Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3

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A Bíblia condena o sexo oral e anal?

A Bíblia condena o sexo oral e anal?

O modo natural é o sexo vaginal. A vagina tem forma, dimensões e elasticidade próprias para o coito; tem inervação capaz de despertar na mulher, o desejo e o prazer sexuais. No casamento monogâmico, a vagina não oferece risco de contágio infeccioso; é a via natural para o início de uma gravidez.
A boca e o ânus/reto, não apresentam inervação erótica; são fontes certas de infecção e não levam à gravidez. O sexo oral ou anal é egoísta porque, geralmente, só dá prazer ao homem. A Bíblia diz que é contra a natureza, contra a vontade de Deus. Não deve ser praticado, portanto.
Estamos vivendo dias semelhantes aos de Sodoma e Gomorra. As fantasias e aberrações sexuais atingiram o seu apogeu.. Essas alternativas sexuais são fruto do hedonismo, esta corrida louca em busca do prazer, tão características desta geração .
Sexo oral, embora tenha seus defensores ou aqueles que são tolerantes, não é recomendável do ponto de vista da saúde.
Os tecidos da cavidade bucal não têm condições de resistir à ação de microorganismos que tem o seu habitat no canal vaginal ou na uretra masculina. Este comportamento sexual tem facilitado a transmissão de enfermidades venéreas transportadas agora para a boca, laringe ou faringe. Dentistas têm encontrado abcessos nas gengivas provenientes de bactérias próprias do aparelho geniturinário. A boca não foi planejada por Deus senão para as finalidades que já conhecemos. A psicologia e a psicanálise explicam tais fenômenos com base nos estágios do desenvolvimento psicossexual, confirmando o princípio bíblico na dimensão emocional e espiritual do ser humano.
Muito mais repugnante e abominável é o sexo anal. Ao criar o homem e a mulher, conforme lemos emGênesis1:27, o Criador fê-los cada um com sua anatomia e fisiologia próprias . Assim ,o ânus não foi feito para a finalidade sexual. A medicina condena tal prática. É fácil de entender. A mucosa anal favorece a proliferação de germes patogênicos, responsáveis pelas doenças sexualmente transmissíveis.
As esposas infelizes, abusadas e desrespeitadas por seus maridos com estes aberrativos e bestializados instintos, são vítimas de herpes, além de outras infecções graves. Para aquelas com tendências a hemorróidas, o problema é ainda mais sério .
Sangramentos, fissuras, estrangulamentos são comuns. Qualquer médico pode confirmar.
Lemos em Romanos 1:24 e 26 : “Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram ao uso natural, no contrário à natureza.”
Devemos esclarecer que Deus não é contra o sexo normal, dentro das fronteiras sagradas do matrimônio, mas há limites. Aqui está resumidamente a lista do que Deus condena de maneira absoluta e inegociável:
1. Deus é contra a pederastia, o lesbianismo, a pedofilia (sexo com crianças). Lev. 18: 22 . “Com varão não te deitarás, como se fosse mulher. Abominação é.”
2. Deus é contra a prostituição . I Tess. 4:3. “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais de prostituição.” Não haverá prostitutas dentre as filhas de Israel.”Deut.23:17.
3. Deus é contra a bestialidade . “Não te deitarás com um animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele : é confusão.” Lev. 18:23.
4. Deus é contra o incesto, isto é, união sexual com parentes chegados : pai, mãe, madrasta, padrasto, irmão, irmã, tios, noras, genros, sogros, netos, (ler Lev.18).
5. Deus é contra o adultério. “Não adulterarás.” (Êxo.20:14. Ler ainda Mat.5:27 e 28).
6. Deus é contra o estupro. (Ler Deut. 22:25-29).
7. Deus é contra a fornicação. (Ler Apoc. 21:8).
8. Deus é contra a lascívia. “Mas, as obras da carne são…. lascívia significa: sensualidade, imoralidade, libidinagem, licenciosidade, impudícia.”
9. E finalmente Deus é contra os abusos e fantasias sexuais anormais, como já foi exposto.

POSTADO POR. HIPOLITO CESAR

Hipolito Cesar e Casado e pai de 3 filhos, é formado em Teologia pelo Instituto Betel
Atuante na Obra, Evangelico, Missioanario,palestrante,pregador da palavra,profeta.

convites

Palestra, ministrações, ensinos e pregações no seu ministério
conferências, pregações, incentivo a professores, incentivo a jovens, palestras para casais, palestras sobre namoro, noivado e casamento, cultos de avivamento (batismo, dons do Espírito Santo).Hipolito Cesar . contatos. hiplito_cp41@hotmail.com , sabedori2008@hotmail.com
” Ide” MC 16.15

Tags: A Bíblia – Regras de Interpretação.

A Bíblia – Regras de Interpretação.

A Bíblia é o melhor intérprete de si mesma, isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia.

O alvo da boa interpretação é simples: chegar ao “sentido claro do texto.” E o ingrediente mais importante que a pessoa traz a essa tarefa é o bom-senso aguçado. O teste de uma boa interpretação é se expõe o sentido do texto. A interpretação correta, portanto, traz alívio à mente bem como uma aguilhoada ou cutucada no coração.

Mas, se o significado claro é aquilo sobre o que a interpretação diz respeito, então para que interpretar? Por que não ler, simplesmente? O significado simples não vem pela mera leitura? Em certo sentido, sim. Mas num sentido mais verídico, semelhante argumento é tanto ingênuo quanto irrealista por causa de dois fatores: a natureza do leitor e a natureza da Escritura.

A primeira razão por que precisamos aprender como interpretar é que, quer deseje, quer não, todo leitor é ao mesmo tempo um intérprete. ou seja a maioria de nós toma por certo que, enquanto lemos, também entendemos o que lemos. Tendemos, também, a pensar que nosso entendimento é a mesma coisa que a intenção do Espírito Santo ou do autor humano. Apesar disso, invariavelmente levamos para o texto tudo quanto somos, com toda nossa experiência, cultura e entendimento prévio de palavras e idéias. Às vezes, aquilo que levamos para o texto, sem o fazer deliberadamente, nos desencaminha ou nos leva a atribuir ao texto idéias que lhe são estranhas.

Uma razão mais significante para a necessidade de interpretação acha-se na natureza da própria Escritura.

Historicamente a igreja tem compreendido a natureza da Escritura de maneira muito semelhante à sua compreensão da Pessoa de Cristo — a Bíblia é, ao mesmo tempo, humana e divina. Conforme o Professor George Ladd certa vez expressou o fato: “A Bíblia é a Palavra de Deus dada nas palavras de (pessoas) na história.” É esta natureza dupla da Bíblia que exige da nossa parte a tarefa da interpretação.

Porque a Bíblia é a Palavra de Deus, tem relevância eterna; fala para toda a humanidade em todas as eras e em todas as culturas. Porque é a Palavra de Deus, devemos escutar — e obedecer. Mas porque Deus escolheu falar Sua Palavra através das palavras humanas na história, todo livro na Bíblia também tem particularidade histórica; cada documento é condicionado pela linguagem, pela sua época, e pela cultura em que originalmente foi escrito.

O fato de que a Bíblia tem um lado humano é nosso encorajamento; também é o nosso desafio, e é a razão porque precisamos interpretar. Duas coisas precisam ser notados quanto a isto.

1. Ao falar através de pessoas reais, numa variedade de circunstâncias, por um período de 1500 anos, a Palavra de Deus foi expressada no vocabulário e nos padrões de pensamento daquelas pessoas, e condicionada pela cultura daqueles tempos e circunstâncias. Ou seja: a Palavra de Deus para nós foi primeiramente a Sua Palavra a elas. Se iriam ouvi-la, somente poderia ser através de eventos e linguagem que elas poderiam ter entendido. Nosso problema é que estamos muito longe delas no tempo, e às vezes no pensamento. Esta é a razão principal porque precisamos aprender a interpretar a Bíblia. Se a Palavra de Deus acerca das mulheres usando roupas de homens, ou das pessoas que devem ter parapeitos ao redor das casas pode falar conosco, precisamos saber primeiro o que dizia aos seus ouvintes originais — e por que.

Logo, a tarefa de interpretar envolve o estudante/leitor em dois níveis. Primeiramente, é necessário escutar a Palavra que eles ouviram; devem procurar compreender o que foi dito a eles lá e então. Em segundo lugar, devemos aprender a ouvir essa mesma Palavra no aqui e agora. Diremos mais acerca destas duas tarefas, abaixo.

2. Um dos aspectos mais importantes do lado humano da Bíblia é que Deus, para comunicar Sua Palavra para todas as condições humanas, escolheu fazer uso de quase todo tipo de comunicações disponível: a história em narrativa, as genealogias, as crônicas, leis de todos os tipos, poesia de todos os tipos, provérbios, oráculos proféticos, enigmas, drama, esboços biográficos, parábolas, cartas, sermões e apocalipses.

Para interpretar corretamente o “lá e então” dos textos bíblicos, não somente se deve saber algumas regras gerais que se aplicam a todas as palavras da Bíblia, como também se deve aprender as regras especiais que se aplicam a cada uma destas formas literárias (gêneros). E a maneira de Deus comunicar-nos Sua Palavra no “aqui e agora” freqüentemente diferirá de uma forma para outra. Por exemplo, precisamos saber como um salmo, uma forma que freqüentemente era dirigida a Deus, funciona como a Palavra de Deus para nós, e como os Salmos diferem das “leis,” que freqüentemente eram dirigidas a pessoas em situações culturais que já não existem mais.

A primeira tarefa do intérprete chama-se exegese. A exegese é o estudo cuidadoso e sistemático da Escritura para descobrir o significado original que foi pretendido. A exegese é basicamente uma tarefa histórica. É a tentativa de escutar a Palavra conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido; descobrir qual era a intenção original das palavras da Bíblia. Esta é a tarefa que freqüente-mente exige a ajuda do “perito,” aquela pessoa cujo treinamento a ajudou a conhecer bem o idioma e as circunstâncias dos textos no seu âmbito original. Não é necessário, no entanto, ser um perito para fazer boa exegese.
Na realidade, todos são exegetas dalgum tipo. A única questão real é se você vai ser um bom exegeta. Quantas vezes, por exemplo, você ouviu ou disse: “O que Jesus queria dizer com aquilo foi…” “Lá naqueles tempos, tinham o costume de .. .”? São expressões exegéticas.

Deus fala conosco pela Palavra dele. O primeiro passo para ler a Bíblia é pedir a Deus para ele lhe ajudar a entender a Palavra. “Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (João 14:26 NVI).

Antes de ler a Bíblia, ore. Não vá para a Escritura procurando suas próprias idéias; vá procurar as de Deus. Leia a Bíblia em oração. Também, leia a Bíblia com cuidado. Jesus nos falou, “Procure, e você achará” (Mat. 7:7). Deus recomenda aqueles que meditam na Palavra “dia e noite” (Sl. 1:2). A Bíblia não é um jornal a ser lido superficialmente, mas uma mina onde procuramos seu tesouro. “se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido, então você entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus.” (Prov. 2:4-5 NVI).

Eis um ponto prático. Estude a Bíblia um pouco de cada vez. Deus parece enviar mensagens como ele fez com o maná: numa porção suficiente para cada dia. Ele provê “preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali.” (Isa. 28:10 ARA). Escolha profundidade ao invés de quantidade. Leia até que um versículo lhe “toque”, então pare e medite nisto. Copie o versículo numa folha de papel, ou escreva em seu diário, e reflita nele várias vezes.

Pela sua singularidade, a Bíblia não pode e nem deve ser interpreta- da ao bel-prazer do leitor.

Tenha o leitor estudante da Bíblia, a cultura que tiver, para captar a mente de Deus e o que o Espírito Santo ensina na Bíblia, necessita estudá-la seguindo alguns princípios. Dentre esses princípios destacam-se

I. PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

l. Princípio um.

Estude a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade suprema em questão de religião, fé e doutrina. Em assunto de religião, fé e dou trina, consciente ou inconscientemente, o crente se submete à tradição, à razão, ou às Escrituras.

A autoridade a que ele se submeter, há de determinar o tipo de crença que possa esposar. Independentemente do testemunho da tradição e da razão, o crente verdadeiro tem na Bíblia o seu guia e juiz infalível. Para ele as declarações da Bíblia são finais. Ele crê que a Bíblia registra as intenções e a vontade de Deus, por isto pode crer nela. Ele aceita o testemunho da tradição e da razão, mas enquanto estas não entram em conflito com a Escritura. Para ele o que importa é: “O que diz a Escritura sobre isto?”

2. Princípio dois.

Não se esqueça de que a Bíblia é o melhor intérprete de si mesma; isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia. O manifesto desprezo a esta regra de interpretação da Escritura por parte de alguns cristãos ajuda- nos a entender que os maiores inimigos da Bíblia não são os seus opositores, que em épocas de cruentas perseguições rasgaram e queimaram-na, mas grande número dos seus expositores sempre prontos a achar na Bíblia apoio para as suas idéias absurdas.

Quem não conhece pelo menos um bom irmão de Bíblia sempre aberta, procurando achar o sexo dos anjos, revelar quantos anjos cabem numa cabeça de alfinete, e tantas coisas outras?

3. Princípio três.

Interprete a experiência pessoal à luz da Escritura e não a Escritura á luz da experiência pessoal.

A experiência pessoal se constitui na evidência daquilo que Deus faz em nós, por isso não pode e nem deve ser desprezada; porém, no mo- mento de determinar o que é mais importante, se a experiência pessoal ou a Escritura, para efeito de interpretação bem-sucedida da Bíblia, a Escritura é superior.

Por isso ela não está sujeita a julgamento por parte da experiência pessoal, antes, a experiência pessoal é que deve se submeter ao juízo da Escritura.

4. Princípio quatro.

Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por uma ordem que os faça mandamento universal. Ao ler a Bíblia, fica evidente que você não está obrigado a seguir o exemplo de cada pessoa que protagoniza os acontecimentos nela encontrados.

Por exemplo: o fato de Noé haver plantado uma vinha e ter se embriagado com o vinho do seu fruto, não indica que você deva fazer o mesmo. O fato de Jesus ter mandado dizer a Herodes: “Ide dizer a essa raposa que hoje e amanhã expulso demônios e curo enfermos, e no terceiro dia terminarei”, não nos autoriza a mandar portadores com recados de afronta às autoridades.

II. PRINCÍPIOS GRAMATICAIS DE INTERPRETAÇÃO

1. Princípio um.

A Escritura tem somente um sentido, e deve ser tomada literalmente. Por mais que repudiemos os casuísmos na interpretação da Escritura, a realidade nos obriga a ver que grande parte da igreja ecumênica faz precisamente isto. Chamam- lhe emprego de “palavras- conotativas”, uma forma de “contextualizar” as Escrituras à realidade moderna.

Exemplo: já não empregam a palavra “reconciliação” no sentido bíblico do homem reconciliar-se com Deus. “Redenção” já não é empregada no sentido bíblico do homem ser salvo do pecado e do castigo. Em vez disto, dão-lhe diferente “conotação”, e opinam que ela tem a ver com a melhoria social e cultural da sociedade. “Missão” foi substituída por “diálogo”; enquanto que “conversão” é um conceito inaceitável.

2. Princípio dois.

As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas no sentido que tinham no tempo do autor. Definir o correto sentido das palavras da Bíblia não chega a ser tão difícil quanto possa parecer a princípio. No entanto, se algum esforço deve ser feito neste sentido, vale a pena pagar o preço. Assim agindo, evitaremos nos envolver com aqueles casos curiosos e jocosos como o do pregador que afirmou com segurança que Jesus era músico.

Indagado sobre que tipo de instrumento Jesus tocava, disse ele: “esquife”, e citou a ressurreição do filho da viúva de Naim, particularmente Lucas 7.14: “E, chegando-se, Tocou o esquife, e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te”.

3. Princípio três.

As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas em relação à sua sentença e no seu contexto. O contexto é formado de todos os elementos de informação que circundam o texto. Citemos um exemplo apenas. Imaginemos que você esteja lendo João 3.16, e queira compreender melhor “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…”

O que fazer? Parta do texto escolhido (Jo 3.16), e estude-o à luz do seu contexto, no caso todo o capítulo 3 do Evangelho de João.

4. Principio quatro.

Quando um objeto inanimado é usado para descrever um ser vivo, a proposição pode ser considerada figurada. As grandes passagens “Eu sou”, no Evangelho de João, ilustram a regra onde objetos inanimados são usados para descrever um ser vivo.

Ali encontramos Jesus dizendo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.35); “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12); “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (Jo 14.6); “Eu sou a videira…” (Jo 15.1). É evidente que nenhum cristão e cuidadoso estudante da Bíblia chegaria às raias do absurdo, a ponto de acreditar que os substantivos “pão”, “luz”, “porta”, “caminho” e “videira” tenham relação literal e não figurada com a pessoa de Jesus Cristo.

III. PRINCÍPIOS HISTÓRICOS DE INTERPRETAÇÃO

l. Princípio um.

Uma palavra nunca é compreendida completamente até que se possa entendê-la como palavra viva, isto é, originada na alma do autor. A melhor maneira de se conhecer uma pessoa é associando-se com ela. Assim também, a melhor maneira de conhecer o autor dum livro é estudando diligentemente os seus escritos, prestando especial atenção aos mínimos detalhes da sua vida.

Por exemplo: quem quiser conhecer a pessoa de Moisés, deve estudar o Pentateuco, especialmente passagens como Êx 2.4; 16.15-19; 33.11;34.5-7; Nm 12.7,8; Dt 34.7-11. Quem quiser conhecer o apóstolo Paulo deverá dar especial atenção a passagens como At 7.58; 8.1-4;9.1,2,22,26; 26.9; 13.46-48; Rm 9.1- 3; l Co 15.9; 2 Co 11; 12.1-11; G1 1.13-15; 2.11-16; Fp 1.7,8,12-18; 3.5- 14; l Tm 1.13-16.

2. Princípio dois.

É impossível entender um autor e interpretar corretamente suas palavras sem que ele seja visto à luz de suas circunstâncias históricas.

Por circunstâncias, entende-se tudo aquilo que não faz parte da vida normal duma pessoa, mas que esta é levada a participar com o povo da sua época. Particularmente, quanto aos escritores da Bíblia, eles estiveram sujeitos a circunstâncias geográficas, políticas e religiosas; fatos que influíram sensivelmente nos seus escritos.

Por exemplo: a menos que compreendamos as circunstâncias políticas sob as quais se achava o apóstolo Paulo, jamais poderemos compreender passagens como a de l Coríntios 12.3.

3. Princípio três.

Uma vez que as Escrituras se originaram de modo histórico, elas devem ser interpretadas à luz da história. A compreensão desta regra não indica que tudo quanto a Bíblia contém só deva ser explicado historicamente. Como revelação sobre- natural de Deus, é concebível que a Bíblia contenha elementos que transcendem os limites do histórico.

A compreensão desta regra de interpretação determina, sim, que o conteúdo da Bíblia seja, em grande parte, determinado historicamente, sendo, portanto, na história que se encontra a sua explicação.

IV. PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS DE INTERPRETAÇÃO

1. Princípio um.

Você precisa compreender gramaticalmente a Bíblia, antes de compreendê-la teologicamente.

Melhor explicando esta regra de interpretação teológica do texto das Escrituras, queremos dizer que você precisa entender o que diz a passagem lingüisticamente, antes de poder esperar entender o que ela quer dizer teologicamente, isto é, o seu sentido, sua mensagem.

2. Principio dois.

Uma doutrina não pode ser considerada bíblica, a menos que resuma e inclua tudo o que a Escritura diz sobre ela. O propósito básico desta regra de interpretação é determinar a verdade doutrinária do texto bíblico.

É evidente que a Bíblia inteira é a Palavra de Deus; toda ela é a verdade, e tudo nela é útil para a nossa vida. Mas é igualmente importante lembrar que nem tudo na Bíblia tem o mesmo valor, nem é útil da mesma maneira. Evidentemente a determinação da legitimidade da doutrina não implica que algumas partes da Bíblia não sejam verdadeiras e que outras o sejam.

Entretanto, a .verdadeira doutrina (as passagens que declaram a vontade de Deus para o homem agora), é útil a nós de uma maneira mais particular pelo fato de exigir alguma coisa de nós de forma particular.

Assim como Filipe no livro de Atos dos Apostolos, foi usado como instrumento do Espírito Santo para interpretar o texto de Isaías 53 ao alto oficial de Candace, resultando daí a sua conversão a Cristo, de igual modo, Deus espera que sejamos fiéis intérpretes da Sua Palavra no mundo hoje.

Não impeça- mos, pois que os homens sejam abençoados por intermédio da fiel interpretação das Sagradas Escrituras.

Escrito por: Pr. Rodrigo M. de Oliveira (

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A Benção do Perdão Divino

Texto: Lucas 7.36-50

Introdução
> Não confundir este acontecimento com a outra cena semelhante que está registrada nos outros três evangelhos (Mt 26.7).
> Este aconteceu em Naim, o outro em Betânia. Este, com uma mulher pecadora, o outro com Maria, irmã de Marta e Lázaro.

Transição
> O perdão de Deus nos foi providenciado pela obra de Cristo na cruz e está disponível a toda e qualquer pessoa.
> O texto nos mostra algumas lições sobre o perdão de Deus em Cristo Jesus.

I.) O perdão de Deus deve ser buscado com reverência, contrição, devoção e arrependimento – v. 36-38
> Através de sua atitude a mulher estava buscando o perdão para a sua vida. Ela saiu daquela casa justificada, perdoada, mas quando ali entrou ainda era uma pecadora (como o próprio texto diz) em busca de perdão para os seus muitos pecados.
> Durante todo esse incidente, essa mulher não disse uma só palavra, mas os seus atos falaram mais alto do que qualquer palavra (Tentar imaginar com a maior vivacidade possível a cena descrita no v. 38).
> Ao demonstrar reverência, contrição, devoção e arrependimento, a mulher estava reconhecendo que era pecadora e que precisava do perdão de Deus que Cristo poderia concedê-la.
> Ao buscar o perdão de Deus, você tem buscado com as características descritas acima?

II.) O perdão de Deus não pode ser entendido e nem desfrutado por aqueles que confiam em sua própria justiça – v. 39, 44-46
> Ele se achava uma pessoa muito boa. Ele se envolveu com um manto de justiça própria. Possivelmente não convidou Jesus com desejo de aprender ou de honrá-lo, visto que não lhe providenciou água para lavar os pés, nem óleo para ungir sua cabeça, nem beijou Jesus como gesto de saudação, amizade e paz. Essas coisas faziam parte do procedimento normal de cortesia de um lar oriental; mas faltava essa cortesia a Simão.
> O perdão de Deus não pode ser entendido e nem desfrutado por aqueles que se julgam superiores, que se consideram bons e justos, que confiam em seus próprios méritos, que são cheios de si mesmos, que não entendem a graça de Deus.
> Ex. do fariseu que se orgulhava por seus méritos diante de Deus em detrimento do publicano pecador – Lc 18.9-14
> A graça de Deus é tão profunda que pode alcançar o mais vil pecador. Basta para isso que haja verdadeiro arrependimento. Ao passo que, aquele que leva uma vida “certinha”, se não reconhecer que também é um pecador e que precisa da graça de Deus, não será alcançado por esta graça!
> Se confiarmos em nós mesmos, jamais entenderemos e jamais desfrutaremos do perdão de Deus.

III.) O perdão de Deus é uma dádiva da qual todos precisam – v. 41
> Todos estamos falidos e somos devedores aos olhos do nosso Credor celestial.
> Na parábola, ambos eram devedores, tanto o que devia mais como o que devia menos. Na situação real, tanto a mulher como o fariseu Simão eram devedores, independentemente do fato de um ter boa fama e a outra má fama.
> Todos são devedores, pois todos pecaram – Rm 3.23.
> Eu e você, todos nós precisamos da dádiva do perdão de Deus!

IV.) O perdão de Deus é uma dádiva pela qual não podemos pagar – v. 42 a
> Nem o melhor de nós e nem o pior tem com que pagar pelos seus débitos.
> Nossas justiças e méritos próprios não passam de trapos imundos – Is 64.6
> Nem eu e nem você temos como pagar os nossos débitos diante de Deus, independentemente de nossa origem, posição social, status, educação, condição financeira, etc.

V.) O perdão de Deus é uma dádiva que somente Cristo pode conceder mediante a fé nEle – v. 42b, 48-50
> Se não podemos pagar nossa dívida diante de Deus, como esse problema será resolvido então?
> Cristo, pela sua boa vontade em tomar para si o nosso débito, pode agora perdoar a todos os que verdadeiramente se arrependem de seus pecados, e voltam-se para Ele com fé.
> Como não podíamos pagar, Cristo pela sua bondade perdoa os que se arrependem genuinamente.
> O perdão de Deus nos é concedido pela fé somente.
> Não foi o amor que a mulher demonstrou por Jesus que lhe trouxe o perdão, mas sua fé nEle (v. 50). Ela não foi perdoada porque amava, mas amou porque foi perdoada.
> Nem foram suas lágrimas, seus beijos ou a unção que a mulher fez em Jesus que lhe trouxe o perdão, mas a sua fé nEle.
> O perdão de Deus proporciona verdadeira paz ao coração cansado de carregar o fardo e a culpa do pecado (v. 50).

VI.) O perdão de Deus se tornará motivo de grande gratidão e amor por parte daqueles que o experimentarem – v. 42c-47
> Ver exemplo da mulher perdoada nos versos 43-47.
> Ambos os devedores na parábola foram perdoados, e Cristo estava tão desejoso de perdoar a Simão, como havia feito com a mulher pecadora; mas não havia evidência de que Simão tenha se arrependido de seus pecados.
> O fariseu não foi grato, pois não havia experimentado o perdão de Deus, até porque talvez não sentisse necessidade de ser perdoado! Considerava-se justo aos seus próprios olhos.
> Se somos perdoados, então sentiremos amor e devoção por aquele que nos perdoou. Uma vez libertos do grande peso do débito de nossos pecados, a nossa gratidão deve se manifestar através (1) de uma vida de santidade e (2) em trazermos outros pecadores a Ele, que é o único e suficiente Salvador.

Pr. Ronaldo Guedes Beserra

Tags: A bênção de um compromisso absoluto

A bênção de um compromisso absoluto
Há dois relacionamentos em vida nos quais Deus exige compromisso absoluto: o relacionamento do cristão com Cristo e o relacionamento da pessoa casada com seu companheiro. Uma pessoa pode trocar sua cidadania por outra, pode mudar de emprego ou de casa ou de congregação. Mas, os compromissos com Cristo e com o companheiro de casamento são para a vida toda. Abandono de qualquer dos dois traz o desprezo de Deus.

Quando uma pessoa se torna cristã, ela promete sua lealdade a Cristo como seu Senhor e Rei. Perseguições podem vir, ou desânimo, ou tentações ou problemas na igreja, mas ela promete ser fiel, fiel até a morte. Semelhantemente, quando alguém se casa, ele promete à companheira seu amor e fidelidade enquanto os dois viverem. Problemas podem surgir, ou doença, ou dificuldades financeiras, ou pressão dos membros da família, ou mal-entendidos, mas ele promete ser fiel. Ele não a deixará. Ele nem pensa em divórcio. Ele tem um compromisso com ela—ele pertence a ela e ela a ele—e o compromisso é absoluto.

A vontade de Deus em relação à permanência do casamento é claramente revelada. No casamento, um homem deixa seu pai e sua mãe e se une à sua esposa (Gênesis 2:24). São ligados (Romanos 7:2-3). São ajuntados por Deus e não devem ser separados (Mateus 19:6). Eles se tornam uma só carne (Mateus 19:6). Não conseguimos imaginar termos mais fortes para descrever a permanência do relacionamento. Não é de admirar que Malaquias disse que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:16).

A maior alegria que o homem pode realizar na terra se encontra nesses dois relacionamentos de compromisso absoluto. A alegria não é encontrada no meio-compromisso. Um homem que está sempre considerando outros empregos, nunca se comprometendo com seu atual emprego, é um homem instável, dividido entre duas opções. É assim com a pessoa que tenta servir ao Senhor com meio-compromisso. Ele anda entediado e desinteressado, com apenas a religião suficiente para ficar infeliz. Ele procura segurar o mundo com uma mão e o Senhor com a outra, e não acha a felicidade em nenhum dos dois. Por outro lado, precisamos olhar para os apóstolos e os primeiros discípulos para ver que o compromisso absoluto, o tipo de compromisso que aceita perseguição e faz sacrifício, é um elemento básico da felicidade no Senhor (Atos 2:41-47; 5:40-42; 16:25).

É assim com o casamento. Deus sabia que a alegria no casamento seria encontrada somente no compromisso absoluto. Portanto, ele ordenou pelo apóstolo Paulo: “…cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Coríntios 7:2). Essa declaração pode perturbar aqueles que, no passado, ignoraram o ensinamento dele (as conseqüências do pecado sempre são terríveis SGálatas 6:7-8), mas ela é para o benefício do homem, e vem de Deus, o qual manda para o nosso bem (Deuteronômio 10:13).
1. Compromisso absoluto cria confiança no casamento. O marido não precisa se preocupar com a fidelidade de sua esposa, nem a esposa precisa se preocupar com a lealdade do marido, pois seu compromisso um com o outro é aberto e óbvio. Devido ao seu compromisso aberto, tentação à infidelidade quase não existe. Por outro lado, aqueles que têm meio-compromisso serão freqüentemente tentados, pois tentação é inerente ao compromisso parcial.
2. Compromisso absoluto cria segurança no casamento. Segurança vem de confiança e permanência. Quando uma pessoa duvida se seu relacionamento com uma outra pessoa é forte e permanente, ela se sente insegura.
3. Compromisso absoluto cria estabilidade no casamento. Já passaram os dias perturbados, instáveis e inseguros do namoro. Agora vem um relacionamento seguro e duradouro com um único parceiro.
4. Compromisso absoluto constrói um alicerce sólido como a base do casamento. Sem esse alicerce, nenhuma família de qualidade será construída.
Gus Nichols escreveu uma vez que ele e sua esposa assistiram, no domingo anterior, às aulas bíblicas e dois cultos na congregação. Ele comentou que eles não tomaram a decisão naquele domingo, mas que a tomaram 40 anos antes, quando se tornaram cristãos. Ele disse que, quando apareceram em todas as reuniões da igreja, estavam meramente cumprindo o compromisso que haviam assumido 40 anos antes. Semelhantemente, eu coloquei a minha cabeça no travesseiro ontem à noite ao lado da minha esposa, e acordei hoje ao lado dela. Se Deus quiser, farei a mesma coisa hoje à noite e continuarei fazendo a mesma coisa enquanto nós dois vivermos. Não é que tomamos essa decisão agora, pois tomamos essa decisão há 25 anos. Meramente continuamos cumprindo o compromisso que fizemos muitos anos atrás.
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).
Bill Hall

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A bênção de ter amigos

Tema: Amizade

Texto: Provérbios 17:17

Introdução:
1. Amigos são valiosos, uma das maiores bênçãos que um homem pode ter.
Amigos às vezes podem estar mais perto uns dos outros do que aqueles a quem eles estão relacionados por laços de sangue (família física).

2. O que a Bíblia tem a dizer sobre os amigos?
I. Escolhendo amigos.

A. Devemos buscar genuínos, amigos verdadeiros, em vez de “bons tempos” amigos. “As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre o seu próprio amigo o deixa” Provérbios 19:4.
B. Devemos estar cientes que os nossos amigos têm influência sobre nós. “Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído” Provérbios 13:20.
C. Devemos buscar amigos que nos fará pessoas melhores. “Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo” Provérbios 27:17.
D. Devemos evitar aqueles que terão uma influência negativa sobre o nosso caráter. “Não faças amizade com um homem iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e tomes um laço para a tua alma” Provérbios 22:24-25.
II. Produzindo amigos.

A. As amizades devem ser de natureza recíproca. “O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão” Provérbios 18:24.
B. Não faça uma “praga” de si mesmo. “Retira o pé da casa do teu próximo, para que não se enfade de ti, e te aborreça” Provérbios 25:17.
C. Desenvolver uma atitude de perdão em relação aos outros. “O que encobre uma transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão separa os maiores amigos” Provérbios 17:9.
D. Ajudar os outros nos momentos de necessidade. “Em todo o tempo ama o amigo; e na angustia nasce o irmão” Provérbios 17:17.
III. Preservando as amizades.

A. Não faça fofocas sobre seus amigos. “O homem perverso levanta a contenda, e o difamador separa os maiores amigos” Provérbios 16:28.
B. Não trair a confiança do seu amigo. “A confiança em um homem desleal em tempo de angústia é como um dente quebrado e um pé deslocado” Provérbios 25:19.
C. Evite conduta ofensiva. “Como o louco que solta faíscas, flechas, e morte, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira” Provérbios 26:18-19.
D. Não se envolver em assuntos financeiros do seu amigo. “Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, enredaste-te com as palavras da tua boca, prendeste-te com as palavras da tua boca” Provérbios 6:1-2.

Conclusão:
1. Quando as amizades são devidamente escolhidas, produzidas e preservadas, amigos pode ser uma das mais valiosas de todas as bênçãos que um homem pode ter.

Pr. Aldenir Araújo

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A BENÇÃO DE SER ESCOLHIDO PARA SEMPRE

Entenda que aquilo que Deus faz em sua vida é para sempre.
Éramos estranhos à promessa do Altíssimo, mas fomos enxertados e, agora, somo o povo de Deus. Ninguém nos pode tirar das mãos DELE (João 10.27-19), porque participamos da raiz e da seiva da Oliveira, que é Jesus. A Aliança que o Pai fez conosco no sangue do Salvador não pode ser anulada. Somos herdeiros das bênçãos de Abraão, e não há quem encontre argumentos válidos que nos separem do amor divino. A nossa eleição é irrevogável.
Se alguns ramos foram cortados, e você, sendo oliveira brava, foi enxertado entre os outros e agora participa da seiva que vem da raiz da oliveira. Romanos 11.17
DEUS O ESCOLHEU PARA SERVIR A ELE PARA SEMPRE
• Nós, os gentios, aqueles que não descendem de Abraão segundo a carne, não possuímos condições de sermos feitos filhos de Deus e herdeiros da promessa. No entanto os naturais – os judeus – desprezaram a oferta dos Céus, e, agora, nós, os que cremos em Jesus, fomos enxertados na Videira e feitos filhos de Deus por adoção.
• É preciso ficar claro que fomos feito povo de Deus e nação separada para servir o único e verdadeiro Senhor (1 Pedro 2.9-10). A nossa filiação é real, e nada deste mundo, ou do vindouro, poderá arrancar-nos da mão divina e separar-nos do amor de Deus (Romanos 8.38-39).
• Fomos enxertados na Videira – Jesus. Como parte do Corpo de Cristo, participamos tanto da raiz como da vida da Videira. A seiva corre para nós e por nosso intermédio. Ela nos nutre, fortalece-nos e nos dá condições de produzir frutos. Para sempre essa será a nossa posição.
DEUS O ESCOLHEU PARA ABENÇOÁ-LO PARA SEMPRE
• O pacto de Deus com Seu povo é eterno, pois foi feito no sangue de Jesus e, por isso, jamais poderá ser anulado. Se nos mantivermos firmes na fé em Jesus nada nos tirará da nossa posição eterna e abençoada.
• Abraão obedeceu ao Senhor e foi feito pai dos fiéis. Aqueles que crêem na Palavra tornam-se participantes da Aliança feita ao patriarca e provam das bênçãos que ele alcançou por sua fidelidade. Não há necessidade de fazer alguma obra para merecer as dádivas do Senhor, pois elas nos foram dadas como herança por causa da nossa fé em Deus (Romanos 8.17; Gálatas 4.7).
• O inimigo pode esforçar-se de todos os modos e dizer que no passado, nós o servimos e fizemos sua vontade, mas isso não prevalecerá contra nós. Na verdade, condenaremos toda língua que se levantar contra nós em juízo (Isaías 54.17).

• A nossa sorte foi selada com a morte e ressurreição de Jesus e com a nossa aceitação DELE como Salvador. O que foi feito para nós nunca poderá ser anulado.
• É PERPETUO.
RRSoares
Em Cristo
Marcos Ferreira

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A BÊNÇÃO DE PERMANECER EM DEUS

Devemos permanecer no Senhor para que possamos realizar as proezas que Ele prometeu.
Aquele que está em Deus pode fazer proezas em todas as oportunidades, mas quem é somente “freqüentador” de igreja, tentando enganar os outros e a si mesmo de que está bem espiritualmente, só realiza tolices. As possibilidades para a pessoa que se envolve completamente com o Senhor são ilimitadas, assim como Ele é ilimitado.
(Sl 60:12 [JFA-RC(Br)]) Em Deus faremos proezas; porque ele é que pisará os nossos inimigos.
O DEUS DO PASSADO É O DEUS DO PRESENTE
Josué nunca ouviu de quem quer que fosse que ele poderia parar o Sistema Solar, mas, por estar no Senhor, quando orou, pedindo-Lhe que fizesse alguma coisa para ajudar o exercito israelita na batalha – pois a noite estava chegando e, nela, os inimigos iriam reagrupar-se –, sentiu que devia fazer algo. Em seu espírito, entendeu que podia das uma ordem ao Sol e à Lua, os quais lhe obedeceriam. O resultado foi que a noite demorou quase mais um dia a chegar (Js 10:13 [JFA-RA(Br)]) E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no livro de Jasar? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro.
Abraão, com 318 servos nascidos em sua casa, venceu uma confederação de quatro exércitos (Gn 14:14 [NVI(Br)]) Quando Abrão ouviu que seu parente fora levado prisioneiro, mandou convocar os trezentos e dezoito homens treinados, nascidos em sua casa, e saiu em perseguição aos inimigos até Dã. (Gn 14:15 [NVI(Br)]) Atacou-os durante a noite em grupos, e assim os derrotou, perseguindo-os até Hobá, ao norte de Damasco. (Gn 14:16 [NVI(Br)]) Recuperou todos os bens e trouxe de volta seu parente Ló com tudo o que possuía, juntamente com as mulheres e o restante dos prisioneiros.! Assim também sucedeu a Moisés, Davi, Elias e os demais que, firmados em Deus, fizeram proezas.
Com você seria diferente? Será que o Altíssimo só usou aquelas pessoas no passado, mas, hoje, mudou Seus planos e Seu modo de agir? Nós também, estando nEle, faremos proezas! Por que as realizaremos? Porque o Senhor nos garante que Ele mesmo pisará os nossos inimigos.
AS VITÓRIAS DO PASSADO TAMBÉM SÃO POSSÍVEIS NO PRESENTE
Aqueles que se levantam contra a nossa saúde, felicidade no lar, prosperidade, enfim, o nosso bem-estar, são nossos inimigos.
Agora mesmo já estão desesperados, pois o que lhes acontecerá porque você descobriu essa verdade; eles temem ser pisados pelo próprio Deus, O Onipotente, que tem todo o poder e irá esmagá-los completamente, reduzindo a nada a ação deles em sua vida.
(At 3:6-8 [NVI(Br)]) mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande”. 7 Segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se, e imediatamente os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8 E de um salto pôs-se de pé e começou a andar. Depois entrou com eles no pátio do templo, andando, saltando e louvando a Deus.
Conclusão
Se algum pecado separou você do Senhor, vá agora ao altar da graça e peça perdão, conserte-se decididamente e faça proezas com a autoridade que Deus lhe dá.
Deixe a derrota, levante a cabeça, estufe o peito, endireite a sua postura e determine que, em Nome de Jesus, sua vitoria é certa. Neste instante, todo o poder divino está esperando apenas sua atitude para entrar em operação.
RRSoares
Em Cristo
Marcos Ferreira

Tags: A BÊNÇÃO DE ANDAR COM DEUS

A BÊNÇÃO DE ANDAR COM DEUS

Texto-base: Mateus 8.8

Quanto mais uma pessoa se chega a Deus, mais indigna ela se
sente, pois, ao conhecer o Senhor, aprende que a sua justiça é como trapo de imundícia (Is 64.6). Aquele centurião – que, provavelmente, durante muito tempo, temia o Todo-Poderoso, orava e dava esmolas e ofertas – declarou-se indigno de receber o Deus eterno debaixo de seu teto. A maioria das pessoas, no entanto, pensa diferente: elas gostariam que Jesus estivesse com elas aonde quer que fossem. Mas como Ele pode caminhar com alguém que vive em pecado?

E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado sarará.
Mateus 8.8

1 – ANDAR COM DEUS NOS MOSTRA QUEM SOMOS DE VERDADE

• Aquele que anda distante de Deus não consegue enxergar as próprias falhas; mas, normalmente, vê os erros de todas as pessoas e, se dependesse dele, elas deveriam ser arrancadas da face da Terra. Porém, ao andarmos perto do Altíssimo, conseguiremos ver-nos e confessar a nossa indignidade, como, por exemplo, fez o profeta Isaías. Quando viu o Senhor, ele gritou apavorado, dizendo que era um homem de lábios impuros e iria perecer, pois seus olhos tinham visto o Rei da glória (Is 6.1-5).
• Quem se vê como uma pessoa certa, justa e reta precisa conhecer a Verdade (Pv 30.12), pois, quando a Luz eterna brilha em nós, descobrimos quão maus temos sido. Até então, não existiam pessoas melhores do que nós, mas, ao provarmos da misericórdia e da graça de Deus, conseguimos dar o verdadeiro valor aos outros.

2 – ANDAR COM O SENHOR NOS MOSTRA QUEM DEUS É DE VERDADE

• O centurião romano era temente a Deus. Ele vivia jejuando, orando, e tudo o que era seu pertencia também aos outros. Por isso, quando pediu ajuda divina, teve a resposta: o Senhor iria, pessoalmente, resolver seu problema. Então, surpreso com a decisão de Jesus, ele mostrou o que tinha no coração: a verda- deira fé. Quem, de fato, agrada ao Pai será agradado por Ele. O Altíssimo sempre surpreenderá a pessoa que caminha em Sua luz e confia nEle de todo o coração, mesmo que, às vezes, a decisão dEle seja tão grande, que ela não se sinta merecedora de tal tratamento.
• Quantos têm orado e pedido ao Pai que vá com eles para resolver um problema familiar, financeiro, de saúde e tantos outros. No entanto, de que forma Ele atenderia a seus pedidos, se eles só vivem olhando para o que não serve, pensando no que é errado e pecando? Dois só andam juntos se houver mútuo acordo (Am 3.3).
Conclusão
• O melhor dessa vida é andar com Deus. Enoque, o sétimo depois de Adão, provou isso. Ele andou com o Altíssimo, e ninguém o viu mais, pois o Senhor para Si o tomou (Gn 5.24).
• Da mesma forma, irmão, esforce-se para cumprir o que a Palavra tem falado ao seu coração. Não se venda ao pecado nem deixe o maligno roubar-lhe as grandes surpresas que o Senhor tem para você.
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Postado por EVANGELISTA OTONIEL De ALMEIDA

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A benção da obediência

Texto: (Js. 1:7-9)

Introdução
Quando falamos sobre obediência, estamos pontuando o principal condicionamento para que sejamos vitoriosos em todas as áreas de nossa vida. Deus prometeu a Josué, que ele faria o seu povo herdar a terra. Mas para isso, foi necessário que ele fosse um homem fiel e obediente a Palavra do Senhor. Josué precisava conquistar. Para conquistar é preciso primeiro obedecer. Este é um grande desafio para as pessoas. Um princípio criado por Deus para que caminhemos debaixo de Sua benção. O Senhor Jesus deu o exemplo maior de obediência e abnegação, se tornando homem, servo. Para cumprir um propósito de conquista do Pai (Fl. 2:3-16). Através da obediência o Senhor Jesus teve um resultado extraordinário de conquista: vidas salvas, que antes estavam caminhando para a morte eterna, para o inferno, por causa do pecado. A obediência trás a unção de conquista (Is. 1:19). Quem não é obediente não prospera, não cresce, não avança, fica estagnado espiritualmente. Tudo para. A soberba entra. Pois a desobediência é alimento para os espíritos malignos atuarem.

Desenvolvimento
Onde entra a desobediência, principalmente contra a Palavra de Deus, entra a maldição (Gn. 3:17-19). Adão trouxe o aprisionamento do homem à maldição, quando desobedeceu ao Senhor (Rm. 3:12-14). Todos que procuram caminhar em direção à desobediência se perdem no caminho. Não há ninguém que tenha conseguido êxito em desobediência (Dt. 28:15-20). As maldições da lei alcançam àqueles que caminham em desobediência. Por esta razão, devemos estar dispostos a obedecer. Obedecer a Deus e a Sua Palavra. Obedecer aos líderes e suas orientações, sempre que estiverem na Palavra. Obedecer aos pais, enfim, todas as autoridades. Se quisermos receber as bênçãos que Jesus conquistou na cruz por nós, precisamos nos dispor para obedecer (Gl. 3:13-14). Todos devem estar debaixo da cobertura de um líder que tenha uma visão de Deus bem definida. Que traga a unção da obediência, que saiba ouvir e obedecer ao Espírito Santo. Não significa um aprisionamento. Deus estabeleceu para o homem o livre arbítrio. As pessoas identificam a vontade soberana de Deus e a vontade permissiva. Sabem muitas vezes o que tem que fazer, qual é a vontade soberana de Deus (pois essa fala no espírito) e escolhem ir para a direção que o Senhor tem para eles. Outros, no entanto, se aprisionam, (mesmo ouvindo a voz de Deus no espírito), decidem ficar nos seus próprios projetos, na vontade permissiva de Deus, se contrapondo a obedecer ao projeto soberano do Senhor em suas vidas. Sempre que alguém mergulha na obediência do que Deus fala no espírito, o sucesso está à porta. Pois Deus só respalda, aqueles que sabem ouvir à Sua voz e a obedecem.
A ação do Espírito Santo levou homens como Paulo, Estevão, Pedro, a serem obedientes até a morte. Há um decreto de vitória para os que andam segundo a Palavra. Não na desobediência da sua carne, olhando as circunstâncias, não mediante a sua religiosidade ou tradicionalismo. Mas segundo o poder de Deus que em nós habita. Somos levados a níveis de conquista em diversas áreas da vida: emocional, financeira, material, física, espiritual, quando somos “batizados” com a obediência. Se você é fiel a Deus em suas ofertas e dízimos, não há como a benção não te alcançar. Se você se santifica, ora, jejua, permite que seu caráter seja transformado, já é mais que vencedor. É herdeiro das bênçãos conquistadas no Calvário! Cristo em nós é a esperança da Glória!

Conclusão
Quando a Igreja caminha sem se importar com que os homens irão achar ou falar, quando estamos olhando para o alvo da soberana vocação que está em Cristo Jesus, avançamos, avançamos e avançamos! Não importa o que falem de você meu irmão, o que importa é você adorar e servir ao Pai, buscando e amando os perdidos. Se os religiosos preferem obedecer aos homens que a Deus, como em Atos Pedro afirmou, deixe-os e prossiga em obediência ao que o Espírito tem dito à Igreja (At. 4:14-22). Deixa o ABCD da religião, da tradição, da hipocrisia. Entra hoje no OBDC do Pai! Muda a sua história meu amado (a). Seja imerso no Rio de misericórdia e no chuveiro de graça. Deus te prepara para um nível novo do Seu sobrenatural. Obedeça. Faça discípulos, pregue a Palavra, cure os enfermos, expulse os demônios, limpe os leprosos, ressuscite os mortos, de graça receba e de graça dê. Esta é a ordem de Jesus. Nunca deixe de agradar ao Pai com a sua obediência. Seja um vencedor!

Pense:
– Em quais áreas de sua vida você não conseguiu ainda obedecer ao Pai ?
– Você tem obedecido ao Espírito Santo ou aos homens ?
– Você entende que a obediência trás a benção em todas as áreas da nossa vida ?

Pr Evanildo Cardoso Nascimento
Ministério Rhema Shammah

Escrito por: Pr. Evanildo Cardoso

Tags: A batalha é de Yahweh

A batalha é de Yahweh
Texto: I Samuel 17:1-54

Introdução

I. Um resumo da história de Davi e Golias (1 Samuel 17:1-54).
A. O desafio de Golias (1 Samuel 17:1-11).
1. Mais uma vez Israel e os Filisteus estavam em guerra (1 Samuel 17:1-3).
2. Nessa ocasião, a batalha acontecia mais para o sul em terras pertencentes à tribo de Judá.
3. O conflito chegou a um impasse quando um campeão, Golias, saiu para desafiar os exércitos de Israel (1 Samuel 17:4-11).
a) Golias tinha mais de 2 metros e meio de altura.
b) Sua couraça pesava quase 80 quilos.
c) A ponta da sua lança pesava mais de 7 quilos.
4. No início, nenhum campeão foi encontrado no acampamento de Saul.
B. Davi ouve o desafio de Golias (1 Samuel 17:12-27).
1. Quando Saul foi para a batalha, Davi voltou para casa de seu pai.
2. Desde que os três filhos mais velhos de Jessé estavam no exército de Saul, Jessé enviou Davi à batalha para saber sobre o bem-estar de seus filhos, enquanto estava nesta missão Davi ouve o desafio de Golias (1 Samuel 17:23-24).
C. Davi aceita o desafio de Golias e Saul envia Davi ao encontro de Golias no campo de batalha.
1. Davi não teve medo de responder ao desafio, ele baseou seu julgamento sobre suas experiências passadas com o poder de Deus.
2. Pela fé em Deus, ele tinha sido capaz de defender as ovelhas de seu pai, quando elas foram atacadas por leões ou ursos (1 Samuel 17:32-37).
3. Esta coragem impressionou Saul e ele mandou Davi para a batalha.
D. Davi ganha a vitória e mata Golias.
1. Davi não usou a armadura pessoal de Saul (1 Samuel 17:38-39).
2. Ele levou apenas a sua fiel e comprovada funda e cinco pedras lisas, esta é a arma que ele se sentia confortável (1 Samuel 17:40).
3. “Pedras lisas como as escolhidos por Davi para sua funda no combate com Golias ainda podem ser facilmente encontradas no vale de Elá (ou do carvalho), onde a batalha ocorreu. A arqueologia tem descoberto em varias escavações um grande número de pedras de fundas. Esta arma rústica, tão simples e tão terrível quando habilmente manipulada, era muito comum, não apenas no tempo de Davi, mas durante séculos antes e depois dele. Em muitos países, as fundas ainda são usadas para afugentar animais selvagens que ameaçam os rebanhos”.
4. Depois de Golias indefeso, Davi o decapitou com a espada da bainha retirada do próprio Golias (1 Samuel 17:41-51).
a) O diálogo abusivo era comum entre os combatentes árabe – a fala de Davi apresenta um contraste impressionante.
b) Davi estava cheio de confiança piedosa e uma vontade de atribuir a glória de Deus para o triunfo que ele antecipou.
II. Havia três coisas que Davi queria que os filisteus, os israelitas e toda a terra soubessem:
A. “que existe um Deus em Israel” (1 Samuel 17:46).
B. “que o Senhor salva não com espada e lança, pois a batalha é do Senhor” (1 Samuel 17:47).
C. Ele estava lutando pela fé e para a glória de Deus (1 Samuel 17:37, 45-47).
I. Lições da vitória de Davi
A. Davi foi especialmente preparado para o conflito por toda a sua vida – sem preparação pessoal Deus não teria lutado suas batalhas.
B. Davi prestou inestimável serviço à Israel (o povo de Deus) por este conflito com Golias.
1. Ele repeliu uma invasão e impediu o sofrimento que tal invasão teria trazido.
2. Ele também ensinou a Israel o espírito que deve cultivar e o tipo de rei que eles realmente necessitavam.
C. Davi tornou-se um padrão para o povo de Deus hoje, exibindo o espírito que devemos ter na nossa guerra espiritual “contra os principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes” (Efésios 6:12).
D. Davi não negligenciou o uso de armas por completo e depois sentou e esperou por Deus para lutar a batalha para ele, e nós também não.
1. Temos que combater o bom combate (1 Tm. 6:11-12).
2. As armas da nossa milícia não são carnais (2 Coríntios. 10:3-5).
3. Temos que humildemente corrigir a oposição (2 Tm. 2:24-26).
E. As características deste homem antigo demonstradas são as mesmas características que o homem moderno precisa desesperadamente:
1. Fé em Deus; não duvida.
a) A fé levou-o a fazer tudo para a glória de Deus (1 Sam 17:45).
b) Ele olhou para além de seus problemas e contou com a ajuda de Deus.
c) Ele não se compara com Golias, mas ele comparou Golias com Deus!
d) Armado com fé em Deus, ele aproximou-se do inimigo e ganhou.
2. Humildade, não soberba vã.
a) Ele não se preocupava com “grandes coisas” (Salmo 131:1-2).
b) “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e diante da honra vai a humildade” (Provérbios 15:33).
c) “O orgulho vem antes da destruição, e um espírito altivo, antes da queda” (Pv 16:18).
d) “Antes de ser quebrantado, eleva-se o coração do homem; e, diante da honra, vai a humildade” (Pv 18:12).
e) Nós temos tanta humildade? (1 Ped. 5:5-6).
3. Zelo ao invés de apatia.
a) Ele estava pouco preocupado com sua própria segurança e renome.
b) Ele tinha ouvido os deuses das nações pagãs exaltado e o nome de Jeová blasfemado, ele estava desejoso que, acima de todas as coisas, Deus fosse glorificado.
c) Quando um homem luta para o Senhor; ele pode confiar que Deus lutará por ele, porque “a batalha é do Senhor” (2 Cr. 20:1-4, 14-17).
4. A coragem de Davi contrasta com o medo que tomou conta de Israel.
F. O grande princípio de vida que governou Davi em sua vitória deve governar-nos: ele agiu em nome do Senhor e para a glória de Deus.
1. Esse grande princípio de vida não foi compreendido nem apreciado por Golias até que fosse tarde demais, mas também não vai ser apreciado pelos incrédulos de hoje (2 Cor 4:4; Mat. 7:21-23).
2. Em cada vitória que temos sobre o pecado nós crescemos fortes na fé.
II. Como podemos saber se nossa batalha é “do Senhor”?
A. Se estivermos fazendo o que Deus autorizou (Col. 3:17; 2 Tm 4:16-17).
B. Se a verdade da palavra de Deus está em jogo e sendo ensinada, praticada ou defendida contra o erro (Filipenses 1:17; Judas 3; At 15:1-11).
C. Se é um conflito espiritual (Ef 6:10-12, 2 Coríntios 10:3-5; Mat 4:1-11).
D. Se ele está sendo feito em nome do Senhor e Deus está sendo glorificado (1 Sam.17:45-46).
E. Se estivermos lutando na fé, não apenas lutando (1 Tm 6:12; Rom 10:17).
F. Se a armadura espiritual pode ser adequadamente utilizada (Ef 6:13-18).
G. Se alguém sofre por causa da “justiça” (Mt 5:10-12; 1 Pe 4:12-16).
H. Se isso pode justamente ser dito que estamos do lado do Senhor (Josué 24:15).

Conclusão
A. Nem todas as batalhas que lutamos, são necessariamente as batalhas do Senhor.
B. Você pode verdadeiramente dizer que a batalha que você tem lutado é “do Senhor”?
C. Quando nós, como Davi, reconhecemos “que há um Deus em Israel” e que “o Senhor salva não com espada e lança”, e nós lutamos pela fé em Deus e para Sua glória, a batalha será sempre do Senhor.

Pr. Aldenir Araújo

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