Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3

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A FALSA DOUTRINA DA MALDIÇÃO HEREDITÁRIA

A FALSA DOUTRINA DA MALDIÇÃO HEREDITÁRIA
Pr. José Laerton
O alvo do nosso estudo será a falsa doutrina do Evangelho da Maldição, que é um dos produtos da confissão positiva Neo-Pentecostal, e que é também chamado de Quebra de Maldições, Maldições Hereditárias, Maldição de Família e Pecado de Geração.
1. Conceitos Heréticos Sobre Maldição Hereditária
Definição de Maldição Hereditária: “A maldição é a autorização dada ao diabo por alguém que exerce autoridade sobre outrem, para causar dano à vida do amaldiçoado… A maldição é a prova mais contundente do poder que têm as palavras. Prognósticos negativos são responsáveis por desvios sensíveis no curso da vida de muitas pessoas, levando-as a viver completamente fora dos propósitos de Deus… As pragas se cumprem.” Jorge Linhares, em Bênção e Maldição, Pg. 16.
Resumindo – Essa teoria antibíblica tem a maldição como uma entidade em si mesma que precisa apenas que alguém desencadeie o processo inicial, que é um pecado cometido por uma pessoa num passado remoto ou recente; depois disso, passa a agir com total independência. Não Lega em conta a responsabilidade pessoal. Diz Marilyn Hikey, em seu livro Quebre a Cadeia da Maldição Hereditária: “…mas a maldição da sua terra não foi transmitida pelo pecado pessoal deles ou mesmo dos ancestrais, mas pelos habitantes anteriores (os índios sioux).”
A maldição, segundo a doutrina em questão, opera cegamente atingindo qualquer um ao seu alcance; vai se transmitindo indefinidamente através do tempo, até que um especialista em quebra de maldições a quebre; usa como meio receptor e transmissor um local, um objeto, uma pessoa, uma família, uma cidade, um país etc…; como uma energia maligna invisível, vai se espalhando [conforme os milhares de “testemunhos” baseados em experiências subjetivas e desmentidas pela Bíblia]. A maldição em certas circunstâncias parece operar por si mesma, como um mal invisível que tem personalidade própria e poder de se autodeterminar; já em outras circunstâncias parece ser uma energia maligna operacionalizada por demônios, que são chamados de “espíritos familiares”. Essa maldição tem que ser quebrada pela intervenção humana num ritual que difere de especialista para especialista.
Os diferentes elementos do ritual herege da quebra de maldição:
• Busca de palavras de conhecimento e de revelações extra-bíblicas para se descobrir a causa específica das maldições hereditárias. Na busca das causas da maldição, vale até entrevista com demônios. Marilyn Hickey conta: “Certa vez expulsamos um espírito mau de uma mulher. Perguntamos a ele: ‘Quando você entrou aí?’ Ele respondeu com alguma coisa jocosa. Então indagamos: ‘Por que você está aí?’ Ele respondeu: ‘Porque se eu a peguei, pego também o filho dela!’ Aquela mulher foi liberta!”
• Declaração de que não se aceita os problemas porque são fruto de maldição;
• Oração a Deus e Profissão de Fé ao Diabo. Marilyn Hickey narra um caso desses: “Amado Pai Celestial, Tu me amas! Tu enviaste Teu Filho para quebrar esta maldição… Tenho o Seu Nome… Nome que protege. Seu sangue me purifica de imediato. Estou liberto pelo sangue. No Nome de Jesus, amém. Agora, em voz alta, faça esta profissão de fé: ‘Satanás! Tu e os teus maus espíritos do alcoolismo ouviram a oração que acabo de fazer! Tiveste a tua chance, mas o teu poder está quebrado… Em Nome de Jesus, a tua maldição está quebrada… Por isso, diabo, afasta-te daqui e não tornes nunca mais!”.
• Exorcismo com palavras de ordem amaldiçoando a Satanás para amarrá-lo e livrar a geração por ele amaldiçoada. Marilyn Hickey diz: “O diabo é o valente. O que temos de fazer a ele? Amarrá-lo. E depois? Nós lhe tomamos a casa – ou aquela geração! Nós dizemos: Ei, diabo, espere um minuto! A minha geração não pertence a você porque eu o amarrei em Nome de Jesus, e você não vai fazer isso! É isso que fazemos: Rompemos a maldição em Nome de Jesus.”
• Aqui encontramos uma maneira simplista, mística, ilusória, e ineficiente de se enfrentar problemas causados por pecado. Essa é uma fantasiosa vitória sobre o pecado. A fórmula correta de vitória sobre o pecado é arrependimento contínuo que conduz a uma vida de piedade caracterizada por temor a Deus, desejo de Deus e amor a Deus, ou seja, um sincero e humilde cultivo da santidade na dependência do Espírito Santo e obediência da Bíblia.
• Mudança no Conceito de Pecado: Pecado passa a ser mais uma coisa que herdamos de nossos ancestrais e portanto não somos culpados, do que uma coisa na qual somos responsáveis diretamente.
• Arrependimento não bíblico: Depois de ser protagonizado e ensinado todo esse confuso e anti-bíblico ritual acima, Marilyn Hickey insatisfeita e insegura de sua metodologia acrescenta a única coisa que era necessária desde o início: “O que quebra a maldição é o arrependimento.” – Bastaria o arrependimento, e nada das invenções seria necessário.
2. Heresias Específicas da Doutrina da Maldição Hereditária
a) Antropocentrismo e o Poder Onipotente das Palavras Humanas: Anulação da soberania divina e caos na terra.
• O poder divino das palavras humanas – As palavras do Evangelho da Maldição têm poder em si mesmas: São comparadas às sementes, que tem dentro de si mesmas o poder para germinar. – “As palavras são como sementes que, caindo em solo próprio, achando as condições favoráveis, germinam, crescem, frutificam…” “Nossas palavras podem alimentar ou anular a ação de Satanás.” “Convidei-a para orarmos juntos. Pedimos a Deus a solução dos conflitos emocionais e depois, de comum acordo, quebramos e anulamos a maldição das palavras de zombaria. Naquele momento, o Senhor a libertou.” Jorge Linhares, Pgs. 16, 11, 12.
• Incoerência – Pedem a Deus a solução do problema e depois como se fossem oniscientes e onipotentes decretam a solução desse mesmo problema.
• Humanismo Mal Disfarçado: O homem é que coloca maldições mediante suas palavras de praga e outro homem, mediante palavras de oração a Deus e repreensão do diabo, quebra essas maldições. Deus entra apenas como ator coadjuvante, com um papel secundário e quase dispensável.
• Um exemplo de Heresia: Mãe define o futuro da filha por dizer-lhe palavras impensadas – “Quando você se casar e tiver filhas não haverá paz em sua casa. Eles serão contenciosos e a discórdia será uma constante. Depois de algum tempo ela se casou. Vieram os filhos, e a maldição cumpriu-se plenamente. A casa virou um inferno… tivemos um tempo de aconselhamento e oração, e a maldição foi quebrada.” Linhares, Pg. 15
• Teoria Que Implica Caos do Universo – No caso das palavras duras da mãe em relação ao futuro da filha, se é verdade que o lar da moça se tornou um inferno por causa da maldição da mãe, isso seria terrível, pois isso implicaria que o destino das pessoas e do universo estariam no poder das palavras de pecadores inconseqüentes, falíveis e imprevisíveis. Isso geraria um caos e um descontrole total da vida na terra. Isso anularia a própria soberania de Deus no Universo. Isso tiraria o governo das mãos de Deus e o colocaria na boca dos homens. Isso é ridículo, antropocêntrico e anti-bíblico.
b) Deus Depende das Palavras Humanas Para Agir?
• Um Deus dependente do homem – Este é o Evangelho da Confissão Positiva e do Evangelho da Maldição – “Palavras produzem bênção… [ou] maldição… Palavras negativas… dão lugar a opressão demoníaca… …Palavras positivas (confissão positiva), amorosas, de fé, de confiança em Deus, liberam o poder divino para desfazer a opressão…” Linhares, Pg. 16, 18
• Uma caricatura do Deus da Bíblia – Essa afirmativa deixa Deus dependente das palavras humanas para liberar seu poder. É quase como se Deus precisasse de autorização humana para agir. Esse não é o Deus da Bíblia, é, sim, uma grotesca caricatura do Deus da Bíblia. De fato, um Deus destronado pelo homem, que proclama as suas pretensões à divindade quando imagina que suas palavras podem fazer tudo acontecer.
• Psicoterapia Freudiana Mistificada – ou Doutrina da Transferência de Culpa do Pecador para seus ancestrais. Consiste na transferência da culpa e da responsabilidade do comportamento pecaminoso pessoal de alguém para parentes, amigos, professores etc… que no passado disseram algo impensado.
• Tentar ajudar alguém, aliviando a sua culpa por transferi-la para “maldições” herdadas da família é apenas uma variação maligna da técnica criada pelo ateu Sigmund Freud, que, em vez de usar “maldição”, usa os termos “complexos” e “doença mental” para explicar comportamentos anormais e erros das pessoas, lançando a responsabilidade de seus pecados e crimes em seus parentes e professores de um passado distante..
• O Evangelho da Maldição é um Processo Sutil de Transferência de Culpa – Seus mentores atribuem todos os pecados à maldição hereditária: “…comecei a perceber nos testemunhos de prostitutas, homossexuais, ladrões e assassinos, que quase sempre seu envolvimento nesses tipos de vida irregular fora precedido por palavras de maldição, proferidas principalmente pelos pais.” Linhares Pg.29
Marilyn Hickey diz: “Essas coisas que nos perturbam e apoquentam são, realmente, maldições de famílias ou de gerações – problemas que começaram com os nossos ancestrais e vieram até nós. E o que é pior: eles não vão parar aqui; podem ser transmitidos aos nossos filhos e aos filhos dos nossos filhos!”
O pecador que pela sua natureza decaída já gosta de arrumar desculpas para os seus pecados lançando ou transferindo a sua culpa para outros, encontra nesta teoria diabólica um meio fajuto de aliviar sua consciência por lançar sua própria culpa sobre os outros. Adão, após a queda, transferiu sua culpa para Eva, e Eva, para a serpente (Gn 3).
O tremendo mau que o ateu Freud fez através da psiquiatria no mundo secular os defensores da maldição hereditária de família estão fazendo no meio evangélico, criando um bando de gente irresponsável pelos seus próprios pecados.
• O Evangelho da Maldição usa os ancestrais como bodes expiatórios das culpas presentes dos pecadores. Deus abomina essa inversão maligna: “O que justifica o perverso e o que condena o justo são abomináveis para o Senhor, tanto um quanto o outro.” Pv 17.15. A seguir damos exemplos do que acabamos de falar:
Culpar os pais por comportamento homossexual – “depois de ser tanto amaldiçoado, acabei me envolvendo com homossexualismo”. (Linhares, Pg. 13).
Confrontação invertida – Mais adiante no livro, Linhares confronta o pai de um jovem homossexual com as seguintes palavras: “…ele [o gay] é homossexual por sua culpa [do pai]… O senhor como pai o amaldiçoou desde pequeno, chamando-o de mulherzinha.” Pg. 31.
Responsabilidade invertida – Na confrontação acima ainda diz para o pai: “Tudo pode mudar. Depende de você [se referindo ao pai].” (Pg. 31). O ridículo e anti-bíblico nessa confrontação invertida e absurda de pecados é que Linhares diz que a mudança da situação de homossexualismo do jovem gay depende do pai por quebrar a maldição proferida por ele, e não do rapaz em pecado.
Arrependimento, e não quebra de maldição – Em vez de ficar procurando um bode expiatório no passado para lançar a culpa do pecador, deve-se seguir o processo bíblico de levar o pecador a assumir pessoalmente toda a culpa por seu comportamento pecaminoso, iniciando assim um processo genuíno de arrependimento e restauração.
c) O pacto com o diabo à revelia do consentimento da pessoa. Essa doutrina coloca o diabo como centro de todos os problemas humanos. Podemos fazer um pacto com o diabo entregando outra pessoa a ele? Isso sem que aquele que fez o pacto e o que é entregue saber ou fazer isso conscientemente?
• O caso de entrega de uma pessoa ao diabo motivada pela maldição da mãe. – A mãe disse para a filha: “Sua burra, preguiçosa, o diabo que te carregue.”Em seguida Linhares diz: “Mesmo sem intenção, [essa mãe] entregara a filha ao diabo. (Livro “Benção e Maldição, Pg. 19).
O homem de Corinto é entregue a Satanás por causa de seus próprios pecados, e não porque alguém com raiva dele decidiu fazer isso (1 Co 5.1-5). A decisão de entrega espiritual de vida tem de ser algo individual e intransferível.
Essa pseudo-guerra contra o diabo é um espetáculo de supervalorização dele com desvalorização da soberania de Deus. Deus é o soberano absoluto do Universo, o sumo bem, e faz o que lhe apraz (Sal 135:6).
d) A Palavra de Deus versus as Palavras do Homem.
As palavras humanas têm poder em si mesmas para realizar aquilo que dizem? A resposta é não. As palavras que têm poder em si mesmas são as palavras de Deus, escritas na Bíblia.
Quanto poder têm as palavras humanas? Somente o poder que Deus queira lhes dar conforme o Seu propósito. A palavra humana que tem poder é aquela que é falada em nome de Deus, como no caso dos profetas bíblicos, ou dos pregadores da Palavra escrita na Bíblia.
“Assim veio a Palavra do Senhor por intermédio do profeta Jeú, filho de Hanani, contra Baasa e contra a sua descendência.” 1 Re 16.7 – “disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade.” 1 Re 17.24
A palavra que não volta vazia sem cumprir o seu propósito é a palavra de Deus e não a palavra dos homens: “assim será a palavra que sair da minha boca: Não voltará para mim vazia mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” Is 55.11.
O poder e efeito das palavras do homem são como a flor que murcha, mas a palavra de Deus é diferente: “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente.” Is 40.8. Portanto, não é a palavra dos homens que devemos temer, mas a Palavra de Deus.
Quanto poder tem a “Palavra de Fé” ou pronunciado com fé, conforme Marcos 11.21-24? – O que é de errado com a “confissão positiva”?
“Então, Pedro, lembrando-se, falou: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou. Ao que Jesus lhes disse: Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz assim será com ele. Por isso, digo-vos que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.”
Os defensores da Confissão Positiva interpretam mal esse texto, como se Deus estivesse dando total soberania e poder irrestrito às palavras do homem (poder para conseguir qualquer coisa, bastando para isso pronunciar, declarar ou confessar o que se quer], e a chave dessa soberania seria a fé. Mas o que seria essa fé em Mc 11.21-24? É fé centralizada em Deus: “Tende fé em Deus.” (v. 22); é fé que não carece de sinais visíveis (Jo 20.29; II Co 5.7).
O que essa fé não é: não é fé na fé – ou seja, como se a fé fosse algo em que se deva confiar. Não se deve confiar no poder da fé, mas na pessoa de Deus (Mc 11.22); não é fé no homem – “Maldito o homem que confia no homem.” – isso é confiar em si mesmo. (Jr 17.5); não é fé que funciona independentemente da vontade de Deus – “E esta é a confiança que temos para com ele: que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade ele nos ouve.” 1 Jo 5.14.
Conclusão – Um confronto entre verdade e erro.
Os autores dos livros examinados dão várias fórmulas para se quebrar a maldição hereditária de famílias. Essas fórmulas contém coisas bíblicas, outras anti-bíblicas, e ainda outras inventadas simplesmente por incredulidade dos autores, que gostam de andar pela vista e não pela fé.
É verdade – Que o pecado gera maldição [castigo] na vida do sujeito autor desse pecado. “a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor[pecado], vosso Deus, mas vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno…” “Aquilo que o homem semear ele ceifará.” (Gal. 6:7,8)
Exemplos de pecados específicos causadores de maldição ou castigo divino ao pecador: Gostar de amaldiçoar, praguejar, e desejar mal aos outros (Sl 109.17; Rm 12.14); idolatria (Dt 27.14,15); Feitiçaria (Dt 18.10-14); Rebeldia contra os pais (Dt 27.16); Mudar os marcos da terra (Dt 27.17); Crueldade com deficientes (Dt 27.18); Imoralidade Sexual (Dt 27.20-23) etc…
É mentira – Que a maldição de outra pessoa, conseqüência dos seus pecados, seja transmitida como herança a seus familiares; cada um dará conta do seu pecado.”Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” Rm 14.12
É verdade – Que as conseqüências do pecado de alguém afetam indiretamente seus familiares e conhecidos, pois ninguém peca para si só. As conseqüências atingem a todos. “No seu caminho há destruição e miséria.” Rm 3.16.
É mentira – Que os problemas (espirituais, psicológicos e de saúde) dos filhos são conseqüência de maldição herdada dos pais. Por exemplo: a sífilis em uma criança pequena é resultado da maldição ou castigo da prostituição do pai, porém, não é a maldição em si mesma, mas sim é resultado da maldição dos pais. E neste caso a sífilis da criança não é uma maldição a ser quebrada, mas uma doença a ser curada. “A alma que pecar essa morrerá.” – e não outra que não pecou. (Ez 18.4)
É verdade – Que as palavras humanas podem se tornar muito destrutivas. Joseph W. Stowell resume bem o poder destrutivo das palavras: “as palavras podem ser destrutivas em três aspectos. Elas podem destruir (1) nosso relacionamento com Deus, (2) nosso relacionamento com aqueles que amamos e até (3) nosso relacionamento conosco mesmo.” Depois acrescenta: “Ter uma língua é como Ter dinamite entre os dentes: é preciso pensar nisso.” [O Controle da Língua – Pg.14 – Editora Batista Regular].
Tiago nos adverte: “a língua é fogo; é mundo de iniqüidade… contamina o corpo inteiro… põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno.” Tg 3.6. Não que elas tenham um poder místico nelas próprias para destruir, mas que podem promover destruição pelos efeitos causados pela reação negativa e anti-bíblica de pessoas muito sensíveis.
Minha esposa (Carmita) diz algo muito sábio acerca de agressões verbais. Ela diz: “quem é dono de sua boca diz o que quer; eu sou dona dos meus ouvidos e escuto o que quero.” Em resumo, as palavras humanas de maldição só terão poder em quem vier a escutá-las com temor, e venham a se deixar impressionar psicologicamente pelas mesmas. Vejamos Eclesiastes 7.21,22 – “Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas ouvir o teu servo amaldiçoar-te, pois tu sabes que muitas vezes tu tens amaldiçoado a outros.”
Charles Spurgeon também aconselhava as pessoas a terem um ouvido surdo, e dizia: “Não dês o coração a todas as palavras ditas – não as leve ao coração ou não lhes dê importância, não atentes para elas, nem procedas como se as tivesse ouvido. Você não pode deter a língua das pessoas; portanto, a melhor coisa é deter os seus próprios ouvidos, e não ligar para o que digam. (Lições aos meus alunos – Pg. 174 – Publicações Evangélicas Selecionadas)
Outra mentira é dizer que as palavras de maldição têm poder em si mesmas. As palavras dos amaldiçoadores são como eles próprios: “vento” (ocas, vazias ou sem poder em si mesmas), porém voltarão para eles como um bumerangue, pois quem deseja o mal aos outros está desejando para si mesmo. – “Até os profetas não passam de vento, porque a palavra [de Deus] não está com eles; as suas ameaças [maldições] se cumprirão contra eles mesmos.” Jr 5.13.
Ainda as palavras e as maldições dos prognosticadores ou profetas que não são inspirados por Deus são consideradas como PALHA – sem nenhum valor, ou possibilidade de se cumprir – Jr 23.28-31.
Aqueles que amaldiçoam o seu próximo estão ignorantemente se colocando em curso de colisão com a própria maldição que proferem, não porque as suas palavras tenham poder em si mesmas, mas porque Deus os fará colher a maldição que está plantando para outros. – “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo aquilo que o homem semear também ceifará.” “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam assim fazei-o vós a eles.” (Gl 6.7; Mt 7.12).
Ainda é mentira dizer que o homem tem a prerrogativa de autorizar o diabo a cumprir maldição de suas palavras na vida de outros.
Aqui há uma inversão conceitual, pois conforme a Bíblia é a humanidade que “jaz no maligno” e não “o maligno jaz na humanidade”. O mínimo que um homem pode fazer é “dar lugar ao diabo” em sua própria vida, ou seja, fazer ou dizer coisas que darão progressivo controle de Satanás sobre sua vida. Porém, a Bíblia nunca diz que podemos autorizar o diabo a executar maldições na vida de outros. (1 Jo 5.19; Ef 4.27).
Essa definição veio da feitiçaria e da bruxaria. Na feitiçaria lançar feitiço eqüivale a lançar malefício ou maldição de feiticeiro.
De fato, não há real base bíblica e teológica para as definições e práticas da maldição hereditária. Quando Jorge Linhares, Marilyn Hickey e outros defensores dessa heresia usam versículos da Bíblia, usam textos que falam do poder das palavras, e de maldições, mas tirando-os do contexto, manipulando-os e adulterando o sentido da Palavra de Deus, e, para apoiar a sua doutrina insustentável biblicamente, usam um grande número de supostos testemunhos, com interpretações subjetivas e falaciosas. O fato é que os textos usados por eles não dá respaldo à teoria humanista e mística da maldição hereditária da família defendida por eles e por muitos outros.

Achado 05/00 no site: http://www.geocities.com/Athens/Bridge/3039/
Extraído do Jornal Fundamentalista
Publicação da União Bíblica Fundamentalista – UBF

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A ética e o ministério pastoral

ÉTICA: Parte da filosofia que estuda os DEVERES do homem para com DEUS e a SOCIEDADE. Ciência da moral.

ÉTICA, se refere, portanto, à maneira de vida ou de conduta

O caráter íntegro de quem aspira ser pastor, de uma igreja é mais importante do que personalidade influente, dotes de pregação, capacidade administrativa ou graus acadêmicos. (bep)

APASCENTAR O REBANHO DE DEUS SEM GANÂNCIA
Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir.
Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho.
I Pedro 5. 2 e 3 (nvi)
Os pastores e dirigentes de igrejas têm a responsabilidade de cuidar dos crentes, de fazê-los discípulos, de alimentá-los com a Palavra e de protegê-los.
Pastores e dirigentes da igreja devem acautelar-se de dois pecados perigosos.
(1) -A AMBIÇÃO POR DINHEIRO (ver I Tm. 3. 3, 8; Tt. 1. 7). O ensino do NT para quem administra a obra de Deus é que recebam sustento adequado da igreja (Lc. 10. 7; I Co. 9. 14; I Tm. 5. 17) e que se contentem com o que têm para si mesmos e para suas famílias. Nenhum pastor deve enriquecer-se em detrimento da obra de Deus. Aqueles que se deixam dominar por este desejo, ficam à mercê dos pecados da cobiça, da prevaricação e do furto. Por amor ao dinheiro, comprometem a Palavra de Deus, os padrões da retidão e os princípios do Reino de Deus.
(2)- A SEDE DE PODER. Aqueles que cobiçam o poder, dominarão aqueles a quem deveriam servir, pelo abuso excessivo da sua autoridade. Antes, o pastor deve conduzir a igreja, servindo de exemplo ao rebanho na sua devoção a Cristo, no serviço humilde, na perseverança, na retidão, na constância na oração e no amor à Palavra. (bep)

TER PROCEDIMENTO PARA A GLÓRIA DE DEUS
Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.
I Coríntios 10.31 (nvi).
O objetivo principal da vida do crente é agradar a Deus e promover a sua glória. Sendo assim, aquilo que não pode ser feito para a glória de Deus (i.e., em sua honra e ações de graças como nosso Senhor, Criador e Redentor) não deve ser feito de modo nenhum. Honramos a Deus mediante nossa obediência, ações de graças, confiança, oração, fé e lealdade a Ele. Viver para a Glória de Deus deve ser uma norma fundamental em nossa vida, o alvo da nossa conduta, e teste das nossas ações. (bep)

LEMBRAR-SE: “SOU CIDADÃO DO CÉU”
Mas nós somos cidadãos do céu e estamos esperando ansiosamente o nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que virá de lá.
Filipenses 3. 20 (ntlh)
No que diz respeito ao nosso comportamento, valores e orientação na vida, o céu é agora nossa cidade. Nossos nomes estão registrados nos livros do céu; nossa vida está orientada por padrões celestiais, e nossos direitos e herança estão reservados no céu. (bep)

NÃO SE AMOLDAR AO PADRÃO DO MUNDO
Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12. 2 (nvi)
(1) – Devemos reconhecer que o presente sistema mundano é mau (At. 2.40; Gl. 1.4), e que está sob o controle de Satanás (Jo. 12.31; I Jo. 5. 19). (2) – Devemos resistir às formas prevalecentes e populares do proceder deste mundo e em lugar disso proclamar as verdades eternas e os padrões justos da Palavra de Deus, por amor a Cristo (I Co. 1. 17-24).
(3) – Devemos desprezar e aborrecer aquilo que é mau, amar aquilo que é justo (v.9; I Jo. 2. 15-17); ver Hb. 1. 9) e não ceder aos vários tipos de mundanismo que rodeiam a igreja, tais como cobiça, egoísmo, oportunismo, conceitos humanistas, artifícios políticos visando ao poder, inveja, ódio, vingança, impureza, linguagem imunda, diversões ímpias, vestes imodestas e provocantes, imoralidade, drogas, bebidas alcoólicas e companhias mundanas.
(4) – Devemos conformar nossa mente à maneira de Deus pensar (I Co. 2. 16; Fp. 2. 5), mediante a leitura da Palavra de Deus e sua meditação (Sl. 119. 11, 148; Jo. 8. 31,32; 15.7). Devemos permitir que nossos planos, alvos e aspirações sejam determinados pelas verdades celestiais e eternas e não por este presente século mau, profano e passageiro. (bep)

AMAR A JUSTIÇA E ODIAR O MAL
Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, escolheu-te dentre os teus companheiros, ungindo-te com óleo de alegria.
Hebreus 1. 9 (nvi).
Não basta o crente amar a justiça; ele deve, também, aborrecer o mal. Vemos esse fato claramente na devoção de Cristo à justiça (Is. 11.5) e, na sua aversão à iniqüidade; na sua vida, no seu ministério e na sua morte (ver Jo. 3. 19; 11.33).
(1) – A fidelidade de Cristo ao seu Pai, enquanto Ele estava na terra, conforme Ele demonstrou pelo seu amor à justiça e sua aversão à iniqüidade, é a base para Deus ungir o seu Filho (v. 9). Da mesma maneira, a unção do cristão virá somente à medida que ele se identificar com a atitude do seu Mestre para com a justiça e a iniqüidade (Sl. 45. 7).
(2) – O amor do crente à justiça e seu ódio ao mal crescerá por dois motivos: (a) – crescimento em sincero amor e compaixão por aqueles, cujas vidas estão sendo destruídas pelo pecado, e (b) por uma sempre crescente união com nosso Deus e Salvador, do qual está dito: “O temor do SENHOR é aborrecer o mal” (ver Pv. 8.13; Sl. 94. 16; 97.10; Am. 5. 15; Rm. 12. 9; I Jo. 2. 15; Ap. 2. 6). (bep)

NÃO TOLERAR FALSOS MESTRES
Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores.
Apocalipse 2. 2 (nvi)
Cristo aprova a igreja que não tolera o ímpio no seu meio, como parte dela (2.3); que averigua a vida, doutrina e declarações dos líderes cristãos (2.2); que persevera na fé, no amor, no testemunho, no serviço e no sofrimento da causa de Cristo (2. 3, 10, 13, 19, 26; 3. 5, 12,21); que não aceita conformar-se com a imoralidade do mundo nem com o mundanismo na igreja (2. 24; 3. 4); e guarda a Palavra de Deus (3. 8, 10). Um dos principais cuidados de Jesus, ao dirigir sua mensagem final às sete igrejas, foi preveni-las da apostasia por tolerar falsos mestres, profetas ou apóstolos, que distorciam a Palavra de Deus ou enfraqueciam seu poder e autoridade nas igrejas. (1) Cristo ordena que as igrejas testem todos os que alegam autoridade espiritual. (2) Note que Cristo censurou as igrejas de Pérgamo (vv.14-16) e Tiatira (v. 20) por acolherem, ao invés de resistirem, os que eram desleais à verdade e padrões da Palavra de Deus. (bep)

SER IRREPREENSÍVEL
Por ser encarregado da obra de Deus, é necessário que o bispo seja irrepreensível: não orgulhoso, não briguento, não apegado ao vinho, não violento, nem ávido por lucro desonesto.
Tito 1. 7 (nvi)
Deus requer os mais altos padrões morais para os ministros da igreja. Deus sabe que se os líderes não forem irrepreensíveis, a igreja se afastará da justiça por causa da falta de exemplos piedosos que sirvam como modelos de vida para o crente. (bep)

SER VERDADEIRO SERVO DE CRISTO
Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.
Gálatas 1. 10 (nvi)
Ninguém pode ser um autêntico ministro do evangelho e, ao mesmo tempo, procurar agradar aos outros transigindo nas verdades do evangelho (cf. I Co. 4. 3-6). Paulo considerava que era seu dever falar “não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova o nosso coração” (I Ts. 2. 4). Todos os crentes no evangelho de Cristo devem ter como alvo, assim como Paulo o tinha, agradar a Deus, mesmo que isso importe em desagradar a alguém (cf. At. 5. 29; Ef. 6.6; Cl. 3.22). (bep)

São Paulo, 29 de janeiro de 2004

Pr. João da Cruz Parente

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A ESPOSA QUE ORA PELO MARIDO
(Estudo baseado no livro de Stormie Omartian “O Poder da Esposa Que Ora
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Escritores não cadastrados

Versículo chave: “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis. O coração do seu marido está nela confiado, e assim não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem e não mal todos os dias de sua vida.” (Provérbios 31:10-12).

Momentos de Oração com o Senhor

Senhor Deus, meu Pai, os momentos de oração que tenho contigo são, para mim, um bálsamo. Ajude-me, Senhor, a confiar na Tua orientação. Ajude-me a seguir os Teus passos, mesmo que aos meus olhos tudo possa parecer que não vai dar certo.
Obrigada, Pai, por Te importares comigo e responderes as minhas orações, não da maneira que eu quero mas do modo que Tu, somente Tu, sabes que é o melhor para mim.
Purifica-me, Senhor, de todo o meu pecado! Que eu possa me apresentar diante de Ti como uma mulher bela a Teus olhos.
“Obrigada por Tuas respostas às minhas orações! Tua bondade está além da minha compreensão”
Dá-me diligência par dedicar-Te mais tempo em oração para que tudo que eu faça e diga transborde com o Teu poder.
Que este estudo, que vamos ver hoje, sirva de exemplo, não só para a minha vida mas para todas que estão aqui, hoje.
Que através da minha oração por meu marido, ele possa se tornar, aos Teus olhos, um homem segundo o Teu coração.
Que Tu possas, Senhor, livrá-lo de afetos não resolvidos na infância, de tentações, de provações, de relacionamentos que estão fora dos Teus planos. Que Tu o abençoes, ames e protejas por toda a sua vida.
Amém!

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Introdução

O tema do nosso estudo “O Poder da Esposa Que Ora” nos faz pensar que nós, se vivermos orando por nossos maridos, nos tornaremos mulheres de poder, mulheres que podem controlar nossos maridos. Não nos alegremos, irmãs, pois “O Poder da Esposa Que Ora” é justamente o contrário do que pensamos. Este poder não vem de nós, ele pertence e vem única e exclusivamente do nosso Deus que é onipotente e responde às nossas orações.
É Ele com Seu poder que pode transformá-la, como também a seu marido e a seu casamento. E, esta transformação que Deus faz em mim, no meu marido e no meu casamento, é uma ferramenta suave de restauração.

Mas como posso alcançar esta tão grande transformação que o Senhor quer fazer em nossa vida e em nosso casamento?

Ela é “obtida mediante as orações de uma esposa que deseja fazer o que é certo mais do que estar certa, mais do que dar o troco.

Logo que eu e meu esposo nos casamos brigávamos constantemente por causa de nossas diferenças. Como é de se esperar, não procurei resolver nossos problemas orando ao nosso Deus e colocando tudo em Suas mãos. “Tentei outros métodos tais como discutir, suplicar, ignorar, evitar, confrontar, debater e, é claro, o sempre popular tratamento do silêncio.” Custei para reconhecer que eu estava errada, procurando usar os meus métodos para então, depois, orar e pedir socorro ao Senhor.

“Embora talvez não tenha tanta prática em fazer as coisas certas como tenho em fazer as erradas, posso dizer, sem reservas, que a oração [realmente] funciona.”

Sei que cada esposa, aqui, tem problemas diferentes e até mesmo muito difíceis. Talvez haja, aqui, alguma que esteja dizendo: “Se você conhecesse meu marido, nem de longe, oraria por ele, pois ele, realmente, não tem jeito!”

Sei que é difícil mas sei também que Deus pode mudar tanto o meu coração – quando, então, verei o meu esposo com os olhos que eu tinha quando era sua noiva – como pode mudar o coração do meu marido que também me verá com os olhos que tinha quando era meu noivo.

Muitos maridos têm características que, realmente, nos desanimam:
1- uns ferem nossos sentimentos;
2- outros são imprudentes, despreocupados, abusivos, irritantes, negligentes…;
3- outros ainda usam palavras contra nós que nos ferem profundamente e, muitas vezes, fecham o nosso espírito e nos tornamos mulheres cheias de amargura no coração.
E aí, quando estamos com o nosso espírito fechado, como uma ferida infectada em nosso coração, a oração ao nosso Deus não deve ser feita enquanto não conseguirmos sará-la e jogá-la para bem longe de nós. Só podemos nos entregar à oração do jeito que Deus nos pede se tivermos o nosso coração limpo.

Irmãs, antes de começarmos a nossa jornada orando por nossos maridos, limpemos a nossa alma e o nosso espírito. Esforcemo-nos para colocarmos, aos pés do Senhor, nossa amargura, sofrimento, revolta, tristeza e sobretudo todo e qualquer pecado que possa impedir que minha oração por meu marido chegue até Deus.

O coração do rei está nas mãos do Senhor – o seu e o meu também.

Não devemos permitir que o inimigo de nossas almas destrua o nosso casamento mas devemos dizer assim: “Não vou permitir que coisa alguma destrua meu casamento!” Nem o alcoolismo, nem o excesso de trabalho, nem a preguiça, ou depressão, ou enfermidade, ou mau gênio, ou auto-piedade, ou medo, ou fracasso. Mas, prometo ao meu Deus e a mim mesma que vou orar para que Ele faça o milagre em sua vida.

Deus quer, com certeza, que antes de orarmos por nossos maridos, comecemos a orar por nós mesmas. Oremos por nós. Oremos para sermos transformadas. Oremos para que Deus possa “quebrar todas as barreiras e nos tirar do fundo do poço. Ele pode curar nossas feridas e fazer o amor renascer em nosso coração.NADA e NINGUÉM mais pode fazer isto.”

Agora, com o coração mudado, comecemos a orar por nossos maridos. A sua e a minha responsabilidade é orar. A de Deus é responder. Deixemos isso nas Suas mãos.
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1- Eu – A esposa

Como está meu coração com relação a marido?
Cheio de amor? Cheio de amargura? Revoltado? Indiferente ou cheio de ira?

Se estou tendo uma vida cheia de amargura e estou revoltada com meu marido, se acho que não mais o amo nem sou mais amada, então, posso decidir o seguinte:

a- Ouvir a voz do inimigo de nossas almas e, cada vez mais, me aprofundar num poço de tristeza e infelicidade;
b- Ouvir a voz de Deus, colocar toda a minha ira, amargura, incapacidade de perdoar em Suas mãos. Entregar tudo a Deus com total sinceridade e, depois, começar a orar.

Antes de orar por meu marido usando apenas três palavrinhas que são as minhas preferidas: “Senhor, transforma-o!”, devo orar, com mais freqüência a seguinte oração também de três palavras: “Senhor, transforma-me!”

Creiam, irmãs, Deus quer, primeiramente, trabalhar na minha e na sua vida. Ele quer que eu mude. Ele quer que meu coração seja abrandado, moldado, quebrantado e reconstruído, antes de começar a trabalhar com meu marido. Tenho que aprender a ver tudo segundo a perspectiva de Deus e não segundo a minha.
Antes do Senhor mudar o meu marido eu é que devo ser primeiramente mudada, transformada.

A Bíblia nos diz em Salmo 66:18: “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá.”

Então, se eu quero orar por meu marido tenho que tirar da minha vida qualquer pecado que impeça que minhas orações sejam respondidas. “Deus quer que nossos corações permaneçam retos, para que as repostas às nossas orações não sejam prejudicadas.

Sei que é difícil não pecar quando o meu marido me fala com grosseria, desrespeito, indiferença, crueldade, abuso. Mas sei também que Deus considera pecado a minha falta de perdão, a ira, o ódio, a auto-piedade, o desamor, a vingança e tantas outras reações que emanam de nossos corações.
A oração, que chamo de oração relâmpago, é necessária nestes momentos. Força nós não temos, mas Deus tem poder para nos transformar em mulheres perdoadoras e nossos maridos em homens tementes a Deus e, verdadeiramente, transformados.

O trabalho transformador do Senhor tem início com quem está disposto a mudar. Mesmo sabendo que é ele (meu marido) que precisa de mais mudanças do que eu, devo dizer ao Senhor: “Pode transformar-me, Senhor!”

Agora, com a minha vida transformada, posso orar por meu marido, por orar por ele sabendo que Deus irá ouvir-me, pois “as orações da esposa pelo marido têm um efeito muito maior sobre ele do que as de qualquer outra pessoa, mesmo a mãe dele.” (Que minha sogra me perdoe, por eu dizer esta verdade!)

Vejamos, agora, algumas providências que tenho que tomar:

I- Deus quer que eu transforme minha casa em um lar. Tenho que mantê-la como um lugar de paz, uma fonte de alegria, aceitação, descanso, amor para sua família.

II- Devo cuidar de minha aparência, de minha saúde;
Devo Ser boa cozinheira;
Devo Ser boa mãe;
Devo Ser tanto física, como emocional e espiritualmente preparada.
Muitas de vocês podem até dizer: “Ah, mas isto é demais para mim!!!” Não se preocupem, irmãs, pois tenho uma boa notícia para vocês: Vocês, com certeza, não vão estar sozinhas nesta árdua caminhada – DEUS ESTARÁ ALI AJUDANDO-A, é só você querer.
Peça a Deus para ajudá-la a manter a casa limpa, a roupa lavada, a cozinha em ordem, a despensa e a geladeira cheias, as camas arrumadas… e além de tudo isto, ainda ter tempo para fazer uma boa caminhada e uns exercícios que vão manter a nossa forma física.
O meu marido talvez até nem elogie mas, com certeza, ele vai notar se tudo estiver em desordem ou se faltar algo.

Deixe seu marido ser o cabeça de seu lar para que você seja o coração. É assim que Deus quer, é esta a Sua ordem.

O que eu estou fazendo para me tornar atraente para meu marido?
Estou sempre limpa e cheirosa?
Faço exercícios para perder os quilinhos extras que ganhei com o passar dos anos?
Minhas roupas são atraentes ou eu, para economizar, uso uma camiseta que ganhei na última campanha política para dormir?
Passo um tempo a sós com Deus todos os dias?
Irmãs, lembremos da mulher virtuosa!

Oração

Oremos por esta parte do estudo:

“Senhor, ajude-me a querer mudar meu coração e a transformar-me numa esposa que Tu queres que eu seja.
Transforme, Pai, minha revolta, frustração, ira em bondade, longanimidade e paciência a fim de que possas responder ás minhas orações.
‘Mostre-me onde há pecado em meu coração, especialmente, com relação a meu marido.’ Livre-me de mágoas e desapontamentos. Use-me como um instrumento de reconciliação, paz e refrigério.
Transforme-me numa esposa amiga, defensora, companheira e ajudadora.
Que eu cresça espiritualmente e que me torne uma nova pessoa.
Que meu marido possa orgulhar-se de mim e que eu possa voltar amá-lo. ‘Onde o amor morreu, renove-o.’
Ensine-me a orar por ele.
Em nome de Jesus, amém!”

Posso até pedir ao Senhor que dê a meu marido uma nova mulher mas que essa mulher SEJA EU.
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2- Sua Sexualidade

Várias são as áreas de grande importância na vida do meu marido que devo orar.
Posso orar, por exemplo, pelo trabalho dele, para que ele tenha sucesso, benefícios e prosperidade mas principalmente que ele tenha grande satisfação.
Posso orar por suas finanças. Que Deus mostre a ele a importância de ser generoso em vez de avarento, grato em vez de ter inveja dos outros, ser prudente em vez de irresponsável. Enfim, que ele possa colocar nas mãos do Senhor esta área de sua vida.
Uma área importante e que precisa de muita oração é a da sexualidade. Com certeza, esta é uma área de grande prioridade na vida do casal.
Infelizmente, para muitas muitas mulheres esta área é de pequena prioridade. “Não que as mulheres não se importam com esta parte de sua vida mas é que há tantas outras coisas exigindo sua atenção (educação dos filhos, trabalho, finanças, administração da casa, estresse) que nestas alturas estão exaustas.
Há mulher que passa dias, semanas e até meses sem manter relações sexuais com seu marido. Quando o desastre acontece, ela recorre ao Senhor para ajudá-la. É aí que Deus abre os seus olhos mostrando-lhe que quem deve mudar é ela.

Irmãs, é importante fazer do sexo uma prioridade em seu casamento. Veja o que diz a Palavra de Deus em 1 Coríntios 7:4-5:

“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.”

O sexo entre você e seu esposo não é invenção dele mas sim de Deus.

“A freqüência do sexo depende da necessidade da outra pessoa e não só da nossa.” Se você é aquela pessoa que vive inventando doenças (dor de cabeça, mal-estar…) saiba de uma coisa: “Vocês se tornam mais vulneráveis à tentação.” Não negligencie esta área da vida de vocês que foi presenteada por Deus.

Se seu marido deseja o sexo com mais freqüência mas você não está aceitando e começa a retrair-se, ore e peça a Deus para você mudar de atitude. Aja da maneira que Deus quer que você aja: tome um banho, ponha uma loção especialmente para estas horas a sós com ele (isto se ele não tiver alergia), penteie o cabelo, coloque brilho nos lábios, ponha uma lingerie que você sabe que ele vai achar bonita e não se preocupe se você tem alguma imperfeição, pois, com certeza, ele não está pensando nelas. Enquanto isso, ore para que Deus lhe dê energia, utilidade e, principalmente, uma boa atitude.
Nos dias que se seguem, ore pedindo ao Senhor que mostre não só a ele mas também a você como “possuir o próprio corpo em satisfação e honra” (1Ti 4:3-5). Que Ele remova de nossas vidas qualquer pessoa ou coisa que possa servir de tentação à infidelidade. Que Ele me ensine a ser atraente para meu marido a fim de que eu possa ser a companheira e amiga, a esposa que ele precisa.
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3- Seu Afeto

Uma outra área da vida do meu marido que eu devo orar é o afeto.

Talvez por eu ou meu marido não termos tido pais que demonstrassem amor ou afeto por nós, então, nos tornamos pessoas vergonhosas e frias. Oremos para que nós ou nossos maridos sejamos transformados, pois, principalmente, nós mulheres precisamos, mais do que nunca, do afeto dos nossos maridos. Que eu ou ele deixemos de lado o constrangimento, a frieza e nos tornemos pessoas cordiais, ternas, amorosas, carinhosas. “Sei que só o poder transformador do Espírito Santo pode fazer mudanças duradouras.”
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4- A Tentação

Vejamos, agora, uma área que é difícil de ser resolvida: a tentação.

“A tentação está hoje em toda parte e seremos insensatas se pensarmos que nossos maridos não podem ser seduzidos por ela de uma ou outra forma. A Bíblia em Provérbios 27:20 diz que:

“Os olhos do homem nunca se satisfazem.”

Satanás sabe qual é o nosso ponto fraco e é aí onde ele vai agir. Há pessoas tentadas pelo álcool e drogas; outras cobiçam dinheiro e poder; outros são fracos na área da imoralidade sexual, comida, pornografia, etc. …

O que fazer com tudo isto? Devemos orar, orar e orar em meio a elas. Ás vezes, nossas orações parecem nunca atingir aquele ponto pelo qual oramos mas, creiam, irmãs, talvez ela não possa impedi-lo de fazer aquilo que ele, em seu coração, decidiu fazer mas ela pode diminuir as vozes da tentação e fortalecer a sua decisão.

A melhor hora para se orar pela tentação é antes que ela aconteça. A Bíblia em Lucas 22:40 nos diz:

“Orai, para que não entreis em tentação.”

Que tanto eu como meu marido possamos nos submeter ao poder de Deus.
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5- Sua Mente

Outra área que também merece as nossas orações é a da mente.

Muitas doenças que existem hoje em dia são originadas da mente humana e do inimigo de nossas almas. Elas são: depressão, amargura, ira, medo, rejeição, desesperança, solidão, rebelião, tentação, maldade, etc.
“Até o homem mais forte pode ficar exausto, subjugado, desesperado ou envolvido em coisas que o afastam da presença de Deus.” Satanás está empenhado em destruir o que Deus quer fazer em suas vidas.

Oremos para que Deus proteja a mente do nosso marido, capacitando-o a ser “fortalecido no Senhor e na força do Seu poder” (Efésios 6:10).
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6- Sua Saúde

Como uma esposa que ama o marido, devo orar também pela sua saúde.

Certa esposa vivia tentando convencer seu marido da importância de se fazer exercício para o bem da saúda física. Ela vivia fazendo preleções, conversava com ele seriamente sobre o assunto, dava-lhe revistas, livros, suplicava e implorava dizendo que não queria se tornar uma viúva cedo, mas ele permanecia apático a seus apelos. Então ela pensou: “Se a oração funcionava para outras partes de sua vida, ela poderia dar certo também para esta.” Ela, então, decidiu usar este método: “Cale-se e ore!” Ela passou meses orando mas, certo dia, ela ouviu um barulho vindo de outro quarto. Quando ela entrou, lá estava ele: ” 1,2,3,4… 1,2,3,4…” e então ela disse baixinho para si mesma: “Amém, Senhor!”

Diariamente, devo orar para que meu marido tenha saúde, vida longa e, quando, um dia, Deus decidir levá-lo que ele tenha paz e não sofrimento e agonia insuportáveis. E devemos orar ainda mais dizendo: “Obrigada, meu Deus, porque Tu estarás lá para recebê-lo no momento determinado por Ti.”

Vejam, irmãs, como a Palavra do Senhor é sempre um bálsamo para as nossas almas:

“Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei…” (2 Reis 20:5)
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7- Uma Pausa

“Nossos maridos estão no campo de batalha todos os dias. Há perigo em toda parte. Só Deus conhece as armadilhas que o inimigo preparou para produzir acidentes, moléstias, violência e destruição em nossas vidas.” Salmos 37:32-33 diz que:

“O ímpio espreita ao justo, e procura matá-lo. O Senhor não o deixará em suas mãos…”

Em Provérbios 30:5 Ele diz que:

“..escudo é para os que confiam nEle.”

Sempre orei por meu marido, meus filhos e netos para que Ele os livre de todo o perigo e de todo o mal, de assaltos e de acidentes.

A oração por meu marido, para Deus o proteger, deve ser contínua e freqüente.
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8- Suas Provações

Seu marido passa por provações? O meu passa. Por isso mesmo eu oro também por esta área da vida dele.

Irmãs, nunca devemos nos queixar e culpar Deus se nosso marido passa por provações. Muitas vezes, elas fazem parte do plano de Deus na vida dele. Nunca sabemos! Em vez de incriminarmos nosso Deus, devemos louvá-Lo, glorificá-Lo e Ele nos promete coisas boas, apesar dos problemas.

Oremos por ele, mesmo sabendo que, muitas vezes, Deus quer ele atravesse este vale da sombra e da morte, pois, afinal de contas, se nunca sofrêssemos que tipo de pessoa superficial, sem compaixão seríamos? “Ás vezes, o Senhor usa situações para ensinar-nos a confiar em Seu amor e cuidado para fazer-nos atravessar os tempos difíceis.”
Nestas horas, só temos que mostrar a ele o que a Palavra de Deus diz para conforto de sua alma.

“Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Filipenses 4:13)

“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Romanos 8:18)
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9-Sua Reputação

A reputação é outra área na vida de nosso marido pela qual devo orar. Muitas vezes, é necessário dobrarmos nossos joelhos no chão e orarmos, orarmos e orarmos.

Provérbios 7:1 diz que: “Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento…”

A reputação do nosso marido pode ser arruinada por pessoas invejosas, mentirosas, que levantam falso testemunho e cabe a nós sua esposa protegê-lo com nossas orações que são nossa única defesa depois do Senhor.
Oremos pedindo a Deus que Ele confunda e envergonhe aqueles que estão buscando destruir a vida do nosso marido.
Que meu esposo possa confiar no Senhor, repousar nEle e não temer aqueles que querem o seu mal.
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10- Nosso Casamento

Finalmente, vamos orar por uma área que é de suma importância não só para ele mas também para mim. É a área do casamento.

Antes de tomarmos qualquer decisão no nosso casamento, devemos procurar seguir o seguinte conselho: “Tire o seu pé do passado para poder avançar para o futuro.”

Nunca pense que seu casamento é o pior que existe neste mundo e jamais pense que o único feito é a separação.
Ore ao Senhor para Ele transformar o seu coração e o coração do seu marido em uma fonte de alegria e vida.
Que Deus transforme rotinas em algo que possa trazer lições ou exemplos para a vida dos dois.
Que tal seu marido chegar do trabalho e, ao invés de encontrar uma mulher rixosa, reclamadora da vida, dos filhos, de viver cozinhando, encontrar uma esposa tomada banho, usando roupa limpa, perfumada e com um sorriso nos lábios dizer: “Querido, eu o amo!”? Mas, por favor, não vá dizer que “o ama apesar de…”.

Vejam a necessidade de orarmos, primeiramente, por nós e depois, quando tivermos um coração cheio de amor por nosso marido, orarmos por ele, para Deus transformá-lo naquelas áreas do casamento que ele está necessitando.

Não pense que porque seu casamento é quase perfeito, ele não poderá cair. Em 1 Coríntios 10:12, encontramos o seguinte:

“Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.”

Ore, então, para que seu casamento seja protegido de qualquer pessoa ou situação que possa destruí-lo.
Ore para que Deus os ajude a encontrar tempo um para o outro.
Ore para que Deus afaste as tempestades de suas vidas e as transforme em pequenos chuviscos, resultado da maturidade espiritual de vocês.
Ore para que o amor de vocês cresça a cada dia e se fortaleça cada vez mais.

Irmãs, creiam que, se vocês orarem com perseverança aos pés do Senhor por todas as necessidades de seu marido, Ele responderá a todas da melhor maneira possível e fará o que é melhor para ele.

Você acha que há alguma coisa impossível para Deus? Então ore confiando naquEle que nos criou, que nos ama e sabe o que é melhor para a sua vida e para a vida de seu marido.

Que Deus abençoe a todas nós e aos nosso maridos!
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Valdenira Nunes de Menezes Silva.

Tags: A Dormição de Maria e a imortalidade da alma

A Dormição de Maria e a imortalidade da alma

A “Dormição de Maria” é a crença de que Maria “dormiu” (morreu) e ressuscitou posteriormente, assim como Jesus Cristo, sem ter sofrido a corrupção no túmulo. Ela é crida pela Igreja Católica Ortodoxa, que comemora a morte de Maria e a sua ressurreição de corpo e alma aos céus como a “Festa da Dormição da Mãe de Deus” no dia 15 de Agosto (28 de Agosto no calendário juliano). Essa doutrina que sugeriu a assunção de Maria, embora não haja nenhuma pista de que tenha sido proveniente dos apóstolos, é de origem antiga, pois no quarto século d.C já haviam Pais da Igreja defendendo ou supondo essa ideia. Mas a pergunta principal a se destacar aqui sobre a dormição de Maria é: o que aconteceu com Maria entre a sua morte e assunção?

Como vemos, a Igreja Católica Ortodoxa crê que Maria ressuscitou de corpo e alma, e não se ressuscita algo que não esteja morto. A crença presume que Maria morreu completamente – corpo e alma – e posteriormente passou pela ressurreição, não meramente corporal, mas uma ressurreição de corpo e alma. A Igreja Romana igualmente crê que “Maria foi assunta de corpo e alma à glória celeste”[1]. Se Maria foi assunta de corpo e alma à glória celeste, isso significa que a alma de Maria não estava já no Céu quando ela ressuscitou.

A doutrina, portanto, presume que Maria morreu de corpo e alma e ressuscitou de corpo e alma. A Igreja Ortodoxa declara isso categoricamente, enquanto que a Igreja Romana, embora oficialmente não tenha tido uma declaração em ex cathedra que confirme se Maria morreu ou não, conta com diversas declarações de papas e doutores da Igreja que também criam que Maria passou pela morte. O papa João Paulo II, por exemplo, em sua Audiência Geral de 25 de Junho de 1997, citou São Tomás de Aquino e disse:

“No que diz respeito às causas da morte de Maria, não parecem fundadas as opiniões que querem excluir as causas naturais. Mais importante é investigar a atitude espiritual da Virgem no momento de deixar este mundo. A este propósito, São Francisco de Sales considera que a morte de Maria se produziu como efeito de um ímpeto de amor. Fala de uma morte ‘no amor, por causa do amor e por amor’ e por isso chega a afirmar que a Mãe de Deus morreu de amor por seu filho Jesus (Tratado do Amor de Deus, Liv. 7, cc. XIII-XIV). Qualquer que tenha sido o fato orgânico e biológico que, do ponto de vista físico, tenha produzido a morte de Maria, pode-se dizer que o trânsito desta vida para a outra foi para Maria um amadurecimento da graça na glória, de modo que nunca melhor que nesse caso a morte pode conceber-se como uma ‘dormição’”[2]

Vemos claramente, portanto, o papa João Paulo II em uma audiência geral afirmando que Maria morreu, e citando São Francisco de Sales que cria da mesma forma. O padre Miguel Ángel Fuentes segue essa mesma linha e cita também outro teólogo católico para confirmar a sua posição de que Maria passou realmente pela morte:

“Segundo G. Alastruey (‘Tratado da Virgem Santíssima’, BAC, Madrid 1945, pp. 405 e seguintes), somente para citar um dos mais influentes mariólogos, a verdadeira doutrina (e que deve se ter como teologicamente correta) é que a Virgem Maria verdadeiramente morreu”[3]

O mesmo cita também Agostinho, Jerônimo, João Damasceno, André de Creta, João de Tessalônica e Nicolás Cabasilas em apoio da tese de que Maria realmente morreu, de acordo com a tradição tanto grega como latina. Portanto, vemos que a crença crida pela Igreja Católica Romana também é a mesma crença da Igreja Católica Ortodoxa, de que:

1º Maria morreu de corpo e alma.

2º Maria ressuscitou de corpo e alma.

3º Maria foi assunta aos céus de corpo e alma.

Se a alma de Maria já tivesse subido aos céus no momento da morte, então Maria não teria sido assunta “de corpo e alma” como pregam a Igreja Romana e Ortodoxa, mas teria sido assunta somente de corpo, porque a alma supostamente já estaria no Céu. Isso mostra clarissimamente que até a época em que se deu essa tradição não se cria na imortalidade da alma, doutrina esta que ensina que a alma é imortal e parte desta vida imediatamente no momento da morte, e que a ressurreição é somente do corpo. Se os cristãos dos primeiros séculos cressem na imortalidade da alma, teriam ensinado que apenas o corpo de Maria que morreu, que a alma dela subiu ao Céu no momento da morte corporal, e que apenas o corpo ressuscitou e foi assunto ao Paraíso, como creem os imortalistas atuais[4].

A ressurreição de corpo e alma de Maria sugere fortemente que até aquela época a Igreja ainda não havia ensinado errado a doutrina da imortalidade da alma. Para que os mais mariólogos pudessem colocar Maria no Céu, não apelaram para uma “imortalidade da alma”, pois essa doutrina não existia na Igreja, por isso tiveram que sugerir a crença na assunção de Maria, onde tanto o corpo quanto a alma que morreram ressuscitariam e adentrariam os céus. Tempos mais tarde, quando a doutrina da imortalidade da alma ganhou força na Igreja da época, ficou muito mais fácil para os católicos colocarem todos os santos no Céu: bastou ensinar que a alma era imortal.

Desta forma conseguem sustentar até hoje suas crenças na canonização dos santos, intercessão dos santos, oração pelos mortos, purgatório e consulta aos mortos em cima deste sustentáculo da imortalidade da alma, que é a base e fundamento de todas as demais heresias. Os primeiros cristãos não tinham tal crença, tanto é que a palavra “cemitério” veio dos cristãos primitivos. Os romanos chamavam de “necropolis”, que era a cidade dos mortos, mas os cristãos, por crerem diferente dos romanos pagãos que ensinavam a vida no pós-morte, decidiram dar um nome diferente ao local onde colocamos os mortos, chamando-o de “cemitério”, que vem do grego kimitírion, significando “dormitório”.

Por que os cristãos primitivos deram o nome de “dormitório” para o lugar dos mortos, ao invés de manterem o nome de necropolis? Porque, diferentemente dos pagãos que criam que a alma era imortal, eles acreditavam que os mortos estavam realmente “dormindo”[5] até a volta de Jesus e a ressurreição para a vida.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

Tags: A divisão Anti-Bíblica adventistas

A divisão Anti-Bíblica adventistas
Uma divisão não Bíblica da Lei feita pela Igreja Adventista.

Nesse momento quero discorrer sobre um assunto que embora seja um caso definido para o comunidade evangélica e erudita, tem sido motivo de grande debate entre os que dizem: Que a Lei esta dividida em duas partes( Moral e Cerimonial) e os que acreditam que a uma só Lei. Para começar quero lhes dizer que sou apenas um estudante da bíblia, que acredita que acima de tudo para aprender a palavra de Deus deve haver antes de tudo um censo critico, é uma serie de comparações entre doutrinas do meio evangélico. Perdoe-me desde já se não usar uma linguagem não tão formal, mais quero que antes de tudo o querido leitor compreenda que não usarei como muitos fazem Adventistas fazem de textos fora do contexto. E quero pedir a você querido leitor que leia todo o contexto de cada passagem é todo contexto que envolver cada passagem.
Muito se tem discutido sobre a lei: De um lado Adventistas que sustentam a divisão da lei em Lei Moral(Lei de Deus) e Lei Cerimonial(Lei de Moises) a seguir a definição da lei pelos Adventistas:

À lei moral foi ordenado que fosse colocada dentro da arca (ver Êxodo 25:16 e 21), e a lei cerimonial foi escrita num livro por Moisés e colocada ao lado da arca (ver Deuteronômio 31: 9, 24 e 26)

LEI MORAL
Foi proferida por Deus
Foi escrita pelo dedo Deus em tábuas de pedra
Foi colocada dentro da arca
Deverá permanecer firme para sempre
Não foi destruída por Cristo
Devia ser engrandecida por Cristo
Segundo a Wikipedia A Lei é:
A Lei de Moisés é um termo usado com freqüência na Bíblia, em primeiro lugar por Josué. O termo Lei mosaica é usado nos textos acadêmicos. A Lei mosaica é composta por um código de leis formado por mandamentos, ordens e proibições.
Segundo os historiadores, a Lei Mosaica não apresenta nenhum elemento novo, sendo a maior parte de seus elementos adaptações e transcrições encontradas em documentos (códigos legislativos e morais) mais antigos como aqueles utilizados pelos egípcios (exertos do Livro Egípcio dos Mortos), hindus (Código de Manu), babilônicos (Lei de Talião) e por outras civilizações do Crescente Fértil (Código de Hamurabi.
A Lei pode ser resumida nos Dez Mandamentos, que em língua hebraica são chamados simplesmente de “As Dez Palavras” ou “Os Dez Ditos”. Os Dez Mandamentos regulamentam a relação do ser humano com Deus e com seu próximo.
Para fins didáticos, o Código Mosaico pode ser dividido em Leis Morais, Leis Civis e Leis Religiosas (Leis Cerimoniais). As leis cerimoniais, regulavam o ministério no santuário do Tabernáculo e, posteriormente, no Templo. Elas tratavam também da vida e do serviço dos sacerdotes e encontram-se descritas especialmente no Livro chamado Levítico.
Em conjunto, todas essas disposições escritas através de ordens e proibições formam a Lei Mosaica (Torá Escrita).
Passagens que provam que Lei de Moisés, Lei do Senhor, Livro da Lei são Sinônimos:
PASSAGENS DO ANTIGO TESTAMENTO

1) a) Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Malaquias 4:4
b) E chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhes: Ouve, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos; e aprendê-los-eis, e guardá-los-eis, para os cumprir. O SENHOR nosso Deus fez conosco aliança em Horebe. Deuteronômio 5:1-2
c)Estas são as palavras da aliança que o SENHOR ordenou a Moisés que fizesse com os filhos de Israel, na terra de Moabe, além da aliança que fizera com eles em Horebe.Deuteronômio 29:1
COMENTÁRIO: O nome Deuteronômio é de origem grega e quer dizer segunda lei ou repetição da lei (Dt 17,18). Si o leitor pegar Dt 5 verá que é a repetição dos Dez mandamentos. Veja o esboço de Deuteronômio abaixo:

Esboço de Deuteronômio:

Introdução (1.1-5)
I. Primeiro Discurso de Moisés: Relato da História Recente de Israel (1.6 “4.43)
A. A Partida do Monte Sinai (1.6-18)
B. A Incredulidade em Cades-Barnéia (1.19″46)
C. As Jornadas no Deserto (2.1-15)
D. A Chegada às Planícies de Moabe (2.16″3.29)
E. A Exortação à Obediência (4.1-43)
II. Segundo Discurso de Moisés: Principais Deveres do Concerto (4.44″ 26.19)
A. Os Dez Mandamentos (4.44″5.33)
B. O Monoteísmo e os Imperativos (6.1-25)
C. Mandamentos, Promessas e Advertências (7.1″11.32)
D. Mandamentos Concernentes à Adoração (12.1-32)
E. Mandamentos Concernentes aos Falsos Profetas (13.1-18)
F. Mandamentos Concernentes aos Alimentos, Dízimos e ao Ano Sabático
(14.1″15.23)
G. Mandamentos a Respeito das Festas Sagradas Anuais (16.1-17)
H. Mandamentos a Respeito das Autoridades (16.18″18.22)
I. Leis Civis e Sociais (19.1″26.19)
III. Terceiro Discurso de Moisés: Renovação e Ratificação do Concerto (27.1″30.20)
A. Obrigações Solenes de Israel (27.1-26)
B. Promessas de Bênçãos por Obediência, e de Maldições por Desobediência
(28.1-68)
C. Confirmação do Concerto e Exortações Pertinentes (29.1″30.20)
IV.Os Atos Finais de Moisés e Sua Morte (31.1″34.12)

2) a)E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel.
Neemias 8:1
b) E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse. Neemias 8:8
c) E acharam escrito na lei que o SENHOR ordenara, pelo ministério de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, na solenidade da festa, no sétimo mês. Neemias8:14
COMENTÁRIO: Quando se faz a leitura dessa passagem em todo sei contexto se ver que a bíblia usa Lei de Moises e Lei de Deus alternadamente.

3) a) E estabeleceu Ezequias as turmas dos sacerdotes e levitas, segundo as suas turmas, a cada um segundo o seu ministério; aos sacerdotes e levitas para o holocausto e para as ofertas pacíficas, para ministrarem, louvarem, e cantarem, às portas dos arraiais do SENHOR. Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos; para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados, e das luas novas, e das solenidades; como está escrito na lei do SENHOR. E ordenou ao povo, que morava em Jerusalém, que desse a parte dos sacerdotes e levitas, para que eles pudessem se dedicar à lei do SENHOR. 2 Crônicas 31:2-4
b) Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Dá ordem aos filhos de Israel, e dize-lhes: Da minha oferta, do meu alimento para as minhas ofertas queimadas, do meu cheiro suave, tereis cuidado, para me oferecê-las ao seu tempo determinado. Números 28:1-2( Por favor ler 1-40)
COMENTÁRIO: Nas passagens acima vemos Lei de Moisés e Lei do Senhor, faladas de forma alternada mais uma vez.
4) a) Como Moisés, servo do SENHOR, ordenara aos filhos de Israel, conforme ao que está escrito no livro da lei de Moisés, a saber: um altar de pedras inteiras, sobre o qual não se moverá instrumento de ferro; e ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, e sacrificaram ofertas pacíficas. Também escreveu ali, em pedras, uma cópia da lei de Moisés, que este havia escrito diante dos filhos de Israel. Josué 8:31-32
b) E, havendo-o passado, escreverás nelas todas as palavras desta lei, para entrares na terra que te der o SENHOR teu Deus, terra que mana leite e mel, como te falou o SENHOR Deus de teus pais. Será, pois, que, quando houveres passado o Jordão, levantareis estas pedras, que hoje vos ordeno, no monte Ebal, e as caiarás.
Deuteronômio 27:3-4
COMENTÁRIO: O livro de Deuteronômio apresenta três discursos de Moisés:
I. Primeiro Discurso de Moisés: Relato da História Recente de Israel (1.6 “4.43)
II. Segundo Discurso de Moisés: Principais Deveres do Concerto (4.44-26.19)
III. Terceiro Discurso de Moisés: Renovação e Ratificação do Concerto (27.1″30.20)
Sendo que entre esses discursos estão incluindo os dez mandamentos.
5) a) Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti. Deuteronômio 31:26
b) E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do SENHOR; e foram a todas as cidades de Judá, ensinando entre o povo. 2 Crônicas 17:9
c) Esforçai-vos, pois, muito para guardardes e para fazerdes tudo quanto está escrito nolivro da lei de Moisés; para que dele não vos aparteis, nem para a direita nem para a esquerda; Josué 23:6
COMENTÁRIO: Nós versículos acima a Bíblia se refere a Livro da lei de Moises e do Senhor a mesma coisa. O Interessante e que Moisés escreveu esses livro e colocou do lado de fora da arca. Livro esse que continha também os dez mandamentos. Deuteronômio diz que Moisés entregou esse livro aos levitas, é os levitas por sua vez colocaram do lado da arca da aliança, já em 2 Crônicas 17:9 diz que acharam o lIvro da lei do senhor, e Josué 23:6 disseram que acharam o mesmo livro só que na passagem em questão chamam de livro da lei de Moisés.

PASSAGENS DO ANTIGO TESTAMENTO
1) a) E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); Lucas 2:22-23
b) E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação, ao sacerdote. O qual o oferecerá perante o SENHOR, e por ela fará propiciação; e será limpa do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz menino ou menina.Levítico 12:6-7
COMENTÁRIO: Lucas diz que Lei do Senhor é uma lei cerimonial.
2) a) Não vos deu Moisés a lei? e nenhum de vós observa a lei. Por que procurais matar-me? João7:19
b) Não matarás. Êxodo 20:13
3) a) E para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos.Lucas 2:24
b) Mas, se em sua mão não houver recursos para um cordeiro, então tomará duas rolas, ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para a propiciação do pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação, e será limpa. Levítico 12:8
4) a) Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar,furtas? Tu, que dizes que não se deve adulterar, adulteras? Tu, que abominas os ídolos, cometes sacrilégio? Romanos 2:21-22
b) Porque a circuncisão é, na verdade, proveitosa, se tu guardares a lei; mas, se tu és transgressor da lei, a tua circuncisão se torna em incircuncisão. Se, pois, a incircuncisão guardar os preceitos da lei, porventura a incircuncisão não será reputada como circuncisão? Romanos 2:25-26
c) Lendo Mc 7.10 que declara: “Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe” Esse mandamento está incluído nos dez mandamentos, pois é citado em Ex 20.12. Um preceito cerimonial considerando que foi Moisés que o disse, mas que faz parte da lei moral dos adventistas, pois se trata do 5º mandamento do decálogo;

A LEI PARA O JUDEU

A lei para o judeu era considerada “Una”. Não há de se supor que dentro da teologia judaica havia separação entre lei moral e cerimonial. A única diferença que faziam era quanto “a lei escrita” (Torah) e “a lei oral” (Halakoth) e mesmo assim essa nuança era muito tímida. Até mesmo Flávio “Josefoparece estar bem próximo da concepção rabínica da Tora total: como a lei escrita, a Tradição também vem de Moises e, portanto de Deus” (Flavio Josefo Uma Testemunha do Tempo dos Apóstolos pág. 38, Contra Apião II). Veja que até mesmo a “Tradição” na concepção judaica, era considerada como parte da lei dada por Deus quanto mais as leis do livro.

A expressão Lei de Deus e Lei de Moisés é expressões sinônimas e não se trata de Leis distintas como afirmam os Adventistas do Sétimo Dia. Em Is 33.2 se lê de ‘um só Legislador “e assim tanto os dez mandamentos como os livros de Moisés foram dados por um só Legislador – Deus, por meio de Moisés. É’ de Deus pois foi dado por Ele e é de Moisés porque foi dada por intermédio de Moisés”.

Certa autoridade teológica no assunto corrobora com o exposto acima dizendo:
“Deve-se observar, por igual modo, que apesar de haver, em certas mentes modernas, tremenda diferença entre as “leis morais” e as leis cerimoniais, isto é, respectivamente, entre os dez mandamentos e os preceitos rituais dos judeus, contudo tal distinção jamais fez parte da mentalidade judaica, não podendo ser encontrada nenhuma declaração bíblica nesse sentido. Muitos judeus consideravam serem mandamentos importantíssimos, não menos importantes que os dez mandamentos das tábuas da lei, certas observâncias que consideraríamos triviais, como a lavagem de roupas, mãos pratos, etc. Portanto, a distinção feita por alguns modernos , os quais afirmam que a “lei cerimonial” foi ab-rogada, mas que a “lei moral” não o foi, é uma pretensão inteiramente destituída de provas bíblicas. Pois, nesse caso, é tão fácil eliminar o sábado como é fácil eliminar a lavagem de mãos, pratos, etc…,com base no ponto de vista da suposta eternidade das leis outorgadas ao antigo povo de Israel. (Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia, pág. 7 vl. 6 R.NChamplin, Ph.D. J.M Bentes ed. Candeia – 4 edição).

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A DIVINDADE
O objetivo de mais este tema é falar sobre Deus: E mostrar nos profetas e nos apóstolos que Deus é um e único, ou seja, só Ele é a Divindade. O tema fala doCriador dos céus e da terra, e a respeito dele a Bíblia diz assim: “Escuta ó Israel! Yahweh o nosso Deus, é único Dt 6.4. Eu sou Yahweh e não há outro” Is 45. 18. , “Ao único incorruptível Deus, honra e glória, por toda a eternidade 1 Tm 1. 17; Jd 25; Rm 16. 27 Não há outro Deus, senão um 1 Co 8. 4. Um Deus e pai de todos Ef 4. 6. Pois há um só Deus” 1 Tm 2. 5.
Doutrina inteiramente aceita por Jesus Cristo seu Filho. “Ouve Israel, Yahweh é o único Deus” Mc 12. 29. “Esta é a vida eterna: Que te conheçam a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviaste” Jo 17.3.
Os povos precisam saber que só Ele é transcendente, ou seja, superior ao universo, ou acima dele. “Ele é o que está assentado sobre o circulo da terra, e seus moradores são como gafanhotos; ele é aquele que estica os céus como uma cortina, e os estende como uma tenda para nele habitar Is 40. 22. Porque Yahweh criou os céus e a terra, o mar e tudo o que há neles. Gn 2. 3; Ex 20. 11. Porque assim diz Yahweh, o criador dos céus, Ele é Deus que formou a terra, e a fez; Ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para ser habitada Is 45. 18. Pois Ele é o criador de todas as coisas Jr 10. 16. Porque Ele a fundou sobre os mares e a firmou sobre os rios” Sl 24. 2.
Ainda que tenha mensagens falando: Que Jesus ajudou na obra da criação. A Bíblia é esclarecedora nos textos e contextos citados e diz: Que foi Deus o Criador de todas as coisas. “O mar é seu, pois ele fez e a terra seca, suas mãos deram formato Sl 95. 6. Eu formo a luz, e crio a escuridão; Eu faço a paz; Eu sou o Senhor, faço todas estas coisas Is 45. 7. Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra o estrado de meus pés; onde está à casa que vós me edificareis? E onde está o lugar para meu descanso, minha mão fez todas estas coisas” Is 66. 1,2.
Os povos que acreditam no dógma da trindade, deveriam entender que Deus é um, e não tem sentido os povos crer na trindade, e ao mesmo tempo dizer: Que há um só Deus. O dógma da trindade foi doutrina criada no concílio de Nicéia, que acredita no único Deus preconizado em três pessoas distintas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Segundo a mensagem, as três estabelecem uma comunhão e união perfeita, formando um só Deus e a mesma natureza Divina.
Dizem: Que são da mesma consubstancialidade. Foi no concilio de Nicéia (325 D C)que o dógma da trindade foi aprovado, ou seja, se originou naquele concílio, e não é doutrina da bíblia.

Igreja de Deus

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A DIACONISA

Essa lorota de que Febe (Romanos 16:1) foi uma diaconisa na igreja primitiva é amplamente propalada pelos pastores modernos, pois “um abismo chama outro abismo” e, assim, foi criado o cargo de pastora em suas igrejas. Predominando no pentecostalismo, o cargo foi também criado nas igrejas tradicionais e, em breve, se o Senhor não voltar, as pastoras e diaconisas vão ultrapassar o número de pastores e diáconos.
Não estou afirmando que a mulher seja inferior ao homem, mas sou contra mulher exercendo o diaconato e o pastorado. Paulo deixa isso muito claro na 1 Coríntios 14:34-35: “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas… é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. Ele está falando do assunto das línguas, mas hoje as “pastoras” e as “diaconisas” são as que mais “enrolam” a língua nos cultos evangélicos, inclusive uma “diaconisa” sobre quem vou falar.
Ela é a pessoa mais sem caráter que já existiu neste mundo e só não se tornou pastora porque não conhece coisa alguma da Bíblia e, também porque, somente depois que ficou viúva de um marido coerente é que ela começou a exercer esse cargo (diaconisa?), numa igreja onde o pastor virou “apóstolo”. Conheço bem a sua história:
Primeiro, porque no tempo em que eu era microempresária, essa futura “diaconisa” costumava comprar meus cosméticos para revender, triplicava o valor do preço faturado, mas nunca se lembrava de me pagar. Na terceira vez em que ela sonegou o pagamento de um pedido, coloquei a duplicata no cartório e ela ficou furiosa, tendo escrito uma carta circular caluniando-me da maneira mais vil entre os membros da família… xxx
Segundo, porque sua irmã é uma de minhas melhores amigas, uma crente sincera, cujo caráter é exatamente o oposto do caráter da “diaconisa” e tem dado-me sempre um bom relatório das mutretagens da espertalhona.
A mãe das duas faleceu em 2005 e deixou três imóveis xxx que deveriam ser vendidos, para que o valor dos mesmos fosse dividido entre os cinco herdeiros. A casa em que a mãe vivia foi desocupada e vendida. Os cinco herdeiros herdaram sua parte, inclusive a “diaconisa”. Os dois apartamentos que restaram estão ocupados por duas filhas da falecida, exatamente as duas que nunca trabalharam. Uma é viúva (a “diaconisa”) e a outra é divorciada. Elas se aboletaram nos imóveis, enquanto a mãe era viva, e nunca mais saíram.
A divorciada é uma dona de casa sustentada pelos filhos, pois o marido sumiu. Mas, a viúva (a “diaconisa”) recebe uma gorda pensão do marido falecido, o qual se aposentou como gerente de um banco importante. Com os 3/5 que iria receber do total dos valores imobiliários, que dariam uns 40 mil, ela bem poderia comprar um pequeno apartamento e ali viver honesta e tranquilamente pelo resto da vida.
Mas, até hoje, ela não desocupou o imóvel e jura que não vai sair, alegando que mora no mesmo há 18 anos. O apartamento fica num condomínio de luxo, o que alimenta o seu EGO, pois ela sempre teve mania de grandeza. O que lhe falta em caráter sobra em astúcia e megalomania… xxx
Lembro-me que certa vez ela veio ao RJ (gosta muito de viajar à custa das duas filhas classe média alta) e me visitou, tendo ficado chocada com a simplicidade do meu apartamento de 50 metros quadrados, pois o imóvel do qual ela se apossou tem o dobro da área e muito luxo. Ela não consegue entender como eu, tendo trabalhado dos 20 até os 65 anos de idade, posso viver de maneira tão modesta. Ela não entende que a verdadeira felicidade não se encontra nos bens materiais, nem no fato de ser “esperta”, procurando sempre tirar vantagem do próximo, pois desconhece totalmente Gálatas 5:14. Ela se acha muito santa porque entrega fielmente o Dízimo de sua gorda pensão à igreja onde congrega, desconhecendo Gálatas 3:10 e esquecendo totalmente o mandamento de Paulo em Romanos 13:8.
A esperança de sua irmã, inventariante dos bens maternos e vítima dos seus caprichos megalomaníacos, é que um dia a “diaconisa” se converta; que o Espírito de Deus possa corrigir o seu péssimo caráter e ela deixe de usufruir dos bens que pertencem aos irmãos de sangue, principalmente os que trabalharam a vida inteira e chegaram à velhice, vivendo modestamente, embora, com muita dignidade!
Irmãos, vamos orar pela conversão da “diaconisa”, cujo nome é ODETE. Se ela não nascer de novo, não poderá ver o reino de Deus, pois na hora do julgamento ela não vai poder bancar a esperta, nem ludibriar o Supremo Juiz dos vivos e dos mortos. xxx
Mary Schultze, 10/12/2007.
By adalbertoribeiro January 1, 2013

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A Depressão e A Bíblia

A Depressão e a Bíblia.

Para fins de esclarecimento, gostaria de dizer que não sou psicólogo, sou apenas uma pessoa que procura analisar as coisas pelo prisma bíblico.

Talvez a maior, ou uma das maiores causas da depressão, seja a frustração. E as causas da frustração podem ser: Pecado; Negligência na vida espiritual; decisões erradas; o diabo e A SOBERANIA DE DEUS.

Por isso digo que o dom que mais devemos buscar é do “DISCERNIMENTO” para sabermos discernir o que vem de Deus, e o que não vem.

Alguns de nós, já vivenciaram situações onde desejavam muito algo, mas Deus não lho permitiu, respondendo não – Eu não te darei isso.

E um homem assim foi o Apostolo Paulo:

“E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.” 2ª Cor 12:7-9

Lógico que Deus não visava coloca-lo em depressão, e sim a lidar com a ADVERSIDADE!

É que Ele (Deus) sabe o que é melhor para nós. ( em outras palavras Deus disse simplesmente NÃO para Paulo.)

A Bíblia aplicada é a melhor terapeuta para as crises humanas, pois é capaz de mostrar as grandes causas de nossos conflitos e ainda nos curar deles.

A depressão tem sido o drama de inúmeros brasileiros, em especial, a muitos evangélicos.
Quem não se lembra do salmo 42, onde o salmista sente sua alma numa sequidão profunda, numa ausência de sentido para a vida ao ponto de assimilar a indagação dos ímpios: Onde está o seu Deus?

Por que não dizer de Elias, que ameaçado por Jezabel afugenta-se, pede a morte, esconde-se numa caverna, que existencialmente revela a complexidade de seus conflitos. Enfim, que se deprime pelo cansaço físico e mental que lhe estressava a vida.

Sintomas da depressão

1 – O deprimido reduz sua visão ao pessimismo e se torna autodepreciativo.
Passa a ver tudo do ponto de vista negativo, parece perder a fé na vida. Sempre se desvaloriza diante de pessoas e situações das quais se sente desafiado. E, por fim, chega a conclusão de que não vale a pena viver.
O conselho de Abraão Lincoln para este tipo faz muito sentido quando ele diz: ” A maioria das pessoas será feliz na medida em que decidir sê-lo”.

2 – O deprimido sofre desequilibro do apetite que se manifestam entre perda de peso a acumulo de gordura de forma exagerada.
A pessoas que quando deprimidas passam a comer mais, enquanto outras perdem o apetite.

3 – O deprimido sofre perturbações do sono, uma sensação de cansaço físico e emocional impressionante e lentidão na fala e pensamentos.

4 – O deprimido, tem a nível psicológico um dos seus maiores problemas, pois é comum experimentar em estados depressivos sentimentos de culpa e indignidade.

Essas culpas são reais ou imaginárias. Por exemplo, algumas pessoas deprimidas por crises financeiras podem se sentir culpadas por não serem ricas, que não faz nenhum sentido. E destas culpas, reais ou não, advém a “síndrome do coitadinho”, ou seja, a pessoa passa a enfatizar seus defeitos e suprimir suas qualidades.

5- Acompanhado a estes outros sintomas podem se manifestar tais como:

• Isolamento social e familiar, introspecção.

• Tristeza profunda e constante, que oscila entre choro e acessos de ira por coisas mínimas.

• Falta de esperança que conduz a incapacidade de lutar pelo que se acredita na vida, a incapacidade de tomar decisões. E tonturas, palpitações, dificuldades respiratórias, acidez estomacal, mudanças de temperamento e etc…

Estes e outros sintomas perfazem o quadro de um deprimido e a pergunta natural que fazemos em vista de tão complexa sintomatologia é; Quais sãos as causas da depressão?

Causas da depressão, Causas existenciais

As principais são:

Perda de um ente querido.

Ruptura de um romance, Rejeição por parte de pessoas queridas,
Separação matrimonial ou conflitos conjugais, Enfermidades prolongada, Esgotamento físico-mental,
Endividamentos, crimes, acidentes e etc…

Causas psicológicas

Dentre estas causas, destacamos a baixa estima, o complexo de inferioridade, o perfecionismo, a solidão e a idade elevada. A ira, o rancor, o ódio e qualquer tipo de hostilidade, quando reprimidas no coração tendem a nos deprimir e a provocar variadas reações em cadeia que muito nos prejudicam.

Um outro detalhe que não pode ser esquecido é que a culpa por pecados ocultos também pode ser uma grande causadora da depressão.
Aliás, não só a depressão é patrocinada por causas psicológicas, mas grande parte das nossas doenças é também causada por este conflito.

Causas espirituais

Nem todo caso de depressão é demônio, uma coisa porém é certa todos os demônios deprimem as pessoas, pois esta é a missão deles.

A Bíblia fala de dois tipos de tristezas que podem nos acometer, “tristeza segundo Deus” e a “tristeza segundo o mundo”.

Na “tristeza segundo Deus” opera-se o arrependimento, mas na “tristeza segundo o mundo” opera a morte, e naturalmente a depressão. 2 Co 7.10

Os cristãos devem discernir quando é que se esta enfrentando um abatimento, uma crise intima por causa de pecados e um abatimento que leve a destruição.

Elias, um homem de Deus deprimido?

Pegue sua Bíblia e leia – 1ª Reis 19:1 ao 16

Agora que você pegou sua Bíblia e leu:

Perceba quem lê o contexto antecedente deste capítulo fica sem entender esta ultima atitude de Elias.

Porque Elias foge da ameaça de uma mulher depois de ter prodigiosamente desafiado 850 homens e os vencidos? Porque sua espiritualidade se curva de tal modo a fugir, a esconder-se?

Por que ele se deixou deprimir?

Primeiro, porque quando ele chega na cidade ele percebe que tudo o que ele fez, parece não ter produzido o resultado esperado. Pois ao invés dele ter sido recebido ele foi ameaçado. Então ele se enche de medo, perde sua confiança inabalável no livramento de Deus e começa a fugir das piores humilhações que um homem pode receber, a humilhação de uma mulher.

E para fugir ele teve que caminhar muito já estando cansado ao ponto de chegar ao deserto e deitar-se debaixo de um zimbro pedindo a morte. Aqui está o ápice de seu estado depressivo. Ele não quer morrer nas mãos de uma mulher como Jezabel, mas não admite fugir dela.

Talvez ele se perguntasse, porque eu não cri em Deus e fiquei lá mesmo a esperar o livramento de Deus? Como aquele povo me veria agora? Que belo profeta sou eu? Não sei se eram estes os pensamentos mais que eram pensamentos negativos eu sei, pois levavam ao desejo de morrer.

E este tipo de desejo é comum em momentos que nos culpamos e nos sentimos inferiorizados por alguma coisa.

E ainda ele corre e entra numa caverna, que significa muitas coisas dentre elas que ele havia se fechado para o mundo, num universo reduzido a seus censos de proteção, longe de todo mundo na caverna de suas próprias razões e afirmações esperando um encontro com Deus.

E o interessante é que Deus não lhe culpa por seus sentimentos, não lhe dá um sermão por ter fugido, se escondido, pedido a morte. Antes, Deus aparece como médico de Elias e o introduz dentro de uma terapia anti-depressiva que resolve o problema de Elias.

Veremos agora quais foram os meios usados por Deus para curar a depressão de Elias.

Como Deus curou a Elias de sua depressão?

1 – Deus deu-lhe umas boas férias, com bastante comida e horas de repouso. v 8

Ser profeta como Elias e no momento dele é super estressante e cansativo.

Elias estava esgotado fisico-emocionalmente e Deus sabia disto. E a terapia usada foi repor este esgotamento de Elias permitindo-o dormir e se alimentar bem.

A boa alimentação e o repouso físico são essenciais a recuperação dos deprimidos. O sono deve ser de no mínimo oito horas e a alimentação deve se bem administrada. Se possível, umas pequenas férias poderiam ajudar, pois tiraria a pessoa do estado depressivo.

2 – Deus o conduz a reflexão consciente sobre sua condição. Que fazes aqui Elias? v 10

Na depressão o individuo se torna todo emoção e deixa de refletir sobre as verdadeiras causas.

A pergunta de Deus mexe com as razões de Elias, com as causas da caverna. Levam-no a indagar sobre sua posição atual e sobre a vontade de Deus para ela.

É aqui que entra o trabalho do conselheiro cristão, que quando leva-nos a pensar em nossas razões ajuda-nos a sair do problema.

3 – Deus o conduz a expor tudo que estava no seu coração em forma de confissões.

Por meio daquela pergunta de Deus a Elias, este se pôs a confessar o motivo de depressão, confira; “E ele disse: Tenho sido muito zeloso pelo SENHOR Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada, e só eu fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem.”

Nem tudo o que Elias confessou era procedente, mas pelo menos ele “descarregou” aquela carga de sentimentos e pensamentos que lhe atormentavam o ser.

E Deus levou-o a entender algumas razões de sua “caverna”.

O Senhor permite que ele experimente tremendas manifestações do poder de Deus que não tinham a presença dEle:

Pegue sua Bíblia novamente e leia: 1ª Reis 19:11 ao 14

Com isto Deus levava-o a entender a diferença entre se ter o poder e se ter a presença de Deus, entre se conhecer o poder e conhecer a presença.

Ensinava-o também a ouvir a voz de Deus, que nem sempre se faz ouvida nas manifestações mais fantásticas de Deus na história.

E ainda Deus lhe fere o ego e cura-o do exclusivismo religioso no qual se encontrava, informando-o que ele não era o único profeta que sobrava, mas existiam sete mil que também se mantinham santos a Deus os quais ele não conhecia.

Ou seja, Deus não estava perdendo, a coisa não estava feia para Deus, ele não era tudo o que Deus tinha. Deus mostra-lhe que a obra dele era maior do que Elias e do que ele pensava e que tudo estava sobre seu controle não existindo, portanto, razão para se desesperar, se deprimir.

Às vezes não entendemos esta Soberania de Deus. E diante dos nossos problemas, ou até mesmo dos problemas da igreja ou ministério, pensamos: está tudo perdido!

4 – Deus te comissiona novamente.

Ele te convida a voltar para o seu caminho (v 15) para realizar a missão.

Elias recebe a missão de ungir dois reis e um profeta, entrega-lhe um ministério de confirmação espiritual.

Qual foi o caminho que você abandonou? Qual foi o sonho? Qual foi a missão? Volta pelo teu caminho. O que Deus tem colocado em seu coração durante esta sua experiência de crise?

Pratique, projete sonhos, abençoe pessoas, persiga objetivos, volta a ativa, esta é a Palavra de Deus para você. Sua missão não acabou, sua utilidade para Deus e para o mundo não passou.

Existem pessoas que dependem de você para receberem a unção como existiam pessoas que dependiam de receber a unção por meio de Elias.

Não é necessário temer ao inimigo, por que nem ele nem você mesmo, pode anular o amor de Deus.

O inimigo pode te fazer correr, mas Deus nunca deixará de te encontrar, ainda que você fuja para as suas mais escuras cavernas.

“SENHOR, tu me sondaste, e me conheces. Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos. Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces. Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão. Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir. Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, Até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: Decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim.” Salmos 139:1-11

“BENDIZE, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniqüidades, que sara todas as tuas enfermidades, Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia, Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia. O Senhor faz justiça e juízo a todos os oprimidos.” Salmos 103:1-6

Professor Rodrigo

Professor de Apocalipse e Escatologia do Instituto Teológico Quadrangular

Escrito por: Pr. Rodrigo M. de Oliveira

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A DEPENDÊNCIA DO HOMEM

Texto: João 5:2-9
Propósito geral: Evangelístico
Propósito especifico: Fazer com que o ouvinte reconheça que a humanidade está enferma por causa do pecado que separa o homem de Deus.

INTRODUÇÃO
O mundo é uma grande enfermaria. A situação das pessoas nas ruas. Doentes físicos e espirituais.
O pecado no mundo (Rm 5:19) e a humanidade depende de algo que possa solucionar seus problemas.

TRANSIÇÃO: A dependência do homem apresenta três aspectos.

I – DEPENDÊNCIA DA ESPERA – (v. 3)
Em Betesta havia um tanque milagroso.
Um paralítico esperava uma oportunidade de curar-se há trinta e oito anos. O obstáculo: o próprio tanque. A esperança reacendia toda vez que a água era agitada. Não conseguia o seu intento por si próprio. Não alcançava a água. Dependia que alguém o ajudasse.

II – DEPENDÊNCIA DA INTERCESSÃO – (v. 7)
O enfermo procurava de intercessores. Era incapaz de fazer por si mesmo. Havia necessidade de remover o obstáculo. Dependia de alguém para ajudar. Recorrer a terceiros, também incapazes (religiões, bruxarias, quiromancia) não soluciona seu problema. Religião não pode interceder pelo homem. Somente o Senhor Jesus Cristo (I Tm 2:5).
III – DEPENDÊNCIA DA PALAVRA – (v. 8)
O homem almeja felicidade e repudia a dor. Apesar dos meios a disposição para a busca da felicidade e da cura espiritual, depende de uma palavra de ordem (v. 6)
Esta é a melhor boa nova que o homem podia ouvir. Sem conseguir atender as exigências da religião para ser curado, chega Jesus e pergunta “Queres ser curado?”
Jesus veio para ser Salvação, vida, justiça, santidade, redenção, glória e todas as coisas para o povo de Deus. Jesus disse: “Levanta-te e anda” (v. 8). O paralítico ouviu a Palavra, creu, recebeu vida e foi curado. A vida que recebeu foi tão forte que o capacitou a carregar o seu próprio leito (v. 9).

CONCLUSÃO
A humanidade não está só enferma, está morta. Morta em delitos e pecados (Ef 2:2-3). Tudo que um morto precisa é de vida (v. 25). Éramos inválidos, cegos, estávamos mortos. Jesus veio nos visitar, ouvimos a Palavra viva do Evangelho e passamos da morte para a vida (Jo 5:24).
O segredo de uma vida feliz e cheia de paz está ao nosso alcance. Não há necessidade de buscar felicidade em coisas ocultas. Jesus Cristo está ao nosso alcance, basta ouvir a sua voz (Ap 3:20). Devemos e temos que afastar os Betesdas de nossas vidas (Fl 4:5-6).

http://www.mefibosete.com/2013/05/sermao-esboco-dependencia-homem.html

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A Dependência de Deus pela Oração

Texto: “E falava o Senhor a Moisés cara a cara, como qualquer fala com o seu amigo…”
Ler: Êx. 33: 12-23

Tema: O propósito de Moisés expresso na sua oração

Introdução: Os líderes necessitam da graça de Deus para serem guiados no seu ministério. Do mesmo modo também cada cristão precisa receber do Espírito Santo a capacidade para viver segundo os moldes preconizados pela Palavra de Deus.

Explicação: Moisés, sendo chamado de um forma especial por Deus, não prescindiu da total dependência e comunhão do Senhor. Sentiu-se incapacitado para tal missão, era velho demais para tal responsabilidade e aceitou trabalhar com Arão, seu irmão mais velho ainda, mas com a condição do Senhor estar sempre com Ele. Vejamos três pontos essenciais na oração de Moisés:

1. DIRECÇÃO PARA FAZER A SUA VONTADE

a) Para que o seu caminho fosse bem aplanado e percorrido segundo a vontade de Deus, Moisés suplicou ao Senhor: “Faz-me saber o teu caminho… (i.é., a tua vontade) e conhecer-te-ei…” – Êx. 33:13 . Este deve ser o desejo de cada cristão sincero. Só conhecendo muito bem a vontade de Deus é que podemos servi-Lo e adorá-Lo convenientemente – Fil. 3:10;

b) Em segundo lugar Moisés pediu ao Senhor: “E ache graça aos teus olhos…” .
De uma forma diferente, Paulo desejou a mesma coisa e ouviu a maravilhosa resposta de Jesus: “A minha graça te basta…” – II Cor. 12:9.
Todos nós, após o novo nascimento, somos contemplados com a graça de Deus – Cristo, ao ser manifestado ao mundo – Tito 2:11, e sem ela não podemos prevalecer na fé, para fazer a Sua vontade.

c) Moisés estava consciente de que sem a presença de Deus na sua vida não poderia percorrer o caminho que o conduziria ao livramento. Ele observou ao Senhor: “ Se a Tua presença não for comigo…” – Êx. 33:15 . Este é o grande dilema dos cristãos hoje em dia: As pessoas querem andar à sua vontade, sozinhos, sem a presença de alguém que os comprometa ou controle os seus passos e suas acções.
A presença do Senhor significa comunhão, segurança e descanso; mas também assegura-nos a vitória sobre os nossos inimigos – Êx. 14:19.

2. REVELAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS

a) Na sua oração, Moisés pediu que Deus lhe revelasse a maneira dos outros verem a Sua graça sobre ele – Êx. 33:16. Deus responde a orações muito específicas, se estas glorificarem o seu nome.
A preocupação de Moisés era que os outros vissem nele e no seu povo a graça de Deus manifestada. A luz de Deus revelada na nossa salvação e na presença do Espírito Santo em nós, não pode ficar oculta debaixo da nossa vergonha ou acanhamento, tem de brilhar – Mat. 5:15,16.

b) Quando alguém, na sua oração, pede a Deus mais da Sua graça, o Senhor revela-se através do seu poder, tal como fez com Paulo – I Cor. 3:4,5.

c) Depois do encontro que teve com Deus, Moisés tornou-se num homem de oração e de grande intimidade com o Senhor. Por este motivo ele podia rogar a Deus o que nos parece impossível.
Tenhamos nós, também, a mesma ousadia de pedir a Deus coisas que aos olhos do mundo parecem impossíveis – Rom. 8:32; Mat. 7:7-11.

3. A MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA DE DEUS

a) “Rogo-te que me mostres a Tua glória” – Êx. 33:18. A resposta de Deus foi diferente daquela que Moisés esperava. “Eu farei passar toda a minha bondade perante ti, e terei misericórdia e me compadecerei… – Êx. 33:19.

b) A glória do Senhor manifesta-se na Sua bondade, compaixão e misericórdia, porque ninguém pode ver a face do Senhor – Êx. 33:20. Mais tarde, a glória do Senhor se manifestou através da nuvem que enchia o tabernáculo e o templo de Salomão.

c) Moisés pediu a Deus aquilo que o Senhor não lhe podia conceder. Nem tudo o que pedimos a Deus pode ser satisfeita da maneira que nós idealizamos. Hoje, a Glória de Deus é vista através da manifestação do amor de Deus – Jo. 3:16, e na pessoa do Seu Filho – Jo. 1:14.

Conclusão: Através da oração podemos alcançar coisas imagináveis. A oração permite um relacionamento directo com o nosso Deus e nos proporciona grande intimidade com o Senhor, se a nossa condição e forma de vida se ajustar ao padrão divino.

Escrito por: Pr. Lucas da Silva

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