Sodomia) Gn 19.5. Deus destruiu cidades por causa disso. Dt 23.17. – Não entram no Reino de Deus os que praticam tais atos abomináveis. l Co 6.9,10. É considerado no NT como “paixão infame”. Rm 1.24-27. O Homossexualismo feminino chama-se LESBIANISMO. Ver Rm 1.26 comparado com 1 Co 1.27: “Semelhantemente…” Desonra a Deus; – Usa o corpo de modo animalesco; desvia a finalidade do corpo; não permite a reprodução do ser humano. Só busca o prazer pelo prazer. É egoísta. A AIDS é uma conseqüência dessa perversão. Infelizmente, o homossexualismo tem chegado até ao meio de diversas igrejas.
4. A SEXUALIDADE NA MEIA-IDADE
– A partir da meia-idade (40-55 anos), começam a surgir dificuldades área sexual. Há uma série de crises: mudanças físicas, emocionais, nervosas, etc.
– A maneira de enfrentar os problemas dessa fase da vida depende da atitude mental de cada um: se confia em Deus, encara com naturalidade, e vence; se não confia, encara como uma tragédia, e é derrotado;
– O que para uns é o fim, para outros é o começo de uma nova fase da vida, cheia de experiências, realizações e expectativas positivas;
4.1. MUDANÇAS PRÓPRIAS DA MEIA-IDADE
– O aspecto físico muda bastante; o espelho parece CRUEL: gorduras onde não gostaríamos que houvesse; barba ficando cinzenta; pele flácida; rugas; calvície, etc.; isso afeta a sexualidade;
– as energias físicas diminuem, mas a resistência pode permanecer e até aumentar, com o uso proveitoso das energias mentais, levando ao equilíbrio emocional.
– Se ficar preso à juventude, querendo parar o tempo, o homem fica frustrado;
– Se tiver visão espiritual, vai ser grato a Deus por estar na meia-idade, encarando as mudanças como algo normal em sua vida;
– O homem passa a ver a mulher mais velha, menos atraente a seus olhos; há homens que se desesperam, se deprimem, e outros dão lugar à tentação, caindo em pecado de adultério, prostituição, etc. há quem busque refúgio na pornografia, filmes e revistas eróticos, mas isso só aumenta o problema. Grandes homens de Deus caíram na armadilha do sexo.
4.2. OS CUIDADOS NECESSÁRIOS A UMA VIDA SAUDÁVEL.
Na meia-idade, mais do que em outro período da vida, é importante que se utilize um plano adequado de desenvolvimento emocional e físico. Não se deve querer competir com os jovens, mas importante uma alimentação apropriada, o exame médico regular, de acordo com a idade; controle emocional, descanso sistemático, bom senso, disciplina, além da saudável prática de exercício físico adequado (caminhadas são o mais recomendável).
A Bíblia não condena o exercício físico. Apenas mostra que, em relação à piedade, para pouco aproveita (1 Tm 4.8).
CONCLUSÃO
O homem cristão precisa compreender o valor da sexualidade, e ser grato a Deus por isso. Faz-se necessária uma visão abrangente do tema, de modo a não se deixar levar por conceitos e preconceitos que só fazem prejudicar o bom relacionamento entre as pessoas, principalmente entre marido e mulher, a quem Deus concedeu a bênção da união conjugal, como algo belo, santo e agradável, não só com finalidade procriativa, mas como meio de obter um relacionamento estável, rico em alegria e prazer.
Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Reprodução autorizada do site www.assembleiadedeus-rn.org.br/familia/port/index.htm
Tags: Casamento
A Importância da Palavra de Deus para as Nossas Vidas
A Importância da Palavra de Deus para as Nossas Vidas
A Bíblia é a fonte inesgotável de sabedoria. Ela nos transmite a verdade acerca de Deus e de sua criação. Revela-nos o objetivo divino em relação ao homem. Assim como a bússola guia o navegante em meio ao oceano, a Palavra ciceroneia o ser humano em meio à vida.
A Palavra de Deus é o maior tesouro do qual alguém pode desfrutar.
I. A Palavra é de “Deus”, ou seja, não é do homem nem tem origem em outro lugar: “Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu” (Sl 119.89; 33.6; 68.11).
II. A Palavra é inspirada por Deus: “Toda Escritura divinamente ‘inspirada’… porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram ‘inspirados’ pelo Espírito Santo” (2Tm 3.16; 2Pe 1.21).
III. A Palavra é viva (Hb 4.12; Gn 1.3, 6, 7, 9, 11, 14, 15, 20, 21; Jo 11.43, 44).
IV. A Palavra é eficaz (Hb 4.12; Is 55.10, 11).
V. A Palavra faz prosperar: “(…) Mas sob a tua palavra lançarei as redes. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes” (Lc 5.5, 6, ARA; Sl 1.1-3; Js 1.7, 8).
VI. A Palavra dá entendimento (Sl 119.97-104; Lc 24.44, 45).
VII. A Palavra orienta: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho” (Sl 119.105).
VIII. A Palavra alimenta: “Nem só de pão [alimento físico] viverá o homem, mas de toda a palavra [alimento espiritual] que sai da boca de Deus” (Mt 4.4).“Porque o ouvido prova as palavras como o paladar prova a comida” (Jó 34.3).
IX. A Palavra é valiosa: “Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata” (Sl 119.72, 14, 111, 127, 162).
X. A Palavra produz fé: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).
XI. A Palavra liberta e cura (Mt 8.16; At 8.5-8, 12).
XII. A Palavra é infinita: “A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é amplíssimo [ilimitado]” (Sl 119.96).
XIII. A Palavra é eterna: “(…) a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pe 1 24,25).
XIV. A Palavra dá a vida eterna: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (Jo 5.39).
XV. A Palavra é Jesus: “E o Verbo [a Palavra] se fez carne e habitou entre nós, vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14; 1.1; 1Jo 1.1, 2; AP 19.11-13).
A Palavra de Deus é indispensável para todo homem ou mulher que deseja obter a felicidade verdadeira!
Em Cristo,
João Paulo M. de Souza
http://joaopaulomsouza.blogspot.com
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A IGREJA QUE AMA ENSINA
A IGREJA QUE AMA ENSINA
1Tm 3.16,17; 4.1-5
INTRODUÇÃO:
O ensinamento pode ser tanto na teoria como na prática; é ensinar a entender (ensinamento teórico) e ensinar a fazer (ensinamento prático). Quem para de crescer hoje, para de ensinar amanhã.
I – Seguindo o Exemplo de Esdras – Ed 7.10
1. Assim como Esdras, todo servo do Senhor deve ter as mesmas disposições em relação à Palavra de Deus, ou seja:
1.1. Disposto a conhecer a Palavra.
1.1.1. Como obreiro aprovado que maneja bem a Palavra – 2Tm 2.15
1.1.2. Toda a Escritura é inspirada e proveitosa para ensinar, para redargüir, corrigir, instruir em justiça. O conhecimento da Palavra nos leva à perfeição e nos prepara para as boas obras 1Tm 3.16,17
1.1.3. O salmista dizia ter mais entendimento do que todos os seus mestres, porque meditava nos mandamentos do Senhor – Sl 119.99
1.2. Disposto a obedecer a Palavra.
1.2.1. O cuidado do servo de Deus é duplo, ou seja: com a sua própria pessoa e com a doutrina bíblica – 1Tm 4.16
1.2.2. O apóstolo Paulo exercia a autodisciplina a fim de não ser reprovado em ter pregado e não ter ele mesmo vivido o que pregou – 1Co 9.27
1.3. Disposto a ensinar a Palavra.
1.3.1. Falando aos romanos acerca dos dons de servir, Paulo diz: “… se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7b)
1.3.2. Com relação aos cinco dons ministeriais em Efésios 4.11, destacaremos o de pastor-mestre:
O Pastor. É aquele que alimenta e guarda as ovelhas. É vocacionado e dotado de conhecimento das Escrituras, capacitado para dirigir a igreja nas atividades espirituais, ministeriais e administrativas. Tem amor às ovelhas e a Palavra Jr 3.15
O Mestre. Na versão corrigida é doutor, Isto é, doutor no ensino da Palavra. Nem todos possuem capacidade para ensinar ou transmitir conhecimento. O mestre pode até não pastorear, mas o pastor deve sempre ensinar.
1.1.1. É indispensável que o líder (bispo, pastor) seja aplicado ao ensino. Deve ele ensinar sistematicamente os seus liderados – 1Tm 3.2b
1.1.2. O verdadeiro líder exerce tríplice função pedagógica, que é: “Ler, exortar e ensinar”, como orientou Paulo a Timóteo – 1Tm 4.13
1.1.3. Por último, é bom saber que para os mestres o juízo será maior. É o que nos revela Tiago em sua epístola:
“Meus irmãos, somente poucos de vocês deveriam se tornar mestres na Igreja, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor do que os outros”. (Tg 3.1-BLH)
Obs.: “Antes de ensinar a Palavra de Deus é nosso dever obedecê-la, mas para obedecer e ensinar é necessário conhecê-la”.
II- O Ministério da Palavra na Igreja
1. Só o genuíno ensino bíblico livrará a igreja das inovações e modismos atuais.
1.1. A igreja que fundamenta seus ensinamentos e a sua conduta na Palavra de Deus, ficará imune contra as heresias atuais. Sem o conhecimento bíblico surgem as meninices e corre-se o risco de aceitar falsas doutrinas. – Ef 4.11,15
1.2. O que fez a igreja primitiva crescer e permanecer firme nos seus propósitos espirituais, foi ela ter permanecido na doutrina dos apóstolos – At 2.42
1.3. A permanência na verdadeira fé dependerá de se buscar avaliar à luz da Palavra de Deus aquilo que é ensinado. Assim procediam os irmãos bereanos:
“E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.” (At 17.10,11)
1.1. O apóstolo Paulo afirma categoricamente que tudo que está escrito na Palavra é para o nosso ensino – Rm 15.4
CONCLUSÃO:
A igreja não pode perder a sua identidade como povo de Deus. Ela precisa pautar a sua vida segundo a vontade do Senhor expressa em Sua Palavra. Deus não desistiu de sua igreja por maior que sejam as faltas por ela cometidas. Deus a usa para glória de seu nome, restauração espiritual e emocional dos crentes e salvação do mundo.
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