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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Maria está morta.

Maria está morta.

Mensagem aos falsos adoradores

Todo o ano aos doze de outubro, acontece em todo o Brasil as festas e solenidades alusivas a “NOSSA SENHORA”, tida como protetora e padroeira do povo brasileiro. Referida festa é sempre marcada por vários eventos, tais como:

? Missa – assistida por grande número de pessoas.

? Exposição da imagem da “santa”, a qual é cultuada e venerada com fervor. E um evento marcante que contribui para “abrilhantar” a festa, é a…

? Grande procissão ? na qual se faz presente a imagem da santa, que é acompanhada por seus muitos fiéis e devotos. Ela é sem dúvida, o grande “ídolo” do povo católico. Diante disto, convidamos o prezado leitor a abrir as Escrituras Sagradas, e meditar nas seguintes passagens bíblicas:

“Eu sou o Senhor, este é o meu nome; Eu não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos (imagens de escultura) o louvor que só a mim pertence” Isaías 42:8.

“…nada sabem e nada entendem os que carregam em procissão as suas imagens de escultura, e fazem súplicas a um deus que não pode salvar.”Isaías 45:20.

“Os ídolos (imagens de escultura) deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca mas não falam; tem olhos mas não vêem; têm ouvidos mas não ouvem; nariz têm, mas não cheiram. Têm mãos mas não apalpam, têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam.”Salmo 115:4 a 8. (Na tradução católica leia Salmo 113.B)

“Reconhece pois hoje; e considera no teu coração que o Senhor é o único verdadeiro Deus, desde o alto do céu até o mais profundo da terra, e não há outro” Deuteronômio 4:39.

“Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagens de escultura nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque Eu sou o Senhor teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração d?aqueles que me aborrecem.” Êxodo 20:3 a 5.

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do Céu nenhum outro nome há, dado entro homens pelo qual devamos ser salvos. Actos 4:12.

Diante destas verdades bíblicas, perguntamos aos padres:

Com que ousadia os senhores se atrevem a promover solenidades alusivas ao nome desta personagem, fazendo com que ela receba honras e glórias, se a Bíblia cita em Isaías 42:8, que Nosso Senhor não aceita repartir com outras entidades a honra e a glória que só a Ele pertencem?

Com que atrevimento os senhores ousam a profanar o nome sacrossanto de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, promovendo culto de louvor e adoração ao nome de outra “divindade”, se a Bíblia diz em Actos 4:12, e Mateus 4:10 que não há salvação em nenhum outro nome dado entre os homens, e que só a Ele adorarás e prestarás culto?

Com que audácia os senhores se atrevem a carregar em procissão a imagem deste ídolo morto, se a Bíblia diz em Isaías 45:20 que nada sabem e nada entendem os que carregam em procissão as imagens de escultura, clamando e pedindo coisas a um deus que não consegue salvar ninguém?

A Bíblia diz que o Senhor é o único Deus verdadeiro, e que fora dele não há outro. O único nome digno de ser reverenciado e venerado, é o nome Santo de Jesus, portanto não é aceitável apregoar-se o louvor e adoração a qualquer outra entidade, nem tampouco aos ídolos mudos.

Maria foi sem dúvida alguma, mulher de vida transparente e conduta reta, uma autêntica serva do Senhor, cujo exemplo de vida deve ser copiado pelas mulheres de nossos dias, e sendo ela portadora de tantas virtudes, fora usada como instrumento para trazer ao mundo o Nosso amado Jesus; por isso, nós os cristãos, a consideramos como nossa irmã, e um dia iremos vê-la no Céu, mas não faz sentido colocá-la como mediadora entre Deus e os homens, pois a Bíblia diz em I Timóteo 2:5 que há um só mediador entre Deus e os homens; Jesus Cristo o justo. Assim como também não podemos considerá-la como advogada, pois a Bíblia diz em 1 João 2:1, que se caso alguém venha a pecar, temos só um “advogado? junto ao Pai, que é o Senhor Jesus Cristo.

O catolicismo nos apresenta Maria como uma forte intercessora, sempre pronta a ouvir as súplicas e petições dirigidas a ela em oração, mas a Bíblia Sagrada nos garante em Eclesiastes 9:5 e 6, que as pessoas quando morrem têm sua memória entregue ao esquecimento, e não possuem mais conhecimento algum do que se passa aqui em nosso meio. Assim sendo, desde o momento em que partiu desta vida até os dias de hoje, Maria nunca soube das incontáveis missas, novenas, e terços dedicados em seu louvor!!! E você leitor, também continuará dirigindo suas orações a alguém que não está lhe vendo e nem lhe ouvindo?

No concílio de Latrão, realizado no ano de 649, O Vaticano decidiu por conta própria ensinar que Maria não teve outros filhos além do Senhor Jesus, e continua até hoje batendo nesta mesma tecla, mas a Bíblia registra em Mateus 1:25 que José não coabitou com Maria sua mulher. somente até nascer Jesus, seu primogênito, fazendo-nos entender que depois disto o casal conviveu maritalmente, desfrutando da vida conjugal em toda a sua plenitude. A palavra ?primogênito” significa ?primeiro”, e se foi o primeiro é evidente que vieram outros. Para comprovar esta realidade, basta ler em Marcos 3:32, onde Maria juntamente com seus fiIhos e filhas procura pelo Senhor Jesus, e também em João 2:12, onde cita que Cristo desceu para Capharnaun acompanhado de sua mãe e irmãos. Além do mais, praticar o ato conjugal e conceber filhos não é desonroso para ninguém, desonrosa é a condição de celibato a que são confinados os padres e freiras, conduzindo-os desta forma à prática de atos solitários, e outros pecados como a sodomia e pederastia! (Leia a”Revista Veja”, de 27 de Outubro de 1993, páginas 110 a 113).

A própria Maria se estivesse presente em nosso meio nos dias de hoje, com certeza rejeitaria todos estes louvores e honrarias idólatras que o catolicismo romano promove em nome dela. Certamente ela diria: ? Oh clero romano, não admito que meu nome continue sendo usado por vós idólatras, como chamarisco para se ganhar dinheiro! A híperdulia, culto em louvor a Maria, conhecida entre os católicos como “nossa senhora”, foi instituído pelo papa Adriano 1, no ano 787 d.c., no concílio de Nicéia. O culto mariano é portanto uma tradição criada pelos homens. É preferível ficar com a Bíblia, que diz: “Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens.” Mateus 15:3 ? Marcos 7:7 a 9? Colossences 2:8.

Os idólatras e fanáticos, afirmam mentirosamente que o objetivo das imagens colocadas nos templos católicos não é o culto ou adoração, mas sim para servir como lembrança, em memorial dos santos que estão na glória. Ë preferível mais uma vez ficar com as Escrituras Sagradas, que dizem em Isaías 44:10, que as imagens de escultura não servem para nada, e são de nenhum préstimo. Melhor é ficar com a Bíblia Sagrada e sua Verdade que nos conduz para o Céu, do que com as doutrinas pagãs e mentirosas do catolicismo romano! Melhor é recorrer ao sangue de Jesus que nos purifica de todo o pecado, do que recorrer aos ídolos mudos do romanismo! Melhor é estar entre aqueles verdadeiros adoradores que adoram o Pai em espírito e em verdade, do que com as heresias propagadas pelo cléro! Melhor é estar ao lado da Verdade, pois nunca estarei só, se estiver acompanhado da Verdade! “Non sum solus, sed ventas mecum”, costumava dizer Martinho Luthero.

Melhor é beber a água da vida oferecida graciosamente por Cristo em João 4:10, do que me embriagar com o cálice de abominações oferecido pela grande prostituta, a Babilônia dos dias atuais, que é a igreja católica romana! Comprove isto lendo Isaías 21:9, e em Apocalipse 17:5.

Melhor é crer no Deus que criou os homens, do que nos deuses que os homens criaram!

Melhor ainda é acatar o conselho do apóstolo João que nos faz a seguinte advertência, “filhínhos, guardai-vos dos ídolos”. 1 João 5:21

De acordo com o salmo 115, nossa senhora é paralítica, cega, surda e muda. O que será que alguém nestas condições pode fazer pelo tão sofrido povo brasileiro? Nada! Prova disto é a situação miserável em que se encontra nosso Brasil.

A finalidade desta missiva não é ofendê-los, e nem tampouco exaltar esta ou aquela religião, pois religião não salva a ninguém! Também não é o objetivo desta, promover as igrejas protestantes e seus líderes, porque no inferno também haverá protestantes, inclusive pastores! Isaías 56:8-12. Também não é a intenção desta tentar convencê-los, pois é impossível a um homem, convencer a outro homem a respeito do pecado; só quem pode convencer o homem de seu pecado é o Espírito Santo de Deus.

Se alguém discorda destas palavras, ou sentiu-se ofendido por elas, deve culpar a Bíblia Sagrada, pois é ela quem afirma estas verdades!

Abominamos as doutrinas pagãs ensinadas pelo clero, mas não temos nada contra os sacerdotes, pois o padre, assim como o papa, é tão somente um pecador carente de conversão a Cristo, assim como qualquer outro pecador comum.

Senhores padres, o povo católico é um povo inteligente, bastante sincero, e não merece continuar sendo enganado; será que já não é hora de ensinar a Verdade à eles?!

Esperamos que entendam o propósito desta mensagem, qu~ é pregar o Santo Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e provar através da Bíblia Sagrada que os ídolos, (Maria e as imagens), nada podem fazer pelo padre, e nem pelos membros de sua comunidade. Assim sendo, perguntamos ao padre e seu rebanho se querem hoje trocar os ídolos por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Qualquer sacerdote fiel ao papa e a igreja de Roma rejeitariam taxativamente a uma mensagem como esta, mas se o vosso bom senso falar mais alto, convidamo-los a deixar os ídolos mortos e aceitar ao verdadeiro Deus, que é mui digno de ser louvado.

Querido amigo católico, onde passarás a eternidade? Tens uma opção a fazer: Céu de glória, ou inferno de dores! Jesus Cristo ou os ídolos mudos de satanás! As verdades da Bíblia, ou as mentiras do catolicismo!

Para ajudá-lo em sua decisão, lembramos a você de que adorar a Maria ou nossa senhora, e outras entidades além de Jesus, é um pecado grave chamado idolatria. Veja na Bíblia, em Apocalipse capítulo 21, ry versículo 8, o que acontece com os idólatras, aqueles que praticam este pecado:

“…, e aos “idólatras” e a todos os mentirosos, a sua parte será no (inferno) lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.”

Fazemos votos que tenham optado por Cristo e seu Santo Evangelho; do contrário terão que ouvir no dia do juízo final, as mais duras palavras que alguém pode ouvir: “…apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo o seus anjos!…” Mateus 25:41.

DEFININDO A PALAVRA IDOLATRIA

Essa palavra vem do grego eidolon, ?ídolo?, e latreuein, ?adorar?. Esse termo refere-se à adoração ou veneração aos ídolos ou imagens, quando usado em seu sentido primário. Porém, em um sentido mais lato, pode indicar a veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição, ambição etc, que tome o lugar de Deus, ou que lhe diminua a honra que lhe devemos. Assim, idolatria consiste na adoração a algum falso deus, ou a prestação de honras divinas ao mesmo. Esse deus falso pode ser representado por algum objeto ou imagem. A idolatria é má porque seus devotos, em vez de depositarem sua confiança em Deus, depositam-na em algum objeto, de onde não pode provir o bem desejado; e, em vez de se submeterem a Deus, em algum sentido submetem-se à valores representados por aquela imagem.

Na idolatria há certos elementos da criação usurpadores da posição cabível somente a Deus. Podemos fazer da autoglorificação um ídolo, como também das honrarias, do dinheiro, das altas posições sociais (Gol 3.5). Praticamente, tudo quanto se torne excessivamente importante em nossa vida pode tomar-se num ídolo para nós. A idolatria não requer a existência de qualquer objeto físico. Se alguém adora a um deus falso, sem transformar esse deus em alguma imagem, ainda assim é culpado de idolatria, porquanto fez de um conceito uma falsa divindade. Nesse caso há diferença entre ídolo e imagem.

Deus condenou os ídolos (Ex 32; Lv 26.1; II Rs 21.11; Si 115.3-9; 135.15-18; Is 2.18; At 15.20; 21.25; II Co 6:16), e também condenou as imagens para adoração (Ex 20.1-6, Nm 33.52; Lv 26.1; Dt 27.15; Is 41.29; Ez 8.942). Era expressamente proibido ao povo de Israel fabricar imagens esculpidas ou fundidas para adoração. (ver Ex 20.4; Dt 5.8). Imagens ou representações de deuses imaginários eram feitas em materiais como pedra, madeira, pedras preciosas, argila, mármore etc. A lei mosaica proibia tal ação (Ex 34.17; Lv 19). Os profetas condenaram a prática, juntamente com qualquer forma de idolatria (Is 30.22; Qs.13.2; Hc 2.18). Essa legislação, como é obvio impedia que Israel se tornasse uma nação que cultivasse as artes plásticas, embora, estritamente falando, estas não fossem proibidas por lei. Tais leis não se aplicam às artes enquanto os produtos dessa atividade não forem venerados ou adoradas. Ainda, sobre a imagem, há de se entender que em Ex 25.18-22, 37.7-9, Deus ordenou que se fizesse como ornamento e representação algumas figuras, mas não para adoração ou culto, e nem para olhar para elas e homenagear ou admirar seus feitos poderosos. Trata-se de figuras de ornamento artístico e não objetos de culto ou adoração.

Sobre a serpente de bronze, no hebraico nachasb necbosbetb, a expressão é empregada exclusivamente em II Reis 18.4 para denotar a ser­pente feita de bronze; ou melhor, de cobre, por Moisés (Nm 21.4.9). O motivo para a fabricação da serpente de bronze foi o incidente no qual os israelitas se queixaram diante de Moisés do tratamento imposto por Deus. O povo de Israel, evidentemente, sem se importar muito diante das suas anteriores tragédias, queixou-se de que es tava recebendo uma alimentação inadequada. E Deus os castigou com as serpentes venenosas, que já haviam matado a muitos israelitas.

Quando o povo se arrependeu, Deus ordenou a Moisés fazer uma serpente de bronze. Aos israelitas foi prometido: todo aquele que tivesse sido picado por uma serpente e contemplasse a serpente de bronze, movido pela fé, seria cura­do da picada da serpente e não morreria. Isso não é culto a serpente, nem veneração e nem adoração, e evidentemente Deus jamais admiti­ria. Prova disso foi que, posteriormente, indivíduos idólatras e supersticiosos entre os israelitas começaram a adorar a serpente de bronze, quando, nos dias do rei Ezequias, essa figura de bronze foi destruída, por haver-se tornado um objeto idólatra (II Rs 18.4). Ezequias a chamou de Neustã (pedaço de bronze), dando a entender que a tal serpente era metal e nada mais.

O fato do próprio Senhor Jesus comparar a sua morte na cruz ao levantamento da serpente de metal no deserto, por Moisés, não significa idolatria ou justificativa para colocar objetos ou imagens para veneração ou adoração, já que o uso aqui é figurado. Assim, como tantos foram curados de seu envenenamento físico, assim também, em Jesus Cristo, aqueles que olharem para ele, impelidos pela fé, são salvos das eternas conseqüências do pecado e da morte . As­sim em João 3.14, nas palavras de Jesus, a ser­pente de metal torna-se um símbolo de Cristo como nosso Remidor, portanto, ao ser levanta­do (o que sucedeu na cruz, no caso de Jesus), ele atrairia todos os homens a si (Jo 12.32), e a redenção por ele preparada provê cura para o pecado e para a morte espiritual. Usualmente, a serpente serve de símbolo do mal, representando o próprio Satanás; e essa circunstância se tornou bom símbolo da condição de perdição dos homens, cujas almas, por estarem alie­nadas de Deus, estão enfermas até à morte.

As novidades da serpente permeiam, como seu veneno, o arcabouço inteiro de suas vítimas, e outro tanto sucede no caso do pecado, que entremecia a personalidade humana.

No tempo de Moisés, a serpente de metal foi dependurada em um poste a fim de mostrar aos israelitas que, embora o pecado houvesse atraído o julgamento, todavia lhes era ofereci­da a cura, cura essa verdadeiramente eficaz. Na cruz, embora não houvesse iniqüidade alguma em Cristo, Jesus se fez pecado por nós, e na cruz foi que ele derrotou o inimigo, e fez dele um espetáculo público, é o que nos ensina Paulo em Colossences 2.14-15.

Há também casos de ornamentação do templo de Deus ricamente construído por Salomão, como 1 Rs 6.17-36; II Cr 3.5-17; 4.1-22, ou, ainda, a profecia da restauração do templo (Ez 41.17-26). Porém, todos esses objetos e imagens não eram para invocação, intercessão, ou para adoração, mas apenas ornamentação.

Assim, um ídolo representa alguma divindade, ou então é aceito como se tivesse qualidades divinas por si mesmo. Em qualquer desses casos, aquele objeto recebe adoração. Contudo, é possível haver imagem, sem que seja adorada, como no caso dos querubins que havia no templo de Jerusalém. Sem dúvida, esses querubins não eram adorados, nem eram padroeiros dos hebreus, nem intercediam por eles, nem eram recordações de pessoas que eles ama-varri, formando assim exceção acerca da proibição de imagens. Urna imagem também pode ser um amuleto que é concebido como dotado de alguma forma de poder de proteger, de ajudar, ou de permitir alguma realização.

E, naturalmente, é possível a posse de uma imagem esculpida ou pintada, representando algum santo ou herói, religioso ou não, sem que a mesma seja adorada, por ser apenas um lembrete de que se deveria emular as qualidade morais e espirituais de tal pessoa. Por outro lado, quando tais imagens são ?veneradas?, é provável que, na maioria dos casos, esteja sendo praticada a idolatria. As estátuas dos heróis no Brasil são comuns, mas nunca veneradas como deuses ou com poderes divinos, nem se faz elaboradas cerimônias ou procissões com elas. Eles são relembrados como grandes mestres, cidadãos, líderes, e suas imagens são apenas memoriais desses fatos.

O catolicismo romano crê na intercessão feita por aquele santo, representado na imagem, pensa que o espírito daquele santo pode ajudar, proteger, guardar etc, daí que todo tipo de

objeto e representação material daquele santo passa a ser venerado, cultuado, adorado, e isso é idolatria. Além disso, as imagens desses santos são ?veneradas? ou ?adoradas? mediante alguma forma de cerimônia, que, supostamente, lhes transmitem a honra e reverência do povo. Ora, se as imagens são apenas ?recordações dos flC)5505 irmãos de fé?, então porque se presta consagração, procissão, oferecimento de flores de beijos e curvam-se diante delas? Por que se ora a elas, faz-se pedidos, poesias e cânticos? Ora, se ajoelhar diante de uma imagem, orar olhando para ela, tocá-la, beijá-la, curvar-se diante dela, fazer oferendas, fazer procissão e elaboradas cerimônias, e se isso não for adoração, e conseqüentemente idolatria, então fica difícil definir o que é adoração e o que é idolatria. Assim sendo, a declaração católica romana de que ?a honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa, não uma adoração?, parece mais com uma charada teológica.

A Igreja Romana tem ensinado há séculos que os santos e Maria intercedem pelos fiéis; ora, se eles estão mortos e seus espíritos são invocados, isso é invocação de pessoas que já morreram e isso é pecado (Is 8.19). E essa prá­tica, parece mais com o espiritismo do que com o cristianismo. Além do mais, há um só media­dor ou intercessor entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (1 Tm 2.5).

Os católicos romanos insistem em dizer que não adoram nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, mas só a Deus porém, na prática não é isso que se verifica. Os intelectuais romanistas, tal como seus colegas budistas, dizem que as imagens de escultura são apenas memórias de qualidades dignas de emulação, de santos ou heróis espirituais, o que, presumivelmente, ajudaria os religiosos sinceros a copiarem tais virtudes. Entretanto, o povo comum não é sofisticado o bastante para separar a imagem da adoração, à autêntica distinção entre a adoração e veneração. O resultado disso é que a idolatria tornou-se muito comum na Igreja Católica, tanto no Oriente como no Ocidente.

Para a teologia católica, a imagem seria apenas um memorial de alguma verdade ou pessoa espiritual; e a veneração assim prestada se­ria dirigida àquela verdade ou pessoa, e não à imagem propriamente dita. Entretanto, popularmente, as pessoas realmente veneram às próprias imagens, e a cuidadosa distinção entre adoração e veneração é forçada ao máximo, para dizermos o mínimo. Na verdade, a veneração de imagens, nas igrejas do Ocidente e do Oriente, que foi tão vigorosa e corretamente repelida pelo Reforma Protestante, é precisa­mente aquilo que os judeus e os islamitas diziam ? é idolatria. Esse é um dos maiores escândalos da cristandade. Teólogos católicos romanos têm chegado ao extremo de afirmar que os objetos materiais assemelham-se a entidades dotadas de espírito, capazes de atuar como pontes de ligação entre o que é material e o que é espiritual. Assim, não se trata apenas da imagem em si, mas o que está por detrás delas. Se os que morreram não podem interceder pelos que estão vivos, e nem voltar para a terra (Lc 16.19-31; 1 Tm 2.5; Hb 9.27), como fica a situação dos romanistas que pedem ajuda, proteção e mediação aos santos e Maria? Não esta­riam eles invocando espíritos? Se os mortos em Cristo estão com Cristo, e os que morreram em pecado estão no Hades, quem pode responder essas invocações e orações? Não seriam os espíritos deste mundo, conforme nos escreve o apóstolo Paulo em 1 Co 8.4-6 e 1 Co 10.14-24?

E inevitável, à proporção do crescimento espiritual dos homens, (oração e estudo da palavra de Deus), que sua abordagem à pessoa de Deus torne-se cada vez mais mística e cada vez menos materialista. Os ritos vão perdendo mais e mais a sua importância, e as imagens terminam por ser abertamente rejeitadas. E, quando se obtém o contato direto com o Espírito Santo de Deus, de tal modo que se estabelece uma comunhão viva entre o Espírito de Deus e o espírito humano, então os homens não mais sentem qualquer necessidade de agência intermediária. Mesmo não tendo acontecido isso no caso dos católicos romanos e outros, após tantos séculos de existência da Igreja Romana, somente demonstra o fato de que os homens, a despeito de tantas vantagens, não têm progredido muito em sua espiritualidade.

Assim, por trás do ensinamento romanista de que, ?a honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa?, está a intenção de se ver protegido, guardado, ou que o santo representado na imagem venha interceder pelo pedinte, e isso é pecado de idolatria, e de feitiçaria, pois o espírito do morto não deve ser invocado pelos vivos (1 Tm 2.5; Is 8.19).

?Filhinbos, guardai-vos dos ídolos. Amém.? (1 Jo 5.21).

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