12 qualidades de um servo de Deus:
12 qualidades de um servo de Deus:
1º TODOS DEVEM SER TRANSPARENTES
2° TODOS DEVEM SER ENSINAVEIS
3° TODOS DEVEM SER SUBMISOS
4º TODOS DEVEM SER TRATAVEIS
5° TODOS DEVEM SER HUMILDES
6º TODOS DEVEM SER MANSOS
7° TODOS DEVEM SER CHEIOS DO ESPIRITO SANTO
8º TODOS DEVEM SERDETERMINADOS
9º TODOS DEVEM SER FERVOROSOS
10° TODOS DEVEM SER MOTIVADOS
11° TODOS DEVEM SER DISPOSTOS
12° TODOS DEVEM SER OUSADOS
1º – O servo de Deus deve ser: Transparente
Não existe nada melhor do que nos relacionarmos com homens e mulheres transparentes.
Pois a transparência nos traz a confiança que sou irrepreensível na presença de deus (1corintios 1.8 Lucas 1.6 Efésios 1.4).
Esta é a marca de alguém que tem vencido o orgulho e a necessidade de ser aceito neste mundo porque não somos deste mundo, mas este mundo é do maligno e o príncipe deste munda já este julgado (João 16.11).
Temos não que ser aceito pelo mundo, mas por cristo pelas nossas boas obras em sua presença.
Todo homem e mulher transparentes, são homens e mulheres livres; mais ainda, refletem segurança nos relacionamentos com Deus e com seus superiores.
2º – O servo de Deus deve ser: Ensinavel
Homens e mulheres arrogantes e sabichões nunca aprendem nada.
Se existe algo que nós homens e mulheres devemos aprender nestes dias, é a capacidade de sermos ensináveis. Disponibilidade para inclinar os ouvidos e o coração para ser ensinado, isto nos mostra que estamos dentro da palavra de Deus aprendendo e vivendo o que estamos aprendendo para isto deus colocou seus guias, ou seja, pastores na frente de batalha para ensinar os novos soldados como devem caminhar.
3º – O servo de Deus deve ser: Submisso
Uma das estratégias de Satanás na vida do homem ou da mulher é fazê-los rebeldes e insubmissos.
Submissão não é prisão, é liberdade. Submissão é uma dos segredos de uma vida longa e cheio de vitória porque foi escrito pelo espirito santo através de seus profetas que devemos ser submissos às autoridades empostas por Deus em suas igrejas não sendo nós submissos estamos fora do agrado de Deus.(tito2.9 e Hebreus13.17.)
4º – O servo de Deus deve ser: Tratável
É difícil conviver com alguém duro, resistente e cheio de razão.
Homens e mulheres intratáveis nunca erram, estão sempre com a razão, justificam-se sempre e finalmente, nunca terão o caráter transformado.
Afinal, são intratáveis.
Agora aqueles que têm o coração amolecido por Deus e se deixam tratar se tornam grandes servos do Senhor em sua casa.
Sendo assim todo homem e mulher deve deixar Deus guia-lo amolecendo seus corações e deixando o espirito santo habitar no mesmo sabendo que o coração duro, resistente e cheio de razão são coração guiado por satanás mas o coração amolecido que e cheio do espirito santo é um coração agradável a Deus.
5º O servo de Deus deve ser: Humilde
Qualidade marcante de quem possui uma vida rendida diante do Senhor Jesus. Para estes não há lugar para o orgulho ou a soberba.
Só há lugar para um coração despojado, entregue, rasgado diante do altar de Deus.
Homens e mulheres com um coração humilde expressam a vida de Jesus.
6º – O servo de Deus deve ser: Manso
Jesus disse que devemos aprender com ele, que é manso e humilde de coração, pois só assim encontraremos descanso para nossas almas.
A humildade e a mansidão nos fazem ser semelhantes a Jesus, e traz descanso a nossa alma.
7º – O servo de Deus deve ser: Cheio do Espírito Santo
Nenhum homem e mulher pode ser cheio de si mesmo.
Cheio de idéias e conceitos próprios. Deve ser cheio do Espírito. Na Bíblia, um dos símbolos do Espírito Santo é o vinho, símbolo de alegria e de vida. Assim homens e mulheres devem ser reconhecidos: cheios de alegria e cheios de muita vida de Deus este é o nosso combustível ministerial porque o nosso combustível espiritual é o espirito santo se deus retirar o espirito santo de nós, morremos.
porque a fonte de nossas vidas é a comunhão com deus através do espirito santo.
8º – O servo de Deus deve ser: Determinado
A determinação é um fator predominante na vida daqueles que querem vencer. Determinação é um ato da nossa vontade. Homens e mulheres de vontade livre terão mais facilidade para se encherem do Espirito de deus.
A palavra de Deus diz que Deus procura os verdadeiros adoradores ou seja esta é a melhor qualidade de um homem ou de uma mulher ser voluntario para adorar a Deus.
9º – O servo de Deus deve ser: Fervoroso
Este é o ingrediente que dá brilho ao ministério do homem e da mulher.
Chega a ser empolgante observar alguns homens e mulheres no desenvolver de seus ministérios.
Há uma diferença entre um homem ou mulher frio, um morno e outro fervoroso. O frio traz desânimo consigo o morno não influencia em nada, enquanto que o fervoroso faz toda a diferença na presença de Deus.
10º – O servo de Deus deve ser: Motivado
Como é bom ter homens e mulheres motivados na igreja, e como é bom estar ao lado deles.
Eles nos impulsionam a seguir em frente e vencer.
Na verdade, a motivação do homem e da mulher é responsável por 50% do êxito de seu ministério. Homens e mulheres motivados tem o seu crescimento desobstruído.
11º – O servo de Deus deve ser: Disposto
Nada mais chato que tratar com pessoas indispostas.
Geralmente não produzem nada, e tem a capacidade de influenciar negativamente, com sua indisposição, os que se mostram dispostos.
Disposição é uma qualidade importante na igreja e todo homem e mulher que fazem a obra do Senhor com disposição, mostra um desempenho muito melhor e melhor agrada o coração de Deus porque a disposição mostra voluntariedade e isto é de agrado ao Senhor.
12º – O servo de Deus deve ser: Ousado
E para finalizar, a bendita ousadia que nos conduz onde quer que o Senhor nos conduza.
Uma pequena direção dada por Deus no nosso Espírito, nos fará avançar e prosperar naquilo para qual fomos dirigidos, sem qualquer dúvida, questionamento ou sentimento de incapacidade.
O homem e mulher de Deus que desenvolve esta qualidade, avança, prosperam e superam suas próprias limitações e ultrapassam qualquer obstáculo sem desanimar porque o homem e mulher ousado não teme a luta mas reconhece que deus os chamou para batalha e como toda batalha terá luta mas atraváz de sua ousadia toda luta é vencida.
http://informativogospel.comunidades.net/12-qualidades-de-um-servo-de-deus
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12 Chaves para Entender Israel na Bíblia
12 Chaves para Entender Israel na Bíblia
Quando viajo pelo mundo viajando por Bridges for Peace, eu freqüentemente ouço muitas das mesmas perguntas várias e várias vezes. Quer seja na África do Sul ou no Canadá, na Austrália ou no Brasil, no Reino Unido ou nos Estados Unidos, uma coisa que os Cristãos querem ter é um resumo das passagens chave sobre Israel e o povo Judeu. Deus tem muito a dizer sobre Seu povo da Aliança e Sua Terra, Israel.
A Terra de Israel é o único lugar na terra que Deus diz possuir em termos de propriedade que pode ser transferida (É claro, nós sabemos que o mundo inteiro é d’Ele, mas este pedaço de terra tem um relacionamento único com Ele).Sobre Israel Ele diz: “Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos comigo” (Levítico 25.23).
O que exatamente a Bíblia diz sobre o pedaço de terra de Deus, e quem tem direito a ele?
Quando chegamos à questão Israel-Palestina dos dias modernos, as pessoas freqüentemente perguntam “Que direito exatamente têm Israel e o povo Judeu sobre essa terra?” Argumentos são continuamente apresentados relativos ao direito dos Palestinos e ao direito dos Israelenses que parecem lógicos às pessoas os apresentam. Mas uma questão básica ainda continua na mente quando ouço os muitos pontos de vista conflitantes a respeito a esse pedaço de terra: “Quem tem a definitiva autoridade para determinar os direitos quanto a esse pedaço especial de propriedade?”
A resposta bíblica a essa pergunta é que somente Deus determina os “direitos” que qualquer de nós tem. Algo é certo ou errado por causa de decreto Divino, não de sentimento humano ou de razão humana. A existência de Deus antes da criação do universo e da humanidade Lhe dá o direito de determinar nossos “direitos”.
A moralidade existe porque Deus existe. A autoridade existe porque Deus existe. E, Onipotente Deus já determinou os direitos de Israel e do povo Judeu sobre a terra que pertence a Deus e que foi cedida a eles.
Vamos olhar juntos o que Ele tem a dizer sobre a Terra de Israel, o povo que Ele escolheu para possuí-la e por que:
Chave 1: A Terra de Canaã, renomeada para Israel por Yahweh, foi dada por Deus a Abraão e seus descendentes como possessão eterna.
Em Gêneses 12:7a, nós lemos: “E apareceu Yahweh a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra”.
Em Gêneses 13:15 Ele repetiu Sua promessa quando disse: “Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”. Ele disse a mesma coisa em Gêneses 15:18: “…à tua descendência tenho dado esta terra…”.
Chave 2: O dádiva de Deus dessa Terra para Abraão e seus descendentes foi baseada em uma aliança incondicional do próprio Deus Yahweh.
Gêneses 17:7-8 declara: “E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus”.
O sinal dessa aliança para Abraão e seus descendentes era a circuncisão. Duas vezes nesta passagem, Deus menciona a natureza eterna dessa aliança. Há alguns hoje que dizem que essa aliança era condicional, que era baseada na fidelidade de Israel a Deus. A Bíblia ensina diferentemente.
Em Salmos 89:30-37 nós lemos: “Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nos meus juízos, se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos, então visitarei a sua transgressão com a vara, e a sua iniqüidade com açoites. Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade. Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o que saiu dos meus lábios. Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu”.
Jeremias 31:35-36 declara: “Assim diz Yahweh, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; Yahweh dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre”.
Concordamos que Deus prometeu julgar Seu povo se eles O desobedecessem. Isso é verdade para todos nós. Entretanto, não concordamos com aqueles que dizem que a desobediência de Israel os privaria de sua dádiva da terra e de seu status nacional como um povo. Deuteronômio 28 mostra que o pronunciamento por Deus de bênção ou maldição somente afetou a qualidade de vida dos Israelitas, que era condicionada à sua fidelidade. No entanto, a promessa da terra não estava baseada no desempenho de Israel, mas no juramento e no caráter de Deus – Ele não mente.
Deuteronômio 30 mostra que antes de entrarem na Terra Prometida, Ele sabia que eles violariam Seus estatutos e seriam expulsos no futuro. Ainda assim, também declara que Ele os traria de volta para a terra que Ele havia dado aos seus antepassados (veja a chave 8).
Chave 3: A Terra foi dada a Abraão e seus descendentes como parte da bênção redentora de Deus para o mundo.
Em Gêneses 12:1-3 nós lemos: “ORA, Yahweh disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Israel foi estabelecido no centro do mundo antigo, e todos os transportes e comunicações entre os continentes tinham que passar por seu território para alcançar os outros. Ao fazê-lo, os viajantes, mercadores e comerciantes, e até os exércitos, encontravam os Filhos de Israel.
Eles foram escolhidos para três propósitos: adorar a Deus em sua terra e mostrar ao mundo a bênção de servir o único Deus verdadeiro; receber, registrar e transmitir a Palavra de Deus (através deles nós temos a Bíblia); e finalmente, ser o canal humano para o Messias de quem recebemos a nossa Salvação. Para que Deus proteja Seus propósitos para os Filhos de Israel na Terra de Israel, Ele prometeu abençoar aqueles que abençoassem Abraão e seus descendentes e amaldiçoar quem os amaldiçoasse.
Chave 4: Essa terra não foi dada aos descendentes de Ismael (um ancestral dos povos Árabes), mas aos descendentes de Isaque.
Não tenho ressentimentos contra os filhos de Ismael, nem quero ser cruel com nossos amigos árabes. Entretanto, tenho que ser fiel ao que a Bíblia ensina. O próprio Abraão considerava Ismael como um possível descendente a quem Deus daria essa terra. Em Gêneses 17:18, Abraão disse a Deus: “Quem dera que viva Ismael diante de teu rosto!” Mas a resposta de Deus foi, e é, muito clara. Em Gêneses 17:19, Deus responde a Abraão: “Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele”.
Deus prometeu abençoar Ismael e torná-lo uma grande nação: “E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação” (Gêneses 17:20). No entanto, a linhagem promessa da aliança em relação à Terra passaria através de Isaque, não Ismael: “…Em Isaque será chamada a tua descendência” (Hebreus 11.18).
Chave 5: Essa Terra não foi dada a outros filhos de Abraão, mas somente a Isaque.
Depois que Sara morreu, Abraão teve seis outros filhos com Quetura, bem como outros com suas concubinas, que são os ancestrais de muitos dos povos Árabes hoje. Entretanto, a aliança da Terra não era para eles: “Porém Abraão deu tudo o que tinha a Isaque; mas aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu Abraão presentes e, vivendo ele ainda, despediu-os do seu filho Isaque, enviando-os ao oriente, para a terra oriental” (Gêneses 25.5-6). Note que Abraão até mesmo mandou esses filhos embora da Terra de Canaã.
Chave 6: Essa Terra e a aliança foram dadas somente ao filho de Isaque, Jacó, e seus descendentes, não a Esaú e seus descendentes.
Jacó recebeu o direito de primogeniture de seu pai, Isaque. Em Gêneses 28:4, Isaque disse a Jacó: “E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão”.
Mas não foram simplesmente as palavras de seu pai Isaque que guiaram o future de Jacó. Foi uma revelação direta do próprio Deus que convenceu Jacó de seu destino. O Senhor Deus revelou a Jacó Sua mensagem sobre essa terra. Em Gêneses 28:13-15, nós lemos:
“E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra; e eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado”.
De acordo com Gêneses 36:6-9, Esaú tomou seus descendentes e todas as suas posses e foi para outra terra longe de seu irmão Jacó. Esaú viveu na terra montanhosa de Seir. A Bíblia nos diz que Esaú é Edom. Isso nos diz especificamente que os descendentes de Esaú eram os Edomitas, e Israel não era sua terra. O livro de Obadias é uma proclamação de fataliidade sobre os filhos de Esaú (Edom) por sua constante perseguição dos descendentes de Jacó (Israel): “Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre” (Obadias 1:10).
Chave 7: Deus mandou Israel conquistar a Terra que Ele havia dado a eles.
Em Deuteronômio 1:8, nós lemos: “Eis que tenho posto esta terra diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua descendência depois deles”. No lado leste do Rio Jordão, quando os Israelitas estavam prestes a entrar na Terra Prometida, o Senhor disse a Josué: “Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés. Desde o deserto e do Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente do sol, será o vosso termo. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria” (Josué 1:2-4,6).
Josué então falou ao seu povo com estas palavras: “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós; e que certamente lançará de diante de vós aos cananeus, e aos heteus, e aos heveus, e aos perizeus, e aos girgaseus, e aos amorreus, e aos jebuseus” (Josué 3:10). Ele então lhes disse como o Senhor dividiria as águas do Rio Jordão para que pudessem passar para o outro lado. Foi isso que aconteceu e então o povo soube que Deus estava com eles, e eles conquistaram a terra, região por região, começando por Jericó.
A realidade do conflito pela terra de Israel não é nada novo e de forma alguma indica que Deus não esteja com o povo Judeu no que diz respeito à questão da terra hoje. Tenho ouvido Cristãos dizerem que Israel hoje não poderia ser parte do plano de Deus, porque há tanta guerra e conflitos que isso não poderia ser de Deus. No entanto, desde quando isso foi diferente? Por todo o Antigo Testamento, nações se levantaram para lutar contra o povo Judeu, os descendentes de Abraão, na Terra de Israel. Do momento em que Josué trouxe os Filhos de Israel para a Terra Prometida, foi uma luta para possuir a Terra. O Rei Davi estava obviamente em constante guerra com seus vizinhos, os Filisteus. Por que seria surpreendente que conflitos ainda acontecessem hoje? Os inimigos de Deus sempre lutaram contra Seus planos.
O profeta Zacarias torna bastante claro que nos últimos dias o próprio Deus fará de Jerusalém uma pedra de tropeço para as nações e as julgará por entenderem e apoiarem ou não os planos de Deus para Jerusalém e Israel. Se elas o fizerem, serão abençoadas; se não, serão destruídas: “PESO da palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele. Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém” (Zacarias 12:1-2,9).
Chave 8: O pecado de Israel e o subseqüente exílio da Terra não mudaram seu direito divino à essa Terra dada a eles pelo Senhor em aliança.
Muitas pessoas têm dito que a promessa de Deus de dar a Israel essa terra era baseada na fidelidade de Israel às leis de Deus, e que quando eles desobedeceram e foram enviados ao cativeiro, isso anulou a promessa de Deus. A Bíblia ensina diferente. Em Levítico 26.40-45, lemos que Deus puniria Israel por sua desobediência e os enviaria ao cativeiro. Mas, de acordo com os versos 44-45, Deus os trará de volta:
“E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou o Senhor seu Deus. Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Deus. Eu sou o Senhor” Em Deuteronômio 30:3-5, Deus promete: “Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou Yahweh teu Deus. Ainda que os teus desterrados estejam na extremidade do céu, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus, e te tomará dali; E o Senhor teu Deus te trará à terra que teus pais possuíram, e a possuirás; e te fará bem, e te multiplicará mais do que a teus pais”.
Amós 9:14-15 troveja estas palavras marcantes: “E trarei do cativeiro meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus”.
Alguns oponentes ao direito de Israel à terra dizem que esses versos foram cumpridos quando os Judeus retornaram do cativeiro Babilônico. Entretanto, sabemos que há outros exílios e reuniões também. Ainda assim, Amós fala de um retorno à sua antiga terra, Israel, de uma vez por todas, quando diz “…e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus” (Amós 9:15). Isso nunca aconteceu na história e muitos crêem que esse retorno a Israel é o retorno final que culminará na vinda do Messias.
Chave 9: O nome dessa terra não é Palestina, mas Israel.
Dois mil e quinhentos anos atrás, o profeta Ezequiel falou da restauração de Israel a sua terra nos últimos dias. Ezequiel falou de ossos secos voltando à vida. Nunca antes na história uma nação foi destruída e espalhada por todo o mundo e então trazida de volta à vida. É um milagre e um cumprimento da profecia Bíblica. Lemos em Ezequiel 37:11-12:
“Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados. Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz Yahweh Deus: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de ISRAEL”.
Note que o nome daquela terra é ISRAEL, a terra que é tão freqüentemente chamada de “terra de Canaã” na Bíblia. Deus diz que nos últimos dias ela será chamada de ISRAEL.
O nome Palestina era um nome regional que foi imposto à área pelo Imperador Romano, Adriano, que suprimiu a Segunda Revolta Judaica em 135 AD. Ele estava tão irado com os Judeus que queria humilhá-los e enfatizar que a nação Judaica tinha perdido seu direito a uma terra natal sob a dominação Romana. O nome Palestina era originalmente um adjetivo derivado de Filistia, os arquiinimigos de Israel 1000 anos antes. Adriano também mudou o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina segundo o nome de sua família, Aelia. Ele também proibiu os Judeus de entrarem na cidade, exceto no nono mês hebraico, Av, para lamentar sua destruição. Como ele era considerado um deus no Império Romano, esta foi sua tentativa de quebrar a aliança de Deus entre o povo Judeu e sua terra. Isso efetivamente declarou sua autoridade pagã sobre Jerusalém, que havia sido o lugar da presença do Deus de Israel. Até hoje, o nome Palestina voa na face de Israel e toda a questão pode ser fervida a uma batalha religiosa (espiritual) por uma terra cujo destino será decidido pelo Deus da Bíblia, já que esta é Sua terra (Levítico 25:23).
Yeshua (Jesus), ao descrever os sinais do fim dos tempos, disse: “… Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem” (Lucas 21:24b). Do tempo de Adriano até 1967, Jerusalém foi controlada por Gentios. Ela está agora de volta às mãos do povo Judeu, o que é um sinal de que o Messias está prestes a vir para Sião.
Chave 10: O estrangeiro (aqueles fora da aliança) viverá entre vós e será tratado com respeito.
“E edificarão (o povo da aliança de Deus) os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração. E haverá estrangeiros, que apascentarão os vossos rebanhos; e estranhos serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros” (Isaías 61:4-5). “Mas, se deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras praticardes o juízo entre um homem e o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre” (Jeremias 7:5-7).
O “estrangeiro” nesses versos incluiriam os Árabes Palestinos e outros povos não Judeus que vivem na terra. Eles receberiam uma benção por viver e trabalhar na Terra de Israel, não na Terra da Palestina. Por outro lado, Israel deveria tratá-los com respeito. Por outro lado ainda, eles têm a responsabilidade de viver em paz, habitando sob as leis da terra, reconhecendo a soberania daqueles a quem ela pertence.
Isso é o que Moisés pensou: “Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação (de Israel), e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o Senhor. Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco” (Números 15:15,16).
Quando esse relacionamento é quebrado, como tem acontecido hoje, então a crise se segue. As Escrituras têm muito mais a dizer sobre a Terra na profecia, inclusive o fato de que Israel passará por muitos outros testes antes que o Messias venha para totalmente restaurar Israel como o cabeça de todas as nações.
Chave 11: O retorno do povo Judeu no final dos dias será iniciado por Deus, e seu retorno sinalizará a restauração de uma terra estéril e destruída.
O profeta Isaías falou do plano de Deus de trazer Seu povo de volta a Israel, dizendo: “E levantará um estandarte entre as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e os dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra” (Isaías 11:12).
Quando os Judeus começaram a voltar das nações do mundo ao final do século passado, a terra estava estéril e esparsamente habitada. Nos anos 1860, o autor Mark Twain viajou no que era então uma atrasada região do Império Turco-Otomano, chamada de Palestina, e descreveu a terra, desta forma: “Em lugar algum da devastação ao redor havia um metro de sombra”. Ele chamou a terra de “uma terra assoladora, nua, sem árvores”. Sobre a Galiléia ele disse: “Não há orvalho, nem flores, nem pássaros, nem árvores. Há uma planície e um lago sem sombras, e além deles algumas montanhas estéreis”. Seu resumo da Palestina: “De todas as terras que existem com cenário espantoso, Eu acho que a Palestina deve ser a princesa. Os motes são estéreis, de uma cor maçante, pouco pitorescos na forma. É uma terra inútil, deprimente, desolada”.
A descrição se encaixa na profecia de Ezequiel das “montanhas estéreis de Israel” em Ezequiel 36:1-7. Entretanto, Ezequiel segue dizendo: “Mas vós, ó montes de Israel, produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o meu povo de Israel; porque estão prestes a vir. Porque eis que eu estou convosco, e eu me voltarei para vós, e sereis lavrados e semeados. E multiplicarei homens sobre vós, a toda a casa de Israel, a toda ela; e as cidades serão habitadas, e os lugares devastados serão edificados. E multiplicarei homens e animais sobre vós, e eles se multiplicarão, e frutificarão. E farei com que sejais habitados como dantes e vos tratarei melhor que nos vossos princípios; e sabereis que eu sou o Senhor. E farei andar sobre vós homens, o meu povo de Israel; eles te possuirão, e serás a sua herança, e nunca mais os desfilharás” (Ezequiel 36:8-12).
Verdadeiramente, o retorno dos Judeus de mais de 100 nações do mundo é um milagre dos dias modernos. Grandes ondas de imigrantes começaram a chegar nos anos 1880. Desde aqueles primeiros dias, os desertos têm sido reflorestados, aos campos rochosos tornados férteis, os pântanos drenados e plantados, os antigos terraços reconstruídos e as arruinadas antigas cidades restabelecidas. Israel é agora uma nação com mais de seis milhões de pessoas que exporta alimentos, que alardeia altos índices de erudição, saúde, educação e bem estar, alta tecnologia e desenvolvimento agrícola.
Chave 12: As Nações farão parte do retorno do povo e da restauração da terra.
O profeta Isaías de Israel disse: “LEVANTA-TE, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti… Certamente as ilhas me aguardarão, e primeiro os navios de Társis, para trazer teus filhos de longe, e com eles a sua prata e o seu ouro, para o nome do Senhor teu Deus, e para o Santo de Israel, porquanto ele te glorificou. E os filhos dos estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti. E as tuas portas estarão abertas de contínuo, nem de dia nem de noite se fecharão; para que tragam a ti as riquezas dos gentios, e, conduzidos com elas, os seus reis. Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas” (Isaías 60:1,9-12).
Em Romanos 11:11-14, Paulo ensina a nós Cristãos que somos enxertados na oliveira, que são as alianças, promessas e esperanças de Israel. Nós não sustentamos a árvore, mas ela nos sustenta, então não deveríamos nos jactar contra o Seu povo, Israel. No verso 28, ele nos diz que eles são amados por causa dos patriarcas. Sem a fidelidade do povo Judeu em Israel, nós não teríamos nosso exemplo, nossa Bíblia, nosso Yeshua ou nossa Salvação. Portanto, ele conclui que eles receberão “misericórdia pela misericórdia [de Deus] a vós demonstrada” (Romanos 11:31).
Paulo ensina a nós Cristãos que temos um débito a pagar para com o povo Judeu, abençoando-os de maneiras tangíveis.
Romanos 15:27 diz claramente: “Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais”. Quão mais direto Deus pode ser com relação à nossa relação Cristã com Israel e com o povo Judeu?
O Que Isso Significa Para Nós?
O dia da restauração total de Israel está próximo. O Messias tornará isso possível e viveremos todos em paz. Até que ele venha, nós, que cremos que a Bíblia seja a Palavra de Deus e que todas as promessas de Deus se cumprirão, devemos apoiar o direito de Israel à sua terra. É um direito divino. Somos pacientes com aqueles que não crêem na Bíblia nem aceitam o direito de Israel à terra. Ainda assim, com amor por todos, devemos apoiar fortemente o direito de Israel. Não podemos fazer diferente e ter a consciência limpa. Não podemos dizer de um lado que cremos que há um Deus que revelou Sua perfeita vontade em Suas Santas Escrituras e, por outro lado, negar a Israel seu direto à terra que Deus lhe prometeu.
Nosso compromisso com Israel foi escrito pelo Salmista há muito tempo no Salmo 102:13: “Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou”. Este é esse tempo.
Novamente o Salmista nos exorta: “Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti. Por causa da casa de Yahweh nosso Deus, buscarei o teu bem” (Salmo 122:6-9).
Por Clarence H. Wagner Jr.
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10 Razões Porque o Sábado Não é Apenas Para Judeus
10 Razões Porque o Sábado Não é Apenas Para Judeus
1) Adão e Eva não eram judeus. “Elohim abençoou o sétimo dia e o santificou” (Gênesis 2:3) antes do pecado ter entrado. “Santificado” significa “ser separado para uso santo”. Os únicos no Jardim do Éden, para quem o sábado foi “separado” foram Adão e Eva, que não eram judeus.
2) “O sábado foi estabelecido por causa do homem” (Marcos 2:27). Yahshua disse isso. Ele foi “estabelecido” no Jardim do Éden antes de ter sido escrito nas tábuas de pedra no Monte Sinai. O sábado foi “feito” para o “homem”, e não apenas para os judeus.
3) Os outros nove mandamentos não são “apenas para judeus”. Elohim escreveu “Dez Mandamentos” em pedra, e não apenas nove (Veja Deut. 4:12, 13; Ex. 20). Será que “Não cometerás adultério”, “Não matarás”, “Não roubarás” e “Não levantarás falso testemunho” só se aplica aos judeus?
4) “O sétimo dia é o sábado do Yahweh teu Elohim” (Êxodo 20:10). Deus chama o sábado, “meu dia santo” (Isaías 58:13). A Bíblia nunca o chama de “sábado dos judeus”, pois não é deles mas de Elohim.
5) O mandamento do sábado é para o “estrangeiro” também. O quarto mandamento diz que o próprio “estrangeiro” deve descansar no sábado (Êxodo 20:10). “Estrangeiros” são os não-judeus, ou gentios. Assim, o sábado se aplica a eles também. Leia também Isaías 56:6.
6) Isaías disse que os gentios deviam guardar o sábado. “E aos estrangeiros, que se unirem ao Adonai, para o servirem, e para amarem o nome do Yahweh, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto, sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos” (Isaías 56:6-7). Assim, o sábado é também para os gentios e para “todas as pessoas” não somente para os judeus.
7) “Toda a humanidade” irá guardar o sábado na Nova Terra. Na “nova terra … de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz Yahweh” (Isaías 66:22-23). Aqui Elohim diz que “toda a carne” guardará o sábado na “nova terra”. Se este for o caso – e o é – não devemos começar a fazê-lo desde agora?
8) Os gentios guardaram o sábado no livro de Atos. “Os gentios rogaram que estas palavras fossem pregadas a eles no sábado seguinte … Paulo e Barnabé … os persuadiam a perseverar na graça de Yahweh” (Atos 13:42-43 – King James). Aqui os gentios salvos pela graça guardaram o sábado (ver também o versículo 44).
9) “A lei [dos Dez Mandamentos] é para “todo o mundo”, não só para os judeus. Paulo escreveu estas palavras. Leia Romanos 2:17-23; 3:19, 23.
10) Lucas era um gentio que guardava o sábado. Lucas foi o único gentio que escreveu livros do Novo Testamento (ele escreveu O Evangelho Segundo São Lucas e os Atos dos Apóstolos). Lucas viajou com Paulo e escreveu: “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, pois pensávamos que ali devia haver um lugar de oração” (Atos 16:13). Era o sábado do sétimo dia, o memorial da criação (cf. Ex. 20:11). Tanto Lucas como Paulo sabiam disso.
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10 Razões Por Que Lucas 23:43 não Serve Para Provar a Teoria da Imortalidade da Alma
10 Razões Por Que Lucas 23:43 não Serve Para Provar a Teoria da Imortalidade da Alma
Diz o texto: “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43) —Versão Almeida—Corrigida e Revisada.
1º – Porque parte de um pressuposto não comprovado: de que o homem foi dotado por Deus de uma alma imortal na criação—informação não fornecida na Bíblia—e que após a morte tal alma continua consciente e viaja rumo ao local de seu destino eterno, havendo, porém dúvida entre cristãos se os condenados já vão para o inferno e os salvos para o céu, ou se ficam num local intermediário de espera até o dia do juízo, quando se definiria definitivamente a sorte de cada um.
2º – Porque a nota tônica da escatologia bíblica no que tange ao galardão dos justos é que ele ocorre unicamente por ocasião da volta de Jesus: Mat. 16:27; 25:31-34; II Tim. 4:8; 1 Ped. 5:4; Apo. 22:12; 1 Tes. 4:17, além de inúmeras outras passagens.
3º – Porque boas traduções rezam que o ladrão pedia a Jesus que se lembrasse dele “quando vieres no Teu reino”. Assim, por exemplo o fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a francesa de L. Sègond, a inglesa de King James e outras. “Quando vieres no Teu reino” e não “quando entrares”. “Quando vier . . . então Se assentará no trono da Sua glória. . . ”. Mat. 25:31. Para essa ocasião pedia o ladrão um lugar no reino, e não para aquele dia em que agonizava ao lado de Jesus. A expressão “hoje” ligada ao verbo não é redundante, mas enfática, como em Deu. 20:18; Zac. 9:12; Atos 20:26, e outros passos. Jesus dá certeza ao moribundo naquele hora extrema que não seria esquecido quando Ele retornasse em glória.
4º – Porque Jesus não poderia estar no mesmo dia com o malfeitor arrependido porque três dias depois disse à Madalena: “Não me detenhas que Eu ainda não subi para o Meu Pai” (João 20:17). Se não havia ainda subido para o Pai como poderia estar no mesmo dia com aquele homem?
5º – Porque uma análise cuidadosa da cena do Calvário revela que o ladrão não morreu naquele mesmo dia, pois S. João 19:31-33 nos diz que os judeus pediram a Pilatos para que os corpos não ficassem no sábado na cruz, e assim foi ordenado que lhes quebrassem as pernas.
Por que “quebrar as pernas” dos justiçados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo não morreu dos ferimentos ou da hemorragia, mas de quebrantamento do coração por suportar os pecados do mundo. Mas os outros, não, e as crônicas descrevem o condenado esvaindo-se lentamente durante dias.
Se era necessário quebrar as pernas aos dois malfeitores, antes do pôr-do-sol, é porque não haviam, morrido ainda. Na pior das hipóteses viveram ainda, pelo menos, um dia a mais que o Mestre. Como podia, um deles, estar no mesmo dia junto de Jesus?
6º – Porque há traduções bem autorizadas que vertem o texto de Luc. 23:43 de forma a harmonizá-lo com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar. E vamos citá-las:
A) Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883, pela “Trinitarian Bible Society” de Londres. Diz: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso”.
B) Emphasized New Testament, de Joseph B. Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim reza: “Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso”.
C) The New Testament, de George M. Lamsa, de acordo com o Texto Oriental, traduzido de fontes originais aramaicas, diz: “Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”.
D) A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz: “E Jesus lhe disse: ‘Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso”.
E) O famoso Manuscrito Curetoniano da Versão Siríaca, existente no Museu Britânico assim reza: “Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden”.
F) O comentário da Oxford Companion Bible, que diz: “’Hoje’ concorda com ‘te digo’ para dar ênfase à solenidade da ocasião; não concorda com ‘estarás’”.
G) No Apêndice n°. 173, o famoso Oxford Companion Bible, esclarece: “A interpretação deste versículo depende inteiramente da pontuação, a qual se baseia toda na autoridade humana, pois os manuscritos gregos não tinham pontuação alguma até o nono século, e mesmo nessa época somente um ponto no meio das linhas, separando cada palavra. . . . A oração do malfeitor referia-se também àquela vinda e àquele Reino, e não a alguma coisa que acontecesse no dia em que aquelas palavras foram ditas”.
H) Conclui o mesmo comentário, no final do mesmo Apêndice: “E Jesus lhe disse: ‘Na verdade te digo hoje’ ou neste dia quando, prestes a morrerem, este homem manifestou tão grande fé no Reino vindouro do Messias, no qual só será Rei quando ocorrer a ressurreição – agora, sob tão solenes circunstâncias, te digo: serás comigo no Paraíso”.
7º – Porque a profecia sobre a natureza humana que Cristo prevê: “Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo Me preparaste” (Heb. 10:5). Como a premissa de o homem ser dotado de uma alma imortal não foi comprovada, como poderia Jesus ter recebido algo assim. E se recebeu uma “alma imortal” humana estaria por toda a eternidade preso a isso?
8º – Porque o conceito bíblico de Paraíso é a Nova Terra restaurada, quando os que nela habitarão terão corpos transformados, e não um ambiente de espíritos desincorporados. Em 2 Coríntios 12:2-4, Paulo relata uma experiência extática de ter sido “arrebatado ao paraíso”, que ele localiza no “terceiro céu” (2 Cor. 12:2) mas não dá detalhes a respeito. Em Apocalipse 2: 7, o Senhor oferece esta promessa: “Ao vencedor dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”.
Aqui o paraíso é associado com a árvore da vida, que, segundo Apocalipse 22:2, será encontrada na Nova Jerusalém: “No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”. Tudo isso sugere que o Paraíso é a eterna habitação dos remidos no Éden restaurado.
Portanto, quando Jesus assegurou ao ladrão penitente de um lugar com Ele no “paraíso” estava-Se referindo às “muitas moradas” na “casa” de Seu Pai e ao tempo em que Ele for “preparar lugar” para receber os Seus para Consigo estarem para sempre (João 14:1-3).
9º – Porque o conceito de imortalidade da alma é incompatível com o teor do ensino bíblico sobre o estado dos mortos. A Bíblia não ensina que os mortos estão conscientes, e sim o contrário disso—ensina a inconsciência, o sono, o total alheamento do que se passa. O que a Bíblia tem a ensinar sobre o estado de uma pessoa morta como segue:
Está dormindo. Que a morte é um sono ocorre 75 vezes nas Escrituras, sendo 47 vezes no Velho Testamento e 18 no Novo Testamento. A teologia popular procura em vão desembaraçar-se desta verdade, alegando ser uma “aparência”, mas Jesus afirma que o sono é a morte real e não a aparência dela. João 11:13 e 14.
Está na sepultura. João 5:28 e 29; Mat. 28:6; João 11:43.
Está no pó da Terra. Gên. 3:19; Sal. 22:15; Isa. 26:19; Jó 7:21; Dan. 12:2, e outros textos.
Está inconsciente, sem ação mental em absoluta inatividade. Sal. 6:5; 146:3 e 4; Ecl. 9:5,6 e 10; 3:20; Isa. 38: 18 e 19.
Não está no Céu. João 3:13; 7:33 e 34; Atos 2:34.
O mau não está no inferno. Está “reservado” no túmulo até o dia do juízo. Jo 21:30; II S. Ped. 2:9, e outros passos.
Estão num mesmo lugar, bons e maus. Ecl. 3:20; 6:6.
O morto será despertado pelo milagre da ressurreição. Isa. 26:19; Dan. 12:2; Eze. 37:12; Luc. 20:37 e 38; João 5:28 e 29; I Cor. 15:42, 44 e 52:; I Tes. 4:16; Apo. 20:6, 13 e outros passos.
A recompensa de cada um só será dada quando Cristo voltar. Mat. 16:27; Apo. 22:14; I Ped. 5:4; 5. Luc. 14:14b; II Tim. 4:1, e outros passos. Os heróis da fé, que dormem desde tempos remotos, alcançarão a recompensa também nessa ocasião. Heb. 11:39 e 40. Só o que vence adquire a imortalidade. Apo. 2:7 e 11.
10º – Porque a crença na imortalidade da alma é característica de TODOS os povos pagãos, em vista de desconhecerem as verdades evangélicas. Daí, por ignorarem a promessa da ressurreição dos mortos, desenvolvem idéias de sobrevivência de um espírito no homem que prossegue vivendo após a morte. Até atribuem espíritos a coisas inanimadas como rios, montanhas, árvores. Não se sabe de nenhum povo pagão, antigo ou moderno, que tenha a concepção de que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação”. – João 5:28, 29.
Azenilto Brito
Tags: Alma
10 RAZÕES POR QUE ECLESIASTES 12:7 NÃO SERVE DE PROVA DA IMORTALIDADE DA ALMA
10 RAZÕES POR QUE ECLESIASTES 12:7 NÃO SERVE DE PROVA DA IMORTALIDADE DA ALMA
ECLESIASTES 12:7
Diz o texto:“O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”.
1a. – Porque a noção de um “espírito” equivalente a uma entidade imortal com que o homem foi dotado na criação (“alma”) parte duma premissa não demonstrada, pois não ocorre qualquer informação nas Escrituras de que tal componente realmente integrasse o indivíduo originalmente criado.
Aliás, ocorre uma discussão entre dualistas “dicotomistas” e “tricotomistas”, quanto a se as designações de “alma” e “espírito” se equivalem ou têm sentidos diferenciados no que tange à condição de vida e morte.
2a. – Porque quem ler o capítulo inteiro de Eclesiastes 12 perceberá a linguagem pungente em que o sábio se refere ao fim da vida de todos, antecedido pela penosa experiência da velhice até o ponto em que “o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus que o deu” (vs. 7). O vs. 6 descreve o fim da vida em alegorias variadas e linguagem bem gráfica: “antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço”.
3a. – Porque a própria advertência a todos para que o Criador seja lembrado, antes que a morte chegue sem que Ele seja assim tido em conta, não dá margem a qualquer noção de intenção do autor em falar do espírito só dos salvos, e sim de todos os seres humanos.
4a. – Porque a morte de todos logicamente significa que Deus, em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 7:28) retira esse dom da vida. O “fôlego” é reintegrado ao espaço, o corpo retorna ao pó, e a máquina humana cessa de funcionar.
Se a interpretação dos imortalistas é no sentido de que “o espírito” que volta vai para junto de Deus como entidade consciente, então temos a pregação da salvação universal! TODOS os espíritos de TODOS os que são pó (a raça humana inteira) retornaria para Deus! O texto não implica absolutamente separação de salvos e perdidos. . . .
5a. – Porque a passagem em discussão deixa implícito que o espírito retorna a Deus no instante do falecimento e esse “espírito” deriva de ruach, no hebraico. Esta palavra tem vários significados dentre os quais “respiração”, “vento”, “vitalidade”, “coragem”, “mente”, “temperamento”, “sede das emoções”, etc. Todavia, em nenhuma das 379 ocorrências de seu uso no Velho Testamento ruach denota uma entidade separada capaz de existência consciente à parte do corpo físico.
6a. – Porque se pode depreender que esse “espírito” é o fôlego citado em Gên. 2:7 pelo que diz o mesmo livro de Eclesiastes poucos capítulos antes:
“É por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens, sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó, e ao pó tornarão. Quem sabe que o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima, e o dos animais para baixo, para a terra?” (Ecl. 3:18-21)
Esta passagem é de clareza cristalina e o tema discutido é exatamente o mesmo—o fim da vida humana, comparável ao dos animais, pois o “fôlego de vida” de homens e animais é o mesmo, o que é claramente exposto no relato da Criação, em Gên. 1:30:
“E a todos os animais da terra e a todas as aves dos céus e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida . . .”.
O termo para “fôlego de vida” é o mesmo, nephesh.
7a. – Porque o paralelismo entre o “espírito de Deus” e “o sopro do Todo-poderoso”, que se acha com freqüência na Bíblia (Isa. 42:5; Jó 27:3; 34:14-15), sugere que os dois termos são usados intercambiavelmente. Ambos fazem referência ao dom da vida concedido por Deus a Suas criaturas. Lemos em Jó 33:4:
“O espírito [ruach] de Deus me criou, e o sopro [neshamah] do Todo-poderoso me concede vida”.
O Espírito de Deus que concede vida é descrito pela sugestiva imagem do “fôlego de vida” em vista de que a respiração é uma manifestação tangível de vida. Uma pessoa que não mais respira está morta. Jó declara:
“Enquanto estiver em mim o meu fôlego [neshamah], e o espírito [ruach] de Deus estiver em minhas narinas; meus lábios não falarão a falsidade” (Jó 27:3).
Certamente ninguém imagina que a suposta “alma imortal” humana permaneça nas narinas da pessoa, entrando e saindo no ato de inspirar, expirar. . . .
O “fôlego” humano e o “espírito” divino são equiparados, em razão de que respirar é visto como uma manifestação do poder sustenedor do Espírito de Deus. Também no Salmo 104:29 e 30 temos uma descrição de como os próprios animais morrem quando Deus lhes corta a respiração.
8a. – Porque também outros paralelismos da linguagem poética de Jó ajudam-nos a ver como “espírito” e “fôlego” são a mesma coisa:
“Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.” (Jó 34:14,15).
Isto não é uma distinção no sentido em que alguns apresentam, e sim paralelismo. É um recurso comum na língua hebraica, como no Salmo que diz: “Lâmpada para os meus pés e a Tua palavra, e luz para os meus caminhos”. Aliás, o texto fala exatamente dentro do pensamento já exposto em Ecl. 12:7—o espírito e fôlego de TODOS os seres humanos, sem definir-se salvos e perdidos.
O texto citado de Salmos ensina que a Palavra de Deus é, ao mesmo tempo, lâmpada e luz para os que a ouvem e a colocam em prática. Isso mostra que a lâmpada e a luz são a mesma coisa? Claro que não. Da mesma forma, o espírito e o fôlego são postos lado-a-lado em Jó 34:14, mas deixados em distinção mútua; não é possível confundir os dois.
Isto posto, qual seria a tradução correta de Jó 34:14? Basta ler o contexto e ver o uso constante do recurso do paralelismo. Os dois versos juntos assim rezam:
“Se Deus . . . para Si recolhesse o Seu espírito e o Seu sopro, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó”.
A idéia é exatamente a mesma de Ecl. 12:7—o pó [de todos os seres humanos] volta à terra, e o espírito [de todos, até dos animais (3:19)] é “recolhido” por Deus, não para ficar com Ele no céu, pois a Bíblia não define assim a vida após a morte, nem ensina o universalismo, de TODOS os homens irem para junto de Deus na morte. Evidentemente neste caso temos outra ocorrência de paralelismo sinônimo, nada mais do que isso.
9a. – Porque nada indica que o “espírito”, concedido por Deus ao homem no princípio, é o mesmo “sopro”, ou “fôlego de vida”, e tem consciência depois da morte. A Bíblia não autoriza tal interpretação, nem neste verso, nem em qualquer outro. Pelo contrário, o quadro que se ressalta do que o salmista nos apresenta quando esse “espírito” é recolhido é a falta de consciência após a morte:
“Não confieis . . . nos filhos dos homens . . . Sai-lhes o espírito e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia perecem todos os seus desígnios [pensamentos-KJV; “pensamientos”—Reina Valera, em espanhol] (Salmo 146: 3 e 4).
Muitos outros textos falam claramente da condição de inconsciência do homem na morte: Sal. 6:5; 30:9; 88:10; 115: 17; Ecl. 9: 5, 6; Isa. 38: 18, 19; 1 Cor. 15: 16-19, 32.
10a. – Porque a esperança de Jó de vida eterna centralizava-se na ressurreição, não em ir para a glória quando morresse e sua alma para lá se dirigisse:
“Porque eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros”. Jó 19: 25-27.
Que a grande esperança de vida eterna se centraliza, não na morte com ida de uma alma para o céu, mas na ressurreição, fica por demais claro ainda os seguintes textos: Sal. 17:15; João 6:39, 40; Lucas 20:37, 38; João 11: 23, 25; Fil. 3:11; 1 Tes. 4:14, 17; Mat. 16:27 (cf. Isa. 40:10); 2 Tim. 4:7, 8).
Prof. Azenilto Brito
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10 RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO POSSO SER MÓRMON
10 RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO POSSO SER MÓRMON
1. O Mormonismo não ensina que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus.
“Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus até onde for traduzida corretamente: cremos que o livro de Mórmon também é a palavra de Deus,” (Declaração de fé, artigo n° 8).
Na qualidade de crentes que somos cremos que as Sagradas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos são a Palavra de Deus verbalmente inspirada, a autoridade final para nossa fé e vida, sem erros no original, infalível e inspirada por Deus. II Tim. 3:16-17; II Pedro. 1:20-21; Mat. 5:18.
2. O Mormonismo ensina que Deus é um homem glorificado e que tem um corpo físico.
“Deus mesmo já foi como nós somos agora e é um homem glorificado,” (Doutrinas do Profeta Joseph Smith, página 345). “O Pai tem um corpo de carne e osso tão tangível quanto o dos homens?” (Dot. e Cov, Seç. 131:22).
A Bíblia diz: “Deus não é homem,” Núm. 23:19. “Deus é Espírito; e importa que os que adoram o adorem em espírito e em verdade,” João 4:24. “?um espírito não tem carne nem ossos?,” Luc. 24:39.
3. O Mormonismo ensina que Cristo e o Diabo são irmãos.
“?que Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo,” (Doutrina Mórmon por Bruce McConkie, páginas 163-164).
A Bíblia diz que o diabo é um ser criado por Deus. “Perfeito eras (o diabo) nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti,” Ezequiel. 28:15. “Porque nele (Cristo) foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele,” Col. 1:16.
4. O Mormonismo ensina que Jesus Cristo era casado e polígamo.
“Cremos que o casamento em Caná da Galiléia foi o de Jesus Cristo,” (Jornal de Discurso, Vol. 2, página 80). O Mormonismo ensina que Jesus foi o filho natural de Adão e Maria. “Quando a Virgem Maria concebeu o Menino Jesus?Ela não foi gerado pelo Espírito Santo. E quem é o seu pai? Ele é o primeiro na família humana,” (Brigham Young, Jornal de Discursos, páginas 50-51).
A Bíblia diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós?,” João 1:1, 14. “E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondeu o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo?,” Luc. 1:34-35.
5. O Mormonismo ensina que a verdadeira igreja deixou de existir até que foi restaurada por Joseph Smith.
A igreja (SUD) foi restaurada em 6 de abril de 1830 por Joseph Smith, (Dot. e Cov. 20:1).
Jesus Cristo disse: “?sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela,” Mat. 16:18. “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que está posto, o qual é Jesus Cristo,” I Cor. 3:11. “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.” Efés. 2:20.
6. O Mormonismo ensina outro evangelho (pervertido) e não aquele da Bíblia.
O evangelho do Mormonismo é: “A fé, o arrependimento, o batismo, o recebimento do Espírito Santo pela imposição das mãos, a moralidade, a lealdade, o dízimo, a palavra da sabedoria, o dever, o casamento celestial (por toda a eternidade),” (Tratado dos SUD sobre o LIVRE ARBÍTRIO e DECLARAO de FÉ, artigo n° 4).
A Bíblia diz: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que vos tenho anunciado?que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,” I Cor. 15:1-4. “Assim, como já vo-lo dissemos, e agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema,” Gál. 1:9.
7. O Mormonismo ensina a salvação dos mortos através do batismo por procuração.
Esta doutrina se baseia numa só passagem das Escrituras mal-interpretada: “Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?” I Cor. 15:29.
Paulo não praticava o batismo pelos mortos. Ele se excluiu usando o pronome “eles” e não “nós” ou “vós”. Ele está fazendo uma pergunta e não uma declaração. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo?,” Heb. 9:27.
8. O Mormonismo ensina a investigação genealógica dos mortos.
“Vamos, portanto, na qualidade de igreja e povo, como Santos dos Últimos Dias, fazer ao Senhor uma oferta de justiça; vamos apresentar no Seu santo templo, quando terminado, um livro contendo o registro de nossos mortos, que será digno de toda aceitação,” (Dot. e Cov, Seç. 128:24).
A Bíblia diz: “Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis,” I Tim. 1:4. “Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas,” Tito 3:9.
9. O Mormonismo ensina que existem profetas modernos e revelações divinas atualizadas.
O mormonismo reivindica que Joseph Smith recebeu o Sacerdócio Araônico de João Batista. O Sacerdócio de Melquisedeque e o Apostolado foram restaurados por Pedro, Tiago e João logo após em 1829, (Dot. e Cov, Seç. 13).
A Bíblia diz: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes?nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo,” Heb. 1:1-2. Encontramos em Deut. 18:20 e 22 o método bíblico para testar um profeta.
10. O Mormonismo ensina que a salvação depende de boas obras e da aceitação de Joseph Smith.
“Nenhum homem que rejeita o testemunho de Joseph Smith pode entrar no reino de Deus,” (Doutrinas da Salvação, vol. I, página 190). “Os homens tem uma obra a realizar para obter a salvação,” (Doutrinas da Salvação, vol. III, página 91).
A Bíblia ensina que a salvação é somente através de Jesus Cristo. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos,” Atos 4:12. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie,” Efés. 2:8-9.
Esse estudo foi contribuído pela
PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO JARDIM DAS OLIVEIRAS
Rua Dr. João Maciel Filho, 207: 60.821-500 Fortaleza, CE
Pastor David Zuhars
Fonte: www.palavraprudente.com.br
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10 PRÍNCIPAIS RAZÕES QUE DESAUTORIZAM A OBSERVÂNCIA DOMINICAL
10 PRÍNCIPAIS RAZÕES QUE DESAUTORIZAM A OBSERVÂNCIA DOMINICAL
(1) Nenhuma Ordem de Cristo ou dos Apóstolos. Não há mandamento de Cristo ou dos apóstolos concernente a uma celebração semanal ou anual da ressurreição de Cristo. Temos as ordens no Novo Testamento que dizem respeito ao batismo (Mat. 28:19-20), à Ceia do Senhor (Mar. 14:24-25; 1 Cor. 11:23-26) e lavapés (João 13:14-15), mas não há ordenança ou mesmo qualquer sugestão para celebrar a Ressurreição de Cristo num domingo semanal ou num domingo de Páscoa anual.
Sendo que o domingo seria uma “novidade”, um novo princípio de adoração, sobretudo ao substituir uma tradição tão arraigada na cultura nacional e religiosa dos judeus, como o sábado, sem dúvida qualquer alteração nesse sentido daria margem a comentários, explicações, instruções específicas justificando a alteração. Nada, porém, consta das páginas neotestamentárias a respeito de tal mudança.
O sábado era o mandamento prevalecente e assim permaneceu, tal como todos os demais mandamentos do Decálogo. Prova disso é o testemunho de Lucas, escrevendo 30 anos após o evento da Ressurreição, que descreve a ação das santas mulheres seguidoras de Cristo preparando ungüentos e especiarias para embalsamar o seu corpo. Elas trabalharam ativamente nisso até que, ao aproximarem-se as horas do sábado, cessaram suas atividades e “no sábado descansaram segundo o mandamento” (Luc. 26:53).
Para Lucas, portanto, que declara ter buscado informar-se pormenorizadamente de tudo quanto se relacionava com a experiência do Cristo (Luc. 1:1-3), o dia de repouso “segundo o mandamento” era o sábado. Ele se refere ao domingo simplesmente como “o primeiro dia da semana”, sem atribuir-lhe nenhum título especial (ver Luc. 24:1).
O mesmo Lucas relata nos Atos dos Apóstolos que os primeiros conversos cristãos, de origem judaica, caracterizavam-se como indivíduos “zelosos da lei” (Atos 21:20) e nas decisões do Concílio de Jerusalém de Atos 15, ao ser tratado o problema dos judaizantes, não se traça nenhuma norma contra a observância do sábado (Atos 15:20), uma demonstração de que tal instrução se fazia desnecessária. Todos o observavam regularmente e não havia necessidade de dar instruções a respeito. Paulo num sábado, quando não havia sinagoga em certa localidade, foi para junto de um rio cultuar a Deus (Atos 16:13). Em Corinto passou um ano e meio pregando todos os sábados e jamais se lembrou de dizer aos que ali se reuniam para mudaram o dia de culto para o domingo (Atos 18:1-4, 11) mesmo ao permaneceram os gentios, com o afastamento dos judeus.
(2) Jesus Não Fez Qualquer Tentativa de Instituir um Memorial de Sua Ressurreição. Se Jesus desejasse que o dia de Sua ressurreição se tornasse um dia memorial e de culto, Ele teria Se aproveitado do dia de Sua ressurreição para estabelecer tal memorial. É importante observar que as instituições divinas como o sábado, batismo, Santa Ceia, todas remontam sua origem a um ato divino que os estabeleceu. Mas sobre o dia de Sua ressurreição Cristo não realizou qualquer ato para instituir um memorial sobre o excepcional evento.
Pensando bem, tanto a Ressurreição como a Morte de Cristo são eventos igualmente importantes, fundamentais para a fé cristã. Ambos poderiam merecer um dia especial comemorativo. Se a Ressurreição devesse ser celebrada regularmente num dia especial dada a sua importância, por que não a morte do Salvador? Então, temos dois acontecimentos exponenciais para o cristão–a morte e a ressurreição de Cristo. Qual mereceria um dia memorial? Possivelmente ambos, mas as Escrituras não estabelecem isto, nada fica implícito que houve alteração no texto da lei divina por causa de qualquer desses eventos.
Se Jesus desejasse memorializar o dia de Sua ressurreição, muito provavelmente teria dito às mulheres e discípulos quando ressurgiu: “Vinde à parte e celebremos Minha Ressurreição!” Em vez disso Ele disse às mulheres: “Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia” (Mat. 28:10) e aos discípulos: “Ide . . . fazei discípulos . . . batizando-os” (Mat. 28:19). Nenhuma dessas declarações do Salvador ressurreto revela intenção de memorializar Sua Ressurreição por tornar o domingo o novo dia de descanso e culto.
A razão é que nosso Salvador desejava que Seus seguidores vissem Sua ressurreição como uma realidade existencial a ser experimentada diariamente pelo viver vitorioso mediante o poder de Sua ressurreição, antes que por um evento litúrgico/religioso a ser celebrado no domingo. Paulo expressa a esperança de que “o conhecer e o poder da Sua ressurreição” (Fil. 3:10), mas ele nunca menciona o seu desejo de celebrar a Ressurreição no domingo ou no domingo de Páscoa.
A razão é que nosso Salvador desejava que Seus seguidores vissem Sua ressurreição como uma realidade existencial a ser experimentada diariamente pelo viver vitorioso mediante o poder de Sua ressurreição, antes que por um evento litúrgico/religioso a ser celebrado no domingo. Paulo expressa a esperança de “conhecê-lo e o poder de Sua ressurreição” (Fil. 3:10), mas ele nunca menciona o seu desejo de celebrar a Ressurreição no domingo semanal ou no domingo de Páscoa.
(3) O Domingo Nunca é Chamado de “Dia da Ressurreição”. O domingo nunca é chamado no Novo Testamento de “Dia da Ressurreição”. É repetidamente designado de “primeiro dia da semana”. As referências ao domingo como dia da ressurreição primeiro aparecem na primeira parte do quarto século, especificamente nos escritos de Eusébio da Cesaréia. Por esse tempo o domingo havia se tornado associado com a Ressureição e conseqüentemente foi referido como “Dia da Ressurreição”. Mas este fato histórico ocorreu vários séculos após o começo do cristianismo.
(4) O Domingo-Ressurreição Pressupõe Trabalho, Não Respouso ou Adoração. O domingo-Ressurreição pressupõe trabalho, antes que descanso e culto, porque não assinala o término do ministério terreno de Cristo, que findou numa sexta-feira à tarde quando o Salvador declarou: “Está consumado” (João 19:30), e daí descansou na tumba segundo o mandamento. Em vez disso, a Ressurreição assinala o início do novo ministério intercessório de Cristo (Atos 1:8; 2:33), o qual, à semelhança do primeiro dia da criação, pressupõe trabalho, e não descanso.
(5) A Ceia do Senhor Não Foi Celebrada no Domingo em Honra da Ressurreição. Historicamente sabemos que os cristãos não podiam celebrar a Ceia do Senhor numa base regular aos domingos à noite porque tais reuniões eram proibidas pela lei romana da hetariae–uma lei que proibia todos os tipos de refeições comunitárias à noite. O governo romano temia que tais reuniões noturnas se tornassem ocasiões para tramas políticas.
A fim de evitar as batidas da polícia romana, os cristãos alteravam regularmente o tempo e lugar da celebração da Ceia do Senhor. Finalmente, mudaram o serviço sagrado da noite para a manhã. Isso explica por que Paulo é tão específico quanto ao modo de celebrar a Santa Ceia, mas vago quanto à questão do tempo da assembléia. Notem que quatro vezes ele repete a mesma frase: “Quando vos reunis” (1 Cor. 11:18, 20, 33, 34). Esta linguagem deixa implícito tempo indefinido, mais provavelmente porque não havia um dia instituído para a celebração da Santa Ceia.
Se, como alguns eruditos pretendem, a Ceia do Senhor era celebrada no domingo à noite, como parte do culto do Dia do Senhor, Paulo dificilmente teria deixado de mencionar o caráter sagrado do tempo em que se reuniam. Isso teria fortalecido o seu apelo para uma atitude de mais reverência durante a participação na Ceia do Senhor. A falha de Paulo em mencionar o “domingo” como o tempo da reunião ou o uso do adjetivo “do Senhor-kuriakê” para caracterizar o dia como “dia do Senhor” (como ele fez com referência à Ceia do Senhor), demonstra que o apóstolo não atribuía qualquer significação religiosa ao domingo.
(6) A Ceia do Senhor Comemora o Sacrifício de Cristo, Não Sua Ressurreição. Muitos cristãos hoje consideram a Santa Ceia como o centro de seu culto dominical em honra à Ressurreição. Mas na igreja apostólica, a Santa Ceia não era celebrada no domingo, como acabamos de ver, e não se relacionava com a Ressurreição. Paulo, por exemplo, que alega transmitir o que “recebeu do Senhor” (1 Cor. 11:23), explicitamente declara que o rito comemorava, não a ressurreição de Cristo, mas Seu sacrifício e Segunda Vinda (”anunciais a morte do Senhor até que Ele venha”–1 Cor. 11:26).
Semelhantemente, a Páscoa, celebrada hoje por muitos cristãos no Domingo de Páscoa, era observada durante os tempos apostólicos, não no domingo para comemorar a Ressurreição, mas segundo a data bíblica de 14 de Nisã, primariamente como um memorial do sofrimento e morte de Cristo. Contrariamente ao que muita gente pensa, o Domingo de Páscoa era desconhecido da igreja apostólica. Foi introduzido e promovido pela Igreja de Roma no segundo século a fim de mostrar separação e diferenciação da Páscoa judaica. O resultado foi a bem-conhecida controvérsia sobre a data da Páscoa que finalmente levou o bispo Vitor de Roma a excomungar os cristãos asiáticos (cerca de 191 AD) por recusarem adotar o Domingo de Páscoa. Essas indicações mostram que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana não influenciou a igreja apostólica a adotar o domingo semanal e a Páscoa anual para celebrar tal evento.!ar
(7) A Ressurreição Não é a Razão Dominante Para a Observância do Domingo nos Documentos Mais Antigos. As mais antigas referências explícitas à observância do domingo se encontram nos escritos de Barnabé (cerca de 135 AD ) e Justino Mártir (cerca de 150 AD). Ambos esses autores de fato mencionam a Ressurreição, mas somente como a segunda de duas razões, importante, mas não predominante. A primeira motivação teológica de Barnabé para a guarda do domingo é escatológica, ou seja, o fato de que o domingo é o “oitavo dia” e representaria “o início de outro mundo”. A noção de que o domingo era o “oitavo dia” foi mais tarde abandonada porque não faz sentido falar em “oitavo dia” numa semana de sete dias. A primeira razão de Justino para a assembléia dos cristãos no Dies Solis! –o dia do sol, é a inauguração da Criação: “Domingo é o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas em matéria prima, criou o mundo”. Essas razões foram finalmente abandonadas em favor da Ressurreição que se tornou a razão primária para a observância do domingo.
(8) Nada Indica que no Estabelecimento do Novo Concerto Houve Alteração Nos Termos do Mandamento do Dia de Repouso Bíblico. Nada é dito de que na escrita da lei divina nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Concerto (Novo Testamento) dá-se alguma alteração nos teremos dessa lei no sentido de que o domingo toma o lugar do sábado (Heb. 8:6-10). Sendo que esta passagem é uma reprodução de Jeremias 31:31-33, quando a promessa de um novo concerto foi feita primeiramente a Israel, em função do cativeiro que defrontava em vista de seu pecado (e uma das razões da punição era exatamente a negligência quanto ao mandamento do sábado–ver Jer. 17:19-27), entende-se que as “Minhas leis” referidas em Hebreus mantêm-se as mesmas, logicamente no que tange a seus aspectos não-prefigurativos. A parte cerimonial dessa lei cessou na cruz, e os leitores primários da epístol!a aos hebreus (os cristãos judeus) sabiam disso, pois quando tal epístola foi por eles recebida já sabiam que o véu do Templo se rasgara de alto a baixo, findando o cerimonial que apontava a Cristo e Seu sacrifício. E se pairassem ainda dúvidas a respeito, o próprio teor da epístola resolveria o problema, pois seus capítulos 7-10 definem exatamente o fim dessas cerimônias, enquanto ressaltam que a lei divina é escrita nos corações dos verdadeiros filhos de Deus–em seus aspectos morais e outras normas de caráter ético, higiênico, etc., sem mais as cerimônias prefigurativas (ver também Efé. 2:15).
(9) A Igreja Católica Apresenta-se Como Autora da Mudança do Dia de Repouso do Sábado Para o Domingo. Documentos vários da Igreja Católica dão conta de que foi ela que realizou tal alteração, como se pode exemplificar por algumas declarações oficiais dessa igreja, como: “Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]”.–Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day [Conversa Franca Sobre o Protestantismo de Hoje] (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225.
Também outro documento católico confirma isto:
“P. Como provamos que a Igreja tem poder de ordenar as Festas e Dias Santos?
“R. Pelo ato mesmo de mudar o sábado para o domingo, que é admitido pelos protestantes, e, portanto, contradizem-se por observarem tão estritamente o domingo, enquanto violam a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.
“P. Como se prova isto?
“R. Porque por observar o domingo eles reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigi-las sob pena de transgressão, e por não observar as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder”. — Manual of Christian Doctrine [Manual da Doutrina Cristã] , ou Catholic Belief and Practice [Crença e Prática Católicas] (Dublin: M. H. Gill & Son Ltd., 1916) pp. 67, 68.
(10) O Sábado Será Restaurado na Nova Terra Quando o Pecado For Eliminado do Universo. Se tivesse havido alteração nos termos do dia de repouso divino, isso se refletiria em profecias do mundo futuro, quando o profeta declara que “nos novos céus e a nova terra” todos os moradores virão “adorar perante mim diz o Senhor” no dia de sábado. A profecia de Isaías diz respeito especificamente ao regime da Nova Terra, como indica o contexto. Quando não houver mais pecado e pecadores, nesse novo ambiente “em que habita a justiça” (2 Ped. 3:13) TODOS os mandamentos da lei divina serão respeitados, e sendo que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27), prosseguirá no regime santo da Nova Terra, não o domingo, o que seria de se esperar caso tivesse hav!ido tal mudança.
A bem conceituada versão francesa de Louis de Segond assim verte a passagem: “. . . à chaque sabbat, toute chair viendra se prosterner devant moi, dit l‘Éternel” [a cada sábado toda carne virá ser prostrar perante mim, diz o Eterno]. Isso também é comunicado pela nossa Bíblia na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil: “. . . em todos os sábados pessoas de todas as nações virão me adorar no Templo”.
CONCLUSÃO: As 10 razões dadas acima são suficientes para desacreditar a alegação de que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana causou o abandono do sábado e a adoção do domingo. A verdade é que inicialmente a Ressurreição era celebrada existencialmente, antes que liturgicamente, ou seja, por uma maneira vitoriosa de vida, não mediante um dia especial de adoração.
Obs.: Este artigo é uma adaptação do texto “Sete Principais Razões Que Desautorizam a Observância Dominical”, do Dr. Samuele Bacchiocchi, com adição de mais três razões e vários parágrafos adicionais às 7 razões apresentadas no texto original, pelo Prof. Azenilto G. Brito.
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10 Pontos sobre a Mariologia
10 Pontos sobre a Mariologia
Maria foi uma mulher justa reta e bem-aventurada, foi escolhida por Deus para uma grande missão, ser a porta de entrada para Jesus Cristo na terra.
O Problema é que tal ato foi envolvido por um véu de misticismo, e abundância de antropopatia, e outras afirmações teológicas, que geraram confusão exegética, doutrinária e é uma questão em debates por muitos séculos que geraram até Declarações Ecumênicas, das quais eu destaco a seguinte:
I. Declaração
“Em prosseguimento dos cinco Congressos Mariológicos Internacionais precedentes, o Congresso de Malta (8-15 de setembro de 1983) permitiu a um grupo de teólogos anglicanos, luteranos, reformados e ortodoxos reunir-se com um grupo de teólogos católicos para refletir sobre a Comunhão dos Santos e sobre o lugar que Maria ali ocupa. Reconhecidos ao Senhor pelos encontros precedentes, e pelas convergências que surgiram, acreditam poder apresentar ao Congresso as conclusões do seu diálogo.
Nos 10 pontos a baixo discutiremos as atribuições e dogmas citados e propagados nos últimos séculos.
1- Até Maria reconhecia Deus como o seu SENHOR e seu SALVADOR.
Lucas 1.46-55 ” “Pois olhou para a humildade da sua serva. Desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. Nos versículos 46 e 47, Até Maria necessitava de Salvação “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”.
2- Nunca ninguém na Bíblia adorou a Maria!
Quando o Anjo Gabriel disse: “Bendita és tu entre as mulheres”, e não bendita acima das mulheres, a mesma declaração foi feita por Isabel a Maria acrescentando: “… e bendito o fruto do teu ventre” (Lc 1.42).No Sermão da Montanha” muitos outros foram chamados de bem aventurados, mas nem por isso eles são dignos de GLÓRIAS.
3- Maria não deve ser cultuada, mas fazem o contrário.
Exortação ap. de Paulo VI (2.2.1974) =Um tal culto à Virgem Santíssima tem raízes profundas na Palavra revelada (MARIALIS CULTUS Por Papa Paulo VI Fonte: Vaticano).
Refutação: Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto (Mt 4.10b). “…há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (1 Timóteo 2:5-6). E que Jesus “pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). E ainda que “temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele” (Efésios 3:12).
Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás (M t 4.10). O anjo disse a João: Adora somente a Deus (Ap .19.10; 22.9). Pedro recusou ser adorado por Cornélio (At.10.25,26).
4- Rainha do céu : Maria Vs Deusa Pagã.
A Doutrina católica diz que Deus exaltou Maria à glória celestial, como Rainha do Céu.
Refutação: “Rainha dos Céus” era uma deusa pagã que recebia culto e libações, despertado a ira de Deus, o povo foi fortemente castigado. (Jeremias 7:17-20; 44:17-28).
“Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém?
Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massas para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.”Jeremias 7:17,18
“Mas desde que cessamos de queimar incenso à rainha dos céus, e de lhe oferecer libações, tivemos falta de tudo, e fomos consumidos pela espada e pela fome.
E quando nós queimávamos incenso à rainha dos céus, e lhe oferecíamos libações, acaso lhe fizemos bolos, para a adorar, e oferecemos-lhe libações sem nossos maridos?
Então disse Jeremias a todo o povo, aos homens e às mulheres, e a todo o povo que lhe havia dado esta resposta, dizendo:
Porventura não se lembrou o SENHOR, e não lhe veio ao coração o incenso que queimastes nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém, vós e vossos pais, vossos reis e vossos príncipes, como também o povo da terra?
De maneira que o SENHOR não podia por mais tempo sofrer a maldade das vossas ações, as abominações que cometestes; por isso se tornou a vossa terra em desolação, e em espanto, e em maldição, sem habitantes, como hoje se vê.
Porque queimastes incenso, e porque pecastes contra o SENHOR, e não obedecestes à voz do SENHOR, e na sua lei, e nos seus testemunhos não andastes, por isso vos sucedeu este mal, como se vê neste dia.” Jeremias 44:17-23.
5- Maria mãe de Deus( Theotokos )?
Documentos católicos afirmam:
Maria é Mãe de Deus (Catecismo #963, 971, 2677).
REFUTAÇÃO: Maria era mãe de Jesus cristo( Homem ), Antropológicamente falando, Maria foi mãe de Jesus, porem não se pode dizer que uma Criatura, é mãe d’Aquele que não foi criado.
“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”. Ela também diz em Colossenses 1:16-17: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele”. E em João 17:5: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”.
6- Virgindade Perpétua (Catecismo #3499, 510) ou vida normal?
No Evangelho de Mateus, lemos: Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas. Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isso? (Mateus 13:55-56).
E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher; e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus” Mateus 1:24-25.
7- Os 12 Emblemas de Maria tem fundamento bíblico?
Existe base para esses títulos de Maria?
I – O Paraíso Terrestre
II – A arca de Noé
III – A pomba do dilúvio
IV – Arco-íris
V – A escada de Jacó
VI – Sarça ardente
VII – Manto de Gedeão
VIII – A Arca da Aliança
IX – Templo de Salomão
X – Torre de David
XI – A nuvem (também: Fonte selada)
XII – O trono de Salomão (ou jardim fechado)
Fonte: Portalcot
Dentre essas principais afirmações, destacamos este texto
…a Moises O Senhor lhe apareceu em meio a um arbusto em chamas. Moisés observou que, apesar das chamas, o arbusto não se consumia. Ao se aproximar para esclarecer o fenômeno de um arbusto que ardia sem se consumir, ouviu a voz do Senhor: “Moisés, Moisés!”. Eis-me aqui, respondeu. “Não te aproximes daqui. Retira os pés das sandálias, porque a terra que pisas é santa. Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó” (Ex 3, 4-6).
1. A sarça ardia sem se consumir. Maria Santíssima concebeu e deu à luz o Homem-Deus sem se despojar de sua virgindade.
2. Na sarça ardente estava Deus. Em Maria Santíssima, no seu puríssimo seio, estava o Homem-Deus.
3. Deus mandou que Moisés retirasse as sandálias em sinal de humildade e respeito ao aproximar-se da sarça. Com vivos sentimentos de respeito e humildade devem os homens acercar-se da Mãe de Deus.
4. Somente após se aproximar da sarça ardente é que Moisés recebeu a autoridade e a capacidade para vencer os opressores do povo eleito. Somente aproximando-se de Nossa Senhora é que os chefes do povo católico poderão vencer os inimigos e os opressores da verdadeira Igreja e da Cristandade…
Como acabamos de ler, não existe uma única base bíblica para tais afirmações tipológicas, além do textos não apresentarem bases nas escrituras, levam o leitor a acreditar em uma doutrina na base da imposição própria.
O Catecismo da Igreja Católica diz que Maria tem um “múnus salvífico” e que “por sua múltipla intercessão, ela continua a nos alcançar o dom da salvação”. (#969).
Em Lucas 11:27-28 ele deixa bem claro que não existe uma superioridade ou deidade atribuída a Maria.
“E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”. Lc 11.27,28.
8- Munificentissimus Deus e a Assução de Maria.
Munificentissimus Deus São as primeiras palavras da Constituição Apostólica promulgada pelo Papa Pio XII em 1 de novembro de 1950,
Na sua parte dispositiva – definição solene do dogma – o decreto tem o seguinte teor:
“44. Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.
“45. Pelo que, se alguém, o que Deus não permita, ousar, voluntariamente, negar ou pôr em dúvida esta nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica.”
“46. Para que chegue ao conhecimento de toda a Igreja esta nossa definição da assunção corpórea da virgem Maria ao céu, queremos que se conservem esta carta para perpétua memória; mandamos também que, aos seus transuntos ou cópias, mesmo impressas, desde que sejam subscritas pela mão de algum notário público, e munidas com o selo de alguma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, se lhes dê o mesmo crédito que à presente, se fosse apresentada e mostrada.”
“47. A ninguém, pois, seja lícito infringir esta nossa declaração, proclamação e definição, ou temerariamente opor-se-lhe e contrariá-la. Se alguém presumir intentá-lo, saiba que incorre na indignação de Deus onipotente e dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo.”
No numero [47] faz-se uma referência a não ser lícito discordar ou infrigir essa declaração, Baseado nessa declaração, podemos ver que neste site temos provas cabais, de que não existe bases bíblicas para aceita-lo ou sustenta-lo.
Além do Texto postado temos a seguinte afirmação:
O Novo Catecismo da Igreja Católica declara:
“A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”(966).
Refutação: A Assunção de Maria não pode ser sustentada pela história, Testemunhas ou Escrituras bíblicas, se de fato tivessse ocorrido, seria citada por João ou por outro escritor contemporâneo, de maneira nenhuma maneira tal episódio deixaria de ser mencionado ou passado despercebido.
9- Maria Pecou?
Ineffabilis Deus
A declaração dogmática:
…”A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.” (Doctrinam, quæ tenet, beatissimam Virginem Mariam in primo instanti suæ conceptionis fuisse singulari omnipotentis Dei gratia et privilegio, intuitu meritorum Christi Jesu Salvatoris humani generis, ab omni originalis culpæ labe præservatam immunem, esse a Deo revelatam atque idcirco ab omnibus fidelibus firmiter constanterque credendam.)
Se Maria nunca tivesse pecado, ela não precisaria de um Salvador como ela mesmo disse:
“A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”. Lucas 1.46-47
10- Porque não se deve praticar a Mariolatria?
A palavra idolatria vem dos radicais gregos eidolon + latreia, onde eidolon seria melhor traduzido por corpo, e latreia tendo significado adoração, neste sentido representaria mais uma adoração às aparências corporais do que de imagens simplesmente.
-Atos 17:16
16 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.
Coríntios 10:14
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
I Coríntios 5:10
10 Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
Apocalipse 21:8
8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
Apocalipse 22:15
15 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
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10 PERGUNTAS SOBRE O TEMA DA IMORTALIDADE DA ALMA
10 PERGUNTAS SOBRE O TEMA DA
IMORTALIDADE DA ALMA
1a. – Por que Jesus diz a Seus seguidores que iria subir para lhes “preparar moradas”, mas a ênfase que dá quanto à ocupação das mesmas é o momento do reencontro com eles quando retornasse para os receber, e não quando morressem e suas almas fossem para o céu para as irem ocupando (João 14:1-3)?
Obs.: O pensamento popular é de que na morte a alma do indivíduo parte para o céu, onde encontrará a Cristo e todos os demais que já para lá foram. Mas é estranho que Jesus não diga nada sobre essas moradas estarem disponíveis antes do tempo de Seu retorno, deixando implícito que só então levará os Seus consigo para ocuparem ditas moradas.
2a. – Por que Cristo e Paulo acentuam que os mortos ressuscitarão ao ouvirem a voz do arcanjo e a trombeta divina, sendo “despertados” do sono da morte (Mateus 24:30; 1 Tessalonicenses 4:16), quando suas almas supostamente vêm do céu, inferno, purgatório para reincorporarem, estando já bem despertas?
Obs.: A metáfora do sono é constante, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, representando a morte. Diante de claras passagens que tratam da inconsciência dos mortos (que “não louvam o Senhor”—Salmo 115:17) percebe-se por que se dá o uso de tal metáfora, como no Salmo 13:3—“o sono da morte”; em Daniel 12:2, “dormem no pó da terra”; João 11:11, “Lázaro adormeceu”; 1 Tess. 4:13, “os que dormem”; 1 Cor. 15:18, “os que dormiram em Cristo”. . .: é que na morte prevalece uma condição de INCONSCIÊNCIA para aqueles que morreram.
Eis outras passagens que claramente apresentam a morte como um sono: Salmo 146:4; Eclesiastes 9:5,10; Isaías 38:18,19; 1 Reis 2:10; 1 Reis 11:43; Jó 14:10-12; Jeremias 51:39.
3a. – Por que Jesus, quando confortava as irmãs do falecido Lázaro, além de ter empregado antes a metáfora do sono—“Nosso amigo Lázaro está dormindo. . .”—não lhes indicou que o falecido estava na glória celestial, mas referiu-lhes a esperança da ressurreição (João 11:17-27)?
Obs.: Entre as pessoas religiosas é tão comum consolarem-se os enlutados falando de como seus falecidos estão bem, felizes por terem trocado este mundo de sofrimento e dor pela habitação nos “páramos da glória. . .”. Contudo, não é este o quadro do diálogo do evento da morte de Lázaro, tanto da parte de Cristo quanto das enlutadas irmãs de Lázaro. O tema da conversação entre eles não é o suposto destino celestial do fiel seguidor de Cristo, mas a FUTURA ressurreição dos mortos.
4a. – Quando Cristo ressuscitou a Lázaro, após estar o seu amigo morto por quatro dias, tirou-o do céu, do inferno ou do purgatório? Se foi do céu fez-lhe uma maldade trazendo-o de volta para sofrer nesta Terra. Se foi do inferno (pouco provável, pois ele era um seguidor do Mestre), concedeu-lhe uma segunda oportunidade de salvação, o que é antibíblico.
Obs.: Esta pergunta dispensa maiores comentários. A lógica da questão é inescapável. O fato é que Lázaro ressuscitou e não trouxe nenhuma informação do mundo do além. Se tivesse algo a contar, sem dúvida o evangelista João teria o maior interesse e prazer em reproduzir suas palavras e testemunho no seu evangelho.
5a. – Onde é dito que o lago de fogo, que acontece sobre a superfície da Terra (Apocalipse 20: 9, 14, 15) se transfere para alguma outra parte do universo após realizar sua obra de “segunda morte” e ali continua queimando, quando o contexto imediato diz que logo em seguida à segunda morte o profeta viu “novo céu e nova terra . . . e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1)?
Obs.: Esta é outra pergunta que dispensa maiores comentários. Não há saída para os que acreditam num inferno eternamente a arder, pois o lago de fogo desaparece de cena após cumprir sua missão de efetuar a “segunda morte” dos condenados.
6a. – Por que Paulo, ao discutir específica e detalhadamente em 1 Tessalonicenses 4:13-18 e, especialmente, no capítulo 15 de 1 Coríntios, como será o reencontro final de todos os salvos com o Salvador em parte alguma fala de almas vindas do céu, ou seja de onde for, para reincorporarem?
Obs.: Assim como no início da história do homem não consta qualquer “alma imortal” sendo introduzida no ser original, nada consta sobre almas vindas do céu, inferno ou purgatório para reincorporarem quando do surgimento dos que se foram na ressurreição.
7a. – Paulo diz aos tessalonicenses ainda que não deviam lamentar pelos seus amados falecidos que “dormiam”, encerrando com a recomendação: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (vs. 18). Ele nunca diz que já desfrutavam as bênçãos celestiais, e sim que estavam “dormindo” e seriam despertados. Por que a consolação deriva da promessa da ressurreição, e não de que as almas de seus entes queridos já estivessem no céu?
Obs.: Também esta é de clareza indiscutível. A consolação derivaria da esperança da ressurreição, não do fato de que os que “dormiam” estivessem já no desfrute das glórias celestiais.
8a. – Paulo diz claramente que sem a ressurreição dos mortos—confirmada e garantida pela do próprio Cristo—“os que dormiram em Cristo pereceram” (1 Coríntios 15:16 a 18). Por que pereceram, já que deviam estar garantidos com suas almas no céu?
Obs.: O tema dominante do capítulo é a ressurreição dos mortos, assim a lógica da pergunta também é inescapável. Em 1 Tessalonicenses 4:14 é dito que Cristo “trará juntamente em Sua companhia os que dormem”, mas todo o teor da passagem e do ensino bíblico é de que Ele os trará, não do céu, mas das sepulturas (ver João 5:28, 29; Daniel 12:2).
9a. – Mais adiante no mesmo capítulo Paulo confirma o que disse nos vs. 16 a 18, acentuando que arriscou morrer lutando com feras, dando a entender que se morresse estaria também perdido (vs. 32). Ao comentar, “comamos, bebamos que amanhã morreremos”, não estaria claramente indicando que sem a realidade da ressurreição, não há esperança alguma de vida eterna?
Obs.: À luz da pergunta anterior, esta revela-se indiscutivelmente uma prova inegável de que Paulo não pensava em termos da “alma imortal” indo para o céu quando da morte, pois não tinha ele próprio tal esperança. Sua expectativa é expressa em 2 Timóteo 4:6-8 onde fala que “naquele dia” esperava receber o seu galardão eterno. Para ele, se não fosse pela ressurreição, nem valia a pena viver pois a morte seria o fim de tudo. São interessantes também os vs. 30 e 31: “E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? Dia após dia morro!. . .” A idéia de morte/ressurreição sem nada de intermeio é claríssima.
10a. – Por que Jó fala de sua esperança em ver o seu Redentor “na minha carne”, quando Ele finalmente “se levantará sobre a Terra”, e não que iria vê-lo quando sua alma fosse para o céu (Jó 19:25)?
Obs.: No capítulo 14 o patriarca Jó já dá um golpe de misericórdia sobre a crença da imortalidade comparando a morte a um lago que se seca e um rio que se evapora. Agora ele ressalta que esperava ver ao Redentor só quando este Se levantasse sobre a Terra (o 2o. advento de Cristo) e quando tivesse de volta o seu corpo, revestido da sua pele, não quando sua alma fosse para o céu.
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Azenilto Brito
Tags: Imortalidade
10 motivos bíblicos para não ser Católico Apostólico Romano
10 motivos bíblicos para não ser Católico Apostólico Romano
O Catolicismo Romano afirma ser o único representante na terra da fé Cristã. Ensinam que fora da igreja Católica Romana não há salvação. Quando o papa Bento 16 veio ao Brasil em 2007, disse em seu discurso que os Católicos devem ser mais práticos em sua fé, com o objetivo de deter o avanço das seitas (ele considera como seita, todo seguimento cristão que não tem vínculo com a igreja Católica) na América do Sul.
Será a seita Romana a verdadeira representante do Messias na terra? Será que salvação no Messias existe só no Catolicismo Romano? Estará certo o papa Bento 16, ao chamar de seita qualquer outro seguimento Cristão que não esteja ligado ao Catolicismo. Iremos responder a estas e outras indagações neste estudo.
DEZ RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO SOU CATÓLICO APÓSTOLICO ROMANO.
I – A igreja do Messias não nasceu em Roma, mas em Jerusalém.
a. O catolicismo romano nasceu somente em 325 d.C. com o concílio de Nicéia, promovido por Constantino, imperador de Roma. Ela recebeu esse nome em 381 com o imperador Teodósio.
b. A bíblia revela que o início da comunidade Nasarena foi trezentos anos antes em Jerusalém, e não em Roma. Lc. 24: 47-49; At.1:4, 8, 12-14; 2: 1-5, 37-47.
II – A autoridade da bíblia está acima da autoridade de qualquer igreja.
a. A igreja católica em 1546 colocou a tradição da igreja em pé de igualdade com as escrituras. Isto significa que só a igreja romana determina o que é verdade e o que não é na bíblia.
Exemplo: No século IV a igreja romana estabeleceu as orações pelos mortos e sinal –da- cruz feito no ar. No ano de 1100 d.C. introduz na igreja o culto dos anjos.
b. Mt.15:3; Mc.7:13; II Tm.3:16. A bíblia tem autoridade suprema e não a igreja. Devemos aceitar a verdade da palavra de Deus e não uma interpretação particular de uma entidade. I Co.4:6; Ap.22:18
III – A história da comunidade Nasarena e acima de tudo a bíblia nos ensina que só devemos aceitar 66 livros da escritura como inspirado por Deus e não 73.
a. Os 7 livros a mais na bíblia católica foram acrescentados em 8 de Abril de 1546 no Concilio de trento (1545-1563). São estes os livros: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, A epístola de Jeremias, 1 e 2 Macabeus e acréscimos feitos a Ester e a Daniel.
b. Wayne Grudem alista 4 fatos que comprovam que você não deve recebê-los com Palavra de Deus.
b.1. Eles não atribuem a si a inspiração divina; b.2. Não foram considerados como palavra de Deus pelo povo judeu; b.3. Não foram considerados como escritura por Yehshua nem pelos escritores do novo testamento; b.4. Contêm ensinos incoerentes com o restante da bíblia.
Exemplos: Baruc diz que Deus ouve as orações dos mortos (3.4); II Macabeus pede desculpas por seus erros, 15:36-39.
IV – Seguir o Catolicismo é praticar espiritismo, que é condenado por Deus.
a. A partir do momento que os sacerdotes católicos ensinam os seus seguidores a intercederem a Maria, João, José, Pedro ou a qualquer outro que está morto. Ensinam praticas espíritas que é consultar os mortos.
b. Deus condena veementemente consultar os mortos, Dt.18:9-14; Is.8:19-22.
V – A idolatria é um grande pecado diante de Deus.
a. O 3° catecismo-p. 75 da igreja católica ensinam que se deve prestar honra e veneração às imagens de escultura.
b. A imagem de escultura que é o mesmo que ídolo é condenado expressamente por Deus, Ex.20:4; Dt.7:25-26; Hc.2:18-19; Os.4:12; Mt. 4:10.
VI – O batismo é uma confirmação de fé e não um meio de Salvação.
a. A igreja católica ensina que o batismo infantil deve ser realizado como meio de salvação. Acredita-se que se a criança morrer sem se batizar, irá para o limbo e ficará numa sombra eterna sendo considerada pagã.
b. Segundo a bíblia o batismo trata de um ato de obediência que expressa fé do batizando no Messias. Uma criança não tem entendimento suficiente para obedecer e expressar sua fé em cristo. Aliás, o próprio salvador foi batizado aos 30 anos de idade, Lc.3:21-23; Mc.16:15,16.
VII – A palavra de Deus me ensina que só Jesus não cometeu pecado algum.
a.Hb.9:28.1. O ensino católico diz que Maria a mãe de Jesus foi uma mulher que não cometeu pecado algum.
b. Em Lc. 6:46-47 A própria Maria declarou-se pecadora como qualquer outra pessoa. Em Lc.2:22-24, ela mesma se incluiu no sacrifício de um par de rolas pelo seu pecado.
VIII – Yehshua é o único intercessor entre Deus e os homens.
a.I Tm.2:51. A igreja católica coloca Maria e muitos outros como intercessores entre Deus e os homens.2. O próprio Yehshua nos ensinou que Devemos pedir ao Pai em Seu Nome, Jo. 15:16; 16:23, 34.
IX – O Messias é o único e grande fundamento da igreja.
a. A história revela que o papado foi instituído com fins políticos. O primeiro papa foi Leão I (440-461d.C.) e não Pedro. O título de papa não existe na bíblia, Ef. 4:11.2. Usa-se Mt. 16:16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro papa. O termo usado por Yehshua para Pedro é pedra. Contudo a palavra no grego é “petrós”. Yehshua empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase “sobre esta pedra edificarei a minha congregação”. Yehshua usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra). A bíblia ensina que Pedro não passa de uma pequena parte da edificação. Ele mesmo escreveu que Yehshua é a pedra de esquina, I Pe.2:4-10.
X – Salvação Eterna é só no Messias.
a. Para o catolicismo, as boas obras ajudam na salvação.
b. Tal crença despreza o grande amor de Deus. Somos salvos pela graça e não por méritos pessoais. A bíblia nos dá grandes respostas sobre a doutrina da salvação:
b.1. A salvação só vem de Deus, Is.12:2; 25:19; I Tm.4:10; b.2. Salvação só por meio do Messias. Jo.10:9; At.4:12; Rm.5:1,9; I Ts.5:9; b.3. A salvação é um dom imerecido de Deus, Jo.3:16; Ef.2:8, 9.
“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. II Cor. 13:8
Fonte: Marcas de Cristo
Tags: Romano