Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. João 17:3

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69 Razões porque guardamos o Sábado.

69 Razões porque guardamos o Sábado.
ORD: RAZÃO: PASSAGEM:
1 Porque foi escrito pelo próprio dedo de Deus Gên. 31:18
2 Porque o Sábado foi abençoado por Deus Gên. 2:3
3 Porque todas as coisas foram feitas por Deus João 1:3
4 O Sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do Sábado Marcos 2:27
5 Porque Deus determinou que lembrássemos do Sábado para o santificar Exô. 20:8-10
6 Porque o Sábado é o sinal do poder criador de Deus Exô. 20:11
7 Porque o Sábado já existia antes das leis serem dadas no monte Sinai Exô. 16:4,22,23,27-29
8 Porque o nome do Senhor permanece para sempre Salmos 135:13
9 Porque a obra da criação deverá para sempre ser lembrada Salmos 111:2-4
10 Porque o Sábado é um sinal entre Deus e o homem Ezequiel 20:12,20
11 O Sábado será um sinal para sempre Exô. 31:17
12 Porque até os remidos lembrarão do divino poder Criador Apoc. 4:11
13 Porque na nova terra iremos adorar a Deus todos os dias especialmente no Sábado Isa. 66:22-23
14 Porque Deus deve ser verdadeiramente adorado João 4:16
15 Porque Jesus deu o exemplo de observância do Sábado Luc. 4:16
16 Jesus fazia atos de misericórdia no Sábado Mat. 12:12
17 Porque o dia da preparação seria no sexto dia Luc. 23:54, Exô. 16:22, 23
18 Porque o filho do homem é Senhor até do Sábado Mat. 12:8
19 É lícito fazer bem no sábado Luc. 6:9
20 Jesus fazia milagres no Sábado João 9:16
21 Porque o Sábado é o dia que antecede imediatamente ao primeiro dia da semana logo ele é o sétimo dia Mat. 28:1, Exô. 20:10
22 Os seguidores de Cristo repousaram no Sábado depois da crucificação Luc. 23:56
23 Paulo e Barnabé foram à sinagoga no dia de Sábado Atos 13:14
24 Os Judeus e gentios reuniam-se na sinagoga nos dias de Sábado Atos 13:42
25 O Sábado é o dia de oração Atos 16:13
26 São João foi arrebatado em espírito no dia do Senhor Apoc. 1:10
27 Não podemos desviar-nos do Sábado Isa. 58:13
28 Cristo não veio destruir a lei Mat. 5:17
29 Porque a lei é eterna Mat. 5:18
30 Porque não podemos quebrar os mandamentos Mat 5:19
31 Porque o homem cuidará em mudar a lei Dan. 7:25
32 Somos servos de Deus por isso devemos obedecê-lo Rom. 6:16
33 Porque se guardamos outro dia não estamos de acordo com Cristo e sim com os homens Mat. 15:9
34 Se temos certeza quem é Deus porque não seguí-lo? I Reis 18:21
35 Porque as escrituras não podem ser mudadas Dan. 6:8
36 Deus é o autor da lei Exô. 20:3
37 Porque o 4º mandamento mostra autoridade do domínio do autor da lei Exô. 20:8-11
38 Serão salvos os que guardam os mandamentos e tem a fé de Jesus Apoc. 14:12
39 Porque satanás está tentando o povo a não guardar os mandamentos Apoc. 12:17
40 Porque o sábado foi feito Marcos 2:27
41 Cirsto guardou o sábado João 15:10
42 Devemos andar como Cristo andou I João 2:6, 5:3 I Pedro 2:21, João 13:15-17, 15:10
43 Porque Cristo é o mesmo Heb. 13:8
44 Serão castigados os que não guardam o sábado Jeremias 17:27
45 Deus fica irado quando profanamos o sábado Neemias 13:17-18
46 A lei de Deus é verdadeira Neemias 9:13-14
47 Bem aventurado é o homem que se guarda de profanar o sábado Isa. 56:1,2,6,7
48 Deus nos envia uma mensagem com relação ao sábado Isa. 58:13-14
49 Muitos ensinadores profanam a lei Ezequiel 22:26
50 Deus está enviando uma mensagem ao mundo para desviar o homem do culto falso para o culto verdadeiro Apoc. 14:7-10
51 Deus apresentou razões para que o povo de Israel guardasse o sábado. Deut. 5:15
52 A nossa fé em Deus não anula a lei Rom. 3:31
53 Os que amam a lei terão paz Salmos 119:165
54 Deus sá uma garantia aos que observam os seus mandamentos Isa. 48:18
55 Quem obedece ao Senhor tem bom entendimento Salmos 111:10
56 Bem aventurado o homem que tem prazer na lei do senhor Salmos 1:1,2 Rom. 7:22

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A LENDA DA IMORTALIDADE DA ALMA
Desmistificando a lenda de uma alma imortal
A consolação de Paulo aos tessalonicenses
Escrito por Lucas Banzoli

“Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (cf. 1ª Tessalonicenses 4:18)

Paulo responde a várias perguntas dos tessalonicenses que foram feitas a ele sobre a vida pós-morte, e lhes dá uma palavra de conforto, a qual ele diz para consolar-vos uns aos outros com essas palavras. Mas qual foi essa consolação? A consolação de que os que morreram já estão todos no Céu e desfrutando da glória ou a esperança de que um dia todos os mortos iriam ressuscitar? O contexto todo aponta para a segunda alternativa:

“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem” (cf. 1ª Tessalonicenses 4:13-15)

O contexto é totalmente voltado para a esperança da ressurreição dentre os mortos. A pergunta que incomoda os imortalistas é: por que razão Paulo não consolou os tessalonicenses dizendo que os mortos já estavam no Céu, mas em momento nenhum disse isso e trouxe como única esperança de consolo a ressurreição dentre os mortos? Por que razão Paulo iria ocultar uma verdade tão fundamental e importante que é tão insistentemente ensinada pelos imortalistas quando eles falam “com respeito aos que dormem”?

Por que quando um imortalista fala sobre os que já morreram nunca hesita em mencionar que os tais já estão salvos no Céu, mas Paulo, ao contrário, omite isso e cita apenas a ressurreição como fonte de consolo? Se os mortos já estão com Cristo, o que custava ele ter consolado os tessalonicenses com essa palavra, e não frisar apenas na ressurreição? Por acaso um imortalista comum costuma consolar alguém que tem um ente querido morto destacando apenas e tão somente a ressurreição, sem fazer qualquer alusão de que tal pessoa já esteja no Céu? Como bem destacou o Dr. Samuelle Bacchiocchi:

“Se Paulo realmente cresse que ‘os mortos em Cristo’ não estavam de fato mortos nas sepulturas, mas vivos no céu como almas desincorporadas, teria se aproveitado de sua bendita condição no céu para explicar aos tessalonicenses que a lamentação deles era sem sentido. Por que lamentar por seus amados, se estavam já desfrutando as bênçãos celestiais? A razão de Paulo não lhes dar tal encorajamento é, obviamente, o fato de que sabia que os santos adormecidos não estavam no céu, mas em suas sepulturas”[1]

Paulo foca-se inteiramente na esperança da ressurreição ao consolar os tessalonicenses sobre os seus parentes já falecidos. Quanta diferença para os dias de hoje, em que a consolação é sempre voltada ao “fato” de que a pessoa supostamente “já está na glória”, e a ressurreição (que é tomada como sendo apenas a adição de um corpo) virou um simples e mero detalhe! Para Paulo, contudo, a única esperança para o cristão que hoje descansa é a ressurreição (cf. 1Ts.4:18).

Dito em termos simples, Paulo consolou os tessalonicenses dizendo: “Não se entristeçam como os demais que não tem esperança, pois nós temos uma esperança: de que os mortos irão ressuscitar quando Jesus voltar”! Um imortalista, no lugar de Paulo, teria dito: “Não se entristeçam como os demais que não tem esperança, pois os que morreram já estão desfrutando das bênçãos paradisíacas do Céu”. A diferença entre ambas é gritante, pois uma tem seu foco na ressurreição, enquanto outra sobrepõe a ressurreição com um ensino estranho às Escrituras, que deixa sem sentido a esperança de ressuscitar, já que os que morreram já estariam com Cristo.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

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206 PROVAS CONTRA A IMORTALIDADE DA ALMA

Depois das “205 Teses contra o Primado de Pedro”, segue-se abaixo as minhas 206 teses contra a imortalidade da alma, que estão registradas em meu livro sobre o tema – “A Lenda da Imortalidade da Alma”. É evidente que é recomendável a leitura completa do livro, em que eu analiso mais extensivamente cada uma das teses, argumentando em favor delas e contra-argumentando as suas possíveis objeções ou contra-argumentações. São 85 provas pelo Antigo Testamento e mais 121 no Novo, somando o total de 206 provas bíblicas contra a tese popular (e lendária) da imortalidade da alma(*).

-85 Teses do Antigo Testamento:

NUMERAÇÃO DECLARAÇÕES RELATIVAS AO ESTADO DOS MORTOS BASE BÍBLIA VETEROTESTAMENTÁRIA
1 Os mortos não estão cônscios de coisa nenhuma Eclesiastes 9:5
2 Um cachorro vivo vale mais do que um leão morto Eclesiastes 9:4
3 No “além” [Sheol] não há sabedoria [khok-maw’] Eclesiastes 9:10
4 No “além” [Sheol] não há conhecimento [dah’-ath] Eclesiastes 9:10
5 No “além” [Sheol] não há inteligência [khok-maw’] Eclesiastes 9:10
6 No “além” [Sheol] não há dispositivo de razão [khesh-bone’] Eclesiastes 9:10
7 Apenas os vivos [os que estão “debaixo do sol”] estão com vida Eclesiastes 4:2
8 A vantagem dos homens sobre os animais é nenhuma Eclesiastes 3:19
9 O destino de bons e de ímpios é o mesmo depois da morte Eclesiastes 2:14,15
10 O destino dos homens e dos animais é o mesmo depois da morte Eclesiastes 3:20
11 Fôlego de vida é a mesma coisa que espírito Gênesis 2:7; Jó 33:4; 32:8; Isaías 42:5
12 O fôlego de vida dos homens é o mesmo dos animais e não há diferença entre eles Eclesiastes 3:19
13 O espírito de toda a carne [justos e ímpios] volta para Deus por ocasião da morte Eclesiastes 12:7
14 A memória dos mortos jaz no esquecimento Eclesiastes 9:5
15 Sentimentos como amor, ódio e inveja já pereceram para os mortos Eclesiastes 9:4
16 Na morte não há lembrança de Deus Salmos 6:5
17 Os mortos não louvam ao Senhor Isaías 38:19
18 Na morte os homens não têm proveito nenhum para Deus Salmos 30:9
19 Os mortos não pensam Salmos 146:4
20 Os mortos estão numa terra de silêncio Salmos 115:17
21 A alma vai para um lugar de silêncio Salmos 94:17
22 A alma vai para a cova Jó 33:18,22,28
23 Nós só veremos a Deus no tempo do fim Jó 19:25-27
24 Nós só veremos a Deus após a ressurreição Salmos 17:15
25 Nós só entramos na nossa herança na ressurreição do final dos dias Daniel 12:13
26 Os mortos não olham mais para a humanidade Isaías 38:11
27 Os mortos estão numa terra de esquecimento Salmos 88:12
28 O único destino do homem após a morte é a sepultura Jó 17:13
29 O homem é como os animais que perecem Salmos 49:12
30 As referências ao “dormir” tratam-se de indivíduos, do ser racional, e não de meros corpos Daniel 12:13
31 Até não haver mais céus, o homem não despertará e nem levantará de seu sono Jó 14:10-12
32 O homem na morte já não existe e Deus não pode encontrá-lo Jó 7:21
33 O homem na morte torna-se como um lago ou rio cujas águas se secaram Jó 14:11-12
34 O homem não levanta de seu estado de inatividade até “não existirem mais céus” Jó 14:12
35 Os ímpios não possuirão uma eternidade, mas serão devorados, consumidos, eliminados, não existirão e serão exterminados Salmos 21:9; 37:22; 37:9; 37:10; Provérbios 10:25
36 Os ímpios deixarão de existir e apenas os justos viverão para sempre Salmos 104:35; 49:8,9; Provérbios 2:22; 19:16; 11:19
37 No dia do Juízo, o Senhor não deixará nem raiz e nem ramo dos ímpios Malaquias 4:1
38 Neste mesmo dia, os ímpios se farão em cinzas debaixo dos pés dos justos Malaquias 4:3
39 A alma repousa após a morte Salmos 23:13
40 A alma também pode sofrer decomposição; contudo, é passível de ser resgatada [na ressurreição] para viver para sempre e não sofrer decomposição [na sepultura] Salmos 49:8,9
41 Os mortos não mais confiam na fidelidade de Deus Isaías 38:18
42 Os mortos não falam da fidelidade de Deus Salmos 88:12
43 Não existem gritos no “além” (Heb.: Sheol) Jó 3:18
44 Sheol não é uma “morada de espíritos”, mas sim uma figura da sepultura Gênesis 37:35; Salmos 141:7
45 O “além” (Heb. “Sheol”) é um lugar de repouso Jó 3:11,13,17; 3:18
46 O Sheol é um lugar de silêncio Salmos 115:17; 94:17
47 O Sheol é um lugar de escuridão (e não de “fogo”, o que remeteria a luminosidade) Jó 10:20,21; Salmos 88:10-12
48 São os ossos (e não “espíritos”) que descem ao Sheol na morte Salmos 141:7
49 Os mortos não vêem mais luz Salmos 49:19
50 Todos descem para o Sheol na morte Jó 3:11-19
51 O Sheol é o pó da terra Jó 17:16
52 O local de habitação na morte é no pó da terra Isaías 26:19
53 A consciência dos mortos é comparada com o pó da terra – ou seja, não há nenhuma Salmos 30:9
54 Até as ovelhas vão para o Sheol na morte Salmos 49:14
55 O mau não está no inferno. Está “reservado” no túmulo até o dia do juízo Jó 21:28-32
56 O homem tornou-se (não “obteve”) uma alma Gênesis 2:7
57 Não existe alma sem sangue Levítico 17:11; Gênesis: 9:4,5
58 O corpo é a alma visível Levítico 19:28; 21:1,11; 22:4; Números 5:2; 6:6,11; 9:6,7,10; 19:11,13
59 A estrutura dos homens é puramente o pó Salmos 103:14; Gênesis 18:27
60 Apenas os vivos possuem o “espírito de vida” Gênesis 7:15
61 A alma [nephesh] pode ser totalmente destruída Josué 10:28, 30, 32, 35, 37, 39
62 O processo que ocorre aos homens é o mesmo processo que sucede com os animais na morte Salmos 104:29; Eclesiastes 3:19,20
63 Espírito significa “vida” e não um ser inteligente que sai do corpo na hora da morte Salmos 104:29; Jó 12:10
64 Tanto homens como animais expiram o espírito-ruach na morte Salmos 104:29; Eclesiastes 12:7
65 A alma morre Ezequiel 18:4,10
66 A alma é exterminada Josué 10:28
67 A morte do corpo é a morte da alma Números 31:19; 35:15,30; Josué 20:3,9; Gênesis 37:21;
68 A alma-nephesh pode ser transpassada mortalmente Deuteronômio 11:9
69 Se você matar uma alma, você pode fugir para uma cidade de refúgio Josué 20:3
70 A alma emagrece Salmos 106:15
71 A alma sente sede Isaías 29:8
72 A própria vida vai para a sepultura após a morte Salmos 88:3
73 A alma vai para a cova da corrupção [sepultura] Isaías 38:17
74 Até o sangue desce ao Sheol na morte 1 Reis 2:9
75 O homem é um ser mortal e não imortal Jó 9:2; 10:15; 4:17; Salmos 56:4; 9:17; Isaías 51:12
76 O Antigo Testamente nunca usa os termos para “eterno” ou “imortal” para a alma Nunca usa mesmo
77 O homem retorna para o pó na morte Salmos 103:14; Gênesis 3:19; 18:27
78 Os animais também são denominados de “almas viventes” Gênesis 1:20,21,24,30; 2:19; 9:10,12,15,16
79 O homem não comeu da árvore da vida para ser imortal vivendo eternamente Gênesis 3:24
80 A presença da “árvore da vida” no jardim do Éden indica que a imortalidade era condicional à participação do fruto de tal árvore Gênesis 2:9
81 O conhecimento do bem e do mal foi adquirido ao comerem da árvore da ciência do bem e do mal; mas a imortalidade não foi adquirida pois o homem não comeu da árvore da vida Gênesis 2:22,23
82 No relato da Criação de Gênesis 1 e 2 nada é dito de Deus ter formado dentro do homem uma “alma”ou “espírito” imortal Nada mesmo
83 Os animais também possuem espírito-ruach Gn.6:17; Gn.7:21,22; Gn.7:15; Sl.104:29
84 O homem certamente morreria (Heb.: Morrendo, morrerás) Gênesis 2:7
85 A mentira da serpente [Satanás] é a base da doutrina imortalista: “Certamente que não morrerás” Gênesis 3:4

-121 Teses do Novo Testamento:

NUMERAÇÃO DECLARAÇÕES RELATIVAS AO ESTADO DOS MORTOS BASE BÍBLIA NEOTESTAMENTÁRIA
1 Os mortos só entram na vida ou na condenação a partir da ressurreição dentre os mortos João 5:28,29
2 Os vivos não precederão os que dormem para a entrada no Reino 1 Tessalonicenses 4:15
3 A entrada no Paraíso se dará por ocasião da “colheita” no fim do mundo Mateus 13:39; 28-30
4 Até a ceifa (que acontece no fim do mundo) justos e ímpios partilham o mesmo lugar Mateus 13:28-30
5 Somente na consumação dos séculos haverá a separação entre os justos e os ímpios Mateus 13:47-50
6 A entrada no Reino é por ocasião da revelação do Filho do Homem Mateus 25:31-34
7 Só entraremos nas nossas moradas quando Cristo voltar para nos levar onde ele está João 14:2,3
8 Davi não subiu aos céus Atos 2:34
9 Davi está morto na sepultura Atos 2:29
10 Os mortos só alcançam a misericórdia da parte do Senhor no dia da Sua Vinda 2 Timóteo 1:16-18
11 Os heróis da fé não obtiveram ainda a concretização da promessa Hebreus 11:39,40
12 Os heróis da fé só obtém a concretização da promessa junto conosco Hebreus 11:39,40
13 A salvação do espírito é no Dia do Senhor 1 Coríntios 5:5
14 Se não há ressurreição de mortos, então os que dormiram em Cristo já pereceram 1 Coríntios 15:18
15 Se não há ressurreição de mortos, então a nossa esperança se limitaria apenas a esta vida 1 Coríntios 15:19
16 Se não há ressurreição de mortos, então Paulo esteve exposto a perigos a toa 1 Coríntios 15:30
17 Se não há ressurreição de mortos, então o melhor a fazer seria viver hedonisticamente a vida, “comer e beber, que amanhã morreremos” 1 Coríntios 15:32
18 Os mortos só serão vivificados na segunda vinda de Cristo 1 Coríntios 15:22,23
19 A única esperança para os que hoje dormem é a ressurreição 1 Tessalonicenses 4:13-15
20 Nós somos os únicos vivos 1 Tessalonicenses 4:16,17
21 A imortalidade tem que ser buscada Romanos 2:7
22 A imortalidade só é alcançada por aqueles que “perseveram em fazer o bem” Romanos 2:7
23 A imortalidade é um dom de Deus Romanos 6:23
24 A imortalidade é uma herança Lucas 18:18
25 A imortalidade é por meio do evangelho 2 Timóteo 1:10
26 O único que possui a imortalidade é Deus 1 Timóteo 6:16
27 O homem é um ser mortal e não imortal Romanos 1:23; 1 Timóteo 6:16
28 A imortalidade só é alcançada a partir da ressurreição dentre os mortos 1 Coríntios 15:51-54
29 A imortalidade tem que ser revestida (na ressurreição) 1 Coríntios 15:53
30 O reencontro entre Paulo e os Coríntios é somente na ressurreição 2 Coríntios 4:14
31 O momento em que Paulo irá orgulhar-se deles é somente na ressurreição 2 Coríntios 1:14
32 O momento em que receberemos o louvor de Deus é na ressurreição 1 Coríntios 4:5
33 A morte só é vencida na ressurreição 1 Coríntios 15:54,55
34 A morte é igualada a um estado de sono Jó 14:12
35 A alma morre Tiago 5:20
36 A alma é exterminada Atos 3:23
37 A alma é destruída Mateus 10:28
38 A alma dos mortos é vivificada na ressurreição Apocalipse 20:4
39 Existe um só juízo e ele é somente na segunda vinda de Cristo Hebreus 9:27; 2 Timóteo 4:1
40 O motivo pelo qual os mártires aceitaram a tortura foi visando uma superior ressurreição Hebreus 11:35
41 A exultação e regojizo é somente por ocasião da volta de Cristo 1 Pedro 4:12,13
42 A imarcescível coroa da glória só estará disponível aos salvos por ocasião da segunda vinda de Cristo 1 Pedro 5:1-4
43 A ressurreição é somente na segunda vinda de Cristo 1 Tessalonicenses 4:13-15; 2 Timóteo 2:18; 1 Coríntios 15:22,23
44 O assassino não tem uma vida eterna permanente em si 1 João 3:15
45 Paulo só receberia a coroa da justiça na ressurreição 2 Timóteo 4:6-8
46 Depois da morte vem o juízo e não o Céu ou o inferno Hebreus 9:27
47 A vida é somente em Cristo e não há vida fora dele 1 João 5:12
48 Apenas aquele que come do pão da vida viverá eternamente em algum lugar João 6:51
49 Existem 72 referências ao estado de sono na morte mas nenhuma de que estão acordados Nenhuma referência
50 Não existe nenhuma passagem bíblica neotestamentária em um contexto que não seja parabólico ou simbólico que mostre que os justos já estão na glória Nenhuma referência
51 Nós só seremos recompensados na ressurreição dos mortos Mateus 16:27; Apocalipse 22:12; Lucas 14:14
52 Não existe passagem bíblica nenhuma que mostre religação de corpo com alma na ressurreição Nenhuma referência
53 A punição dos ímpios é algo futuro e não algo presente 2 Pedro 2:9; 2 Pedro 2:6; 2 Tessalonicenses 27-10; Lucas 3:17
54 A condenação dos ímpios é somente no último dia João 12:48
55 Os ímpios só sofrerão a punição na manifestação do Senhor Jesus Cristo 2 Tessalonicenses 27-10
56 A imortalidade está ligada unicamente à ressurreição de Jesus e a nossa própria ressurreição 1 Coríntios 15; 1 Coríntios 15:57
57 Nós só entraremos no Paraíso se estivermos constituídos de um corpo 2 Coríntios 5:13
58 O mortal só é absorvido pela vida na ressurreição dentre os mortos 1 Coríntios 15:51-54
59 Deus é único possuidor de imortalidade incondicional 1 Timóteo 6:16
60 Todos os heróis da fé morreram e não receberam a promessa Hebreus 11:13
61 A herança e a salvação só é recebida na revelação de Cristo no último tempo 1 Pedro 1:5
62 A graça e a esperança é dada no momento da ressurreição/segunda vinda de Cristo 1 Pedro 1:13
63 Deus ainda não julgou os que morreram 1 Pedro 4:5; 2 Timóteo 4:1
64 Jesus teve que apresentar muitas provas para mostrar que, mesmo morto, ainda vive Atos 1:3
65 O apóstolo Paulo teve que insistir na presença dos reis Agripa e Festo para tentar provar que Jesus Cristo, mesmo morto, estava vivo Atos 19:25
66 Os filhos não foram revelados na glória ainda Romanos 8:19
67 A nossa adoção como filhos é somente na ressurreição Romanos 8:23
68 Nossas obras só serão reveladas no dia do Juízo (também somente neste momento que recebemos a recompensa ou a condenação) 1 Coríntios 3:13-17
69 O primeiro homem é do pó da terra 1 Coríntios 15:47
70 Assentaremos nos lugares celestiais em função da ressurreição Efésios 2:6
71 O orgulho de Paulo em ver que não correu inutilmente é no dia de Cristo (momento da ressurreição) Filipenses 2:16
72 A nossa cidadania nos céus irá se concretizar quando Cristo transformar nossos corpos humilhados semelhantes ao seu corpo glorioso (ou seja, na ressurreição) Filipenses 3:20,21
73 O momento em que seremos manifestados em glória é quando ele [Cristo] se manifestar Colossenses 3:4
74 O momento em que Paulo irá orgulhar-se e regozijar-se de seu trabalho é na segunda vinda de Cristo 1 Tessalonicenses 2:19
75 Na lista de seres no Céu, Paulo não inclui espíritos humanos (inclui apenas Deus e os anjos eleitos) 1 Timóteo 5:21
76 Contrasta-se “homens mortais” com aquele vive [atualmente] – Cristo Hebreus 7:8
77 É possível perder a alma- psiquê por causa de Cristo Mateus 10:39
78 Apenas na consumação do mundo que os justos brilharão como o sol no Reino de Deus Mateus 13:43, 30, 39, 40, 49
79 Os apóstolos só tomam os seus assentos no Paraíso para julgar as doze tribos de Israel “na regeneração de todas as coisas” Mateus 19:28
80 Os servos fiéis só entram no gozo do Senhor quando o dono do vinha [representação de Cristo] voltar, “depois de muito tempo” Mateus 25:19-21, 23
81 Também é somente nesta ocasião [da segunda vinda de Cristo] que o servo infiel é condenado Mateus 25:30
82 A separação entre justos e ímpios ocorre na revelação do Filho do homem Mateus 25:31
83 O momento em que o Filho do homem irá se envergonhar dos pecadores é quando ele vier na glória de seu Pai com todos os santos anjos Marcos 8:38
84 Após a morte do corpo, o que sucede é a destruição da alma no geena (segunda morte, o estado final) e não a algum “estado intermediário”
Lucas 12:4,5
85 Até uma estátua de pedra recebe espírito-pneumapara dar animação ao corpo Apocalipse 13:15
86 Mesmo após entregar o espírito ao Pai, Jesus não havia retornado a ele depois de três dias morto João 20:17
87 O destino final dos ímpios não é uma imortalidade mediante a posse de uma alma eterna, mas sim o extermínio, destruição completa, fim de existência e tornar-se-ão em cinzas Marcos 12:5-9; Atos 3:23; 2 Pedro 3:7; 2 Pedro 2:6
88 O fogo do Juízo há de devorar, consumir completamente os rebeldes Hebreus 10:26,27
89 Em contraste com a vida eterna que só os justos desfrutam (através da ressurreição), os ímpios serão destruídos repentinamente Gálatas 6:8; 2 Pedro 2:1; Tiago 4:12; Apocalipse 20:9; 1 Coríntios 3:16,17
90 Jesus usou várias e inúmeras analogias que retratam a destruição completa dos ímpios, e não a permanência eterna de vida Mateus 13:30,40, 48; Lucas 13:2, 3, 7; Lucas 20:16; 13:4, 5; Lucas 17:27; Mateus 15:13; 24:51; Lucas 17:27, 29; 19:14,27
91 Os ímpios pagarão no inferno-geena de acordo com as suas obras, e não “para sempre” Apocalipse 22:12; Romanos 2:
92 A punição pode ser de muitos ou de poucosaçoites Lucas 12:48,49
93 Os ímpios não ficarão no inferno-geena para sempre, mas sim até pagar o último centavo Lucas 12:59
94 Fogo eterno, na Bíblia Sagrada, não é porque o fogo não apaga nunca, mas sim pelas conseqüências irreversíveis da destruição completa Isaías 34:9,10; Jeremias 17:27; Ezequiel 20:47,48; Judas 7
95 Quem crê em Cristo, ainda que morra, viverá – no futuro João 11:25
96 Os que partirem desta vida serão “filhos daressurreição” Lucas 20:36
97 Nós nos tornaremos semelhantes aos anjos quando “os mortos ressuscitarem” Marcos 12:25
98 O momento em que os mortos serão lembrados por Cristo é quando ele vier em Seu Reino visível Lucas 23:42
99 Mesmo tendo entregue o espírito ao Pai na morte, a alma de Cristo passou os três dias em que esteve morto no Sheol, que fica nas regiões inferiores desta terra, e não no Paraíso Atos 2:27; Efésios 4:9; Mateus 11:23; Mateus 12:40
100 É anti-lógico os salvos terem que comer da árvore da vida na ressurreição para viverem eternamente caso já possuíssem uma alma imortal Apocalipse 22:2
101 A alma também descansa Apocalipse 6:11
102 Almas mortas são vivificadas na ressurreição Apocalipse 20:4
103 Para onde Cristo partiria, os seus discípulos não poderiam ir, nem mesmo se dessem a própria vida para isso João 7:33,34; 13:37
104 Nem Lázaro e nem qualquer das outras sete pessoas que foram levantadas dentre os mortos tiveram qualquer experiência de vida fora do corpo para compartilhar 1 Reis 17:17-24; 2 Reis 4:25-37; Lucas 7:11-15; 8:41-56; Atos 9:36-41; 20:9-11
105 É anti-lógico crer que os mortos que já estão queimando no inferno serão ressuscitados, voltarão para os seus corpos, serão julgados, e voltarão do mesmo jeito para o inferno a fim de continuar queimando infinitamente Nenhuma referência
106 A doutrina da imortalidade da alma ignora como nulo e sem sentido ressurreição e juízo finais, uma vez que tudo já estaria definitivamente definido com ambos os grupos já estando queimando ou já estando na glória paradisíaca Nenhuma referência
107 É anti-lógico crer que Cristo tirou Lázaro do conforto celestial para trazê-lo a este mundo que jaz no maligno, ou tê-lo dado uma segunda oportunidade de salvação retirando-o do inferno João 11:17-27
108 A única fonte de consolação de Cristo às irmãs do falecido é baseada na ressurreição do último dia, e não em alguma bem-aventurança atual João 11:23,24
109 O ser racional de Lázaro estava na sepultura, e não no Céu ou no inferno João 11:43
110 A doutrina que Paulo pregava ia frontalmente contra a doutrina da imortalidade da alma pregada pelos gregos Atos 17:32
111 O foco da Igreja Primitiva era completamente voltado à ressurreição dos mortos, assunto que praticamente foi extinto nas Igrejas cristãs da imortalidade da alma Atos 16:6-8; Hebreus 11:35; Atos 4:2; 17:18; Atos 23:6; 24:15
112 Ninguém que já está muito bem acordado no Céu precisa ser “despertado” para continuar no Céu do mesmo jeito Efésios 5:14
113 O processo de morte que iniciou-se em Adão só será revertido em Cristo na Sua segunda Vinda Gênesis 2:17 com 1 Coríntios 15:22,23
114 É anti-lógico Cristo fazer a promessa de uma vida eterna caso já possuíssemos uma alma imortal 1 João 2:25
115 Quem diz que a ressurreição já aconteceu perverte a fé cristã 2 Timóteo 2:18
116 O homem com a morte não vai para o Céu João 7:33,34
117 A morte não é descrita como um estado de bem-aventurança e/ou prêmios, mas sim como um inimigo que tem que ser aniquilado 1 Coríntios 15:26
118 Só o que vence adquire a imortalidade (na ressurreição) Apocalipse 2:7, 11
119 A esperança viva dos cristãos é a da “herança” reservada no Céu, e que será desfrutada pelos filhos de Deus, não quando morrem e suas almas vão para o céu, mas sim “no último tempo… na revelação de Jesus Cristo” 1 Pedro 1:3-7
120 Os pecadores estão “reservados” para o castigo final, intitulado “negrume das trevas”, para o dia do Juízo, ou seja, não estão queimando ainda 2 Pedro 2:12-17
121 Os heróis da fé ainda buscam uma pátria [celestial] Hebreus 11:13-16

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Por: Lucas Banzoli.

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30 PERGUNTAS AOS QUE CREEM NA IMORTALIDADE DA ALMA
Sergio Eduardo | 05:28:00 | 0 comentários

O professor Azenilto G.Brito preparou um questionário com 30 perguntas para as pessoas
que acreditam na imortalidade da alma e lança o desafio se você acredita que a alma é imortal
então aceite este desafio:

Tenho 30 perguntas verdadeiramente tira-teima para os crentes na imortalidade, mas
primeiro reproduzo aqui a minha “concatenação de textos” que vão aos ALICERCES
desse debate sobre a natureza do homem:

a) Gên. 2:7 apresenta a ‘montagem’ ou criação do homem, SÓ de dois elementos—“pó
da terra” + “fôlego de vida”. Assim, o homem se faz “alma vivente”. Não é dito que o
homem TEM alma (imortal) e sim que É alma (vivente). Na formação do homem não
ENTRA nenhuma “alma imortal”.

b) Na ‘desmontagem’ do homem (morte), como tratado por Salomão em Ecl. 12:7, o
pó volta à terra, como era, e o espírito-‘ruach’ (fôlego vital) volta para Deus que o deu.
O texto fala tanto do pó quanto do espírito-‘ruach’ de TODOS os homens (não só dos
salvos). Na morte do homem não consta que SAI qualquer “alma imortal”.
c) Davi usa linguagem semelhante à de Salomão em Ecl. 12:7 no Sal. 104:25-29 falando
da morte DOS ANIMAIS: Deus remove a respiração-‘ruach’, e esses ANIMAIS
voltam ao pó.

d) Temos então Salomão no Ecl. 3:19-21 falando didaticamente sobre como a sorte de
homens e animais é idêntica na morte. “Assim como morre um, morre o outro” porque
tanto homens como animais “têm o mesmo fôlego de vida-‘ruach’”.

e) Davi prossegue dizendo que na morte não há a mínima consciência—Sal. 146:3, 4;
pois os mortos “não louvam ao Senhor” nem os que “descem ao silêncio” (um paralelo
muito instrutivo—Sal. 6:5, 115:17), sendo que a sua própria morte representaria para ele
a não-existência (Sal. 39:13).

f) E no antiquíssimo livro de Jó, aquele Patriarca confirma como a morte é a inexistência
em termos bem claros: Jó 7:21, 14:7-14. E ele ainda fala de quando se encontraria com
o seu Redentor—não quando morresse e fosse de imediato para o céu com sua alma,
mas sim quando Ele Se levantasse sobre a Terra, e O veria com o seu próprio corpo
renovado: Jó 19:25-27.

1ª. – Se Deus colocou no ser humano uma alma imortal, então por que razão existiria a
“árvore da vida” no Jardim do Éden?

Obs.: Se o homem comesse da árvore da vida, se tornaria imortal (cf. Gên. 3:22).
Contudo, foram expulsos do Jardim do Éden, sem terem comido da árvore da vida, e
dois querubins ficaram na guarda do Jardim para que não comessem dessa árvore e
vivessem eternamente (cf. Gên. 3:24). Tudo isso seria totalmente desnecessário se já
possuíssem uma alma imortal.

2ª. – Por que em Gên. 2:17 lemos claramente sobre o homem experimentando a morte
de forma definitiva (até à ressurreição), sem qualquer pista de uma morte só de parte do
seu ser (do corpo)?

Obs.: No original hebraico lemos moth tâmuth—traduzido literalmente por “morrendo
morrereis”. A morte seria o fim total de qualquer existência humana, corpo e alma, pois,
como consequência do pecado, o processo de morte teria início a partir do primeiro
falecimento. A verdade incontestável é que não existiria nenhum estado de vida entre a
morte e a ressurreição, como Davi também refere ao falar da própria morte como uma
condição de não-existência (Sal. 39:13).

3ª . – Por que Moisés, no seu detalhado relato da criação do homem, não deixa a
mínima pista de uma “alma imortal” como componente essencial da vida humana,
exclusivo de sua existência, na criação?

Obs.: Seria esse o momento certo de tratar do assunto, sendo que Moisés oferece tantos
detalhes dos atos divinos na obra da Criação em geral, e do homem, em particular.

4ª. – Por que Moisés emprega a mesma linguagem (palavras exatas) para “alma vivente”
tanto em relação ao homem quanto aos animais (comparar Gên. 2:7 com 1:20 e Lev.
11:46)?

Obs.: Tradutores de algumas versões da Bíblia traduziram as palavras hebraicas nephesh
hayyah como “criatura vivente” quando referindo-se aos animais, contudo, não há a
mínima variante. É exatamente a linguagem de que Moisés se vale para tratar de “alma
vivente” referindo-se ao homem.

5ª. – Por que Moisés trata na mesma base o fôlego de vida do homem e dos animais,
com linguagem tão semelhante (Gên. 2:7; 6:17)?

Obs.: O fôlego de vida não pode ser algo imaterial, imortal, que sobrevive à matéria,
pois não há tal definição bíblica para “alma”, e nunca tal palavra é modificada pelos
adjetivos “imortal” ou “eterno” na Bíblia toda. A expressão “fôlego de vida (neshamah)”
em Gên. 2:7 apenas indica que Deus soprou nas narinas de Adão, não uma alma imortal,
mas a respiração, pois é claro o paralelo entre tal termo, e ruach, como em Jó 33:4.
Esse paralelismo entre o “espírito de Deus” e “o sopro do Todo-poderoso”, se acha
com frequência na Bíblia, como em Isa. 42:5; Jó 27:3; 34:14-15. Isso sugere que os dois
termos são usados intercambiavelmente, ambos fazendo referência ao dom da vida
concedido por Deus a Suas criaturas mediante esse fôlego vital.

6ª. – Como prova que o fato de Deus ter soprado particularmente o fôlego de vida no
homem faz com que tal fôlego seja uma “alma imortal”, quando não há a mínima
informação sobre isso transmitida pelo autor, o que seria algo de muitíssima importância
para definir a natureza humana?

7ª. – Como prova que o fato de Deus ter soprado particularmente o fôlego de vida no
homem faz com que tal fôlego seja um “espírito imortal”, quando há clara informação de
que “o mesmo fôlego de vida” do homem é atribuído aos animais, tanto no relato da
criação, quanto milênios depois, nas palavras do sábio Salomão (ver Ecl. 3:19-21)?
Obs.: Salomão dedica-se a uma profunda reflexão da vida humana e mostra que “tudo é
vaidade”, já que nem mesmo na morte o homem leva vantagem sobre os animais. Se ele
cresse na imortalidade da alma, não empregaria tal linguagem para evitar ambigüidade ou
para não transmitir noções materialistas. Mas até a descrição dele da morte do homem,
com a retirada do fôlego de vida, se assemelha à forma como o salmista se refere à
morte dos animais (comparar Ecl. 12:7 com Sal. 104:25-29).

8ª. – Por que o salmista Davi confirma não só que animais e homens têm o mesmo
fôlego de vida (comparar Ecl. 12:7 e 3:19-21 com Sal. 104:25-29), como também que
na morte prevalece a inconsciência (Sal. 6:5, 13:3; 146:3-4) e a total inexistência (Sal.
39:13)?

Obs.: Davi reflete ainda profundos pensamentos sobre a condição de não-existência dos
que morrem no Sal. 88:3-6, e indica que os que morrem não louvam ao Senhor,
utilizando o significativo paralelo sinônimo de “mortos” e “descem ao silêncio” (Sal.
115:17).

9ª. – Por que o homem precisaria de uma alma imortal, já que não iria morrer, segundo o
projeto original da criação divina, e sim viver eternamente como um ser físico, num
paraíso físico (aliás, como também se daria com os animais. . .)?

Obs.: O pecado é um intruso neste planeta que trouxe morte física e espiritual ao
homem. Mas o “plano de contingência” divino é a ressurreição final, uma providência
tomada APÓS o pecado, como parte de Seu plano restaurador. A ressurreição integra o
“esmagar a cabeça” da serpente no conflito entre o bem e o mal (Gên. 3:15), já que a
vitória sobre a morte ocorre em função da ressurreição dos mortos, não de o indivíduo
superá-la por contar com algum elemento espiritual que prevalece sobre a morte (ver 1
Cor. 15:52-55).

10ª. – Quando exatamente a “alma imortal” é introduzida no ser vivo? Ao ser o óvulo
fecundado? Ao sair o bebê do ventre materno e respirar por primeira vez, já que se cria
o paralelo fôlego—de vida/alma imortal?

Obs.: A dificuldade de estabelecer o início da posse dessa “alma imortal” é imensa,
sobretudo quando os dualistas fazem a ligação ‘fôlego de vida/alma imortal’. Pois o feto
NÃO RESPIRA na bolsa maternal, estando envolvido por fluídos até ser dado à luz.

11ª. – Sendo que consta ser Moisés o autor do antiquíssimo livro de Jó, não parece
estranho que em tal livro ele não deixe a mínima pista de uma noção dualista, pois retrata
o patriarca expressando uma visão holista, não dualista (ver observação a seguir)?

Obs.: O livro de Jó é um golpe de morte sobre a noção dualista. O patriarca compara a
morte a um rio que se seca e a um lago cujas águas são drenadas, e quando se refere
diretamente ao estar com Deus, fala do tempo quando o Redentor “Se levantará sobre a
Terra”, sem deixar a mínima pista de uma alma indo ao Seu encontro (ver 14:7-14 e
19:25-27).

12ª. – Onde exatamente se situa a “alma imortal”? Já que se estabelece o paralelo
‘fôlego de vida/alma imortal’, e Jó declara a certa altura, “enquanto em mim houver
alento, e o sopro de Deus no meu nariz” (Jó 27:3), é aí que se situa essa “alma imortal”,
18/8/2014 Perguntas Pertinentes aos Crentes na Imortalidade da Alma no nariz de cada um?

Obs.: Se o paralelo ‘fôlego de vida/alma imortal’ for válido, realmente essa alma entra e
sai no organismo, pelo menos em boa quantidade, o tempo todo, saindo contaminado
(gás carbônico) e entrando novo fôlego de outra substância (oxigênio) para purificar o
sangue. Coisa bem estranha para parecer algo fluídico que tem consciência e para
sempre permanece após a morte.

13ª. – Por que Jesus diz a Seus seguidores que iria subir para lhes “preparar lugar”, mas
a ênfase está no momento do reencontro com eles quando retornasse para os receber, e
não quando morressem e suas almas fossem para o céu para as irem ocupando (João
14:1-3)?

Obs.: A opinião popular é de que na morte a alma dos falecidos salvos vai para o céu,
quando encontram a Cristo e todos os demais que para lá foram antes. Contudo, é
estranho que Jesus não diga nada sobre essas moradas estarem disponíveis antes do
tempo de Seu retorno, deixando implícito que só então levará os Seus consigo para
ocuparem ditas moradas.

14ª. – As palavras de Jesus em João 5:28 e 29, sobre a ressurreição final de salvos e
perdidos, são antecedidas pela Sua declaração: “. . . vem a hora, e já chegou, em que os
mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão” (vs. 25). Por que
VIVERÃO só a partir de então, quando deviam estar vivos num estado intermediário,
como “almas imortais”?

Obs.: A linguagem de Cristo pelo contexto torna claro que os que VIVERÃO são os
que estiverem nas sepulturas, não em alguma parte do universo—céu, inferno,
purgatório, hades. .

15ª. – Por que Jesus, quando confortava as irmãs do falecido Lázaro, além de ter
empregado antes a metáfora do sono—“Nosso amigo Lázaro está dormindo. . .”—não
lhes indicou que o falecido estava na glória celestial, mas referiu-lhes a esperança da
ressurreição (João 11:17-27)?

Obs.: É comum consolarem-se os enlutados falando de como seus falecidos estão felizes
por terem trocado este mundo de sofrimento e dor pela habitação nos “páramos da
glória. . .”. Contudo, não é este o quadro do diálogo de Cristo com as irmãs de Lázaro.
O tema da conversação deles não é o suposto destino celestial do fiel seguidor de
Cristo, mas a FUTURA ressurreição dos mortos.

16ª. – Quando Cristo ressuscitou Lázaro, já morto por quatro dias, tirou-o do céu, do
inferno ou do purgatório? Se foi do céu fez-lhe uma maldade trazendo-o de volta para
sofrer na Terra. Se do inferno (pouco provável, pois era um seguidor do Mestre),
concedeu-lhe uma segunda oportunidade de salvação, o que é antibíblico.

Obs.: Lázaro ressuscitou e não trouxe nenhuma informação do mundo do além. Se
tivesse algo a contar, sem dúvida João teria o maior interesse em reproduzir o seu
testemunho no seu evangelho.

17ª. – Quando Jesus diz que o Seu Pai “não é Deus de mortos, e, sim, de vivos” (Mat.
22:32), estava querendo demonstrar a imortalidade da alma ou tais palavras refutam
exatamente tal ideia?

Obs.: A resposta está no relato paralelo de Luc. 20:37-40, especialmente no segmento,
“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça,
quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Ora,
Deus não é Deus de mortos, e, sim, de vivos; porque para ele todos vivem”. Os
saduceus não perguntaram, no contexto: “E quando esses sete irmãos forem morrendo e
suas almas forem chegando no céu. . .” Percebe-se que o enfoque jaz totalmente sobre a
ressurreição dos mortos. E também digno de nota é o detalhe de que Cristo fala dos que
hão de ser dignos de “alcançar a era vindoura [a consumação dos séculos] E A
RESSURREIÇÃO DENTRE OS MORTOS”.

18ª. – Por que Cristo e Paulo acentuam que os mortos ressuscitarão ante a voz do
arcanjo e a trombeta divina, despertando do sono da morte (Mat. 24:30, 31; 1 Tes.
4:16), quando supostamente suas almas vêm do céu, inferno, purgatório para
reincorporarem, estando já bem despertas?

Obs.: A metáfora do sono é constante, tanto no VT quanto no NT, representando a
morte. Diante de claras passagens que tratam da inconsciência dos mortos percebe-se
por que se dá o uso de tal metáfora, como no Sal. 13:3–“o sono da morte”; em Dan.
12:2–“dormem no pó da terra”; João 11:11–“Lázaro adormeceu”; 1 Tes. 4:13—“os
que dormem”; 1 Cor. 15:18—“os que dormiram em Cristo”. . .: é que na morte
prevalece uma condição de INCONSCIÊNCIA para os que morreram. Outros textos
que falam da morte como um sono: Sal. 146:1-4; Ecl. 9:5,10; Isa. 38:18,19; 1 Re. 2:10;
1 Re. 11:43; Jó 14:10-12; Jer. 51:39.

19ª. – Por que Paulo, ao discutir específica e detalhadamente em 1 Tes. 4:13-18 e,
especialmente, em 1 Coríntios 15, como será o reencontro final de todos os salvos com
o Salvador em parte alguma fala de almas vindas, seja de onde for, para
reincorporarem?

Obs.: Como no início da história do homem não consta qualquer “alma imortal” sendo
introduzida no ser original, nada consta sobre almas vindas do céu, inferno ou purgatório
para reincorporarem quando do surgimento dos que se foram, na ressurreição.

20ª. – Paulo diz aos tessalonicenses que não deviam lamentar pelos amados que
“dormiam”, recomendando: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (vs.
18). Por que nunca diz que já desfrutavam as bênçãos celestiais, e sim que estavam
“dormindo” e seriam despertados?

Obs.: A consolação derivaria da esperança da ressurreição, não do fato de que os que
“dormiam” estivessem no desfrute das glórias celestiais.

21ª. – Por que, ao enviar consolações à família de Onesíforo (já morto), Paulo nada fala
também de que ele já estivesse desfrutando das bênçãos paradisíacas; pelo contrário, de
novo foca-se inteiramente na esperança de alcançar a misericórdia de Deus “naquele
dia” (cf. 2 Tim.1:17)?

Obs.: Se Onesíforo tivesse morrido e ido para o céu, a misericórdia divina já lhe teria
sido propícia, mas Paulo obviamente não fala daquele dia no sentido de ser o de sua
morte.

22ª. – Paulo diz claramente que sem a ressurreição dos mortos—confirmada e garantida
pela do próprio Cristo—“os que dormiram em Cristo pereceram” (1 Cor. 15:16 a 18).
Por que pereceram, já que deviam estar garantidos no céu?

Obs.: O tema dominante do capítulo é a ressurreição dos mortos, assim a lógica da
pergunta é inescapável. 1 Tes. 4:14 diz que Cristo “trará juntamente em Sua companhia
os que dormem”, mas todo o teor da passagem e do ensino bíblico é de que Ele os trará,
não do céu, mas das sepulturas (ver João 5:28, 29; Dan. 12:2).

23ª. – Mais adiante no mesmo capítulo Paulo confirma o dito nos vs. 16 a 18,
acentuando que arriscou morrer lutando com feras, dando a entender que se morresse
estaria também perdido (vs. 32). Ao comentar, “comamos, bebamos que amanhã
morreremos”, não indica claramente que sem a realidade da ressurreição, não há
esperança alguma de vida eterna?

Obs.: À luz da pergunta anterior, esta se revela prova irrefutável de que Paulo não
pensava em termos de uma “alma imortal” indo para o céu quando da morte, pois não
tinha ele próprio tal esperança. Sua expectativa é expressa em 2 Tim. 4:6-8 onde fala
que “naquele dia” esperava receber o seu galardão eterno. Para ele, não fosse pela
ressurreição, nem valia a pena viver pois a morte seria o fim de tudo.

24ª. – Quando realmente, segundo Paulo em 1 Cor. 15:53, 54, ocorre a vitória sobre a
morte—quando da ressurreição dos mortos ou quando a “alma” é liberada da “prisão
corporal”?

Obs.: Pela interpretação popular do “morrer e ir pro céu”, a morte é contraditoriamente
derrotada PELA PRÓPRIA MORTE, pois com a liberação da “alma imortal” quando
da morte do corpo, não ocorre realmente morte, mas preservação da vida e consciência
de quem dá o último suspiro, noutra dimensão.

25ª. – À luz de 2a. Cor. 5:8 e contexto imediato, se o termo “despido” se refere a uma
condição incorpórea onde Paulo JÁ ESTARIA com Cristo, então por que razão ele diz
tão claramente que NÃO QUERIA ESTAR DESPIDO?

Obs.: Se Paulo queria estar com Cristo, mas não despido, é porque não estaria com
Cristo sem um corpo, mas REVESTIDO com o corpo glorioso da ressurreição. Por isso
fica ÓBVIO que ele cria que só estaremos com Cristo com corpos ressurretos, não em
forma de espírito incorpóreo (despido) num estado intermediário.

26ª. – Por que em 2ª. Cor. 4:14, exatamente no capítulo anterior ao de 2ª. Cor. 5:1-8,
Paulo fala de reencontrar os crentes que conhecia (muitos dos quais ganhou para a fé
cristã), mas a ênfase dada é “nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará
convosco”?

Obs.: Pelo raciocínio dualista, ele os reveria quando morresse e fosse imediatamente
para o céu, sem essa longa espera até a ressurreição do dia final.

27ª. – Por que Pedro fala do regozijo e exultação dos crentes, ligando isso à “revelação
da Sua glória [de Cristo]”, e acentua que “quando se manifestar o Sumo Pastor” é que a
“imarcescível coroa de glória” seria atribuída aos crentes (ver 1 Ped. 1:3-7, 13; 4:12, 13
e 5:4)?

Obs.: A revelação da glória de Cristo se dará quando de Seu advento. Ora, se Pedro
cresse na imortalidade da alma não teria por que falar em regozijo e exultação dos
crentes ligando isso diretamente àquela ocasião. Se fossem com suas almas para o céu,
seguindo-se à morte, não iriam ali exultar e alegrar-se? Na perspectiva do Apóstolo,
porém, só quando da “revelação da Sua glória” é que tal sentimento de felicidade se
confirmaria, “quando se manifestar o sumo Pastor”.

28ª. – Por que o apóstolo João acentua a confiança para os crentes “no dia do juízo” e
não no dia da morte, quando a “alma imortal” supostamente iria entrar no céu, além de
utilizar as sentenças “quando Ele Se manifestar” e “na Sua vinda” como referencial da
eterna redenção (ver 1 João 2:28; 3:2, 3; 4:17)?

Obs.: Isto mostra que, assim como Paulo e Pedro, João não cria nem ensinava a
doutrina de origem pagã da imortalidade da alma.

29ª. – Por que as palavras “alma” e “espírito” aparecem tantas vezes na Bíblia, em
diferentes sentidos e contextos, mas nunca acompanhadas dos adjetivos “imortal”,
“eterno”, “perpétuo”, além de que, em vez de declarar que alma não morre jamais, lemos
é sobre morte da alma, tanto no VT quanto no NT (Eze. 18:4 e Tia. 5:20)?

Obs.: A crença na ressurreição final de todos os mortos é característica do cristianismo
genuíno que não devia acolher noções claramente do paganismo. Tais noções derivam
da primeira mentira proferida pelo diabo sobre este planeta, “É certo que não morrereis”
(Gên. 3:4).

30ª. – Não é muita coincidência que todos os povos pagãos sempre se caracterizaram
em sua crença na imortalidade da alma, até atribuindo almas e espíritos a animais ou
coisas inanimadas, como florestas, rios, lagos, vulcões?

Obs.: Não se sabe de nenhum povo pagão, do presente ou do passado, que tenha
deixado de crer em “almas” e “espíritos”, para crer que “vem a hora . . . em que os que
estão nas sepulturas ressuscitarão; os que fizeram o bem, na ressurreição da vida; os que
fizeram o mal, na ressurreição da condenação” (João 5:28, 29).
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NOTA: As perguntas 1ª., 2ª., 21ª e 25ª. e suas observações baseiam-se em discussões
sobre o tema do livro de Lucas Banzoli, A Lenda da Imortalidade da Alma.
Category: 30 perguntas, apologetica, Azenilto G. Brito, imortalidade da alma

Tags: Cura interior para a família

Nestes últimos dias da igreja do Senhor Jesus na face da terra, Deus tem o melhor para nos dar, como família.

O coração de Deus pulsa forte pela família.

A unção de restauração familiar tem sido derramada de maneira tremenda. Precisamos resgatar as nossas famílias. Há uma sede de ser feliz dentro dos nossos lares. Existe um grito dentro de cada casa clamando pela unidade, pela restauração familiar.

Estamos nos dias de liberdade total, dias em que o homossexualismo tem arrastado milhares de jovens, mascarado de liberdade de escolha.

Casais se separando, frustrados, alegando incompatibilidade de gênios.

O casamento tem se tornado aos olhos da sociedade como uma instituição falida.

Os meios de comunicação apelam e divulgam o adultério, casais trocados, enfim, uma série de distúrbios nos relacionamentos, que entristecem profundamente o nosso Deus.

Diante de tanto ataque só nos resta uma escolha: firmar os nossos olhos na Palavra.

A palavra do Senhor nos diz em Gêneses 02:15
Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.

Vamos entender a palavra lavrar: tratar da terra, cultivá-la de maneira que ela produza os melhores frutos, dar a ela condições de reproduzir, de gerar.

Sua casa é o teu Éden, é o seu lugar de descanso, é o lugar preparado por Deus para que você viva os melhores momentos nesta terra.

Mas muitos estão vivendo os piores momentos em família, por que deixaram de cultivá-la. Muitos lares tem sido cultivados pelos valores e princípios do mundo, deixando legalidades para o adversário agir.

Mas como cultivar esta terra? Quero ilustrar esta mensagem, pra que você entenda melhor.

“Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja. Mas, após uma semana a flor tinha morrido.

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la. Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu…

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo…
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!…”

O segredo está nos relacionamentos sadios entre os familiares.

O homem tem corrido tanto atrás do sucesso, que tem se esquecido que pra que sua família dê bons frutos, ela precisa ser cultivada, tratada, e isso exige tempo, atenção, cuidados que só você pode dar.

Tenho ouvido mulheres que se sentem profundamente infelizes, pois se sentem sozinhas dentro da própria casa, mulheres que se anularam em função de filhos, maridos e hoje não conseguem mais se ver como pessoas especiais, porque não existe mais relacionamentos dentro de seus lares., as pessoas não tem tempo de
se relacionar.

Homens que não conseguem mais chamar a atenção da esposa, filhos que já nem falam mais com os pais.

Isso tem que acabar no meio da igreja do Senhor Jesus.

Deus nos fez para termos relacionamentos saudáveis dentro do nosso Éden, mas ele precisa de cuidados especiais, pois a palavra do Senhor diz em I Pedro 05:8
Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar.

Portanto, precisamos entender que o papel de cuidar e cultivar a família é nosso.

Certo homem, jamais tendo tempo para o filho, teve a maior decepção de sua vida quando foi avisado de que o filho estava preso por estar envolvido no tráfico de drogas. Chegando ao local onde o filho estava detido, disse que estava profundamente triste, mas queria dizer que mesmo assim o amava demais para deixá-lo naquele momento.

O filho chorou desesperadamente e disse ao pai: _ Pai, porque você não disse isso alguns anos atrás, pois me envolvi num mundo cruel, onde eu acreditava que estava sendo amado e nunca ouvi você dizer que me ama. Você nem imagina o quanto essas palavras me fizeram falta, mas creio que agora é tarde demais.

O relacionamento é algo que precisa ser cultivado.

Quantos pais não sabem dizer que ama, porque não ouviram. Então não sabem passar, mas isso precisa mudar.

Quantas vezes ouvi pessoas dizerem que o pai ou a mãe não as amava, sendo que eu mesma presenciava o choro dos pais por causa do filho(a).

Certa vez um jovem me disse que, para ser aceito pela família, tinha que ser próspero como os irmãos e para conquistar a prosperidade era capaz de qualquer coisa e se envolveu de tal maneira no mundo do crime, que disse não haver caminho de volta para ele. Se tornou um grande traficante. Comprou carro, moto, apartamento, tudo do bom e do melhor, e no fim o vi chorando, porque não conseguia ver o amor da mãe, que por sua vez também não soube transmitir ao filho o quanto ele era importante.

O relacionamento é muito importante, pois quando existe relacionamento dentro de casa, não somos levados pela conversa de satanás.

Uma esposa, após ter traído o marido, disse que foi atraída pelo diálogo que tinha com o amante, pela atenção que ele dava a ela, colocando-a como alguém importante, valorizando-a de uma maneira que nunca percebeu no marido.

Amados, cuidado com o teu Éden, ele é especial. É o seu cantinho especial dado pelo Senhor.

O próximo passo é guardar o nosso jardim.

O que é guardar?
Guardamos algo que pode ser roubado, que pode ser tomado ou mesmo invadido.
Colocamos cercas, limites, que impeçam ou dificultem a invasão.
A propriedade guardada está livre de ser tomada ou assaltada.
E se o Senhor o colocou como guarda, é por que havia a necessidade de proteger.

Precisamos abrir os nossos olhos e entender que o nosso papel é não permitir que o nosso Éden seja invadido pelo maligno.

Precisamos ficar atentos, pois é nossa responsabilidade guardar e cuidar da nossa família.

Amado(a), talvez você esteja vivendo maus momentos em família. Quem sabe não há mais diálogo dentro de casa, as pessoas não se falam e quando isso acontece é só agressão verbal.

Mas nestes dias Deus quer realizar uma obra tremenda na sua família, mas ele conta com você. Para que? Para mudar a história da sua família, cultivando com relacionamentos saudáveis, dizendo que ama, sem medo de ser rejeitado, sem orgulho. Afinal, o dia de hoje não volta nunca mais e não sabemos quanto tempo ainda nos resta juntos como família.

Portanto, vá em frente. Declare, grite, expresse o teu amor pela sua família e você e o Senhor juntos vão escrever uma nova história de um Éden nos dias de hoje, um lugar de descanso, de alegria; a tua casa.

Um abraço da sua amiga em Cristo Jesus,

Pastora Janethi Menezes

Tags: Salvação Para a Família

Salvação Para a Família
“Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa”. (Atos 16.31)
Creio numa provisão divina para abençoar as famílias. Acredito que Deus pensa na família em tudo o que faz. A família é uma instituição divina. Deus proveu para seu filho Jesus uma família abençoada nesta terra. E fez muitas promessas incluindo as famílias, portanto há algo especial que deve ser visto sob este enfoque e que nos ajudará em nossa caminhada cristã.
Nosso texto base para esta meditação fala sobre salvação para toda a família, e acredito que há muita coisa que precisa ser esclarecida por trás deste conhecidíssimo versículo bíblico. Tenho visto atitudes erradas na vida de muitos cristãos e, geralmente, elas são oriundas de uma compreensão errada (ou da falta dela) deste texto.
Este texto não é uma promessa de que Deus salvaria nossa família sem que nada precisássemos fazer. Não fala de um processo em que, automaticamente, toda uma família se salva só porque um foi salvo. A salvação não se transfere, é pessoal. Este versículo nos mostra uma provisão divina para a família, e que quando um familiar é salvo passa a ser a “porta de entrada” do Reino de Deus para a sua família. Tem muito crente que sequer evangeliza os seus, nunca intercede por sua família, mas quando indagado sobre o estado deles responde: “Não me preocupo por que tenho uma promessa da salvação de minha família”…
Não acredito que este texto seja uma promessa, embora creia que deva inspirar nossa fé e nos levar a uma atitude correta. Tenho este posicionamento pelas seguintes razões:
1) Era uma palavra pessoal;
2) Não concorda com outros textos sobre a salvação para família;
3) Não concorda com a doutrina bíblica da salvação.
Permita-me argumentar porquê…
UMA PALAVRA PESSOAL
Esta palavra foi dada por Paulo a um carcereiro da cidade de Filipos, onde o apóstolo estava preso por ter expulsado um espírito maligno de uma jovem que era adivinha. O ocorrido a impediu de continuar adivinhando, e a falta de lucros gerada por esta libertação fez com que os senhores dessa moça lançassem Paulo e seu companheiro Silas na prisão.
O que Paulo falou a este homem foi uma palavra pessoal sob uma ação específica do Espírito Santo. Observe o texto todo e estes detalhes aparecerão:
“E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança. Este, recebendo tal ordem, levou-os para o cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos. O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido. Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos! Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa”. (Atos 16.23-31)
Este acontecimento se deu por volta da meia-noite, logo, estava escuro. A certeza disto é que o carcereiro pediu luz antes de ir até Paulo e Silas, o que nos mostra que nem ele e nem tampouco os dois evangelistas tinham luz. O texto sagrado ainda revela que ninguém saiu do cárcere, embora o carcereiro chegou a pensar que todos já tivessem fugido.
Então, aquele homem, que sabia que ia pagar com a própria vida pela vida dos presos que (achava ele) haviam escapado, decide se matar e chega a puxar espada para faze-lo, mas Paulo brada para que ele não faça aquilo.
Como é que Paulo, no escuro e sem enxergá-lo por estarem em cômodos diferentes, sabia do que estava acontecendo?
Temos uma palavra de conhecimento, dada pelo Espírito Santo revelando uma condição específica de um homem específico. Não sabemos tudo o que Deus mostrou ao apóstolo, mas é neste contexto que ele afirma ao carcereiro: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e a tua casa”. E o que acontece em seguida?
“Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus”. (Atos 16.30-34)
Aquele homem tirou Paulo e Silas da cadeia e os levou para casa. A Bíblia diz que ele aproveita para cuidar das feridas daqueles homens, mas eles foram lá para pregar a palavra de Deus e conseguiram levar todos a Cristo e batiza-los! O que fez o carcereiro acreditar tanto em Paulo e Silas? Seguramente não foi só o terremoto, mas a revelação que ele recebeu depois do terremoto.
Diante de tudo isto não posso dizer que as palavras de Paulo a este homem se apliquem a todo crente. Quando o navio em que Paulo viajava para Roma estava para naufragar, ele disse de antemão: “Contudo, é necessário irmos dar numa ilha”. Como ele sabia disto? Porque Deus lhe havia revelado isto. Mas não quer dizer que todo crente que viesse a naufragar iria dar numa ilha. Era uma palavra específica para um momento específico. Do mesmo modo, o que Paulo falou para aquele carcereiro não era uma promessa para todo crente, era uma revelação específica do que aconteceria na família daquele homem.
OUTROS TEXTOS SOBRE FAMÍLIA
Há vários outros textos bíblicos que entrariam em conflito se tentamos dizer que esta palavra é uma promessa para todo crente. Veja alguns deles:
“Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão. Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra”. (Lucas 12.51-53)
Jesus disse que veio trazer divisão numa casa. Isto mostra que quando alguém decidisse segui-lo, outros familiares se levantariam contra, não aceitando a decisão. E haveria problemas… isto não nos faz pensar que o que Paulo disse ao carcereiro fosse uma promessa todo cristão, faz?
O Senhor ensinou claramente que seria necessário ter a disposição de negar os familiares para mantê-lo em primeiro lugar:
“Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo”. (Lucas 14.26)
Além do ensino de Jesus, vemos o mesmo apóstolo Paulo (que fez aquela declaração ao carcereiro) falando sobre a salvação dos demais familiares como uma incógnita:
“Pois, como sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, como sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?” (1 Coríntios 7.16)
Ora, se Paulo acreditasse que aquilo que ele afirmou ao carcereiro de Filipos fosse uma promessa a todo crente, não falaria assim, neste tom de incerteza! Mas a verdade é que não se trata de uma promessa a todos, embora revele uma intenção do coração de Deus.
Não estou tentando semear incredulidade em quem crê na salvação dos seus familiares. Precisamos mesmo lutar em favor deles! Mas o fato é que eles não serão salvos só porque você, como familiar deles, foi. A condição para a salvação de seus familiares é a mesma que de qualquer outro pecador: precisam se arrepender e crer em Jesus.
Escrevi este artigo porque muitos crentes não fazem nada pela sua família e ficam confessando Atos 16.31 como se fosse uma solução a se estabelecer automaticamente. Precisamos ser práticos. O que Paulo e aquele carcereiro fizeram?
“E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus”. (Atos 16.32,33)
Depois de saber que Deus queria salvar sua família, o homem foi levar o Evangelho para eles! Foi por isso que creram e se batizaram. Tem muita gente que não prega a palavra para os seus familiares e acha que eles vão acordar salvos alguma manhã destas. Não é assim que funciona. Temos que nos mexer. Lutar por eles. Interceder por eles. Dar bom testemunho.
CRENDO NO PLANO DE DEUS PARA A FAMÍLIA
Quando o apóstolo Pedro sobe a Jerusalém e é indagado do motivo que o levou a entrar na casa de Cornélio, um gentio, dá uma explicação de um detalhe da mensagem que o centurião recebera do anjo que lhe apareceu. Este detalhe é importantíssimo para nós porque nos mostra como Deus trata com as famílias e tem um plano para elas.
“E ele nos contou como vira o anjo em pé em sua casa e que lhe dissera: Envia a Jope e manda chamar Simão, por sobrenome Pedro, o qual te dirá palavras mediante as quais serás salvo, tu e toda a tua casa”. (Atos 11.13,14)
Embora não haja uma promessa específica de que cada família onde alguém se converter todos virão a ser salvos, sabemos que este é o desejo de Deus. Deus deseja que todos se salvem (I Tm 2.5). Ele não deixou ninguém de fora da provisão de salvação, mas mesmo assim, sabe que muitos rejeitarão seu presente, a ponto de também declarar em sua Palavra que “a fé não é de todos” (2 Ts 3.2).
Desde o princípio vemos Deus incluindo as famílias em suas promessas de bênçãos, salvação e livramento. Foi assim com Noé:
“Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração”. (Gênesis 7.1)
Também foi assim com Ló, quando Deus anunciou pela boca dos anjos que haveria de destruir a cidade; deu oportunidade para que toda a família escapasse:
“Então, disseram os homens a Ló: Tens aqui alguém mais dos teus? Genro, e teus filhos, e tuas filhas, todos quantos tens na cidade, faze-os sair deste lugar; pois vamos destruir este lugar, porque o seu clamor se tem aumentado, chegando até à presença do Senhor; e o Senhor nos enviou a destruí-lo”. (Gênesis 19.12,13)
Deus tem um plano para as famílias e deseja abençoa-las. Esta foi sua promessa a Abraão:
“…em ti serão benditas todas as famílias da terra”. (Gênesis 12.3b)
Mas porque Deus deseja isto não quer dizer que vá acontecer por si. Os genros de Ló não o levaram a sério (Gn 19.14) e acabaram perecendo em Sodoma, embora o Senhor quisesse ter tirado os dois de lá.
NÃO PERDER A VISÃO FAMILIAR
Onde está o ponto de equilíbrio? Não é em achar que a família será salva por si e nem tampouco em deixar de ter esperança pelos seus. É entender a visão familiar na Palavra e batalhar para que isto se aconteça. Creio que Deus queira que cada um de nós possa encher o peito e afirmar com alegria o mesmo que Josué:
“…eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. (Josué 24.15)
Tem gente que quer ganhar o mundo para Jesus e sequer se importa com a sua casa. Isto é uma violação de claros mandamentos bíblicos! Veja o que Paulo falou a Timóteo no tocante a isso:
“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”. (1 Timóteo 5.8)
O cuidado pela família não envolve apenas o sustento natural, que é o contexto desta afirmação, mas também a preocupação com a condição espiritual. É requisito para a liderança ter uma família exemplar, ministrada no Senhor (1 Tm.3.4,5).
Os projetos que envolvem a salvação de nossa família devem ser tomados como prioridade. É preciso que nos empenhemos em lutar pela salvação de nossa casa. Isto envolve uma postura de esperança e um posicionamento de bom testemunho. Mediante um bom testemunho, familiares podem ser ganhos para Cristo. Sem ele, muitos nunca se converterão. Pedro escreveu sobre isto:
“Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa,ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor”. (1 Pedro 3.1,2)
Para o casal cristão, o desafio são os filhos. Eles também devem ser ganhos e discipulados por seus pais:
“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. (Efésios 6.4)
Viva sua vida em Deus de forma frutífera. E comece a frutificar pela sua própria casa. Que o Senhor te dê graça para pelejar pelos seus e levá-los a uma experiência genuína com Cristo!
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Autor: Luciano P. Subirá

Tags: A FAMÍLIA

A FAMÍLIA
Sl 127:1-3 Sl 1:1-3 Sl 128:1:6

Introdução

A família institu ída por Deus como núcleo principal ou celular máter
da sociedade, foi estabelecida tendo por base princípios e valores morais,
materiais, sociais e espirituais.
A família faz parte dos planos e propósitos de Deus, e ele deseja que
marido, esposas e filhos amém-se mutuamente, vivam em harmonia,
tenham paz, alegria, sejam prospero, realizados e felizes.

I – A Família é uma idéia e projeto de Deus
A. Deus Planejou Gn 2:19
B. Deus Instituiu Gn 2:21-24
C. Deus Abençoou
D. Deus estabeleceu princípios para a construção sólida e bem sucedida da
família Ef 5:22-33 Ef 6:1-4 I Cor 7:33-34

II – Deus valoriza a Família e o Matrimônio Heb 13:4 Ec 4:9-12

III – Satanás odeia ver uma família estruturada, servindo a Deus e
feliz.

IV – Fatores indispensáveis para termos uma família abençoada
servindo ao Senhor
A. Conhecimento dos princípios e propósitos de Deus para a família Os 4:6
Pv 1:7
B. Falar palavras de Fé em nosso Lar Tg 3:2
C. Estabelecer um tempo de oração em família
D. Faça de sua igreja o centro de atividades da família
E. Construa em sua casa um clima de boas influencias
Obs: Musicas evangélicas de boa qualidade, textos bíblicos em locais
estratégicos da residência, culto domésticos, leitura bíblica diária em
família etc.

F. Valorize as qualidades positivas dos membros de sua família
G. Separe um tempo para lazer e recreação
H. Liderança, inteligência e humildade do cabeça da família

V – Construa a sua família com uma fundação sólida Mat 7:24-27

VI – Os 10 alicerces para uma família bem sucedida, abençoada e
feliz.

1. Amor mutuo entre os conjugues I Cor 13:4-8
2. Verdade
3. Cumplicidade
4. Respeito
5. Compromisso
6. Fidelidade
7. Compartilhamento / companheirismo
8. Paciência
9. Boa comunicação
10.Estabilidade financeira

VII – As 5 importantes necessidades do Homem

1. Satisfação sexual Ec 9:9 Pv 5:15 Pv 5:18-19 I Cor 7:3-5
O sexo e tão importante para a manutenção do relacionamento
matrimonial com a água é importante para a manutenção da vida
2. Companheirismo no lazer
3. Uma mulher atraente Pv 31:22
4. Apoio doméstico
5. Admiração e Respeito

VIII – As 5 importantes necessidades da Mulher

1. A necessidade de afeto
2. A honestidade e reconhecimento
3. A comunicação ou conversa

4. O sustento financeiro
5. O comprometimento do marido com a família

IX – Condições para ser um homem bem-aventurado ou feliz

1. Ter prazer na palavra de Deus Sl 1:2
2. Meditar na palavra de Deus dia e noite Sl 1:2 Jos 1:8 Sl 119:105
3. Fazer da palavra de Deus regra de vida e conduta II Tm 3:16-17 Tg
1:22-25
4. Não andar ou seguir o conselho dos ímpios Sl 1:1
5. Não deter (parar) no caminho dos pecadores Sl 1:1
6. Não assentar na roda dos escarnecedores Sl 1:1

X – Benção para o Homem que serve a Deus fielmente Sl 1:3 Sl
128:2-3 Sl 128:6

1. Será como arvore plantada junto a ribeiro de águas
2. Frutifica sempre
3. A vida cristã é sempre abundante e rica em perfeição
4. Tudo que faz prospera
5. Usufruirá o fruto do seu próprio trabalho Sl 128:2
6. Tudo irá bem Sl 128:2
7. A mulher será fértil Sl 128:3
8. Os filhos serão saudáveis como plantas de oliveira Sl 128:3
9. Serão abençoados em todos os dias de sua vida
10.Terão vida longa e paz Sl 128:6

Gurupi – To, 09 de Junho de 2010

Pr. João da Cruz Gomes Feitosa

Tags: A Idolatria e Seus Males

A Idolatria e Seus Males
By adalbertoribeiro January 12, 2013
A Idolatria e Seus Males
1Sm 12.20,21 “Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao SENHOR, mas servi ao SENHOR com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.”
A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juízes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.
O FASCÍNIO DA IDOLATRIA.
Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.
(1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no sentido de se manter santo e separado delas.
(2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
(3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.
A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA.
Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.
(1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de “vaidades” (12.21), e Paulo declara expressamente: “sabemos que o ídolo nada é no mundo” (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.
(2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 nota) quanto o salmista (Sl 106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: “as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus” (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios (ver o estudo PODER SOBRE SATANÁS E OS DEMÔNIOS.). Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 nota; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).
(3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 notas; Ap 9.21 nota). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.
(4) O NT declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: “Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]” (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Co 10.21).
DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.
(1) Ele advertia freqüentemente contra ela no AT. (a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas). (b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38). (c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).
(2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.
(a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
(b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
(c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).
(3) O NT também adverte todos os crentes contra a idolatria.
(a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo.
(b) Daí, o NT nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6; ver o estudo RIQUEZA E POBREZA) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).
Bons Estudos.
Adalberto.

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A ALMA — O QUE É? PODE MORRER?
A primeira menção da alma humana na Bíblia ocorre em Gênesis 2:7, que diz: “E Yahweh Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente.” Queira notar que o homem não recebeu uma alma, mas veio a ser uma alma vivente. A alma é a pessoa inteira, não uma parte invisível dela. Sabia disso? Veja mais algumas declarações bíblicas no mesmo sentido: MARC.14:34.EXOD.12:15,17.JZ.16:16.JO´7:15.11:20.18:4.ISAI.55:3.ATO.2:41,43.3:21.
JOSU.11:11.10:35,37.JO´33:22.NUM.23:18.11.6.HAB2:4.PROV25:25.ATOS.3:23.2:43.12:16. EXO16:16. GEN2:7.12:5.14:21.36:6.46:15,18,25,26,27.EXO.16:16.LEV.4:2.17:10,12,15.18:29.20:6.22:11
23:29,30.NUM.5:6.15:27,28,30,31.19:18,20,22.31:35,40,46.DEUT,10:22.12:20. 1ª SAMU.22:22
PROV.19:2,15.27:7.GER.43:6.52:29.LAMEN.3:25.ATOS.2:41,43.27:37.ROM.13:1.1ª CORI 15:45.
1ª PEDR.3:20.2ª PEDR.2:14. SAL.22:20.78:50.16:10.66:9.86:13.33:5,6,19.56:13.7:2.66:9.GEN.2:7.12:5,13.19:20.17:14.36:6.
GERE.2:34.43:6.52:29.18:20.38:17.13:17.31:25.45:5.EZE.13:19.18:20.LUC12:19.6:9.9:24. DEUT.12:20.10:22.JOS.11:11.10:35-37.EZEQ.13:19.LEV.23:10.4:2.18:29.23:29,30.
MARC.14:34.EXOD.12:15,17.JZ.16:16.JO´7:15.11:20.18:4.ISAI.55:3.ATO.2:41,43.3:21.TIA.5:20.
10:35-37.JO´33:22.NUM.23:18.11.6.HAB2:4.PROV25:25.ATOS.3:23.2:43.12:16.
GEN2:7.12:5.14:21.36:6.46:15,18,25,26,27.EXO.16:16.LEV.4:2.17:10,12,15.18:29.20:6.22:11
23:29,30.NUM.5:6.15:27,28,30,31.19:18,20,22.31:35,40,46.DEUT,10:22. 1ª SAMU.22:22
PROV.19:2,15.27:7.GER.43:6.52:29.LAMEN.3:25.ATO.2:41,43.27:37.ROM.13:1.1ª CORI 15:45.
GEN.12:13.17:14.19:19,20.EXO.12:15,19.31:14.LEV.19:8.22:3.NUM.9:13.15:30,31.19:13,20.35:11.JOS.10:28,30,22,37,39.11:11.11:20.33:22,28.SAL.7:2.GER.18:20.38:17.EZE.13:19.18:4,20.22:27.MAT.26:38.MARC.14:34.ATOS.3:23.ROMA.11:3.GEN.35:18.30:12.MT 10:28.JZ.12:3.10:39.LUC.12:20.ATOS.20:10.1ª TESS.2:8.TIAG.1:21.
1ª REIS.17:21. 2ª REIS.4:32,35.
Significa isso que, quando alguém morre, sua alma morre? A Bíblia menciona repetidas vezes almas como morrendo ou sendo destruídas. Como ilustração: “Terei de destruir esta alma dentre o seu povo.” (Lev. 23:30) “Todo aquele que tiver matado uma alma . . .” (Núm. 31:19) “Jesus disse-lhes então: ‘Eu vos pergunto: É lícito, no sábado, . . . salvar ou destruir uma alma?” — Luc. 6:9.
Qual é a condição duma alma que foi morta ou destruída? Note a descrição do patriarca Jó do que lhe teria acontecido, se tivesse morrido logo ao nascer: “Pois agora eu já estaria deitado para ter sossego; então dormiria; estaria descansando.” (Jó 3:13) No que se referia a Jó para ele os mortos estavam sossegados, adormecidos. Em harmonia com isso, as Escrituras declaram adicionalmente: “Os mortos, . . . não sabem de absolutamente nada.” — Ecl. 9:5; João 11:11-13; Atos 7:60; 1 Cor. 15:6, 18, 20, 51; 2 Ped. 3:4.
EM QUE SENTIDO ‘PARTE’ E ‘VOLTA’ A ALMA
Descrevendo o falecimento da esposa de Jacó, Raquel, a Bíblia relata: “Enquanto a sua alma partia (porque estava morrendo), ela chamou [seu filho recém-nascido] pelo nome de Ben-Oni.” (Gên. 35:18) E lemos sobre o profeta Elias trazer de volta à vida o filho de certa viúva: “Yahweh escutou finalmente a voz de Elias, de modo que a alma do menino voltou para dentro dele e este reviveu.” — 1 Reis 17:22.
O que se quer dizer com a alma ‘partir’ e ‘voltar’ nestes casos? Isto é esclarecido pela tradução de 1 Reis 17:22 na Nova Bíblia Normal Americana, publicada em inglês: “E o Senhor ouviu a voz de Elias, e a vida do menino retornou a ele e ele reviveu.” Quando as pessoas morrem, sua vida como almas humanas esvai-se. Foi a vida, não alguma substância consciente, que retornou às células do corpo do menino. Por isso, Elias disse à mãe do garoto: ‘Vê, teu filho [a pessoa inteira, não apenas seu corpo] está vivo.” — 1 Reis 17:23.
O Seol e Hades na Bíblia
“Sepulcro”, 5 vezes: Números 16:30, 16:33; Salmo 6:5; Ezequiel 32:27; Habacuque 2:5. “Enterrado”, 1 vez: Salmo 49:14. “Terra”, 1 vez: Salmo 55:15. “seol”, 2 vezes: Jó 17:16; Salmo 139:8.”Sepultura”, 1 vez: Salmo 89:48.
Observe que das 65 vezes que esse lugar é mencionado no antigo testamento, em apenas duas o seu nome verdadeiro é mencionado em Almeida.
SAIR DO “INFERNO”
8 Pode alguém sair do Seol (Hades)? Tome o caso de Jonas. Quando Deus fez com que um grande peixe engolisse Jonas para que não se afogasse, Jonas orou do ventre do peixe: “Na minha aflição clamei a Jeová e ele passou a responder-me. Do ventre do Seol clamei por ajuda. Ouviste a minha voz.” — Jonas 2:2.
9 Que queria dizer Jonas com “do ventre do Seol”? Ora, o ventre daquele peixe certamente não era um lugar de tormento ardente. Mas poderia ter sido a sepultura de Jonas. De fato, Jesus Cristo disse a respeito de si mesmo: “Assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do enorme peixe, assim estará também o Filho do homem três dias e três noites no coração da terra.” — Mateus 12:40.
10 Jesus ficou morto e na sepultura por três dias. Mas a Bíblia relata: “Nem foi abandonado no Hades . . . A este Jesus, Deus ressuscitou.” (Atos 2:31, 32) De maneira similar, pela direção de Deus, Jonas foi levantado do Seol, quer dizer, do que poderia ter sido a sua sepultura. Isto aconteceu quando o peixe o vomitou em terra seca. Sim, é possível sair do Seol! De fato, Revelação (Apocalipse) 20:13 contém a promessa animadora de que ‘a morte e o Hades entregarão os mortos neles’. Quão diferente do que muitas religiões ensinam é o ensino bíblico sobre a condição dos mortos!

O SEGUNDO NOME TRADUZIDO POR INFERNO É O HADES:
Hades é uma palavra grega que possui o mesmo siguinificado da palavra Seol (palavra hebraica), portanto estamos falando do mesmo lugar.
A razão pela qual este lugar recebe um novo nome em o Novo Testamento é pelo fato de que todo o Novo Testamento tenha sido escrito em grego enquanto a maior parte do velho testamento foi escrito em hebraico.
Vejamos como esta palavra foi traduzida na versão corrigida de almeida:
“Inferno”, 8 vezes: Mateus 11:23, 16:18; Lucas 10:15; 1 Coríntios 15:55; Apocalipse 1:18, 1:18, 6:8, 20:13, 20:14.
“Hades”, 3 vezes: Lucas 16:23; Atos 2:27, 2:31.
“O FOGO INEXTINGÜÍVEL”
O que, porém, quis Jesus dizer quando mencionou a “Geena ardente”? (Mat. 5:22, traduzido “fogo do inferno” na versão Almeida, I. B. B.) Um exemplo do ensino de Jesus sobre a Geena é encontrado em Marcos 9:43-48.
“Se a tua mão te fizer alguma vez tropeçar, corta-a; melhor te é entrares na vida aleijado, do que ires com as duas mãos para a Geena, para o fogo inextinguível. E, se o teu pé te fizer tropeçar, corta-o; melhor te é entrares na vida coxo, do que seres com os dois pés lançado na Geena. É evidente que Jesus teve em mente o aniquilamento pela Geena, porque, numa ocasião posterior, ele exortou seus discípulos: “Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo.” — Mat. 10:28.
Mas, se isso for verdade, por que associou Jesus o “fogo” com a Geena? Alguma informação histórica é provida no Novo Comentário Bíblico (1965, em inglês): “Geena era a forma helenizada do nome do vale de Hinom em Jerusalém, no qual se mantinham constantemente fogos acesos para consumir o lixo da cidade. Este é um poderoso quadro da destruição final.” As referências bíblicas à Geena, portanto, não fornecem base para a doutrina dum eterno tormento consciente num inferno de fogo.
O TERCEIRO LUGAR TRADUZIDO POR INFERNO É O TÁRTARO
INFERNO TÁRTARO= Aparece apenas em 1Pedro2.4 em que lemos:“Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes precipitando-os no inferno Tártaro os entregou a abismos de trevas, reservando-os para o Juízo”. Confira Judas.6
Que diz a Bíblia, ajudando-nos a entender o que a alma é?
Gên. 2:7.1 Cor. 15:451 Ped. 3:20.Gên. 9:5Jos. 11:11: “Foram golpear toda alma [em hebraico, néfesh] que havia nela com o fio da espada.” (Mostra-se aqui que a alma é algo que pode ser tocado pela espada, de modo que essas almas não poderiam ter sido espíritos.)
A Bíblia diz que os animais são almas?
Gên. 1:20, 21, 24, 25.Lev. 24:17, 18
Pode a alma humana morrer?
Eze. 18:4.Mat. 10:28.Atos 3:23
É possível almas (pessoas) humanas viverem para sempre?
É a alma o mesmo que espírito?
Ecl. 12:7.Ecl. 3:19 versículos 20 e 21 de Ecl. 3, Heb. 4:12.Continua a ter vida consciente uma pessoa depois de o espírito deixar o corpo?
Sal. 146:4” Salmo 104:29.
Na Bíblia,a Alma portanto, não se refere a uma entidade espiritual indistinta que deixa o corpo após a morte. Refere-se a uma pessoa ou a um animal, ou à vida que uma pessoa ou um animal usufruem.
Homem é alma. Gên 2:7; 1Co 15:45; Jos 11:11; At 27:37
Os animais também são chamados almas. Núm 31:28; Re 16:3; Le 24:18
Alma tem sangue, se alimenta e, pode morrer. Je 2:34; Le 7:18; Ez 18:4
A alma pode referir-se a vida do Homem,vida pode ser- alma. Mr 8:36; Jo 10:15
Vida como pessoa ou criatura é alma. Jo 10:15; Le 17:11
O poder vital que move alma chamada é chamado de “espírito”. Sal 146:4; 104:29
Quando morre o, controle do poder vital volta a Deus. Ec 12:7
Somemte o Criador pode ativar o poder que dar a vida. Ez 37:12-14

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