Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3
10 Clássicas Desculpas Para Justificar a Negligência em Obedecer a Um dos
Mandamentos da Lei Divina
Prof. Azenilto Brito
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Numa análise crítica elogiosa do livro do Dr. Samuele Bacchiocchi, Divine Rest for a Restless Humanity Divino[Descanso Para Uma Humanidade Intranqüila] a tradicional revista evangélica americana Christianity Today menciona que o mandamento do sábado é o “mais negligenciado” na sociedade moderna. E as desculpas com que se busca justificar tal negligência são várias, mas alistamos 10 das mais “clássicas”, porém não menos “esfarrapadas”.
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1a. – A lei foi inteiramente abolida, restando-nos agora apenas os mandamentos de amor a Deus e ao próximo; não mais o velho código de leis veterotestamentário, mas regras esparsas aqui e acolá pelo Novo Testamento; nada de codificação legal à base do “faça isso” ou “não faça aquilo”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Os princípios de amor a Deus e ao próximo são só do Novo Testamento? Que tal examinar Levítico 19:18 de Deuteronômio 6:5? Jesus mesmo declarou: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Também no Novo Testamento temos inúmeras regras de “faça isso” e “não faça aquilo”. Os autores do Novo Testamento não dizem simplesmente: “Contemplem a Cristo e isso é tudo quanto precisam fazer. Não se preocupem com regras nenhumas, de fazer isto ou não fazer aquilo”.
O contemplar a Cristo deve motivar o crente e buscar saber como melhor servi-Lo, e quantas instruções específicas se acham nas páginas neotestamentárias a respeito do que fazer e não fazer. Eis alguns exemplos tomados ao acaso: “compartilhai as necessidades dos santos”; “praticai a hospitalidade”; “não sejais sábios aos vossos próprios olhos”; “apresentai os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”; “lançai fora o velho fermento”; “não vos associeis com os impuros”; “fugi da impureza”; “se alguém tem fome, coma em casa, a fim de não vos reunirdes para juízo”; “não havendo intérprete, fique calado na igreja”; “tornai-vos à sobriedade”; “orai sem cessar”.
2a. – Devemos ser santos ao Senhor todos os dias, não somente no dia de sábado.
Ponderações e perguntas para reflexão: Acaso o conceito de santidade diária EXCLUI a necessidade de manter-se esse dia de repouso? Uma vez que Cristo disse ter sido o sábado estabelecido “por causa do homem” (Marcos 2:27), isso se aplica a todos os povos, em todas as épocas.
O dever de ser santos ao Senhor sempre NÃO É NENHUMA NOVIDADE, coisa só da “dispensação cristã”, como alguns imaginam. Basta ler a ordem divina em Êxo. 19:6—“sereis nação santa”. E em Deut. 5:32 e 33 é ordenado ao povo de Israel: “Cuidareis em fazerdes como vos mandou o Senhor vosso Deus: não vos desviareis, nem para a direita, nem para a esquerda. Andareis em todo o caminho que vos manda o Senhor vosso Deus, para que vivais, bem vos suceda, e prolongueis os dias na terra que haveis de possuir.” No capítulo seguinte lemos ainda: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te” (Deut. 6:6, 7). Assim, na “dispensação cristã” é reiterado, não “inaugurado” esse princípio de sermos SEMPRE santos ao Senhor: “Sede, vós, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:48). Simples de entender e perceber, não tão simples de praticar, não é mesmo?
3a. – Guardar o sábado “judaico” seria posicionar-se “debaixo da lei”, mas nós agora estamos é “debaixo da graça”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Por que somente atribuem ao mandamento do sábado o qualificativo de “judaico”, embora os outros nove pertençam ao mesmo código? O “não matarás”, “não furtarás”, “honra teu pai e tua mãe”, “não dirás o nome do Senhor Teu Deus em vão” não seriam também “judaicos”? Por outro lado, o estar “debaixo da lei”, tanto no contexto de Rom. 6:14 quanto Gálatas 5:16-21 significa estar vivendo na prática do pecado, e não em obediência a essa lei. O início de Rom. 6:14 declara, “porque o pecado [não a lei] não terá domínio sobre vós”. A definição bíblica de pecado encontramos em 1 João 3:4—“pecado é transgressão da lei”.
4a. – O sábado é mandamento “cerimonial”, e não moral, pois a Bíblia não diz que Adão o guardasse; tampouco há divisão na lei em mandamentos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo tal divisão uma “invenção despropositada dos sabatistas”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Adão era homem ou era bicho? Sim, porque Jesus declarou que “o sábado foi feito por causa do homem” (Marcos 2:27). Se Adão era homem então o mandamento do sábado foi estabelecido para ele também, o que é claramente indicado em Gên. 2:2, 3 e Êxo. 20:8-11. No relato da Criação é dito que Deus fez três coisas com relação ao sétimo dia: nele descansou, o abençoou e santificou. “Santificar” significa separar para uso sagrado, e sendo que Deus é absolutamente santo, Ele nada teria para santificar para Si mesmo. Se o fez com relação ao sétimo dia, o sábado, foi para o homem, segundo o confirmou Cristo.
A divisão das leis em “moral”, “cerimonial”, “civil”, “higiênica” já era há muito reconhecida pelos autores das mais Confissões de Fé da cristandade protestante da maior autoridade, fato também reconhecido por estudantes e autores bíblicos das mais diferentes igrejas cristãs ao longo da história. Mais antes deles todos, já o apóstolo Paulo isto estabelece em 1 Cor. 7:19, falando de mandamentos que valiam, mas agora não importa mais, e mandamentos que importam serem obedecidos: “A circuncisão em si não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças [mandamentos] de Deus”.
5a. – Quem insiste na guarda do sábado é por não ter sido “libertado” pela mensagem do evangelho, mas prefere manter-se na “escravidão da lei”; os sabatistas certamente nada sabem sobre a salvação pela graça e justificação pela fé, coitados. . .
Ponderações e perguntas para reflexão: Quem faz esse tipo de afirmação desconhece o pensamento oficial das igrejas cristãs observadoras do sábado. Todas elas apresentam a salvação inteiramente pela graça de Cristo, à parte das obras da lei. A questão da obediência aos mandamentos entra no campo da santificação, não da justificação. Ademais, Paulo mesmo esclarece que a fé estabelece a lei, não a anula (Rom. 3:31). Ele fala do uso legítimo da lei (1 Tim. 1:8) que certamente representa sua obediência baseada em amor a Deus e ao próximo. Tiago declara que “a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tia. 2:17) e a célebre e tão citada passagem de Efés. 2:8, 9—“pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”—é acompanhada do vs. 10 que nem sempre é lembrado nesse contexto: “Pois somos feitura Dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”.
6a. – Nove mandamentos são repetidos no Novo Testamento, menos o do sábado.
Ponderações e perguntas para reflexão: O Novo Testamento não tem como objetivo repetir mandamentos antigos para revalidá-los. Jesus indicou que não veio abolir a lei, e sim cumpri-la e insistiu em que a obediência aos mandamentos fosse a mais perfeita possível, superior à justiça dos fariseus e saduceus (Mateus 5:19, 20).
Não há nenhuma repetição ipsis literis dos mandamentos “não farás para ti imagens de escultura”, nem “não dirás o nome do Senhor Teu Deus e vão”, apenas referências indiretas aos mesmos. Aliás, não há sequer alguma proibição contra a prática condenada pela lei de consultar os mortos (ver Êxodo 22:18; Deuteronômio 18:10-14 e Isaías 8:19, 20). Seriam, pois, permitidas desde os tempos do Novo Testamento?
7a. – Não há obrigatoriedade de observância de dia nenhum pois o sábado era apenas “sombra” do repouso espiritual propiciado por Cristo.
Ponderações e perguntas para reflexão: Se o sábado teria de ser abolido por tratar-se apenas de um símbolo, o que realmente simbolizaria? A resposta mais comum dos semi-antinomistas é de que seria símbolo do repouso que o pecador encontra em Cristo, tendo Hebreus 4 como fundamento de tal raciocínio. Isso, porém, não se justifica porque em Hebreus 11 encontramos os tantos heróis da fé que encontraram esse repouso em Cristo e nem por isso isentaram-se da observância do sábado.
Sobre o próprio Moisés, o grande legislador de Israel em nome de Deus, é dito que “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão” (Heb. 11:26). Davi foi outro desses heróis da fé que encontraram esse repouso espiritual em Cristo. E ele declara: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro em meu coração está a Tua lei” (Salmo 40:8). Alguém negará que nessa lei que ele tinha no coração, prefigurando até a própria experiência de Cristo (ver Heb. 10:5-7 cf. Salmo 40:6-8) o sábado estaria de fora? Claro que não. Então, o principal argumento de o sábado ser mero símbolo desse repouso em Cristo pelo perdão dos pecados perde totalmente o sentido.
8a. – Jesus não respeitou o mandamento do sábado, mas o transgredia sistematicamente mostrando que seria abolido em breve; Ele disse ser “Senhor do sábado” para mostrar que veio para acabar com esse terrível jugo. . .
Ponderações e perguntas para reflexão: Encontramos a Cristo, em pleno exercício de Seu ministério, confrontando fariseus e saduceus no que tange à observância do sábado. É aí onde muitos se atrapalham e não percebem o sentido mais amplo e profundo desses debates e colocam a Jesus criticando os que obedecem um mandamento da lei estabelecido por Ele próprio como Criador do mundo (Heb. 1:2)! Contudo, diante das acusações contra Ele assacadas por fariseus e saduceus (e alguns cristãos contemporâneos) Cristo Se defende declarando que fazia somente o que era “lícito” no sábado (Mat. 12:12). Também acentua ser Ele “o Senhor do sábado” (Mat. 12:8), Aquele que zela pelo seu correto cumprimento, como zelou pela casa de Deus expulsando de lá os cambistas mais adiante, após ter entrado triunfalmente em Jerusalém (Mat. 21:12, 13). Assim, o teor dos debates de Cristo quanto ao sábado não era quanto à validade do mandamento, e sim quanto à maneira de observá-lo.
9a. – Paulo ensinou que o sábado foi abolido na cruz; agora vale: ou qualquer dia, ou dia nenhum para o cristão, à luz de Col. 2:16 Romanos 14:5 e 6 e Gálatas 4:9 e 10.
Ponderações e perguntas para reflexão: Acaso existe algum registro nas Escrituras ou na história de alguma comunidade cristã dos primeiros tempos que tinha tal regra de conduta—observar o dia que melhor conviesse à pessoa (ou a seu patrão), ou dia nenhum? Os textos referidos em Romanos referem-se a dias de festas nacionais ou dias de jejuns dos judeus, que Paulo deixou a critério dos crentes de origem judaica mantê-los ou não, pois era parte da cultura judaica—verdadeiros “feriados nacionais” para os judeus que alguns ainda julgavam importantes (mas nem todos).
Em Gálatas ele se refere a dias festivos do calendário pagão, a que alguns cristãos de origem gentílica ainda se apegavam, e para estes dias Paulo não abriu mão de proibir sua observância. Pode-se observar a diferença de tratamento entre as regras quanto a uns e outros. João no Apocalipse fala do “dia do Senhor” que dedicava a Deus (1:10), portanto era um dia específico, não qualquer um.
Em Colos. 2:16, 17 Paulo trata, não de observância, mas de julgamento por observância. Aliás, nem aparece a palavra “lei” em todo o capítulo. Ele discute atitudes de hereges colossenses sobre os quais nem se tem muita informação, e estes se punham a estabelecer regras rigorosas para a comunidade cristã, condenando o tipo de observâncias que mantinham. Muitos eruditos interpretam tais textos como referindo-se aos sábado cerimoniais, não semanais, pois se preocupam com a evidente e contraditória situação de Paulo indispor-se contra uma instituição de um dia de repouso, o que não faria sentido à luz do que Jesus disse em Marcos 2:27, 28, Apoc. 1:10 e a prática dos cristãos de observar o sábado (cf. Lucas 23:56).
10a. – Não há meios de se observar o sábado universalmente pois os esquimós, por exemplo, não têm pôr do sol em que se orientar para assinalar o princípio e fim dos dias.
Ponderações e perguntas para reflexão: Se há essas “dificuldades técnicas” para observar o sábado em todo o mundo, não fica implícito que Deus, afinal de contas, não é um Legislador tão competente pois não criou uma “lei perfeita”? Na verdade, Deus deu a Israel a ordem de ser Suas “testemunhas” (Isa. 43:10) e colocou a nação na encruzilhada do mundo para transmitir aos moradores de toda a Terra o conhecimento do verdadeiro Deus, Sua lei e Seu plano de salvação (Isaías 60:1-4; cf, Atos 13:47). Prova disso temos em Isaías 56: 6, 7, onde “os filhos dos estrangeiros” são especificamente convidados a acatarem o concerto de Israel, exatamente passando a observar o sábado.
O texto bíblico do relato da Criação estabelece claramente em Gênesis 1:14-19: “E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto”.
Leiamos agora Atos 17:26: “De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação”. Desta passagem, à luz do texto de Gênesis acima mencionado, fica claro que o homem devia viver sobre a face da terra, dentro dos “limites de sua habitação”, tendo o sol, a lua para governar-lhe a vida segundo o que é um “dia” ou uma “noite”. Assim, os que vão habitar em regiões que não são assim governados regularmente, como no caso de alguma colônia submarina que fosse criada e pessoas ali passassem a habitar (fugindo desses limites traçados por Deus), ou se forem habitar noutro planeta ou estação orbital, claro que haverá exceções a essa regra divinamente estabelecida. Contudo, tais circunstâncias NÃO SÃO determinadas por Deus e sim pelo homem.
Não obstante, cremos que na Sua misericórdia os que passarem a viver sob tais circunstâncias não serão excluídos da atenção divina. Terão que empreender alguma pequena adaptação, pois levarão das regiões designadas para habitação do homem os elementos naturais (inclusive alimentos básicos) que ali não constam. Os habitantes dos pólos não têm os mantimentos vegetais que Deus designou também para o homem (Gên. 1:29), mas os obterão das regiões “naturais”. É uma forma de adaptação do que Deus estabeleceu por circunstâncias por eles criadas.
Essa situação não afeta somente algum sabatista que ali fosse habitar. Os batistas dentre os esquimós ou lapões, por exemplo, terão que também adaptar-se para cumprir o que suas confissões de fé históricas estabelecem quando à observância do domingo, para homenagear a Ressurreição, pois terão que valer-se também das horas do relógio. Mas se algum “sabatista” tiver dúvidas sobre quando iniciar o seu sábado nessas circunstâncias fora do natural é fácil resolver o dilema: basta perguntar aos irmãos batistas, ou metodistas, que lhes informarão quando iniciam o seu domingo, e com base nisso o adventista do sétimo dia poderá calcular aproximadamente quando iniciar o seu sábado.
Considerações Finais
Examinando mais detidamente os dados bíblicos e históricos para constatar que a lei moral de Deus, com o seu 4o. mandamento, não sofreu qualquer alteração quando Deus prometeu escrevê-la no coração e mente dos que aceitam os termos do Novo Concerto (Novo Testamento), segundo Hebreus 8:6-10; 10:16 (cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27). Assim, o sábado do sétimo dia segue sendo o “dia do Senhor”, pois nada há que justifique biblicamente a mudança de tal dia para o domingo como dia de observância dedicado a Deus.
A mudança, de fato, ocorreu, mas desautorizadamente, por motivos de apostasia da liderança da Igreja em Roma, para ser “politicamente correta” diante das severas medidas antijudaicas do imperador romano Adriano pelo ano 135 AD, fato reconhecido pelas mais diferentes autoridades históricas, inclusive do seio do protestantismo, e pela própria Igreja Católica, responsável por tal alteração da lei divina. Qualquer catecismo católico denunciará mudanças desautorizadas no Decálogo: o segundo mandamento, “não farás para ti imagens de escultura” foi inteiramente eliminado, e o mandamento do sábado foi substituído pela regra “Guardar domingos e festas”, que ocupa o lugar do 3o. mandamento.
Mas vejamos alguns “sinais de perigo”, que propositadamente vamos colocar em vermelho:
# A mudança do dia de adoração não tem fundamento bíblico, e o Dia do Senhor prossegue sendo o sábado do sétimo dia, como o Criador instituiu na Semana da Criação, em comemoração do Seu ato criador. O sábado é o selo de Deus (Ezequiel 20:12 e 20:20), de que fala Apocalipse 7:3.
# A observância do domingo, como dia de adoração, não agrada a Deus, e é uma homenagem à igreja de Roma, que o sustenta desde meados do segundo século, com o decreto de Constantino em 7 de março de 321 vindo reforçar a instituição, e uma homenagem ao poder que por trás dela está.
# O mesmo Deus que não muda (Malaquias 3:6), de cuja boca saiu o que é justo e cuja Palavra não voltará atrás (Isaías 45:23), e que prometeu que não fará coisa alguma sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas (Amós 3:7), o mesmo Deus que afirmou pela boca que Cristo que não veio revogar a Lei, e que até que o céu e a terra passem nem um i ou um til jamais passará da Lei até que tudo se cumpra (Mateus 5:17-18), esse Deus, coerente com Sua Palavra que não muda,
* jamais teria autorizado alguma alteração em Sua Lei (e a mudança do sábado do sétimo dia para outro dia é alteração da Lei) sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas (e nada há na Palavra de Deus que mostre essa revelação);
* jamais teria quebrado Sua Palavra, pois Ele não muda e ela não volta atrás, pois mentiroso e pai da mentira é Satanás, que distorce as Escrituras, retirando passagens do contexto para alterar o seu sentido.
Este artigo é uma exposição mais detalhada da questão apresentada no post “Sob a Lei” e “Obras da Lei”.
“(…) percebemos que a pessoa não é declarada justa por Deus com base na observância legalista dos mandamentos da Torah, mas por meio da fidelidade decorrente da confiança no Messias Yeshua (…).” (Gálatas 2:16, NTJ)
Observância legalista dos mandamentos da Torá. A palavra grega “nomos”, que em geral significa “lei” é a palavra normalmente utilizada no Novo Testamento para o hebraico Torá, em geral traduzida para “Lei de Moisés” ou simplesmente “Lei”. Em função disso, a maioria dos cristãos pensa que “erga nomou”, literalmente “obras da lei”, um termo que aparece três vezes no v. 16, deve significar “atos feitos em obediência a Torá”. Isso, no entanto, é um erro. Um dos mais bem guardados segredos do Novo Testamento é que quando Sha’ul escreve “nomos” muitas vezes não quer dizer “lei”, mas “legalismo”.
Para que minha defesa dessa interpretação não se pareça um tanto apelativa, defenderei o meu ponto de vista citando dois notáveis eruditos cristãos gentios, sem que nenhum judeu messiânico tivesse demonstrado particular interesse no assunto. C. E. B Cranfield, em seu comentário do livro de Romanos, escreveu:
“(…) será bom manter em mente o fato (o qual até onde sabemos, não recebera a devida atenção até ser notado no [artigo de Cranfield] Scottish Journal of Theology, Vol. 17, 1964, p. 55) que a língua grega nos dias de Paulo não possuía nenhum grupo de palavras que correspondesse aos nossos termos ‘legalismo’, ‘legalista’ e ‘legalístico’. Isso significa que faltava a Paulo uma terminologia adequada que pudesse expressar essa distinção fundamental, o que dificultou seriamente a exposição da perspectiva cristã quanto à lei. Diante disso, deveríamos sempre, assim pensamos, estar prontos a considerar a possibilidade de que as declarações paulinas, que a primeira vista parecem depreciar a lei, foram na verdade dirigidas não contra a própria lei, entretanto contra uma interpretação errônea e um uso equivocado da lei, para o que agora possuímos uma terminologia adequada. Paulo foi pioneiro quanto a esta difícil questão. Se fizermos a devida correção neste caso, não seremos confundidos ou enganados com tanta facilidade por certa falta de precisão nas declarações que por vezes encontraremos.” (C. E. B. Cranfield, The International Critical Commentary, Romans, [O comentário crítico internacional, Romanos] 1979, p. 853).
Cranfield está certo, exceto quanto à sua especulação acerca de ser o primeiro. Quarenta e três anos antes, Ernest De Witt Burton, em seu clássico comentário de Gálatas, também deixou claro que no versículo em questão “nomos” significa “legalismo” e não a Torá divina:
“Nomou é utilizada de modo claro aqui (…) em seu sentido “legalístico”, indicando a lei divina apenas como um sistema puramente legalista que se constitui de obrigações e funciona na base da obediência ou desobediência, diante do qual o homem é aprovado ou condenado em função de sua dívida e desprovido de qualquer graça. Isso é a lei divina conforme definida por um legalista. No entendimento do apóstolo, essa noção só tem validade na medida em que se constitui em um dos elementos da lei divina, separado de todos os demais elementos e aspectos que constituem a totalidade da sua revelação. Ao se fazer essa separação, a vontade de Deus e a sua verdadeira atitude para com o homem são distorcidas. Por erga nomou Paulo quer dizer atos de obediência para com leis formais executados em um espírito legalista, na expectativa de conseguir com isso merecer e garantir a aprovação e a recompensa divinas; obediência essa, em outras palavras, feita de acordo com o entendimento da lei do Antigo Testamento pelos legalistas, por eles expandida e interpretada. Embora nomos não existisse no sentido de ser equivalente à base da justificação na lei divina, erga nomou, entretanto, existia de modo muito real na forma de pensar e na prática de homens que concebiam a lei divina desta maneira (…). A tradução dessa frase aqui e em diversos outros lugares (…) por ‘as obras da lei’ (…) é um grave erro das [versões que a apresentam].” (E. Burton, The International Critical Commentary, Galatians, [O comentário crítico internacional, Gálatas] 1921, p. 120).
A frase “erga nomou”, encontrada somente nos escritos de Sha’ul, é utilizada oito vezes e sempre em relação a uma discussão técnica acerca da Torá, sendo três vezes aqui; em 3:2, 5 e 10; e em Rm 3:20, 28. Dois outros usos de “erga” (“obras”) estão em estreita associação com a palavra “nomos” (“lei”) – Rm 3:27, 9:32. Até mesmo quando ele utiliza “erga” de forma isolada, o significado implícito em geral é o de “obras legalistas” (5:19; Rm 4:2, 6; 9:11; 11:6; Ef 2:9; 2Tm 1:9; Tt 3:5), embora ele a use 17 vezes de uma forma neutra (Rm 2:6; 13:3, 12; 2Co 11:15; Ef 2:10; 5:11; Co 1:21; 1Tm 2:10; 5:10, 25; 2Tm 3:17, 4:14; Tt 1:16; 2:7, 14; 3:8, 14).
Minha conclusão é de que em todos os casos “erga nomou” não significa atos realizados em função de se seguir a Torá da maneira em que Deus planejou, mas atos realizados como conseqüência de se perverter a Torá fazendo dela um conjunto de regras as quais, supõe-se, podem ser obedecidas de forma mecânica, automática e legalista, sem que se tenha fé, sem que se deposite a devida confiança em Deus, sem que se ame a Deus e aos homens, e sem que se esteja no poder do Espírito Santo.
“Erga nomou”, portanto, é um termo técnico cunhado por Sha’ul para atender de forma precisa a necessidade acerca da qual Cranfield escreveu; uma expressão que fala de legalismo e não da lei. No entanto, em razão do tema abordado por Sha’ul ser a falta de compreensão e perversão da Torá em algo que nunca pretendeu ser, erga nomou é, especialmente neste contexto, “obras legalistas relacionadas à Torá”, exatamente como Burton explicou. Essa é a razão da minha tradução: observância legalista dos mandamentos da Torá.
De modo semelhante, “upo nomon” (“sob a lei”), que aparece cinco vezes nesta carta, jamais significa simplesmente “sob a Torá”, no sentido de “sujeito às suas prescrições” ou de “vivendo dentro de sua estrutura”. Antes, com apenas uma variação de fácil explicação, é a forma curta de Sha’ul expressar “vivendo sob a opressão causada por se estar escravizado ao sistema social ou à mentalidade que se origina sempre quando a Torá é deturpada em legalismo”.
Pesquisadores cristãos já discursaram de forma ampla acerca da suposta ambivalência do entendimento de Sha’ul quanto a Torá. Seus esforços têm sido no sentido de demonstrar que, de algum modo, ele conseguia abolir a Torá sem deixar de respeita-la. Pesquisadores judeus não-messiânicos, elaborando sobre essa conclusão pretensamente correta e fornecida de forma gratuita por seus colegas cristãos de que de fato Sha’ul aboliu a Torá, tomaram para si a responsabilidade de demonstrar que a conseqüência lógica do fato de Sha’ul ter abolido a Torá é que ele também não a respeitava, e por isso teria removido a si próprio e a todos os futuros crentes judeus em Yeshua, do campo do judaísmo (a tão conhecida “bifurcação do caminho”). Deste modo, judeus não-messiânicos de orientação liberal dos tempos modernos também tiraram a sua casquinha da situação reivindicando Jesus para si na qualidade de um excelente mestre judeu, e ao mesmo tempo fazendo de Sha’ul o vilão da história.
Sha’ul, entretanto, nesse caso, não era ambivalente. Para ele a Torá de Mosheh era inequivocamente “santa” e cada um de seus mandamentos “santo, justo e bom” (Rm 7:12). E de igual modo eram as obras feitas em verdadeira obediência à Torá. Mas para que fossem consideradas boas por Deus, as obras feitas em obediência à Torá tinham que estar alicerçadas na confiança, e não no legalismo (veja Rm 9:30-10:10&NN). Se mantivermos em mente que Sha’ul não tinha nada de bom para dizer acerca do pecado de se perverter a Torá em legalismo, e nada de ruim para dizer sobre a Torá em si mesma, então as pretensas contradições quanto à sua visão da Torá simplesmente desaparecem. Em vez de ser o vilão que destruiu a principal sustentação do judaísmo, levando os judeus a se desviarem, ele é o mais autêntico expositor da Torá que o povo judeu já teve, além do próprio Messias Yeshua.
David H. Stern
Comentário Judaico do Novo Testamento, págs. 578-580.
Postado há 1st April 2009 por otdx
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Tirando aqueles que estarão vivos por ocasião do Arrebatamento (1Ts4.17), todos vão morrer um dia (Hb9.27).A morte é conseqüência do pecado (Gn2.17;Rm5.12) , sendo ela o contrário da vida(cf. Gn3.4). Mas o que acontece após a morte?
• NOTA: Não sou Adventista do Sétimo Dia, nem Testemunha de Jeová.
Ensino Religioso: As idéias do filósofo grego Platão (427-347a.C.), sobre a sobrevivência da alma após a morte do corpo, influenciaram Santo Agostinho (354-430d.C.). Sob influência da filosofia neoplatônica, a Cristandade passou a ensinar que a alma deixa o corpo na morte,passando a viver em um domínio espiritual (Cl2.8). “A imortalidade do homem era um dos credos fundamentais da religião filosófica do platonismo, que foi, em parte, adotada pela igreja cristã.” (Werner Jaeger, “As ideias gregas da imortalidade”, Revisão Teológica de Harvard, Volume LII, Julho 1959, Número 3, com ênfases).Será esse o ensino bíblico?
O Que Diz o Antigo Testamento: “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”(Ec9.5-6).
Será que essa inconsciência se restringe a uma perspectiva humana ou só existe neste mundo, na dimensão “debaixo do sol”? .Vejamos: “ Tudo quanto te vier ã mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. “(Ec9.10). Portanto no “além”(Seol),os mortos também estão inconscientes (Is38.18-19; Dn12.2; SL6.5; 13.3; 146.3-4).Será que o “silêncio dos mortos” se refere apenas ao corpo inerte?Não: “Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem ao silêncio;”(Salmos115.17) “ Se o Senhor não tivesse sido o meu auxílio, já a minha alma estaria habitando no lugar do silêncio.”(SL94.17). “A vida pós-morte na visão do Antigo Testamento era que os mortos não louvam a Deus (cf. Isaías 38:19; Salmos 6:5), não sabem de nada (cf. Eclesiastes 9:5), valem menos do que um cachorro vivo (cf. Eclesiastes 9:4), sua memória jaz no esquecimento (Eclesiastes 9:5), não tem lembrança de Deus (cf. Salmos 6:5), não confiam na fidelidade de Deus (cf. Isaías 38:18), não falam da Sua fidelidade (cf. Salmos 88:12), estão numa terra de silêncio – e não de gritaria do inferno ou de altos louvores do Céu (cf. Salmos 115:17), não podem ser alvos de confiança (cf. Salmos 146:3), não pensam (cf. Salmos 146:4), não tem proveito nenhum para Deus depois de morto (cf. Salmos 30:9), são comparados com o pó (cf. Salmos 30:9), etc.” – HERESIAS CATÓLICAS
a. Gênesis35.18=”Então Raquel, ao sair-lhe a alma (porque morreu), chamou ao filho Benôni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.” Será que a alma deixa o corpo na morte e passa a viver em num domínio espiritual(1Rs17.17-23)? Não(SL94.17); a “alma”(Hb. Néfesh;Gr. Psykhé), na Bíblia , é usada, em muitos textos, como sinônimo de “vida” (Jó12.10; Mt16.16; Mc8.36; Jo15.13). Assim o que se diz aqui é simplesmente que Raquel perdeu a vida. A Nova Versão Internacional diz: “ Já a ponto de sair-lhe a vida, quando estava morrendo, deu ao filho o nome de Benoni. Mas o pai deu-lhe o nome de Benjamim”(Gn35.18).
b. Eclesiastes12.7= “e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu.” Será que na morte ,um espírito consciente parte do corpo rumo ao Céu (Sl31.5; Mt27.50; Lc23.46; At7.59)? Não; aqui o termo “espírito”(Hb. Ruach; Gr. Pnéuma) significa simplesmente “fôlego”, “ar”, “vento” (Gn2.7;3.19) , e não algo consciente. Sendo que “Entregar o espírito a Deus” é o mesmo que “expirar” (Mc15.37;Jo19.30). Para o Céu irão “corpos glorificados” e não “espíritos desencarnados” (1Co15.38-54).
• O Que Diz o Novo Testamento: “Irmãos, seja-me permitido dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura. Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,”
O Homem “Segundo o coração de Deus”(1Sm13.14), não subiu ao Céu quando morreu. Para o Novo Testamento a morte é um sono profundo (Mt9.24; 27.52; Jo11.11,14; At7.60; 13.36; 1Co15.6,18,20,51; 1 Ts4.13; 5.10), um dormir temporário, que acabará com a Ressurreição (Jo5.28,29; At24.15).
a. Lucas23.43= “Jesus lhe respondeu: “Eu lhe garanto hoje você estará comigo no paraíso”. Há duas formas de ler o texto, se o advérbio “hoje” se refere ao verbo “digo”, temos: “Jesus lhe respondeu: “Eu lhe garanto hoje[nesta sexta-feira eu estou te garantindo que um dia no futuro] você estará comigo no paraíso”. Agora se ”hoje” se refere a “estarás”, temos : “Eu lhe garanto hoje [que] você estará comigo no paraíso [nesta sexta nos dois vamos para o Céu juntos]” Que forma de ler estará correta? Deixemos que a Bíblia nos informe: O Ladrão da Cruz não morreu na mesma hora de Jesus (Jo19.31-33). No domingo, Jesus declarou não ter subido ao Pai ainda, como poderia Ele ter subido ao Céu na sexta-feira (Jo20.17)? A alma de Cristo não foi para o Paraíso na sua morte, mas para o Seol ( At2.27; SL16:10;EF4.9).A entrada do ladrão da cruz no Paraíso está relacionada ao Futuro Estabelecimento do Reino de Deus (Lc23.42;Ap11.15). Assim Lucas23.43 é melhor traduzido assim: “Jesus lhe respondeu: “Eu lhe garanto hoje: Você estará comigo no paraíso” A Peshitta, uma tradução antiga da Bíblia no idioma siríaco, remonta ao segundo e terceiro século da era cristã, verteu Lucas 23.43 da seguinte forma: “E disse-lhe Yeschua: Em êmeth te digo hoje, estarás comigo no Paraíso” Colocando a vírgula depois da palavra “hoje”. A Peshitta, tem sido apontada como a melhor versão já traduzida da Bíblia.
b. Mateus10.28: “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” A alma não sobrevive a morte do corpo (Gn19.19-20),o que se diz aqui é que a alma(vida) de um crente morto passa a estar nas mãos de Deus que a restituirá ao fiel por meio da Ressurreição (1Ts4.13-16): “Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá;”(Jo11.25).Assim não devemos temer nossos perseguidores,pois eles não têm o poder de nos matar definitivamente (Lc12.4;1Pe3.14), temamos ,antes a Deus que tem esse poder(Ez18.4; Ap21.8).
c. 2Coríntios5.8= “Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.” 2Coríntios5.1-8 deve ser lido paralelamente a 1 Coríntios15.1-45. Contextualmente Paulo fala de deixar este corpo mortal e ir morar com o Senhor em um novo corpo glorificado, o que ocorrerá por ocasião da ressurreição :”Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.”
2 Coríntios 5:1 Casa , aqui, significa “corpo”(Ec12.3; 1Co3.16-17; 6.19; Hb3.6). Esse texto nada tem haver com “um corpo temporário para as almas dos mortos no Céu”. O corpo celestial aqui é “eterno” e não pode se desfazer (2Co5.1). Não precisamos nos preocupar com a possibilidade desse nosso corpo mortal e corruptível se desfazer,pois na Ressurreição o Senhor nos dará um novo corpo glorificado,imortal e incorruptível (1Co15.54).Aliás, uma leitura de 1Coríntios 15 nos revelará a diferença entre as crenças paulinas e a imortalidade da alma, veja o quadro abaixo:
O QUE ACONTECERIA CASO A RESSURREIÇÃO NÃO EXISTISSE
PARA OS IMORTALISTAS PARA O APÓSTOLO PAULO
Os mortos ficariam…[vivos] para sempre Os que dormiram em Cristo já pereceram – cf. 1Co.15:18
Existiria uma vida póstuma… A nossa esperança se limitaria apenas a esta presente vida – cf. 1Co.15:19
Deveríamos dar o máximo pela nossa salvação pois as nossas almas ficariam para sempre no Céu do mesmo jeito O melhor a fazer seria viver a vida hedonisticamente, “comamos e bebamos, para que amanhã morramos” – cf. 1Co.15:32
Valeria a pena ficar em perigo pois as nossas almas ficariam para sempre no Céu do mesmo jeito… Estaríamos correndo perigo totalmente à toa – cf. 1Co.15:30
Na ressurreição a alma imortal se religa ao corpo morto Pessoas são mortas, pessoas são vivificadasna volta de Cristo – cf. 1Co.15:22,23
A morte é vencida quando a alma imortal vence a morte sendo liberta da prisão do corpo A morte só é vencida por ocasião da ressurreição dos mortos – cf. 1Co.15:55
Nós já detemos a imortalidade na forma de uma alma imortal implantada em nosso ser A imortalidade é uma possessão futura, a qual só alcançaremos com a ressurreição dos mortos – cf. 1Co.15:51-54
FONTE DO QUADRO ACIMA
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d. Filipenses1.23= “ Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor;” Paulo sabia que só receberia sua recompensas celestial quando Cristo voltasse: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.”(2Tm4.8). Em um contexto de perseguição morrer seria lucro (Fp1.21).Aliás, na inconsciência,não há noção de tempo, Paulo sabia que logo após a morte,se veria acordado e ressuscitado (2Co15.52),vendo Jesus voltar e assim partiria para estar com Ele (1Ts4.13-17).
e. Apocalipse6.9-10= “Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” Se literalizarmos esse texto teremos problemas: Se o Céu é um lugar de alegria plena,como podem as almas martirizadas sofrerem lá em clamor por vingança? A descrição dessas almas revela que elas podiam ser vistas e usavam vestes compridas, isto é, tinham um corpo (Ap6.11),aliás segundo boa parte dos teólogos as almas dos crentes mortos no Céu terão um corpo temporário. Se isso é assim, não estariam essas almas estranhamente encurraladas debaixo de um altar(Ap6.9)? Não esqueçamos que o Apocalipse é um Livro marcado por simbologias e figuras de linguagem. Visto que ALMA=SANGUE (Gn9.4;Lv17.10-14; Dt12.13),provavelmente temos aqui uma linguagem semelhante à de Gênesis4.10: “E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.”(cf.Hb12.24).Assim, através de uma personificação o Senhor mostra a João,que a morte dos mártires exige vingança: “ porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.”(Ap19.2)
• Se na morte já vamos para o Céu ou para o Inferno que necessidade há de um Juízo Final (At17.31;Ap20.11-15)?
• Se já vamos para o Céu depois da morte para que Arrebatamento e Volta de Jesus (Jo14.2-3)?
• Para que ressurreição,se os mortos já estão vivos (At24.15)?
• Como os crentes mortos já receberam sua recompensa celestial, se Jesus disse que só a daria quando voltasse (Mc16.17)
• Será que Lázaro gostou de ter sido tirado do Céu de alegria, e trazido para esse mundo de sofrimento, quando Jesus o ressuscitou (Jo11.43-44)?
Infelizmente, hoje, a semelhança da Inquisição Católica há uma tendência no meio evangélico, de considerar herege, os que negam a “doutrina da consciência dos mortos”. Mas será heresia, questionar a base da Bíblia, uma doutrina influenciada pela filosofia pagã (At17.11)? Deus trará de volta a vida, nossos entes queridos dos quais temos muita saudade (Dn12.2).Confiemos pois nessa linda promessa (Jó14.14;Tt2.13).
• VEJA TAMBÉM:INFERNO CONSULTA AOS MORTOS RICO E LÁZARO JESUS PREGOU AOS ESPÍRITOS EM PRISÃO SUICÍDIO ERA SATANÁS UM ANJO BONZINHO? TORTURA ETERNA
Postado por Bruno dos Santos Queiroz
Paulo Rogério Petrizi
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A lei na Nova Aliança.Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
(Jeremias 31:31-33)
O texto é claro em afirmar que o Senhor firmará um novo pacto (Nova Aliança) com a casa de Israel e com a casa de Judá. E que nestes dias o Eterno escreverá a lei no coração do seu povo.
Muitos cristãos influenciados por pensamento anti-semita afirmam que após a morte de Jesus a lei foi abolida em favor de uma nova aliança. No entanto, Jesus mesmo afirmou em Mateus 5:17-18 que ele não veio para abolir a lei e que era mais fácil passar os céus e a terra do que um só ponto da lei deixar de ter vigor.
Se Jesus não veio para abolir a lei, quem aboliu?
Muitos teólogos colocam as cartas de Paulo contra as palavras de Jesus. Afirmam que após a morte de Jesus foi consolidada uma nova aliança e que a lei do chamado antigo testamento foi abolida e cravada na cruz.
Desde modo as escrituras entram em contradição, pois o Eterno escreve uma lei e revela a Moises, em seguida Jesus diz que não veio abolir a lei e cumpre a lei sendo em tudo obediente ao Pai, logo depois aparece Paulo dizendo que a Lei foi abolida?
Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, pertence à outra tribo, da qual ninguém ainda serviu ao altar, visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes. E ainda muito mais manifesto é isto, se à semelhança de Melquisedeque se levanta outro sacerdote, que não foi feito conforme a lei de um mandamento carnal, mas segundo o poder duma vida indissolúvel. Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Pois, com efeito, o mandamento anterior é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (Hebreus 7:13-18).
O fato é que mudança da lei de sacerdócio não tem nada haver com abolição da lei do Eterno. O texto de hebreus está relatando e explicando o sacerdócio de Jesus segundo a ordem de Melquisedeque. O autor de hebreus explica que sacerdócio de Jesus é superior a sacerdócio Aarônico, pois assim como Melquisedeque que não tinha linhagem para ser sacerdote, Jesus é declarado sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque.
As escrituras sagradas não podem entrar em contradição! Pois ela é a palavra do Eterno revelada aos homens através dos profetas. O próprio apostolo Paulo ao escrever 2 Timóteo 3:16 afirma que toda escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça. Ora, quando Paulo escreveu este texto ainda nem existia o chamado Novo Testamento, assim fica claro que ele estava se referindo a lei do Eterno para cada um fazer-te sábio para a salvação através da observância e obediência.
O profeta Jeremias descreve que a nova aliança é um pacto que o Eterno firmará com a casa de Israel e com a casa de Judá. A lei não será gravada em tábuas de pedras como foi no tempo de Moises, mas no coração do povo do Eterno. O Espírito do Senhor guiará o povo através da obediência e gravará a lei do Eterno no coração do seu povo. O profeta Joel assegura que nós últimos dias os exilados de Judá e de Jerusalém voltarão de todas as nações a terra de Israel e todo aquele que invocar o nome do Senhor no monte Sião será salvo.
Vós, pois, sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado. Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões; e também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; pois no monte Sião e em Jerusalém estarão os que escaparem, como disse o Senhor, e entre os sobreviventes aqueles que o Senhor chamar.
(Joel 2:27-32)
Os 10 mandamentos não são exclusivos somente a Israel, mas se estende a todos os povos de todas as nações. Embora o novo pacto ou nova aliança seja com Israel e com a casa de Judá, todo aquele que crer no Senhor de Abraão, Isaque e Jacó é enxertado na oliveira e desfruta das mesmas bênçãos do povo escolhidos do Eterno. O profeta diz que “TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DO SENHOR SERÀ SALVO”.
O Senhor Eterno não faz acepção de pessoas, ele salva todo aquele que o busca e obedece aos seus mandamentos. A nova aliança não isenta ninguém de obediência aos mandamentos, ao contrário, aqueles que no antigo pacto (Gentios) não tinham acesso a salvação, através da nova aliança são chamados a serem povo escolhido e se tornam um com Israel.
A nova aliança abre as portas para “todos” que querem servir e obedecer ao Senhor Eterno, independente de raça. O Senhor é Senhor de todos, e sua misericórdia se estende a todo aquele que nele crer e obedece a seus mandamentos.
Todo aquele que crê que Yeshua (Jesus) é o Messias é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou, também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos do Eterno, quando amamos ao Senhor e guardamos os seus mandamentos. Porque este é o amor do Senhor: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados; Porque todo o que é nascido do Senhor vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé (fidelidade). (João 5:1-4).
Sabedor de todas as coisas, como é Deus, o futuro Lhe pertence é presente. Mais que qualquer outra coisa, talvez as profecias da bíblia e seu cumprimento dão testemunho de sua inspiração divina. A ciência não pode dizer quanto ao que virá a ocorrer, no que se refere ao futuro. Não existe no mundo um só cientista que possa predizer a evolução da história.
Entretanto, no cumprimento de várias profecias bíblicas, Deus já demostrou que não quer que seu povo, ande em trevas , quanto ao conhecimento vindouros, como ocorre, com os que não O servem ou militam em religiões pagãs. Por meio dos profetas bíblicos, o Senhor nos revela o futuro, Suas gloriosas promessas e como podemos alcança-las.
Daniel revelou a Nabucodonosor fatos concernentes a seu reino, o futuro de todo a humanidade, até aos dias da implantação do reino milenar messiânico.
O sonho de Nabucodonosor ….
O rei Nabucodonosor teve um sonho, que não se lembrava mais. Convocou os sábios de seu reino para adivinharem o sonho e darem a sua interpretação . Como ninguém conseguiu, Mandou matar todos. Esta ordem também atingiria Daniel e seus amigos hebreus. Daniel pediu um tempo a Arioque, oficial do rei, para que pudesse buscar a Deus e dar a resposta. Daniel teve a revelação e se apresentou a Nabucodonosor, impedindo desta forma, a extinção dos sábio de Babilônia.
Daniel 2
1 Ora no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, teve este uns sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.
2 Então o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os adivinhadores, e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; eles vieram, pois, e se apresentaram diante do rei.
3 E o rei lhes disse: Tive um sonho, e para saber o sonho está perturbado o meu espírito.
4 Os caldeus disseram ao rei em aramaico: Ó rei, vive eternamente; dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação
5 Respondeu o rei, e disse aos caldeus: Esta minha palavra é irrevogável se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas um monturo;
6 mas se vós me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, recompensas e grande honra. Portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação.
7 Responderam pela segunda vez: Diga o rei o sonho a seus servos, e daremos a interpretação.
8 Respondeu o rei, e disse: Bem sei eu que vós quereis ganhar tempo; porque vedes que a minha palavra é irrevogável.
9 se não me fizerdes saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois vós preparastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude o tempo. portanto dizei-me o sonho, para que eu saiba que me podeis dar a sua interpretação.
10 Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa cumprir a palavra do rei; pois nenhum rei, por grande e poderoso que fosse, tem exigido coisa semelhante de algum mago ou encantador, ou caldeu.
11 A coisa que o rei requer é difícil, e ninguém há que a possa declarar ao rei, senão os deuses, cuja morada não é com a carne mortal.
12 Então o rei muito se irou e enfureceu, e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia.
13 saiu, pois, o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos.
14 Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capitão da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia;
15 pois disse a Arioque, capitão do rei: Por que é o decreto do rei tão urgente? Então Arioque explicou o caso a Daniel.
16 Ao que Daniel se apresentou ao rei e pediu que lhe designasse o prazo, para que desse ao rei a interpretação.
17 Então Daniel foi para casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros,
18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o resto dos sábios de Babilônia.
19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; pelo que Daniel louvou o Deus do céu.
20 Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque são dele a sabedoria e a força.
21 Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; é ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos.
22 Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.
23 Ó Deus de meus pais, a ti dou graças e louvor porque me deste sabedoria e força; e agora me fizeste saber o que te pedimos; pois nos fizeste saber este assunto do rei.
24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e lhe darei a interpretação.
25 Então Arioque depressa introduziu Daniel à presença do rei, e disse-lhe assim: Achei dentre os filhos dos cativos de Judá um homem que fará saber ao rei a interpretação.
26 Respondeu o rei e disse a Daniel, cujo nome era Beltessazar: Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?
27 Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O mistério que o rei exigiu, nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhadores lhe podem revelar;
28 mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonozor o que há de suceder nos últimos dias. O teu sonho e as visões que tiveste na tua cama são estas:
29 Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos sobre o que havia de suceder no futuro. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser.
30 E a mim me foi revelado este mistério, não por ter eu mais sabedoria que qualquer outro vivente, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração.
31 Tu, ó rei, na visão olhaste e eis uma grande estátua. Esta estátua, imensa e de excelente esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível.
32 A cabeça dessa estátua era de ouro fino; o peito e os braços de prata; o ventre e as coxas de bronze;
33 as pernas de ferro; e os pés em parte de ferro e em parte de barro.
34 Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mãos, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou.
35 Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a pragana das eiras no estio, e o vento os levou, e não se podia achar nenhum vestígio deles; a pedra, porém, que feriu a estátua se tornou uma grande montanha, e encheu toda a terra.
36 Este é o sonho; agora diremos ao rei a sua interpretação.
37 Tu, ó rei, és rei de reis, a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força e a glória;
38 e em cuja mão ele entregou os filhos dos homens, onde quer que habitem, os animais do campo e as aves do céu, e te fez reinar sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro.
39 Depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra.
40 E haverá um quarto reino, forte como ferro, porquanto o ferro esmiúça e quebra tudo; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele quebrantará e esmiuçará.
41 Quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo.
42 E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil.
43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão pelo casamento; mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
44 Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre.
45 Porquanto viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro, o grande Deus faz saber ao rei o que há de suceder no futuro. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.
46 Então o rei Nabucodonosor caiu com o rosto em terra, e adorou a Daniel, e ordenou que lhe oferecessem uma oblação e perfumes suaves.
47 Respondeu o rei a Daniel, e disse: Verdadeiramente, o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis, e o revelador dos mistérios, pois pudeste revelar este mistério.
48 Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pôs por governador sobre toda a província de Babilônia, como também o fez chefe principal de todos os sábios de Babilônia.
49 A pedido de Daniel, o rei constituiu superintendentes sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na corte do rei.
Daniel fala o passo a passo, ao monarca qual tinha sido o seu sonho. Primeiramente, deixa claro que o que vai transmitir é obra do Deus dos céus e não do homem. Fala da grande estátuas, suas e os seus diferentes materiais que a compunha. Ouro, prata, metal amarelo, ferro e barro.
Vamos ao significado da estatua e sua história no nosso mundo
SIMBOLO GOVERNANTE IMPÉRIO
cabeça de ouro Nabucodonosor Babilônico
606-538 a.C.
peito e braços de prata Ciro & Dario Medo-Persa
538-331 a.C.
ventre e coxas de metal Alexandre /4 generais Grécia
331-168 a.C.
pernas e pés em ferro e barro Imperadores diversos Roma
168 a.C 476 d.C
A pedra: Representa a vinda de Cristo e a implantação do Reino messiânico sobre a terra
Note que depois do quarto reino mundial não existe mais um reino mundial sob domínio humano. O quinto reino é de Cristo. A pedra, após ferir e esmiuçar a estátua, se faz um grande monte e enche toda a terra. A pedra não retorna nem enche o céu. Monte em profecia significa reino. Outro detalhe importante é que não existe espaço entre a queda dos reinos terrenos e o estabelecimento do Reino do Messias Jesus.
Postado por Evangelista Flavio Schmidt
καὶ ἐξ ὧν ὁ Χριστὸς τὸ κατὰ σάρκα,
kai ex hon ho khri•stós to ka•tá sár•ka,
e de quem o Cristo segundo a carne,
ὁ ὢν ἐπὶ πάντων, θεὸς εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας, ἀμήν.
ho òn e•pì pán•ton, The•òs eu•lo•ge•tòs eis toùs ai•ó•nas; a•mén
aquele que é sobre todos, Deus bendito para sempre. Amém.
1934 “e dos quais, por descendência física, veio o Cristo. Deus, que é sobre todos, seja bendito por todas as eras! Amém.” – The Riverside New Testament, Boston e Nova Iorque.
1952 “e da sua raça, segundo a carne, é o Cristo. Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém.” – Revised Standard Version, Nova Iorque.
1961 “e deles, na descendência natural, procedeu o Messias. Que Deus, o supremo sobre todos, seja bendito para sempre! Amém.” – The New English Bible, Oxford e Cambridge, Inglaterra.
1963 “e de quem procedeu Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém.” – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, Brooklyn, Nova Iorque.
1966 “e Cristo, como ser humano, pertence à sua raça. Que Deus, que governa sobre todos, seja louvado para sempre! Amém.” – Today’s English Version, American Bible Society, Nova Iorque.
1970 “e deles veio o Messias (falo de suas origens humanas). Bendito para sempre seja Deus, que é sobre todos! Amém.” – The New American Bible, Nova Iorque e Londres.
1982 “e deles é o Cristo segundo a carne. O Deus que está acima de tudo seja bendito pelos séculos! Amém.” – Bíblia Sagrada, Editora Vozes Ltda., Petrópolis, RJ.[1]
NTV, ABV e BLH usam fraseologia similar à das traduções acima.
Contudo, outras traduções vertem o texto em questão de modo a fazer o leitor concluir que o “Deus bendito para sempre” é o Senhor Jesus Cristo. Por exemplo, a versão Almeida Revista e Corrigida traduz esse texto assim: “Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém!” Tais tradutores querem com isso encontrar apoio para poder afirmar a divindade de Jesus e a igualdade dele com seu Pai, o Soberano Senhor Jeová. Mas, vale ressaltar que essas duas características – divindade e igualdade – são atributos inteiramente diferentes e não forçosamente conciliáveis entre si. A palavra “divindade” é definida como “qualidade de divino”. (Michaelis) De fato, a Bíblia atesta a divindade de Cristo, atribuindo a ele o título Theós (Deus ou deus). (Is 9:6; Jo 1:1, 18) Em razão disso, as Testemunhas de Jeová reconhecem e aceitam abertamente a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo.[2] No entanto, a divindade de Cristo não pressupõe a igualdade dele com seu Pai, Jeová.
Por exemplo, na Bíblia os anjos são chamados de ’elo•hím (Deus ou deuses) no Salmo 8:5 (veja a nota na versão Almeida Corrigida), pelo fato de serem “filhos de Deus” (Jó 1:6; 2:1, Al; hebraico: benéh ha•’Elo•hím) O Lexicon in Veteris Testamenti Libros (Léxico dos Livros do Velho Testamento), de Koehler e Baumgartner (1958, p. 134), diz: “seres divinos, deuses (individuais)”. (Apud obra Estudo Perspicaz das Escrituras, vol. 1, pp. 689-690, publicada pelas Testemunhas de Jeová.) Assim, biblicamente os anjos são seres divinos; possuem divindade. Mas, evidentemente, isso não os torna iguais a seu Pai Jeová em poder, autoridade e eternidade. Assim como o fato de um homem possuir humanidade por ser filho de outro homem não significa que esse filho seja igual ao seu pai humano em poder, autoridade e tempo de existência, do mesmo modo o fato de Jesus Cristo ser Filho de Deus – sendo, por isso, divino – não o torna igual a seu Pai celestial em poder, autoridade e eternidade.[3]
Mas, como Romanos 9:5 deve ser traduzido? De modo a identificar o Senhor Jesus Cristo com o “Deus bendito eternamente”, ou de forma a mostrar que o “Deus bendito eternamente” e Jesus Cristo são seres distintos? Isso é relevante doutrinalmente, ou é apenas uma questão de tradução? As evidências apontam inequivocamente como tradução correta a que distingue Jesus Cristo do “Deus bendito eternamente”. Serão apresentadas abaixo as razões para tal conclusão.
Há base bíblica e gramatical para que ὁ ὢν (ho òn, “aquele que é” [“o qual”, Al]) seja o começo duma nova sentença, ou cláusula independente, referindo-se a Deus e proferindo uma bênção sobre ele pelas provisões que fez.
1) O contexto mostra que o assunto que vinha sendo discorrido por Paulo finaliza com a expressão “o Cristo segundo a carne”.
Nos versículos 1-3 Paulo expressa seu pesar pelo fato de os judeus como um todo terem rejeitado a Cristo. Daí, no versículo 4, ele enumera os privilégios que lhes foram estendidos – “a adoção como filhos, e a glória, e os pactos, e a promulgação da Lei, e o serviço sagrado, e as promessas”, e o fato de terem antepassados ilustres, tementes a Deus – patriarcas como Abraão, Isaque e Jacó. Daí o versículo 5, na primeira parte, finaliza a descrição de tais privilégios com o maior privilégio que os judeus tiveram – Cristo ter sido um deles “segundo a carne” (segundo a linhagem humana). Em vista de tais provisões feitas por Deus aos judeus, Paulo inicia uma nova frase, proferindo uma bênção sobre Deus. De modo que a primeira sentença do versículo 5 – “de quem procedeu Cristo segundo a carne” – é gramaticalmente completa em si mesma, tem um tom terminante, e faz parte de um tema que vinha sendo considerado desde o versículo 1, mas não tem conexão alguma com a frase seguinte.[4] Assim, a frase seguinte deve corretamente rezar: “Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém.” – NM.
2) Encontramos um ponto após σάρκα [sár•ka; “carne”] em todos os mais antigos manuscritos que atestam neste caso, — a saber, os unciais[5] A (Códice Alexandrino, grego, quinto século), B (Ms. Vaticano 1209, gr., quarto séc. EC), C (Códice Ephraemi rescriptus, gr., quinto séc. EC), e em pelo menos 26 mss. cursivos, que também têm em geral um ponto depois de αἰῶνας [ai•ó•nas] ou ἀμήν [a•mén]. Isso é uma indicação adicional de que o que vinha sendo considerado nos versículos anteriores de Romanos, capítulo 9, termina na palavra “carne”. A sentença seguinte, pois, é uma expressão de louvor a “Deus, que é sobre todos”, e não diz respeito a Cristo.
3) Em Romanos 9:5, ὁ ὢν (ho òn, “aquele que é”) não se refere a Cristo, pois é separado de ὁ Χριστὸς (ho khri•stòs; “o Cristo”) por τὸ κατὰ σάρκα (tò ka•tà sár•ka, “segundo a carne”). Devido a isso, a leitura precisa ser seguida por uma pausa, — uma pausa que se prolonga pela ênfase especial dada a κατὰ σάρκα (ka•tà sár•ka) pelo το (to).[6] Observe isso na transcrição abaixo do texto grego dessa parte de Romanos 9:5:
ὁ Χριστὸς τὸ κατὰ σάρκα. ὁ ὢν
ho khri•stós to ka•tá sár•ka. Ho òn
o Cristo segundo a carne. Aquele que é
4) A expressão ὁ ὢν ἐπὶ πάντων (ho òn e•pì pán•ton, “aquele que é sobre todos”) só pode ser aplicada, em sentido absoluto, a Jeová, o Deus Todo-Poderoso. Efésios 4:6 declara que há “um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos [ὁ ἐπὶ πάντων; ho epì pánton], e por intermédio de todos, e em todos”. Em sentido absoluto, o único que não tem um cabeça sobre si é Jeová. – 1Co 11:3; 15:28.
5) A expressão εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας (eu•lo•ge•tòs eis toùs ai•ó•nas, “bendito para sempre”) é aplicada na carta aos Romanos ao Deus Todo-Poderoso, distinto de Cristo. Em Romanos 1:7 e 8, Paulo usa expressões distintivas, tais como “da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”; “agradeço a meu Deus, por intermédio de Jesus Cristo”, indicando que o Deus a quem Paulo adorava não era Jesus Cristo; e no versículo 25 Paulo descreve tal “Deus” como sendo ‘Aquele que criou, que é bendito para sempre’ (“que é bendito eternamente”, Als; ACRF) e finaliza com “Amém”. (τὸν κτίσαντα, ὅς ἐστιν εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας: ἀμήν; tòn ktísanta, hós estin eulogetòs eis toùs aiónas. Amén). Observe que a mesma expressão (“bendito para sempre”) é aplicada por Paulo ao Deus que é distinto do Filho, Jesus Cristo.
Também, 2 Coríntios 11:31 fala do “Deus e Pai do Senhor Jesus” como sendo “Aquele que há de ser louvado para sempre” (ὁ ὢν εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας; ho òn eulogetòs eis toùs aiónas; “que é eternamente bendito”, Als; “que é bendito para sempre”, BLH.)Por conseguinte, o contexto da Bíblia como um todo é determinante em apontar para Jeová, o Pai, como sendo o θεὸς εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας (The•òs eu•lo•ge•tòs eis toùs ai•ó•nas; “Deus bendito para sempre”).
6) A inserção do verbo “seja” é coerente com a tradução do grego antigo.
O predicativo εὐλογητός (eu•lo•ge•tós, “bendito”) ocorre depois do sujeito θεός (The•ós, “Deus”). O mesmo ocorre no Salmo 68:19 (Sal 67:19, LXX) Sobre a expressão “Bendito seja Jeová” (Hebr.: ba•rúkh ’Adho•naí), que inicia esse salmo, a versão LXXBagster verte assim: Ký•ri•os ho The•ós eu•lo•ge•tós, eu•lo•ge•tós Ký•ri•os; “Jeová Deus [seja] bendito, bendito [seja] Jeová”. (Este é um dos 134 lugares em que os soferins, ou escribas, judaicos alteraram o texto hebraico original de YHWH [transliteração das consoantes do nome divino] para ’Adho•naí, conforme Gins.Mas [7]) As traduções costumam inserir o verbo “seja” para dar sentido ao texto. De fato, o grego antigo usa uma linguagem elíptica, tornando necessário inserir palavras na tradução para outras línguas para dar o sentido ao texto. Como exemplo, temos a inserção, em Romanos 9:5, do verbo “procedeu” (“descende”, ALA, IBB; “é”, grifado para indicar inserção, na Al).
7) Há base para colocar θεός (The•ós, “Deus”) antes de ὁ ὢν ἐπὶ πάντων (ho òn e•pì pán•ton; “aquele que é sobre todos”).
G. B. Winer, na sua obra A Grammar of the Idiom of the New Testament (Gramática do Idioma do Novo Testamento; 7.º edição, Andover, EUA, 1897, p. 551), diz que “quando o sujeito constitui a noção principal, especialmente quando é antitético para com outro sujeito, o predicado pode e deve ser colocado depois dele, cf. [Sal 67:19 LXX]. E assim, em Rom. ix. 5, se as palavras ὁ ὢν ἐπὶ πάντων θεὸς εὐλογητὸς etc. [ho òn e•pì pán•ton The•òs eu•lo•ge•tòs etc.] se referem a Deus, a posição das palavras é bem apropriada e até mesmo indispensável.”[8]
A Catholic Dictionary admite: “Não existe razão alguma, na gramática ou no contexto, que nos proíba de traduzir: ‘Deus, que está acima de tudo, seja abençoado para sempre’. Amém.”[9]
8) Mesmo que Cristo fosse o “Deus” mencionado em Romanos 9:5, ainda assim, “Cristo não seria absolutamente igualado a Deus, mas apenas descrito como um ser de natureza divina, pois a palavra theós [Deus] está sem artigo. . . . A explicação muito mais provável é que essa declaração é uma doxologia dirigida a Deus.” – The New International Dictionary of the New Testament Theology (O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento), Grand Rapids, Mich., EUA; 1976, traduzido do alemão (Vol. 2, p. 80), apud livro Raciocínios à Base das Escrituras (p. 411, § 2), publicado pelas Testemunhas de Jeová.
Assim, temos um conjunto repleto de evidências:
1) O contexto. – Ro 9:1-5.
2) O ponto após σάρκα: [sár•ka; “carne”] em todos os mais antigos mss. unciais (A, B, C) e em pelo menos 26 mss. cursivos.
3) A separação de ὁ Χριστὸς (ho khri•stós; “o Cristo”) de ὁ ὢν (ho òn, “aquele que é”) por τὸ κατὰ σάρκα [tò katà sárka; “segundo a carne”], mostrando que “aquele que é” não se refere a Cristo.
4) O fato de apenas Jeová, o Deus Todo-Poderoso, poder ser ὁ ὢν ἐπὶ πάντων (ho òn e•pí pán•ton, “aquele que é sobre todos”). – Ef 4:6; 1Co 11:3; 15:28.
5) O fato de Jeová ser identificado como o εὐλογητὸς εἰς τοὺς αἰῶνας (eu•lo•ge•tòs eis toùs ai•ó•nas, “bendito para sempre”). – Ro 1:7, 8, 25.
6) A inserção do verbo “seja” é coerente com a tradução do grego antigo. – Sal 68:19; Ro 9:5.
7) A colocação de θεός (The•ós, “Deus”) antes de ὁ ὢν ἐπὶ πάντων (ho òn e•pì pán•ton, “aquele que é sobre todos”) também é gramaticalmente correta.
8) O “Deus” mencionado em Romanos 9:5 está sem o artigo, impedindo até mesmo traduções trinitaristas de identificar Jesus com o Deus Todo-Poderoso.
Tudo isso constitui prova cumulativa irrefutável de que Romanos 9:5 não apoia a Trindade. Portanto, Romanos 9:5 atribui louvor e agradecimento a Deus. Este texto não identifica Jeová Deus com Jesus Cristo.
Explicação das siglas das traduções usadas:
ABV – A Bíblia Viva
Al – Almeida Revista e Corrigida
ALA – Almeida Revista e Atualizada no Brasil
Als – Almeida Revista e Corrigida, Almeida Atualizada e Almeida da Imprensa Bíblica do Brasil
BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje
IBB – Almeida da Imprensa Bíblica Brasileira
LXX – Versão dos Setenta (Septuaginta)
LXXBagster – Septuaginta (com uma tradução em inglês do Sir Lancelot Brenton, S. Bagster & Sons, Londres, 1851).
NM – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs
NTV – Novo Testamento Vivo
Contato: oapologistadaverdade@gmail.com
“Seol” e “Hades” na Bíblia