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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Entendendo o Sábado e Seu Sinal

Entendendo o Sábado e Seu Sinal

Qual o valor do sábado?
Em que sentido ele é um sinal?
É ele apenas um dia de proibições?
O ele ter sido dado especificamente a Israel tem alguma razão especial?

Pelo relato de Gn 2:1-3, o sábado foi criado e separado para o Eterno no sétimo dia da semana da criação. Posteriormente foi dado pelo Eterno a Israel para que servisse de sinal entre Ele e Israel (Seu povo). Ez 20:12 e 20.-

No relato do livro de Gênesis encontramos o Eterno chamando Abraão e lhe fazendo a promessa de que nele todas as famílias da terra seriam benditas. Gn 12:1-3; 22:18. De Abraão nasceu Isaque, de quem foi filho Jacó, que se tornou o pai dos doze patriarcas que deram origem às doze tribos que formaram a nação de Israel, nação que o Eterno tomou por Sua testemunha diante dos seres celestiais (Lv 24:5-9 e Ap 11:7; 12:11), como também diante de todas nações da terra (Is 43:10-12; 44:8).

Sendo Sua testemunha, além de lhes dar os sábados como sinal de que Ele é o Seu Deus e Israel o Seu povo, lhes confiou estatutos e juízos para que por meio destes, todos os povos pudessem ser atraídos e abençoado pelo conhecimento do Deus verdadeiro revelado através da sabedoria e bênçãos de se seguir Seus caminhos como revelado pelo testemunho de Israel. Dt 4:5-8.

A revelação do plano da redenção foi confiado a Israel, e todos os povos necessitam a exemplo de Raabe, Rute, o Centurião Cornélio e outros, abandonar os costumes de sua nação de origem e viver de acordo com os ensinamentos que o Eterno confiou a Israel, a quem tomou por Sua testemunha.

Ensinamentos Que Envolvem o Sábado

O sábado identifica o povo do Deus eterno (Ez 20:12 e 20), a nação por Ele escolhida para difundir Seu conhecimento. Sabemos que a única nação em todo o mundo a quem o Eterno deu o sábado e que até hoje mantém essa observância é a nação de Israel, portanto entendemos com isso que só através do povo de Israel podemos compreender qual seja a vontade e os propósitos do Eterno.
De acordo com o apóstolo Paulo em Cl. 2:16 e 17, as festas, as luas novas e os sábados, são sombras das coisas futuras, portanto precisam ser entendidas como símbolos proféticos a se cumprirem no futuro.

Infelizmente o mundo cristão evangélico de uma maneira geral, adotou direta ou indiretamente o ensinamento da ICAR que afirma ter Israel sido rejeitado pelo Eterno em sua missão de ser Sua testemunha diante de todos os povos, sendo a mesma transferida para a igreja cristã a partir da morte de Yeshua. Infelizmente os próprios evangélicos ao adotar este princípio parecem ter esquecido que a mesma organização que mudou os tempos e a lei, foi a mesma que estabeleceu e adotou esse conceito da rejeição de Israel, fato este sem nenhum apoio bíblico conforme podemos verificar em diversos textos nas Escrituras dos quais citamos o profeta Jeremias em seu livro: Jr 31:31-37

Segredos Que Precisamos Conhecer Sobre o Sábado

Certo dia de sábado Yeshua disse aos judeus que o acusavam de violar o mesmo, que o Eterno (Seu Pai), “trabalha até agora” e Ele (Yeshua), também trabalha. Jo 5:17. Como entender essa declaração de Yeshua ?

Ao observar em um dia de sábado as obras criadas pelo Eterno, verificaremos que à noite, a lua e as estrelas mantém suas órbitas e brilho inalterado como em outro dia qualquer. Os animais noctívagos seguem seus instintos sem nenhuma diferença dos demais dias. Durante o dia, o sol não demonstra nenhuma alteração de sua rotina; no reino animal, as aves, os insetos e todos os demais seres, mantém a mesma rotina dos demais dias à semelhança do reino vegetal cujas flores continuam a desabrochar, os frutos e ervas a crescerem, etc…

Sabemos que o Eterno e Seu Filho são os mantenedores de toda estrutura, tanto em nosso planeta, como em todo o vasto universo; dessa forma, tanto Ele quanto Seu Filho, trabalham todos os dias, inclusive aos sábados.

Em outra ocasião Yeshua ensinou que o sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado (Mc 2:27), ensinamento que podemos compreender facilmente com o relato acima, ao verificar que tanto os animais, os vegetais e demais obras do Eterno, não demonstram nenhuma mudança em sua rotina que venha diferenciar o sábado dos demais dias. Apenas para o homem foi dado essa diferenciação, para que nele se cumpram os propósitos do Eterno

O apóstolo Paulo em Cl 2:16, ensina que o sábado trata-se de um símbolo profético. Visto o ele ter sido considerado como sombra de coisas que ainda deveriam acontecer. Baseados nesse texto, e sem considerar no momento o que se pode ou não realizar no sábado, analisemos alguns conceitos já desenvolvidos sobre esse tema:

O Eterno Estabeleceu Três Modalidades de Sábado

Um sábado fixo – Vinculado ao sétimo dia da semana.
Sete sábados móveis (cerimonial) – Vinculados às Festas Fixas estabelecidas pelo Eterno e confiadas a Israel.
Um ano sabático fixo – Vinculado ao descanso da terra a cada sete anos.

Infelizmente no meio cristão evangélico também prevalece o conceito herdado da ICAR de que estes sábados perderam a validade com o assassinato do Messias, conceito este refutado pelo próprio apóstolo Paulo em Cl 2:16, onde bem após a morte do Messias, ele incluiu os sábados como sombra das coisas futuras.

Sendo o Sábado um Sinal, o Que o Mesmo vem Indicar ?

Antes de considerar o tema acima, gostaria de inserir o seguinte texto da pesquisa “Entendendo as Mensagens Proféticas Reveladas nas Festas Fixas que o Senhor deu ao Povo de Israel”

“O significado do sábado não é compreendido como deveria ser. Ele é muito mais que um dia de proibições, adoração e descanso; Ele é a chave que o Eterno nos deu com o objetivo de desvendarmos Seus mistérios a serem revelados nos últimos dias. Cl 2:16 e 17; Ez 20:12 e 20; Is 58:13-14”.
Atribuímos as bênçãos do Eterno apenas ao sábado semanal e nos esquecemos que elas estão vinculadas ao ano sabático e aos demais sábados móveis (cerimoniais) pois todos juntamente são os sábados do Deus Eterno.

Esquecendo os sábados móveis (cerimoniais) e o ano sabático, deixamos de compreender seu verdadeiro significado, e mantemos uma má compreensão do verdadeiro significado do sábado semanal, visto que os três estão intimamente ligados.

Antes de ser um sinal entre o Eterno e Seu povo, Ez 20:12 e 20, o sábado foi instituído no sétimo dia da semana da criação, Gn 2:3, apontando para o final dos tempos quando então o Eterno encerrará Sua questão com os transgressores de Sua lei, sendo também um sinal indicando o tempo em que se cumprirão as Festas Fixas dadas pelo Eterno a Seu povo. Cl 2:16.

* Uma vez que os sábados relacionados com as Festas Fixas são móveis, variando de ano para ano com os demais dias da semana, alguns desses sábados apontam para eventos que deverão ocorrer quando houver um alinhamento deles com os sábados semanais em tempos já determinados pelo Eterno.
* Os sábados cerimoniais da festa da primavera que não se alinharam e os que ainda não se alinharão na festa dos tabernáculos com os sábados semanais estão intimamente ligado aos eventos dos últimos dias e aos demais sábados, conforme prefigurado nas Festas Fixas quando do cumprimento das profecias a elas relacionadas.
* O Ano Sábático, período de descanso para a terra entre o povo de Israel, aponta para o milênio, quando nosso planeta irá repousar da degradação a que ficou sujeito. Entendemos portanto que quando do cumprimento dessa profecia, o milênio deverá iniciar-se em um Ano Sabático.

Considerando o comentário acima citado sobre os sábados, e ao analisar o sábado semanal e os sete sábados vinculados às Festas Fixas, veremos que o sábado semanal se trata de um dia fixo, sempre ocorrendo no sétimo dia da semana, enquanto que os sábados das Festas são móveis, podendo ocorrer em qualquer outro dia da semana inclusive no sábado semanal.

Os sábados móveis apontam para acontecimentos que deverão ocorrer quando estes se alinharem com o sábado semanal em tempos já determinados pelo Eterno; como exemplo podemos citar o primeiro sábado móvel (15 do primeiro mês no calendario judaico), que estando vinculado à Festa da páscoa, indicava o dia em que o cordeiro pascal (símbolo para o Messias), deveria ser reconhecido ou rejeitado por toda hoste celestial como sendo aquele a quem o Eterno outorgou todo poder e autoridade, e a quem todos deveriam prestar obediência. Ou seja, exatamente ao cair da tarde do dia 14 do primeiro mês, véspara do primeiro sábado móvel no ciclo das festas, no tempo estabelecido pelo Eterno, este dia coincidiu exatamente com o sexto dia da semana ocasionando um alinhamento daquele sábado móvel com o sábado semanal, marcando assim o início para o cumprimento da profecia relacionada com a festa da Páscoa. Jo 19:14 e 31

Páscoa

Dia 14 do primeiro mês (véspara de um sábado móvel), ocasião determinada pelo Eterno em que as hostes celestiais deveriam decidir se aceitariam ou rejeitariam o Messias por Ele ungido (simbolizado pelo Cordeiro Pascal).

Primeiro dia dos Pães Asmos

Dia 15 do primeiro mês (primeiro sábado móvel no ciclo das festas), início da Festa dos Pães Asmos.

Exatamente no dia 14 do primeiro mês, ao cair da tarde do sexto dia da semana, portanto, véspera de um sábado móvel que naquela ocasião se alinhou com o sábado fixo (semanal), o Messias prometido, foi reconhecido por 2/3 da hoste celestial como seu soberano, e rejeitado por 1/3 da mesma, que, ao invés de reconhecer sua autoridade, a rejeitaram e o assassinaram derramando sua vida (sangue) sobre a terra no Calvário, almejando receber para si a autoridade a Ele outorgada.

O segundo sábado móvel, 21 do primeiro mês, indicativo do final da Festa dos Pães Asmos e não se alinhando com um sábado semanal na mesma ocasião em que o primeiro se alinhou, aponta para o final dos tempos, quando não mais necessitaremos nos esforçar para evitar o pecado, simbolizado pelo fermento, que deverá ocorrer somente por ocasião do sábado móvel que marcará o início da Festa dos Tabernáculos, dia 15 do sétimo mês.

O terceiro sábado móvel, dia 06 do terceiro mês, conhecido como Festa de Pentecostes, aponta para o encerramento da primeira colheita (seres celestiais) do ciclo das Festas , colheita esta que também foi prefigurada pela divisão do véu do santuário (simbolizando a divisão da hoste angélica) por ocasião do assassinato do Messias, onde a terça parte dos anjos se posicionaram ao lado do dragão. Este sábado móvel que não se alinhou com o sábado semanal quando de seu cumprimento, e sim com o primeiro dia da semana, como fora determinado na profecia, indicou o final dos tempos para os seres celestiais, quando então foi selado seu destino, não havendo mais oportunidade de perdão para os mesmos.

Ao observar a maneira como se cumpriram os acontecimentos previstos para os sábados móveis vinculado às Festas Fixas que aconteciam na estação da primavera naquele hemisfério e aplicando o mesmo princípio para os sábados móveis das Festas Fixas na estação do outono, verificaremos que por ocasião de seu cumprimento, dos quatro sábados móveis vinculados às mesmas, três se alinharão com os sábados semanais, e apenas um não deverá se alinhar.

Assim como o primeiro sábado móvel na estação primaveril ao se alinhar com um sábado semanal em tempos já determinados marcou o início do cumprimento das profecias alusivas ao início do plano da redenção, o primeiro sábado móvel da estação outonal ao se alinhar com um sábado semanal em tempos já determinados pelo Eterno, marcará o início do cumprimento das profecias alusivas ao final do plano da redenção.

Na estação outonal o primeiro sábado móvel dia 01 do sétimo mês, aponta para o último convite, por indicar os dez últimos dias que o Eterno dará a Seu povo proveniente de todas as nações, para que se arrependam e se preparem para o dia do juízo, Yon Kipur, quando então será decidido o destino para a vida ou para a morte de todos que professarem servi-Lo.

O segundo sábado móvel desta estação, dia 10 do sétimo mês, aponta exatamente para o dia do juízo, onde nos é claramente apresentado que todos aqueles que não deram crédito à mensagem apresentada através do primeiro sábado móvel, (Festa das Trombetas), não terão mais nenhuma oportunidade de arrependimento ou preparo; sua sorte estará lançada para sempre juntamente com a dos impenitentes.

À semelhança do terceiro sábado móvel da estação primaveril que não se alinhou com um sábado semanal por ocasião de seu cumprimento, porém indicou o final dos tempos para os seres celestiais, quando então se encerrou a oportunidade de arrependimento e perdão para os mesmos, o segundo sábado móvel da estação outonal, embora não se alinhe com um sábado semanal por ocasião de seu cumprimento, aponta para o final dos tempos para a humanidade, quando então se encerrará a oportunidade de arrependimento e perdão.

O terceiro sábado móvel da estação outonal, dia 15 do sétimo mês, apontando para o encerramento da última colheita, (seres humanos), no ciclo de Festas Fixas, e o período de peregrinação de Israel pelo deserto, indica o encerramento da grande colheita, quando o Messias virá buscar todos aqueles que consagraram a vida ao Eterno, e os conduzirá em uma jornada espacial para o encontro com o Deus eterno no Santuário Celestial.

O quarto sábado móvel dessa estação, dia 22 do sétimo mês, aponta exatamente para o final da jornada espacial, e o encontro com o Deus Eterno no Céu dos céus, o Santuário Celestial.

Ano Sabático

O sábado do sétimo dia apontando para o descanso do Eterno após a criação da Terra e tudo que nela há, indica o final da obra da redenção, quando então o Eterno descansará do conflito milenar com o pecado. Sendo o Ano Sabático um longo período de descanso para a terra, torna-se um símbolo apropriado para o milênio, período em que a Terra irá descansar do conflito entre o bem e o mal, período que deverá iniciar em um Ano Sabático”.

Existe algum motivo especial para que o sábado fosse dado como um sinal específico para Israel ?

Além de dar origem ao dia e a noite, o movimento de rotação da Terra propicia o surgimento de diferentes fusos horário entre os continentes, e mesmo entre as nações de um mesmo continente. É interessante observar que enquanto em um continente ainda é dia, em outro já é noite; enquanto em uma nação ainda é o primeiro dia da semana, em outra já é o segundo. Por isso mesmo, aprouve ao Eterno colocar Israel como referência entre todas as demais nações, para melhor compreensão do tempo em que se cumprirá Sua vontade expressa nas profecias.
Para uma melhor compreensão desse assunto, analisemos a profecia vinculada à Festa da Páscoa, onde sabemos que o horário em que o cordeiro pascal deveria ser recebido ou rejeitado pela hoste angélica foi indicado como sendo ao cair da tarde. Sabemos muito bem, que quando de seu cumprimento, o Cordeiro de Deus, Yeshua, foi recebido por 2/3 da hoste angélica e rejeitado por 1/3 da mesma exatamente ao cair da tarde em Israel.

Considerando o fuso horário nos diversos continentes, a profecia não teria como se cumprir, ou mesmo causaria muita confusão e dúvida em sua aplicação devido a grande diferença no fuso horário entre os continentes, pois, no momento em que o Cordeiro Pascal era recebido ou rejeitado ao cair da tarde em Israel, aqui no Brasil, por exemplo, ainda era o período da manhã, e em algumas outras nações o período noturno.

Sendo assim, entendemos que o preparo para os acontecimentos proféticos relacionados com as festas do período outonal, Festa dos Tabernáculos, deverá se basear no fuso horário e no calendário judaico.

O que fazer ou não aos sábados

Quando no Egito, Israel não tinha condições de observar os mandamentos do Eterno por ser um povo escravo daquele reino, ao se cumprir os tempos para que Israel herdasse a terra prometida a Abraão, Isaque e Jacó, Ele os retirou de lá com mão forte e poderosa, deu-lhes estatutos, juízos e condições de os observar. Foi um período em que Israel viveu sob uma teocracia; o Eterno reinava através de juízes, supria todas as suas necessidades a níveis de segurança, abrigo, alimentação, etc…, e dessa forma, todo e qualquer transgressor recebia a devida punição por serem indesculpáveis perante Ele.
Em nossos dias ainda podemos observar a mão do Eterno protegendo e guiando a nação de Israel, embora a mesma não seja regida por uma teocracia, e sim por uma democracia onde a vontade de seus dirigentes prevalece independentemente da vontade do Eterno.

Sendo rodeada por nações inimigas, Israel precisa manter-se em alerta 24 horas por dia, de modo que as atividades essenciais tais como transporte, segurança, saúde, comunicação, e outras mais, são mantidas em atividade ininterrupta, sendo praticamente impossível a observância do sábado conforme o mandamento. Mesmo assim, podemos observar através dos acontecimentos atuais a mão do Eterno amparando essa Nação.

Se Israel, o povo que o Eterno estabeleceu como Sua testemunha não tendo condições de observar o Sábado conforme o mandamento é por Ele amparado, mantido como Sua testemunha, e conduzido conforme podemos observar ao verificar o cumprimento das profecias relativas aos últimos dias, o que diremos das demais famílias da terra, que conforme prometido pelo Eterno a Abraão, seriam abençoadas por Ele através do testemunho e conhecimento comunicados por Israel?

Mesmo que devido aos problemas sócio econômicos que afligem a humanidade não consigamos observar o sábado conforme o mandamento, isto não nos impede de santificá-lo em nosso coração e em nosso viver, tendo pleno conhecimento de seu significado, tornando-o também um sinal entre nós e o Deus eterno, tendo em vista os acontecimentos por ele sinalizado.

Conclusão

Uma verdadeira compreensão do significado do sábado nos permite discernir as profecias bíblicas como também identificar os múltiplos ensinos falsos que permeiam toda cristandade. O sábado nos indica quem verdadeiramente é o povo de Deus, aquele a quem Ele confiou suas leis e estatutos, como também as profecias alusivas aos últimos dias quando então exercerá seus juízos sobre toda criação.

Uma vez que o sábado foi dado a Israel como sinal, precisamos entender que para conhecermos ao Eterno precisamos recorrer aos ensinamentos que Ele deu a este povo, o que infelizmente não foi feito pelos dirigentes da igreja cristã primitiva que recorreram aos ensinamentos e a filosofia grega para explicar o relacionamento do Eterno com sua criação dando origem a uma diversidade de doutrinas fundamentais da igreja cristã sem nenhuma base nas escrituras hebraica (Velho Testamento), algumas das quais iremos analisar neste site.
Leia mais: http://www.profeciasbiblica.com/estudo/o-sabado/

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