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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Ano novo ou novo calendário velho?

Ano novo ou novo calendário velho?

Em meio a toda esta empolgação extasiante do mundo de nossos dias, nos deparamos com o desejo de “ano novo”… feliz ano novo, champagne, fogos, velas, etc…

Será novo um ano que começa velho?

Pois vejamos a comemoração de Ano Novo remonta os tempos velhos…

  1. O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano.

  2. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado) -(01)*

Ou seja, o mundo está voltado para um calendário anterior ao nascimento de Yeshua, homologado pela religião sincrética romana imperial.

Se estamos saindo de Roma(religião apóstatada da prática apostólica Netzarim, formada por Yeshua e seus discípulos restaurando a adoração ao D-us de Israel), voltados para Sião, tendo o cuidado de não cair em Bavel(religião apóstata de Israel). devemos seguir a contagem dos dias, biblicamente.

Um pouco sobre as festas de Israel…

O PRIMEIRO MÊS DO ANO… AS FESTAS…

” Iniciando o ano temos o Chag há Pessach ou (Festa da Pasagem) celebrada no 14° dia do primeiro mês (Vaicrá/Lv 23:5) quando recordamos o cordeiro do Pessach sacrificado e do sangue nos umbrais das portas de Israel que o protegeu do anjo da morte. Nesse dia celebramos a passagem para a vida e a liberdade.

Do 15° ao 21° dia do primeiro mês temos Chag Há Matzot (Festa dos pães sem fermento) que lembra à saída apressada dos exércitos de Israel da terra do Egito, com suas massas sem fermentar e os sete memoráveis dias em que o povo iniciou sua jornada para a liberdade. (Vaicrá/Lv 23:6-9)

Durante a festa dos pães sem fermento se celebra o Chag Há Bikurim, Festa das Primícias em que o molho da cevada é movido na presença do Eterno recordando que a cevada dos egípcios foi devastada pela saraiva enquanto os israelitas tiveram o cereal em suas casas por que são primícias de Elohim. (Vaicrá/Lv 23:10-14).

Se seguirmos lendo a lista das festas sagradas veremos que elas são oito no total:

  1. A primeira delas é o יִיעִב ְשַּׁה יּוֹם yom há sehvi ou ´setimo dia (bereishit/Gn 2:2), também chamado de יּוֹםַה תָבּ ַשׁ Shabat há`yom ou dia do “sábado” (Shemot/Ex 16:26). Vaikrá/Lv 23:3.

  2. A segunda delas é o הָיהוַל חַסֶפּ pessach la`Yahweh (Páscoa para o Eterno) que é celebrada ao 14° dia do primeiro mês ou aviv. Vaikrá/Lv 23:5.

  3. A terceira é a הָיהוַל צּוֹתַמַּה גַח “chag há matzot la Yahweh” ou festa dos pães sem fermento para o Eterno que dura sete dias a começar no 15° de aviv se prolongando até ao 21° dia do mesmo mês. Vaikrá/Lv 23:6-8.

  4. A quarta é o רֶמֹעָה תֶא יףִנֵהְו vê`henif et haomer, o movimento do omer de cevada conhecida também como bikurim (primícias), pois nela se movia a primícia da colheita da cevada, e era realizada no primeiro dia após o shabat que se segue ao pessach, ou seja entre o dia 15 e o 21 do primeiro mês. Vaikrá/Lv 23:10-14.

  5. A quinta é a תֹעֻב ָשׁ גַח Chag Shavuot ou Festa das Semanas, por se realizar 49 dias, ou 7 semanas após a festa das primícias da cevada. Também chamada de festa das primícias do trigo. Vaikrá/Lv 23:15-22.

  6. A sexta é o הָרוּעְתּ רוֹןְכִז zicharon teruah ou memorial das trombetas, quando se toca o shofar no primeiro dia do sétimo mês e se começa a contagem regressiva de dez dias para receber o perdão. Vaikrá/Lv 23:24-25.

  7. A sétima é o yom יםִרֻפִּכַּה יוֹם yom há kipurim ou dia do perdão, que ocorre no 10° dia do sétimo mês, quando em jejum solene se aguardava a expiação dos pecados de Israel mediante o sacrifício de dois bodes. Vaikrá/Lv 23:26-32.

  8. A oitava é o כּוֹתֻסַּה גַח Chag há sukot ou festa dos tabernáculos, celebrada do 15° ao 21° dia do sétimo mês, quando os filhos de Israel habitavam em tendas para lembrar sua jornada pelo deserto. Esta era a festa das colheitas, em honra ao Eterno por haver dado o fruto da terra. Vaikrá/Lv 23:34-37.

Todas estas festas são estatutos perpétuos para serem guardados pelos filhos de Israel em todas as gerações, logo não faz o menor sentido nem pensar nem ensinar que estas festas terminaram com o ministério do Messias. ” -(02)*

As Escrituras nos ensinam a andar no caminho que conduz ao Reino Vindouro, celebrando os dias de acordo com Adonai, Mashiach, profetas, patriarcas. Tais dias são perpétuos, como sinal de uma aliança renovada mediante o sacrifício de Yeshua, ressurrecto.

Ficaria difícil desejar um feliz ano que já começa velho, pelas razões acima relacionadas… mas contudo, entretanto, se você achar viablidade em algo velho, que não se renova a cada dia, boa sorte!

Feliz contagem bíblica, em dias, festas, tempos…

Shalom desde Sião, em nome do Maschiach de Yhwh, recebido aqui: Yeshua!

Créditos:

Wikipedia*

** שָׁ רֵת נָצְרִי קָהַל יִשְׂ רָאֵל Série Estudos Bíblicos – Ministério Nazareno Comunidade de Israel – Rosh Gilnei Barboza da Silva

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