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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Estudo completo sobre Lucas 23:43 – ‘Hoje estarás comigo no Paraíso”?

Estudo completo sobre Lucas 23:43 – ‘Hoje estarás comigo no Paraíso”?

Este é um estudo completo e aprofundado sobre o tema da imortalidade da alma e do destino humano após a morte, extraído de meu livro: “A Lenda da Imortalidade da Alma”. O seguinte capítulo trata sobre a famosa declaração de Jesus ao ladrão ao seu lado da cruz, registrada em Lucas 23:43. Foi inicialmente escrito por mim em 2010 e revisado em Julho de 2013, após anos de estudo e trabalho sobre o tema em questão. Boa leitura a todos.

ESTUDO COMPLETO SOBRE LUCAS 23:43 – “HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO”?

Uma das mais falsas interpretações verdadeiros ensinos de Cristo por parte dos defensores da doutrina platônica da imortalidade da alma é uma das últimas mensagens que Cristo trouxe enquanto ainda estava em vida. Segundo os dualistas, o que Jesus disse ao ladrão ao seu lado na cruz foi que estaria naquele mesmo dia com ele no Paraíso: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (cf. Lc.23:43).  

O que poucas pessoas sabem, contudo, é que temos muitas evidências de que o ladrão, realmente, não esteve no Paraíso naquele dia. Mas como não? A Bíblia não diz claramente isso? Na verdade, não. O fato é que o original grego não tinha vírgulas, e o texto original assim reza: “Kai eipen autw amhn soi legw shmeron met emou esh en tw paradeisw” (cf. Lc.23,43).

Em primeiro lugar, é bom mencionarmos logo que a adição presente em muitas Bíblias, da palavra “QUE”, não existe nos originais. O que Jesus realmente disse ao ladrão da cruz foi: “Em verdade te digo hoje estarás comigo no Paraíso”. Como o texto original não possui vírgulas e o texto deixa em aberto a questão, poderíamos colocá-la em dois lugares diferentes, entretanto é algo que mudaria completamente o significado da frase.

Esta poderia ser: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no Paraíso” (dando a entender que estaria naquele dia no Paraíso com o ladrão da cruz) ou então: “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso” (ele garantia “hoje” que o ladrão estaria no Paraíso).

É algo parecido com uma rebelião em determinada cidade, em que o governante comunicou a revolta ao seu superior, dizendo: “Devo fazer fogo ou poupar a cidade?” A resposta do superior foi: “Fogo não, poupe a cidade”. Infelizmente, o funcionário do correio trocou a vírgula e escreveu o seguinte na resposta do telegrama: “Fogo, não poupe a cidade”.

E assim cidade foi totalmente destruída.

Mas como podemos saber que Jesus realmente não disse: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no Paraíso”? Temos muitos motivos para desacreditar que o ladrão esteve naquele mesmo dia com Cristo no Paraíso. Algumas das principais razões são:

APÓS TRÊS DIAS, JESUS AINDA NÃO HAVIA SUBIDO AO PAI

Após três dias, Jesus ainda não havia subido ao Pai – Uma verdade que nos é reveladora para concluirmos que Cristo não esteve com o ladrão da cruz naquele mesmo dia no Paraíso é o fato de que, após três dias morto, Jesus ainda não havia subido ao Pai, e declarou a Maria Madalena: “Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai” (cf. Jo.20:17). Ora, se Jesus ainda não havia subido ao Pai após três dias, então não poderia ter estado naquele mesmo dia com o ladrão da cruz no Paraíso!

Alguns imortalistas rejeitam essa evidência pela alegação de que Jesus esteve no Paraíso “em espírito” nesses dias, mas não corporalmente. Se isso fosse verdade, porém, Cristo teria mentido a Maria Madalena, já que o texto em questão não faz menção ao corpo de Nosso Senhor, mas sim ao ser racional dele. O texto não diz que ele não subiu “apenas corporalmente”, o texto fala da pessoa de Cristo, do ser racional, que o próprio Cristo não passou pelo Paraíso nos dias em que esteve morto. Admitindo-se que o ser racional seja a “alma” ou o “espírito”, como alegam os imortalistas, seria incoerente crer que Jesus estivesse apenas se referindo ao corpo. Essa interpretação também fere as regras da lógica e do bom senso, como observa o prof. Azenilto Brito:

“Para os imortalistas, quando Jesus declarou que não subiu para o Pai em João 20:17 Ele quis dizer — minha alma é que subiu; agora é que vou completo, corpo e alma… Conclusão absurda, para dizer o mínimo”

É evidente que, caso Cristo tivesse subido ao Paraíso, então ele relataria isso a Maria Madalena ou, no mínimo, omitiria tal declaração tão categórica de que ele não esteve no Paraíso, optando por dizer algo como “já subi e subirei de novo”. Infelizmente para os imortalistas, a única coisa que Cristo disse é que ainda não havia subido ao Pai, algo que não seria verdade caso o “verdadeiro eu” de Cristo já tivesse subido.

Alguns imortalistas, em uma outra tentativa em demonstrar alguma objeção ao argumento baseado em João 20:17, dizem que o fato de Jesus ter subido ao Pai não implica que ele tenha ido ao Paraíso, como se o Paraíso ficasse em um lugar e Deus em outro! Esse “Paraíso sem Deus” que eles creem certamente não é o Paraíso bíblico, mas um que eles inventaram no desespero em oferecerem alguma refutação decente ao texto de João 20:17, que por si mesmo é óbvio e refuta as teses imortalistas. Eles creem que Paulo foi “arrebatado ao Paraíso” (cf. 2Co.12:4) e não viu nem Deus por lá (seria o mesmo que eu o convidasse a estar na minha casa e eu mesmo não estivesse lá), e inacreditavelmente interpretam que a “árvore da vida, que está no Paraíso de Deus” (cf. Ap.2:7), está em um lugar onde nem Deus está!

Ou seja: que o Paraíso é chamado de “Paraíso de Deus” mas não é onde Deus está! É a mesma coisa de a minha casa se chamar de “casa do Lucas” mas o Lucas não mora lá. Eles pensam que Deus estava de “férias” naqueles três dias, longe do Paraíso dele mesmo! Além disso, notemos que Jesus entregou o seu espírito ao Pai ao morrer (cf. Lc.23:46), e para os imortalistas esse espírito é a alma imortal que deixa o corpo com consciência e personalidade após a morte. Sendo assim, é imprescindível que Jesus estivesse com o Pai naquele mesmo dia, ou senão eles teriam que reformular toda a teologia deles acerca daquilo que é o “espírito”.

Portanto, a declaração categórica de que Jesus não subiu ao Pai (cf. Jo.20:17) entra em choque com a crença deles de que o espírito é um ser consciente e racional, visto que por essa lógica Cristo deveria ter subido ao Pai imediatamente na morte já que havia entregado o seu espírito a Ele. Ou esse espírito não é um ser consciente e racional como os imortalistas creem, ou Jesus fez uma encenação ao entregar o seu espírito ao Pai na morte para depois dizer que ainda não havia subido ao Pai.

JESUS DESCEU, NÃO SUBIU

Jesus desceu, não subiu – Outro fator de clareza fundamental para concluirmos que Cristo realmente não subiu ao Pai no dia em que morreu é o fato de que, nos três dias em que ele esteve morto, ele esteve no Sheol, e não no Paraíso. Tal fato é relatado no livro de Atos, quando Pedro falava a respeito da ressurreição de Jesus: “Porque não deixarás a minha alma no Sheol, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção” (cf. At.2:27). Pedro na realidade usou a passagem do livro dos Salmos em que Davi citava tal passagem, que diz: “Pois não abandonarás a minha alma no Sheol, nem permitirás que o teu santo veja a corrupção” (cf. Sl.16:10). De acordo com o léxico da Concordância de Strong, a palavra traduzida por “deixar” vem do grego “egkataleipo“, que tem o sentido de abandonar:

1459 εγκαταλειπω egkataleipo

de 1722 e 2641; v

1) abandonar, desertar.

1a) deixar em grandes dificuldades, deixar abandonado.

1b) totalmente abandonado, completamente desamparado.

2) deixar para trás, desistir de sobreviver, falecer.

Como vemos, a alma de Jesus foi retirada do Sheol ao ser ressuscitado, e não do Paraíso. Ele não viu a corrupção pois não foi deixado abandonado no Sheol, onde esteve enquanto morto, mas foi retirado de lá apenas três dias depois. Aqui vemos mais uma vez que Sheol significa sepultura, a “cova da corrupção” (cf. Is.38:17), e o detalhe é que Pedro e o salmista declaram que foi o local para onde a alma de Cristo — e não apenas o corpo — esteve na morte.

No grego de Atos 2:27:

“oti ouk egkataleipseis tên psuchên mou eis a=adên tsb=adou oude dôseis ton osion sou idein diaphthoran” – Atos 2:27

No hebraico do Salmo 16:10:

“iy lo’-tha`azobh naphshiy lish’ol lo’-thittênchasiydhkha lir’oth shâchath” – Salmos 16:10

O próprio Cristo afirmou que esse Sheol (transliterado ao grego como “Hades”) fica nas regiões inferiores da terra, em oposição ao Paraíso: “E tu, Cafarnaum, será elevada até ao céu? Não, você descerá até o Hades! Se os milagres que em você foram realizados tivessem sido realizados em Sodoma, ela teria permanecido até hoje” (cf. Mt.11:23; ver também: Ef.4:9; Mt.12:40).

Portanto, vemos que a alma de Cristo passou os três dias em que esteve morto no Sheol, que não é o Paraíso, muito pelo contrário, está em um local em oposição a ele (cf. Mt.11:23). O Filho do homem estaria “três dias e três noites no coração da terra” (cf. Mt.12:40), não apenas de forma corporal, mas como alma, conforme diz a profecia do salmista (cf. Sl.16:10) e a confirmação do apóstolo Pedro (cf. At.2:27), e não no Paraíso. Tendo isso em mente, até aqui podemos perceber que:

Tudo isso já nos mostra que Jesus não pode ter dito que o ladrão estaria com Ele naquele mesmo dia no Paraíso, se nem o próprio Cristo esteve no Paraíso nos dias de sua morte. A interpretação correta de Lucas 23:43 deve estar de acordo com as regras da hermenêutica, que afirma que a Bíblia explica a própria Bíblia. Sendo que é tão nítido biblicamente que Cristo não esteve no Paraíso quando morreu, a interpretação correta de Lucas 23:43 é contrária à oferecida pelos imortalistas.

Numa tentativa desesperada em negarem o óbvio e tentarem conciliar suas teses com aquilo que a Bíblia declara taxativamente sobre para onde Cristo foi após a morte, alguns imortalistas afirmam que Jesus esteve no Sheol mas ao mesmo tempo esteve com o ladrão da cruz no Paraíso, fazendo uso de sua onipresença. Tais malabarismos exegéticos só são feitos para negar a clareza da linguagem bíblica sobre a mortalidade da alma, pois em outras circunstâncias nenhum deles diz que Jesus, enquanto esteve entre nós, vivia em dois lugares ao mesmo tempo.

Ninguém afirma que Jesus viva em Nazaré mas simultaneamente estava no Egito, na América, no Paraíso e no Hades. Enquanto Jesus esteve limitado a um corpo, ele jamais fez uso do atributo da onipresença. Ele era um homem, e, assim como nós, se estava em um lugar, não estava em outro. Jesus não nasceu em todos os lugares do mundo por ser onipresente, ele nasceu em Belém. Jesus não cresceu em todos os lugares do mundo por ser onipresente, ele cresceu em Nazaré. Jesus não pregava em todos os lugares do mundo por ser onipresente, ele pregava no Templo. Jesus não morreu em todos os lugares do mundo por ser onipresente, ele morreu no Gólgota.

Da mesma forma, após a morte Jesus não estava no Sheol e ao mesmo tempo no Paraíso por ser onipresente, a Bíblia diz que ele passou os três dias e três noites no Sheol. Jesus esvaziou-se a si mesmo ao se fazer humano (cf. Fp.2:6,7), ele só voltou a fazer uso de seus atributos divinos na glorificação. Nasceu, cresceu, viveu e morreu como homem. E, como homem, não esteve em dois lugares ao mesmo tempo, seja na vida ou na morte. Isso por si só já é mais que o suficiente para liquidar com a antibíblica tese de que o ladrão esteve com Cristo naquele mesmo dia no Paraíso, mas prosseguiremos com mais provas em diante para enriquecermos ainda mais as evidências deste estudo sobre Lucas 23:43.

O CONTEXTO

O contexto – O que foi dito pelo ladrão da cruz no verso anterior a esta resposta de Cristo (no verso 42), no original grego foi: μνήσθητί = Lembra-te \ μου = de mim \ ὅταν = quando \ ἔλθῃς = vier \ εἰς = em \ τὴν = o \ βασιλείαν = Reino \ σου = de ti. Ou seja, “Lembra-te de mim quando vieres no teu Reino”. Tal é o texto original no grego e confirmado pelas melhores versões a nossa disposição, tais como a versão Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a Francesa L. Segond, a Inglesa de King James, Almeida Revisada e Atualizada, entre outras.

Cristo buscava assegurar ao ladrão da cruz que não precisava pensar em termos de tempo tão remoto para ser lembrado por Ele. “Hoje lhe garanto que estarás comigo no Paraíso”, é o sentido lógico diante de tal contexto. O ladrão pediu a Jesus para lembrar-se dele no futuro quando Ele viesse no Seu Reino visível (v.42), mas Jesus respondeu o lembrando imediatamente – “hoje” – assegurando que estaria com Ele no Paraíso.

“Em verdade te digo hoje”, isto é, eu lembro agora mesmo, não precisa pensar em um tempo tão distante, hoje mesmo eu te digo que você estará comigo no Paraíso. Esse é o sentido lógico pelo contexto. Note que o próprio ladrão sabia que não iria ao Céu imediatamente após a morte, já que pediu para Cristo se lembrar dele “quando viesse em seu Reino”, ou seja, na segunda vinda de Cristo.

O LADRÃO NÃO MORRIA NAQUELE MESMO DIA

O ladrão não morria naquele mesmo dia – Um condenado a morte de cruz geralmente demorava dias para morrer na cruz. Lemos em João 19:31-33 um costume antigo realizado pelos judeus: “Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a Preparação (pois era grande o dia de sábado), rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e que fossem tirados. Foram, pois, os soldados e, na verdade, quebraram as pernas do primeiro, e ao outro que com ele fora crucificado; mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não lhe quebraram as pernas” (cf. Jo.19:31-33).

Qual seria a razão pela qual devia-se quebrar as pernas dos crucificados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo foi exceção ao caso porque expirou antes (cf. Lc.23:46), ele não morreu como resultado da hemorragia. Os outros, contudo, ainda ficavam vivos agonizando durante dias – não poderiam estar com Cristo naquele mesmo dia em questão. Isso é o que a História e a Bíblia Sagrada nos mostram. Diz o comentário de J. B. Howell:

“O crucificado permanecia pendurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e a sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes, sete” [Comentário a S. Mateus, pág. 500]

Arnaldo B. Christianini segue na mesma linha e afirma:

“Depois do sábado haver passado, sem dúvida esses dois corpos foram outra vez amarrados na cruz, e lá ficaram diversos dias, até morrerem (…)  Se era necessário quebrar as pernas aos dois malfeitores, antes do pôr do sol, é porque não haviam morrido ainda. Na pior das hipóteses viveram ainda, pelo menos, um dia a mais do que o Mestre. Como podia, um deles, estar no mesmo dia junto de Jesus?” [Subtilezas do Erro, pág  222]

Vemos, portanto, que historicamente os ladrões que morriam na cruz não faleciam no mesmo dia da crucificação. E a Bíblia confirma isso? Sim, confirma. Na passagem anteriormente citada, vemos que “os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto que era véspera do sábado, pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados” (cf. Jo.19:31). Por que as pernas dos crucificados foram quebradas? Para matá-los logo? Se alguém quisesse matá-los, bastaria uma lancetada no coração ou no fígado deles (como foi feita com Cristo porque viram que já estava morto).

A finalidade em quebrar as pernas deles não era para matá-los, mas porque havia uma tradição entre os judeus que não permitia que o condenado ficasse dependurado na cruz no dia de sábado. Por isso, lhes quebravam as pernas e era descido do madeiro e assim permanecia até o fim do sábado. Prova ainda mais forte de que tal procedimento não resultava em morte imediata dos crucificados é a grande surpresa de Pilatos (experiente em crucificações) em ver que Jesus já havia morrido:

“E Pilatos se admirou de que {Cristo} já estivesse morto” (cf. Marcos 15:44)

Pilatos ficou pasmo em ver que Jesus já estivesse morto. Certamente deveria ter dito algo como: “Já morreu?!”  Por que Pilatos “se admirou”? Por certo, Pilatos, veterano em mandar pessoas para cruz, já familiarizado com as crucificações, admirou-se diante de um fato inusitado: era algo incomum alguém morrer no mesmo dia da crucificação! O léxico de Strong define a palavra aqui traduzida por “admirou-se” como sendo:

2296 θαυμαζω thaumazo

de 2295; TDNT – 3:27,316; v

1) admirar-se, supreender-se, maravilhar-se.

2) estar surpreendido, ser tido em admiração.

Assim vemos que o fato de alguém morrer naquele mesmo dia da crucificação era algo extraordinário, bem fora do normal, um fato que causa espanto, surpresa, admiração. Foi assim com Jesus, mas nada indica que tenha assim sido também com os ladrões ao seu lado na cruz. Ao contrário, a evidência indica que eles permaneceram vivos depois da morte de Cristo, pois este foi o único a ter o lado furado por uma lança por já ter morrido naquele mesmo dia (cf. Jo.19:33-34), os demais permaneceram vivos dependurados do madeiro até o fim do sábado para depois serem outra vez amarrados à cruz. Não era intenção dos romanos matá-los, mas deixá-los sofrendo (cf.Jo.19:32).

Concluímos, pois, que historicamente e biblicamente o ladrão não morria naquele mesmo dia, e isso, unido às razões já apresentadas, nos mostra claramente que o ladrão não poderia estar naquele mesmo dia com Cristo no Paraíso – que, por sinal, também não subiu por lá enquanto esteve morto (cf. Jo.20:17; At.2:27).

EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS

Evidências Históricas – Como já foi demonstrado, no original grego (Koiné) em que a Bíblia foi escrita não existia vírgulas, o que dá margens para os tradutores as colocarem de acordo com as suas tradições religiosas. Mas, posteriormente, o grego passou a ter vírgula, e como era costume dos Pais da Igreja citarem constantemente as Escrituras em seus próprios escritos, eles transcreveram o texto de Lucas 23:43 da forma mais coerente que vimos acima: “Em verdade te digo hoje: estarás comigo no Paraíso”. Por exemplo, Hesíquio de Jerusalém, que foi um cristão presbítero e exegeta do quinto século d.C, transcreveu essa passagem de Lucas 23:43 da seguinte maneira: 

“Verdadeiramente eu lhe falo hoje” (Hesichius de Jerusalem, em Patrologia Grega, Volume Noventa e Três, 1433)

Teofilacto declarou o mesmo ao escrever Lucas 23:43 do seguinte modo: 

 “Verdadeiramente eu lhe falo hoje” (Teofilacto em Patrologia Grega, em Patrologia Grega, Volume Cento e Vinte e Três, 1104)

Como vemos, os próprios Pais da Igreja de épocas posteriores (onde já existia a vírgula) reconheciam que Jesus lhe falava “hoje” que o ladrão estaria com Ele no Paraíso, e não que o ladrão estaria no Paraíso naquele mesmo dia. Vale ressaltar um detalhe importante: a maioria dos Pais da Igreja, especialmente a partir do terceiro século d.C, começaram a adotar a tese da imortalidade da alma, contrariando a visão de dois séculos de Cristianismo (conforme já conferimos neste artigo). Isso significa que estes Pais da Igreja, mesmo sendo imortalistas, reconheciam que a forma gramatical do grego apontava que a vírgula deveria ser colocada depois do “hoje”.  

O mesmo acontece nos dias de hoje: vários imortalistas já abandonaram este “argumento de Lucas 23:43”, uma vez que perceberam que a passagem pode perfeitamente ser entendida e interpretada dentro do prisma mortalista, sem qualquer problema. A interpretação de que Lucas 23:43 é uma “prova” da imortalidade da alma só começou a surgir vários séculos depois, quando começaram a pedir provas bíblicas que fundamentassem essa doutrina, e, sem encontrar quase nenhuma, tiveram que apelar para passagens como essa, que nem mesmo os primeiros imortalistas lançaram mão dela, entendendo que a pontuação realmente era contra, e não a favor da tese deles neste texto. 

Vale também ressaltar que não foram apenas os Pais da Igreja que entenderam que a vírgula em Lucas 23:43 deve ser colocada antes do “hoje”, pois muitos outros manuscritos antigos atestam o mesmo. Os Manuscritos Bc e Sy-C, Antigo Siríaco, que são grandemente respeitados na comunidade acadêmica e apologética e que datam do terceiro século AD, sendo um dos manuscritos do NT mais importantes que temos até hoje, verte o texto de Lucas 23:43 colocando a vírgula depois do “hoje”: 

“Eu digo a você hoje, que Comigo tu deve estar no Jardim de Éden” (Manuscritos Bc e Sy-C – Antigo Siríaco)

Por fim, o próprio Vaticanus 1209, um dos melhores manuscritos gregos do Novo Testamento, que data do século IV d.C e que é uma das fontes pelas quais os estudiosos mais trabalham na identificação do original do NT, traz o seguinte em Lucas 23:43: 

Note que no texto grego há um ponto depois da palavra “semeron” (dia), e não antes dela. Este Condex Vaticanus foi considerado por Westcott e Hort como o melhor manuscrito grego do NT, e é também um dos manuscritos mais antigos da Bíblia, sendo inclusive mais antigo do que o Codex Sinaiticus. É interessante também os comentários do erudito Earle Ellis em sua obra “The Gospel of Luke”, no comentário da Bíblia New Century: 

“Alguns manuscritos produzidos razoavelmente cedo colocam a vírgula depois de ‘hoje’ e assim, continuam com a referência a parousia do verso 42” (Publicado por Wm.B.Eerdmans Publishing Co. Grand Rapids Michigan, reprint of 1983)

Isto, sem dúvida, mostra que este erudito sabe a respeito da pontuação no Ms Vaticanus em Lucas 23:43, bem como em outros respeitados manuscritos antigos.

A GRAMÁTICA

A gramática – Ainda que o texto original não possua vírgulas, a forma linguística em que ele é escrito nos ajuda a desvendarmos qual é o seu real sentido na passagem em pauta. No português, quando traduzimos a frase podemos colocá-la em antes ou depois do advérbio “hoje” (como vimos acima), e ambas as traduções aparentemente podem dar sentido real à frase.  Contudo, quando pegamos os manuscritos originais no grego e ponderamos em onde colocar a vírgula, tal não faz sentido se ela for colocada antes do “hoje”, como querem os imortalistas. Por quê? Simplesmente porque isso criaria um dilema de primeira ordem por falta de lógica no próprio texto.

Grande parte dos tradutores simplesmente ignoram a palavra ἐμοῦ = de mim. Sem considerar esta palavra o sentido original do foi dito se perde. Vejamos a tradução do verso palavra por palavra:

καὶ = \ εἶπεν = disse \ αὐτῷ = a ele \ Ἀμήν = amém \ σοι = a ti \ λέγω = digo \ σήμερον = hoje \ μετ᾿ = depois \ ἐμοῦ = de mim \ ἔσῃ = serás \ ἐν = em \ τῷ = o \ παραδείσῳ = paraíso.

A palavra μετ᾿ significa “comigo”, como também significa “depois”, se você considerar que μετ᾿ está no sentido de “comigo”. Necessariamente, temos que ignorar a palavra ἐμοῦ = de mim. Comigo de mim, não faz sentido algum. A vírgula não pode ficar antes de “hoje”. A vírgula deve ser colocada após o “hoje” e também após o “depois”. Considerando todas as palavras como elas são literalmente e traduzindo corretamente, o sentido original do foi dito fica muito claro:

“E disse a ele; Amém a ti digo hoje, depois, de mim serás em o paraíso”. Depois de todas as coisas concluídas, o ladrão com certeza absoluta será do nosso Salvador. Jesus entregou ao ladrão da cruz a promessa de que este estaria no Paraíso. ‘Hoje’ é o momento em que esta promessa lhe foi dita. Naquele momento Cristo assegurou a ele tal promessa.

Mas em resposta a que foi feita a promessa?

Verso 42… μνήσθητί = Lembra-te \ μου = de mim \ ὅταν = quando \ ἔλθῃς = vier \ εἰς = em \ τὴν =\ βασιλείαν = Reino \ σου = de ti.

“Lembra-te de mim quando vier em o reino de ti”. O ladrão tinha dúvida se aquilo poderia ser possível e, por isso, seu pedido a Jesus foi que este se lembrasse dele, não quando morresse, mas quando Ele viesse em seu poder visível. Então, naquele momento, o hoje, Cristo lhe deu esta certeza. Ele lhe garantiu: “depois, de mim serás em o paraíso”.

A preposição μετὰ indica um tempo – depois; após; além de.  Depois que todas as coisas forem concluídas, quando Cristo vier na Sua Glória, o ladrão estará na glória com o Senhor Jesus. Naquele momento, o ‘hoje’ do verso, o ladrão recebeu a certeza de que, no futuro, estaria com Cristo no Paraíso.

ἐμοῦ ou μου é um pronome na primeira pessoa do singular, que não pode ser ignorado. No grego a pontuação não é absolutamente necessária para a compreensão textual, mas no português se você não organizar as palavras da maneira correta e usando a pontuação, o texto fica sem nenhum sentido, e ainda dá margens para más interpretações.

REFUTANDO OBJEÇÕES

Refutando objeções – A principal objeção sustentada pelos defensores da imortalidade da alma neste texto é que seria inteiramente desnecessário a adição do “hoje”, pois se Jesus dizia aquilo naquele momento (o “hoje”) não seria preciso adicionar que estava dizendo aquilo hoje. Em resposta a essa objeção, devemos ressaltar, em primeiro lugar, que é muito comum na Bíblia a utilização do “hoje” em construções de frases em muito semelhantes à de Lucas 23:43. Por dezenas de vezes vemos declarações semelhantes que são precedidas pelo “hoje”, como, por exemplo:

(Jeremias 42:21) – E vo-lo tenho declarado hoje; mas não destes ouvidos à voz do Senhor vosso Deus, em coisa alguma pela qual ele me enviou a vós.

(Deuteronômio 6:6) – E estas palavras, que te ordeno hoje, estarão no teu coração.

(Deuteronômio 11:8) – Guardai, pois, todos os mandamentos que eu vos ordeno hoje, para que sejais fortes, e entreis, e ocupeis a terra que passais a possuir.

(Deuteronômio 30:18) – Então eu vos declaro hoje que, certamente, perecereis; não prolongareis os dias na terra a que vais, passando o Jordão, para que, entrando nela, a possuas.

(Deuteronômio 4:40) – E guardarás os seus estatutos e os seus mandamentos, que te ordeno hoje para que te vá bem a ti, e a teus filhos depois de ti, e para que prolongues os dias na terra que o Senhor teu Deus te dá para todo o sempre.

(Atos 20:26) – Portanto, eu lhes declaro hoje que estou inocente do sangue de todos.

As passagens acima são apenas alguns exemplos do emprego do “hoje” na mesma construção de frase que observamos em Lucas 23:43. Constatamos facilmente que expressões semelhantes a essa são utilizadas aos montões na Bíblia:

“…te ordeno hoje” (cf. Dt.6:6; 11:8; 4:40; 30:11; 27:10; 15:5; 30:8; 27:1; 10:13; 11:13; 15:5; 8:11; 28:14; 27:4; 13:18; 19:9; 8:1; 1:28; 28:1; 28:13)

“…declaro hoje” (cf. Je.42:21; Dt.30:18; At.20:26)

“…testifico hoje” (cf. Dt.8:19; 32:46)

“…ponho hoje” (cf. Dt.4:8)

“…proponho hoje” (cf. Dt.30:15; 11:32)

“…vos mando hoje” (cf. Dt.11:27)

“…vos anuncio hoje” (cf. Zc.9:12)

Lucas 23:43 não faz parte de uma exceção, faz parte de uma regra. De fato, o Dr. Rodrigo Silva, em sua tese de doutorado na Pontífica Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, intitulada “Análise Linguística do Sémeron em Lucas 23:43″, provou com base em uma minuciosa investigação das ocorrências do advérbio sémeron nos textos gregos do Antigo Testamento (tradução da Septuaginta) e do Novo Testamento que “na maioria absoluta dos casos” em que existe uma ambiguidade semelhante à de Lucas 23:43, “a ligação de sémeron com o primeiro verbo demonstrou-se a mais natural”. A expressão “hoje” ligada ao verbo não é redundante, é enfática, e ocorre aos montões na Bíblia. Mesmo se fosse uma exceção, isso de modo nenhum invalidaria o argumento, visto que exceções também existem na Bíblia em grande quantidade.

Além disso, alegam também que Jesus se expressou diversas vezes dizendo “em verdade te digo” além de em Lucas 23:43, mas que em nenhuma delas ele adicionou o “hoje”, à exceção de Marcos 14:30. Sendo assim, se Jesus não teve uma boa razão para mudar sua forma habitual de dizer o “em verdade te digo”, ele deve ter se expressado conforme os imortalistas creem. O que eles não são capazes de imaginar, porém, é que existe uma boa razão pela qual Jesus adicionou o ‘hoje’. E isso está totalmente relacionado ao verso anterior, em que o ladrão diz: “και ελεγεν τω ιησου μνησθητι μου κυριε οταν ελθης εν τη βασιλεια σου”, corretamente traduzido por: “Lembra-te de mim quanto vieres no teu Reino”.

A palavra grega aqui traduzida por “vir” (e que algumas versões traduzem por “entrar”) é erchomai, que, de acordo com o NAS New Testament Lexicon grego, significa: “vir de um lugar para outro”. Ainda segundo o léxico do grego, na grande maioria das vezes em que essa palavra aparece no Novo Testamento significa vir:

Vieram: 225 vezes.

Vêm: 222 vezes.

Vem: 64 vezes.

Chegando: 87 vezes.

Foi: 18 vezes.

Vai: uma vez.

Chegou: uma vez;

Entrou: duas vezes.

Esse verbo aparece mais de quinhentas vezes ligado a “vir” e apenas duas vezes ligado a “entrar”, e mesmo assim muitas traduções preferiram traduzir por “quando entrar no teu Reino”, para dar algum sentido à declaração posterior de Cristo de que estaria naquele mesmo dia com Ele no Paraíso. O Thayer’s Greek Lexicon afirma que essa palavra tem relação com: (a) a volta invisível de Cristo do Céu; (b) equivalente a vir para fora, mostrar-se. De acordo com Buttmann, “quando é usado com substantivos de tempo, expressa um sentido futuro, virá” (Buttmannm 204; Winer Gramática § 40, 2). Alguns exemplos de quando esse verbo ocorre na Bíblia são:

(Mateus 3:7) – Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham [erchomenous] para o batismo, disse-lhes: ‘Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da ira vindoura’?

(Mateus 3:11) – Eu vos batizo com água para o arrependimento, mas aquele que vem [erchomenos] depois de mim é maior do que eu e eu não sou digno nem mesmo de lavar as suas sandálias.

(Mateus 3:14) – João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: ‘Eu preciso ser batizado por você, e você vem [erche] a mim?

(Mateus 3:16) – Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento os céus se abriram, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo [erchomenon] sobre ele.

(Mateus 5:17) – Não pensem que vim [elthon] para abolir a lei ou os profetas; não vim [elthon] para abolir, mas para cumprir.

(Mateus 6:10) – Venha [eltheto] o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na terra com no Céu.

A nota de rodapé da Nova Versão Internacional também faz uma importante observação em Lucas 23:42:

Muitos manuscritos dizem: ‘quando vieres no teu poder real’” (NVI)

Os judeus criam que a vinda do Messias acarretaria na vinda imediata do Reino em sua forma visível, com um Cristo político e libertador. Contudo, a vinda de Jesus trouxe o Reino em sua forma espiritual, dando-nos vitória sobre as forças das trevas. Quando o ladrão pede para ser lembrado por Cristo “quando vieres [erchomaino teu Reino”, ou “quando vieres no teu poder real”, conforme muitos manuscritos antigos trazem, ele revela a sua convicção de que ele só voltaria à vida novamente quando a vinda visível do Reino de Cristo for consumada, pois é somente neste momento (da segunda vinda de Cristo, a Sua Volta Gloriosa), que os mortos serão ressuscitados.

O ladrão sabia que ele iria morrer e pede para ser lembrado por Cristo naquele dia tão esperado em que Ele viesse em Seu reino em sua forma visível, destruindo o poder da morte e dando vida aos mortos. É neste momento que o ladrão queria ser lembrado por ele, porque é somente neste momento em que os mortos ressuscitam para estar com Cristo. Jesus, então, declara ao ladrão que não precisava pensar em tempos tão remotos para ser lembrado por ele, mas que hoje mesmo lhe garantia que com Ele estaria no Paraíso. Ele não precisaria ficar na ansiedade da volta de Jesus para ser lembrado somente dois mil anos depois para saber de seu destino final, pois naquele mesmo momento, o “hoje” em questão, Cristo lhe assegurava a salvação.

O verso 42, portanto, deixa claro que o próprio ladrão sabia que não entraria no Paraíso naquele mesmo dia, por isso pediu para ser lembrado por Cristo somente quando na Sua Segunda Vinda. Cristo, então, lhe assegurou naquele mesmo dia que o ladrão estaria com ele no Paraíso. O ladrão pediu a Jesus para lembrar-se dele no futuro quando Ele viesse em seu poder visível, mas Jesus respondeu lembrando a ele imediatamente, o “hoje” do verso, e garantindo que com Ele seria no Paraíso. Sendo assim, o emprego do “hoje” no verso 43 não é desnecessário e nem redundante. Ele não apenas serve para enfatizar como ocorre em outras dezenas de vezes na Bíblia, mas também para antecipar a garantia da salvação ao crucificado.

MAS E AS TRADUÇÕES BÍBLICAS?

Mas e as traduções bíblicas? – É alegado também pelos imortalistas que, se a vírgula deve ser colocada depois do “hoje”, e não antes dele, como foi provado aqui tendo em vista todo o contexto textual, a gramática do texto em grego, a hermenêutica, os documentos antigos e as evidências históricas, então praticamente todas as versões que existem hoje estão todas adulterando a Bíblia, e que a única versão correta das Escrituras seria a “Tradução Novo Mundo”, das Testemunhas de Jeová, que traduz o verso desta maneira.

Isso simplesmente não é verdade. É fato que as traduções que optaram por colocar a vírgula depois do “hoje” erraram, mas elas não erraram por desonestidade (o que seria adulteração na Bíblia), pois o verso realmente deixa em aberto as duas traduções no grego em primeira instância, mas por seus próprios pressupostos teológicos, pois todas elas defendem a tese de imortalidade da alma. Bispo Sandro, um erudito do grego bíblico, esclareceu sobre a questão das traduções bíblicas nas seguintes palavras:

“Sabe-se que toda tradução é naturalmente interpretativa e hermenêutica. Ou seja, está sempre submetida aos conceitos e ponto de vista do tradutor. Há os que sustentam uma ‘imparcialidade’ ou ‘neutralidade’ em traduções. Porém, cientificamente, sabe-se que a ‘neutralidade’ é um mito. O tradutor pode tender à ‘imparcialidade’, porém sempre há algo de sua individualidade e subjetividade que estarão presentes em sua produção textual. Nesta mesma linha, há o mito da ‘tradução fiel’, que é tratar a tradução como uma reprodução literal e precisa da fonte primária. Em outras palavras, uma tradução da Bíblia em português (ou qualquer outra língua) que se diga 100% fiel às fontes originais. O ideal de uma ‘tradução fiel’ é uma impossibilidade técnica, não há como fazer uma tradução que reproduza fielmente, em todos os aspectos, o que o autor quis dizer. Pois é óbvio, que o sentido de um texto só pode ser entendido em todas suas dimensões de significado, quando inserido em sua língua e contexto originais. Ao passar este significado ou sentido para uma outra língua, há perdas, limitações naturais que ocorrem pelo simples fato de ser uma tradução”

E ele conclui dizendo:

“Por isto, não existem traduções perfeitas, ou uma que possa ser considerada a melhor. Existem boas traduções da Bíblia publicadas por editoras Evangélicas, Católicas e Judaicas, porém, estão todas suscetíveis às críticas e às mesmas vulnerabilidades textuais que já foram mencionadas… toda tradução tem seu valor, o que não anula obviamente, suas limitações”

Essas colocações são decididamente importantes porque nos ajudam a compreender a razão pela qual a grande maioria dos tradutores optaram por colocarem a vírgula antes do “hoje”: porque estão tendenciados a isso em vista de seus próprios conceitos teológicos. Isso é muito diferente de dizer que eles “adulteraram” a Bíblia. Significa apenas que, quando chega a um ponto de disputa teológica, sempre optam por seguir a linha teológica que a determinada sociedade bíblica adota – na maioria dos casos, a de imortalidade da alma. Por isso, é evidente que as traduções de imortalistas (como as Almeidas ou as católicas) vão optar por colocar a vírgula antes do “hoje”, ao passo que as traduções de mortalistas (como TJS ou adventistas) vão optar por colocar a vírgula depois do “hoje”.

Isso não representa nada em questão de exegese, porque a obrigação do tradutor não é de ser um exegeta, mas meramente de traduzir. Quem terá o trabalho de reunir todas as evidências bíblicas na busca da compreensão correta do texto são os eruditos bíblicos, os críticos textuais, não os tradutores. Por isso, a grande quantidade de versões bíblicas com a vírgula colocada antes do hoje apenas reflete que a grande maioria dos tradutores são imortalistas, nada a mais do que isso. Se a maioria fosse mortalista (o que algum dia pode chegar a ser), a maioria colocaria a vírgula depois do “hoje”.

Isso obviamente não implica que as versões que se equivocaram colocando a vírgula antes do “hoje” estejam erradas em seu todo, nem muito menos implica que as traduções que optaram pela vírgula depois do “hoje” estejam certas em todo o resto. Todas as traduções bíblicas erram em alguns pontos e acertam em outras, e todas as traduções bíblicas tendem pelo lado teológico aceito por eles quando há uma passagem de tradução livre e fruto de interpretação bíblica.

Além disso, não é verdade que a Tradução Novo Mundo seja a única que coloca a vírgula depois do “hoje”. Outras versões, como a Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883 pela “Trinitarian Bible Society” de Londres, diz:

“Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso”

Da mesma forma, o Emphasized New Testament, de Joseph B. Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim traduz Lucas 23:43:

“Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso”.

O The New Testament, de George M. Lamsa, diz:

“Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”

A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz:

“E Jesus lhe disse: ‘Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso’”

O famoso Manuscrito Curetoniano da Versão Siríaca, que está hoje no Museu Britânico, assim diz:

“Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden”

O comentário da Oxford Companion Bible ainda diz:

“’Hoje’ concorda com ‘te digo’ para dar ênfase à solenidade da ocasião; não concorda com ‘estarás’”,

No Apêndice n°. 173, a famosa Oxford Companion Bible acrescenta:

“A interpretação deste versículo depende inteiramente da pontuação, a qual se baseia toda na autoridade humana, pois os manuscritos gregos não tinham pontuação alguma até o nono século, e mesmo nessa época somente um ponto no meio das linhas, separando cada palavra… A oração do malfeitor referia-se também àquela vinda e àquele Reino, e não a alguma coisa que acontecesse no dia em que aquelas palavras foram ditas”.

E concluem dizendo:

“E Jesus lhe disse: ‘Na verdade te digo hoje’ ou neste dia quando, prestes a morrerem, este homem manifestou tão grande fé no Reino vindouro do Messias, no qual só será Rei quando ocorrer a ressurreição – agora, sob tão solenes circunstâncias, te digo: serás comigo no Paraíso”.

Por fim, a versão impressa da Nueva Reina Valera de 2000 assim traduz:

“Então Jesus lhe respondeu: ‘Eu te asseguro hoje, estarás comigo no paraíso’”

Portanto, é simplesmente falsa a afirmação de que a única versão da Bíblia que traduz Lucas 23:43 da maneira correta é a Tradução Novo Mundo das Testemunhas de Jeová.

De fato, Lucas 23:43 é uma mensagem em que Cristo diz ao ladrão da cruz: “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”, mas que os tradutores bíblicos imortalistas preferiram por suas próprias convicções teológicas traduzirem por: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no Paraíso”.

E assim exegese foi totalmente destruída.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,

 

 

Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

 

 

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Lucas 23:42-43

             

PREGUNTA:

Me podria explicar a qué paraiso se refiere Yahoshua cuando fue clavado en el madero, donde le dice al criminal sobre que estará en el paraiso con él. Eso está en Lucas 23:42-43.  Yah le bendiga siempre. — C BP

RESPUESTA:

Estimado C BP: 

Ese pasaje, conservado en griego, puede ser desconcertante para muchos debido a una traducción, o más bien una puntuación, equivocada. Generalmente se traduce: “Verdaderamente te digo [que] hoy estarás conmigo en el paraíso”; o: “Verdaderamente te digo: hoy estarás conmigo en el paraíso”;  “Al añadir ese “que”, o poner el colon después de “digo”, e invertir la sintaxis griega, se da la idea de que el Mesías iba a ir al paraíso ese mismo día. Pero él estaba hablando de su reino cuando él regrese a la Tierra. Si se puntúa correctamente el pasaje, sin añadirle un “que”, y se sigue la sintaxis griega de esa oración, el sentido es diferente. Miré, el griego dice literalmente, sin puntuacion, así: ἀμήν σοι λέγω σήμερον μετ᾽ ἐμοῦ ἔσῃ ἐν τῷ παραδείσῳ.  (“Amén soi lego sémeron met emú ése en to paradeiso” = “Verdaderamente te digo hoy conmigo estarás en el paraíso”. ¿Ve? el griego no tiene puntuación, hay que añadirla en la traducción; ni tiene el “que” que muchos traductores añaden; y, además, el “hoy” va antes de “conmigo”. En cuanto a la puntuación, casi todos, menos el  Dr Lamsa en la Peshita, (y yo lo sigo), ponen la coma después de “lego” = “digo”; o  añaden un “que” después de “digo”. Pero ese “que” no está en el griego. Además la sintaxis griega de esa oración se ve forzada de esa manera. Poniendo la coma, o el colon, después de “sémeron” = “hoy”, la oración dice algo diferente. Vea: “Verdaderamente te digo hoy: conmigo estarás en el paraíso”. La sintaxis griega requiere el colon después de “hoy” porque el verbo “estarás” va después de “conmigo”; de otra manera se ve forzada la traducción. Además, recuerde que el reo le había dicho: “Acuérdate de mícuando vengas en tu reino”. Y en su respuesta el Mesías lo que quiso decirle fue: No tengo que esperarque venga en mi reino para acordame de ti: hoy mismo te digo que estarás conmigo en el paraíso. Y el paraíso, obviamente, es su reino restaurado durante el milenio mesiánico. Así que indirectamente lo que el Mesías le prometió a aquel reo que lo aceptó como Salvador, fue un lugar en la primera resurrección. No me parece que aquel reo fuera un criminal. Lo más probable es que fuera un judío de la secta de los celotes, que eran muy religiosos y a la vez independentistas que luchaban por liberación del yugo romano; y probablemente fue condenado a muerte por sedición. Así que sin duda lo tendremos gobernando en el reino mesiánico con el Mesías Yahoshúa.  –Yosef

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La clave para soportar la adversidad

Génesis 50: 15-21

El Todopoderoso nos ha dado muchas promesas asombrosas en Su Palabra. Sin embargo, aunque estamos seguros de Su amor inquebrantable (Romanos 8: 38-39), Su provisión (2 Corintios 9: 8), y Su guía (Prov. 16: 9), Él no nos ha prometido una vida fácil y sin. problemas. Sin embargo, podemos contar con que el Creador haga que todo -incluyendo la adversidad- obre para nuestro bien (Rom 8:28).

Mucho antes de que Pablo escribió esta palabra de aliento a la congregación en Roma, José aprendió el mismo principio al experimentar su verdad. Su afirmación de ello, sin embargo, viene varios años después de que su sufrimiento injusto ha terminado. En medio de sus dificultades, es dudoso que entendiera lo que el Creador hace en su vida.

Lo mismo es cierto para nosotros. Cuando nuestros corazones y mentes se agitan debido a eventos turbulentos, es difícil en el mirar las circunstancias con horror la confusión. Pero debemos decidir creer lo que la Biblia dice acerca del carácter, actividad y propósitos del Creador. Esa elección proviene nuestra atención fuera de la tormenta y la dirige a Aquel responsable de guiarnos a salvo a través de ella.

En Su presencia, los temores disminuyen y las dudas se disipan; la paz y un sentido de la unidad con el Padre tomarán su lugar. Nuestra responsabilidad es mantener nuestros ojos en el Padre y confiar en su espíritu santo para proveer fortaleza, sabiduría y coraje.

Volvernos al Padre no necesariamente pondrá fin a las dificultades, pero Él nos hace ver que estamos exactamente de donde Él quiere que estemos. Él tiene una razón para la incomodidad y los deseos de que crezcamos en el Mesías a través de ella. Que es la situación, el lugar más seguro del mundo es el centro de Su voluntad.

 Por el Dr. Stanley

 

 

 

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SÍMBOLOS PROFÉTICOS

1. ABEJA: REYES DE ASIRÍA. (ISAÍAS 7:18). O PODER INVASOR Y CRUEL. (DEUT. 1:44; SALMO 118:12).
2. ACEITE: FORTALEZA POR LA UNCIÓN, VIDA Y FUERZA POR EL ESPÍRITU DE DIOS. (SANTIAGO5:14).
3. ADULTERIO: INFIDELIDAD, INFRACCIÓN DEL PACTO ESTABLECIDO, Y POR CONSIGUIENTE SÍMBOLO DE LA IDOLATRÍA, ESPECIALMENTE ENTRE LA GENTE QUE HA CONOCIDO LA VERDAD. (JER.3:8,9; EZEQUIEL 23:37; APOC.2:22).
4. ÁGUILA: PODER, VISTA PENETRANTE, MOVIMIENTO EN EL SENTIDO MÁS ELEVADO. (DEUT.32:11,12).
5. ALGARROBA: PAJA, NULIDAD, JUICIO DE MAL.
6. ANCLA: ESPERANZA. (HEBR. 6:19).

7. ÁRBOLES: LOS ALTOS SÍMBOLOS DE GOBERNANTES, (EZEQ.31:5-9); LOS BAJOS, SÍMBOLOS DEL PUEBLO COMÚN. (APOC.7:1; 8:7).
8. ARCA: CRISTO. (1ª PEDRO 3:20,21; HEBR. 11:7).
9. ARCO: SÍMBOLO DE BATALLA Y VICTORIA .APOC. 6:2; A VECES TAMBIÉN DE ENGAÑO, POR CUANTO PUEDE QUEBRARSE O TIRAR EN FALSO. (OSEAS 7:16; JER.9:3).
10. ARPA: SÍMBOLO DE GOZO Y DE ALABANZA. (SALMO 49:4; 33:2; 2ª CRON.20:28; ISA.30:32; APOC.14:1,2).
11. AZUFRE: SÍMBOLO DE TORMENTOS. (JOB18:15; SALMO 9:6; APOC.14:10; 20:10).
12. AZUL: LO CELESTE DEL CIELO. (ESTER8:15).
13. BABILONIA: SÍMBOLO DE UN PODER IDOLATRA QUE PERSIGUE LAS IGLESIAS DE DIOS, DEFIRIÉNDOSE DE UN MODO PARTICULAR AL PODER ROMANO, PAGANO, PAP CAÑA: FRAGILIDAD HUMANA. MAT.12:20.
14. BALANZA: SÍMBOLO DE TRATO INTEGRO Y JUSTO. (JOB 31:6). TRATÁNDOSE DE LA COMPRA DE VÍVERES, SIMBOLIZA LA ESCASEZ. (LEV.26:26; EZEQ.4:16; APOC.6:5).
15. BERILO: PROSPERIDAD, MAGNIFICENCIA. (EZEQ.1:16; 28; 13).
16. BESTIA: SÍMBOLO DE PODER TIRANO Y USURPADOR, PERO A VECES SOLO DE UN PODER TEMPORAL CUALQUIERA. (DAN.7:3,17; EZEQ.34:28).
17. BOSQUE: SÍMBOLO DE CIUDAD O REINO. REPRESENTANDO SUS ÁRBOLES ALTOS O REGENTES O GOBERNADORES. (ISA.10:17-34; 32:19; JER.21; 14; EZEQ.20:46).
18. BRAZO: SÍMBOLO DE FUERZA Y PODER; BRAZO DESNUDO EXTENDIDO SIGNIFICA EL PODER EN EJERCICIO. (SALMO 10:15; ISA.52:10; SALMO 98:1; EX.6:6).
19. BUEY: SUMISIÓN.
20. CARNERO: SÍMBOLO DE REYES EN GENERAL Y ESPECIALMENTE DEL REY PERSA. (DAN. 8:3-7,20).
21. CARRO: SÍMBOLO DE GOBIERNO O PROTECCIÓN. (2ª REYES 2:12), SE REFIERE A CIRO Y DARÍO, Y (ZAC.6:1). A CUATRO GRANDES MONARQUÍAS, MIENTRAS QUE LOS CARROS DE DIOS EN EL (SALMO 68:18. E ISA.66:15). DESIGNAN LAS HUESTES DEL CIELO.
22. CASAMIENTO: SÍMBOLO DE UNIÓN Y FIDELIDAD EN EL PACTO O ALIANZA CON DIOS Y POR CONSIGUIENTE DE LA PERFECCIÓN. (ISA.54:1-6; APOC.19:7; EFES.5:23-32).
23. CEDRO: FUERZA, PERPETUIDAD. (SALMO104:16).
24. CEGUERA: INCREDULIDAD. (ROM.11:25).
25. CENIZAS: TRISTEZA, ARREPENTIMIENTO. (JOB.42:6; DAN.9:3).
26. CIELO Y TIERRA: SE USA ESTA EXPRESIÓN EN TRIPLE SENTIDO: 1 INVISIBLE Y MORAL; 2 VISIBLE Y LITERAL; 3 POLÍTICO. USÁNDOSE EN SENTIDO POLÍTICO, CIELO SIMBOLIZA LOS REGENTES, TIERRA EL PUEBLO, LOS DOS JUNTOS FORMANDO UN REINO O UN ESTADO. (ISA.51:15, 16,65:17; JER. 4:23,24; MAT. 24; 29).
CAER DEL CIELO ES PERDER LA DIGNIDAD O LA AUTORIDAD; CIELO ABIERTO INDICA UN ORDEN NUEVO EN EL MUNDO POLÍTICO; UNA PUERTA ABIERTA EN EL CIELO INDICA EL PRINCIPIO DE UN GOBIERNO NUEVO. (HABAC.2:6-22). EL SOL, LA LUNA, Y LAS ESTRELLAS SIMBOLIZAN LAS AUTORIDADES SUPERIORES SECUNDARIAS. (ISA, 24:21, 23.JOEL 2:10; APOC.12:1).
27. CINTURÓN APRETADO: PRESTO PARA EL SERVICIO, AFLOJADO, REPOSO.
28. COBRE, METAL, BRONCE). SÍMBOLO DE ENDURECIMIENTO. (ISA.48:4; JER.6:28).TAMBIÉN DE FUERZA Y FIRMEZA. (SALMO 107:16).
29. COCODRILO O DRAGÓN: SÍMBOLO DE EGIPTO Y EN GRAL. TODO PODER ANTICRISTIANO. (ISA 27:1; 51:9; EZEQ.29:3; APOC. 12:3; 13:1).
30. COLORES: NEGRO, SÍMBOLO DE ANGUSTIA Y AFLICCIÓN. (JOB 30; 30; APOC. 6:5-12). PÁLIDO, SÍMBOLO DE ENFERMEDAD MORTAL, (APOC.6:8, ISA. (ISA.47:12; APOC.17:13; 18:24).
31. CABALLO: SÍMBOLO DE EQUIPO DE GUERRA Y DE CONQUISTA. ZAC. 10:3; SÍMBOLO TAMBIÉN DE LA RAPIDEZ. (JOEL 2:4); IR A CABALLO O “SUBIR SOBRE LAS ALTURAS” DESIGNA DOMINIO. (DEUT.32:13; ISA.58:14).
32. CABRAS: SÍMBOLO DE LOS MALVADOS EN GENERAL. (MAT. 25:32,33).
33. CADENA: ESCLAVITUD. (MARC.5:4).
34. CALCEDONIA: PUREZA.
35. CAÑA: FRAGILIDAD HUMANA. (MAT.12:20).
36. COMER: SÍMBOLO DE LA MEDITACIÓN Y PARTICIPACIÓN DE LA VERDAD (ISA.55:1,21); SÍMBOLO TAMBIÉN DE LOS RESULTADOS DE CONDUCTA OBSERVADA EN EL PASADO (EZEQ. 18:2); SÍMBOLO ASIMISMO DE LA DESTRUCCIÓN DE LA FELICIDAD O PROPIEDAD DE ALGUNA PERSONA. (APOC. 17:18; SALMO 27:2).
37. COPA: (CÁLIZ), SÍMBOLO DE LUJURIA PROVOCANTE (APOC. 17:1), TAMBIÉN DE RITOS IDOLATRAS (1ª COR. 10:21) Y ASIMISMO DE LA PORCIÓN QUE TOCA A ALGUIEN (APOC. 14:10; 18:6).
38. CORONA: DIADEMA, SÍMBOLO DE AUTORIDAD CONFERIDA (LEV. 8:9); TAMBIÉN DE AUTORIDAD IMPERIAL Y DE VICTORIA (APOC.19:12).
39. CRISOPRASO: PAZ QUE SOBREPUJA TODO ENTENDIMIENTO. (APOC. 21:20).
40. CRISOLITO: GLORIA MANIFIESTA.
41. CRUZ: SACRIFICIO. (COL. 2:14).
42. CUERNO: SÍMBOLO DE PODER (DEUT.33:17; 1ª REYES 22:11; MIQ. 4:13) SÍMBOLO TAMBIÉN DE DIGNIDAD REAL. (DAN. 8:9.; APOC.13:1).LOS CUERNOS DEL ALTAR CONSTITUÍAN UN REFUGIO SEGURO. (EX. 21:1-43).
43. DIEZ: SIMBOLIZA LA PLENITUD. LO COMPLETO (MAT: 18:24).
44. EGIPTO: SÍMBOLO DE UN PODER ORGULLOSO Y PERSEGUIDOR, COMO ROMA (APOC.11:8).
45. EMBRIAGUEZ: SÍMBOLO DE LA LOCURA DEL PECADO (JER. 51:7); Y DE LA ESTUPIDEZ PRODUCIDA POR LOS JUICIOS DIVINOS. ISA: 29:9).
46. ESCARAMUJO: Y ESPINO: Y ABROJOS: MALAS INFLUENCIAS.
47. ESCARLATA: SIENDO, COLOR DE SANGRE: LA VIDA. (ISA. 1:18).
48. ESMERALDA: ESPERANZA.
49. FRENTE: DENOTA, SEGÚN LA INSCRIPCIÓN O LA SEÑAL QUE LLEVA, UN SACERDOTE (LEV.8:9); UN SIERVO O UN SOLDADO (APOC. 22:4). LOS SERVIDORES DE LOS ÍDOLOS LLEVABAN IGUALMENTE, COMO, HOY, UNA SEÑAL, UN NOMBRE O UN NUMERO EN SU FRENTE. (APOC.13:16).
50. FRUTO: MANIFESTACIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE LA VIDA. (MAT. 7:16).
51. FUEGO: SÍMBOLO DE LA PALABRA DE DIOS. (JER. 23:29; HABAC.3:5); SÍMBOLO TAMBIÉN DE DESTRUCCIÓN. (ISA. 42:25; ZAC.13:9); DE PURIFICACIÓN (MAL.3:2). DE PERSECUCIÓN (1ª PEDRO1; 7); DE CASTIGO Y SUFRIMIENTO. (MARC.9:44).
52. HIERRO: SEVERIDAD. (APOC.2:27).
53. HIJA: POBLACIÓN, COMO SI ESTA FUERA MADRE.
BERMEJO, DE DERRAMAMIENTO DE SANGRE O DE VICTORIA. (ZAC.6:2; APOC.12:3). O DE LO QUE NO SE PUEDE BORRAR. (ISA.1:18). BLANCO, DE HERMOSURA Y SANTIDAD. (ECLES. 9:8; APOC. 3:4).BLANCO Y RESPLANDECIENTE ERA EL COLOR REAL Y SACERDOTAL ENTRE LOS JUDÍOS, COMO LA PÚRPURA ENTRE LOS ROMANOS.
54. HISOPO: PURIFICACIÓN. (SALMO 51:7).
55. INCIENSO: SÍMBOLO DE ORACIÓN (QUEMABASE CON FUEGO TOMADO DEL ALTAR DE LOS PERFUMES. (SALMO 141:2. APOC.8:4; MAL.1:11), JASPE Y AMATISTA, PROMESAS DE GLORIAS FUTURAS.
56. JASPE; PASIÓN Y SUFRIMIENTO.
57. LÁMPARA: CANDELERO). SÍMBOLO DE LUZ, GOZO, VERDAD Y GOBIERNO (APOC.2:5. EN 1ª REYES 11:36), INDICASE CON LA EXISTENCIA DE LA “LÁMPARA TODOS LOS DÍAS” QUE A DAVID NUNCA FALTARA SUCESOR. (SALMO 132; 17).
58. LEÓN; SÍMBOLO DE UN PODER ENÉRGICO Y DOMINADOR. (2ª REYES 23:33; AMOS 3:8; DAN. 7:4; APOC.5:5).
59. LEOPARDO: (TIGRE) SÍMBOLO DE UN ENEMIGO CRUEL Y ENGAÑOSO. (APOC. 13:2; DAN. 7:6; ISA. 11:6; JER, 5:6; HABAC. 1:8).
60. LEPRA: PECADO ASQUEROSO. (ISA.1:6).
61. LIBRO: EL LIBRO DEL TESTIMONIO ENTREGADO AL REY SIMBOLIZA LA INAUGURACIÓN DEL REINO( 2ª REYES 11:2); UN LIBRO ESCRITO DENTRO Y FUERA, SÍMBOLO DE UNA LARGA SERIE DE ACONTECIMIENTOS; UN LIBRO SELLADO, SÍMBOLO DE SECRETOS; COMER UN LIBRO, SÍMBOLO DE UN ESTUDIO SERIO Y PROFUNDO (JER. 15:16; APOC.10;9),EL LIBRO DE VIDA, MEMORIA EN QUE ESTÁN REDIMIDOS (ESDRAS2:62; APOC. 6:5).UN LIBRO ABIERTO, SÍMBOLO DEL PRINCIPIO DE UN JUICIO. (APOC.20:12).
62. LIRIO: HERMOSURA, PUREZA.
63. LUZ: CONOCIMIENTO, GOZO, (JUAN 12:35).
64. LLAVE: SÍMBOLO DE AUTORIDAD, DEL DERECHO DE ABRIR Y CERRAR. (ISA. 22:22; APOC.1:18; 3:7; 20:1).
65. LLUVIA: INFLUENCIA DIVINA. (SANTIAGO 5:7; OSEAS 6:3).
66. MADRE: SÍMBOLO DE EL PRODUCTOR DE ALGUNA COSA (APOC.17:5); COMO POR EJEMPLO, DE UNA CIUDAD CUYOS HABITANTES, POR CONSIGUIENTE; SE LLAMAN SUS HIJOS (2ª SAMUEL 20:19; ISA. 49; 23); DE UNA CIUDAD CENTRAL CUYAS POBLACIONES DEPENDIENTES CONSIDERANSE SUS HIJAS. (ISA. 50:1; OSEAS2; 2,5).SÍMBOLO TAMBIÉN DE LA IGLESIA DE DIOS (GALATAS 4:26).
67. MACHO CABRIO: SÍMBOLO DE LOS REYES MACEDONIOS, ESPECIALMENTE DE ALEJANDRO. (DAN. 8:5-7).
68. MANA: SÍMBOLO DE ALIMENTO ESPIRITUAL E INMORTAL. (APOC.2:17; VÉASE ÉXODO.16:33,34).
69. MANOS: SÍMBOLO DE ACTIVIDAD, DE AQUÍ MANOS LIMPIAS, MANOS LLENAS DE SANGRE, INDICAN HECHOS CORRESPONDIENTES, PUROS, O SANGRIENTOS. (1ª TIM. 2:8; ISA. 1:15); LAVARLAS MANOS SIMBOLIZA EXPIACIÓN DE CULPA O PROTESTA DE INOCENCIA DE CULPA (1ª COR. 6:11; 1ª TIM.2:8). MANO DERECHA, SÍMBOLO DE PUESTO DE HONOR. (MARC. 16:19). DAR LAS DIESTRAS, COMPAÑÍA, SÍMBOLO DE PARTICIPACIÓN DE DE DERECHOS Y BENDICIONES. (GAL.2:9). DAR LA MANO EQUIVALE A RENDIRSE (SALMO 88:31; 2ª CRON.30:8). LEVANTAR LA DERECHA, ERA SEÑAL DE JURAMENTO. (GEN. 14:22; DAN 12:17). MARCAS EN LAS MANOS, SÍMBOLO DE SERVIDUMBRE E IDOLATRÍA (ZAC. 13: 6). LAS MANOS PUESTAS SOBRE LA CABEZA DE ALGUIEN, SÍMBOLO DE TRANSMISIÓN DE BENDICIÓN, DE AUTORIDAD O DE CULPABILIDAD. (GEN. 48:14-20; DAN… 10:10). MANOS DE DIOS PUESTAS SOBRE UN PROFETA INDICA INFLUENCIA ESPIRITUAL. (1ª REYES 18:48; EZEQ. 1:3; 3:22). EL DEDO INDICA INFLUENCIA MENOR, EL BRAZO INFLUENCIA MAYOR.
70. MEDIR: (PARTIR, DIVIDIR), SÍMBOLO DE CONQUISTA Y POSESIÓN. (ISA. 53:12; ZAC. 2:2; AMOS 7:17).
71. MONTAÑA: SÍMBOLO DE GRANDEZA Y ESTABILIDAD (ISA. 2; 2; DAN 2:35).
72. MUERTE: SEPARACIÓN, SEPARACIÓN DE DIOS, INSENSIBILIDAD ESPIRITUAL. (GAL. 3:3; ROM. 5:8; MAT. 8:22; APOC. 3:1).
73. OJOS: SÍMBOLO DE CONOCIMIENTO, TAMBIÉN DE GLORIA, DE FIDELIDAD (ZAC. 4:10, Y DE GOBIERNO. (NUM. 10:31). OJO MALIGNO, SIGNIFICA ENVIDIA. OJO BUENO LIBERALIDAD Y MISERICORDIA.
74. ORO: REALEZA Y PODE. (GEN. 41:42).
75. OSO: SÍMBOLO DE UN ENEMIGO CEGADO, FEROZ Y TEMERARIO. (PROV. 17:12; ISA. 11:7; APOC. 13:l2).
76. PALMERA: PALMAS, REALEZA, VICTORIA, PROSPERIDAD
77. PÁLIDO, SÍMBOLO DE ENFERMEDAD MORTAL, (APOC.6:8).
78. PALOMA: INFLUENCIA SUAVE Y BENIGNA DEL ESPÍRITU DE DIOS. (MAT. 3:16).
79. PAN: PAN DE VIDA, CRISTO; ALIMENTO; MEDIO DE SUBSISTENCIA ESPIRITUAL (JN. 6:35).
80. PECES: SÍMBOLO DE GOBERNADORES DE LAS GENTES. (EZEQ. 29:4,5; HAB. 1:14).
81. PERRO: SÍMBOLO DE IMPUREZA Y APOSTASÍA. (PROV. 26:11; FIL. 3; 2; APOC. 22:15). TAMBIÉN DE VIGILANCIA. (ISA. 56:10).
82. PIEDRAS PRECIOSAS: SÍMBOLO DE MAGNIFICENCIA Y HERMOSURA. (APOC.4:3,21; EXODO28:17; EZEQ.28:13).
83. POLVO: FRAGILIDAD DEL HOMBRE. (EZEQ.3:20; JOB 30:19).
84. PRIMOGÉNITOS: ESTOS TENÍAN AUTORIDAD SOBRE SUS HERMANOS MENORES; ERAN LOS SACERDOTES DE LA FAMILIA POR ESTA CONSAGRACIÓN; LES TOCABA DOBLE PARTE DE HERENCIA, SIMBOLIZAN DE CIERTO MODO A CRISTO. (GEN. 20:37; EXO. 24:5; 13:1,13, DEUT.21:17; HEB.2:10,11; 3:1; COL. 1:12).
85. PUERCO: IMPUREZA Y GULA. (MATEO 7:6).
86. PUERTA: SEDE DEL PODER, PODER. (JUAN 10:9).
87. PÚRPURA: LO REAL, LO ROMANO. (DAN.5:7; APOC.17:4).
88. QUERUBINES: SÍMBOLO, CREEN UNOS, DE LA GLORIA SOBERANA DE DIOS; MANIFESTADAS BAJO SUS DIVERSAS FORMAS. (VEASE GEN.3:24; EXO.25:18, 22; 37:7, 9; LEV.16:2; NUM.7:8, 9 1ª REYES 6:23; 8:7; 2ª CRON. 3:10, 13; EZEQ.1:10).
89. RAMA: RAMA O VÁSTAGO, SÍMBOLO DE HIJO O DESCENDIENTE.
90. RANAS: SÍMBOLO DE ENEMIGOS INMUNDOS IMPUDENTES. (APOC.16:13).
91. ROCA: FORTALEZA, ABRIGO, REFUGIO.
92. SAL: CONSERVACIÓN CORRUPCIÓN, PERMANENCIA.
93. SANGRE: VIDA. (GEN.9:4).
94. SARDIO; AMOR.
95. SARDÓNICA: TERNURA, PENA, PURIFICACIÓN.
96. SIEGA: CONSUMACIÓN DE TODO; TAMBIÉN OPORTUNIDAD ACTUAL.

97. SIEGA; ÉPOCA DE LA DESTRUCCIÓN. (JER.5:33; ISA.17:5; APOC.14:14-18). LA HOZ DE LA SIEGA REPRESENTA EL MEDIO DE DESTRUCCIÓN. (JOEL 3:13). LA SIEGA, MIES ES TAMBIÉN EL SÍMBOLO DEL CAMPO PARA LOS TRABAJOS DE LA IGLESIA DE DIOS. (MAT.9:37).
98. SIETE: NUMERO, COMO SI DIJÉRAMOS, PERFECCIÓN.
99. TERREMOTO: SÍMBOLO DE AGITACIÓN VIOLENTA EN EL MUNDO POLÍTICO SOCIAL. (JOEL 2:10; HAG.2; 21; APOC.6:12).
100. TOPACIO: ALEGRÍA DEL SEÑOR.
101. TORO: NOVILLO), SÍMBOLO DE UN ENEMIGO FUERTE Y FURIOSO. (SALMO 22:12; EZEQ. 39:18).NOVILLOS INDICAN EL PUEBLO COMÚN, Y LOS ESTABLOS, CASAS O POBLACIONES. (JER.50:27).
102. TROMPETA: SEÑAL PRECURSORA DE ACONTECIMIENTOS IMPORTANTES (APOC. 6:6).
103. UVAS: LAS MADURAS SÍMBOLO DE GENTE LLEVADA EN CAUTIVERIO (JER. 52:28-32).
104. VELO: DEL TEMPLO, CUERPO DE CRISTO (HEB. 10:20).
105. VESTIDURAS: DENOTAN CUALIDADES INTERIORES Y MORALES; VESTIDURAS BLANCAS SÍMBOLO DE PUREZA DE SANTIDAD Y DE FELICIDAD. (ISA. 52:1; APOC. 3:4; ZAC. 3:3).DAR LAS VESTIDURAS A ALGUIEN ERA SEÑAL DE FAVOR Y AMISTAD. (1ª SAM. 17:38).
106. VIENTO: RECIO, SÍMBOLO DE CONTURBACIÓN; DETENIDO, SÍMBOLO DE TRANQUILIDAD. (APOC.7:1; JER. 25:31,33).
107. VIÑA: SÍMBOLO DE GRAN FECUNDIDAD; VENDIMIA, SÍMBOLO DE DESTRUCCIÓN. (JER. 2:21; OSEAS 14:7; APOC.14:18,19).
108. VÍRGENES: SÍMBOLO DE SIERVOS FIELES QUE NO SE HAN MANCHADO CON LA IDOLATRÍA. (APOC.14:14).
109. ZAFIRO: VERDAD.
110. ZORRA: ENGAÑO, ASTUCIA. (LUC.13:32). PAZ A VOSOTROS.

 

SÍMBOLOS PROFÉTICOS1. ABEJA: REYES DE ASIRÍA. (ISAÍAS 7:18). O PODER INVASOR Y CRUEL. (DEUT. 1:44; SALMO 118:12).2….

Publicado por Iglesia De Dios en Cristo Jesus em Quarta-feira, 29 de maio de 2013

Tags: El Nombre Divino Utilizado En El Nuevo Testamento (Brit Hadashá) La Peshitta

El Nombre Divino Utilizado En El

Nuevo Testamento (Brit Hadashá) La

Peshitta

Esta es una   lista   totalmente  exhaustiva   de   cada   lugar donde el   Nombre

Divino de Eloah aparece en el Brit Hadashá (Nuevo Testamento) de acuerdo

a los textos Arameos de la Peshitta.  He incluido algunas citas parciales para

ayudar la localización del Nombre cuando la localización no es muy clara.

Esta lista fácilmente puede ser verificada con la traducción interlineal de la

Peshitta Glenn David Bauscher, la Biblia ISR, la traducción de la Peshitta de

Paul Younan, la traducción Aramea de la Peshitto de Janet M. Magiera (la

cual no es nuestra base esta versión) y otras.

Mateo

1:20

1:22

1:24

2:13

2:15

2:19

3:3

4:7

4:10

5:33

12:4

21:9

22:37

22:43

22:44 Yahweh dijo a mi Adón

22:45

23:39

27:10

28:2

Marcos

1:3

2:26 Pan del Altar de Yahweh

5:19

11:9

12:11

12:29 Dos veces

12:30

12:36 Yahweh dijo a mi Adón

13:20

Lucas 

1:6 Jucios de Yahweh

1:9

1:11

1:15

1:16

1:17

1:25

1:32

1:38

1:45

1:46

1:66

1:68

1:76

2:9   Gloria de Yahweh

2:11 Yahweh Moshiaj

2:15

2:22

2:23 Dos veces

2:24

2:38

2:39

3:4

4:8

4:12

4:18

4:19

5:17

6:4     Pan de la mesa de Yahweh

10:27

13:35

17:29 Yahweh causó llover fuego

19:38

20:42 Yahweh dijo a mi Adón

20:37 Aún Moshé (Moisés) lo mostró en el relato de la zarza, cuando Yahweh

dijo. (¡Baruj HaShem YHWH!)

Juan

1:23

12:13

12:38 El Brazo de Yahweh

Hechos

1:24

2:20

2:21

2:34 Yahweh dijo a mi Adón

2:36

2:38 Yahweh Yahshúa

3:19

3:22

4:24 Yahweh Tu Eres Eloah

4:26

4:29

5:9

5:14

5:19

6:3

7:30

7:31

7:33

7:37

7:49

8:26

8:39

9:10

9:15

9:27

10:36

11:21 Dos veces.

12:7

12:11

12:17

12:23

13:10

13:11

13:12

13:49

14:25 Palabra de Yahweh

14:26 Gracia de Yahweh

15:17 dos veces

16:32

18:9

18:25

18:26

19:10

20:28

Romanos

9:28

9:29 Yahweh de los Ejércitos – Tzebaót

10:12

10:13

11:34

14:9

14:11

14:14

15:11

1 Corintios

1:31

2:16 La Mente de Yahweh

3:5

3:20

4:4

4:5

4:17

4:19

7:17

8:6

10:26

11:27

11:29

12:3 Nadie puede decir que Yahshúa es Yahweh sino es por el Ruaj

HaKodesh (Espíritu Santo)

12:5

14:21

15:47

15:58 Dos veces

16:10

2 Corintios

2:12

3:16

3:17 Dos veces

3:18 Dos veces

6:17

6:18

10:17

10:18

Gálatas

Ninguna Vez

Efesios

2:21

4:5

4:17

5:19

Filipenses

2:11 Yahshúa HaMoshiaj es Yahweh

2:29

Colosenses

3:22 Temor a Yahweh

3:23

3:24 Yahweh el Mesías

4:7

1 Tesalonisenses

Ninguna Vez

2 Tesalonisenses

3:3

1 Timoteo

Ninguna Vez

2 Timoteo

2:19 Dos veces

Tito

none

Filemón

none

Hebreos

6:3

7:21

8:8

8:9

8:11

10:16

10:30

12:5

12:6

13:5

Santiago

1:7

3:9 Bendecimos a Yahweh el Abba (Padre)

4:10

4:15

5:4 Yahweh de los Ejércitos – Tzebaót

5:7

5:10

5:11 Dos veces

1 Pedro

2:3 Yahweh es bueno (tov)

3:12

3:15

2 Pedro

2:9

2:11

3:8

3:9

3:10

3:15

1 Juan

none

2 Juan

none

3 Juan

none

Judas

1:9

1:14

Revelation

1:8

4:8 ¡ Yahweh Eloah Todopoderoso !

6:10

11:17

14:10

15:3

15:4

16:7

18:8

19:6

21:22

22:5

22:6

22:20 Ven Yahweh Yahshua

http://myslide.es/documents/21825804-el-nombre-divino-utilizado-en-el-nuevo-test-amen-to-brit-hadasha.html

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Galatas 3:10         

Un verso frecuentemente malinterpretado en la mayoría de la cristiandad es el pasaje de Galatas 3:10 donde se dice:

“Porque todos los que dependen de las obras de la Torah están bajo maldición, pues escrito está:Maldito todo aquel que no permanece en todas las cosas escritas en el libro de la torah para hacerlas” (Galatas 3:10).

La interpretación tradicional indica que ningún creyente en Yeshua debe ya guardar la torah, si lo hace, estaría poniéndose solo bajo una maldición. El vino para redimirnos de la maldición de tener que guardar la ley de Moises ¿Es cierto que todo aquel que guarda la torah está bajo maldición? ¿Es cierto que Yeshua nos libró de la maldición de guardar la torah? ¿Hay alguna interpretación alterna que encaje mejor con la lógica y la escritura? En este estudio profundizaremos en este importante tema.

La interpretación tradicional falla en considerar numerosos problemas que surgen de la misma explicación dada al pasaje.

En primer lugar, se pasa por alto la incoherencia lógica y ética que surge con dicha interpretación- Preguntémonos ¿Están bajo maldición todos los que guardan algún mandamiento de la torah de Moisés? ¿Cuándo alguien honra a su padre y a su madre, no miente, no adultera, no jura falsamente, etc, está bajo maldición? ¿Es maldición guardar un mandamiento dado por Elohim a toda la humanidad? ¡Absolutamente no! Claramente no es esto lo que Shaul de Tarso (Pablo) tenía en mente.

En segundo lugar, el verso pierde de vista una palabra clave, esta palabra es “depender”. Tal parece que guardar un mandamiento no es estar bajo maldición; Pablo dice que los quedependen de las obras de la torah están bajo maldición. A partir de ahí se tiene que diferenciar comprender que Shaul no está hablando de aquellos que guardan los mandamientos de Elohim por amor y obediencia sino aquellos que dependen de ellos para algo ¿Qué es ese algo?.

Esta pregunta da lugar al tercer punto de análisis sobre el pasaje, este punto es de donde se debe partir siempre a la hora de interpretar un texto: Su contexto. ¿Cuál es el contexto del verso? El contexto es la justificación, es decir la declaración de justicia hecha por Elohim a cada individuo. Pablo deja claro en el contexto que Avraham fue justificado por la fe (Gálatas 3:8) también que la escritura prometió que YHWH justificaría por la fe a los gentiles (3:9). La justificación siempre ha sido obtenida por fe, nosotros no damos el ancho para merecer la justificación o la salvación. El rey David dijo en el Salmo 143:2 “porque no se justificará delante de ti ningún ser humano” el profeta Habacuc dijo: “El justo por la fe vivirá”.

Después de decir esto, Shaul dice que los que dependen de la Torah para su justificación delante de Elohimestán bajo maldición. Esto es porque depender de nuestra capacidad para guardar la torah (ley) de Elohim para obtener justificación y salvación es querer alcanzar algo imposible. Ningún ser humano da el ancho para guardar la tora perfectamente. Es por eso que Yeshua dijo, contestando la pregunta ¿Quién podrá ser salvo?”Para los hombres es imposible, pero para Elohim todo es posible” (Mattityahu [Mateo] 19:26).

Si la justificación depende de mi capacidad de guardar la torah, tengo la maldición de no dar el ancho y no permanecer siempre en obediencia a Elohim. Es esta maldición a la que Pablo se refiere: Guardar mecánicamente los mandamientos de la Torah como un mecanismo para obtener salvación. Los que dependen de la torah y sus buenas obras están bajo la maldición de nunca dar el ancho.

Cada pecado que hemos hecho es suficiente para separarnos de la gloria de Elohim y de hacernos merecedores de muerte eterna (Romanos 3:23, 6:23), la ley de Elohim es la expresión de su santidad y justicia. La justicia dice que la consecuencia del pecado es muerte. Es de esa maldición (del castigo de la justicia de Elohim expresada en la Torah) que el Mesías nos libró, no de la Torah en sí misma.

Si un juez me perdona por un delito que hice, no significa que a partir de ese momento el declaró abolida la ley que transgredí. Su perdón, no significa la abrogación de la justa ley. De igual manera, el Mashiaj me libro de la maldición que mi pecado hizo, todas las veces que yo transgredí un mandamiento de la Torah me hice merecedor a la maldición de muerte espiritual. Fuedel castigo eterno de la justicia de Elohim que Yeshua me libró, no de la necesidad de obedecer a la ley de Elohim por amor y obediencia a él.

En síntesis el Mesiás no me libro de la Torah (De hecho, el dijo claramente que hasta que pasen el cielo la tierra seguirá vigente Mateo 5:17) sino de la maldición de desobedecer la Torah (pecado).

La torah nunca pretendió ser un sistema de créditos para ganar salvación sino una guía para que los hijos de Elohim obedezcamos a Elohim, no para ser salvos sino porque ya lo somos. No para alcanzar salvación sino para obedecer a nuestro Padre como él lo ha pedido. El problema que Pablo combatió no fue la Torah sino aquella noción que la Torah era un instrumento para alcanzar salvación. Si yo le dijera a Pablo: “debo de guardar la torah para ser salvo” él estaría en total desacuerdo; por otro lado si le dijéramos “debo de guardar los mandamientos de la torah que aplican a mí para obedecer a mi Elohim quien me salvo por medio de su hijo” estaría totalmente de acuerdo.

La Torah no es una maldición, torcerla y convertirla en lo que no pretendió ser, si lo es. Digamos junto con el salmista: “Abre mis ojos y mirare las maravillas de tu Torah”.

Con bendición

Yitzjak Bonilla Castellanos.

http://www.mikdashmeat.com/archivos/continuidad%20de%20la%20torah/galatas3.html

Tags: LA LEY Y  LA GRACIA

LA LEY

Y

 LA GRACIA

  1. B. Hole

Hay dos versículos que arrojan una luz tal sobre este tema que nos vemos obligados a citarlos en seguida:

“Pues la ley por medio de Moisés fue dada, pero la gracia y la verdad vinieron por medio de Jesucristo” (Juan 1:17).

“Porque el pecado no se enseñoreará de vosotros; pues no estáis bajo la ley, sino bajo la gracia” (Romanos 6:14).

El primer versículo nos muestra el gran cambio dispensacional que tuvo lugar con la venida de Cristo. El segundo, nos muestra el resultado de ese cambio en lo que concierne al creyente. Bajo el nuevo régimen, el creyente obtiene libertad de la esclavitud del pecado.

En un sentido, la ley y la gracia son similares. Ambas nos presentan una norma muy elevada; aunque en esto la segunda sobrepasa a la primera. En todo otro respecto, la ley y la gracia son diametralmente opuestas.

La ley de Moisés fue dada en el monte de Sinaí (Éxodo 19 y 20). Dios entonces —quien apenas era conocido, por cuanto habitaba en densas tinieblas— estableció explícitamente Sus justas y santas demandas. Si los hombres obedecían, serían bendecidos; si desobedecían caían bajo la solemne maldición de la ley (Gálatas 3:10). La ley, de hecho, fue quebrantada, y la maldición merecida antes del tiempo en que las tablas de piedra alcanzasen al pueblo (Éxodo 32). El capítulo siguiente nos dice cómo Dios trató en gracia con ellos. Bajo la ley no mitigada por la gracia, ellos debían haber perecido de inmediato.

La gracia, por otro lado, significa que Dios se ha revelado plenamente a nosotros en su Hijo, y todas sus justas y santas demandas han sido satisfechas en la muerte y resurrección de Cristo, de modo que la bendición está abierta a todos. A todos los que creen se les otorga el perdón de pecados y el don del Espíritu Santo, de modo que hay poder para conformarlos a la norma, la cual, bajo la gracia, es nada menos que Cristo mismo.

La misma esencia de la ley es, pues, demanda; mientras que la esencia de la gracia es provisión.

Bajo la ley, Dios, por decirlo así, se presenta ante nosotros diciendo: «¡Dame, ríndeme tu amor y tu debida obediencia!». Bajo la gracia, en cambio, Él se presenta con las manos totalmente extendidas diciendo: «¡Toma, recibe mi amor y mi poder salvador!»

La ley dice «Haz y vive»; la gracia dice «Vive y haz».

Ahora los creyentes, como lo hemos visto, no estamos bajo la ley, sino bajo la gracia. Veamos cómo sucedió esto. Leamos Gálatas 4:4-5:

“Pero cuando vino el cumplimiento del tiempo, Dios envió a su Hijo, nacido de mujer y nacido bajo la ley, para que redimiese a los que estaban bajo la ley, a fin de que recibiésemos la adopción de hijos.”

Lo que produjo el cambio es, en una palabra, la redención. Pero eso  implicó la muerte del Redentor. Él debió ser hecho maldición por nosotros muriendo en el madero (Gálatas 3:13). Por tal razón el creyente está facultado a considerarse como “muerto a la ley” (Romanos 7:4). Él murió en la muerte de su Representante, el Señor Jesucristo. La ley no murió; por el contrario, nunca su majestad fue tenida más en alto que cuando Jesús murió bajo su maldición. Dos cosas, no obstante, sucedieron. Primero, una vez que la ley fue magnificada y su maldición llevada, Dios suspendió Su ira y proclamó la gracia a toda la humanidad. En segundo lugar, el creyente murió a la ley en la Persona de su gran Representante. Él, para usar el lenguaje de la Escritura, murió para ser “de otro, del que resucitó de los muertos” (Romanos 7:4), es decir, él está ahora bajo el control de otro Poder, y ese poder radica en una Persona: en el Hijo de Dios resucitado.

Con estas dos cosas se relacionan dos grandes hechos:

Primero, la ley no es el fundamento de la justificación del pecador. Él es justificado por gracia, por la sangre de Cristo, por fe. Esto se encuentra detalladamente explicado en los capítulos 3 y 4 de la epístola a los Romanos. Segundo, la ley no es la regla de vida para el creyente. Cristo es su regla de vida. Nuestros vínculos son con Cristo y no con la ley, tal como lo hemos visto (Romanos 7:4). Esto se halla perfectamente demostrado en los capítulos 3 y 4 de la Epístola a los Gálatas.

Los cristianos gálatas habían comenzado bien. Fueron convertidos bajo la predicación del Evangelio de la gracia de Dios mediante el apóstol Pablo. Luego vinieron los dañinos judaizantes —quienes eran “celosos por la ley”— y enseñaron la circuncisión y a guardar la ley. Los gálatas cayeron precisamente en esta trampa.

La respuesta de Pablo es virtualmente ésta: que la ley fue un sistema provisorio (Gálatas 3:17), añadido para poner de manifiesto las transgresiones de Israel (v. 19), y para actuar como ayo “hasta Cristo” (v. 24), como debiera traducirse. Una vez que vino Cristo, que la redención se cumplió, y que el Espíritu fue dado, el creyente deja la posición de niño menor de edad, o la de siervo, para venir a ser hijo de la casa divina, siendo así puesto en la libertad de la gracia (Gálatas 4:1-7).

Puesto que la plataforma de la gracia, sobre la cual hemos sido emplazados, es mucho más elevada que la ley, a la que hemos abandonado, volver atrás, aunque sea sólo en pensamiento, de la una a la otra, es caer. “De la gracia habéis caído” es lo que les dice el apóstol a quienes hacen esto (Gálatas 5:4).

La parábola del hijo pródigo ilustra este punto. Su pensamiento más alto no se elevaba por encima de la ley cuando dijo: “Hazme como a uno de tus jornaleros” (Lucas 15:19). Sin embargo, fue recibido en plena gracia, y, una vez dentro, le fue dado el lugar de hijo. Supóngase, no obstante, que unos días después, con el argumento de querer conservar los afectos del padre así como el lugar y los privilegios tan libremente otorgados, él comienza a trabajar como un sirviente de la casa, conformándose rígidamente a las leyes que deben cumplir los criados domésticos; ¿qué pasaría entonces? Él así habría “caído de la gracia”, y habría afligido tristemente el corazón de su padre, ya que ello hubiera sido equivalente a un voto de «desconfianza» en él.

¡Qué importante es, pues, para nosotros, “tener el corazón afirmado con la gracia”! (Hebreos 13:9).

 ¿Qué podemos decir de la idea de que la gracia vino con el objeto de ayudarnos a guardar la ley, de modo que vayamos al cielo de esa manera?

Sencillamente que esto es totalmente opuesto a la Escritura. En primer lugar, la idea de que guardar la ley faculta a una persona a ir al cielo es una falacia. Cuando el intérprete de la ley le preguntó al Señor: “Maestro, ¿haciendo qué cosa heredaré la vida eterna?”, él fue referido a la ley y, después de haber dado un correcto resumen de sus demandas, Jesús respondió: “Bien has respondido; haz esto, y vivirás” (Lucas 10:25-28). No se dice ni una palabra acerca de ir al cielo. La vida sobre la tierra es la recompensa por guardar la ley.

En segundo lugar, la gracia fue introducida, no para ayudarnos a guardar la ley, sino para traernos salvación de su maldición por Otro que llevó esta última por nosotros. El capítulo 3 de Gálatas nos muestra esto muy claramente.

Si se requiere no obstante una confirmación adicional, léase Romanos capítulo 3, y nótese que cuando la ley ha declarado culpable a un hombre y ha hecho cerrar su boca (v. 9-19), la gracia, a través de la justicia, justifica “sin la ley” (v. 20-24).

Léase también 1.ª Timoteo. La ley fue hecha para condenar a los impíos (v. 9-10). El evangelio de la gracia presenta a Cristo Jesús quien “vino al mundo para salvar a los pecadores” (v. 15), y no, nótese bien, a ayudar a los pecadores a guardar la ley para que así puedan salvarse a sí mismos.

Si la ley no fue dada para que la guardemos y seamos así justificados, ¿para qué entonces fue dada?

Dejemos que la Escritura misma conteste:

“Pero sabemos que todo lo que la ley dice, lo dice… para que toda boca se cierre y todo el mundo quede bajo el juicio de Dios” (Romanos 3:19).

“Pero la ley se introdujo para que el pecado abundase” (Romanos 5:20).

“Entonces, ¿para qué sirve la ley? Fue añadida a causa de las transgresiones” (Gálatas 3:19).

La ley, como toda otra institución de Dios, logró significativamente su propósito. Fue perfectamente capaz de declarar culpable y cerrar la boca del religioso más obstinado y presuntuoso. Sólo la gracia lo puede salvar.

¿Ha puesto a un lado la gracia entonces a la ley, y la ha anulado para siempre?

La gracia, personificada en Jesús, ha llevado la maldición de la ley quebrantada, redimiendo así de su maldición a todos los que creen (Gálatas 3:13).

Además, nos ha redimido de estar bajo la ley misma, y ha puesto todas nuestras relaciones con Dios sobre una plataforma totalmente nueva (Gálatas 4:4-6).

Ahora bien, si el creyente ya no está más bajo la ley, sino bajo la gracia, no debemos suponer que la ley misma es anulada ni puesta de lado. Su majestad nunca fue más tenida en alto que cuando Aquel justo sufrió como Sustituto bajo su maldición, y multitudes retrocederán de terror ante su acusación en el día del juicio (Romanos 2:12).

¿Qué daño se produce en un cristiano que adopta la ley como regla de vida?

Un gran daño. Al hacerlo, el cristiano “cae de la gracia” (Gálatas 5:4), porque la gracia no sólo lo salva, sino que también le enseña (Tito 2:11-14).

Al vivir guardando la ley, el cristiano rebaja la norma divina. Cristo, y no la ley, es la norma del creyente. Éste además se apodera así de un poder de motivación erróneo. Uno por recelo puede intentar, aunque insatisfactoriamente, guardar la ley, y tratar de regular el poder de la “carne” dentro de sí. Pero el Espíritu Santo es el poder que controla la carne y que conforma al creyente a Cristo (Gálatas 5:16-18).

Por último, él hace violencia a las relaciones en que está por la gracia de Dios. Aun cuando es un hijo en la libertad de la casa y del corazón del Padre, ¡él insiste en ponerse bajo el código de reglas formulado para hacerse cumplir en el recinto de los domésticos!

¿No hay nada de malo en todo esto? Creemos que sí.

Si se enseñara que el cristiano no está bajo la ley, ¿no conduciría eso a todo tipo de males?

Lo haría en el caso de que una persona profesara ser cristiana sin haber nacido de nuevo, o mostrara arrepentimiento, sin estar bajo la influencia de la gracia y sin haber recibido el don del Espíritu Santo.

Puesto que nadie es cristiano sin estas características, el caso toma un matiz diferente, y razonar de la manera sugerida no hace más que poner de manifiesto una deplorable ignorancia de la verdad del Evangelio.

El argumento se reduce simplemente a esto: que la única manera de que los cristianos pueden vivir vidas santas es guardando la ley, como si ellos tuviesen tan sólo una especie de naturaleza puerca, y la única manera de guardarlos fuera del fango fuese con palos. La verdad es que aunque la carne está todavía en el creyente, él también tiene la nueva naturaleza, y con ella Dios lo identifica. El creyente tiene el Espíritu de Cristo como guía, y de ahí que pueda ser puesto con seguridad bajo la gracia; porque después de todo es la gracia la que domina.

Si la gente quiere contender con esto, su contienda es contra la Escritura citada al principio.

“El pecado no se enseñoreará de vosotros; pues no estáis bajo la ley, sino bajo la gracia” (Romanos 6:14).

Hombres inconversos pueden tratar de hacer uso de la gracia como excusa para el mal, pero ésa no es ninguna razón para negar la verdad declarada en ese versículo. ¿Qué verdad hay en la Biblia de la que los hombres perversos no hayan cometido abusos?

¿Indica la Escritura la manera en que la gracia mantiene al creyente en orden, a fin de que pueda vivir una vida que agrade a Dios?

Efectivamente. Tito 2:11-15 nos proporciona la respuesta:

“Porque la gracia de Dios se ha manifestado para salvación a todos los hombres, enseñándonos que, renunciando a la impiedad y a los deseos mundanos, vivamos en este siglo sobria, justa y piadosamente, aguardando la esperanza bienaventurada y la manifestación gloriosa de nuestro gran Dios y Salvador Jesucristo, quien se dio a sí mismo por nosotros para redimirnos de toda iniquidad y purificar para sí un pueblo propio, celoso de buenas obras. Esto habla, y exhorta y reprende con toda autoridad. Nadie te menosprecie.”

En el cristianismo la gracia no solamente salva, sino que además enseña; y ¡qué maestro efectivo resulta ser! Ella no llena nuestras cabezas de frías reglas y reglamentos, sino que somete nuestros corazones bajo la influencia del amor de Dios. Aprendemos lo que agrada a Dios tal como se ve manifestado en Jesús. Y, al tener el Espíritu Santo, comenzamos a vivir una vida sobria, justa y piadosa.

Hay una gran diferencia entre los hijos de una familia mantenidos en orden por temor al azote a causa de su mala conducta, y aquellos que viven en un hogar donde reina el amor. El orden puede reinar en el primer caso, pero terminará en una gran explosión antes que los niños entren en años. En el segundo caso, no sólo hay obediencia, sino también una respuesta gozosa a los deseos del padre, fruto de los correspondientes afectos.

Dios gobierna a sus hijos sobre la base del principio del amor, y no sobre el principio del castigo con la vara.

¡Que vivamos nuestras vidas cristianas con la feliz conciencia de esto!

  1. B. Hole

NOTAS

  1. del T.— Dada la proliferación actual de diversos movimientos judaizantes, podemos agregar algunos puntos esenciales relacionados con este tema:

(1) La ley no fue dada a los gentiles, sino al pueblo de Israel. Romanos 9:4 dice: “que son israelitas, de los cuales son la adopción, la gloria, el pacto, la promulgación de la ley, el culto y las promesas”. El apóstol Pablo dejó claro que los gentiles, en contradistinción de los judíos que estaban bajo la ley, “no tienen ley” (Romanos 2:14. Compárese Romanos 3:19 y 1.ª Corintios 9:20-21). Levítico 26:46 deja perfectamente establecido este punto: “Estos son los estatutos, ordenanzas y leyes que estableció Jehová entre sí y los hijos de Israel en el monte de Sinaí por mano de Moisés.”

(2) Romanos 10:4 establece que “el fin (telos) de la ley es Cristo”.  Este versículo ha dado lugar a diversas opiniones. Una de ellas dice que Cristo es el cumplimiento de la ley, es decir, que Cristo vino para cumplir la ley (Mateo 5:17). Si bien es cierto que Cristo cumplió la ley, no es lo que en este contexto se dice. No hay ninguna razón válida para confundir telos (fin) con pleroma (cumplimiento). Otros toman telos con el sentido de «objeto» o «propósito». Pero el significado más simple tal como lo determina el contexto, es el de «terminación», es decir, que Cristo puso fin o terminó con la ley (véase desde 9:30, donde se contrasta la ley con la fe, la justicia de uno con la justicia de Dios). En 2.ª Corintios 3:7, se califica a los Diez Mandamientos (grabado con letras en piedras) específicamente como un “ministerio de muerte” (en el v. 6 dice que “la letra mata”), y en el v. 9 se describe como “ministerio de condenación”, en contraste con el “ministerio del Espíritu” (v. 8), el cual da vida en vez de muerte, y se describe también como “ministerio de justificación”. Los mandamientos escritos en las tablas de piedra, pues, quedaron abolidos y reemplazados por el “ministerio del Espíritu”. Gálatas 6:2 deja ver que la ley de Moisés fue reemplazada por “la ley de Cristo”: “Sobrellevad los unos las cargas de los otros, y cumplid así la ley de Cristo.” Ésta es la ley para nosotros los cristianos, y no la ley de Moisés, porque aunque esta última era la ley de Dios —y siempre habrá de ser la medida con la que Dios trata con el hombre natural— Él trata en este contexto con aquellos que viven en el Espíritu; y la ley del Sinaí nunca fue dada al hombre espiritual, sino a un pueblo en la carne, en el viejo hombre, a Israel. La ley mosaica trata con el hombre natural y, por lo tanto, con lo que es malo en él. ¿Quién puede decirle al nuevo hombre: “No matarás”, o “No hurtarás”? ¿Acaso el nuevo hombre alguna vez tiene malos deseos o comete adulterio? La mera noción lleva la marca sobre sí de que toda la teoría es falsa. La ley de los Diez Mandamientos jamás fue dirigida en absoluto al nuevo hombre. El nuevo hombre puede hacer uso de ella; pero esto es totalmente diferente de tomarla como el lenguaje que expresa su propia responsabilidad delante de Dios. “La ley de Cristo” no consiste en reglas legales. Ella está en contraste con la ley de Moisés, la cual trataba con el hombre en la carne, mientras que la ley de Cristo trata con el nuevo hombre, que vive en el Espíritu y que debiera andar en el Espíritu, pero que también tiene la vieja naturaleza, debiendo, pues ser fortalecido en la nueva, con los ojos “puestos en Jesús”. Cristo estuvo siempre ocupado de los demás. Tomar la ley dada en Sinaí es tener a Dios exigiendo lo que condena a un pecador. Y Dios no se manifestó en Sinaí como “Padre”. La ley de Sinaí, pues, fue dada a la nación rebelde y culpable de Israel, demandando de ella perfecta obediencia. Ahora un “nuevo pacto” ha sido introducido, lo que significa que el antiguo quedó abrogado por lo nuevo.

(3) La ley mosaica constituye una unidad. Los hombres se esfuerzan por dividir lo que la Escritura denomina “la ley” (con artículo definido) en varias partes o «leyes» (ceremonial, moral y judicial), pero, insistimos, aunque podamos considerar la ley teóricamente desde varios puntos de vista, toda la Biblia considera a la ley mosaica como una unidad indivisible. Si es ceremonial o moral, no tiene mayor importancia, pues nosotros, como cristianos, no estamos “bajo la ley, sino bajo la gracia”. Somos salvos  por la fe de Cristo, no por las obras de la ley moral ni ceremonial. Es verdad que la ley moral debe condenar al pecador en mayor grado que la ceremonial. Para un gentil, el hecho de ser circuncidado, como en el caso de los gálatas, significa abandonar la gracia, perder a Cristo, y venir a ser deudor de cumplir toda la ley (Gálatas 5:3). Pero la Biblia insiste en el hecho de que la ley es una sola, y quebrantar cualquier parte de ella, equivale a quebrantar toda la ley. Santiago es claro en este punto: “Si en verdad cumplís la ley real, conforme a la Escritura: Amarás a tu prójimo como a ti mismo, bien hacéis; pero si hacéis acepción de personas, cometéis pecado, y quedáis convictos por la ley como transgresores. Porque cualquiera que guardare toda la ley, pero ofendiere en un punto, se hace culpable de todos. Porque el que dijo: No cometerás adulterio, también ha dicho: No matarás. Ahora bien, si no cometes adulterio, pero matas, ya te has hecho transgresor de la ley” (Santiago 2:8-11). Toda la ley debía guardarse: “No añadiréis a la palabra que yo os mando, ni disminuiréis de ella, para que guardéis los mandamientos de Jehová vuestro Dios que yo os ordene” (Deuteronomio 4:2). Nosotros podemos hablar de «ley moral», pero la Escritura no usa ese lenguaje, sino que ésta es parte de LA ley, la cual es una sola.

(4) Antinomianismo. Lo que vulgarmente se conoce como «antinomianismo», es la maldad de hacer de la libertad un pretexto para la malicia (y por la Escritura sabemos que la carne es perfectamente capaz de hacerlo), es decir, es el razonamiento natural de la mente (carente de la base bíblica) que cree que si no guardáramos la ley (los diez mandamientos principalmente), entonces seríamos «antinomianos» y tendríamos «libertad» para hacer lo que agrada a la carne, y que la única forma de evitarlo es guardando la ley.

Ahora bien, este razonamiento vimos que falla al no hacer de Cristo (sino de la ley mosaica) la sustancia de la enseñanza moral y doctrinal para todo lo que necesita un cristiano, como lo revela la Escritura. Todo cristiano debe andar conforme a los preceptos del Nuevo Testamento y también extraer con discernimiento, y a la luz del Nuevo siempre, toda la luz divina para su andar en la tierra, en cualquier lugar de la Escritura.

Romanos 6:14 —“no estáis bajo la ley”—es interpretado a veces con la idea de que, estando bajo la gracia, solamente somos liberados de las rigurosas exigencias de la ley. La gracia se convierte así en una especie de ley mitigada, que sería justamente lo que agradaría a la carne, o sea una ley que prescribe pero que no tiene poder para condenar, lo que es antinomiano en principio, ya que conduce a la relajación moral. Esto se produce por mezclar la ley y la gracia, lo que destruye el verdadero carácter y el alcance de ambas. La verdad es que Cristo redimió a los que creyeron estando bajo la ley de la maldición de ésta; pero Él jamás anuló la maldición de la ley. Nuestra bendición es por fe a fin de que pueda ser por gracia. Pero la ley, como dice la Escritura, no es de fe. Así como fuimos justificados por la fe, andemos así también por la fe, “porque no estamos bajo la ley, sino bajo la gracia”. Aquel que se abstiene de homicidio simplemente porque la ley prohíbe el homicidio, es un hombre perverso, y no un creyente.

Para quienes lean inglés, pueden descargar un estudio muy completo sobre el tema:

«La ley» de J.N.Darby

Tags: LA MAL INTERPRETACIÓN DE LA TORAH EN EL NUEVO PACTO (TESTAMENTO)  

LA MAL INTERPRETACIÓN DE LA TORAH

EN EL NUEVO PACTO (TESTAMENTO)

 

Analizaremos versículos claves donde la tradición cristiana no ha entendido lo que realmente quiso decir Rav Shaul (Pablo)

  1. Lea Romanos 6:14 y 15.

  2. a) Lo que dice la tradición cristiana es que ya no estamos bajo la ley de Dios (Torah) y que ahora estamos bajo la gracia.

  3. b) El sentido real es que ya no estamos bajo la ley del pecado, Lea Romanos 7:25, Romanos 8:2.

  4. Lea Romanos 10:4

  5. a) Lo que dice la tradición cristiana es que con Cristo es el fin de la ley de Dios.

  6. b) El sentido real es que Yahshua HaMashiaj es la finalidad u objetivo de la Torah. En el Salmo 19 verso 7, dice que la Torah es perfecta, y lo que es perfecto no necesita ser cambiado. En el Salmo 119:44, dice: “Guardaré tu Torah siempre, para siempre y eternamente”.

 

Si se tomara como que Yahshua puso fin a la Torah, entonces se podría entender que se podría matar, robar, fornicar: ¡Claro que no! En Juan 14 verso 15 dice: “Si me amáis, guardad mis mandamientos”.

  1. Lea Colosenses 2:13 y 14.

  2. a) La tradición Cristiana dice que Jesucristo clavó la ley de Dios en la cruz.

  3. b) El sentido real es que Yahshua HaMashiaj clavó la deuda y el registro de todos nuestros pecados. Leer Colosenses 2:14.

  4. Leer Efesios 2:14 y 15

  5. a) La tradición cristiana ha entendido que Cristo abolió la ley de Dios para introducirnos en la gracia.

  6. b) El sentido real es que cuando dice de la ley de los mandamientos expresados en ordenanzas, se refiere a las ordenanzas extrabíblicas, tradicionalmente rabínicas más no las de Elohim, Lea Efesios 2:12

  7. Lea Colosenses 2:16 y 17.

  8. a) Lo que dice la tradición cristiana es que los días de reposo y otros cumplimientos del Antiguo Pacto ya los abolió Cristo y que nadie debe de juzgar a otro por no guardar las fiestas.

  9. b) El sentido real es lo contrario, nadie nos debe de juzgar por guardar lo que YHWH nos ordena. En muchas versiones bíblicas dice: “pero el cuerpo es de Cristo”, y esto no tiene sentido, el original dice: que el cuerpo del Mesías si puede juzgar a otros verdaderos creyentes por no guardar bien la Torah. Puede Leer Zacarías 14 verso 16 al 19 y encontrará que en el milenio se seguirá celebrando la fiesta de Sucot, y quien no lo haga será castigado.

  10. Leer Hebreos 8:13.

  11. a) La tradición cristiana dice que el Antiguo Pacto ya es obsoleto .

  12. b) El real entendimiento de esto está en entender el capitulo 31 de Jeremías: lo que va a desaparecer es buscar la Torah, porque todos la conocerán a través de Yahshua. Leer Romanos 15: 8 al 13 y Jeremías 31 verso 31 al 33.

 

  1. Lea Gálatas 4 verso 8 al 11.

  2. a) La tradición cristiana dice que los Gálatas se estaban volviendo a la ley judía.

  3. b) El sentido real. Tenemos que entender que los Gálatas nunca habían tenido la Torah por cuanto eran gentiles, así que no se podían volver a algo que no tenían, se guiaban ellos por la astrología y mitología y a estas prácticas se estaban volviendo.

 

Rav Shaul nunca negó ser fariseo, ver Hechos 23 verso 6 y en Romanos 7: 12, Rav Shaul dice que la Torah es verdad, santa, buena y justa.

  1. Leer 1 Timoteo Capitulo 1 verso 8 y 9.

  2. a) La tradición cristiana dice que la Ley de Dios no tiene validez en la vida del creyente porque estamos ya justificados por Jesucristo.

  3. b) El sentido real: el hecho de ser justificados por Yahshua no nos exime de las responsabilidades ni de las bendiciones que implica obedecer la Torah y guardarnos santamente. En Romanos 2 verso 13 dice: “porque no son los oidores de la Torah, los justos ante Elohim, sino los hacedores de la Torah serán justificados”.

  4. Lea Gálatas 3:13.

  5. a) La tradición cristiana dice: ningún cristiano debe ahora cumplir la ley de Dios, ya que Cristo la cumplió por todos al morir en la cruz

  6. b) El real entendimiento es que Yahshua tomó la maldición que implicaba nuestra desobediencia a la Torah en la cruz del gólgota, pero eso no significa que una vez siendo salvos nos otorgue el permiso de seguirla desobedeciendo. Lea las bendiciones y las maldiciones por guardar y no guardar la Torah en Deuteronomio capitulo 28.

  7. Lea Mateo 9:16 y 17.

  8. a) La tradición cristiana dice: la gracia que vino a traer Jesucristo no puede ser contenida por la ley de Dios.

  9. b) El sentido real es que Yahshua vino a darle la correcta interpretación a la Torah, no cambia en la religiosidad que habían hecho. Siempre ha habido gracia, basta leer el Salmo 119 donde el rey David experimenta la gracia.

  10. Lea Filipenses 3:8

  11. a) La tradición cristiana dice que Pablo desecho la ley de Dios y que la tenía por basura

  12. b) El sentido real se refiere: Rav Shaul a sus logros en su carne, no a la Torah. Rav Shaul nunca habló nada contra la Torah, lea Hechos 24:14. 25 verso 8, 26 verso 22 y 28 verso 17. 12. Lea Apocalipsis 2:9 y 3:9.

  13. a) La tradición cristiana dice que se refiere a los gentiles que ahora guardan la ley de Dios. Dicen: han pasado del evangelio a las tinieblas.

  14. b) El sentido real se refiere a los que dicen haber reemplazado a Israel. Elohim nunca ha desechado a su pueblo, lea Romanos 11 verso 1.

  15. Lea Juan 7 verso 2.

  16. a) La tradición cristiana dice: las fiestas de la ley de Dios son exclusivas de los judíos, no de los cristianos.

  17. b) El sentido real: el evangelio de Juan está mayoritariamente dirigido a una audiencia gentil, por ello se menciona esta fiesta como del pueblo judío para una mejor identificación, pero no como exclusividad de los judíos. En el libro de Números 15:16 dice que una misma Torah tendrá el pueblo de Israel y los extranjeros. En el libro de Levítico capitulo 23 verso 1 y 2 dice: Las fiestas solemnes de YHWH, por lo tanto las fiestas son de El y para El.

  18. Lea Mateo 11:13.

  19. a) La tradición cristiana dice: el cumplimiento de la ley de Dios llegó a su fin con el anuncio de Juan el Bautista sobre la llegada de Cristo.

  20. b) El sentido real: La torah no tiene su terminación en los días de Yohanan, este versículo se refiere al alcance de la Torah y no a su validez; porque su validez es eterna. En Isaías, Ezequiel, Jeremías y Zacarías, nos hablan claramente de un periodo posterior a la muerte y resurrección de Yahshua aún en la Torah. Ejemplo Lea Isaías 11:6-9, esto sucederá en el milenio.

  21. Lea Tito 3:9.

  22. a) La tradición cristiana dice: la ley de Dios ya no está vigente, discutir sobre esta es en vano y sin provecho.

  23. b) El sentido real: Tito era joven y Yahshua lo levantó como pastor de una Kehila y Rav Shaul le recomienda que no discuta con contenciosos. Lea Efesios 5:16.

  24. Lea Hechos 10 verso 9 al 15.

  25. a) La tradición cristiana dice: ahora se puede comer de todo.

  26. b) El sentido real: en este pasaje jamás se habla que Elohim cambie las instrucciones que el había dado previamente, Kefas es comisionado a hablarle a los gentiles, ya que Elohim los ha limpiado para recibir palabra de salvación. ¿por qué le da esta visión? la respuesta está en Jeremías 31 verso 27: la casa de Israel se alejaría tanto de los caminos de Adonai, que serían como animales que se guían solo por sus instintos, por lo tanto la visión no tiene nada que ver con la comida, sino con personas. Kefas nunca mató ni comió animal inmundo. Kefas ministraría a Cornelio quien era gentil.

  27. Lea Marcos 7:18 al 23.

  28. a) La tradición cristiana dice que Jesucristo está enseñando que todo se puede comer y que lo impuro procede del corazón.

  29. b) En el sentido real: Yahshua no está diciendo que se puede comer de todo. Agrega que lo más importante es tener un corazón limpio.

  30. Lea 1 Timoteo 4:1-5.

  31. a) La tradición cristiana dice que muchos dejarán la sana doctrina e impondrán abstenerse de alimentos que se santifican con la palabra y la oración.

  32. b) El sentido real: Rav Shaul no le dice a Timoteo que todo se puede consumir, sino que el requisito es dar gracias a Elohim por ello, orar por los alimentos que están permitidos en la Torah.

  33. Romanos 14 verso 1 al 3.

  34. a) La tradición cristiana dice que aquel que basa su dieta en la Torah es débil en la fe.

  35. b) El sentido real: el débil, no es el que lleva una dieta Kosher, sino aquel que no tiene conocimiento de la escritura. Es como si cualquiera dijera que el profeta Daniel es débil en la fe por comer Kosher. Eso sería un grave error.

 

CONCLUSIÓN YAHSHUA NO VINO A ABOLIR LA TORAH, LEA MATEO 5:17 AL 19.

DR JAVIER PALACIOS GOZO Y PAZ.MX

 

EN EL NUEVO PACTO (TESTAMENTO)

 

Analizaremos versículos claves donde la tradición cristiana no ha entendido lo que realmente quiso decir Rav Shaul (Pablo)

  1. Lea Romanos 6:14 y 15.

  2. a) Lo que dice la tradición cristiana es que ya no estamos bajo la ley de Dios (Torah) y que ahora estamos bajo la gracia.

  3. b) El sentido real es que ya no estamos bajo la ley del pecado, Lea Romanos 7:25, Romanos 8:2.

  4. Lea Romanos 10:4

  5. a) Lo que dice la tradición cristiana es que con Cristo es el fin de la ley de Dios.

  6. b) El sentido real es que Yahshua HaMashiaj es la finalidad u objetivo de la Torah. En el Salmo 19 verso 7, dice que la Torah es perfecta, y lo que es perfecto no necesita ser cambiado. En el Salmo 119:44, dice: “Guardaré tu Torah siempre, para siempre y eternamente”.

 

Si se tomara como que Yahshua puso fin a la Torah, entonces se podría entender que se podría matar, robar, fornicar: ¡Claro que no! En Juan 14 verso 15 dice: “Si me amáis, guardad mis mandamientos”.

  1. Lea Colosenses 2:13 y 14.

  2. a) La tradición Cristiana dice que Jesucristo clavó la ley de Dios en la cruz.

  3. b) El sentido real es que Yahshua HaMashiaj clavó la deuda y el registro de todos nuestros pecados. Leer Colosenses 2:14.

  4. Leer Efesios 2:14 y 15

  5. a) La tradición cristiana ha entendido que Cristo abolió la ley de Dios para introducirnos en la gracia.

  6. b) El sentido real es que cuando dice de la ley de los mandamientos expresados en ordenanzas, se refiere a las ordenanzas extrabíblicas, tradicionalmente rabínicas más no las de Elohim, Lea Efesios 2:12

  7. Lea Colosenses 2:16 y 17.

  8. a) Lo que dice la tradición cristiana es que los días de reposo y otros cumplimientos del Antiguo Pacto ya los abolió Cristo y que nadie debe de juzgar a otro por no guardar las fiestas.

  9. b) El sentido real es lo contrario, nadie nos debe de juzgar por guardar lo que YHWH nos ordena. En muchas versiones bíblicas dice: “pero el cuerpo es de Cristo”, y esto no tiene sentido, el original dice: que el cuerpo del Mesías si puede juzgar a otros verdaderos creyentes por no guardar bien la Torah. Puede Leer Zacarías 14 verso 16 al 19 y encontrará que en el milenio se seguirá celebrando la fiesta de Sucot, y quien no lo haga será castigado.

  10. Leer Hebreos 8:13.

  11. a) La tradición cristiana dice que el Antiguo Pacto ya es obsoleto .

  12. b) El real entendimiento de esto está en entender el capitulo 31 de Jeremías: lo que va a desaparecer es buscar la Torah, porque todos la conocerán a través de Yahshua. Leer Romanos 15: 8 al 13 y Jeremías 31 verso 31 al 33.

 

  1. Lea Gálatas 4 verso 8 al 11.

  2. a) La tradición cristiana dice que los Gálatas se estaban volviendo a la ley judía.

  3. b) El sentido real. Tenemos que entender que los Gálatas nunca habían tenido la Torah por cuanto eran gentiles, así que no se podían volver a algo que no tenían, se guiaban ellos por la astrología y mitología y a estas prácticas se estaban volviendo.

 

Rav Shaul nunca negó ser fariseo, ver Hechos 23 verso 6 y en Romanos 7: 12, Rav Shaul dice que la Torah es verdad, santa, buena y justa.

  1. Leer 1 Timoteo Capitulo 1 verso 8 y 9.

  2. a) La tradición cristiana dice que la Ley de Dios no tiene validez en la vida del creyente porque estamos ya justificados por Jesucristo.

  3. b) El sentido real: el hecho de ser justificados por Yahshua no nos exime de las responsabilidades ni de las bendiciones que implica obedecer la Torah y guardarnos santamente. En Romanos 2 verso 13 dice: “porque no son los oidores de la Torah, los justos ante Elohim, sino los hacedores de la Torah serán justificados”.

  4. Lea Gálatas 3:13.

  5. a) La tradición cristiana dice: ningún cristiano debe ahora cumplir la ley de Dios, ya que Cristo la cumplió por todos al morir en la cruz

  6. b) El real entendimiento es que Yahshua tomó la maldición que implicaba nuestra desobediencia a la Torah en la cruz del gólgota, pero eso no significa que una vez siendo salvos nos otorgue el permiso de seguirla desobedeciendo. Lea las bendiciones y las maldiciones por guardar y no guardar la Torah en Deuteronomio capitulo 28.

  7. Lea Mateo 9:16 y 17.

  8. a) La tradición cristiana dice: la gracia que vino a traer Jesucristo no puede ser contenida por la ley de Dios.

  9. b) El sentido real es que Yahshua vino a darle la correcta interpretación a la Torah, no cambia en la religiosidad que habían hecho. Siempre ha habido gracia, basta leer el Salmo 119 donde el rey David experimenta la gracia.

  10. Lea Filipenses 3:8

  11. a) La tradición cristiana dice que Pablo desecho la ley de Dios y que la tenía por basura

  12. b) El sentido real se refiere: Rav Shaul a sus logros en su carne, no a la Torah. Rav Shaul nunca habló nada contra la Torah, lea Hechos 24:14. 25 verso 8, 26 verso 22 y 28 verso 17. 12. Lea Apocalipsis 2:9 y 3:9.

  13. a) La tradición cristiana dice que se refiere a los gentiles que ahora guardan la ley de Dios. Dicen: han pasado del evangelio a las tinieblas.

  14. b) El sentido real se refiere a los que dicen haber reemplazado a Israel. Elohim nunca ha desechado a su pueblo, lea Romanos 11 verso 1.

  15. Lea Juan 7 verso 2.

  16. a) La tradición cristiana dice: las fiestas de la ley de Dios son exclusivas de los judíos, no de los cristianos.

  17. b) El sentido real: el evangelio de Juan está mayoritariamente dirigido a una audiencia gentil, por ello se menciona esta fiesta como del pueblo judío para una mejor identificación, pero no como exclusividad de los judíos. En el libro de Números 15:16 dice que una misma Torah tendrá el pueblo de Israel y los extranjeros. En el libro de Levítico capitulo 23 verso 1 y 2 dice: Las fiestas solemnes de YHWH, por lo tanto las fiestas son de El y para El.

  18. Lea Mateo 11:13.

  19. a) La tradición cristiana dice: el cumplimiento de la ley de Dios llegó a su fin con el anuncio de Juan el Bautista sobre la llegada de Cristo.

  20. b) El sentido real: La torah no tiene su terminación en los días de Yohanan, este versículo se refiere al alcance de la Torah y no a su validez; porque su validez es eterna. En Isaías, Ezequiel, Jeremías y Zacarías, nos hablan claramente de un periodo posterior a la muerte y resurrección de Yahshua aún en la Torah. Ejemplo Lea Isaías 11:6-9, esto sucederá en el milenio.

  21. Lea Tito 3:9.

  22. a) La tradición cristiana dice: la ley de Dios ya no está vigente, discutir sobre esta es en vano y sin provecho.

  23. b) El sentido real: Tito era joven y Yahshua lo levantó como pastor de una Kehila y Rav Shaul le recomienda que no discuta con contenciosos. Lea Efesios 5:16.

  24. Lea Hechos 10 verso 9 al 15.

  25. a) La tradición cristiana dice: ahora se puede comer de todo.

  26. b) El sentido real: en este pasaje jamás se habla que Elohim cambie las instrucciones que el había dado previamente, Kefas es comisionado a hablarle a los gentiles, ya que Elohim los ha limpiado para recibir palabra de salvación. ¿por qué le da esta visión? la respuesta está en Jeremías 31 verso 27: la casa de Israel se alejaría tanto de los caminos de Adonai, que serían como animales que se guían solo por sus instintos, por lo tanto la visión no tiene nada que ver con la comida, sino con personas. Kefas nunca mató ni comió animal inmundo. Kefas ministraría a Cornelio quien era gentil.

  27. Lea Marcos 7:18 al 23.

  28. a) La tradición cristiana dice que Jesucristo está enseñando que todo se puede comer y que lo impuro procede del corazón.

  29. b) En el sentido real: Yahshua no está diciendo que se puede comer de todo. Agrega que lo más importante es tener un corazón limpio.

  30. Lea 1 Timoteo 4:1-5.

  31. a) La tradición cristiana dice que muchos dejarán la sana doctrina e impondrán abstenerse de alimentos que se santifican con la palabra y la oración.

  32. b) El sentido real: Rav Shaul no le dice a Timoteo que todo se puede consumir, sino que el requisito es dar gracias a Elohim por ello, orar por los alimentos que están permitidos en la Torah.

  33. Romanos 14 verso 1 al 3.

  34. a) La tradición cristiana dice que aquel que basa su dieta en la Torah es débil en la fe.

  35. b) El sentido real: el débil, no es el que lleva una dieta Kosher, sino aquel que no tiene conocimiento de la escritura. Es como si cualquiera dijera que el profeta Daniel es débil en la fe por comer Kosher. Eso sería un grave error.

 

CONCLUSIÓN YAHSHUA NO VINO A ABOLIR LA TORAH, LEA MATEO 5:17 AL 19.

DR JAVIER PALACIOS GOZO Y PAZ.MX

 

 

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¿Nació Yahshua el 25 de Diciembre?

Navidad, 25 de diciembre, es el día designado en el calendarios pagano (romano) como el día del nacimiento de Cristo. ¿Pero es verdaderamente el día en que nació יהושע (Yahshua)? ¿Son las costumbres de esta temporada de origen cristiano, o son las navidades el resultado de otra mezcla entre el paganismo y la cristiandad?
Fijándonos en la palabra en inglés Christmas, notamos que es una mezcla de dos palabras. Aunque incluye el nombre de Cristo, también menciona la misa. Ya hemos visto que la misa con sus ritos y ceremonias elaboradas, oraciones paganas por los muertos, transustanciación, etc., es nada más que una continuación de ritos paganos.
La palabra Navidad se halla en la Biblia y como hemos de ver, ¡el 25 de diciembre no es la fecha en que יהושע (Yahshua) nació! Es evidente que nuestro Salvador no nació durante el invierno, pues cuando El nació, los pastores velaban sus rebaños en el campo. « Y había pastores en la misma tierra que velaban y guardaban las vigilias de la noche sobre su ganado» (Lucas 2: 8). Como es conocido, los pastores en Palestina no hacen esto durante el invierno. Siempre traen sus rebaños de las montañas a los rediles antes del 15 de octubre.
Con esto está claro que יהושע (Yahshua) no nació a mitad del invierno. ¿No dicen las Escrituras en qué época del año nació יהושע (Yahshua)? ¡Sí! Las Escrituras indican que nació en el otoño. El ministerio de nuestro Mashiaj en la tierra duró tres años y medio (Daniel 9:27).
Su muerte ocurrió al final de la fiesta de Pesaj (Pascua) (Juan 18:39), lo cual era en la primavera. Así que tres años y medio antes del comienzo de su ministerio terrenal, marcan el principio de su ministerio en el otoño. Ahora bien, al comenzar יהושע (Yahshua) su ministerio, tenía treinta años (Lucas 3:23). Esta era la edad aceptable para que un sacerdote pudiera empezar su ministerio, según la Torah (Números 4: 3). De manera que como יהושע (Yahshua) comenzó su ministerio a la edad de 30 años y esto era en otoño, 30 años atrás marcaría su nacimiento en el otoño y no en el invierno.
Aunque las Escrituras no indican la fecha exacta del nacimiento de יהושע (Yahshua), hay medios para averiguar la fecha aproximada del nacimiento de Juan el Bautista y como Juan nació seis meses antes de יהושע (Yahshua), al comparar ambas fechas podemos damos cuenta de la fecha aproximada en que nació יהושע (Yahshua). Zacarías, el padre de Juan, era sacerdote en el templo de Jerusalén. En aquella época, cada sacerdote tenía un tiempo definido del año en que servía en el templo. Había 24 divisiones o cursos de servicio durante el año.

Los nombres de estos cursos son dados en 1 Crónicas 24: 7-19. De acuerdo a Josefo, cada uno de aquellos cursos duraban una semanal; la primera semana comenzaba en el primer mes, Nisan, al principio de la primavera (1 Crónicas 27: 1-2). Después de seis meses, este orden de cursos era repetido para que cada sacerdote pudiera servir dos veces al año durante una semana. Entonces, tres semanas del año todos los sacerdotes servían juntamente durante el período de Pesaj (Pascua), Shavuot (Pentecostés).
Con estos datos como fundamento, notemos qué curso era el que Zacarías servía entonces: «Hubo en los días de Herodes, rey de Judea, un sacerdote llamado Zacarías, de la suerte de abias -o Abijah en el hebreo- y aconteció que ejerciendo Zacarías el sacerdocio delante de יהוה (Yahweh) por el orden de su vez…, se le apareció el Malah (ángel) de יהוה (Yahweh)».

El ángel le reveló que su esposa Elisabet, aunque entrada en edad, daría a luz a un hijo (Lucas 1:5-13). ¿En qué época del año ejercía Zacarías la Suerte de Abías? De acuerdo con 1 Crónicas 24: 10, el curso de Abìas era el octavo en orden. Es decir, la fecha era entre Iyar 27 y Sivan 5; o sea, 1.° de junio al 8 del mismo. Después de su servicio semanal en el templo, Zacarías fue obligado a permanecer otra semana porque a la siguiente era Pentecostés. Pero tan pronto como cumplió su ministerio, regresó a su casa en los montes de Judea, aproximadamente a 30 millas al Sur de Jerusalén; y su esposa concibió (Lucas 1:23-24). Esto fue aproximadamente a mediados de junio; al añadir nueve meses a esto, llegamos a una fecha aproximada del nacimiento de Juan. De acuerdo a esto, Jesús nació al principio de la primavera.
Puesto que יהושע (Yahshua) era seis meses menor que Juan (versículos 26 y 36), simplemente añadimos este tiempo a la época en que Juan nació y tenemos como resultado que יהושע (Yahshua) nació a mediados de septiembre. Como podemos ver, nuestro Mashiaj nació en el otoño, y no el 25 de diciembre.
Otra prueba de esta conclusión la tenemos en el hecho de que cuando יהושע (Yahshua) nació, José y María habían ido a Belén a empadronarse (Lucas 2: 1-50). No hay registros que indiquen que este período fuese en invierno, ni motivo alguno para creer, como hemos leído muchas veces en comentarios sobre Navidad, que el empadronamiento había causado la aglomeración de forasteros que no permitió a José y María encontrar lugar en el mesón. No hay ninguna razón para creer que fuesen tantos los judíos oriundos de Belén radicados en estas poblaciones, pues todos los judíos se hallaban adheridos a las tierras de sus antepasados. José tuvo que hacerlo por causa de la persecución de Herodes contra el niño יהושע (Yahshua).

¿Qué causaría, pues, la aglomeración? Lo más probable es que fuera la fiesta anual de otoño a la que José y María solían concurrir como buenos judíos y aunque esta vez tenían razón para abstenerse, dado el estado de María, no pudieron hacerlo por coincidir con la nota real del empadronamiento «cada cual en la ciudad donde era nacido» (Lucas 2: 1- ).
Jerusalén era, normalmente, una población de 120.000 habitantes, pero según Josefo, durante las fiestas algunas veces se reunían allí hasta dos millones de judíos. Con tan grandes multitudes de gente que venían a las fiestas, no solamente se llenaba Jerusalén, sino que también la aldea de Belén, situada a sólo 5 millas al sur. Esto era al final de la siembra. Todo esto y la evidencia dada anteriormente, indican que el nacimiento de יהושע (Yahshua) fue en el otoño y no el 25 de diciembre.
Si יהושע (Yahshua) no nació en diciembre, ¿cómo llegó este día a ser parte del calendario de las Iglesia?
La historia nos da la respuesta. ¡En vez de ser este día el nacimiento de nuestro Salvador, este era el día en que los paganos, durante muchos siglos, celebraron el nacimiento de su dios solar! Un estudio de esto demuestra cuánto se rebajaron los líderes de la Iglesia apóstata en sus esfuerzos por unir el paganismo con el cristianismo hasta el punto de poner el nacimiento de יהושע (Yahshua) en una fecha que armonizaba con la celebración pagana del nacimiento del dios sol. Fue en el siglo v que la Iglesia Católica Romana ordenó que el nacimiento de יהושע (Yahshua) fuera observado el 25 de diciembre, el día de la antigua fiesta romana del solsticio de invierno.

En los días del paganismo esta fiesta del nacimiento del dios sol era popular especialmente dentro de los «misterios» conocidos como mitraísmo. Este festival era llamado “La Natividad” Y no solamente Mitra, el dios sol del mitraísmo, del cual se decía que había nacido en esta época del año, sino también de Osiris, Orus, Hércules, Baco, Adonis, Júpiter, Tammuz y otros dioses, puesto que eran todos procedentes de la misma leyenda de Tammuz con otros nombres. Todos ellos habían nacido en la misma época invernal conocida hoy como «Navidad».
Dice un notable escritor: «La época invernal era cuando todos los dioses solares, desde Osiris hasta Júpiter y Mitra, celebraban su cumpleaños. Las celebraciones consistían en árboles de pino para Adonis, Saturno y otros que representaban el calor del nuevo nacimiento del sol en forma de fuego…
En Babilonia el cumpleaños de Tammuz era celebrado en esta época del invierno con grandes fiestas, celebraciones y borracheras, igual que se celebra hoy en día. La vieja celebración se dispersó y llegó a ser una costumbre tan arraigada en la «Roma y Grecia paganas en los días de los bárbaros teutónicos, como en las épocas remotas de la civilización egipcia y en todas partes este período era siempre celebrado con fiestas y regocijo.

Cuando este Festival del Invierno llegó a Roma, era conocido como La Saturnalia. Saturno no era más que otro nombre de Nimrod o Tammuz, como el “dios escondido”. Esta fiesta era la más vil, inmoral y degenerada que tanto desprestigió a Roma. Era una época de libertinaje, y borrachera, cuando todas las restricciones de la leyeran puestas a un lado. Fue de esta misma fiesta romana de la que se tomó la celebración del nacimiento de יהושע (Yahshua) y que pasó a la Iglesia Católica Romana hasta la presente civilización. “Es algo conocido afirma un escritor que la mayoría de nuestra relación con la temporada de Navidad y las fiestas, es el dar regalos y el sentimiento de amistad, lo cual no es más que una herencia del Festival de Invierno romano procedente de La Saturnalia, que proviene del paganismo”.
Tertuliano menciona la práctica de intercambiar regalos en esta temporada como parte de La Saturnalia romana. Cuando este festival fue adoptado por la Iglesia Romana, también se adoptó esta costumbre. De ese modo trataron de hallar alguna similitud entre el paganismo y la religión cristiana, los líderes de la Iglesia Romana. Se dijo que era en recuerdo de los dones que los reyes magos presentaron a יהושע (Yahshua) niño el intercambiar regalos. Pero no es así. Los magos no intercambiaron regalos entre ellos, sino que dieron sus regalos a יהושע (Yahshua), el nacido Rey de los Judíos. (Era una costumbre oriental el presentar regalos al estar ante un Rey.) Pero estos regalos no eran regalos de nacimiento. Cuando los magos llegaron, fue mucho después del nacimiento de יהושע (Yahshua). Para esa época, ya vivía El en su casa (Mateo 2:9-11), y no en el establo. Obviamente, los regalos de los magos no eran regalos “navideños”.
No tenemos espacio suficiente para tratar sobre todas las costumbres navideñas como Santa Claus, y el comercialismo que se opera en esta temporada, pero vemos que todo ello está falto de fundamento bíblico y claramente identifica nuestras costumbres de hoy con las de La Saturnalia de la Roma pagana.
Finalmente, para concluir con las costumbres de la temporada «navideña», mencionaremos el árbol de Navidad. Una fábula babilónica decía que Semíramis, la madre de Tammuz, afirmaba que durante una noche, un árbol verde se desarrolló de un tronco muerto. El tronco muerto supuestamente representaba a su esposo muerto, Nimrod, ¡y el árbol de pino llegó a ser el símbolo de que Nimrod había revivido en la persona de Tammuz!

La idea se propagó y se desarrolló tanto que muchas naciones tienen sus propias leyendas de árboles sagrados. Entre los druidas, los egipcios, los romanos (los cuales adornaban sus árboles con cerezas rojas durante La Saturnalial), los escandinavos y muchos más. Y al igual que otros ritos paganos, fueron absorbidos por el «cristianismo». Asimismo lo fue el uso del árbol de Navidad. El árbol de Navidad recapitula la idea del culto con sus bolas brillantes en símbolo del sol… y todas las festividades del invierno pagano han sido incorporadas al día de la navidad.
En no menos de 10 referencias bíblicas, el árbol verde es asociado con idolatría y culto falso.
Naturalmente las gentes de la época de Jeremías, como lo indica el contenido de este pasaje, estaban realmente haciendo un ídolo del leño. No queremos decir que en nuestros tiempos la gente pone el árbol de Navidad en sus hogares o iglesias para «adorar» a un árbol. Lo que estamos diciendo es que el uso del árbol de Navidad es clara mente algo traído del paganismo en una forma modificada. Pero cualquiera que sea la diferencia entre el viejo uso del árbol y las costumbres del presente, nadie puede negar que las costumbres son cosas de los hombres, y יהוה (Yahweh) dice: “Porque las costumbres de los pueblos son vanidad” sin valor, vacías no añaden poder al verdadero culto.

Las navidades fueron adoptadas por la Iglesia Romana durante el siglo V. En el VI fueron enviados misioneros al norte de Europa para atraer paganos bajo el yugo romano. Estos hallaron que el 24 de junio era una fecha muy popular entre estas gentes. Para poder atraerlos a la Iglesia como era la costumbre después de la apostasía, los líderes de la Iglesia apóstata les permitieron que continuaran celebrando su fiesta pagana, sólo que tendría que hallar algún acontecimiento cristiano con el cual asociarlo. Pero ¿qué evento podían asociar con el 24 de junio? Ya habían adoptado un día para conmemorar el nacimiento de Cristo, el 25 de diciembre. De modo que este error llevó a otro error. Al darse cuenta de que el 24 de junio era aproximadamente seis meses antes del 25 de diciembre y como Juan el Bautista nació seis meses ante de יהושע (Yahshua), entonces, ¿por qué no establecer el 24 de junio como el día del nacimiento de Juan el Bautista? Esto es lo que hicieron. ¡Hasta hoy en día el 24 de junio es conocido en el calendario papal como la natividad de san Juan! Pero obviamente esta idea fue basada en un fundamento falso porque Juan no nació el 24 de junio; y el asociar ese nombre con ese día no fue más que otro intento por cubrir la fiesta pagana y dejarla continuar, pero ahora en la Iglesia.
Tiempos atrás, este día era asignado al culto de Baal. En la Gran Bretaña, antes de la entrada del cristianismo, el 24 de junio fue celebrado por los druidas con llamas de fuego en honor a Baal (el dios sol, Nimrod, en forma divina). Los escritos de notables historiadores como Herodoto, Wilkinson, Layard y otros, hablan de estos fuegos ceremoniales en diferentes países. Cuando el 24 de junio fue adoptado en la Iglesia y cambiaron su nombre al día de san Juan, también se adoptaron los fuegos y se llamaron «los fuegos de san Juan». «Yo he visto gentes correr y saltar a través de los fuegos de san Juan en Irlanda -dice un escritor del siglo pasado-, orgullosos pasando a través del fuego, pensando de ellos mismos como si fueran bendecidos de una forma especial durante la ceremonia.»! Al leer estos ritos nos acordamos de prácticas similares en las cuales cayeron los hijos de Israel cuando éstos «pasaron por el fuego de Moloch» (Jeremías 32:31 y Ezequiel 20:31). Obviamente ninguna de estas prácticas tenía conexión alguna con Juan el Bautista.
Además de la ceremonia de fuego que se observaba el 24 de junio, este día también era conocido entre las tribus paganas como el Festival del Agua. ¿Acaso no había sido Juan el Bautista conocido especialmente como el que bautizaba con agua? Así que esta pequeña semejanza ayudó a disfrazar la continuación del día pagano con su nuevo nombre.
Hemos estudiado anteriormente cómo el culto de la diosa madre fue mezclado en la cristiandad. ¡Los paganos habían orado y venerado durante siglos a la diosa madre del paganismo! Para poder atraer a estos paganos, la Iglesia apóstata adoptó y continuó los viejos ritos y cultos que habían sido usados para la madre pagana, sólo que se les ordenó usar el nombre de María, la madre de יהושע (Yahshua), en lugar de Diana, Isis, Astarté, Artemis, etc. Y así como otras ideas que habían sido asociadas con el culto a la diosa madre fueron mezcladas con la Iglesia en su deseo por unir el cristianismo con el paganismo, el día 15 de agosto -día del festival de Isis o Artemis, fue simplemente cambiado el nombre a Día de la Asunción de la Virgen María, el cual es celebrado hasta nuestros días.
Como dijo un escritor sobre la fiesta de la Asunción de la Virgen, «es celebrada el 15 de agosto, pero esa era la fecha del gran festival de Diana, con la cual Isis es identificada y uno puede darse cuenta cómo María gradualmente tomó el lugar de una diosa». Evidentemente la Iglesia apóstata dio poca importancia a las verdaderas épocas en que los eventos sucedieron. Ellos declararon todas sus fiestas y celebraciones de acuerdo con la popularidad de estas fechas entre los paganos.
Otro día, supuestamente establecido en honor de María, es el llamado Día de la Purificación de la Virgen María, que se celebra el 2 de febrero. En este día los sacerdotes católicos bendicen las velas, las cuales se distribuyen al pueblo durante la misa. En este día, todas las velas que han de ser usadas en todo el año para los ritos católicos, son bendecidas.

¿Cómo llegó a ser el 2 de febrero designado como este día especial?
Fue instituido por la Iglesia para reemplazar un día pagano. ¡Y no sólo adoptó la Iglesia este día, sino que hizo lo propio también con las costumbres! En los días de la Romana pagana, este festival se observaba llevando antorchas y velas en honor de Februa, nombre del cual se deriva el del mes de febrero. Los griegos celebraban la fiesta en honor de Ceres, la madre de Prosperpina, ¡la cual, en este mismo día, buscaba a su hija en el centro de la tierra con antorchas y velas según cuenta la leyenda! Entre los egipcios este día también era celebra do en honor de la Diosa Neith, ¡el mismo día conocido como el Día de la Candelaria en la Iglesia Católica Romana! De tal manera que la celebración de este día dedicado a la diosa madre y el uso de las cande las, son todas creencias que sin lugar a dudas fueron adoptadas por los apóstatas, del paganismo.
Todos estos días y fechas que hemos mencionado, al igual que otros más, los cuales el espacio no nos permite explicar, fueron adoptados en el calendario de la Iglesia Romana paganizada. Suponemos con motivo que si el apóstol Pablo se levantara a predicar a esta generación, le diría a la Iglesia profesante actual lo mismo que dijo a los gálatas: «Observáis días y meses y tiempos y años. Temo de vosotros, que no haya trabajado en vano en vosotros» (Gálatas . 4:11). ¿A qué día se refiere Pablo? El texto parece indicar los sábados y festividades judías, pero puesto que ellos se habían convertido del paganismo de los «dioses» (versículo 8), es muy probable que algunos de ellos volvieron a su antiguo culto (versículo 9). Los días, meses, tiempos y años que guardaban eran aquellos que habían sido dedicados a los dioses paganos. Sin embargo, fueron estos mismos días los que la Iglesia apóstata incorporó en su culto disfrazándolos con nombres de resonancia cristiana y así se continúan observando hasta el presente.

Publicadas por Ahmed Nahr Wadi

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¡NO TRATES COMO INMUNDO LO QUE YAHWEH HA LIMPIADO!

“YAHWEH LAS KADOSH ESCRITURAS Y LA ALIMENTACIÓN”

¿PODEMOS COMER DE TODO AHORA?

PARTE 2

¡NO TRATES COMO INMUNDO LO QUE YAHWEH HA LIMPIADO!

En el anterior análisis de la serie vimos ¿YAHOSHÚA (JESÚS), DECLARÓ TODOS LOS ALIMENTOS LIMPIOS?

En hechos 10 leemos el relato de dos personajes que son el centro o los protagonistas, el primero es el gentil Cornelio oficial del ejército romano que se encontraba en Kesarea “Cesárea”, el otro es Kefa discípulo y emisario de Yahoshúa el cual se encontraba en Yafo “Jope” a ambos le sucedieron varios hechos imponentes que les serian mostradas, para Kefa se convertirían en lecciones para los cuales NO estaban preparados para aceptarlas ni él, ni los discípulos, toda la nueva congregación “la asamblea de YHWH” y que prontamente estarían a punto de acaecer, lamentablemente con el tiempo este relato ha sido tergiversado y malinterpretado por ser leído de una forma descuidada usándose para sustentar una doctrina de error, para sustentar el alimentarse de todo tipo de carne inmundas.

Pero será cierta la interpretación de estos pasajes, o como dijimos YHWH quiso enseñar, revelar, mostrar algo más a Kefa y la sub siguiente generación de creyentes, comencemos desde el principio Hechos 10 veamos, leamos y analicemos:

“HABÍA UN HOMBRE EN KESAREA LLAMADO CORNELIO, UN OFICIAL DEL EJÉRCITO ROMANO EN LO QUE ERA LLAMADO EL REGIMIENTO ITALIANO, era un hombre devoto, un “TEMEROSO DE ELOHIM” ASÍ COMO TODA SU CASA; daba generosamente a los Judíos pobres y oraba regularmente a Elohim. UNA TARDE ALREDEDOR DE LAS TRES, VIO CLARAMENTE EN UNA VISIÓN UN MALAJ DE YAHWEH QUE VENÍA, Y LE DIJO: “¡Cornelio!” Cornelio aterrorizado fijó su mirada en el malaj, y preguntó: ¿Qué es Señor? El malaj respondió: “TUS ORACIONES Y TUS OBRAS DE CARIDAD HAN LLEGADO A LO ALTO, A LA PRESENCIA DE YAHWEH, DE MODO QUE EL TÉ TIENE EN SU PENSAMIENTO. Ahora, ENVÍA A UNOS HOMBRES A YAFO Y HAZ QUE TRAIGAN DE REGRESO A UN HOMBRE LLAMADO SHIMEON, TAMBIÉN LLAMADO KEFA. Él se está quedando con Shimeon el curtidor de pieles, que tiene una casa junto al mar. Tan pronto como el malaj que le había hablado se retiró, Cornelio llamó a dos de los esclavos de su casa y a uno de sus ayudantes militares, que era un hombre piadoso, les explicó todo y los mandó a Yafo” Hechos 10:1,6

Cornelio el varón NO YAHUDI (No judío) recibió una visión en la cual el Malaj “Ángel” de Elohe le dijo: “TUS ORACIONES Y TUS OBRAS DE CARIDAD HAN LLEGADO A LO ALTO, A LA PRESENCIA DE YAHWEH”. Luego Cornelio recibió una orden del Malaj de YHWH, buscar a Kefa el cual se estaba quedando en casa de Shimeon el curtidor de pieles, Cornelio acató la orden del Malaj de Elohe y puso en marcha a su gente de confianza.

Esta primera parte de los hechos descritos con el primer protagonista de la Historia nos conducirá al entendimiento correcto del pasaje… vamos ahora a Kefa/Pedro el segundo participante:

Al día siguiente, alrededor del mediodía, mientras ellos iban de camino y se acercaban a la ciudad, KEFA SUBIÓ A LA AZOTEA DE LA CASA A ORAR. EMPEZÓ A SENTIR HAMBRE Y QUERÍA ALGO DE COMER; pero cuando estaban preparando la comida, CAYÓ EN UN TRANCE EN EL CUAL VIO EL CIELO ABIERTO, Y ALGO QUE LUCÍA COMO UNA SÁBANA GRANDE SIENDO BAJADA A TIERRA POR SUS CUATRO PUNTAS, EN LA CUAL HABÍA TODA CLASE DE CUADRÚPEDOS, CRIATURAS QUE SE ARRASTRAN Y AVES SILVESTRES. ENTONCES UNA VOZ LE DIJO: “¡LEVÁNTATE KEFA, MATA Y COME!” Pero Kefa dijo: “¡NO ADÓN! ¡ABSOLUTAMENTE NO! YO NUNCA HE COMIDO ALIMENTO INMUNDO O PROFANA (CONTAMINADA)” La voz le habló una segunda vez: Deja de tratar como inmundo lo que YAHWEH ha limpiado. ESTO SUCEDIÓ TRES VECES, E INMEDIATAMENTE LA SÁBANA FUE LLEVADA AL CIELO. Hechos 10:9-16

El verso 9 comienza hablando de KEFA, un discípulo y Shaliaj (Apóstol/Emisario) del Mashíaj Yahoshúa, quien recibió el poder del Ruaj HaKodesh en la JAG SHAVUOT (Mal llamado Pentecostés), quien tenía la misma actitud de CORNELIO: LA ORACIÓN.

Ahora analicemos, cómo es que en el cristianismo se ha realizado una doctrina de error, la cual la presentamos, Kefa/Pedro tuvo GRAN HAMBRE, Vio descender del cielo un gran lienzo con ANIMALES PROHIBIDOS POR YHWH en Vayikra/Levítico 11

Como era la hora del almuerzo, mientras Kefa oraba, quiso comer; pero estaba esperando que la comida estuviera lista. Y en ese preciso momento, le sobrevino un “éxtasis”, algunos traductores escriben “trance”; lo cierto es que Kefa tuvo una visión.

Aunque Kefa se negaba a comer ALIMALES INMUNDOS… Escuchó tres veces una voz que le decía: “DEJA DE TRATAR COMO INMUNDO LO QUE YAHWEH HA LIMPIADO”

“RESUMEN DE LA DOCTRINA DEL CRISTIANISMO” ¡YAHWEH LIMPIÓ TODOS LOS ANIMALES INMUNDOS EN TAL SENTIDO YA NO SON INMUNDOS Y SE PUEDE COMER DE TODO!

Esta es una de las doctrinas erradas que muchos de nosotros vimos cuando estábamos en nuestras antiguas denominaciones y que muchos aún siguen escuchando dentro del cristianismo, y por eso, para ellos es licito, permitido, comer CERDO, MARISCOS, CONEJO, IGUANA, etc. etc. etc.

La visión (el éxtasis) de Kefa, tenía una relación con todo tipo de animales: los cuadrúpedos terrestres y reptiles y aves del cielo.

Pedro era un conocedor de la Torá y vio que, dentro de esa imagen, había ciertos tipos de animales que no se debían comer, por tener una categoría de NO LIMPIOS, decretado así por el mismo YHWH en Vayikra/Levítico 23. Sin embargo, Kefa recibe la orden de “MATAR Y COMER”; Kefa se niega, pues él había aprendido que Abba YHWH había dado una Torá (ley)

“Tal, entonces, es la ley referente a animales, criaturas que vuelan, todas las criaturas que se mueven en el agua, y todas las criaturas que se arrastran sobre la tierra. SU PROPÓSITO ES DISTINGUIR ENTRE LO INMUNDO Y LO LIMPIO, Y ENTRE LAS CRIATURAS QUE SE PUEDEN COMER Y AQUELLAS QUE NO SE PUEDEN COMER” Vayikra/Levítico 11:46-47

El Shaliaj escuchó nuevamente la voz y sea de paso, Pedro escuchó lo siguiente: “Lo que Elohe YHWH limpió, no lo llames tú común”. Sin embargo, Kefa, NO MATÓ, NI COMIÓ, aunque haya escuchado decir: “Lo que Elohe YHWH limpió, no lo llames tú común”.

Kefa volvió a escuchar por tercera vez la voz que le decía: Kefa: “mata y come…” “Lo que Elohe YHWH limpió, no lo llames tú común”.

Sin embargo, a pesar que Kefa había escuchado TRES VECES LA MISMA ORDEN; Kefa NO MATÓ, NI COMIÓ, y “aquel lienzo volvió a ser recogido en el cielo”.

Lo que indicaba que la orden dada a Pedro, NO ERA LITERAL, SINO, ESPIRITUAL.

Muchos teólogos de distintas denominaciones han tomado estos hechos para afirmar que YHWH limpió todos los tipos de carne a través de esta visión, pero veamos Kefa fue el que la vio, y aun así dos versos más adelante, en el verso 17 ¡ÉL TODAVÍA NO SABÍA LO QUE ESTO SIGNIFICABA! “PERO CIERTAMENTE DE LO QUE SI ESTABA SEGURO ERA DE LO QUE NO SIGNIFICABA Y POR LO TANTO NO COMIÓ”

A propósito, llama la atención que, si el relato de Marcos 7:19 en realidad hubiera sido el énfasis el de haber limpiado todas las carnes, el cual sucedió unos años atrás, después de ese tiempo, Para el momento de la visión, Kefa aún no coma carne inmunda.

¡CONTINUEMOS!

“Kefa todavía estaba perplejo sobre el significado de la visión que había visto, cuando los hombres que había enviado Cornelio, después de preguntar dónde vivía Shimeon, llegaron a la puerta” Hechos 10:17

A pesar que Kefa no tuvo discernimiento inmediato de la visión (éxtasis) por otro lado, le estaba llegando la visita de los enviados de CORNELIO.

“llamaron y preguntaron si un Shimeon, conocido por Kefa se estaba quedando allí. Mientras todavía meditaba sobre la visión, el Ruaj le dijo: Tres hombres te están buscando. Levántate, baja y no tengas dudas de irte con ellos, porque Yo mismo los he mandado” Hechos 10:18,20

¡LOS EMISARIOS DE CORNELIO LLEGARON Y PREGUNTARON POR KEFA! HE AQUÍ, EL DISCERNIMIENTO DE LA VISIÓN LA DIO EL RUAJ KODESH DE YHWH:

“TRES hombres te buscan. LEVÁNTATE, pues, y DESCIENDE Y NO DUDES de ir con ellos, porque yo los he enviado”. Si hacemos una interpretación de ASOCIACION, comprenderemos, porque TRES VECES SE LE DIJO A KEFA: “Levántate, Mata y Come…” “Esto se hizo TRES veces”

Y es que, aunque la Torá muestra que el testimonio de dos personas acerca del mismo asunto suministraba prueba suficiente para tomar acción legal, el hecho de que lo hiciesen tres confería más fuerza al testimonio. Por lo tanto, cuando en las Kadosh Escrituras se usa o se repite, tres veces a representa intensidad, énfasis o más fuerza.

Por tal razón, las tres veces que escuchó Kefa esa voz decir: “Levántate, Mata y Come”, en el Ruáj se transformó en: “TRES hombres te buscan. Levántate, pues, y desciende y no dudes de ir con ellos, porque yo los he enviado”

“Así que Kefa bajó, y les dijo a los hombres: ¿Ustedes me buscan? Aquí estoy. ¿Qué es lo que los trae aquí?” Hechos 10:21

Así como Cornelio acató la voz del Malaj de Elohe, así Kefa acató la orden del Ruaj Kodesh y desciende para preguntar la causa de la visita.

“ELLOS RESPONDIERON: “CORNELIO, UN OFICIAL DEL EJÉRCITO ROMANO, UN HOMBRE RECTO Y TEMEROSO DE ELOHIM, altamente respetado por toda la nación Judía; LE FUE DICHO POR UN MALAJ KADOSH QUE TÚ FUERAS A SU CASA PARA ESCUCHAR LO QUE TIENES QUE DECIR” De modo que Kefa los invitó a ser sus huéspedes. Al día siguiente se levantó, y fue con ellos, acompañados por algunos hermanos de Yafo” Hechos 10:22,23

Kefa escuchó el motivo de la visita y los hospeda en la casa donde se encontraba, para así salir a Kesarea.

“Y llegaron a Kesarea el día después. Cornelio les estaba esperando, él ya había llamado a sus parientes y a sus amigos cercanos. Cuando Kefa entró en la casa, Cornelio salió a su encuentro, y se postró a sus pies” Hechos 10:24,25

Kefa acude al llamado, a la revelación del Ruaj… y entra a la casa de Cornelio, el cual hizo una reverencia como acostumbraban hacer los militares romanos delante de un superior.

“Pero Kefa le alzó, y dijo: “¡Levántate! Yo mismo soy sólo un hombre Mientras conversaba con él, Kefa entró y encontró mucha gente reunida. Él les dijo: “Ustedes están conscientes que para un hombre que es Judío tener estrecha asociación con alguien que pertenece a otro pueblo, o venir a visitarle, es algo que sencillamente no se hace. PERO YAHWEH ME HA MOSTRADO QUE NO LLAME A OTROS HOMBRES COMUNES O INMUNDOS” Hechos 10:26,28

Esto que Kefa acaba de decir es completamente una doctrina oral de los ancianos añadida a la Torá. La Torá lo que NO permite es que nos unamos y juntemos en yugo desigual con otros pueblos, es decir que mantengamos una estrecha relación con los paganos, pero tenemos que llevarle la Torá a todos, pero los “ancianos” añadieron y pusieron el “cerco” alrededor de la Torá, llamado la ley oral hoy recopilado en el Talmud, una gran violación a la propia Torá.

¡TENEMOS QUE SER LUZ A LAS NACIONES! eso era nuevo para Kefa y para los otros Yahudim discípulos de Yahoshúa, los cuales aún estaban saliendo de un sistema de tradiciones, imposiciones, etc. de las cuales muchas eran contrarias a la Torá de YHWH, por eso el mismo Mashíaj Yahoshúa en una ocasión les dijo:

“SIN EMBARGO, CUANDO VENGA EL RUAJ DE LA VERDAD, EL LOS GUIARÁ A TODA VERDAD…” Yohanán 16:13

El Ruaj de la Verdad, nos guía a obedecer la Torá, YHWH nos los da para que por medio del Ruaj Kodesh todo aquello que era añadidura de a la Torá fuera y sea captado aun en nuestros tiempos.

“AHORA VEMOS CON MÁS CLARIDAD LA RESPUESTA DEL VERSO 13”

Cuando YAHWEH le bajó la sábana a Kefa no estaba hablando de comidas, estaba hablando que no llamara inmundos a hombres. En el contexto Hebreo hombres son Yisraelitas; las bestias, los reptiles que se arrastran y las aves que vuelas son paganos. YHWH lo que le mostraba es que no llamara inmundos a Hombres de Yisrael que estaban regresando a la restauración de sus raíces y la Torá. La visión era totalmente sobre hombres de Yisrael y no comidas.

“Pero como el cristianismo saca todos los versos fuera de contexto para justificar su desobediencia a la Torá, se lleva por un solo verso, el que más les guste, en este caso por el verso 13: “Levántate Kefa, mata y come” Y ya no investiga más nada, ahí para de leer el pasaje porque ya consiguió su propósito la falsa auto-justificación”

Esta visión fue para mostrar a Kefa y los Judíos que YAHWEH está limpiando hombres y mujeres Yisraelitas de los cuatro confines del mundo de su inmundicia por haber vivido entre las naciones y haberse gentilizado entre ellos.

¡ESTO REPRESENTÓ UN CAMBIO SORPRENDENTE EN LA COMPRENSIÓN Y LA PRÁCTICA!

¡CONTINUEMOS!

Vemos que cuando Cornelio se postra Kefa no accede a tal reconocimiento y demuestra con hechos su humildad. He aquí la clave del asunto: YHWH no le estaba mostrando a Kefa la posibilidad que comiera animales inmundos…

YHWH le estaba mostrando en el lienzo un mandamiento rabínico que era el de no mezclarse con los NO Yahudim “No judíos” por eso, al mostrarle YHWH el lienzo y retirárselo SIN QUE COMIERA… YHWH le estaba dando una lección a Kefa (y a cualquiera de nosotros) “los cuadrúpedos terrestres y reptiles y aves del cielo” no eran simplemente animales, era el concepto que tenía los “líderes judíos” de aquellos que NO COMPARTÍAN SU RELIGION. En tal sentido, YHWH le dice a Kefa: “A NINGÚN HOMBRE LLAMES COMÚN O INMUNDO”

“Entonces Kefa se dirigió a ellos: AHORA ENTIENDO QUE YAHWEH NO TIENE FAVORITOS, SINO QUE EL QUE LE TEME Y HACE TZEDAKAH (JUSTICIA), ese es aceptable ante él, no importa a qué pueblo pertenezca” Hechos 10:34,35

KEFA COMPRENDIÓ LAS PALABRAS “Lo que Elohe YHWH limpió, no lo llames tú común” y esas palabras no eran relacionadas a comida, a alimentos… sino a que “ELOHE NO HACE ACEPCIÓN DE PERSONAS, SINO QUE EN TODA NACIÓN SE AGRADA DEL QUE LE TEME Y HACE JUSTICIA” es decir, la visión estaba relaciona con PERSONAS que YHWH iba a tomar en consideración para su Plan de Salvación.

Esta situación vivida, experimentada por Kefa en casa de Cornelio, no cayó bien ante los ojos de los que “eran de la circuncisión”; por tal, razón Kefa tuvo que explicarle cual es la voluntad de Elohe…

que como hemos ido viendo, NO TENÍA QUE VER CON COMER ANIMALES INMUNDOS…

Leamos: “Los emisarios y los hermanos por todo Yahudá oyeron que los Goyim habían recibido la Palabra de YAHWEH. Pero, cuando Kefa subió a Yahrushalayim, LOS MIEMBROS DE LA FACCIÓN DE LA CIRCUNCISIÓN LE CRITICARON, DICIENDO: “¡TÚ FUISTE A LA CASA DE UN INCIRCUNCISO Y COMISTE CON ELLOS!” Respondiendo, KEFA COMENZÓ A CONTARLES EN DETALLE LO QUE REALMENTE HABÍA SUCEDIDO: “Yo estaba orando en la ciudad de Yafo, y en un trance tuve una visión. Vi algo como una sábana grande que descendía, por las cuatro puntas era bajada del cielo y venía hasta mí. Miré adentro y vi anima les cuadrúpedos, bestias salvajes, criaturas que se arrastran y aves silvestres. Entonces oí una voz que me decía: “¡Levántate Kefa, mata y come! y dije: “¡No Adón! ¡Absolutamente no! ¡Nada inmundo o treif entró jamás en mi boca!” Pero la voz habló otra vez desde el cielo: “¡No trates como inmundo lo que YAHWEH ha limpiado! Esto pasó tres veces, y todo fue llevado de regreso al cielo. “En aquel mismo momento llegaron tres hombres a la casa donde me estaba hospedando, que habían sido enviados a mí desde Kesarea; y el Ruaj me dijo que fuera con ellos sin vacilar. También estos seis hermanos vinieron conmigo, y entramos a la casa del hombre. Él nos contó cómo había visto al malaj parado en su casa, y le dijo: ‘Envía hombres a Yafo y haz venir a Shimeon conocido como Kefa. Él tiene un mensaje que permitirá que tú y toda tu casa sean salvos.’ “¡Pero, apenas había comenzado a hablar, cuando el Ruaj HaKodesh cayó sobre ellos, igual que con nosotros al principio! Y yo recuerdo que el Adón había dicho: ‘Yohanán sumergirá a la gente en agua, más ustedes serán inmersos en el Ruaj HaKodesh.’ Por lo tanto, si YAHWEH les dio el mismo don que a nosotros después que habíamos llegado a poner nuestra confianza en el Adón Yahshúa Ha Mashíaj, ¿quién era yo para entorpecer el camino de YAHWEH?” Al oír estas cosas, dejaron de objetar y comenzaron a alabar a YAHWEH, diciendo: ¡ESTO QUIERE DECIR QUE YAHWEH HA PERMITIDO TAMBIÉN A LOS GOYIM HACER TESHUVÁ Y TENER VIDA!” Hechos 11:1-18

“CUÁL FUE EL MENSAJE DE ELOHE” ¿CONVERTIR LOS ANIMALES INMUNDOS EN ANIMALES LIMPIOS?

¡NO! EL MENSAJE DE ELOHE ERA Y ES: “¡QUE TAMBIÉN A LOS GENTILES SE LE HA DADO ARREPENTIMIENTO PARA VIDA!”

ESTO ES REAFIRMADO MÁS TARDE POR KEFA EL EMISARIO, CUANDO LE TOCA HABLAR EN EL CONCILIO DE YAHRUSHALAYIM, EL VUELVE A LEVANTAR LA VOZ PARA DECIR:

“Después de un largo debate, Kefa se levantó, y dijo a ellos: “HERMANOS, USTEDES MISMOS SABEN QUE HACE UN TIEMPO ATRÁS, YAHWEH ME ESCOGIÓ DE ENTRE USTEDES PARA SER EL QUE POR CUYA BOCA LOS GOYIM OYERAN EL MENSAJE DE LAS BUENAS NOTICIAS, Y LLEGARÁN A CONFIAR. Y YAHWEH, quien conoce el corazón, les dio testimonio dando el Ruaj HaKodesh a ellos así como lo hizo con nosotros; esto es, NO HIZO DISTINCIÓN ENTRE NOSOTROS Y ELLOS, sino que limpió sus corazones por la confianza” Hechos 15:7-9

Por lo cual, ¡POR TERCERA VEZ!, Kefa, NOS HACE REFERENCIA A QUE YHWH LE PERMITIÓ COMER ANIMALES INMUNDOS…

Por lo tanto, la visión de Kefa lo había estado preparando para una comprensión nueva e importante acerca de los gentiles, que de otro modo habría sido demasiado difícil de aceptar para su mente aun cautiva por las enseñanzas de los ancianos con sus restricciones. YHWH quería que entendiera que él nunca debe considerar a ningún SER HUMANO como común o inmundo. Y que las puertas del reino estaban siendo abiertas a Goyim que desearan entrar a la asamblea de YHWH tal como en el pasado ÉL había prometido por medio de sus profetas que restauraría a los Yisraelitas que se habían gentilizados, además de los extranjeros NO Yisraelitas.

¡TENIENDO ACCESO A LA PUREZA DE SUS CORAZONES POR MEDIO DE LA EMUNÁH!

“Yo haré que los cautivos de Yahudá y los cautivos de Yisrael regresen; y Yo los levantaré, así como hice al principio. Yo los limpiaré de todos sus pecados, por medio de los cuales me ofendieron; y Yo perdonaré sus pecados, por medio de los cuales me ofendieron y se rebelaron contra mí.” Yirmeyah/Jeremías 33:7-8

“Ellos nunca jamás se profanarán a sí mismos con sus ídolos, sus cosas detestables, ni ninguna de sus transgresiones; sino que Yo los salvaré de todos los lugares donde han estado viviendo y pecando; y Yo los lavaré, para que sean mi pueblo, y Yo sea su Elohim.” Yejezqel/Ezequiel 37:23

EL OBJETIVO DE ABBA YAHWEH ERA Y ES PARA EL IDÓLATRA ISRAEL (QUE SON INDISTINGUIBLES DE LOS VERDADEROS GENTILES), QUE SE DESPIERTEN Y REGRESEN A LA TORÁ. ELLOS YA NO TIENEN QUE COMPORTARSE COMO ANIMALES INMUNDOS (REPTILES) CRIATURAS QUE SE ARRASTRAN EN LA TIERRA, Y AVES EN EL CIELO (ALMAS INMUNDAS)

DE LA SERIE

“YAHWEH LAS KADOSH ESCRITURAS Y LA ALIMENTACIÓN”

¿PODEMOS COMER DE TODO AHORA?

EN EL SIGUIENTE ARTÍCULO DE LA SERIE

¡COMAN DE TODO LO QUE SE VENDE EN LA CARNICERÍA, SIN HACER PREGUNTAS! Parte 3

SHALOM A TODOS

ATENTAMENTE RICARDO ANDRES PARRA RUBI

Publicado por EL VERDADERO ISRAEL DE YAHWEH

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