Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3

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A GRANDE BATALHA DO ARMAGEDOM

A GRANDE BATALHA DO ARMAGEDOM
Texto Básico: Zacarias 12:1-10 // Verso Áureo: Zacarias 12:3

INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
Jerusalém é a cidade do grande Rei (Mateus 5:35; Salmo 48:2). Esta é a razão de ser polêmica e motivo de tantas disputas. Por outro lado, é impossível separar a história de Israel desta cidade. Perseguir e tentar tirar Israel de lá, é se envolver num conflito direto com o próprio Deus. Este, todavia, será o passo dado pelas nações, agora confiantes e fortalecidas pelo sucesso da ONU na expulsão do Iraque do Kuwait. É o que está faltando, para a vinda gloriosa do Senhor Jesus e a implantação de Seu Reino aqui na Terra. Armagedom ou Monte Megido significa “lugar de tropas”, pois junto está a planície de Esdrelom, onde se congregarão os exércitos.

QUESTIONÁRIO
1. Qual é um dos principais objetivos de Jesus assumir o comando do planeta por mil anos? Que inimigos terão que ser erradicados?
Jesus se acha assentado à destra do Pai (Col. 3:1), aguardando o momento de completar a restauração ou regeneração de todas as coisas (Atos 3:21; Mat. 19:28). Virá para instaurar o reinado milenar de transição da Terra ao estado edênico, quando deverá vencer a todos os inimigos, dos quais o último é a morte (I Cor. 15:24-28). Reis e nações serão derrotados; esmiuçados (Apoc. 2:26,27; 19:15,21; Dan. 2:34,35; Salmo 2:8,9). Os poderes espirituais das trevas serão aprisionados e tirados de circulação, para não perturbarem o governo sobre o restante das nações (Apoc. 20:1-3; Zac.13:2) . A besta e o falso profeta, serão lançados no lago de fogo (Apoc. 19:20.

2. Chegada a hora, como reagirão as nações e que lhes sucederá ao terem que entregar o poder ao grande Rei? Quem livrará a Israel?
A fúria das nações contra Jerusalém demonstra que passarão o reino ao Messias somente diante da derrota final (Apoc. 11:15, 18). Com poucas exceções, todas as nações serão reunidas, por meio de seus contingentes militares, contra Jerusalém e Israel, e o Senhor os livrará (Zac. 12:3-9; 14:1-4, 12-16; Joel 3:2, 12, 16, 17, 20 e 21).

3. Que papel exercerão os anjos do Mestre, em Sua vinda?
Virão um pouco antes e, como águias, alcançarão suas presas e as destruirão, deixando poucos sobreviventes (Mat. 13:41, 49,50; 24:28,31; Luc. 17:34-37). O joio será queimado no fogo. Os salvos (o trigo), divinamente protegidos, estarão aqui na Terra ainda durante a destruição (Isaías 26:20; Salmo 91:7,8; Mal. 4:1-3), mas logo serão reunidos nas nuvens pelo arrebatamento, para receber ao Rei e Messias Jesus. Grande destruição, elementos ardendo e se fundindo, conforme previsto por Pedro, representam as obras dos homens no planeta (II Ped. 3:10). Lembremo-nos de que, no dilúvio, foi igualmente dito que a terra seria destruída (Gên. 6:13).

4. Por que a guerra contra Israel se dará em Jerusalém e como entender que é um conflito contra o próprio Deus? Que deve suceder aos palestinos?
Jerusalém (cidade de paz) é o lugar escolhido por Deus para Sua habitação e ali Deus pôs Seu santuário e Seu povo (I Reis 11:32-34; II Crôn. 33:4,7; Esdras 2:68). Lá também se concentram os interesses das principais religiões: judaísmo, islamismo e cristianismo. Lá os judeus tem sua história e as ruínas do seu templo; os islamitas construíram a Mesquita de Omar e o cristianismo nominal suas representações. A guerra contra Israel e Jerusalém é contra Deus. Os palestinos, descendentes de Esaú estão posicionados contra Israel e serão punidos pelo Senhor (Obadias vs. 15-21)

5. Seria o Armagedom uma Terceira Guerra Mundial? Por que Armagedom? Por que esta guerra? Quantas batalhas podemos esperar ainda contra Jerusalém?
O combate que ocorrerá na vinda do Messias, na verdade se dará no Vale de Josafá ou Cédrom, junto a Jerusalém. Armagedom é o lugar previsto para o ajuntamento dos exércitos (Zac. 14:1-3; Apoc. 16:16; Joel 2:2,12). Os efeitos deste conflito, no entanto, alcançarão a todo o planeta, pois é o grande dia da ira de Deus e do acerto de contas com reis e nações (Sof. 1:14-18; 3:8; II Ped. 3:10). A descrição revela sim, uma terceira guerra mundial e que o potencial atômico mundial será detonado( Joel 2:1-5; Zac. 14:12). Jerusalém será a capital do Reino Messiânico (Isaías 2:2,3). No fim dos mil anos será objeto de um cerco militar promovido por satanás e os que seduziu dentre as nações, no entanto, fogo descerá do céu e os consumirá (Apoc. 20:1-10).

6. Quando será a vinda de Jesus? De hoje para amanhã? Qual será a situação de Jerusalém, após a batalha do Armagedom?
A Igreja, atenta aos eventos proféticos que vem se desenrolando como a restauração de Israel, o fim do domínio gentio sobre Jerusalém com a guerra dos seis dias em 1967 e o grande teste de força das Nações Unidas (ONU), na expulsão do Iraque do Kuwait, aguarda o desfecho final, que deverá ser uma proposta para retirar Israel de Jerusalém. Profecias falam de um retorno à Terra Santa e a Jerusalém, todavia, depois disto não é predito uma nova retomada da Cidade Santa pelas nações. Estamos agora aguardando o Grande Rei Jesus, o Messias, que vai ocupar o trono de Davi. Assim sendo, Jesus não virá antes desta batalha definitiva. Pregar que Ele pode vir já, é, no mínimo, uma falta de conhecimento das profecias. A Igreja de Deus não está em trevas ( I Tess. 5:4; Efés. 2:20) e tem sólido fundamento nas palavras dos profetas.

IGREJA DE DEUS

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A GRAÇA ALCANÇA MEFIBOSETE

“Disse Davi: Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas? Havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; chamaram-no que viesse a Davi. Perguntou-lhe o rei: És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Sm. 9:1-3)

Davi estava passando por um momento de paz e tranquilidade, após tantas batalhas, confrontos e problemas.
Ali, ele se achava em total descanso após tantas situações de stress.
Neste período, Davi estaria encontrando tempo para refletir sobre seu passado e todas as bênçãos que recebera.
Provavelmente, Davi estivesse se lembrando de seu melhor amigo, Jônatas e de Saul, seu predecessor.
Enquanto meditava sobre estes dois homens e o impacto que havia causado em sua vida,
Davi começou a lembrar de uma promessa que fizera.
Refletiu e em seguida agiu.

A graça de Deus é presente dado sem que mereçamos.
A graça vem indicar o favor divino, gratuitamente oferecido, com base na missão de Cristo, recebida através da confiança humana na palavra de Cristo.
No grego é “charis”.
A palavra traduzida por graça envolve muitos sentidos.
Significa: Graciosidade, atrativos, favor, cuidados ou ajuda graciosa, boa vontade, dom gracioso.

O texto é um relato de graça e favor imerecido, do Rei Davi para com Mefibosete, filho de Jônatas, homem mui amado de Davi, que tempos atrás havia feito uma aliança com Jônatas de fidelidade e bênção.
É uma história semelhante a que Deus o Rei dos reis, por causa de seu amor ao filho, abençoa os homens, apesar de seus pecados.

• Um coração transbordante de graça.

Davi, um vencedor, todas as batalhas foram por ele ganhas, ficou muito rico e abastado.
Faz uma pergunta graciosa.
“Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas?” (II Sm. 9:1)

Davi havia feito uma aliança de amor e fidelidade perpétua com Jônatas e sua posteridade.
“Mas, se meu pai quiser fazer-te mal, faça com Jônatas Yahweh o que a este aprouver, se não to fizer saber eu e não te deixar ir embora, para que sigas em paz. E seja Yahweh contigo, como tem sido com meu pai. Se eu, então, ainda viver, porventura, não usarás para comigo da bondade de Yahweh, para que não morra? Nem tampouco cortarás jamais da minha casa a tua bondade; nem ainda quando Yahweh desarraigar da terra todos os inimigos de Davi. Assim, fez Jônatas aliança com a casa de Davi, dizendo: Vingue Yahweh os inimigos de Davi. Jônatas fez jurar a Davi de novo, pelo amor que este lhe tinha, porque Jônatas o amava com todo o amor da sua alma.” (I Sm. 20:13-17)

O termo amor, usado por Davi, vem do hebraico “hesed”, que significa: Misericórdia, bondade, amor permanente, firme, imutável.

Davi pergunta a Ziba, um servo depreciador.
“És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Sm. 9:3)

Davi não estava perguntando as propriedades físicas do indivíduo, se perneta, aleijado, bom, se era rico, pobre, ou merecedor da graça, o que ele queria era oferecer, presentear Mefibosete.

• Um aleijado em Lo-debar.

Em hebraico significa: um lugar árido, em português, o nome pode significar: terra onde não há pasto.
É como se o servo lhe dissesse que o filho de Jônatas estava vivendo no sítio de completa aridez, aonde não havia colheitas, despovoado, um deserto.
Davi manda buscar o aleijado Mefibosete de Lo-debar.
“Então, mandou o rei Davi trazê-lo de Lo-Debar, da casa de Maquir, filho de Amiel.” (II Sm. 9:5)

Mefibosete recebeu o convite e aceitou ir a até o Rei.

Davi usa de palavras consoladoras para com Mefibosete, um servo desconfiado.
“Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu comerás pão sempre à minha mesa.” (II Sm. 9:7)

Mefibosete chega desconfiado.
Eu, um aleijado, um zé ninguém, que vivo na miséria, ninguém liga pra mim, eu não sirvo pra nada, eu sou pobre.
Quem sou eu?
Pobre só serve para sofrer.
Chega num atitude de auto-depreciação.
“…Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (II Sm. 9:8)

• Uma dádiva imerecida.

De fato, Mefibosete não tinha feito nada que ganhasse este presente.
Mas, houve uma promessa entre Davi e Jônatas.
Aquele dia era dia de graça, e Mefibosete por ser filho de Jônatas, era o receptor da graça de Davi.
“… Por amor de Jônatas..”

O que ele ganhou: Terrenos, casas, servos, riquezas, e o direito de comer na mesa do rei, junto com seus filhos.
“Chamou Davi a Ziba, servo de Saul, e lhe disse: Tudo o que pertencia a Saul e toda a sua casa dei ao filho de teu senhor. Trabalhar-lhe-ás, pois, a terra, tu, e teus filhos, e teus servos, e recolherás os frutos, para que a casa de teu senhor tenha pão que coma; porém Mefibosete, filho de teu senhor, comerá pão sempre à minha mesa. Tinha Ziba quinze filhos e vinte servos. Disse Ziba ao rei: Segundo tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim o fará. Comeu, pois, Mefibosete à mesa de Davi, como um dos filhos do rei.” (II Sm. 9:9-11)

• As comparações da graça de Deus em nossas vidas.

Mefibosete, antes tinha a companhia do Pai.
Mefibosete lembra Adão e sua descendência, um dia ele era perfeito, porém caiu em pecado e ficou marcado para toda a vida.
“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” (Rm. 5:12)
Deus por amor de Jesus estendeu a sua graça aos homens através da cruz e seu amor foi manifesto.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo. 3:16)

Mefibosete, aleijado, nada fez e nada merecia.
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Ef. 2:8-9)
Devemos humildemente receber a graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador.

O rei removeu o aleijado de sua miserável existência, de um lugar árido e desolado para um lugar de comunhão, riqueza e honra.
O Deus nosso pai, faz o mesmo por nós, Ele nos liberta de nosso Lo-debar pessoal de miséria e depravação e nos leva para um lugar de bênção, de honra e riqueza para a comunhão com Ele, comendo as iguarias do rei, e sentando ao lado de seus filhos, os príncipes de Deus.

O ato de coxear, era a marca, a lembrança constante de que Mefibosete, nada valia, e que a graça de Deus, é que foi abundante na sua vida.

“Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rm. 5:20-21)

Mefibosete sentou-se à mesa, junto com outros filhos do rei: Salomão, Absalão…
Somos convidados a sentarmos juntamente com os filhos de Deus, os heróis: Paulo, Pedro, Tiago, Barnabé, Priscila, Febe, Maria, Lucas, Mártires, reformadores, evangelistas….

A vida de Mefibosete é semelhante a nossa.
Deus tem oferecido a humanidade a sua graça, o seu amor e sua misericórdia.

Mefibosete, foi convidado para receber essa graça, aceitou e sentou-se ao lado de príncipes, filhos do rei.

Jônatas um tipo de Jesus, e Mefibosete, somos nós, com nossas marcas e imperfeições, mas, Deus tem tido misericórdias de nós.
Ele nos salvou pela sua infinita graça.
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Ef. 2:8-9)

Alguns têm rejeitado a graça de Deus.
“Usarei de bondade para com Hanum, filho de Naás, como seu pai usou de bondade para comigo. E enviou Davi servos seus para o consolar acerca de seu pai; e vieram os servos de Davi à terra dos filhos de Amom.” (II Sm. 10:2)

Os servos enviados como consoladores, saíram envergonhados daquela cidade, por que, o rei e seus súditos, não aceitaram a graça de Davi.
Por causa dessa rejeição, sofreram as consequências de sua ingratidão.

A graça de Deus tem sido oferecida a todos os homens sem distinção de raça, cor ou nível social.
“No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (Jo. 7:37-38)

Hoje, é um bom dia para receber a graça de Deus sobre tua vida.
Receba e passe a comer a comida de príncipe na mesa do Rei da Glória.

Só no Reino do Messias poderemos expressar adequadamente o que esta verdade significa para nós, o fato de Ele nos ter escolhido em nossa condição pecaminosa e rebelde e nos tirar, pela graça, de um lugar árido e nos dar um lugar à Sua mesa.
E, em amor, Ele permitiu que a Sua toalha de graça cobrisse o nosso pecado.

Que a graça de Deus te alcance.

Amém!!!

Postado por Pr. Alcir Marinho

Tags: A Generosidade Cristã

A GENEROSIDADE CRISTÃ
HEBREUS 6.9-12
INTRODUÇÃO
Todo cristão deve viver sob o controle do Espírito Santo, tendo íntima e profunda experiência com Cristo;
– Ter o seu espírito aberto e receptivo à ordem de Deus;
– Ter o prazer de ajudar liberalmente a igreja e ao próximo que está em dificuldades.
O que na realidade vem a ser generosidade cristã?
Veremos três aspectos do que é generosidade cristã:
1) A GENEROSIDADE CRISTÃ É AMAR
a) 1ª Jo.1:15 – “…Aquele que odeia ao seu irmão é assassino…”
b) Amar ao próximo como a si mesmo é um ato de generosidade
c) A prática dessa generosidade nos torna verdadeiramente Filhos de Deus – 1ªJo.5:2
d) Se eu e você quisermos cumprir a Palavra temos que amar – Rm. 13:10.
2) A GENEROSIDADE CRISTÃ É DAR
a) Jo.3:16 –“…deu ao Seu Filho…” . Deus nos deu Jesus para nos libertar do pecado;
b) E Jesus se deu voluntariamente na cruz para nos dar a vida eterna;
c) Ele deu visão aos cegos, deu vida aos mortos, etc.;
d) Deus assim nos convida a darmos prova desse amor que dizemos ter. Haverá bênçãos se cumprirmos a lei do amor.
3) A GENEROSIDADE CRISTÃ É VIVER A VIDA DE JESUS
a) Jo.4:14 – “… aquele que beber…” – tem que beber da vida de Jesus para poder ser generoso;
b) Jo.10:10 – “… eu vim para tenham vida e a tenham em abundância”. Tenham vida de paz, vida de amor, vida de alegria, etc.;
c) Mesmo que você se ache vencido (sem forças), crendo nEle viverá – Jo. 11:25-26;
d) Viva a vida de Jesus – Seja amoroso, alegre, cordial, bondoso, etc. CONCLUSÃO
– Devemos nos dar para a causa do Senhor;
– Devemos nos dar para a igreja do Senhor;
– Devemos nos dar para o povo que Ele tanto amou, com alegria e com todo amor.
Pr. José Pinto de Oliveira Filho

Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

Tags: A Fornicação: A Defesa do Sexo Endeusado

A Fornicação: A Defesa do Sexo Endeusado

Os desejos sexuais não devem ser objeto de ódio ou de vergonha. Podemos, e devemos, celebrá-los como um dom precioso. Deus é o autor deles (Gênesis 1:27; 2:22-24) e os declarou bons (Gênesis 1:31). O nosso Criador projetou o sexo não apenas para aumento do prazer físico e do bem-estar dos cônjuges no casamento, mas também para facilitar a expressão de seu carinhoso compromisso. Se o sexo, feito na intimidade do casamento, pode ser puro e santo (veja Hebreus 13:4; Romanos 13:1), não devemos imaginar que o nosso desenvolvimento espiritual seja mais bem atendido se negarmos a importância dos atos físicos do amor. O apóstolo Paulo admoesta sem rodeios aos casais: “Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:5).

Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompidas. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse “sexo solto” como “fornicação”. O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.

Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tém a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas conseqüências.

Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses “casos” impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a autodiscriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.

Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos “manifestos” da carne, mas também o põe no topo da lista “carnal” de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que “fugissem da fornicação”, explicando que “qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter conseqüências prejudiciais sobre o homem em geral.

Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!

A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).

Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: “Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.

por Jerry R. Earnhart

Tags: A FÓRMULA EFICAZ PARA A VERDADEIRA PROSPERIDADE

A FÓRMULA EFICAZ PARA A VERDADEIRA PROSPERIDADE

INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Josué 1:7-9
1. Há muita gente desejando a prosperidade, porém sem ter sucesso na sua busca.
2. Há muitas teorias humanas que apontam a prosperidade, mas não são seguras.
3. Há muitas teorias bíblicas misturadas com conceitos humanos que apontam a prosperidade, também não são seguras.
4. Há apenas uma direção segura quanto a verdadeira prosperidade, essa é a verdade contida na Bíblia.

I. IMPERATIVOS DE UM DEUS SÁBIO QUANTO À PROSPERIDADE VERDADEIRA – Josué 1:7, 9
1. Deus ordena: “Esforça-te”.
2. Deus incentiva: “Tem bom ânimo”.
3. Deus apela: “Sê mui corajoso”.
4. Deus preceitua: “Não pasmes, nem te espantes porque o Senhor é contigo…”

II. DIRETRIZES DE UM DEUS SÁBIO QUANTO À PROSPERIDADE VERDADEIRA – Josué 1:7-8
1. Deus orienta: Obedece a Bíblia – “Cuida em fazer conforme toda a lei”.
2. Deus insiste: Siga unicamente a Bíblia – “Dela não te desvies nem para a direita nem para a esquerda”.
3. Deus persiste: Testemunhe sobre a Bíblia – “Não se aparte da tua boca o livro desta lei”.
4. Deus instiga: Medite diuturnamente na Bíblia – “Medita nela dia e noite”.

CONCLUSÃO:
1. A prosperidade verdadeira depende da busca correta na fonte certa: Deus.
2. A prosperidade verdadeira só é possível com o auxílio de um poder sobrenatural: Do céu.
3. A prosperidade verdadeira está na fórmula apontada pela palavra de Deus: a Bíblia.
4. A prosperidade verdadeira depende do foco e atitude de quem a procura: você.

APELO:
1. Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje!
2. Não tente outra fórmula, só o caminho apontado pela Bíblia conduz ao verdadeiro sucesso.
3. Não tente outro método, só aquele estabelecido por Deus funciona de forma estável e te faz ser bem sucedido.
4. Não desanime, Deus promete estar contigo por onde quer que andares, caso você permita.
Pr. Heber Toth Armí

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A FORÇA DA CONFISSÃO
Texto – Tiago 5.16
INTRODUÇÃO – Para muito de nós, o ministério da reconciliação nos convoca tanto a corrigir outros cristãos quanto a examinarmo-nos a nós mesmos, a olhar para o nosso íntimo, a olhar para o nosso passado e fazer uma avaliação de nós mesmos. Mesmo depois de termos os nossos pecados perdoados e esquecidos por Deus, com freqüência novamente começamos a entulhar sobre nós mágoas, ofensas ou raivas de pessoas com quem nós convivemos no nosso dia a dia, quer seja em casa, na igreja ou na vida secular. Muitas vezes esses entulhos nos levam a quebra de relacionamentos, porém, cremos em um Deus que através do perdão restaura relacionamentos quebrados.
PROPOSIÇÃO – O texto nos ensina que se desejarmos livrar do entulho, ser curado, ser restaurado, precisamos ter a honestidade, a integridade e a coragem para procurar a pessoa a quem fizemos mal e confessar esse mal.
S. INTERROGATIVA – Quais as funções positivas da força do perdão na nossa vida?
S. TRANSITÓRIA – Gostaria de abordar nesta ocasião sobre três funções.
DESENVOLVIMENTO:
1. A CONFISSÃO TRAZ CURA E PAZ ÀS NOSSAS ALMAS E NOS LIBERTA DA CULPA.
• O maior problema das pessoas é que querem carregar os seus pecados do que confessá-los. E quando essas pessoas assim procedem, os seus fardos cobram juros e tornam-se mais pesados a cada dia que passa(Mt. 11.28);
• Imagine você cometer um pecado, não confessá-lo e ficar carregando esse fardo por 1 dia, 1 semana, 1 mês, 1 ano, 10 anos, 20 anos… Não vale a pena.
• Você tem que procurar livrar-se dele para viver em paz.
2. A CONFISSÃO TRAZ PERDÃO DA PARTE DAQUELE A QUEM FIZEMOS MAL E PRODUZ RECONCILIAÇÃO.
• Vejamos o que Jesus nos ensina no Sermão da Montanha – Mt. 5.23,24 – Ele ensina aqui que um relacionamento é mais importante que a religião.
• Você conhece algum irmão ou irmã em Cristo que tem algo contra você? Alguém a quem você tenha magoado ou fofocado, ou furtado algo, ou ofendido?
• Se existir, Deus deseja que comece agora mesmo a orar e trabalhar para a restauração desse relacionamento. Ele deseja a reconciliação entre irmãos mais que toda a nossa prestação de serviço religioso.
3. A CONFISSÃO NOS TORNA MAIS CONSCIENTES DE NOSSOS PECADOS E DE COMO ELES AFETAM AS PESSOAS.
• Somos crentes em Jesus, mas, não somos perfeitos. Temos ainda algumas áreas da nossa vida que são ásperas, e que essa aspereza ferem outras pessoas e elas estão observando nosso comportamento;
• Se confessarmos as falhas, e nos reconciliarmos com aqueles a quem ferimos ou temos mágoas, tornar-nos-emos mais sensíveis a seus sentimentos e essa aspereza vai desaparecendo de nós;
• Tornar-nos-emos mais semelhantes a Cristo.
APLICAÇÃO – A confissão nos liberta da culpa, restaura-nos espiritual e emocionalmente, e restaura o nosso relacionamento uns com os outros. A confissão traz saúde ao corpo de Cristo, a igreja. Se você magoou a um irmão ou irmã, ou precisa confessar seu pecado a esse irmão ou irmã, faça-o. Não precisa confessá-lo perante a congregação. Vá até a ele ou ela e reconcilie-se.
CONCLUSÃO – A Bíblia nos mostra a forma de sermos curados, de sermos reconciliados, de sermos perdoados e de sentirmo-nos perdoados. O irmão que está afastado de nós pode ser levado pela morte a qualquer momento, e, com ele, nossa última oportunidade de reconciliação e de amar e perdoar uns aos outros.
Veja o desejo de Deus Cl. 3.13,14. O ministério da reconciliação é imposto a todos quantos exaltam o nome de Jesus como Senhor e Salvador. Que possamos ter o amor e a coragem para sempre buscar a reconciliação, e como resultado, louvar a nosso Deus. AMÉM!!!
Pr. José Pinto de Oliveira Filho

Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

Tags: A Força da Oração

A Força da Oração

“Não temas, porque Deus ouviu a voz do
menino desde o lugar onde está”- Gn 21:17.

Uma criança era a preocupação constante de seus pais. Doente, franzina, desatenta, com sintomas alarmantes aumentando: convulsões e sinais que denotavam uma suspensão no crescimento físico e intelectual.

Um dia, o pai da criança reparou que o filho estava orando; a oração patética que ele ouviu deu-lhe um vislumbre de esperança.

“Tu sabes, Senhor, como meu pai e minha mãe estão desiludidos comigo. Eles nada acham em mim que lhes dê alegria. Tu sabes porquê. Tu sabes porque me deste o fardo destas terríveis convulsões, mas eu confio em Ti até ao fim…”

O Pai decidiu fazer o seu filho mudar de ares, levando-o a empreender uma viagem. Na volta, o menino retornou à escola e eis que fez rápidos progressos passando, em pouco tempo, à frente de seus colegas.

Vários anos após, o pai, finalmente feliz, pôde testemunhar: “Na Universidade, meu filho foi escolhido para Presidente da turma; e, mais tarde, em um congresso mundial, foi escolhido para Vice-Presidente. É Ele agora um dos principais médicos especialistas, conhecido no mundo inteiro. Esta criança idiota que um dia disse a Deus que confiava nEle, esta criança que cria, apesar de não compreender…”

Davi, no Salmo 34:15, confessa: “Os olhos de Yahweh estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor”.

Após ler estes fatos e ouvir esta declaração do Rei Davi, acreditemos que:
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para acolher a oração mais fraca que possamos imaginar;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração feita na maior angústia;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração vinda de um coração sedento;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração que fazemos justamente no lugar em que nos encontramos;
• Aquele que criou os céus e a terra quer confidenciar ao nosso coração, dizendo: “Não temas, crê somente!”.
Disse Jesus: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus” – Mt 18:3.

Quais criancinhas, falemos com o Senhor, confiemos a Ele os nossos ideais, acreditemos na Força e no Poder da Oração!

Escrito por: Pb. Osmar de Lima Carneiro

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A Fonte Da Unção é a Palavra!

* Alguém dirá: — Mas o que é a Unção ? A Unção é uma MANIFESTAÇÃO do Espírito Santo em nós !A Unção é uma consequência da presença da Palavra ! Quando há a Palavra o Espírito se manifesta ! SE NÃO HOUVER A PALAVRA NÃO HAVERÁ A UNÇÃO ! Por isso é preciso “FALAR a Palavra, ORAR a Palavra, PREGAR a Palavra, ENSINAR a Palavra, CANTAR a Palavra,enfim: VIVER A PALAVRA !”

São essas coisas que fazem a Unção se manifestar em nós ! Porque é impossível fazer A OBRA DE DEUS sem a Unção ! Deus mesmo disse: “Não por força, nem por violência, mas PELO MEU ESPÍRITO !” (Zac. 4: 6) Deus está dizendo: “…mas através da Minha Unção !” É através da Unção (da manifestação) de Deus que fazemos a Sua obra, porque A OBRA DE DEUS é feita PELO ESPÍRITO DE DEUS ! E o Espírito se manifesta através da Palavra. Quando há Palavra há manifestação do Espírito !

Quando há Palavra há Unção de Deus ! SEM PALAVRA, SEM UNÇÃO !SEM PALAVRA, SEM MANIFESTAÇÃO ! De modo que “o combustível” que faz A OBRA DE DEUS andar, É A PALAVRA ! O “segredo” está na Palavra ! A Palavra é a Fonte ! Se você deseja A UNÇÃO em sua vida, você precisa PRATICAR a Palavra em sua vida ! Deus mesmo disse: “Eu velo sobre A MINHA PALAVRA, para a cumprir !” (Jerem. 1: 12) Deus disse: “Assim será A PALAVRA que sair da Minha boca: Ela não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei…” (Isa. 55: 11) Deus não pode passar “por mentiroso”, Ele vela pela SUA PALAVRA, e ELA PROSPERARÁ naquilo que Deus a enviou…

Deus disse: “Não é A MINHA PALAVRA como FOGO, diz Yahweh, e como MARTELO que esmiúça a penha ?” (Jerem. 23: 29) A Palavra é como fogo que purifica ! A Palavra é como martelo que quebra e destrói o coração endurecido… Deus tipifica a Palavra “como um martelo” que “bate forte”, para fazer a Palavra se cumprir…

Veja que ANTES da sua morte, Jesus venceu o diabo COM A PALAVRA ! (Mat. 4: 4, 7 e 10) Isso nos ensina que, SÓ VAMOS VENCER OS OBSTÁCULOS DA VIDA COM A PALAVRA ! Pois através da Palavra Deus se manifesta ! Por isso, PRATIQUE A PALAVRA todos os dias para que você ande em excelência fazendo A DIFERENÇA por onde você passar… (Malaq. 3: 18)

* Apóstolo Marcos Gomes – 12 de JUNHO de 2.005.

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A Fidelidade dos Obreiros de Yahweh

Texto Áureo: Fp. 2.19 – Leitura Bíblica: Fp. 2.19-29
INTRODUÇÃO
Estamos diante de uma crise ministerial no contexto evangélico, existem líderes empresariais nas igrejas, mas poucos com autoridade espiritual. Na aula de hoje destacaremos a atuação espiritual de três obreiros do Senhor: Paulo e o seu amor pela cngregação, Timóteo e sua aprovação para a liderança, e por último, Epafrodito, sua dedicação aos servos de Deus. Todos esses apresentam, como principal característica ministerial, a fidelidade ao Senhor.
1. PAULO, UM OBREIRO AMOROSO
Paulo, conforme destacamos em Fp. 2.17, demonstrou ser um obreiro que estava disposto a sacrificar a própria vida em prol da obra de Deus. Lembramos que, para esse Apóstolo, o viver era Cristo, por conseguinte, ele não tinha a sua vida por preciosa (Fp. 1.21; At. 20.24). Diferentemente de muitos supostos pastores dos dias atuais, Paulo não buscava seus próprios interesses, antes punha Cristo em foco, e buscava o melhor para o rebanho. Ele sabia o real significado do pastorado, algo que tem sido esquecido pelas gerações modernas, que, no contexto bíblico, sempre esteve associado ao sacrifício (Jo. 10.11-16). Essa é justamente a prova maior do amor, a disposição para entregar a própria vida pelo outro. Por isso somente podem dizer “não vivo eu, mas Cristo vive em mim” (Gl. 2.10) aqueles que encarnam a condição sacrificial de Cristo, o desprendimento para carregar as marcas da cruz de Cristo. Se preciso fosse Paulo morreria por causa do evangelho de Jesus Cristo, ofereceria sua vida como libação a favor do serviço pelos outros (II Tm. 4.6). E mais ainda, assim o faria não por constrangimento, mas com alegria proveniente do alto, produzida pelo Espírito (Fp. 2.18). Enquanto muitos procuram felicidade nos livros de autoajuda, Paulo nos dá, para este tempo, uma instrução a fim de obtermos a verdadeira alegria. O cristão não é feliz, ele simplesmente é mais do que feliz, é bem-aventurado, independentemente das circunstâncias. A alegria que vem de cima, que parte de Deus, gerada pelo Espírito (Gl. 5.22), é contagiante. Ninguém gosta de estar perto de crentes que somente murmuram e provocam contendas. Paulo, ao invés de desanimar a congregação, estimula a alegria mútua, fundamentada no amor. Precisamos de obreiros com conhecimento bíblico, mas também com amorosos, para não incharem (I Co. 8.3).
2. TIMÓTEO, UM OBREIRO APROVADO
Timóteo, o jovem obreiro do Senhor, foi aprovado por Deus, e escolhido por Paulo. Sabemos, a partir de II Tm. 1.5, que sua mãe e avó eram crentes em Jesus. O próprio Timóteo era conhecedor das Escrituras, por isso não tinha do que se envergonhar, pois manejava bem a Palavra da Verdade (II Tm. 2.15). Mas Timóteo não apenas conhecida a Palavra de Deus, ele a exercitava, principalmente no que tange ao companheirismo ministerial. Timóteo se converteu na primeira viagem missionária de Paulo e uniu-se ao Apóstolo durante sua segunda viagem missionária (At. 16.1,2). Paulo destaca que Timóteo era seu filho na fé (I Tm. 1.2), cooperador na labuta (Rm. 16.21), mensageiro às igrejas (I Ts. 3.6; I Co. 4.17). A competitividade ministerial está distanciando cada vez mais os obreiros uns dos outros. A carência de “Timóteos” já é sentida no contexto pastoral, obreiros servos nos quais se possa confiar nos momentos de adversidade. A disputa por espaços, limitados no sistema eclesiástico institucionalizado, tem gerado desconforto, e até enfermidades entre os obreiros. É triste constatar que até mesmo subterfúgios mundanos estão sendo usados para descredenciar desafetos no ministério. Que Deus levante, nesta geração, verdadeiros “Timóteos”, obreiros simples, em alguns casos jovens (I Tm. 4.12), mesmo tímidos (II Tm. 1.7,8), alguns doentes (I Tm. 5.23), mas que sejam aprovados por Deus (Fp. 2.22), que cuidem dos interesses de Cristo (Fp. 2.21) e da Sua congregação (Fp. 2.20). Paulo elogia Timóteo, dizendo que não tem outra pessoa com “igual sentimento”, isopsychos em grego, isto é, alguém que pensava com Ele, e com Cristo (I Co. 12.15,16). A principal dificuldade dos obreiros do presente é a de encontrarem sucessores, pessoas para as quais eles possam “passar o bastão”. O apadrinhamento ministerial tem sido danoso para a congregação contemporânea. As pessoas estão sendo consagradas não por critérios espirituais, mas pela aproximação com alguma autoridade eclesiástica. Nos tempos de eleições convencionais o interesse por eleitores acaba sobrepujando a de obreiros aprovados, comprometidos com a seara do Senhor. Que Deus, nestes dias difíceis, desperte “Timóteos” para a Sua obra, homens que não busquem status, mas, sobretudo, disposição para servir (Fp. 2.22).
3. EPAFRODITO, UM OBREIRO DEDICADO
Esse valoroso obreiro do Senhor somente é citado na Epístola de Paulo aos Filipenses. Por pouco não se tornou um daqueles obreiros anônimos. Não podemos esquecer que a obra de Deus é feita também por aqueles que trabalham na surdina. Não são poucos aqueles que se gastam em prol do Reino de Deus, que não fazem promoção pessoal dos seus trabalhos. Eles são esquecidos pelas autoridades eclesiásticas, às vezes passam despercebidos na igreja local. Mas Deus, nos altos céus, acompanha a labuta de cada um deles, e em tempo oportuno, reconhecerá tal trabalho (Mt. 25.21). Epafrodito significa “amável” e seu caráter tem tudo a ver com esse nome, pois não media esforços para servir ao Senhor e aos Seus obreiros com amor. Ele foi o portador da Epístola de Paulo aos Filipenses, também levou uma oferta coletada pelos irmãos daquela igreja ao Apóstolo, e com a intensão de assisti-lo na prisão em Roma (Fp. 2.25, 30, 4.18). Paulo destaca algumas características desse obreiro dedicado: irmão, parece um atributo de menor importância, mas essa é a maior qualidade de um obreiro (Fp. 2.25), cooperador, alguém que se coloca à disposição para ajudar (Fp. 2.25), companheiro, alguém que não deixou Paulo sozinho na hora da luta (Fp. 2.25). Mas Epafrodito não era perfeito, tinha suas limitações, como todo obreiro do Senhor. Contrariando a teologia da saúde, que permeia alguns ciclos evangélicos, Epafrodito adoeceu. Não podemos condicionar a espiritualidade do crente à sua saúde física e/ou mental. O Deus da Bíblia é o mesmo, Ele ainda cura hoje, mas soberanamente, às vezes, decide não curar. Epafrodito não apenas adoeceu, ele quase morreu, trazendo preocupação a Paulo. A morte de Epafrodito não entristeceria a Paulo por causa da sua possível partida, mas pelo sacrifício daquele obreiro pela causa do Apóstolo, e da sua distância de casa. A doença de Epafrodito tem um aspecto mental, pois ele “tinha muitas saudades” e estava “muito angustiado” (Fp. 2.26,27). Qualquer obreiro do Senhor pode passar por adversidade, sofrer por motivo de enfermidade, seja ela física ou mental. No caso de Epafrodito, o Senhor restituiu Sua saúde, confortando o coração de Paulo, que o enviou de volta a Filipos. E mais interessante, orientando que Epafrodito não fosse recebido como um desertor, mas com alegria e honra, como um obreiro dedicado à obra do Senhor (Fp. 2.29).
CONCLUSÃO
Três obreiros, três características, que podem ser resumidas em uma palavra: fidelidade. As vidas de Paulo, Timóteo e Epafrodito servem de estímulo aos obreiros desta geração. Que os jovens obreiros possam aprender, a partir desses exemplos, e de tantos outros de obreiros fiéis, a discernir o real significado do ministério cristão. O legado desses obreiros fiéis do Senhor é o amor sacrifical, a aprovação pela Palavra e a dedicação ao serviço.

BIBLIOGRAFIA
BARTH, K. Epistle to the philippians. Louisville: Westminster John Knox Press, 2002.
WIERSBE, W. W. Philippians: be joyfull. Colorado: David Cook, 2008.
| Autor: Prof. José Roberto A. Barbosa

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A Felicidade do Perdão
Texto: Sl 32.1-7
Introdução: A felicidade tem sido procurada ardentemente pelos povos de todos os tempos. Alguns a procuram no dinheiro, na riqueza; outros na fama. Muitos tentam encontrá-la no casamento, na família e em outros lugares. Infelizmente todas estas opções de felicidade estão ligadas a circunstâncias, que nem sempre permitem que esta felicidade seja duradoura. No entanto a Bíblia, a Palavra de Deus, revela onde com toda a certeza podemos encontrar a verdadeira felicidade.
1- A fonte da felicidade.

a) Bem-aventurado (feliz) o que é perdoado (vs. 1 e 2) – Quando somos perdoados nosso coração fica leve, nosso rosto sorridente, o peso da culpa e da dor são retirados de nós.

b) Yahweh é quem dá o perdão (Dn 9.9 – 10) –“ Mas tu és misericordioso e estás pronto para nos perdoar, mesmo quando nos revoltamos contra ti. Desobedecemos à tua ordem, ó Yahweh, nosso Deus, e não seguimos as leis que nos deste por meio dos teus servos, os profetas”. O verdadeiro perdão vem de Deus.

c) Jesus tem autoridade para perdoar (Mt 9.6) – Jesus demonstrou sua autoridade de perdoar quando foi para a cruz em nosso lugar. Portanto, só Ele, que se entregou por nós, tem capacidade para dizer: “Perdoados estão os teus pecados”.

d) O bom ânimo vem com o perdão (Mt 9.2) – O Senhor nos diz que o perdão nos dá um ânimo novo, novas expectativas, vontade de viver, porque com ele vem a certeza que tudo será diferente.

2- O caminho para a felicidade.

a) Não se calar acerca do pecado (vs. 3,4) – Calar significa tentar esconder, disfarçar, dissimular, ou até mesmo não reconhecer o próprio pecado. Quando fazemos assim nosso corpo sofre, nos tornamos pessoas secas, vazias, envelhecidas, com um humor ruim e desagradável.

b) Confessar o pecado (v.5) – Quando conseguimos enxergar o nosso verdadeiro estado e queremos resolver a questão, precisamos saber o que fazer. A Bíblia nos ensina que o salmista, confessou a Yahweh, os seus pecados e maldades. Quando fazemos isso, recebemos paz e nos tornamos prósperos. Em Pv 28.13 lemos: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que confessa e deixa alcança misericórdia”.

c) Deixar o caminho do ímpio (Is 55.7) – “Que as pessoas perversas mudem a sua maneira de viver e abandonem os seus maus pensamentos! Voltem para o Senhor, nosso Deus, pois ele tem compaixão e perdoa completamente”. Quando recebemos o perdão e desejamos andar de maneira vitoriosa, devemos deixar as velhas práticas. Assim evitamos retornar a situação anterior.

3- Como achar a felicidade.

a) Pedir a Deus em oração (vs 6a) –“ Por isso, nos momentos de angústia, todos os que são fiéis a ti devem orar”. Devemos pedir claramente a Deus que nos perdoe e que nos ajude a romper com o pecado, com as nossas deficiências, sejam elas quais forem: caráter, finanças, rejeição, dificuldades de relacionamento, etc.

b) A tempo de poder achá-Lo (vs 6) – Quanto mais tempo passa, pior fica para nós a ação das transgressões. Há pessoas que esperam, por exemplo, que o casamento esteja praticamente acabado para então buscar ajuda; que esperam que a angústia, se transforme em mágoa e então, quando já estão com depressão, buscam socorro.

c) No Senhor (vs 7) – “Tu és o meu esconderijo; tu me livras da aflição. Eu canto bem alto a tua salvação, pois me tens protegido”. Não há outro que nos possa Dara a verdadeira felicidade. Só o Senhor nos livra, nos esconde, nos preserva, enfim, Ele coloca em nós, novos cânticos de alegria.

Conclusão – A verdadeira felicidade está na fonte do perdão chamada JESUS! Já que só Ele foi até a cruz, muitos homens e mulheres (João, Maria, Marta, entre outros) estavam próximos da cruz, mas isso não resolve. Jesus é quem foi pregado, portanto, só Ele tem o caminho para a felicidade. Uma felicidade que não depende das circunstâncias desta vida, uma felicidade que não é passageira, pelo contrário, é eterna.
Se você quer receber esta felicidade em sua vida hoje, faça uma oração a Deus confessando os seus pecados, faltas e falhas, sabendo que Ele é fiel e justo para lhe perdoar.

Gilvanete de A. C. Silva – Extraído e Adaptado

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