Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3

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A ABOMINÁVEL IDOLATRIA

A ABOMINÁVEL IDOLATRIA

Permeia no seio religioso, uma máxima afirmando que todos os caminhos que levam a Deus são bons. Mas isso não é verdade, aliás, é um engodo diabólico, porque um só Caminho nos leva a Deus, é Cristo quem assim assegurou: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6).
Em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos (Atos 4.12).
E ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo (I Coríntios 3.11), porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (I Timóteo 2.5).
Portanto amado em Cristo, se você possui imagem, amuleto, anjo, estatueta, ou mesmo uma cruz, conheça a verdade das Sagradas Escrituras, e liberte-se definitivamente dessas coisas que são abomináveis ao Senhor Deus, pois, somente o Cordeiro que foi morto, é digno de receber o poder, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças (Apocalipse 5.12).

AS IMAGENS – ÍDOLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS
No livro dos Salmos 115.2-8 a palavra do Senhor diz: Porque diriam as nações: Onde está o seu Deus? O nosso Deus está nos Céu: faz tudo como lhe apraz. Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
Tem boca, mas não falam, tem olhos, mas não vêem: Tem ouvidos, mas não ouvem, nariz tem, mas não cheiram. Tem mãos, mas não apalpam, tem pés, mas não andam; som algum sai da sua garganta. Tornam-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos quantos neles confiam.
Neste texto, a Palavra nos ensina como são os ídolos feitos por mãos de homens, com membros e órgãos, mas sem vida. E no versículo 8, a palavra afirma que tornam-se semelhantes a eles tanto os que os fazem, e todos quanto neles confiam, ou seja, os idólatras estão mortos diante do Deus Altíssimo. De que adianta crer em Deus, já estando morto?
E no livro de Isaias 40.18-25, a palavra diz: A quem, pois farei semelhante a Deus: ou com quem o comparareis? O artífice grava a imagem, e o ourives a cobre de ouro, e cadeias de pratas funde para ela.
O empobrecido que não pode oferecer tanto, escolhe a madeira que não se corrompe: O artífice sábio busca para gravar uma imagem que não se pode mover. A quem, pois me fazeis semelhantes, para que lhe seja semelhante? Diz o Santo.
Medite, será que Deus é como o ouro ou a prata que se desgastam com o tempo, ou como a madeira que é devorada por cupins, ou como a louça e o barro que caem e se quebram?
Ao contrário do que muitos pensam, os ídolos (imagens feita por mãos de homens) não podem interceder por ninguém junto a Deus, mesmo aqueles que fizeram-se jus serem santos, repousam debaixo do trono de Deus, já justificados, aguardando que seja completado o número de seus conservos (os que hão de morrer pelo nome do Senhor Jesus Cristo). Vejamos:
Apocalipse 6.9-11diz: E havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor a palavra de Deus e por amor ao testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo:
Ó verdadeiro e Santo Dominador, por que não julgas e não vingam o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.
A palavra de Deus relata que nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar (Isaias 45.20).
E no capítulo 42 do mesmo livro de Isaias, e Senhor demonstra a sua indignação com os idólatras, dizendo: Eu sou o Senhor, este é o meu nome, a minha glória, pois a outrem não darei, nem o meu louvar as imagens de esculturas.

IDOLATRIA REPROVADA POR DEUS
O que é IDOLATRIA? Tudo que está posto entre o servo e o Senhor Deus, é idolatria. E é tão reprovado que Deus tratou isso como mandamento. Vejamos: Êxodo 20.4, 5: Não fará para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma , do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas embaixo da terra. Não as adorarás, nem as darás culto: Eu sou o Senhor teu Deus.
Irmãos, a ordenança do Senhor para que guardamos os seus mandamentos, veio de forma imperativa, assim como matar, roubar ou prostituir. Reverenciar ou adorar a ídolos (imagens feitas por mãos de homens), é pecado de morte, por isso, devemos sim adorar e servir somente ao único e verdadeiro Deus, em Espírito e em Verdade.
Alguns dizem que não idolatram a imagem, mas tem-na em memória, como exemplo, um parente que morre, então conserva-se sua fotografia como lembrança. Quem assim afirma, está confessando que é um idólatra, pois somente Deus é digno de adoração. Vamos meditar:
João 4.23, 24, disse Jesus: A hora vem, e a hora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade , porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é espírito, e importa que os que o adoram, os verdadeiros adoradores, o adorem em espírito e em verdade.
Jesus simplificou tudo e nos ensina que toda adoração ao Pai, é em Espírito e em Verdade, porque Ele abomina a adoração às imagens, figuras, estatuas e outras invenções e fabricações de mãos de homens.
E no livro de Apocalipse, revelado a João, diz que qualquer que praticar atos abomináveis ao Senhor, incluindo a idolatria, ficará fora do Reino de Deus, vejamos:
Apocalipse 22.15: Ficaram de fora os cães, os feiticeiros, os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
A Palavra certifica que Idolatria não é somente a adoração as imagens de esculturas, porque Jesus afirmou: Se amar pai, mãe, filhos mais do que a mim, não é digno de mim.
Hoje, satanás tem usado a tecnologia para criar outras espécies de idolatria, e introduzi-las ÀS IGREJAS EVANGÉLICAS, observe a escravidão que vivem muitos que, rotulados crentes, estão submissos por não conhecerem as escrituras e nem o poder de Deus.
E na primeira carta aos Coríntios 10.14-21, a Palavra descreve: Fugi da idolatria, e diz: Julgais vós mesmo o que eu digo. Porventura o cálice benção, não é a comunhão do sangue de Cristo, e do pão que partimos?
Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Porque não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: Não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
Portanto irmãos, quando se acende uma vela, ou a intercessão ao Pai é em nome de outro ser, isso está sendo feito há ídolos, ou melhor a demônios, como diz o texto sagrado. Devemos buscar a Deus em Espírito e em Verdade, sem colocar barreiras entre o homem e Deus, para que a idolatria não venha impedir o relacionamento do servo com o seu Senhor, porque Romanos 11.36 diz: Porque Dele, e por Ele, e para Ele são todas as coisas, glória a Ele eternamente. Amém.
QUAL O VÍNCULO DE MARIA COM JESUS?
Lucas 1.28 conta que, entrando o anjo onde Maria estava, disse: Salve agraciada: O Senhor é contigo, bendita és tu entes as mulheres.
Maria foi a privilegiada, mulher reta aos olhos de Deus, a mais bem preparada espiritualmente, e por isso foi agraciada para receber o Espírito Santo do Senhor e dar a luz ao Filho de Deus, o Salvador da humanidade. Deus a escolheu entre todas as mulheres, por isso o anjo lhe disse, Salve agraciada. Deus a contemplou por sua obediência, pelo seu temor e por sua fidelidade.
E no livro de Lucas 2.41-51, a palavra conta como era de costume, Maria e José, levaram Jesus à festa da Páscoa em Jerusalém, e com doze anos durante a festa, Jesus desapareceu por três dias e quando encontrado por seus pais, Maria lhe disse:
Filho porque fizeste isto assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos. Ele lhes respondeu: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
Não O compreenderam, o que lhes dizia. Em outras palavras, Jesus lhes respondeu que não precisavam terem se preocupados, pois veio a terra para fazer a vontade de Deus Pai.
E no Evangelho de João 2.3, 4, a Palavra descreve que nas bodas de Caná na Galiléia, havia acabado o vinho, e Maria dirigiu-se a Jesus e disse: Eles não tem mais vinho. Mas Jesus disse: Mulher, que tenho eu contigo ?
Jesus a advertiu, pois que ligação teria Ele com Maria? Jesus esteve na terra para fazer a vontade de Deus Pai, e somente a Ele se reverenciava. Aqui, Cristo deixou bem claro que o seu vínculo era e é somente com o Deus Pai.
E no Evangelho de Marcos 3.31-35, Jesus revelou também que sua mãe e seus irmãos, são aqueles que fazem a vontade do Deus Pai: Chegaram então seus irmãos e sua mãe, e estando de fora mandaram-no chamar. E a multidão estava assentada ao redor dele, e lhe disseram: Eis que sua mãe e seus irmãos te procuram, e estão lá fora.
E Ele lhes respondeu dizendo: Quem é a minha mãe e meus irmãos? E olhando ao redor para os que estavam assentados junto dele disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Portanto qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.
E ainda no Evangelho de Lucas 11.27, 28, aconteceu que dizendo Ele estas coisas, uma mulher entre a multidão levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado é o ventre que te trouxeste e os peitos que te amamentaste. Mas Ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem as palavras de Deus e as guardam.
No momento em que aquela mulher exclamou essas palavras, reverenciou e adorou a Maria, porem, foi por Jesus Cristo repreendida, porque somente Deus é digno de adoração, honra e glória.
E estando o Senhor crucificado (João 19.25-30), e junto a cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria de Cleofas, e Maria Madalena. Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e o discípulo a quem Ele mais amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.
Nestas últimas palavras de Jesus estando na cruz, Ele evidenciou que o seu vínculo com Maria estava definitivamente encerrado, porque a parte humana, a parte material de Jesus Cristo a qual Maria havia desenvolvido no seu ventre, havia sido morta em sacrifício vivo para remissão dos pecados de muitos .
Porém, a parte espiritual que veio de Deus Pai, permanece viva porque Jesus Cristo ressuscitou com um corpo glorificado, o qual Maria não tinha mais nenhum vínculo. Ele está assentado à direita do Pai e pelos pecadores intercede.
Jesus disse ainda que o discípulo a quem Ele mais amava seria o seu filho, e Maria a sua mãe, isto porque ambos eram humanos, carnais; mas Jesus Cristo é Espírito, e o carnal não pode sobrepor o espiritual. Em João 3.6, disse Jesus: O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é espírito.
Porem, o Senhor Jesus teve a preocupação de não deixar Maria desamparada, encarregou de cuidá-la a pessoa da sua maior confiança, o apóstolo a quem Ele mais amava. Criou entre ambos a convivência mais harmoniosa e afetiva entre os seres humanos, o amor maternal , para conforto de ambos.
Podemos observar também que apesar do respeito que o Senhor Jesus Cristo tinha por Maria, pois era sem pecado, em nenhum momento, dentro do Evangelho, Jesus Cristo deu o tratamento de mãe para Maria, Ele sempre a tratava por “mulher ”, justamente para não abrir precedente para adoração a ela e se desencadear uma abominável idolatria.
O ÚNICO E VERDADEIRO MEDIADOR
E em primeiro Timóteo 2.5 a palavra traz a certeza que Jesus é o único mediador entre Deus e o homem, observe: Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem, o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.
Louvai ao Senhor!

http://www.cristoeaverdade.net/index.php/estudos/71-idolatria

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1914 – O ANO EM QUE JESUS NÃO VOLTOU

As testemunhas de Jeová são admiráveis em seu trabalho de evangelismo e distribuição de publicações. Um dos ensinos mais propagado por elas é a da cronologia do 1914, data em que Jesus teria voltado de forma invisível. Eis os eventos que segundo a Sociedade Torre de Vigia, marcarem o ano de 1914:

• • Jesus Cristo foi empossado Rei celestial de Deus;
• • Houve uma Guerra no céu, e Satanás foi lançado na Terra;
• Iniciou-se a “presença de Cristo”, que tem sido marcada pelos sinais da sua vinda- guerras, fome, pestilências e terremotos;
• Os que pertencem aos 144000, incluindo os fiéis apóstolos de Jesus, passaram a ser ressuscitados em espírito, de modo que, quando um remanescente dos 144000 morre nos dias de hoje, ele é imediatamente ressuscitado pra a vida no Céu

Por mais sinceras que as Testemunhas de Jeová sejam, as crenças acima não estão de acordo com a Bíblia. Os versículos citados a seguir, nesta postagem, são da Tradução do Novo Mundo das Sagradas Escrituras. Comecemos por Revelação 1.7: “ Eis que ele vem com as nuvens e todo olho o verá, e aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra baterão em si mesmas de pesar por causa dele. Sim, amém.” Dizer que “nuvem” aqui indica “vinda invisível” e que “todo olho o verá” quer dizer “todos presenciarão os sinais da vinda de Jesus” é claramente torcer o texto, tirando dele a real mensagem que o Senhor quis transmitir, é adaptar o texto às crenças jeovistas – Jeremias 23.36; 2pedro3. 16. A Bíblia é clara, somente Deus conhece a data da vinda do Seu Filho-Mateus 24.36; Marcos13. 32. Enquanto a Torre de Vigia considera o ano de 1914 como uma data estabelecida por Jeová, Eis o que diz Atos 1.7: “Disse-lhes ele: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição;” . A posse de Jesus como Rei deveria ser acompanhado de eventos como:

• Volta visível e gloriosa de Jesus como Rei – Mateus 25.31; 2 Tessalonissenses 1.7-10; Revelação19.14
• Destruição dos atuais reinos do mundo – Daniel 2.44-45; Isaías 60.12
• Estabelecimento do governo de Deus na Terra – Revelação11.15; Isaías9.6-7; Miquéias 4.1-8

Já se passou um século desde 1914,e nada disso aconteceu, revelando que os cálculos dos chamados “estudantes da Bíblia” estava errado, isso nos lembra as palavras de Deuteronômio 18.22: “quando o profeta falar em nome de Jeová e a palavra não suceder nem se cumprir, esta é a palavra que Jeová não falou. O profeta proferiu-a presunçosamente. Não deves ficar amedrontado por causa dele.’” A Bíblia também mostra que todos os que exercem fé em Jesus vão para o Céu-João14. 1-3; Mateus5.12; Lucas6.23; Filipenses 3.20, e que os sinais da Presença de Cristo ocorrem antes da Sua vinda – Mateus24.1-35; Marcos13.1-33; Lucas21.5-36.. Leiamos agora Daniel 4.10-16, texto citado para defender a cronologia do 1914:
““‘Ora, aconteceu que eu estava vendo as visões da minha cabeça, sobre a minha cama, e eis que havia uma árvore no meio da terra, sendo enorme a sua altura. A árvore tornou-se grande e ficou forte, e a própria altura dela por fim atingiu os céus, e ela era visível até a extremidade da terra inteira. Sua folhagem era bela e seu fruto abundante, e havia nela alimento para todos. Debaixo dela os animais do campo procuravam sombra e nos seus galhos habitavam as aves dos céus, e toda a carne se alimentava dela.“‘Eu continuei a ver nas visões da minha cabeça, sobre a minha cama, e eis que havia um vigilante, sim, um santo, descendo dos próprios céus. Ele clamava em alta [voz] e dizia o seguinte: “Derrubai a árvore e cortai-lhe os galhos. Sacudi a sua folhagem e espalhai os seus frutos. Fujam os animais de debaixo dela e as aves dos seus galhos. Todavia, deixai-lhe o próprio toco na terra, sim, com banda de ferro e de cobre, entre a relva do campo; e seja molhado pelo orvalho dos céus e seja seu quinhão entre a vegetação da terra. Mude-se-lhe o coração daquele do gênero humano e dê-se-lhe um coração de animal,e passem sobre ele sete tempos.”-Damiel 4.10-16

• EXPLICAÇÃO DA TORRE DE VIGIA= “… O corte da árvore simbólica indica que o governo de Deus conforme representado pelos reis em Jerusalém seria interrompido… os “sete tempos [ou anos – Daniel 11.13]” abrangeriam um período de 2520 anos. Os 2520 anos começaram em Outubro de 607 AEC [antes da era comum; antes de Cristo], quando Jerusalém caiu diante dos babilônios e o reino da dinastia de Davi foi destronado. O período terminou em1914 e Jesus foi empossado Rei celestial de Deus…” – O QUE A BÍBLIA REALMENTE ENSINA

• EXPLICAÇÃO DA BÍBLIA= “ “‘A árvore que viste, que se tornou grande e ficou forte, e cuja altura finalmente atingiu os céus, e que era visível a toda a terra, e cuja folhagem era bela e cujo fruto era abundante, e em que havia alimento para todos; debaixo da qual habitavam os animais do campo e em cujos galhos residiam as aves dos céus, és tu, ó rei [Nabucodonosor], porque te tornaste grande e ficaste forte, e tua grandiosidade cresceu e atingiu os céus, e teu domínio, a extremidade da terra. “‘E sendo que o rei viu um vigilante, sim, um santo,descendo dos céus, dizendo também: “Derrubai a árvore e arruinai-a. Todavia, deixai-lhe o toco na terra, mas com banda de ferro e de cobre, entre a relva do campo, e seja molhado pelo orvalho dos céus e seja seu quinhão com os animais do campo, até terem passado sobre ele sete tempos”, esta é a interpretação, ó rei, e o decreto do Altíssimo é o que tem de sobrevir ao meu senhor,o rei. E expulsar-te-ão de entre os homens e tua morada virá a ser com os animais do campo, e vegetação é o que te darão para comer, como a touros; e tu mesmo virás a ser molhado pelo orvalho dos céus, e passarão mesmo sete tempos sobre ti, até saberes que o Altíssimo é Governante no reino da humanidade e que ele o dá a quem quiser.”Daniel 4.24-25. Durante sete anos, Nabucodonosor, rei da Babilônia, agiu como um louco selvagem e ficou afastado do trono, até que reconheceu a Soberania de Jeová e recebeu o reino de volta – Daniel 4.28-37

Eu não quero ser dogmático, mas você deverá escolher entre a explicação da Bíblia e a explicação da Torre de Vigia. Não tenho dúvidas de que existem muitas Testemunhas de Jeová sinceras, e se você é uma delas, certamente tomará uma decisão a favor da Palavra de Deus. Quem diz a verdade – A Bíblia ou as publicações da Sociedade Torre de Vigia? – João 17.17. Ore a Jeová, contando a Ele a sua decisão, e que Ele te abençoe! –Atos 17.11

Postado por Bruno dos Santos Queiroz

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205 PROVAS CONTRA O PRIMADO DE PEDRO

O presente estudo é, primeiramente, uma extensa e elaborada refutação a um famoso artigo católico feito por Dave Armstrong, que hoje está em praticamente a totalidade dos sites católicos que, no Brasil e no mundo, repetem e divulgam uma lista de 50“provas” do primado de Pedro.

Foi só depois de muito tempo que eu decidi elaborar uma refutação àquele artigo, não apenas respondendo a todos os pontos de Arsmstrong, mas também realizando 205 provas contra o primado de Pedro, que refutam amplamente todas as supostas “evidências” que ele achou isoladamente na Bíblia.

Para mostrar que o evangelho bíblico não é formado por uma ou outra passagem isolada que não pode fundamentar doutrina, busquei mostrar um conteúdo bíblico muito maior, demonstrando com clareza que o estudo de Dave foi extremamente arbitrário e que ignorou absolutamente o conteúdo total das Escrituras que vigorosamente repudiam todas as tentativas dele.

Sem mais delongas, irei passar as 205 provas abaixo encontradas ao longo de toda a Escritura, divididas especialmente em quatro pontos principais:

1. A suposta supremacia de Pedro sobre os demais apóstolos em geral.

2. A suposta supremacia de Pedro sobre João.

3. A suposta supremacia de Pedro sobre Paulo.

4. O suposto primado de Pedro em Roma, durante 25 anos.

Depois de tudo isso, creio que não sobrará mais pessoas que continuam preferindo levar cacetadas com as suas passagens bíblicas isoladas. Qualquer um que analisar o Novo Testamento minuciosamente como eu fiz antes de elaborar o presente estudo, percebe com facilidade como que aquilo que a Bíblia mais derruba é o suposto “primado de Pedro”. Leiam e divirtam-se. A paz de Cristo seja com todos os irmãos.

-Provas de que Pedro não exercia primazia sobre os demais apóstolos

1. Os discípulos perguntaram “quem é o maior no reino dos céus” (Mt.18:1). Jesus, no entanto, não aproveitou a oportunidade para dizer que era Pedro, muito pelo contrário! Se Pedro exercesse uma primazia dentre os apóstolos, não haveria qualquer problema para Jesus terminar logo com a questão respondendo assim como os católicos declaram abertamente – que é Pedro, e fim de papo!

2. O fato dos discípulos disputarem entre si acerca de qual deles era o maior nos mostra que não existia uma primazia entre eles, nem mesmo depois de Mt.16:6 (note que a disputa veio depois disso, em Mt.18:1). Se os discípulos haviam entendido a declaração de Jesus em Mateus 16:16 (ou qualquer outra) como um indício da superioridade de Pedro sobre os demais, não haveria tal disputa, e nem seria necessário perguntar para Jesus“qual deles era o maior”, sendo que já estava decidido que era Pedro! Isso faria tanta lógica quanto um católico perguntar sobre quem exerce maior domínio, se o papa ou os que estão abaixo dele. O próprio fato desta questão ser levantada já nos mostra que não existia tal primazia, e ainda mais o fato de Jesus ter negado isso acentua ainda mais tal fato.

3. Jesus afirmou que os governantes das nações as dominam e as pessoas importantes exercem poder sobre elas, mas que não seria assim entre os discípulos (Mt.10:42,43). Ora, se Jesus concordasse com o domínio que o papa exerce sobre os demais (bispos e clérigos), então ele teria dito exatamente o contrário, isto é, que Pedro era líder dentre eles, assim como os governantes das nações eram líderes dentre eles. O fato de Cristo não acentuar uma igualdade, mas sim um contraste, nos mostra de forma muito clara que, realmente, não existiria uma superioridade entre eles: “Vocês sabem que aqueles que são considerados governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês”(Mc.10:42).

4. Jesus chamou Pedro de “homem de pequena fé” (Mt.14:31), porque este duvidava (Mt.14:31).

5. Pedro teve a audácia de repreender Jesus (Mt.16:22), e foi repreendido como um demônio (Mt.16:23), por estar atuando como “pedra de tropeço” (Mt.16:23 – NVI; “motivo de escândalo” – ARA).

6. Jesus repreendeu Pedro por “não pensar nas coisas de Deus, mas só nas dos homens” (Mt.16:23).

7. Não era somente Pedro que tinha o poder de“ligar ou desligar”, pois esta autoridade foi outorgada por Cristo a todos os discípulos (Mt.18:18). Novamente, Pedro aparece na mesma condição de igualdade entre os demais apóstolos, sendo que estes estavam revestidos com a mesma autoridade dele!

8. Pedro não tinha o discernimento espiritual acerca do significado da parábola (Mt.15:15), assim como a multidão.

9. Pedro foi novamente repreendido por Jesus por não ter conseguido vigiar com ele nem por uma hora (Mt.26:40).

10. Enquanto Judas foi o único discípulo que entregou Jesus a morte, Pedro foi o único discípulo que negou publicamente Jesus em sua morte (Mt.26:69,70).

11. Pedro continuou negando a Jesus, mesmo depois de se amaldiçoar e jurar (Mt.26:74).

12. Mais uma vez os discípulos haviam discutido entre si acerca de qual era o maior (Mc.9:33,34 e Mc.10:41,42). Em ambas às vezes, Jesus em nenhum momento aponta Pedro como sendo este líder, como os católicos fazem sem rodeios. Ao contrário, ele confirma que isso não aconteceria entre eles (Mc.10:43).

13. Pedro continuou demonstrando sua falibilidade, pedindo para Jesus se afastar dele (Lc.5:8), confessando ser“homem pecador” (Lc.5:8). Ele não se destacava por ser mais santo ou justo do que os outros! Note o contraste em relação a outro discípulo, Natanael, em João 1:45.

14. De acordo com a narrativa de João, André foi o primeiro discípulo a seguir Jesus, e não Pedro (Jo.1:40,41). Pedro só o seguiu depois que André o chamou (Jo.1:41).

15. O maior elogio de caráter encontrado nas palavras de Cristo não é direcionado a Pedro, mas a Natanael –um “verdadeiro israelita, em quem não há falsidade” (Jo.1:45).

16. Embora muitas vezes seja Pedro quem se adiante em responder as perguntas de Cristo, outras várias vezes não é ele. Por exemplo, em João 11:26 esse papel ocupa-se na pessoa de Tomé, encorajando todos os demais discípulos a irem até a morte por Cristo (Jo.11:16).

17. Quando os gregos quiseram se dirigir a Jesus, eles não foram procurar o “líder” Pedro como “a boca dos apóstolos” para comunicar Jesus. Ao contrário, eles preferiram se dirigir a Filipe (Jo.12:20). Curiosamente, este também não se deu ao trabalho de ir comunicar ao “líder” Pedro, mas sim a André (Jo.12:22). Tampouco este teve a preocupação de transmitir ao “líder” Pedro, mas trouxe a mensagem a Jesus (Jo.12:22). Novamente é desconhecida qualquer autoridade de Pedro sobre os demais discípulos!

18. Jesus disse que “nenhum enviado é maior do que aquele que o enviou” (Jo.13:16). Curiosamente, não era Pedro quem enviava os missionários da igreja, mas ele mesmo que recebia ordens dos demais e era enviado pelos apóstolos: “Os apóstolos em Jerusalém, ouvindo que Samaria havia aceitado a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João”(At.8:14). Portanto, de acordo com as regras de Cristo (“o enviado não é maior do que aquele que o enviou”), Pedro só poderia estar, no máximo, em igualdade com os demais apóstolos. Exatamente o que todas as evidências apontam!

19. Não era Pedro “o discípulo a quem Jesus amava”, mas João (Jo.13:26).

20. Não foi Pedro quem se reclinou no seio de Jesus, mas João (Jo.13:26; Jo.13:25).

21. Jesus nega a veracidade da declaração de Pedro em João 13:37. Além disso, prevê as suas negações que ocorreriam na sequencia (Jo.13:37,38).

22. É Tomé quem pede orientações sobre o Caminho (Jo.14:5), levando Cristo a fazer a enfática declaração conhecida de João 14:6, de que ele era “o caminho, a verdade e a vida”(Jo.14:6).

23. É Filipe quem pediu que Jesus revelasse o Pai (Jo.14:8).

24. É Judas (não o Iscariotes) quem pergunta sobre a manifestação de Cristo em nossas vidas (Jo.14:22). Novamente vemos que Pedro estava longe de ser unaminidade entre todas as vezes que alguém toma a palavra!

25. Jesus entregou sua mãe, Maria, aos cuidados do discípulo amado, João, e não de Pedro (Jo.19:26,27). Isso deve soar ainda mais forte para os católicos, que elevam às alturas os títulos de Maria, considerando-a “mãe da Igreja”. Portanto, de acordo com essa mesma lógica, foi João quem cuidou da “mãe da Igreja”, e não Pedro!

26. Pedro não aparece ao pé da cruz, onde estavam o apóstolo João, e algumas mulheres descritas em João 19:25, que perseveraram até o fim por amor a Cristo e não desistiram de segui-lo até mesmo ao pé da cruz!

27. O primeiro dos discípulos a chegarem no sepulcro foi João, e não Pedro (Jo.20:4).

28. Não foi Pedro sozinho quem ordenou os presbíteros, mas todos os doze, reunindo todos os discípulos (At.6:2).

29. Pedro não tomou para si a escolha dos “sete homens de bom testemunho” (Jo.6:3,4), mas os apóstolos em comum acordo disseram para “escolherem entre vocês” (v.3) os homens que deveriam ser escolhidos.

30. Anos mais tarde, Pedro mais uma vez continuava demonstrando a sua fabilidade, agora também em aspectos doutrinários, como em Atos 10:15, considerando certos alimentos como “coisa imunda e profana” (At.10:15), quando o próprio Jesus havia “declarado puros todos os alimentos” (Mc.7:19)!

31. Pedro se igualou em Cornélio, se colocando na mesma posição de homem como ele, e não “acima” dele (At.10:25,26).

32. Pedro rejeitou o ato de se prostrarem diante dele (At.10:25,26). Os papas, ao contrário, aceitam todo e qualquer tipo de pessoas que, constantemente, se prostram aos seus pés e beijam-lhe as mãos! Quanta diferença de Pedro para os papas! Enquanto Pedro deixava o exemplo a ser seguido pelos cristãos, os papas (usurpando o lugar de Pedro) aceitam todo e qualquer tipo de “reverência” que Pedro jamais aceitou!

33. Não foi a igreja de Roma quem enviou Paulo e Barnabé a Antioquia (lembre-se novamente de João 13:16), mas sim a “igreja em Jerusalém” (At.11:22). Levando em conta o argumento católico de que Pedro era bispo de Roma, e a suposição de que Roma (assim como Pedro) exercia primazia sobre as demais comunidades locais, este fato aponta muito mais para a supremacia da igreja em Jerusalém, derrubando mais este mito católico. De duas, uma: Ou Roma não era maior que Jerusalém (e portanto Pedro não era maior do que Tiago ou o bispo que dirigia a igreja em Jerusalém), ou Pedro não era bispo em Roma!

34. Não era Pedro que enviava os seus “súditos”, mas ele próprio que recebia ordens e instruções dos demais (At.8:14). Ele era enviado da mesma forma que Barnabé (At.11:22) e, em seguida, Judas e Silas (At.15:22), que são enviados mais tarde. Não há qualquer indício de que Pedro é o único responsável das coisas ou uma espécie de “mandatário” da Igreja! Se Pedro fosse o líder da igreja, como poderia, ele próprio, ser enviado para Samaria com João, pela igreja, em lugar de estar ele à frente enviando missionários?

35. Pedro não era o único que tinha as “chaves”, pois Paulo e Barnabé “abriram a porta da fé aos gentios”(At.24:27), todos os apóstolos tiveram a autoridade das chaves para “ligar e desligar” em Mateus 18:18, e os próprios fariseus a detinham, mas não a usavam corretamente (Lc.11:52).

36. O maior Concílio da Igreja primitiva não foi realizado em Roma, mas em Jerusalém (At.15:2). Se Roma era a sede de Pedro, e Pedro era o “príncipe dos apóstolos”, então logicamente deveria ser a mais indicada para ser a sede de tal Concílio. O fato de que este só ocorreu em Jerusalém nos mostra que ou Pedro nunca esteve em Roma como papa, ou então ele de fato não tinha qualquer autoridade em nível superior aos demais apóstolos.

37. Paulo e Barnabé foram tratar dessa questão com “os apóstolos e anciãos” (At.15:2), e não com Pedro em sentido singular.

38. Pedro não foi o que abriu o Concílio, nem tampouco o que fechou, nem sequer aquele que teve a palavra mais importante!

39. Não foi Pedro quem se levantou primeiro para definir a questão com o seu “dom de infalibilidade”, pois ele só se disse algo “depois de muita discussão” (At.15:7).

40. Pedro, ao discursar, não se declarou como “papa”, nem sequer como estando exercendo primazia sobre os outros, nem menos como aquele único que tinha a infalibilidade. Ao contrário, ele apenas ressalta o seu ministério entre os gentios (At.15:7) em função de suas várias viagens missionárias (At.9) por Samaria(At.8:25), Lida (At.9:32), Cesaréia(At.10:1), Jope(At.10:5), Antioquia (Gl.2;11). Ele não afirma ser “bispo universal”, mas apenas ressalta um ministério missionário entre os gentios!

41. Foram os “apóstolos e anciãos”(At.15:6) que trataram deste assunto. Novamente, a supremacia única de Pedro é incógnita!

42. Foi Tiago quem presidiu o Concílio de Jerusalém. Toda a carta enviada aos gentios foi baseada inteiramente nas palavras de Tiago, e não de Pedro (At.15:19-21).

43. Quando Tiago tomou a palavra, todos se calaram (At.15:13).

44. Foi Tiago quem fechou o Concílio, e não Pedro. Quando perguntamos acerca de todos os pontos fundamentais pelos quais podemos identificar alguém que preside uma assembléia, Tiago preenche perfeitamente todas as perguntas: Quem deu a palavra final? Tiago.Quem deu o veredicto? Tiago.A sugestão de quem foi decidida como a própria carta que seria enviada aos gentios? Tiago! O papel de Pedro neste Concílio não pode nem de longe ser comparada à liderança de Tiago! Isso derruba as chances de Pedro ser papa, pois, desta forma, seria ele mesmo quem presidiria o Concílio, e faria uso de sua “infalibilidade” para decidir a questão!

45. O parecer final não foi de Pedro, mas sim dos “apóstolos, anciãos e toda a igreja” (At.15:22) em geral. Foram eles quem enviaram Paulo e Barnabé a Antioquia (At.15:22) com a resposta, e não Pedro.

46. Também a própria carta enviada aos gentios com a descrição da decisão tomada por parte da liderança da Igreja em nada tem parte com alguma primazia de Pedro, nem menos sugere isso. Ele tão somente se limita a dizer que foram “os irmãos apóstolos e presbíteros”(At.15:23), sem fazer média ou status particular para Pedro como “líder máximo”da Igreja.

47. Muitos anos depois, Paulo continuava sem preocupação em visitar a igreja de Roma, mas se mostrava decidido a “com pressa chegar a Jerusalém” (At.20:16). Se fosse Roma e não Jerusalém a sede do Cristianismo, onde Pedro atuava como “papa”, Paulo certamente iria ter pressa em chegar a Roma, e não a Jerusalém! Ademais, vemos que Paulo foi a Jerusalém com o intuito de visitar Tiago (At.21:18). Se fosse Pedro a autoridade máxima pela qual Paulo devia submissão, ele iria ter pressa a chegar em Roma e falar com Pedro, fato no qual a Bíblia simplesmente silencia do início ao fim!

48. Quando Pedro foi liberto da prisão, ele disse para que anunciassem isto a Tiago (At.12:17), que evidentemente deveria ser o primeiro a ficar sabendo das coisas.

49. Não é Pedro o indicado como sendo “o líder da seita dos nazarenos” (At.24:5), mas Paulo.

50. Pedro não é apontado como sendo a única coluna da Igreja, mas divide o lugar com outros (Gl.2:9).

51. Paulo coloca Tiago como sendo a primeira coluna da Igreja em Gálatas 2:9, colocando-o antes de Pedro que só aparece em segundo. Além do fato de Pedro não ser a coluna principal da Igreja (como seria caso fosse papa) e tem que dividir lugar com os outros, ele ainda é mencionado atrás de Tiago! Ora, a “coluna da Igreja” é um sinal de liderança, de autoridade. Portanto, Pedro nem é o único líder, muito menos o primeiro!

52. A Pedro havia sido confiada a pregação do evangelho aos circuncisos (judeus), assim como Paulo aos incircuncisos (gentios) – Gl.2:6-8. Novamente, nenhum indício de “primado universal” é existente, visto que Pedro não é bispo de gentios e judeus, mas é indicado por Paulo como tendo um ministério voltado para os judeus, enquanto que ele (Paulo) para os gentios. Além do fato de que se Pedro fosse bispo em Roma ele seria dos incircuncisos (gentios), também temos a triste constatação de que ele não ocupa uma jurisdição universal, mas apenas um ministério local no mesmo nível de Paulo (Gl.2:6-8).

53. Jesus é apontado como sendo a única pedra angular da Igreja (Ef.2:20), e nós estamos edificados “sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas” (Ef.2:20), e não de Pedro. Mais uma vez, Pedro não é indicado como o fundamento ou pedra principal da Igreja, mas apenas um no meio de tantos apóstolos e profetas, edificados sobre aquela única pedra angular que é Jesus Cristo!

54. Mais uma vez, Jesus é apontado como sendo o único fundamento (1Co.3:11). O próprio Pedro declarou que a pedra em questão era Jesus (1Pe.2:4), e que ele (como os demais cristãos) eram“pedras vivas” edificadas sobre a pedra principal (1Pe.2:4-6).

55. Pedro, ao escrever as suas duas epístolas conhecidas, NUNCA se identificou com os termos que a Igreja Católica inadvertidamente atribuiu a ele: papa, príncipe dos apóstolos, chefe, cabeça, bispo dos bispos – são todos termos totalmente desconhecidos para Pedro. Ele simplesmente se identifica do modo que ele era: “apóstolo” (1Pe.1:1) e “servo” (2Pe.1:1). Por mais que o catolicismo tenha inventado muitos mitos sobre Pedro que surgiram muito tempo depois, não há nada nos escritos deste mesmo apóstolo que possa indicar uma ostentação maior do que a de “apóstolo” e“servo”, assim como todos os demais apóstolos!

56. Pedro não tinha “nem prata nem ouro” (At.3:6). Os papas, contudo, tem amplas quantias de ambos!

57. Em nenhum momento Paulo ou qualquer outro apóstolo identifica na figura de Pedro uma autoridade máxima em seus escritos. Ao contrário, o que vemos é Paulo afirmando com clareza que Deus“designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres” (Ef.4:11). Note que nem “papa”,nem qualquer coisa do tipo, aparece como sendo um cargo na Igreja. Dito em termos simples, Paulo inocentemente se “esquece” justamente daquilo que é o mais importante dentro da Igreja Católica!

58. Quando os irmãos da Judéia ouviram falar que os gentios ouviram a palavra de Deus, criticaram Pedro, por ter comida na casa de homens incircuncisos (At.11:1-3). Dificilmente eles teriam feito isso caso Pedro fosse papa infalível, pois estariam indo contra uma autoridade superior, sendo-lhes subalternos.Pedro também não se defendeu com base em pressupostos infalíveis para si, nem sequer apela para uma autoridade supostamente maior do que a deles, mas passa um longo tempo dando explicações a respeito (At.11:4-7).

59. Se existisse um “papa” (que advém da palavra “pai”), Jesus não teria dito que “a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é vosso Pai, o qual está nos céus” (Mt.23:9).

60. Não é Pedro o Sumo Pontífice, mas Jesus. Assim como os sacerdotes do AT eram uma sombra dos sacerdotes (ministros de Deus) do NT, assim também o sumo sacerdote era uma figura de um sacerdote maior, superior aos sacerdotes “comuns”. Se Pedro fosse papa, seria a figura perfeita identificável como esse “Sumo Sacerdote”, ou “Sumo Pontífice”(como os próprios católicos lhe atribuem, assim como aos demais papas). Contudo, biblicamente é só Jesus o nosso Sumo Sacerdote (Hb.6:20; 10:21; 7:23-25; 8:4)!

61. Além disso, o pré-requisito para cumprir as figuras do AT e se tornar Sumo Pontífice à luz da Nova Aliança incluia ter um “sacerdócio permanente” e “viver para sempre para interceder por eles” (Hb.7:23-25). Além disso, ele também precisava ser “santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus” (Hb.7:26).. Ora, todas essas coisas não se encaixam na figura de Pedro, mas somente em Cristo. Portanto, Pedro não era o Sumo Scerdote/Sumo Pontífice!

62. Por fim, quando é traçada uma analogia entre o Sumo Pontífice nos céus e o Sumo Pontífice (Sacerdote) na terra, não é para falar de Pedro, mas sim dos israelitas que apresentavam as“ofertas prescritas pela lei” (Hb.8:4). Novamente, Pedro não é indicado como sendo o Sumo Pontífice na terra, pois este título só lhe foi atribuído mais tarde pela Igreja Católica, bem como aos demais papas.

63. O Sumo Pastor indicado pelo próprio Pedro não se trata dele mesmo, mas de Cristo (1Pe.5:4).

64. Pedro escreve para que os que pastoreiam não agirem como dominadores do rebanho (1Pe.5:3), exatamente a postura dos papas, que dominam todo o “rebanho” chamado Igreja Católica Romana!

65. Pedro escrevia na posição de“presbítero” (1Pe.5:1). A Igreja Católica declara um presbítero como sendo“inferior ao bispo” (Concílio de Trento, Cân.7, 967), e afirma ainda que os presbíteros não podem exercer certas funções por serem de ordem inferior (Concílio de Trento, Cân.7, 960). Ora, será que Pedro, escrevendo como“presbítero” (1Pe.5:1), era de ordem inferior? Poderia ele ser papa, já que o presbítero não pode exercer “certas funções”? Eis o testemunho da própria Igreja Católica com relação ao rebaixamento de cargo de presbítero como “ordem inferior”, o que feriria o próprio conceito de Pedro – que era presbítero –sendo da ordem mais superior existente na Igreja!

66. Ademais, Pedro escrevia aos presbíteros, dizendo que “o faço na mesma qualidade de presbítero como eles”(1Pe.5:1), isto é, em igualdade com eles, e não superioridade, como seria no caso de que ele exercesse um primado sobre todos os demais!

67. É dever de todos os bispos e presbíteros pastorearem o rebanho de Deus, e não só de Pedro (1Pe.5:1,2; At.10:28). Era dever de todos “apascentarem a igreja de Deus” (At.10:28). Cristo se dirigiu especificamente a Pedro na ocasião de João 21:17 por causa das negações do apóstolo mencionadas anteriormente. Pedro negou Jesus três vezes, e Cristo lhe deu a oportunidade de reafirmar o seu amor por seu Mestre três vezes.

68. Pedro foi repreendido por Paulo face a face em Antioquia, “porque era repreensível” (Gl.2:11). Jamais um católico chamaria o papa de “repreensível”, nem tampouco lhe resistiria na face!

69. Além disso, Paulo afirma que Pedro “não estava andando de acordo com a verdade do evangelho” (Gl.2:14), e que havia agido com “hipocrisia” (Gl.2:13). Dificilmente um papa infalível em matéria de fé poderia ser classificado desta forma. Se Pedro fosse papa, Paulo teria respeitado a autoridade máxima e infalível de Pedro na decisão que tomasse, ao invés de repreendê-lo em público e em carta, sem mencionar a suposta “autoridade” que Pedro tinha acima dele!

70. Pedro “temia os que eram da circuncisão” (Gl.2:12). Se Pedro fosse papa, seriam os cristãos judeus que deveriam temê-lo!

71. Pedro agiu com dissimulação quando viu que chegavam “alguns da parte de Tiago” (Gl.2:12), passando a se separar dos gentios por causa disso (v.12). Se Tiago estivesse sob a liderança de Pedro, não haveria motivos de temê-lo, nem tampouco de censurar os gentios por medo dos que vieram da parte de Tiago. O episódio não faz lógica na visão de que Pedro era acima de Tiago em autoridade apostólica. Se assim fosse, Pedro não temeria um “inferior” a si mesmo, muito menos os enviados “da parte” dele! Ao contrário, seria o próprio Pedro que daria ordens e manteria a sua posição de autoridade como líder.

-Provas de que Pedro não exercia primazia sobre João

72. João, junto a Mateus, foi o único apóstolo entre os 12 que compôs um evangelho.

73. João foi o único apóstolo escolhido pelo Senhor para ter a revelação do Apocalipse, na ilha de Patmos, acerca dos acontecimentos finais e escatológicos.

74. João escreveu mais epístolas que Pedro, além do próprio evangelho e do Apocalipse. Como bem disse Jerônimo, definindo perfeitamente todo esse quadro: “Pedro é um Apóstolo, e João é um Apóstolo – um é um homem casado, o outro um virgem; mas Pedro é somente um Apóstolo, enquanto João é um Apóstolo, um Evangelista, e um Profeta. Um Apóstolo, porque escreveu às Igrejas como mestre; um Evangelista, porque compôs um Evangelho, coisa que nenhum outro Apóstolo, exceto Mateus, fez; um profeta, porque viu na ilha de Patmos, onde tinha sido desterrado pelo imperador Domiciano como um mártir do Senhor, um Apocalipse contendo os ilimitados mistérios do futuro” (Contra Joviniano)

75. De todos os discípulos, João era o único considerado o “discípulo amado” (Jo.13:26; Jo.13:25).

76. Mesmo quando ele e Pedro corriam para chegar ao sepulcro, há uma clara distinção entre “Simão Pedro e o outro discípulo, a quem Jesus amava” (Jo.20:2), claramente diferenciando que esse “discípulo a quem Jesus amava” era o outro (João), e não o próprio Pedro.

77. João foi o único discípulo que se reclinou sobre o peito de Jesus (Jo.13:23).

78. João foi o único discípulo escolhido por Jesus para saber acerca de qual discípulo que lhe iria trair (Jo.13:26).

79. João teve que corrigir por escrito um erro de Pedro que se espalhou entre irmãos, acerca de que ele não deveria morrer (Jo.21:20-24).

80. João foi o primeiro discípulo a chegar ao sepulcro (Jo.20:4).

81. João foi o único discípulo a quem Jesus confiou a sua mãe aos seus cuidados (Jo.19:26,27).

82. João não negou Jesus.

83. João sempre esteve presente nos eventos mais importantes. Ele entrou com Jesus na casa do chefe principal da sinagoga, na ressurreição de Talita (Mc.5:37). Ele foi com Jesus para o Monte das Oliveiras, momentos antes da crucificação (Mc.14:33). Ele estava junto com Jesus na cena da transfiguração no monte, junto a Moisés e Elias (Mc.9:2). Ele subiu a um monte para orar junto com Jesus (Lc.9:28). Ele foi considerado como uma das principais colunas da Igreja (Gl.2:9). Se Pedro deve ser considerado o “líder máximo” com base em sua presença em eventos importantes como esse, João certamente não poderia deixar de ser também, visto que ele estava junto a Pedro e Tiago em todas essas ocasiões!

84. João foi o único discípulo que seguiu Jesus até ao pé da cruz, enquanto todos os outros fugiram, Judas o traiu, e Pedro o negou (Jo.19:26).

-Provas de que Pedro não exercia primazia sobre Paulo

85. Paulo viu o Senhor Jesus (At.9:27) e “pregou corajosamente em seu nome” (At.9:27), sendo o apóstolo que mais trabalhou (1Co.15:10).

86. Toda a assembléia dos crentes em Jerusalém (no Concílio) ficou em silêncio, enquanto ouvia Paulo e Barnabé falando de todos os sinais e maravilhas que Deus fizera entre os gentios por meio deles (At.15:12).

87. Paulo era um dos profetas e doutores existentes na Igreja, apontados em Atos 13:1.

88. Paulo e Barnabé foram os separados para a obra do Senhor (At.13:2).

89. Paulo é o primeiro a reconhecer e refutar a heresia, contra Elimas, o mágico (At.13:9-12).

90. O procônsul da cidade, sendo homem “culto” (At.13:7) e de grande importância na cidade, creu por meio da repreensão de Paulo a Elimas, “profundamente impressionado com o ensino do Senhor” (At.13:12).

91. Paulo foi o único a se levantar para defender o Cristianismo em Antioquia da Pisídia (At.13:14-16).

92. Paulo foi o apóstolo que mais edificou a Igreja com epístolas apostólicas, sendo treze no total. Um número bem maior do que Pedro, por exemplo, com apenas duas.

93. Paulo foi o apóstolo que mais fundou a igrejas na história do Cristianismo primitivo.

94. Paulo foi o único apóstolo que chegou a pregar a uma cidade inteira que se reuniu para ouvir a palavra do Senhor (At.13:44).

95. Grande multidão de judeus e gentios creram por meio da pregação de Paulo a sinagoga judaica (At.14:1).

96. Paulo e Barnabé foram os únicos a se levantar para defender a fé cristã diante de judeus e gentios em Icônio (At.14:1).

97. Paulo opera um milagre notório em um paralítico (At.14:10), a tal ponto que a grande multidão chegou a pensar que ele era um deus (At.14:11).

98. Paulo pregou as boas novas e fez muitos discípulos em Antioquia e em Icônio (At.14:21).

99. Paulo é o único apóstolo conhecido a intitular presbíteros em cada igreja e os encomendar ao Senhor (At.14:21).

100. Paulo fez uso das “chaves” para“abrir a posta da fé aos gentios” (At.14:27), para que eles também pudessem por meio da sua pregação ouvirem a palavra do Senhor, e serem salvos.

101. Paulo fez uso da autoridade do nome de Jesus Cristo para expulsar um espírito maligno, que saiu imediatamente (At.16:18).

102. Os sete filhos do chefe da sinagoga judaica repreendiam os espíritos malignos com base em “Jesus a quem Paulo prega” (At.19:13). Em nenhum momento Pedro é indicado por eles ou por qualquer outro como autoridade suficiente para repelir demônios.

103. Existiam duas pessoas na fé cristã que, de tão importantes que eram, se fizeram “conhecidos” de nome até pelo demônio, que fez questão de ressaltá-los. São eles: (1) Jesus; (2) Paulo (At.19:15).

104. Deus intervém a favor de Paulo com terremotos violentos ao ponto de abalar os alicerces de uma prisão (At.16:22-26). Em nenhuma outro momento no Novo Testamento Deus intervém na natureza de tal maneira a favor de um servo seu.

105. Paulo esteve a frente do batismo do carcereiro e de toda a sua família (At.16:33).

106. Paulo é o apóstolo que mais batizou pessoas registradas na Bíblia (At.16:33; 1Co.1:16; At.19:5; At.18:8, etc).

107. Paulo era oficialmente um cidadão romano, que tinha inúmeros privilégios naquele tempo (At.16:38).

108. Paulo estava a frente do encorajamento aos discípulos na fé. Foi ele quem se encontrou com os irmãos em Tiatira, e os encorajou a prosseguirem na caminhada da fé (At.16:40).

109. Paulo é o apóstolo que mais entrava nas sinagogas judaicas para debater com os judeus (registrado na Bíblia). Por três sábados consecutivos ele foi à sinagoga discutir com eles com base nas Escrituras (At.17:2).

110. Paulo foi o único apóstolo a defender a fé cristã no famoso Areópago em Atenas, de que se tenha registro bíblico (At.17:22).

111. Enquanto alguns apóstolos como Pedro eram casados (1Co.9:5), “Paulo se dedicava exclusivamente à pregação”(At.18:5).

112. Paulo é o único apóstolo de que se tenha registro de ter fortalecido todos os discípulos por toda a região da Galácia e da Frígia (At.18:23).

113. Paulo “argumentava convincentemente acerca do Reino de Deus” (At.19:8), convencendo os judeus de que Jesus era o Cristo.

114. Não se tem registro de um apóstolo mais perseguido do que Paulo. Nas palavras dele: “…eu tenho trabalhado mais do que eles e tenho estado mais vezes na cadeia. Tenho sido chicoteado muito mais do que eles e muitas vezes estive em perigo de morte” (2Co.11:23). A partir da leitura de 2Coríntios 11:23-29 vemos o testemunho dele mesmo de que era ele o apóstolo mais perseguido na história da Igreja cristã primitiva (em seus primeiros anos).

115. Paulo foi o único apóstolo da história da Igreja que pregou para “todos os judeus que viviam na província da Ásia” (At.19:10). Por dois anos, todos eles chegaram a ouvir a palavra do Senhor, através da pregação deste abençoado apóstolo. Não se tem registro histórico de algum apóstolo na história da Igreja que tenha conseguido um alcance tão grande em termos de propagação da fé aos não-salvos.

116. Paulo ressuscita o jovem Êutico (At.20:10-12), em mais uma grande demonstração do poder de Deus através da vida dele.

117. Paulo instrui os pastores, bispos e presbíteros da Igreja, durante três anos jamais deixando de advertir cada um deles em sua caminhada cristã (At.20:31).

118. Todos os bispos, pastores e presbíteros fizeram “grande pranto” por Paulo, lançando-se ao pescoço dele e o beijando (At.20:37). É provavelmente a maior demonstração de carinho e consideração de que se tenha notícia em favor de um apóstolo.

119. Deus escolheu Paulo dentre todos os antepassados para fazer conhecer a verdade por meio dele (At.22:14,15), para ver o justo e ouvir as palavras de sua boca (At.22:14,15).

120. Ele é um dos únicos a receber diretamente de Deus a garantia de “ser testemunha a todos os homens, daquilo que viu e ouviu” (At.22:15).

121. Paulo é o único apóstolo que afirma ter cumprido plenamente a vontade de Deus, “tendo cumprido meu dever para com Deus com toda a boa consciência, até o dia de hoje” (At.23:1).

122. Paulo começa defender a autoridade do seu ministério em sua epístola aos Gálatas. Ele escreve dizendo que foi para a Judéia com a finalidade de falar com os que “pareciam mais influentes” (Gl.2:6). De acordo com o catolicismo, isso certamente deve incluir Pedro. Porém, ele afirma que “o que eram então não faz diferença para mim”(Gl.2.6)! Dificilmente ele teria sido tão “insubordinado” a um cargo acima do dele, tão especial de “infalível” como é o de “papa” (caso isso existisse, é claro!).

123. Paulo afirma que tais homens mais influentes “não me acrescentaram nada” (Gl.2.6). Eles nada tinham para acrescentar na vida de Paulo, além daquilo que ele já sabia ou já era!

124. Paulo, ao afirmar mais claramente quem eram esses “homens influentes”, não diferencia Pedro dos demais, como sendo o mais importante. Ao contrário, ele generaliza junta a Tiago e João. Nem tampouco faz questão de citar Pedro como sendo o primeiro dentre eles, mas coloca Tiago como a primeira coluna da Igreja, na frente inclusive do próprio Pedro (Gl.2:9).

125. Paulo afirma que “a mim havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos. Pois Deus, que operou por meio de Pedro como apóstolo aos circuncisos, também operou por meu intermédio para com os gentios” (Gl.2:7,8). Nota-se claramente o tom de igualdade entre Paulo e Pedro. Ele não coloca Pedro acima dele, mas sim em posição de igualdade, ao afirmar que Deus operou da mesma forma entre eles, igualmente, e não desproporcionalmente a um em detrimento de outro.

126. Paulo foi o escolhido de Deus para “abrir os olhos do seu próprio povo e dos gentios, para convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus” (At.26:17,18). Embora essa seja uma função de todos os cristãos, para foi escolhido de Deus para receber esse chamado diretamente Dele, dentre tantos outros.

127. Paulo foi considerado “o principal cabeça da seita dos nazarenos -και ειναι πρωτοστατης της αιρεσεως των Ναζωραι” (At.24:5). A presença do artigo definido e do πρωτοστατην no singular nos mostra claramente que Paulo era factualmente o líder dos cristãos apontado pelo famoso advogado Tértulo (At.24:2), com o consentimento dos judeus e de Lucas, o evangelista que confirmou e registrou isso nos Atos dos Apóstolos. Mais uma vez vemos que é Paulo – e não Pedro – o mais indicado para ser “líder da seita dos nazarenos”!

128. Paulo exaltava o seu próprio ministério (Rm.11:13).

129. Cristo realizou por intermédio de Paulo em palavra e em ação (Rm.15:18). Ele foi o único apóstolo de que se tenha registro de ter “proclamado plenamente o evangelho de Cristo” (v.19) desde “Jerusalém e arredores, até o Ilírico” (v.19).

130. Paulo é o único apóstolo que escreve que estava vivendo “na plenitude da bênção de Cristo” (Rm.15:19).

131. Paulo usava a autoridade do nome de Jesus Cristo para suplicar a todos os romanos, passando-lhes ordens para que obedecessem “em um só pensamento e num só parecer” (Rm.1:10).

132. O nome de Paulo aparece primeiro em relação a Pedro em Romanos 1:12. Paulo aparece em primeiro lugar, Apolo em segundo, enquanto Pedro é só o terceiro (o último listado). Se os católicos querem mesmo convencer que o fato do nome de alguém ser mencionado primeiro quer dizer que este tem primazia sobre os outros que vem depois (como eles constantemente fazem com a lista dos discípulos), então aí está uma baita dor de cabeça que coloca Pedro atrás de Paulo e Apolo!

133. Paulo afirma que eles eram apenas servos por meio dos quais os coríntios vieram a crer (1Co.3:5), de modo que “nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus”(1Co.3:7). De fato, tal quadro não ocorre no catolicismo, onde o papa “possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode exercer sempre livremente este seu poder” (Catecismo Católico, §882).

134. Paulo afirma que foi ele (e não Pedro) quem lançou o alicerce na igreja (1Co.3:10).

135. Ao invés de aduzir ao papa, Paulo aduz a si mesmo quando fala acerca dos “pais” (espirituais) que os coríntios tinham (1Co.4:15). Se Pedro fosse o [único] papa, obviamente seria ele o indicado para isso, e não Paulo (lembre-se de que a própria palavra“papa” advém da palavra “pai”).

136. Foi Paulo – e não Pedro – quem havia gerado os coríntios na fé, por meio do evangelho (1Co.4:15).

137. Paulo é o único apóstolo que constantemente suplicava para que fôssemos seus imitadores (1Co.4:16; 1Co.11:1; Fp.3:17).

138. Paulo é o único apóstolo que passava mandamentos (1Co.7:10; 1Co.14:37,38)!

139. Paulo é o único apóstolo com caráter “universal”, que passava ordens para “todas as igrejas” (1Co.7:17).

140. Paulo reconhece que escrevia sob a inspiração do Espírito Santo (1Co.7:40).

141. Paulo defende a validade do seu apostolado com os seguintes argumentos (1Co.9:1):

a. Era livre.

b. Viu o Senhor Jesus.

c. Os coríntios era obra de Paulo no Senhor.

142. Note que nenhum dos argumentos de Paulo a favor da validade e veracidade de seu verdadeiro apostolado (seja em 1Co.9:1, seja em qualquer outro capítulo) se baseia em cima do fato de ser“aceito ou ordenado pelo papa”. De duas, uma: Ou Paulo ignorava a liderança e autoridade de Pedro, ou então Pedro não era tudo isso como prega os católicos. O apostolado e autoridade de Paulo era completamente independente de qualquer reconhecimento de Pedro!

143. Paulo mostrava que tinha os mesmos direitos para si que os outros apóstolos tinham, e ele inclui Pedro (1Co.9:5).

144. Paulo se fazia fraco para ganhar os fracos, e forte para ganhar os fortes. Ele se fazia tudo para todos, para de alguma forma salvar o máximo de pessoas o possível. Em suas próprias palavras, “faço tudo por causa do evangelho, para ser co-participante dele”(1Co.9:22,23). Paulo definitivamente era o apóstolo que mais se empenhava na defesa da fé, ao ponto de se tornar tudo para com todos, para que estes possam receber a Cristo e ver nele um exemplo a ser seguido.

145. As palavras de Paulo não eram meramente instruções, mas “mandamentos do Senhor” (1Co.14:37). Ele afirma categoricamente que se alguém ignorasse as suas palavras, “ele mesmo será ignorado” (1Co.14:38). Em nenhum outro lugar do Novo Testamento vemos um apóstolo escrevendo com tanta autoridade, ou escrevendo na autoridade de“mandamentos do Senhor”.

146. Paulo afirma que trabalhou muito mais do que todos os apóstolos trabalharam. Ele afirma: “…e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles” (1Co.15:10). Como o apóstolo que muito mais trabalha em relação aos outros, ele pode certamente ser considerado o da“linha-de-frente” dentre os apóstolos, o primeiro e que mais levava a mensagem do evangelho.

147. Paulo era “embaixador de Cristo” (1Co.5:20), e afirma que Deus fazia o seu apelo por intermédio dele (1Co.5:20).

148. O único apóstolo que a Bíblia afirma ser “recomendável em tudo” (2Co.6:4) é Paulo.

149. Paulo claramente não defendia a autoridade superior do apóstolo Pedro acima dele mesmo. Prova disso é que ele afirma: “em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos” (2Co.11:5). Como ele poderia ter falado uma coisa dessas, uma vez sendo Pedro o maior líder terreno da Igreja na face da terra, o “bispo universal”? Sendo que Paulo não era em NADA inferior aos mais excelentes apóstolos, fica óbvio e patente que ele não era inferior a Pedro ou as demais, tampouco em termos de autoridade eclesiástica.

150. Paulo novamente defende a sua autoridade apostólica, não se julgando inferior aos demais, através dos fatos de que (2Co.11:22-30)

a. Ele também era hebreu (v.22).

b. Ele também era israelita (v.22).

c. Ele também era descendente de Abraão (v.22).

d. Ele era muito mais servo de Cristo (v.23).

e. Ele trabalhou muito mais (v.23).

f. Ele foi encarcerado mais vezes (v.23).

g. Ele foi açoitado mais severamente (v.23).

f. Foi exposto muito mais vezes à morte (v.23).

g. Passou por muito mais tribulações do que qualquer outro (vs.25-27).

h. Por estas coisas é que ele se orgulha (v.30).

151. Paulo continua “se gloriando”(2Co.12:1) com isso, defendendo a sua autoridade como apóstolo. Ele passa as“visões e revelações do Senhor” (2Co.12:1), tendo sido “arrebatado até ao terceiro céu e ouvindo palavras inefáveis, que ao homem não é permitido falar”(2Co.12:4). Paulo foi o único apóstolo que, em vida, foi arrebatado ao terceiro céu!

152. Paulo afirma que deveria ser“louvado por vós” (2Co.12:11), visto que ele em nada foi inferior aos mais excelentes apóstolos (2Co.12:1).

153. Depois de defender a autoridade do seu apostolado, de se comparar até mesmo com os mais excelentes apóstolos e de não se achar em posição inferior a eles (ao contrário, afirma que sofreu e passou por experiências que nenhum deles passou), ele finaliza dizendo que poderia ser “rogoroso no uso da autoridade que o Senhor me deu para edificá-lo, e não para destruí-los” (2Co.13:10).

154. Paulo afirma que o evangelho por ele anunciado “não é de origem humana” (Gl.1:11), pois “não recebi de pessoa alguma nem me foi ele ensinado; pelo contrário, eu o recebi de Jesus Cristo por revelação” (Gl.1:11,12). Isso nos mostra que Paulo não foi doutrinado na doutrina de Pedro, como em submissão a ele como “papa”, mas somente e diretamente de Jesus Cristo, sem dependência dos demais apóstolos.

155. Isso explica o porquê que ele, ao se converter, não ter consultado pessoa alguma (Gl.1:15-17), nem ter subido a Jerusalém para ver os que já eram apóstolos antes dele, mas ter ido direto para a Arábia: “Quando lhe agradou revelar o seu Filho em mim para que eu o anunciasse entre os gentios, não consultei pessoa alguma. Tampouco subi a Jerusalém para ver os que já eram apóstolos antes de mim, mas de imediato parti para a Arábia, e tornei a voltar a Damasco” (Gl.1:15-17). O ministério de Paulo era independente, não estava dependente de Pedro nem da autoridade de nenhum“papa” ou outro apóstolo. Se Pedro fosse papa e líder dos cristãos, seria responsabilidade de Paulo consulta-lo imediatamente, como autoridade suprema e eclesiástica que seria.

156. Foi por meio de Paulo que os efésios receberam a dispensação da graça de Deus (Ef.3:2,3).

157. Se alguém pensa que tem razões para confiar na carne, Paulo ainda mais (Fp.3:4).

158. Paulo afirma aos filipenses a serem imitadores dele (Fp.3:17), seguindo o exemplo que tem nele (Fp.3:17).

159. Paulo tudo podia Naquele que lhe fortalecia (Fp.4:13).

160. A palavra que os tessalonicenses receberam da parte de Paulo “não era palavra de homens, mas segundo verdadeiramente é, como palavra de Deus” (1Ts.2:13). Em nenhum outro apóstolo vemos uma declaração como essa!

161. Paulo dava “mandamentos pela autoridade do Senhor Jesus” (1Ts.4:2). Não há nenhum registro – bíblico ou histórico – de algum outro apóstolo dando mandamentos pela autoridade de Cristo.

162. Se alguém não obedece as cartas de Paulo, é marcado e ninguém se associa com ele, para que fique envergonhado (2Ts.3:14).

163. A Sã Doutrina se vê no evangelho que Deus confiou a Paulo (1Tm.1:11).

164. Paulo é o único apóstolo que teve a autoridade de entregar dois blasfemadores – Himeneu e Alexandre – a Satanás, para que aprendessem a não mais blasfemar (1Tm.1:20).

165. Paulo reconhece o evangelho de Lucas como Escritura divinamente inspirada pelo Espírito Santo (1Tm.5:18).

166. O modelo da Sã Doutrina que devemos reter se encontrava naquilo que era ensinado por Paulo (2Tm.1:13).

167. Paulo escrevia de tal forma que até o próprio Pedro considerava certas coisas como “difíceis de entender”(2Pe.3:16). Em outras palavras, o “papa infalível” não tinha o total entendimento e compreensão dos escritos de Paulo, e mesmo assim os católicos insistem que o papa é o único que sabe interpretar direito e perfeitamente a Bíblia!

168. Deus fazia pelas mãos de Paulo milagres e maravilhas extraordinárias (At.19:11). Até mesmo os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos deles fugiam (At.19:12). Em nenhum local do Novo Testamento há um apóstolo com tamanho poder e autoridade ao ponto que os próprios demônios são expulsos apenas através de seus lenços e aventais!

169. Quando Deus quis trazer à luz a sua palavra, ele o fez por meio da pregação confiada a Paulo (Tito 1:3).

170. Lucas, o historiador da Igreja e escritor do livro de Atos, não se preocupou em registrar nada sobre o“príncipe dos apóstolos” em seu episcopado em Roma, mas voltou exclusivamente ao ministério de Paulo entre os gentios. Por mais que Pedro aparecesse com certa frequência dos primeiros capítulos de Atos (enquanto Paulo ainda não era convertido), desde o momento em que Paulo entre em cena e se converte na estrada para Damasco (e até o fim do livro) Lucas se preocupa exclusivamente em narrar os atos do apóstolo Paulo, e deixa Pedro para segunda ou terceira mão! A lógica é realmente muito simples: Quando Paulo entre em cena, Pedro sai de cena!

-Provas contra o primado de Pedro em Roma

171. Jesus não assinala Roma como sendo o principal ou um dos principais centros do Cristianismo primitivo. Ao contrário, afirma que o evangelho seria pregado “em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (At.1:8). Se Roma fosse a principal sede da fé cristã, ela certamente seria inclusa nominalmente por Jesus (assim como Jerusalém, Judéia e Samaria foram), e não apenas por meio da generalização (“confins da terra”). Roma só passou a ser matriz do cristianismo séculos depois, não por ordenança de Cristo, mas pelo domínio político romano.

172. Os apóstolos não foram dispersos junto aos demais no episódio de Atos 8:1. Portanto, Pedro não foi para Roma, mas continuava em Jerusalém.

173. Quando Pedro e João foram enviados para a Samaria (At.8:14), eles voltaram pregando o evangelho em“muitos povoados samaritanos” (At.8:25), sem apssar por Roma.

174. Pedro, atuando como missionário intinerante, se dirigiu a Lida, onde pregou o evangelho (Lat.9:32). Novamente Roma está longe do destino de Pedro!

175. Ainda em suas viagens missionárias, Pedro foi visitar Cornélio em Cesaréia (At.10:1). Novamente muiito, muito longe de Roma!

176. Antes de chegar em Cesaréia, Pedro estava em Jope (At.10:5). Ou seja, Pedro nem estava em Roma quando se dirigiu para lá, nem tampouco foi para Roma quando saiu de lá.

177. Já em Atos 11, os irmãos da Judéia criticaram Pedro quando ele voltou a Jerusalém (At.11:1-3) após ter pregado o evangelho em Lida, Jope e Cesaréia. Portanto, após as suas missões evangelísticas, Pedro novamente volta a ocupar o seu lugar como apóstolo em Jerusalém, e não em Roma.

178. Pedro não ocupava a “cátedra de Roma”, mas, ao contrário, “viajava por toda parte” (At.9:32)!

179. Em Atos dos Apóstolos vemos o historiador da Igreja primitiva, o médico Lucas, escrevendo detalhosamente acerca de vários lugares onde Pedro esteve. Dentre eles estão Jerusalém (At.8:1), Samaria (At.8:25), Lida (At.9:32), Cesaréia (At.10:1), Jope (At.10:5), e também outros lugares que nós vemos através das epístolas paulinas, tais como Antioquia, conforme Gálatas 2:11, onde Paulo repreendeu Pedro na face. Ora, por que a Bíblia mostra Pedro em tantos lugares, mas sobre Roma, no entanto, faz questão de não dizer nada?! Ainda mais levando-se em conta que o tempo e o ministério de Pedro em Roma seria – para os católicos – de muito mais importância e relevância do que simples “viajens apostólicas” aqui ou ali, seria totalmente indispensável que Pedro fosse pelo menos mencionado em Roma!
180. Foi a igreja em Jerusalém (e não de Roma) que enviava os missionários, tais como Barnabé a Antioquia (At.11:22). Se Pedro era papa em Roma que era a sede do cristianismo apostólico, seria de se esperar que fosse de lá que os missionários fossem enviados e o evangelho fosse centralizado.

181. Não foi em Roma que os cristãos foram chamados por este nome pela primeira vez, mas sim em Antioquia (At.11:26). Inácio de Antioquia, bispo de século I, completa dizendo que foi ali mesmo em Antioquia – e não em Roma – onde os apóstolos estabeleceram as fundações da Igreja: “Isto se cumpriu primeiramente na Síria, pois “os discípulos eram chamados de cristãos na Antioquia”, quando Paulo e Pedro estabeleciam as fundações da Igreja” (Inácio aos Magnésios, Versão Longa, Cap.10).

182. Há fortes indícios de que Pedro só esteve em Roma para morrer martirizado, chegando lá no fim de sua vida. Por exemplo, Orígenes (séc.II) lança muita luz sobre isso e afirma: “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo”. Este “finalmente” nos deixa claro que Pedro não ficou em Roma os 25 anos como querem os católicos, mas apenas no final de sua vida, FINALMENTE, e com a finalidade claramente exposta ali mesmo – de ser crucificado de cabeça para baixo (martirizado).

183. O historiador eclesiástico da Igreja, Eusébio de Cesaréia (Séc.III e IV), lança ainda mais luz e afirma com a maior clareza possível: “Pedro, segundo parece, pregou no Ponto, na Galácia e na Bitínia, na Capadócia e na Ásia, aos judeus da diáspora; por fim chegou a Roma e foi crucificado com a cabeça para baixo, como ele mesmo pediu para sofrer” (HE, Livro III, 1:2). Portanto, os locais onde Pedro mais pregou o evangelho foi exatamente no Ponto, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia. Paulo afirma que ele era missionário itinerante (1Co.9:5). Ele não exerceu um primado em Roma! Da mesma forma, ele pregou “aos judeus da diáspora”, e não “aos romanos”!Finalmente, Eusébio afirma o tempo quando Pedro chegou a Roma – “por fim” – e com a finalidade de morrer martirizado, exatamente como disse Orígenes. Foi apenas no fim de sua vida que Pedro veio a Roma, e não para exercer primado ou atuar como “papa”, mas com a clara finalidade de ser martirizado. Isso elimina por completo as pretensões romanistas de colocar Pedro 25 anos em Roma, e ainda por cima como papa!

184. Paulo escreve a Filemom diretamente de Roma, em 60 d.C, local onde supostamente estaria Pedro (segundo o evangelho católico). Contudo, Paulo cita quatro companheiros com ele em Roma. São eles: (1)Epafras, (2)Marcos, (3)Aristarco, (4)Demas, e (5)Lucas. Em nenhum momento Paulo cita Pedro em Roma! Este fato nos deixa claro que Pedro não estava lá, ou, caso estivesse, a sua presença seria indispensável, junto aos outros cinco nomes que estavam com Paulo (Fl.1:23-25). Paulo não iria ignorar a autoridade de Pedro. Se Pedro lá estivesse, a negação de sua presença seria um claro sinal de insubordinação.

185. Aos Filipenses, também em Roma, em 61 d.C, Paulo menciona saudações especiais aos que estão no “palácio de César” (Fp.4:21-23), mas novamente não menciona Pedro ou a sede papal, que seria muito mais importante caso realmente existisse!

186. Escrevendo aos Colossenses, ainda em Roma (60 d.C), Paulo desta vez menciona vários nomes. São eles: (1)Tíquico, (2)Onésimo, (3)Aristarco, (4)Marcos, (5)Jesus, (6)Epafras, (7)Lucas e (8)Demas. Novamente, o total silêncio a respeito de Pedro chega a ser constrangedor para os romanistas. É incrível que Paulo passasse oito nomes, mas se “esquecesse” exatamente do mais importante deles: de Pedro!

187. Aos Colossenses, Paulo escreve que Marcos e Jesus eram “os únicos da circuncisão que são meus cooperadores em favor do Reino de Deus” (Cl.4:11), em Roma. Curiosamente, Pedro era precisamente “apóstolo da circuncisão” (Gl.2:8,9), assim como Marcos e Jesus, o Justo. Mas apenas estes dois últimos que colaboravam com Paulo em Roma, e ele é preciso em dizer que “estes são os únicos que são meus cooperadores” (Cl.4:11). Ao dizer “únicos”, ele exclui a possibilidade de “alguém mais”. Assim, ou Pedro realmente não ocupava nenhuma “cátedra de Roma”, ou então ele não colaborava com Paulo!

188. Escrevendo sua segunda epístola a Timóteo, em Roma (67 d.C), Paulo novamente cita vários nomes como estando com ele naquela cidade (2Tm.4:9-12,21,22). Estes são: (1)Lucas, (2)Êubulo, (3)Prudente, (4)Lino, (5)Cláudia. Mais uma vez, Paulo não cita Pedro! Não sabemos se Paulo estava “de briga” com Pedro e por isso omitia sempre o seu nome, apenas para passar a falsa impressão de que ele estava com ele. De qualquer jeito, a alternativa mais provável continua sendo que Pedro factualmente não se encontrava lá!

189. Nessa mesma epístola, no capítulo 4 e versos 9-12, há uma declaração preciosa de Paulo. Ele afirma que Demas o havia deixado, bem como Crescente e Tito. Ele novamente não cita Pedro. Em outras palavras, Pedro não o havia deixado, nem estava com ele. Tudo leva a crer que ele de fato nem sequer estava em Roma, o que dispensa maiores comentários e esclarece todas as coisas.

190. Ainda nessa saudação final, Paulo cita que “só Lucas está comigo” (2Tm.4:11), isto é, mais próximo dele naquela cidade. Ao dizer “só Lucas”, ele exclui as chances de que Pedro também estivesse ali, incógnito, invisível, ou em missão secreta. Era Lucas – e somente Lucas – quem estava com ele!

191. Por fim, Paulo afirma que “na minha primeira defesa, todos me desampararam” (2Tm.4:16). Ora, se existia algum líder cristão para os católicos que poderia “salvar a pele” de Paulo, esse alguém certamente seria o papa, Pedro. Contudo, novamente Pedro não aparece fazendo nada por Paulo em Roma! Será mesmo que Pedro estava em Roma, sendo sempre tão indiferente ao apóstolo Paulo?

192. Por um bom tempo, os cristãos que foram dispersos não anunciavam o evangelho a ninguém, senão “apenas aos judeus” (At.11:19). Como os romanos não eram judeus, fica difícil conciliar a ideia de que rapidamente Pedro se instalou por lá, procurando algum judeu para pregar o evangelho!

193. O imperador romano Cláudio havia expulsado todos os judeus de Roma em 41 d.C até 54 d.C. Este foi o motivo pelo qual Áquila e Priscila tiveram que sair de lá, “pois Cláudio havia ordenado que todos os judeus saíssem de Roma” (At.18:1,2). Como Pedro era judeu, ele não iria ficar lá sozinho. Cláudio não iria expulsar todos os judeus mas deixar precisamente um dos “principais” por lá, sozinho. Portanto, neste tempo Pedro não poderia de forma alguma ter estado em Roma.

194. Em Gálatas 1:13-18, Paulo afirma ter ido a Jerusalém e conheceu Pedro, estando com ele durante quinze dias. Portanto, sendo que Pedro ainda estava em Jerusalém por esta época, é fato que ele não estava ocupando cátedra nenhuma em Roma.

195. Pedro era “apóstolo aos circuncisos” (Gl.2:8), e não aos gentios. Se Pedro ocupasse a Sé de Roma, ele seria apóstolo aos romanos (gentios), consequentemente seria apóstolo do incircuncisos, assim como Paulo (Gl.2:9,10), pois este atuava entre eles. Paulo era judeu, mas, por ter um ministério entre os gentios, ele era considerado apóstolo dos incircuncisos (Gl.2:7,8). Pedro, também sendo judeu, era contudo considerado “apóstolo aos circuncisos” (Gl.2:8), pois o seu ministério não era entre os gentios (como era o de Paulo), mas entre os próprios judeus! Portanto, Pedro não atuava predominantemente em Jerusalém (judeus), e não em Roma (gentios).

196. Paulo afirma que “o evangelho da incircuncisão de fora confiado, como a Pedro o da circuncisão” (Gl.2:7). Se Pedro atuasse como bispo em Roma, seria ele o principal apóstolo da incircuncisão (gentios), e não Paulo! Portanto, de duas, uma: Ou Paulo era maior que Pedro, pelo que era o principal apóstolo dos gentios, ainda que Pedro também fosse voltado aos gentios de Roma(!); ou então Paulo era um dos principais dos gentios porque estava entre eles (gentios), enquanto Pedro era um dos principais da circuncisão porque estava entre eles (judeus). Sendo assim, faz lógica afirmar que Pedro ficava predominantemente em Jerusalém (ainda que tivesse viagens missionárias como a de Atos 8:14), enquanto Paulo ficava predominantemente entre os gentios. Mais uma vez, “Pedro bispo de Roma”não passa de um mito muito mais inventado.

197. Em Gálatas 2:9, Paulo se encontra em Jerusalém com Tiago, Pedro e João (Gl.2:9), o que nos mostra que Pedro (assim como Tiago e João) ainda permaneciam em Jerusalém. Além disso, vemos que Paulo continuaria se dirigindo aos gentios, enquanto eles continuariam se dirigindo aos circuncisos: “Eles concordaram em que deveríamos nos dirigir aos gentios, e eles, aos circuncisos” (Gl.2:9).

198. Já em Atos 23:11, vemos o Senhor Jesus dizendo a Paulo ter coragem, pois “assim como você testemunhou a meu respeito em Jerusalém, deverá testemunhar também em Roma” (At.23:11). Ora, onde é que estava Pedro, o papa, que tantos anos nessa cidade não tornava conhecido o nome de Jesus ali?

199. Em Atos 11:2, Pedro volta a Jerusalém, e por este tempo Herodes lhe prende (At.12). Sendo que este rei morreu bem pouco tempo depois (At.12:23) e que Flávio Josefo afirmou que tal fato (da morte de Herodes Agripa) ocorreu durante o quarto ano do reinado de Cláudio (em 45 d.C), segue-se logicamente que por este tempo Pedro ainda continuava em Jerusalém.

200. Em Gálatas 2:11, Pedro aparece em Antioquia, já em 45 d.C, que se encontra muito, muito longe de Roma, em pleno Oriente!

201. O Concílio de Jerusalém (At.15), que contou com a presença de Pedro, ocorreu nesta cidade e não em Roma. Se Pedro fosse papa em Roma, tal Concílio poderia perfeitamente ter se dado por lá e, se ele estava realmente em Jerusalém, segue-se que em 49 d.C Pedro continuava em Jerusalém, e portanto não se encontrava em Roma.

202. Já no final dos Atos dos Apóstolos, pelos anos 60-61 d.C, Paulo chega preso a Roma (At.28:11), e Lucas registra que os irmãos da fé foram até ele (At.28:15). Curiosamente, Pedro não aparece para receber o seu colega de ministério, nem tampouco Lucas se preocupa em narrar Pedro por lá, o que seria da maior importância! Pedro novamente mantém “oculto” o seu mistério em Roma!

203. Quando Paulo chegou a Roma, pelos anos 60-61 d.C,fato este registrado no último capítulo de Atos, os romanos precisavam de informações acerca dos cristãos, pois não tinham maiores informações sobre ela. Eles precisavam ouvir da parte de Paulo o que ele pensava (At.28:22), tendo que se juntar em um certo dia para ouvirem a mensagem do evangelho (At.28:23). Se Roma fosse a sede do papa ou o centro do cristianismo, isso não seria preciso, visto que eles já saberiam muito bem quem são os cristãos!

204. Pedro, ao escrever a sua primeira epístola, afirma estar escrevendo da “Babilônia” (1Pe.5:13). Há várias razões para crer que esse lugar não é Roma, como pregam os católicos.

a. Em primeiro lugar, porque se Babilônia é uma linguagem enigmática para Roma, então os católicos terão que admitir que é Roma a Babilônia, desmontando desta forma a crença deles de que Jerusalém é a Babilônia do Apocalipse. Sendo que quase a totalidade dos católicos prega que a Babilônia é Jerusalém, segue-se logicamente que, se a passagem aqui é enigmática ou figurada, deve se tratar de Jerusalém, e não de Roma!

b. Mas há várias razões para crer que Pedro não estava empregando uma linguagem misteriosa ou enigmática em 1Pedro 5:13. Por exemplo, o apóstolo Paulo escreve abertamente aos romanos, sem enigmas (Rm.1:7). Ele não precisa dizer que estava escrevendo “aos babilônicos”, ele simplesmente diz que escrevia para os romanos! Da mesma forma, Lucas, ao escrever Atos mais ou menos na mesma época da epístola de Pedro, não poupa palavras para se dirigir a Roma, de forma trnasperante e não enigmática (At.28:14; At.28:16; At.19:21; At.23:11; At.18:2; etc). Ele escreve abertamente a respeito desta cidade, por várias vezes. Portanto, não haveria motivos para que Pedro quebrasse toda a regra bíblica e empregasse tal linguagem diferenciada, cujo o próprio contexto não a apoia, visto que o contexto não é nem um pouco “enigmático” ou “misterioso”!

c. A referência, portanto, diz respeito a cidade da Babilônia situada junto ao Eufrates. Havia uma considerável população judaica na vizinhança de Babilônia, nos primeiros séculos da Era Cristã. Ela permaneceu um foco do judaísmo durante séculos e, portanto, um lugar adequado para Pedro, que era o “apóstolo aos circuncisos”(Gl.2:8), pregar o evangelho. Lendo 1Pedro 1:1 e 1Pedro 5:13, vemos que Pedro não escreveu nem de Roma, nem para os romanos!

205. Finalmente, nada melhor do que analisarmos a própria carta de Paulo escrita aos romanos. Se houve uma oportunidade mais que perfeita para citar o “papa Pedro” que supostamente estaria ali, essa seria a chance perfeita! Porém, Pedro nem sequer é citado ao longo de todos os dezesseis capítulos da epístola de Paulo aos romanos! E pior: Ele nem sequer aparece na lista de saudações extensas que o apóstolo passa no último capítulo, onde ele saúda nominalmente vinte e sete irmãos de Roma, e não cita Pedro do início ao fim! Ora, se Pedro fosse o papa que lá estivesse, sendo uma das figuras mais importantes de todo o Cristianismo, ele deveria ser o primeiro a ser saudado por Paulo! Mas este, do início ao fim, escreve perfeitamente como alguém que não faz a mínima ideia que Pedro estivesse lá. Não lembra o seu nome no início da carta, nem na metade, nem nas saudações finais. Isso, contudo, não impede que ele tenha saudado outras vinte e sete pessoas que ele lembrou, e também não impede que os católicos, mesmo à luz de tudo isso, prefiram continuar na mais vigorosa ignorância, antes que confessar todos os pontos óbvios e auto-evidentes presentes ao longo de todo este estudo, e se libertarem dos seus erros históricos que são facilmente refutados.

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Por: Lucas Banzoli.

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152 Versículos bíblicos de aniquilacionismo dos ímpios

A Bíblia, do início ao fim, não cansa de caracterizar o aniquilamento final dos ímpios, cujo destino final é a destruição completa. São mais de 152 passagens designando tal fato, as quais selecionei apenas algumas, contrastando o destino final dos ímpios com o dos justos, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

NO ANTIGO TESTAMENTO

“No dia em que te manifestares farás deles uma fornalha ardente. Na sua ira o Senhor os devorará, um fogo os consumirá” (cf. Salmos 21:9)

“Passada a tempestade o ímpio já não existe, mas o justo permanece firme para sempre”(cf. Provérbios 10:25)

“Aqueles que o Senhor abençoa receberão a terra por herança, mas os que ele amaldiçoa serão eliminados” (cf. Salmos 37:22)

“Pois os maus serão exterminados, mas os que esperam no Senhor receberão a terra por herança” (cf. Salmos 37:9)

“Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão, por mais que você os procure, não serão encontrados” (cf. Salmos 37:10)

“Mas todos os rebeldes serão destruídos, futuro para os ímpios nunca haverá” (cf. Salmos 37:38)

“A desgraça matará os ímpios, os que odeiam os justos serão condenados” (cf. Salmos 34:21)

“Mas os ímpios perecerão, os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos campos,desvanecerão como a fumaça” (cf. Salmos 37:20)

“Até quando maquinareis o mal contra um homem? Sereis mortos todos vós, sereis como uma parede encurvada e uma sebe prestes a cair” (cf. Salmos 62:3)

“E trará sobre eles a sua própria iniquidade; e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (cf. Salmos 94:23)

“Sejam os pecadores da terra eliminados e deixem de existir os ímpios” (cf. Salmos 104:35)

“O Senhor guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios serão destruídos” (cf. Salmos 145:20)

“Mas àqueles que o desprezam, retribuirá com destruição; ele não demora em retribuir àqueles que o desprezam” (cf. Deuteronômio 7:10)

“Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes tirará a vida” (cf. Provérbios 22:23)

“O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, de repente será destruído sem que haja remédio” (cf. Provérbios 1:29)

“Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel” (cf. Isaías 5:23,24)

“Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com eqüidade aos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará ao ímpio”(cf. Isaías 11:4)

“Porque, como vós bebestes no meu santo monte, assim beberão também de contínuo todos os gentios; beberão, e sorverão, e serão como se nunca tivessem existido” (cf. Obadias 1:16)

“Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo” (cf. Malaquias 4:1)

“E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o Senhor dos Exércitos” (cf. Malaquias 4:3)

“Aqueles que se opõem ao Senhor serão despedaçados. Ele trovejará do céu contra eles; o Senhor julgará até os confins da terra. Ele dará poder a seu rei e exaltará a força do seu ungido” (cf. 1ª Samuel 2:10)

“Todas as trevas são reservadas paro os seus tesouros; um fogo não assoprado o consumirá, e devorará o que ficar na sua tenda. As rendas de sua casa ir-se-ão; no dia da ira de Deus todas se derramarão. Esta, da parte de Deus, é a porção do ímpio; esta é a herança que Deus lhe reserva” (cf. Jó 20:26-29)

“Pelo sopro de Deus são destruídos, pelo vento de sua ira eles perecem” (cf. Jó 4:9)

“Não é o caso dos ímpios! São como a palha que o vento leva. Por isso não resistirão no julgamento, nem os pecadores na comunidade dos justos. Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva a destruição!” (cf. Salmos 1:4-6)

“Voltem os ímpios ao pó, todas as nações que se esquecem de Deus!” (cf. Salmos 9:17)

“Mas os ímpios perecerão; os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos campos;desvanecerão como fumaça” (cf. Salmos 37:20)

“Os ímpios serão varridos antes que as suas panelas sintam o calor da lenha, esteja ela verdade ou seca. Os justos se alegrarão quando forem vingados, quando banharem os seus pés no sangue dos ímpios. Então os homens comentarão: De fato os justos têm a sua recompensa, de fato há um Deus justo na terra” (cf. Salmos 58:9-11)

“Que tu dissipes assim como o vento leva a fumaça, como a cera derrete na presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus” (cf. Salmos 68:2)

“Até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios. Certamente os põe em terreno escorregadio e os fazes cair na ruína. Como são destruídos de repente, completamente tomados de pavor! São como um sonho que se vai quando acordamos, quando te levantares, Senhor, tu os farás desaparecer” (cf. Salmos 73:17-20)

“Os ímpios que te abandonam sem dúvida perecerão; tu destróis todos os infiéis” (cf. Salmos 73:27)

“O insensato não entende, o tolo não vê que, embora os ímpios brotem como a erva e floresçam todos os malfeitores, eles serão destruídos para sempre” (cf. Salmos 92:6,7)

“Deus fará cair sobre eles os seus crimes, e os destruirá por causa dos seus pecados; o Senhor, nosso Deus, os destruirá!” (cf. Salmos 94:23)

“Sejam os pecadores eliminados da terra e deixem de existir os ímpios” (cf. Salmos 104:35)

“Pois o resgate de uma vida não tem preço. Não há pagamento que o livre para que viva para sempre e não sofra decomposição” (cf. Salmos 49:8,9)

“O Senhor cuida de todos os que o amam, mas a todos os ímpios destruirá” (cf. Salmos 145:20)

“Quem obedece aos mandamentos preserva a sua vida, mas quem despreza os seus caminhos morrerá” (cf. Provérbios 19:16)

“Pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará” (cf. Provérbios 24:20)

“Tema ao Senhor e o rei, meu filho, e não se associe aos dissidentes, pois terão repentina destruição, e quem pode imaginar a ruína que o Senhor e o rei podem causar?” (cf. Provérbios 24:21,22)

“Mas os ímpios serão eliminados da terra, e dela os infiéis serão arrancados” (cf. Provérbios 2:22)

“Quem permanece na justiça viverá, mas quem sai em busca do mal corre para a morte” (cf. Provérbios 11:19)

“Há uma severa lição para quem abandona o seu caminho; quem despreza a repreensão morrerá” (cf. Provérbios 15:10)

“Sião será redimida com justiça, com retidão aos que se arrependerem. Mas os rebeldes e os pecadores serão destruídos, e os que abandonam ao Senhor perecerão” (cf. Isaías 1:28)

“Por isso, assim como a palha é consumida pelo fogo e o restolho é devorado pelas chamas, assim também as suas raízes apodrecerão, e as suas flores, como o pó, serão levadas pelo vento: pois rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, desprezaram a palavra do Santo de Israel” (cf. Isaías 5:24)

“O opressor há de ter fim, a destruição se acabará e o agressor desaparecerá da terra. Então, o amor será firmado em trono; em fidelidade um homem se assentará nele a tenda de Davi, um juiz que busca a justiça e se apressa em defender o que é justo” (cf. Isaías 16:4,5)

“Erguida está a tua mão, mas eles não a vêem! Que vejam o teu zelo para com o teu povo, e se envergonhem; que o fogo reservado para os teus adversários os consuma” (cf. Isaías 26:11)

“Mas os seus muitos inimigos se tornarão como o pó fino, as hordas cruéis, como palha levada pelo vento. Repentinamente, num instante, o Senhor dos Exércitos virá com trovões e terremoto e estrondoso ruído, como tempestade e furacão e chamas de um fogo devorador” (cf. Isaías 29:5,6)

“Naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e não mais em trevas e escuridão, os olhos dos cegos tornarão a ver. Mais uma vez os humildes se alegrarão no Senhor, os necessitados exultarão no Santo de Israel. Será o fim do cruel, o zombador desaparecerá e todos os de olhos inclinados para o mal serão eliminados” (cf. Isaías 29:18-20)

“Ai de você, destruidor, que ainda não foi destruído! Ai de você, traidor, que não foi traído! Quando você acabar de destruir, será destruído” (cf. Isaías 33:1)

“Todos os que o odeiam certamente serão humilhados e constrangidos; aqueles que se opõe a você serão como o nada e perecerão. Ainda que você procure os seus inimigos, você não os encontrará. Os que guerreiam contra você serão reduzidos a nada” (cf. Isaías 41:11,12)

“Sem dúvida eles são como restolho; o fogo os consumirá” (cf. Isaías 47:14)

“Vocês deixarão seu nome como uma maldição para os meus escolhidos; o Soberano, o Senhor, matará vocês, mas aos seus servos dará outro nome” (cf. Isaías 65:15)

“Pois como o fogo e a espada o Senhor executará julgamento sobre todos os homens, e muitos serão os mortos pela mão do Senhor” (cf. Isaías 66:16)

“Os que se consagram para entrar nos jardins indo atrás do sacerdote que está no meio, comem carne de porco, ratos e outras coisas repugnantes, todos eles perecerão, declara o Senhor” (cf. Isaías 66:17)

“Tu, porém, me conheces, Senhor; tu me vês e provas a minha atitude para contigo. Arranca os ímpios como as ovelhas destinadas ao matadouro! Reserva-os para o dia da matança!”(cf. Jeremias 12:3)

“Mas, se um ímpio se desviar de todos os pecados que cometeu e obedecer a todos os meus decretos e fizer o que é justo e é direito, com certeza viverá, não morrerá” (cf. Ezequiel 18:21)

“Teria eu algum prazer na morte do ímpio? Palavra do Soberano, o Senhor. Ao contrário, acaso não me agrada vê-lo desviar-se dos seus caminhos e viver? Se, porém, um justo se desviar de sua justiça, e cometer pecados e as mesmas práticas detestáveis dos ímpios, ele deverá viver? Nenhum de seus atos de justiça será lembrado! Por causa de sua infidelidade de que é culpado e por causa dos pecados que ele cometeu, ele morrerá” (cf. Ezequiel 18:23,24)

“Se um justo desviar-se de sua justiça e cometer pecado, ele morrerá por causa disso, por causa do pecado que ele cometeu ele morrerá. Mas, se um ímpio se desviar de sua maldade e fizer o que é justo e direito, ele salvará a sua vida. Por considerar todas as ofensas que cometeu e se desviar delas, ele com certeza viverá, não morrerá” (cf. Ezequiel 18:16,28)

“Por isso serão como a neblina da manhã, como o orvalho que bem cedo evapora, como a palha que num redemoinho vai-se de uma eira, como a fumaça que sai pela chaminé” (cf. Oseias 13:3)

“Embora estejam entrelaçados como espinhos e encharcados de bebida como bêbados, serão consumidos como a palha mais seca” (cf. Naum 1:10)

“Nem a sua prata nem o seu ouro poderão livrá-los no dia do Senhor. No fogo do seu zelo o mundo inteiro será consumido, pois ele dará fim repentino a todos os que vivem na terra” (cf. Sofonias 1:18)

NO NOVO TESTAMENTO

“Aquele que cair sobre esta pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó” (cf. Mateus 21:44)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” (cf. Mateus 5:13)

“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo” (cf. Mateus 10:28)

“Faltava-lhe ainda um para enviar: seu filho amado. Por fim o enviou, dizendo: A meu filho respeitarão. Mas os lavradores disseram uns aos outros: ‘Este é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa’. Assim eles o agarraram, o mataram e o lançaram para fora da vinha. O que fará então o dono da vinha? Virá e exterminará aqueles lavradores e dará a vinha a outros” (cf. Marcos 12:5-9)

“Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos” (cf. Lucas 17:27-29)

“Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (cf. Lucas 13:2,3)

“Ou pensais que aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, foram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis” (cf. Lucas 13:4,5)

“Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós. Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença” (cf. Lucas 19:14,27)

“Jesus olhou fixamente para eles e perguntou: Então, qual é o significado do que está escrito? ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular’. Todo o que cair sobre esta pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó” (cf. Lucas 20:17,18)

“Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará” (cf. Lucas 9:24)

“Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo?” (cf. Lucas 9:25)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (cf. João 3:16)

“Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne” (cf. João 6:47-51)

“Eu lhes disse que vocês morrerão em seus pecados. Se vocês não crerem que Eu Sou, de fato morrerão em seus pecados” (cf. João 8:24)

“Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (cf. João 11:28)

“Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna” (cf. João 12:25)

“Eu lhes dou a vida eterna, e eles jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão” (cf. João 10:28)

“Pois Davi não subiu ao céu, mas ele mesmo declarou: O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos como estrado para os teus pés” (cf. Atos 2:34,35)

“Acontecerá que toda alma que não ouvir a esse profeta será exterminada do meio do povo” (cf. Atos 3:23)

“Cuidem para que não lhes aconteça o que disseram os profetas: Olhem, escarnecedores, admirem-se e pereçam; pois nos dias de vocês farei algo que vocês jamais creriam se alguém lhes contasse!” (cf. Atos 13:40,41)

“Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam” (cf. Romanos 1:32)

“Todo aquele que pecar sem Lei, sem a Lei também perecerá, e todo aquele que pecar sob a Lei, pela Lei será julgado” (cf. Romanos 2:12)

“Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva a morte” (cf. Romanos 6:16)

“Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte!” (cf. Romanos 6:21)

“E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos da sua ira, preparados para a destruição?” (cf. Romanos 9:22)

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (cf. Romanos 8:13)

“Que fruto vocês colheram então das coisas as quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte!” (cf. Romanos 6:21)

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (cf. Romanos 6:23)

“Pois a palavra da cruz é uma estultícia para os que perecem, mas para nós que somos salvos é o poder de Deus” (cf. 1ª Coríntios 1:18)

“Entretanto, falamos de sabedoria entre os que já têm maturidade, mas não da sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a nada” (cf. 1ª Coríntios 2:6)

“Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; pois o santuário de Deus, que são vocês, é sagrado” (cf. 1ª Coríntios 3:16,17)

“Pois para Deus somos o bom cheiro de Cristo nos que são salvos e nos que perecem. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância de vida” (cf. 2ª Coríntios 2:15,16)

“Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica” (cf. 2ª Coríntios 3:6)

“Se ainda um véu permanece sobre o nosso Evangelho, naqueles que perecem está o véu”(cf. 2ª Coríntios 4:3)

“A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz a morte” (cf. 2ª Coríntios 7:10)

“Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna” (cf. Gálatas 6:8)

“Sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se opõe a vocês. Para eles isso é sinal de destruição, mas para vocês, de salvação, e isso da parte de Deus” (cf. Filipenses 1:28)

“Quanto a estes, o seu destino é a destruição, o seu deus é o estômago e têm orgulho do que é vergonhoso; eles só pensam nas coisas terrenas” (cf. Filipenses 3:19)

“Ele punirá os que não conhecem a Deus e os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Eles sofrerão a pena da destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder” (cf. 1ª Tessalonicenses 1:8,9)

“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (cf. 1ª Tessalonicenses 5:3)

“E com sinais e com prodígios mentirosos e com toda a sedução da injustiça para aqueles que perecem, porque não receberam o amor da verdade, a fim de serem salvos” (cf. 2ª Tessalonicenses 2:10)

“Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte” (cf. Hebreus 6:1)

“Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a destruição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” (cf. Hebreus 10:39)

“Se continuarmos a pecar deliberadamente depois que recebemos o conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas tão-somente uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que há de devorar os rebeldes” (cf. Hebreus 10:26,27)

“Mas quando este sacerdote acabou de oferecer, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à direita de Deus. Daí em diante, ele está esperando até que os seus inimigos sejam colocados como estrado dos seus pés” (cf. Hebreus 10:12,13)

“Há apenas um Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e destruir. Mas quem é você para julgar o seu próximo?” (cf. Tiago 4:12)

“Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados” (cf. Tiago 5:20)

“Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo” (cf. 1ª João 3:8)

“Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não leva à morte, ore, e Deus lhe dará vida. Refiro-me àqueles cujo pecado não leva à morte. Há pecado que leva à morte; não estou dizendo que se deva orar por este” (cf. 1ª João 5:16)

“No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (cf. 2ª Pedro 2:1)

“Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram. Há muito tempo a sua condenação paira sobre eles, e a sua destruição não tarda” (cf. 2ª Pedro 2:3)

“Mas eles difamam o que desconhecem e são como criaturas irracionais, guiadas pelo instinto, nascidas para serem capturadas e destruídas; serão corrompidos pela própria corrupção. Eles receberão retribuição pela injustiça que causaram” (cf. 2ª Pedro 2:12,13)

“Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (cf. 2ª Pedro 3:7)

“O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (cf. 2ª Pedro 3:9)

“Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-os as cinzas, tornando-as como exemplo do que acontecerá com os ímpios” (cf. 2ª Pedro 2:6)

“Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte. Se o nome de alguém não foi encontrado no livro da vida, este foi lançado no lago de fogo” (cf. Apocalipse 20:14,15)

“E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os consumiu” (cf. Apocalipse 20:9)

“As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra” (cf. Apocalipse 11;18)

Conclusão – Com todo o arsenal que a Bíblia usa retratando o destino final dos ímpios, até um cego é capaz de notar todas as evidências: de que os ímpios serão eliminados (cf. Pv.2:22; Sl.37:9; Sl.37:22; Sl.104:35; Is.29:18-20), destruídos (cf. 2Pe.2:3; 2Pe.2:12,13; Tg.4:12; Mt.10:28; 2Pe.3:7; Dt.7:10; Fp.1:28; Rm.9:22; Sl.145:20; Gl.6:8; 1Co.3:16,17; 1Ts.5:3;2Pe.2:1; Sl.145:20; Sl.94:23; Pv.1:29; 1Ts.5:3; Jó 4:9; Sl.1:4-6; Sl.73:17-20; Sl.92:6,7; Sl.94:23; Pv.24:21,22; Is.1:28; Is.16:4,5; Is.33:1; Lc.9:25; Gl.6:8; 1Ts.1:8,9), arrancados (cf. Pv.2:22), mortos (cf. Jo.8:24; Jo.11:28; Jo.6:47-51; Is.65:15; Rm.6:23; Is.11:4; Pv.11:19; Sl.34:21; Rm.8:13; Sl.62:3; Pv.15:10; Tg.1:15; Rm.8:13; Pv.19:16; Is.66:16; Jr.12:3; Rm.1:32; Ez.18:21; Ez.18:23,24; Ez.18:16,28; 2Co.7:10; Rm.6:16; 2Co.3:6; Hb.6:1), exterminados (cf. Sl.37:9; Mc.12:5-9; At.3:23), executados (cf. Lc.19:14,27), devorados (cf. Ap.20:9; Jó 20:26-29; Is.29:5,6; Sl.21:9), se farão em cinzas (cf. 2Pe.2:6; Is.5:23,24; Ml.4:3), não terão futuro (cf. Sl.37:38; Pv.24:20), perderão a vida (cf. Lc.9:24), serão consumidos (cf. Sf.1:18; Lc.17:27-29; Is.47:14; Sl.21:9; Jó 20:26-29; Ap.20:9; Is.26:11; Naum 1:10; Sl.21:9; Lc.17:27-29), perecerão (cf. Jo.10:28; Jo.3:16; Sl.37:20; Jó 4:9; Is.66:17; Sl.37:20; Sl.68:2; Sl.73:27; At.13:40,41; Is.1:28; Is.41:11,12; 1Co.1:18; Rm.2:12; 2Co.4:3; 2Co.2:15,16; Lc.13:2,3; Lc.13:4,5; 2Ts.2:10), serão despedaçados (cf.Lc.20:17,18; Mt.21:44; 1Sm.2:10), virarão estrado para os pés dos justos (cf.At.2:34,35), desvanecerão como fumaça (cf. Sl.37:20; Sl.68:2; Is.5:24), terão um fim repentino (cf. Sf.1:18; Pv.24:21,22; Is.29:5,6; 1Ts.5:3; Is.29:18-20; 2Pe.2:1), serão como a palha que o vento leva (cf. Sl.1:4-6; Is.5:24; Is.29:5,6), serão como a palha para ser pisada pelos que vencerem (cf. Ml.1:1,3; Mt.5:13; Hb.10:12,13), serão reduzidos ao pó (cf. Sl.9:17; Is.5:24; Is.29:5,6; Lc.20:17,18; Mt.21:44; 2Pe.2:6), desaparecerão (cf. Sl.73:17-20; Is.16:4,5; Is.29:18-20), deixarão de existir (cf. Sl.104:35), serão apagados (cf. Pv.24:20), serão reduzidos a nada (cf. Is.41:11,12; 1Co.2:6), serão como se nunca tivessem existido (cf. Ob.1:16), serão evaporados (cf. Os.13:3), será lhes tirada a vida (cf. Pv.22:23; Jo.12:25), e não mais existirão (cf. Sl.104:35; Pv.10:25).

Diante de tudo isso, apenas alguém bem mal entendido ou mal intencionado achará que Deus condena pessoas a terem seus corpos (que, ao contrário dos justos, não serão incorruptíveis – cf. Gl.6:8; Rm.2:7) queimando em um tormento eterno que não acaba nunca, em um processo de destruição eterno e inconclusivo. A Bíblia nos mostra um quadro claro de consumo total pelo fogo, não de um tormento eterno.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

Extraído de meu livro: “A Lenda da Imortalidade da Alma”

Escrito por Lucas Banzoli

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100 Quatrilhões de Chances Porque Yeshua é o Messias

Escrito por Marcelo M. Guimarães

Recentemente, estudos da bíblia indicam que há mais de 456 profecias referentes ao Messias. Peter Stoner escreveu um artigo em Science Speaks[1] no qual ele considerava apenas 8 dessas 456 profecias ocorrendo em uma única pessoa simultaneamente, ou seja, qual é a lei da probabilidade de 8 profecias ocorrerem em uma pessoa nos últimos dois anos?

Eu não tenho em mãos mais dados para refazer o cálculo de Stoner, embora, como engenheiro, posso afirmar que apesar de ser um cálculo relativamente simples, o resultado encontrado deve de fato se aproximar por ordem de grandeza da realidade. Portanto, o cálculo abaixo é absolutamente válido.

As profecias que ele considerou foram:

1. Yeshua nasceu em Belém ( Mq 5:2 e Mt 2:6);
2. Ter sua vinda precedida por um mensageiro (Is 40:3 e Mt3:3);
3. Entraria em Jerusalém montado em jumentinho ( Zc9:9 e Mt 21:5);
4. Ter sido traído por amigo e discípulo ( Sl 41:9 e Mt 10:4)
5. Ele seria traído pelo preço de 30 moedas de prata ( Zc 11:12 e Mt 26:15);
6. O dinheiro seria atirado na casa de D’us ( Zc11:13b e Mt 27:5a);
7. Ter ficado mudo frente aos seus acusadores ( Is 53:7 e Mt 27:12);
8. Teria seus pés e mãos traspassados ( Sl 22:16 e Lc 23:33)

Observem que Stoner tomou as mais diferenciadas do que outras como, ser descendente de Abraão, Isaque, Jacó; ser descendente da tribo de Judá; ter as suas vestes sorteadas; operaria milagres, etc.

Assim, Stoner relata em seu estudo das probabilidades que a chance de uma única pessoa ter cumprido em si mesmo as oito profecias mencionadas acima é de 1 em cada 1017, isto é, 1 em 10 elevado à décima-sétima potência. Isto seria 1 pessoa entre 100.000.000.000.000.000 ( 100 quatrilhões ). Para poder compreender este resultado, Stoner citou o exemplo imaginando alguém tomando uma moeda de um quarto de dólar (vinte e cinco centavos) na qual se faria uma marca. Depois espalharia no Estado do Texas 100 quatrilhões de moedas idênticas o que daria para cobrir toda a área do estado numa altura de 60 cm, mais ou menos. Então, convidamos alguém com os olhos vendados e diríamos a esta pessoa: – agora procure a moeda marcada e traga-a de volta. Qual seria a probabilidade dessa pessoa encontrar esta moeda? Seria a mesma chance que os profetas teriam de em escrever essas oito profecias e ter todas elas cumpridas em um mesmo homem, desde os seus dias, até o tempo presente. Agora, imaginem que Stoner tomasse as 456 profecias mencionadas na Bíblia sobre o messias, como nasceria de uma virgem, seria criado na cidade de Nazaré, seria descendente do tronco de Jessé, etc., etc. ? a probabilidade é tão grande, mas tão grande que Yeshua é o Messias que está fora do alcance de uma mente humana.

Analisando a profecia continua no livro de Daniel 9:26 que diz que a cidade e ao santuário seriam destruídos pelo príncipe que viria depois de morto o ungido, o Messias de Israel.

Isto, sabemos, ocorreu no ano 70d.C. quando o Templo foi destruído pelo imperador Tito e seus legionários. Lembremos que a genealogia era de suma importância para o povo judeu e por isso, esta genealogia era guardada no Templo, segundo afirma Stan Telchin48.Com a destruição do Templo, também se queimaram as genealogias, não permitindo a alguém provar que qualquer homem que se proclamasse o Messias pertenceria à Casa de Israel. E esta seria a prova real necessária para a sua aceitação como o Messias. Pois pelas Escrituras sabemos que o Messias deveria ser da semente de Abraão, Isaque e Jacó, ser da tribo de Judá, da família de Jessé e da Casa de Davi. Então, se ninguém podia provar a sua origem, nenhum Messias poderia ser provado mais. Este raciocínio deixa todos os judeus numa situação incômoda: ou as profecias sobre o Messias são incorretas e por conseguinte falsas; e o conceito de um Messias na vida do judeu é nada mais do que um mito; e a Bíblia é nada mais do que um livro de estória do povo judeu, cheio de lendas; ou, então, o Messias veio antes do Templo ser destruído.

Por isso, há tanto enganos entre os judeus ao longo da história. Há pouco anos atrás os judeus ortodoxos de Nova Yorque e de outras localidades fora dos EUA declararam ser o rabino Menachem M. Schneerson, o Lubavitz, ser o Messias. Isto nos prova que após longos anos de Yeshiva (Escola Judaica onde se estuda o Talmude e prepara rabinos) ainda não estudaram suficientemente para perceber que o Messias precisa ser descendente da tribo de Judá, da família de David, ter nascido em Belém, ter sido criado em Nazaré e muitos e muito mais.

A título de ilustração vale a pena selecionar mais algumas profecias do Antigo Testamento ( além das oito selecionadas acima) e compara-las com seu cumprimento através do Novo Testamento.

1. PROFECIA: Filho de D’us:
“Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu filho, eu hoje te gerei” ( Sl 2:7; veja também Crônicas 17:11-14 e II Samuel 7:12-16

CUMPRIMENTO: “E eis uma voz dos céus, que dizia: este é meu filho amado em quem me comprazo.”( Mateus 3:17)

2. PROFECIA: Semente de Abraão
“Nela serão benditas todas as nações da terra: porquanto obedeceste à minha voz.”( Gênesis 22:18)

CUMPRIMENTO: “Livro da genealogia de Yeshua HaMashiach, filho de Davi, filho de Abraão.”( Mateus 1:1)

3. PROFECIA: Filho de Isaque e Jacó
“Disse D’us a Abraão:…porque por Isaque será chamada a tua descendência”…uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe…”( Gênesis 21:12 e Números24:17)

CUMPRIMENTO: “Yeshua filho de Isaque…Yeshua filho de Jacó…( Lucas 3:23 e 34)

4. PROFECIA: Da tribo de Judá
“O cetro não se arredará de Judá…até que venha Silo, e a ele obedecerão os povos…”( Gênesis 49:10);

CUMPRIMENTO: “Yeshua…filho de Judá.( Lucas3:23 e 33)

5. PROFECIA:Da linha genealógica de Jessé
“do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes um renovo.”( Isaías 11:1)

CUMPRIMENTO: “Yeshua… filho de Jessé” ( Lucas 3:23 e 32)

6. PROFECIA: Ele operará milagres
“Então se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará…”( Isaías 35:5 e 6a)

CUMPRIMENTO: “e percorria Yeshua todas as cidades e povoados ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades.”( Mateus 9:35)

7. PROFECIA: Ele seria ferido, moído, cuspido e escarnecido
Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído…e me cuspiam… ( Isaías 53:5 e 50:6)

CUMPRIMENTO: …”Pilatos lhes soltou Barrabás; e após haver açoitado a Yeshua…então, lhes cuspiram no rostos…( Mateus 27:26 e 26:67)

8. PROFECIA: Ele seria odiado por seu próprio povo
…”Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens… e dele nós(judeus) não fizemos caso…”( Isaías 53:3)

CUMPRIMENTO: “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele…( João 7:5 e 48)

9. PROFECIA: dividiram suas vestes e lançaram sorte sobre elas
“Repartem entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica deitam sortes.”( salmos 22:18)

CUMPRIMENTO: “Os soldados, pois quando crucificaram a Yeshua, tomaram-lhe as vestes…não a rasguemos, mas lancemos sorte sobre ela… ( João 19:23-24)

10. PROFECIA: Seus ossos não foram quebrados
“Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado.”( salmos 34:20)

CUMPRIMENTO: “Chegando-se porém Yeshua, como vissem que já estava morto,não lhe quebraram as pernas.”( João 19:33)

11. PROFECIA: Seu lado foi perfurado
”…olharão para mim, a quem traspassaram…”( Zacarias 12;10)

CUMPRIMENTO: ..”mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança…”( João 19:34)

12. Foi sepultado no túmulo de um homem rico
“Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico este na sua morte…”( Isaías 53:9)

CUMPRIMENTO: ”…veio um homem rico de Arimatéia, chamado José… e lhe pediu o corpo de Yeshua, envolveu-o num pano limpo de linho, e o depositou no seu túmulo novo…”( Mateus 27:57)

É importante ressaltar que existem ao todo mais de 456 profecias na Bíblia que referem ao Messias, incluindo também as messiânicas, ou sejas, aquelas que ainda não se cumpriram e só se cumprirão por à medida que se aproxima da volta de Yeshua.

O leitor deve estar se perguntando: e daí? O que isto muda a minha vida? Peço ainda um pouquinho mais tempo para responder esta questão, mas já posso adiantar que este assunto é demasiadamente tão importante que definirá aonde você e eu passaremos a eternidade.

[1] Moody Press, 1936 – Livro “Traído”- Stan Telchin- Editora CLC -1981
49 Livro “O Traído” do mesmo autor.

(*) Marcelo M. Guimarães

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70 dicas para memorizar a Bíblia !

Saudações em Cristo!

Iniciamos o projeto de incentivo à memorização e estudo da Bíblia Sagrada , e muitos nos abordam falando que estão memorizando versículos e até livros inteiros.

Sim! Somos capazes de memorizar a Palavra de Deus. Queremos então trazer para vocês algumas dicas abençoadas para quem deseja navegar neste rio de Deus. São setenta super dicas, confira:

1. Compre uma Bíblia.
2. Leia a Palavra.
3. Leia muito mesmo.
4. Faça disso um estilo de vida.
5. Tenha muitas Bíblias.
6. Colecione Bíblias.
7. Escolha um texto que você gosta.
8. Não comece a memorizar genealogias.
9. Tem que ser algo fácil, útil e prazeroso.
10. Ouça a Palavra.
11. Ouça muito. No carro, em casa.
12. Ouça no trabalho, no computador.
13. Ouça ao dormir, ao acordar.
14. Ouça na cozinha, no ônibus, no avião.
15. Enfim, ouça a Bíblia, muito mesmo.
16. Estude a Palavra
17. Leia Versículos Diários
18. Leia Capitulos Diários
19. Tenha a Palavra sempre por perto, fica mais fácil.
20. Carregue a Bíblia para onde for.
21. Doe Bíblias
22. Escreva a Palavra.
23. Faça cartazes com versículos.
24. Escreva versículos em cartões.
25. Conte histórias da bíblia
26. Escreva um versículo em cada folha de caderno.
27. Coloque versículos na porta da geladeira.
28. Espalhe versículos pela sua casa.
29. Espalhe versículos no seu escritório.
30. Fale a Palavra.
31. Fale alto. Quando der, é claro.
32. Fale para as pessoas.
33. Não diga “alô”. Fale um versículo.
34. Cante a Palavra.
35. Transforme o versículo em canção.
36. Dramatize a Palavra.
37. Fale gesticulando.
38. Fale fazendo caras e bocas.
39. Ponha sua imaginação para funcionar.
40. Seja criativo.
41. Desenhe a Palavra.
42. Transforme o versículo em desenho.
43. Faça esquemas, diagramas, acrósticos.
44. Faça uma planilha de textos bíblicos.
45. Faça manutenção do que você memorizou.
46. Pense na Palavra.
47. Medite na Palavra.
48. Ensine a Palavra.
49. Explique pra você que você entendeu dela.
50. Faça associações criativas.
51. Associe versículos a endereços.
52. Associe versículos a pessoas.
53. Memorize versículos com as referências.
54. Estude livros de memorização.
55. Invista no Curso de Memorização da Bíblia.
56. Invista em Cds da Bíblia em Áudio.
57. Invista nisto.
58. Ensine aos seus filhos a Palavra.
59. Cante versículos com eles.
60. Compre jogos bíblicos.
61. Jogue com seus amigos
62. Torne a Palavra prioridade máxima.
63. Seja disciplinado com ela.
64. Todo dia. Toda hora. A cada minuto.
65. Palavra. Palavra. Palavra.
66. Divirta-se com ela.
67. Faça dela o seu maior prazer.
68. Coma a Palavra. Saboreie a Palavra
69. Viva a Palavra
70. Faça tudo isso, para não pecar, para acertar o alvo, para ser mais parecido com Jesus.

Leia! Pratique!

No Amor de Cristo, Jesus

Equipe/

Universidade da Bíblia ®

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47 Razões de Por que o Nosso Pai Celestial Não é igual ou “Co-igual” Ao seu Filho

Há muitos versículos que, se é lido e acreditado de uma maneira simples, de maneira directa, deveria claramente convencer a qualquer pessoa imparcial que Deus e Jesus são dois seres completamente diferentes e distintos. Também há muitas razões lógicas que deveriam levar-nos a duvidar a doutrina da Trindade. O que segue é uma lista de algumas razões para crer que o Pai é o único Deus verdadeiro da Escritura e não tem igual.
Razões para duvidar que a Trindade existe:
1 A palavra “Trindade” não está na Bíblia.
2 Não há nenhuma fórmula Trinitária clara na Bíblia.
3 Os Trinitários diferem grandemente nas suas definições da Trindade. A Igreja Ortodoxa Oriental difere das tradições Ocidentais relativas à relação do Espírito Santo para o Pai e o Filho. Alguns evangelistas da televisão diferem grandemente das Igrejas Reformadas em seu conceito da divindade de Cristo enquanto ele estava na terra. Unidades Pentecostais dizem que a fórmula clássica da Trindade é completamente errada. Ainda assim todos estes afirmam que Cristo é Deus e que a Bíblia apoia a posição deles. Seguramente se a Trindade fosse parte da doutrina Bíblica, e especialmente se a pessoa tivesse que acreditar isto para ser salvo, seria definido claramente na Escritura. Ainda não há nenhuma fórmula Trinitária na Bíblia e os Trinitários próprios não podem concordar em uma definição. Se uma pessoa acredita na Trindade, como é que ele sabe qual definição está correcta, uma vez que nenhuma aparece na Bíblia?
4 O argumento Trinitário de que “o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus e juntos elos fazem um Deus” não está na Escritura e é ilógico. Os Trinitários ensinam que Jesus é tanto 100 por cento homem e 100 por cento Deus. Dizemos que Deus pode fazer o impossível, mas Ele não pode executar o que é inerentemente contraditório. Deus é o inventor de lógica e as matemáticas, disciplinas que Ele criou para nos permitir conseguir conhecer a Ele e o Seu mundo. É a mesma razão pela qual Ele disse que Ele é “Um Deus”, e por isso é que Jesus disse que o testemunho de dois é valido, e então disse, que ele e Seu Pai ambos eram testemunhas. Deus não pode fazer um quadrado redondo e Ele não pode fazer 100 por cento +100 por cento = 100 por cento, sem contrariar as leis da matemáticas que Ele projectou. Versículos que mostram a diferença entre a natureza de Deus e a natureza de Cristo
5 Deus é espírito (João 4:24), mas mesmo após sua ressurreição, Jesus disse dele mesmo, que ele não era um espírito, mas carne e ossos (Lucas 24:39).
6 Jesus é claramente chamado um homem muitas vezes na Escritura: João 8:40; Actos 2:22; 17:31; 1 Tim. 2:5, etc. Em contraste com isto, a Bíblia diz, “Deus não é Homem…” (Números 23:19), e “…pois sou Deus, e não homem…” (Oséias 11:9).
7 Números 23:19 Também diz especificamente que Deus não é “um filho do homem.” Nos Evangelhos, Jesus é chamado muitas vezes “um filho do homem” ou “o filho do homem.” Se Deus se tornou um ser humano que foi chamado “o filho do homem” isto cria uma contradição. Algumas ocorrências da frase “o filho do homem” no Novo Testamento são Mateus 12:40; 16:27 e 28; Marcos 2:10; 8:31; João 5:27. Nas Escrituras Hebraicas, o “filho do homem” também é usado muitas vezes falando das pessoas (Jó 25:6; Salmos 80:17; 144:3; Ezequiel 2:1; 2:3; 2:6; 2:8; 3:1; 3:3; 3:4; 3:10; 3:17; 3:25). Seres humanos, incluindo Jesus Cristo, são chamados, “filho do homem” e são portanto cuidadosamente distinguidos de Deus, que não é um “filho do homem.”
8 Deus não nasceu, mas é eterno. Em contraste com o Deus eterno, Cristo foi “unigénito,” ou seja, ele teve um começo. Mateus 1:18 lê-se “Ora, o nascimento de Jesus Cristo…” A palavra traduzida “nascimento” no texto original era gênesis, ou “começo.” Alguns escritores mudaram isto a gennesis [com uma dupla “n” e a segunda “e” longa] porque eles estavam desconfortáveis dizendo que Jesus teve um “começo.” Embora é verdade que um significado legítimo de gênesis é “nascimento” que é porque o nascimento de alguma coisa é compreendido como seu começo. Se Jesus preexistiu ao seu nascimento, como ensinam os Trinitários, o uso de “começo” em Mateus é enganoso. As Escrituras ensinam que o começo de Jesus era a sua concepção e nascimento. Felizmente, até mesmos estudantes Trinitários modernos reconhecem que a leitura original era gênesis, embora seja traduzido como “nascimento” em quase todas as traduções.
9 Jesus é chamado o “Filho de Deus” mais de 50 vezes na Bíblia. Nenhuma vez é ele chamado “Deus o Filho.”
10 Homem (Adão) causou os problemas da humanidade, e Romanos 5:19 diz que um homem terá que desfazer esses problemas: “Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.” Alguns teólogos ensinam que só Deus poderia pagar pelos pecados da humanidade, mas a Bíblia ensina claramente que só um homem poderia fazê-lo. [Para estudo adicional ler “How can a man atone for the sins of mankind?”]
11 Jesus, o homem, é o mediador entre Deus e os homens. 1 Timóteo 2:5 diz: ” Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus.” Cristo é chamado claramente um “homem,” mesmo depois da sua ressurreição. Alem disso, se Cristo foi ele próprio Deus, ele não poderia ser o mediador “entre Deus e o homem.” Versículos que mostram que Deus é maior que Cristo
12 Jesus chamou o Pai “meu Deus” tanto antes como depois da sua ressurreição (Mt. 27:46; João 20:17; Ap. 3:12). Jesus não pensou nele como Deus, mas ao invés teve um Deus da mesma maneira que nós. Por exemplo, ele falou a Maria Madalena para ir para os irmãos e dizer-lhes, “Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês” (João 20:17). Assim o Deus de Jesus é o mesmo Deus como nosso Deus, o Pai.
13 Jesus disse, “o Pai é maior do que eu” (João 14:28). Em contraste directo com estas claras palavras de Jesus, a fórmula ortodoxa da Trindade diz que o Pai e o Filho são “co-iguais.”
14 Deus Foi quem fez Jesus “Senhor.” Actos 2:36 diz: “Este Jesus…Deus o fez Senhor e Cristo.” “Senhor” não é o mesmo que “Deus.” “Senhor” (a palavra Grega é kurios) é um título masculino de respeito e nobreza, e é usado muitas vezes na Bíblia. Se o Cristo fosse Deus, então por definição ele já era “Senhor,” de maneira, para que a Bíblia dizer que ele foi “feito” Senhor poderia não ser verdade. Dizer que Jesus é Deus porque a Bíblia chama-lhe “Senhor” é uma erudição muito pobre. “Senhor” é usado de varias maneiras na Bíblia, e outros ademais de Deus e Jesus, são chamados “Senhor.”
1) os donos de propriedades são chamados Senhor (Mt. 20:8, kurios é “dono” — NIV).
2) os donos de casas foram chamados Senhor (Mc. 13:35, dono = kurios).
3) os donos de escravos foram chamados Senhor (Mt. 10:24, senhor = kurios).
4) os maridos foram chamados Senhor (1 Pe. 3:6, senhor = kurios).
5) um filho chamou o seu pai Senhor (Mt. 21:30, senhor = kurios).
6) o Imperador romano era chamado Senhor (Actos 25:26, Sua Majestade = kurios).
7) as autoridades romanas foram chamadas Senhor (Mt. 27:63, senhor = kurios).
15 No futuro, o Filho estará sujeito ao Pai. 1 Coríntios 15:28 diz: “Quando, porém, tudo lhe estiver sujeito, então o próprio Filho se sujeitará àquele [Deus] que todas as coisas lhe sujeitou, a fim de que Deus seja tudo em todos.” O dogma Trinitário contradiz isto fazendo a Jesus eternamente igual ao Pai.
16 Jesus reconheceu que o Pai era o único Deus verdadeiro. Em oração, ele disse a Deus “…que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3). Para que Jesus orasse desta forma, seguramente significava que ele não considerava-se que era “o único Deus verdadeiro.”
17 Jesus foi “santificado” por Deus. João 10:36 diz: “que dizer a respeito daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo? Então, por que vocês me acusam de blasfémia porque eu disse: Sou Filho de Deus?”. Jesus foi santificado por Deus, mas Deus não precisa de ser santificado.
18 Filipenses 2:6-8 tem sido traduzido incorrectamente em muitas versões, mas correctamente, o versículo 6 diz que o Cristo “não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se.” Jesus Cristo era altamente exaltado por Deus, porque ele não procurou igualdade com Deus como Lúcifer tinha feito muitos anos antes. A declaração não faz sentido nenhum, já que se o Cristo fosse Deus, porque então, Cristo teria sido elogiado por não procurar a igualdade com ele próprio.
19 Estava claro que Jesus não considerou-se igual com o Pai. Em João 5:19, ele disse, “O Filho não pode fazer nada de si mesmo; só pode fazer o que vê o Pai fazer” (cp. v. 30 e João 8:28 e 12:49).
20 Há apenas um que é “bom” e que é Deus. Em Lucas 18:19, Jesus falou para um homem que tinha-o chamado “bom”, perguntando-lhe, “Por que você me chama bom?”, respondeu Jesus. “Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus.” Se o Jesus tivesse estado dizendo as pessoas que ele era Deus, ele teria elogiado o homem na sua percepção, da mesma maneira que ele elogiou ao Pedro quando Pedro disse que ele era “o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Ao invés disso, Cristo deu-lhe uma repreensão moderada. O Cristo não estava ensinando as pessoas que ele era Deus.
21 1 Coríntios 3:23 deixa claro que Deus é maior do que Cristo, da mesma maneira que o Cristo é maior do que nós: “e vocês pertencem a Cristo e Cristo pertence a Deus (O Livro).”
22 Se Deus é maior do que Cristo, então Deus é o seu líder tal como Cristo é o nosso líder. Isto é exactamente o que a Bíblia ensina: “Quero, porém, que entendam que o cabeça de todo homem é Cristo, e o cabeça da mulher é o homem, e o cabeça de Cristo é Deus. (1 Cor 11:3).” É óbvio a partir deste versículo e 1 Cor. 3:23 (acima) que a fórmula Trinitária que Cristo e Deus são “co-iguais” não é bíblico.
23 Quando os discípulos oraram a Deus em Actos, eles chamaram ao Rei David “servo” de Deus (4:25). Depois naquela mesma oração eles chamaram ao Jesus “teu santo servo Jesus” (4:30). É muito óbvio que os discípulos do primeiro século não acreditavam que Cristo era Deus, sino que pensavam nele, como David, como um servo de Deus (cp. Mt. 12:18 e Actos 3:26, que também referem-se a Jesus como “servo” de Deus).
24 Foi Deus quem fez milagres e maravilhas através de Cristo. (Mt. 9:8; Actos 2:22; 10:38). Se o Cristo fosse Deus, a Bíblia simplesmente diria que Cristo fez os milagres ele próprio sem fazer referência a Deus. O fato de ter sido Deus que proveu o poder para os milagres mostra que Deus é maior do que Cristo.
25 Há muitos versículos que indicam que o poder e autoridade de Jesus lhe foram dados pelo Padre. Se ele fosse o Deus eterno, então ele sempre teria tido essas coisas que a Escritura diz que lhe foi “dada.” Lhe foi dada a Cristo “toda a autoridade” (Mt. 28:18). Lhe foi dada “o nome que está acima de todo nome” (Fl. 2:9). Lhe foi dada pelo Pai a obra para concluir (João 5:36). Lhe foi dada pelo Pai aqueles que acreditaram nele (João 6:39; 10:29). Lhe foi dada glória (João 17:22 e 24). Lhe foi dada pelo Pai sua “cálice” [sua tortura e morte] (João 18:11). Deus “sentou” ao Cristo em Sua própria mão direita (Ef. 1:20). Cristo foi “designado” cabeça da Igreja (Ef. 1:22). Estes versículos e outros como eles não fazem sentido nenhum se Cristo é “co-igual” com o Pai, mas sim fazem perfeito sentido se o Cristo foi o Messias, “um homem acreditado por Deus.”
26 Apesar de que todas as pessoas que falam da “Divindade de Cristo,” a frase nunca aparece na Bíblia, nem Cristo nunca é chamado “Divindade.” “Divindade” é do Latim “Deus, que quer dizer “Deus” e a frase, “a Divindade de Cristo,” como é popularmente (mas não biblicamente) usada, significa “a ‘Bondade’ de Cristo.” Porém, Cristo não é Deus, ele é Senhor, como mostram claramente muitos versículos. Colossenses 2:9 diz que em Cristo “habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” Este versículo está declarando que Deus (a Divindade) colocou toda Sua plenitude em Cristo, que é bastante diferente de dizer que Cristo é Divindade. Mais cedo em Colossenses, o conceito é feito claro: “Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude” (Col. 1:19). Isso é verdade. João 3:34 diz: “Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque ele dá o Espírito sem limitações.” O fato de que Cristo tem “toda a plenitude” de Deus não lhe faz Deus. Em Efésios 3:19, a Bíblia diz que os Cristãos deveriam ser cheios de “toda a plenitude de Deus,” e ninguém acredita que isto faz aos Cristãos Deus. Além disso, se o Cristo fosse Deus, não faria nenhum sentido dizer que a plenitude de Deus habita nele, porque, sendo Deus, ele sempre teria a plenitude de Deus. O fato de que Cristo pudesse ter a plenitude de Deus habitando nele mostra que ele não era Deus. 2 Pedro 1:4 diz que pelas grandiosas e preciosas promessas “vocês se tornassem participantes da natureza divina.” Ter uma “natureza divina” não nos faz Deus, e não fez ao Cristo Deus. A Nova Versão Internacional Bíblia de Estudo diz em 2 Pedro 1:4 que só significa que “que Deus habita em nos através do Seu Espírito Santo.” Igualmente Cristo, quem foi cheio com espírito santo sem limites, teve a plenitude da Divindade habitando em Ele.
27 Efésios 4:5 e 6 diz que há “um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos.” O “Senhor” é Jesus. O “Deus” é o Pai. Há claramente dois seres distintos aqui representados, não “um Deus” composto de Jesus e o Seu Pai. Além disso, não existe qualquer versículo que diz que Jesus e o Pai são “um Deus.”
28 1 Coríntios 8:6 diz, “para nós, porém, há um único Deus, o Pai… e um só Senhor, Jesus Cristo.” Se há um Deus e um Senhor, então há dois, e eles não são os mesmos.
29 Jesus chamou ao Pai, “Deus único” (João 5:44). A New American Standard Version chega a traduzi-la como “the one and only God.” (o só e único Deus.) Jesus não teria dito isto se acreditasse que ele próprio era Deus.
30 Cristo fez uma distinção entre falar contra ele e falar contra o Espírito Santo. Lucas 12:10: “Todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado.” Se tanto o Espírito Santo e Cristo fossem pessoas co-igual em um Deus, então não haveria diferença entre falar contra Cristo e falar contra o Espírito santo. [Para estudo adicional ler “34 Razões do Porque o “Espírito Santo” Não é Uma “Pessoa” Separado Com o Verdadeiro Deus, o Pai”.]
31 Cristo disse que sua doutrina não era sua. João 7:16: “O meu ensino não é de mim mesmo. Vem daquele que me enviou.” Cristo não poderia ter dito isto se ele fosse Deus, porque a doutrina teria sido sua.
32 Jesus e Deus têm vontade separadas. Lucas 22:42: “não seja feita a minha vontade, mas a tua” (cp. João 5:30).
33 Jesus contou ele próprio e o seu Pai como dois, e não “um.” João 8:17 e 18: “Na Lei de vocês está escrito que o testemunho de dois homens é válido. Eu testemunho acerca de mim mesmo; a minha outra testemunha é o Pai.” Jesus confirmou esta verdade em João 14:1 quando ele disse: ““Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim.” Há literalmente centenas de escrituras como estas onde enunciam que Jesus e Deus são seres separados e distintos. “quem permanece no ensino tem o Pai e também o Filho (2 João 9).” A Escritura reconhece claramente ao Pai e ao Filho, mas não “ambos” como “um Deus.”
34 A Bíblia sempre retrata Deus e Cristo como dois seres separados. Os exemplos são muitos a listar, mas alguns são: Quando Estêvão os viu apenas antes de sua morte, ele viu “o Filho do homem em pé, à direita de Deus” (Actos 7:56); as Epístolas da Igreja são autoria de Deus e Cristo; Deus e Cristo regem na cidade eterna de Apocalipse (Capítulo 21).
35 A Bíblia deixa claro que Jesus é um “herdeiro” de Deus, e um herdeiro em comum connosco (Rm. 8:17 – AA). Se Cristo é uma “pessoa” na “Divindade” e co-eterno com o Pai, então ele não pode ser um herdeiro, porque, como Deus, ele é o dono de tudo e não há nada que ele possa “herdar.” Ele simplesmente compartilharia glória eterna. Ao tornar Cristo um co-herdeiro com os crentes e um herdeiro de Deus, a Bíblia deixa claro quanto Cristo é como nós. Nós herdamos do Pai e o Cristo também.
36 A Bíblia deixa claro que Jesus é a “imagem de Deus” (Cl. 1:15; 2 Cor. 4:4). Se Cristo é a imagem de Deus, então ele não pode ser Deus, porque você não pode ser uma imagem de alguém e a verdadeira pessoa ao mesmo tempo. Se você ver uma fotografia de nós, você vê nossa imagem e pode aprender muito sobre nós a partir dela, mas a imagem não é a nossa verdadeira pessoa. Cristo é a imagem de Deus. Nós aprendemos muito sobre Deus vendo ao Cristo, mas o simples facto de que ele é a imagem de Deus prova que ele não é Deus.
37 “Ao único Deus sábio” recebe Sua glória por meio de Jesus Cristo (Rm. 16:27: “ao único Deus sábio seja dada glória para todo o sempre, por meio de Jesus Cristo”). Para fazer referência a “Deus” separado de Cristo e ao mesmo tempo dizer que Deus era o “único” Deus, esta muito claro. Jesus não é, e não faz parte de, o “único” Deus.
A doutrina Trinitária ensina que Deus e Cristo (e o Espírito Santo) formam “Um Deus,” mas a Bíblia ensina que eles são dois seres distintos.
38 Jesus cresceu em sabedoria, mas Deus é tudo sábio (Lucas 2:52: “Jesus ia crescendo em sabedoria”). Também, Jesus “aprendeu a obedecer” (Hb. 5:8). Deus não precisa aprender.
39 Jesus tinha conhecimento limitado. Por exemplo, Marcos 13:32 diz: “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai.” [Embora alguns textos Gregos omitem “nem o Filho,” eruditos textuais Trinitários admitem agora que a frase estava no texto original de Marcos. Foram escribas Trinitários que tentaram extrair esta frase da Bíblia porque não concorda com sua teologia e eles não poderiam explicar isso.] Até mesmo depois da sua ressurreição, Jesus continua a receber conhecimento de Deus como Apocalipse 1:1 indica: ” Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu.”
40 A Escritura ensina que convinha que Deus “tornasse” Jesus “perfeito, mediante o sofrimento” (Hb. 2:10). Deus é, e sempre será, perfeito, mas Jesus precisou atingir perfeição através de seu sofrimento.
41 Jesus recebeu o espírito santo em seu baptismo. Se Jesus fosse Deus e o espírito santo fora Deus, então Deus teria sido ungido por Deus. Para que propósito teria servido isto? Nós sabemos por que as pessoas são ungidas, mas que poder poderia dar Deus a Si mesmo? Jesus foi dado espírito santo da mesma maneira como aos crentes hoje.
42 Jesus foi “como nós, passou por todo tipo de tentação” (Hb. 4:15), contudo a Bíblia deixa claro que Deus não pode ser tentado: “Pois Deus não pode ser tentado pelo mal” (Tiago 1:13).
43 Em momentos de fraqueza ou dificuldade, anjos ministraram e fortaleceram ao Jesus. Lucas 22:43 diz: “Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia [no jardim de Getsêmani].” Homens precisam ser fortalecidos; Deus não (cp. Mt. 4:11, Mc. 1:13).
44 A Escritura ensina que Jesus morreu. Deus não pode morrer. Romanos 1:23 e outros versículos dizem que Deus é imortal. Imortal significa “não sujeito a morte.” Esta expressão se aplica somente a Deus.
45 Hebreus 4:15 diz que quando Jesus estava na terra, ele foi “como nós.” Nenhum de nós teria os sentimentos, as dúvidas, os medos, etc., que nós temos se fôssemos Deus. Dizer que Deus se sente como eu, é fazer um escárnio de Deus. Jesus foi o Messias esperado de Deus, o Último Adão, um “homem aprovado por Deus”, como Actos 2:22 diz.
46 Hebreus 2:10 e 11 dizem que Jesus não se envergonha de chamar-nos “irmãos”, porque temos o mesmo Pai que ele tem. A Bíblia ensina que nós somos “irmãos” de Jesus e “filhos de Deus.” A Bíblia nunca diz ou infere que nós somos “irmãos de Deus.”
47 Nós somos comissionados para fazer “obras maiores” que Jesus. Isto seria um absurdo se Cristo fosse Deus, porque então nós os discípulos seria-mos comissionados para fazer obras maiores do que Deus faz. João 14:12 diz: “Aquele que crê em mim [Jesus], fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas.”
Deus é Deus por causa de certos atributos que Ele tem. Se Jesus Cristo fosse Deus, ele teria que ter os atributos de Deus. A maioria dos teólogos concorda que esses atributos são: sem origem, auto-existente, imortal, imutável, omnisciente, completamente sábio, completamente bom, todo-poderoso e omnipresente. Mas Jesus negou cada uma destas.
Ele não foi sem origem: Cristo foi procriado por Deus. “o Pai tem vida em si mesmo, ele concedeu ao Filho ter vida em si mesmo (João 5:26).”
Ele não foi auto-existente: “eu vivo por causa do Pai (João 6:57).”
Ele não foi imortal. Jesus morreu e Deus o ressuscitou (Veja # 44 acima).
Ele não foi imutável. Ele cresceu e aprendeu, e ele morreu e levantou em um corpo novo e diferente. Ele não foi omnisciente. Houve coisas que ele não sabia (Veja # 38 acima).
Ele não foi completamente sábio. Jesus “cresceu em sabedoria” (Veja # 37 acima).
Ele não foi completamente bom. Ele disse que o único bom era Deus (Veja # 20 acima).
Ele não foi todo-poderoso. Considerando que “nada é impossível para Deus”, (Lucas 1:37)
Cristo disse “o Filho não pode fazer nada de si mesmo” (João 5:19).
Ele não foi omnipresente. Após a morte de Lazaro, Jesus disse a seus discípulos, “estou contente por não ter estado lá” (João 11:15).
Os atributos de Deus são o que Lhe faz Deus, da mesma maneira que há certos atributos que fazem um homem o que ele é. Há uma expressão comum que “se caminha como um pato e grasna como um pato, então é um pato.” Isto poderia ser facilmente aplicado aqui. Deus “caminha e grasna” como Deus. Jesus “caminha e grasna” como um homem, a Escritura diz muito claramente que ele é um homem. Afirmamos que a Bíblia está clara no seu ensino sobre quem Deus é e quem Cristo é, e nós pedimos aos Cristãos a considerar cuidadosamente o que eles acreditam e porquê.
Nós também pensamos que acreditar que Jesus é Deus, “o Espírito Santo” é Deus, e o Pai é Deus realmente humilha ao Único Deus Verdadeiro. Fazer a Deus um das três “pessoas” co-iguais tira Dele a Sua exaltada posição como o Único Deus Verdadeiro, o Criador do universo, o Autor do plano de Salvação, o Pai de Jesus Cristo, e nosso único Deus.
Além de roubar a Deus a Sua posição exaltada como Deus supremo, acreditar que Jesus é Deus também humilha-o. A pessoa não pode apreciar quão grande Jesus realmente foi até que faça um esforço para viver um único dia como ele fez. Sua coragem, tenacidade mental, amor e grande fé são inigualáveis na história humana. A Sua verdadeira grandeza está perdida se você acredita que ele é Deus, já que “para Deus todas as coisas são possíveis.” Acreditando que Jesus é Deus também humilha Deus porque o próprio Jesus disse, “o Pai é maior do que eu.”
Acreditar que Cristo é Deus Também significa que ele não poderia pecar [que faz sentido dado que “Deus” não pode pecar]. Cristo deveria ter sido capaz de pecar, porque a Escritura diz que ele “como nós, passou por todo tipo de tentação.” Cristo passou pela vida como cada humano faz, com dúvidas, medos e preocupações, e com a possibilidade de pecar. Acreditar que Jesus não poderia pecar torna impossível para nós identificarmos com ele.
Ao restabelecer ao Pai a Sua posição única e singular como Deus, nós damos Lhe toda adoração, crédito, respeito e temor que Ele merece como o Único Deus Verdadeiro. Ao restabelecer ao Cristo a sua posição como o homem aprovado por Deus, o Filho unigénito do Pai, o Último Adão, o único que poderia ter pecado mas permaneceu obediente voluntariamente, o único que poderia ter se rendido mas nos amou tanto que ele nunca desistiu, o único a quem Deus exalto altamente para ser nosso Senhor, nós damos ao Jesus Cristo toda adoração, crédito, respeito e temor que ele merece, e nós podemos tirar grande força e determinação do seu exemplo.

http://www.truthortradition.com/portuguese/modules.php?name=News&file=article&sid=60

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30 coisas sobre um bom ministro (1 Tm 4.7)

Eleita:
1 Guardar as verdadeiras doutrinas (1.3).
2 Recusar as doutrinas especuladoras (1.4; 4.7; 6 . 20).
3 Ter um coração puro (1.5).
4 Ter uma boa consciência (1.5,19).
5 Ter uma fé genuína (1.5,19).
6 Ser fiel ao chamado (1.12).
7 Ser salvo do pecado (1.15).
8 Ser um padrão para o s outros (1.16; 4.12).
9 Militar a boa milícia (1.18).
10 Orar e dar graças por tudo (2.1-8).
11 Conduzir uma vida quieta e sossegada (2.2).
12 Viver piedosa e honestamente (2.2).
13 Preencher as 16 qualificações para o s bis¬pos (ministros), p. 1930.
14 Comportar-se como se pertencesse a Deus (3.15).
15 Guardar o s fundamentos da verdade (3.16).
16 Alertar o s hom ens contra as 7 coisas inci¬tadas pelo mistério da iniqüidade,p. 1930.
17 Lembrar o s irmãos da verdade (4.6).
18 Manter a fé e a boa doutrina (4.6).
19 Exercitar-se mais na piedade do que nos exercícios físicos (4.7,8).
2 0 Trabalhar e sofre r rep rova çã o por Cristo (4.10).
21 Persistir na leitura, exortação e no ensino (4.13).
22 Usar propriamente o s d ons (4.14).
23 Meditar completamente sobre su a s obriga¬ções (4.15,16).
24 Ser justo com todas as classes (5.1-6.21).
25 Manter-se puro (5.22).
26 Estar contente com a vida (6.6-8).
27 Abster-se dos desejos carnais (6.9-11).
28 Seguir o fruto do Espírito (6.11).
29 Militar a boa milícia da fé e tomar p osse da vida eterna (6.12).
30 Viver Irrepreensível perante Deus e verda¬deiro diante de todos o s homens (6.14-19)

Pasto Ulsom

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26 RAZÕES PARA PARAR DE VER PORNOGRAFIA
Consequências destrutivas que a pornografia tem sobre um homem.

As seguintes consequências são o que acontece quando um cristão vê pornografia. A lista cobre uma grande área dos resultados negativos que a pornografia tem sobre um homem que é seguidor de Jesus.
1. Alienação de Deus. Você não mais se sente próximo de Deus. Você não experimenta o poder de Deus. Você não mais tem a alegria de sua salvação.
2. Cega você para as consequências. Temporariamente te desliga da sua caminhada com Deus, de seus relacionamentos com sua esposa, seus filhos e outros. Te cega sobre o que te acontecerá espiritual, física, emocional, mental, social, vocacional e relacionalmente.
3. Cria expectativas irrealistas. Os homens começam a pensar que toda mulher deveria se parecer com aquelas e que esse tipo de relação é como seu relacionamento com sua esposa deve ser.
4. Distorce sua visão do sexo. A pornografia te faz acreditar que o sexo é somente para o prazer do homem e que as mulheres são simplesmente objetos a serem usados, ao invés de criações de Deus que devem ser honradas e respeitadas.
5. Nunca é o bastante. A pornografia tem um efeito crescente. Como uma droga, você precisa de mais e mais para satisfazer a lascívia. Ela te leva rapidamente a um caminho de destruição e para bem longe da paz, alegria, e relacionamentos saudáveis.
6. Liberdade sobre o que você pensa e faz é perdida. Você se torna escravo de seus pensamentos pecaminosos que levam a atos pecaminosos.
7. A culpa depois que você vê pornografia. Mas a culpa não é o suficiente para te prevenir de fazer na próxima vez.
8. A sexualidade saudável é obscurecida pela pornografia. Sexo saudável é somente o sexo marital, que inclui sexo regular, sexo altruísta e sexo amoroso.
9. Te isola e faz você se sentir totalmente sozinho e como o único que luta contra a pornografia e a lascívia.
10. Ameaça seu relacionamento com sua esposa ou futura esposa (se você é solteiro), seu testemunho de Jesus Cristo, e tudo em sua vida que é importante para você. Você põe tudo isso em risco pela pornografia.
11. Te mantém em um ciclo de autodestruição. A pornografia parece medicar a dor em sua vida, mas somente adiciona mais dor à dor. A pornografia te leva a fazer coisas que você nunca pensou que faria. O pecado te levará para mais longe que você gostaria. Ele te manterá mais longe que você gostaria. E te custará mais do que você gostaria de pagar.
12. Lascívia – lascívia sexual pecaminosa – te leva a atos sexuais pecaminosos. Pornografia posta em sua mente é como colocar gasolina no fogo do desejo sexual errôneo, resultando em pensamentos e ações destrutivas.
13. Mascara a verdadeira ferida.Você está procurando a cura e torna as coisas piores.

Lista compilada por Craig Gross
14. Nunca é uma experiência neutra. Você não pode ver pornografia e não ser afetado por isso. Essa experiência é sempre inconsistente com a Palavra de Deus.
15. Objetifica as mulheres. A pornografia as transforma em objetos sexuais. Ela sequestra a capacidade do homem de ver uma mulher mais velha como uma figura materna, uma mulher da mesma idade como uma irmã e uma mulher mais nova como a figura de uma filha.
16. Traz um prazer muito curto, seguido por dor e mais dor.
17. Abandonar torna-se a luta de uma vida. Uma vez que você permite que a pornografia entre, há uma batalha violenta com Satanás e com sua velha natureza para se vigiar. Uma vez que você permite que a pornografia entre em sua vida, sempre haverá uma batalha. É uma batalha vencível, mas uma batalha diária.
18. Permanece em sua mente para sempre. Satanás mantém aquela imagem repetindo em sua mente para criar um ciclo de luxúria pecaminosa e te levar de volta à pornografia. Você se torna ligado a uma imagem, não a uma pessoa.
19. A vergonha entra em sua vida. Culpa é sentir-se mal por algo que você fez. A vergonha, no entanto, é baseada em sentir-se mal por quem você é. A pornografia traz vergonha. Deus nunca traz vergonha. Satanás sempre traz vergonha.
20. A confiança é perdida com as pessoas que você mais ama e respeita.
21. Abre a porta para todo pecado sexual. A pornografia é um portal, uma entrada que traz nada de bom e tudo de doloroso, como masturbação compulsiva, desejos, práticas sexuais perigosas, visita a lugares adultos, uso de prostituição, práticas sexuais pervertida e abuso sexual.
22. Viola mulheres. Como? Você está colocando seu selo de aprovação em uma indústria que degrada e desumaniza mulheres.
23. Um convite para olhar para outras mulheres.
24. Extingue a verdade. A pornografia promove a mentira. Você mente para os outros, mente para Deus e mente para si mesmo. Você mente mais para cobrir velhas mentiras. Você se torna uma mentira viva.
25. Te liga a uma imagem. Você fica preso e ligado à imagem ao invés de sua esposa ou futura esposa se você é solteiro.
26. Fecha seus lábios para o louvor a Deus, falar sobre sua fé, contar aos outros como eles podem experimentar Deus.
Fonte: http://www.pranselmomelo.com.br/
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui
Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando R. de Souza

25 DEVERES COMO CRISTÃO

25 DEVERES COMO CRISTÃO
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pr. Robson Luiz de Oliveira

ROMANOS 12:09-21
1. AMOR FRATERNAL (V.09,10)
2. NÃO SER HIPÓCRITA (V.9)
3. NÃO GOSTAR DO MAL (V.9)
4. PREGAR O BEM (V.9)
5. HONRAR AO PRÓXIMO, NUNCA HUMILHAR (V.10)
6. ZELOSO, RESPEITADOR, CUIDADOSO (V.11)
7. FERVOR NO ESPÍRITO SANTO (V. 11)
8. SERVIR AO SENHOR (V.11)
9. ALEGRIA ENQUANTO ESPERA (V. 12)
10. PACIENTES NA LUTA (V.12)
11. PERSEVERANTE (V.12)
12. COMPARTILHAR AS NECESSIDADES (V.13)
13. SER HOSPITALEIRO (V.13)
14. ABENÇOAR E NÃO AMALDIÇOAR “AQUELAS BÊNÇÃOS” (V.14)
15. COMPARTILHAR ALEGRIAS (V. 15)
16. COMPARTILHAR TRISTEZAS (V. 15)
17. TRATAR TODOS IGUAIS (V. 16,17)
18. NÃO SER ORGULHOSO (V. 16)
19. AGIR COM HUMILDADE (V. 16)
20. NÃO SER SÁBIO AOS PRÓPRIOS OLHOS (V. 16)
21. NÃO QUEIRA SE VINGAR (V. 17,19)
22. ESTAR EM PAZ COM TODOS (V. 18) SE POSSÍVEL, QUANDO DEPENDER DE VOCÊ
23. CONFIAR QUE DEUS AGIRÁ POR NÓS (V. 19)
24. ABENÇOAR OS INIMIGOS. AJUDÁ-LO SEMPRE (V. 20)
25.FAZER O BEM E VENCER O MAL (V. 21)

Escrito por: Pr. Robson Luiz de Oliveira

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