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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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IMORTALIDADE CONDICIONAL – UMA GALERIA DE DEFENSORES

IMORTALIDADE CONDICIONAL – UMA GALERIA DE DEFENSORES 

Ao contrario do que alega Ademir Goulart, a visão holista é muito mais coerente com a fé cristã, como demonstramos acima em 10 pontos de evidente superioridade em termos de entendimento do evangelho de Deus, Sua justiça, o tema da Juízo e do Advento, etc.

Ele que nos apresente UMA SÓ vantagem em crer na imortalidade da alma, segundo os 10 itens que enumeramos.

E para que fique claro que essa noção holista é defendida HÁ SÉCULOS por grandes cristãos, não sendo um mero ensino de alguns poucos grupos heterodoxos, eis uma galeria de defensores de tal visão:

** IMORTALIDADE CONDICIONAL – UMA GALERIA DE DEFENSORES **

• Que se passa com o homem quando, ao expirar, corta definitivamente o contato com o mundo? Vai para o céu desfrutar imediatamente uma imoralidade já assegurada? Permanece um período de espera em algum lugar? É lançado no inferno de fogo eterno para sofrer agonias indescritíveis por toda a eternidade?

Há bispos, pastores, tradutores da Bíblia, teólogos e intelectuais e muitos outros através dos séculos que, buscando respostas no vasto repertório bíblico, defendem o estado de inconsciência na morte e a concessão da imortalidade como recompensa da fé, concedida exclusivamente por meio de Cristo. Estes estudiosos pertencem a denominações variadas, mas têm em comum a análise acurada dos textos bíblicos que revela o estado do homem na morte. Eles mostraram a disposição de aceitar essa revelação como suficiente neste importante assunto teológico. A seguir, as declarações sobre o tema, extraídas de diversas fontes.

* Nicolau, bispo grego (século XII da era cristã):

“Quando qualquer ser criado é eterno, não o é “por” si, nem “em” si, nem para si, mas pela bondade de Deus; pois tudo quanto é feito e criado tem um início e mantém sua existência somente mediante a bondade do Criador”. – Citado em “Compendium of the History of Doctrines”, vol. 2, págs. 4 e 5.

* Os Valdenses (século XV) contestaram a doutrina do purgatório e intercessão dos santos ensinando em seu catecismo de instrução para os jovens que o homem é apenas “mortal”. – Moreland, “The History of the Evangelical Churches of the Valleys of the Piedmont”, 1658, pág. 75.

* Martinho Lutero (1493-1546), reformador alemão e tradutor da Bíblia:

“Salomão conclui que os mortos estão dormindo, e nada sentem, em absoluto. Pois os mortos ali jazem, sem contar os dias nem os anos, mas quando forem despertados, terão a impressão de ter dormido apenas um minuto”. – “An Exposition of Solomon’s Book, Called Ecclesiastes or the Preacher”, 1573, fl. 151 v.

“Mas nós, cristãos . . . devemos educar-nos e acostumar-nos, com fé, a desprezar a morte e considerá-la um sono profundo, intenso e doce; a considerar o esquife nada mais que o seio do Senhor Jesus Cristo ou Paraíso, a sepultura coisa nenhuma senão um brando e confortável leito para repousar: Verdadeiramente, diante de Deus, é na realidade justamente isso, pois Ele testifica em João 11:11: Lázaro o nosso amigo dorme; Mateus 9:24: A menina não está morta, mas dorme. Assim, também, S. Paulo em I Coríntios 15, remove da vida todos os aspectos odiosos da morte em relação ao nosso corpo mortal, e não apresenta nada mais que aspectos encantadores e jubilosos da vida prometida”. — “Works of Luther”, vol. 6, págs. 287 e 288.

* William Tyndale (1484-1536), tradutor da Bíblia para o inglês e mártir cristão:

“E vós, colocando-as [as almas que partiram] no céu, no inferno ou no purgatório, destruís os argumentos mediante os quais Cristo e Paulo provam a ressurreição. . . . E mais, se as almas estão no céu, dizei-me por que não estão em tão boas condições como os anjos? E então, que motivo existe para a ressurreição?” – “An Answer to Sir Thomas More’s Dialogue”, liv. 4, cap. 4, págs. 180 e 181.

* John Milton (1608-1674), considerado o maior dos poetas sacros, secretário latino de Cromwell:

“Visto, pois, que o homem todo, como se diz, consiste uniformemente do corpo e alma (quaisquer que sejam os distintos campos atribuídos a essas divisões), mostrarei que, na morte, primeiro, o homem todo, e depois, cada parte componente sofre a privação da vida. . . . A sepultura é a comum custódia de todos, até o dia do juízo”. – “Treatise of Christian Doctrine”, vol. 1, cap. 13.

* Edward White (1819-1887), congregacional, presidente da União Congregacionalista:

“Eu mantenho firmemente, depois de quarenta anos de estudo do assunto, que é a noção da aplicação de um tormento absolutamente eterno no corpo e na alma, que unicamente concede terreno às idéias de Ingersoll na América, ou Bradlaugh na Inglaterra [ambos ateus militantes, N.R.]. Creio, mais firmememente do que nunca, que é uma doutrina tão contrária a todos os ensinamentos da Bíblia como é contrária a todo instinto moral da humanidade”. – Introdução ao livro “The Unspeakable Gift”, de J. H. Pettingell, pág. 22.

* Robert W. Dale (1829-1895), editor de “The Congregacionalist”, presidente do Primeiro Concílio Internacional de Igrejas Congregacionais em 1891:

“Não estou convencido de que elas [as crenças condicionalistas] tenham enfraquecido absolutamente a autoridade de meus ensinos de quaisquer das grandes doutrinas centrais da fé cristã. A doutrina da Trindade permanece intocada, e a doutrina da encarnação e a doutrina da expiação em seu sentido evangélico, e a doutrina da justificação pela fé, e a doutrina do juízo segundo as obras, e a doutrina da regeneração receberam, creio, dessas conclusões, uma ilustração nova e mais intensa”. – “Edward White, His Life and Work”, págs. 354, 355.

* William Gladstone (1809-1898), primeiro-ministro britânico e teólogo:

“Outra consideração de maior importância é a de que a imortalidade da alma é doutrina inteiramente desconhecida às Escrituras Sagradas, e não assenta em bases mais elevadas do que as de uma opinião filosófica mantida engenhosamente, mas grave e formidavelmente contestada”. – “Studies Subsidiary to the Works of Bishop Butler”, ed. de 1896, pg 184.

* J. Agar Beet (1840-1924), lente wesleiano:

“As páginas seguintes são . . . um protesto contra uma doutrina que, através de longos séculos, foi quase universalmente aceita como verdade divina ensinada na Bíblia, mas que me parece inteiramente alheia a ela, tanto na frase como na idéia, e derivada unicamente da filosofia grega. . . .

“Os que reivindicam para seu ensino a autoridade de Deus, devem provar que ela procede dEle. Essa prova, nesse caso, nunca vi”. – “The Immortality of Soul”, 5a. edição, 1902, Prefácio.

* Franz Deliztsch (1813-1890), hebraísta, lente em Rostock:

“Não existe coisa nenhuma em toda a Bíblia, que implique uma imortalidade nativa”. (Comentário Sobre Gên. 3:22).

“Do ponto da Bíblia a alma pode ser morta, ela é mortal”. (Comentário sobre Núm. 23:10). – “A New Commentary on Genesis”

* George Dana Boardman (1828-1903), pastor batista, fundador da Fundação Boardman de Ética Cristã da Univ. de Pensilvânia:

“Nem uma única passagem da Santa Escritura, do Gênesis ao Apocalipse, ensina, quanto eu esteja apercebido, a doutrina da imortalidade natural do homem. Por outro lado, a Escritura Sagrada afirma positivamente que só Deus é que tem a imortalidade (1 Tim. 6:16), isto é: Deus unicamente, é imortal, natural e inerentemente, em Sua própria existência”. – “Studies in the Creative Week”, págs. 215 e 216.

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