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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Jesus nos libertou da Lei

Jesus nos libertou da Lei

ARGUMENTO: Jesus nos libertou da Lei Mosaica:

TEXTOS USADOS: – Romanos 7:4: “Vós estais mortos para a lei pelo corpo de o Messias”.

– Romanos 7:6: “Agora estamos livres da lei”.

– Romanos 8:1,2: “A lei do espírito de vida, em o Messias Yeshua, me livrou da lei do pecado e da morte”.

– Gálatas 3:13: “o Messias nos resgatou da maldição da lei”.

REFUTAÇÃO:

1) Romanos 7:4,6 = Para entendermos estas palavras de Sha’ul, antes precisamos entender o exemplo que ele mencionou antes.

Sha’ul cita a Torah no que diz respeito ao casamento (v.2), afirmando que pela Lei a esposa está ligada ao marido enquanto ele estiver vivo, e se ela viver com outro homem neste contexto, ela será considerada uma adúltera, porque ainda vive o marido.

Mas, se o marido morrer, ela não será considerada uma adúltera se vier a casar com outro homem, ela estará livre da Lei que a mantinha ligada ao marido.

O que Sha’ul quis dizer com “morremos para aquilo em que estávamos retidos”?

Notem que ele fala a respeito dos judeus, pois todas as vezes que usa termos relacionados ao pronome “nós”, ele trata dele e de seus irmãos compatriotas.

O que realmente mantinha retidos os judeus? Sha’ul responde no verso 5: “Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.”

No exemplo do casamento, quando o marido morre, a esposa também morre para a Lei que a mantinha retida, ela está livre desta Lei, podendo pertencer a outro homem.

Mas a Lei a mantinha retida em que, ou melhor, em quem? Em seu marido, ela estava ligada a ele pela Lei.

E a Lei mantinha os judeus retidos em que? Em suas paixões pecaminosas realçadas pela Torah, isto é, a Torah revela o pecado, e se eles permaneciam nestas paixões, permaneciam também mantidos em prisão pela Lei que os acusava.

Não era a Lei que os fazia pecar, ou que os mantinha no pecado, mas o pecado deles é que os fazia retidos em suas paixões pela Lei, assim como o marido vivo fazia a esposa retida a ele pela Lei.

Se um judeu, por seguir suas paixões pecaminosas, vivesse no adultério, ele estaria preso ao que a Lei diz sobre adultério;

Se um assassino em série permanece em seu pecado, ele estaria preso ao que a Lei diz sobre assassinato;

Se um ladrão permanece roubando, ele estaria preso ao que a Lei diz sobre roubo, e assim sucessivamente.

Mas quando o pecado perde o domínio sobre a pessoa, também ela morre para aquilo em que estava presa, isto é, para o que a Lei diz sobre o pecado em que ela esteve presa, sua paixão carnal, logo, está também morta para esta Lei.

E uma vez livre, Sha’ul conclui dizendo o seguinte no verso 4: “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo do Messias, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para D’us.”

Ele usa o mesmo argumento sobre o casamento, ou seja, assim como a esposa está livre da Lei que a mantinha ligada ao marido que agora está morto, e podendo pertencer a outro, assim também a pessoa que está livre da Lei que a mantinha ligada ao domínio do pecado que agora está morto, podendo também pertencer a outro = Yeshua.

Para que alguém possa pertencer ao Messias, o domínio do pecado deve morrer, fazendo com que a pessoa também morra para a Lei que a acusava justamente do que ela estava presa pela Lei, tudo por causa da sua decisão em permanecer no pecado.

A pessoa se faz prisioneira da Lei ao decidir permanecer ligada às suas paixões.

2) Romanos 8:1,2 = Os anômicos gostam de usar este texto para afirmarem que a Lei aprisiona a pessoa no pecado e na morte. Como eles gostam da teologia do “isola textos”, não compreendem que Sha’ul não trata da Torah neste texto, mas de uma lei que ele mesmo define assim nos versos 20 e 21 do capítulo 7: “Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.

Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.”

E continua nos versos 22 e 23: “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na Lei de D’us. Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.”

E o que é a Lei do Espírito de vida? A qual Lei Sha’ul se refere ao dizer no verso 14: “Porque bem sabemos que a Lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.”?

A resposta está no verso 12: “Assim, a Lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.”

Será que esta é a mesma Lei mencionada no verso 2 do capítulo 8?

Claro que não!

Sha’ul diz que a Torah, a Lei do Espírito em Yeshua, a Lei espiritual na qual ele tinha prazer, esta Lei é que o livrou da lei do pecado e da morte, simples assim.

Romanos 6:16-18: “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

Mas graças a D’US que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues.

E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.”

Romanos 6:20: “Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.”

Romanos 6:22,23: “Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de D’US, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de D’US é a vida eterna, pelo Messias Yeshua, nosso Senhor.”

Romanos 7:7-9: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.

Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda a concupiscência: porquanto, sem a lei, estava morto o pecado.

E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri;”

Romanos 7:11: “Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou e, por ele, me matou.”

Romanos 7:13,14: “Logo, tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum! Mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem, a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.

Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.”

Romanos 7:17: “De maneira que, agora, já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.”

Romanos 7:20: “Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.”

Romanos 7:23: “Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.”

Podemos observar nestes textos que Sha’ul, em momento algum, fala que a Lei é algo ruim, ou que foi abolido.

Ele faz uma referência ao fato de que a Lei nos mostra o que é pecado = transgressão da Lei = e lemos também em 1ª Coríntios 15:56:

“Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” (ARC);

“O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” (ARA).

Duas traduções dos originais:

“O ferrão da morte é o pecado, e a tortura do pecado é a Torah.”

“O aguilhão da morte é o pecado: e o pecado deriva seu poder da Torah.”

Agora, observem o texto na Tradução Linguagem de Hoje: “O que dá à morte o poder de ferir é o pecado, e o que dá ao pecado o poder de ferir é a lei.”

A “força” do pecado é a Torah porque ela mostra o que é realmente o pecado, sem cortes, sem disfarces, pois foi D’us quem estabeleceu a Torah, e não o homem.

O pecado só tem força pelo conhecimento da Torah, pois na Bíblia, que é a Verdade de D’us, “pecado” é a transgressão da Torah (1ª João 3:4).

O que é a lei do pecado?

É o pecado revelado pela Lei, pois pela Lei, se conhece o pecado, por isso “pecar” significa transgredir a Lei.

Se alguém vive no pecado, este está “preso” pelo pecado que há na Lei = “NÃO ADULTERARÁS” = qual o pecado deste Mandamento? = ADULTÉRIO, logo, quem vive no adultério, vive “aprisionado” pela lei do pecado, que diz para o transgressor: VOCÊ ESTÁ EM ADULTÉRIO, VOCÊ É UM ADÚLTERO!

3) Gálatas 3:13 = Ao homem que estiver no Messias, jamais lhe será imputada qualquer maldição prescrita na Lei de D’us para os desobedientes.

Fomos revestidos pela Graça quando nascemos de novo, isto é, quando fomos transformados pelo Espírito de D’us.

Para quê? Apenas para não sermos amaldiçoados por causa da desobediência?

Verso 14: “Yeshua, o Messias, fez isto para que, em união com Ele, os gentios pudessem receber a bênção anunciada a Abraão, a fim de que, mediante a confiança e a fidelidade, recebêssemos o que fora prometido, isto é: o Espírito.”

E estes que insistiam em permanecer nas “obras da lei” não poderiam ser resgatados pela Obra Redentora do Messias, pois não buscavam refúgio na Graça de D’us para alcançarem a justificação tendo Fé Nele, mas em suas próprias práticas religiosas.

A maldição que a Torah trazia era por causa da desobediência, que é o pecado, que é a transgressão da Torah.

O Messias nos resgatou desta maldição causada pela desobediência, que é o pecado, que é a transgressão da Torah.

Se o Eterno nos fosse imputar as maldições da Torah por causa da nossa transgressão, estaríamos perdidos.

O Messias não somente nos resgatou desta maldição, mas também do poder, do domínio do pecado, que é a transgressão da Torah, sendo assim, não podemos viver na prática da transgressão da Torah, mas se a transgredirmos, “temos um Advogado para com o Pai, Yeshua HaMashiah, o Justo.” (1Jo. 2:1b).

Retornemos! (NINHO JESEN)

Texto colhido de: http://www.torahweb.net/t1679-refutacoes-a-respeito-da-torah – Acesse o link e veja a explicação correta para outros textos paulinos.

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