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A CARNE DE PORCO, O HOMEM E A DOENÇA

 

A CARNE DE PORCO, O HOMEM E A DOENÇA u– Perturbações nervosas, hipertensão, cegueira, loucura e morte pode ser o resultado de comer carne de porco. É o que afirma o dr. Antônio Augusto de Almeida, professor de Oftalmologia na faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas e pesquisador respeitado em todo o mundo. O responsável pelos transtornos é a larva da “taenia solium” (solitária), o cisticerco que ataca um em cada dois mil brasileiros que vão ao oculista.

A triquina é um verme pequenino. O macho mede um milímetro e meio de comprimento e a fêmea mede 3 a 4 milímetros. Vive sua fase larval nos músculos do porco ou do homem; e no rato vive definitivamente a vida de adulto. Mediante a ingestão de carne de porco, toucinho, presunto, linguiça, etc., o homem se infesta com larvas de triquina. Essas larvas se desenvolvem no intestino delgado até se tornarem vermes adultos, quando desprendem embriões, que em parte saem com as fezes e em parte atravessam a camada que fica abaixo da mucosa intestinal e penetram no sangue, com o qual percorrem o corpo até se alojarem nalgum músculo, produzindo a triquinose.

A triquinose é uma doença febril algo parecida com a febre tifoide ou a cólera. É muito perigosa e frequentemente ocasiona a morte. E o pior é que não há tratamento eficaz contra essa enfermidade, depois que as larvas se encistarem nos músculos. A única precaução segura é evitar completamente a carne de porco e os seus derivados.

Manuseando trabalho apresentado em vários congressos, o dr. Almeida informou que 80% dos enfermos de cisticercose ocular chegaram ao Instituto Penido Burnier em Campinas com sintomas de perda total ou parcial da visão. Em geral o cisticerco avança em direção dos olhos pelas veias. Uma vez instalado no olho, começa a desenvolver-se, ocupando maior espaço, provocando o deslocamento da retina e mesmo invadindo o corpo vítreo.

Em geral, admite-se que a presença de vermes de triquina nos porcos constituía a base para a proibição de seu uso como alimento pelo povo judeu. No livro A History of Parasitology (História da Parasitologia), W. D. Foster dá ênfase a este ponto de vista: “As proibições mosaicas e muçulmanas com referência a comer carne de porco foram motivadas, com muito mais probabilidade, pela observação de surtos de triquinose, do que por qualquer outro reconhecimento de correlação com a infestação pela tênia… A correlação da enfermidade com o comer carne de porco estava facilmente ao alcance da compreensão dos povos primitivos. Em realidade, é surpreendente que essa correlação fosse olvidada pelo mundo em geral, embora as condições não pudessem ter sido invulgares, e olhando para trás podemos reconhecer epidemias que indubitavelmente eram motivadas pela triquinose” (Foto: Divulgação).

Texto: Júlio César Prado.
Fonte:https://m.facebook.com/story.php…

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