A importancia do bom relacionamento pessoal
A importancia do bom relacionamento pessoal
relacionamento-cristão
INTRODUÇÃO
O homem é um ser social. Por isso depende de outro para construir a sua família, dar impulso à sociedade, reciclar a sua profissão etc. Jesus também soube construir bons relacionamentos, e aproveitou os momentos de amizade para transmitir belas mensagens sobre o Reino de Deus. O crente também deve ter boas razões para fazer bons relacionamentos. E um deles é testificar do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
1. RAZÕES PARA CULTIVARMOS O RELACIONAMENTO PESSOAL:
1.1- O homem não foi criado para viver isolado (Gênesis2. 18);
1.2 – Eva sofreu um ataque do Diabo quando estava sozinha (Gênesis 3.1);
1.3 – A maior provação de Jesus ocorreu quando Ele estava só (Mateus 4.1-11);
1.4 – O isolamento é muitas vezes causado pelo egoísmo (Provérbios 18.1).
MOTIVOS PARA CULTIVARMOS O RELACIONAMENTO:
2.1 – Jesus crescia em meio aos relacionamentos com a sua família e amigos (Lucas 2.52).
2.2 – O homem que trabalha em equipe tem a chance de melhorar no trabalho (Eclesiastes 4.9).
2.3 – O homem que se relaciona tem quem o ajude na dificuldade (Eclesiastes 4.10).
2.4 – O relacionamento tem um papel terapêutico tanto psicológico como espiritual (Tiago 5.16).
PORQUE O CRENTE PRECISA RELACIONAR-SE COM OS INCRÉDULOS:
Se o crente não quiser interagir com homens, que muitas vezes têm princípios contrários à Palavra de Deus, então terá de sair do mundo (1 Coríntios 5.9,10). isto porque ele:
3.1 — É um ser humano;
3.2 — Poderá precisar da ajuda dos homens;
3.3 — Poderá influenciá-los pelo poder do Evangelho.
CONCLUSÃO
A pessoa que se relaciona estará mais propensa a cumprir o segundo maior mandamento da Bíblia Sagrada, que é amar o próximo, pois descobre as fraquezas e as necessidades de outras pessoas e poderá ajudá-las.
Fonte: Livro – Pregando poderosamente a palavra de Deus
Autor : Pastor Silas Malafaia
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Tags:pessoal
A IMPORTÂNCIA DA SEXUALIDADE NO CASAMENTO
A IMPORTÂNCIA DA SEXUALIDADE NO CASAMENTO
Quando Deus fez o primeiro casal, incluiu em sua estrutura emocional e física, os órgãos e o instinto sexual. E o fez com propósitos muito elevados, como tudo que o Criador realizou. Dessa forma, a sexualidade faz parte da vida de qualquer ser humano. Dela, ninguém pode se afastar. Quando alguém diz que é homem ou mulher, está implícita a idéia de sexo, de modo natural. No casamento, a sexualidade exerce papel fundamental, indispensável para o bom relacionamento entre os cônjuges, dentro do plano de Deus para o matrimônio. Vamos refletir um pouco sobre esse importante assunto.
1. VISÃO BÍBLICA DO SEXO
1.1. O SEXO FOI FEITO POR DEUS
– Deus fez o homem, incluindo o sexo, e ” viu que tudo era bom”. Gn 1.31. As mãos que fizeram os olhos, o cérebro, também fizeram os órgãos sexuais. Aquele que criou a mente, também criou o instinto sexual. – Jesus, mesmo em sua missão divina, era homem normal, incluindo a sexualidade, santificando-a na pureza e santidade de seu corpo. Ele foi circuncidado ao oitavo dia . Lc 2.21-23. ” E o Verbo se fez carne…” (homem) Jo l.l. 1
1.2. O PLANO DE DEUS EM RELAÇÃO AO SEXO
– Deus quis, na sua soberania, que o homem participasse DIRETAMENTE da obra da Criação, através da procriação, dando-lhe instrumentos maravilhosos que são os órgãos e o instinto sexual. Nesse plano, observamos os seguintes aspectos, dentro da vontade de Deus:
1) O USO DOS ÓRGÃOS SEXUAIS É PRIVATIVO DOS CASADOS.
– A ordem de crescer e multiplicar não foi dada a solteiros, mas a casados. Gn 1.27,28. – Deus não quis que o homem vivesse só. Gn 2.18,24; Sl 68.6;113.9. – Deus exorta o homem a desfrutar o sexo com a esposa e não com a namorada ou a noiva; Em Cantares de Salomão, tem-se a exaltação do amor conjugal e não entre solteiros. Ct 4.1-12; Ef 5.22-25.
2) A RELAÇÃO SEXUAL DO CRISTÃO
1) SUA NATUREZA
* Prevista por Deus (Gn 1.27-28; 2.24)
* Não era, nem é e nem será pecado (dentro dos princípios de Deus): Hb 13.4;
2) SUA FINALIDADE
* Procriação (Gn 1.27, 28). “De um modo maravilhoso…” Sl 139.13-16. V
* Ajustamento mútuo entre marido e mulher (1 Co 7.1-7);
– O princípio da prevenção (v. 2);
– O princípio do direito mútuo (ou do dever) (v.3);
– O princípio da autoridade mútua (v. 4);
– O princípio do hábito (v. 5).
* Satisfação (bem-estar, prazer): Pv 5.18-23; Ec 9.9 ; Ver Livro de Cantares de Salomão (4. 1-12;7.1-9)
* Deus valoriza a união sexual entre marido e mulher (Dt 24.5)
3) COMO DEVE SER, NO PLANO DE DEUS
* Exclusiva (Gn 2.24; Pv 5.17);
* Alegre (Pv 5.18); * Santa (1 Pe 1.15; 1 Ts 4.4-8)
* Natural ( Ct 2.6; 8.3)
* Observar o significado do Corpo para Deus como TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO PROPRIEDADE DE DEUS 1 Co 6.19-20
3. O SEXO FORA DO CASAMENTO É PECADO
a) FORNICAÇÃO: prática do sexo entre solteiros ou entre casado e solteiro (Enc. Bíblica Boyer). O fornicário não entra nos céus. Ef 5.5a; 1 Tm 1.10a; Ap 21.8a.
b) ADULTÉRIO: Relação sexual entre pessoas casadas com pessoas que não são seus cônjuges. Mt. 5.27; Mc 10.9; Rm 13.09. É perigoso. Pv. 5.1-5. Grave pecado.
c) PROSTITUIÇÃO: Num sentido geral, envolve todo o pecado do sexo; num sentido estrito, é a relação com prostitutas. Deus proíbe. Dt. 23. l7. Grave pecado: 1 Co 6.l6. É falta de juízo. Pv 7. 4-10;21, 22,23-27; 1 Co 6.15-18.
d) HOMOSSEXUALISMO: – Relação entre pessoas do mesmo sexo. É abominação ao Senhor. Lv 20.13; 18.22; Dt 23.17,18. Vício de Sodoma (Sodomia) Gn 19.5. Deus destruiu cidades por causa disso. Dt 23.17. – Não entram no Reino de Deus os que praticam tais atos abomináveis. l Co 6.9,10. É considerado no NT como “paixão infame”. Rm 1.24-27. O Homossexualismo feminino chama-se LESBIANISMO. Ver Rm 1.26 comparado com 1 Co 1.27: “Semelhantemente…” Desonra a Deus; – Usa o corpo de modo animalesco; desvia a finalidade do corpo; não permite a reprodução do ser humano. Só busca o prazer pelo prazer. É egoísta. A AIDS é uma conseqüência dessa perversão. Infelizmente, o homossexualismo tem chegado até ao meio de diversas igrejas.
4. A SEXUALIDADE NA MEIA-IDADE
– A partir da meia-idade (40-55 anos), começam a surgir dificuldades área sexual. Há uma série de crises: mudanças físicas, emocionais, nervosas, etc.
– A maneira de enfrentar os problemas dessa fase da vida depende da atitude mental de cada um: se confia em Deus, encara com naturalidade, e vence; se não confia, encara como uma tragédia, e é derrotado;
– O que para uns é o fim, para outros é o começo de uma nova fase da vida, cheia de experiências, realizações e expectativas positivas;
4.1. MUDANÇAS PRÓPRIAS DA MEIA-IDADE
– O aspecto físico muda bastante; o espelho parece CRUEL: gorduras onde não gostaríamos que houvesse; barba ficando cinzenta; pele flácida; rugas; calvície, etc.; isso afeta a sexualidade;
– as energias físicas diminuem, mas a resistência pode permanecer e até aumentar, com o uso proveitoso das energias mentais, levando ao equilíbrio emocional.
– Se ficar preso à juventude, querendo parar o tempo, o homem fica frustrado;
– Se tiver visão espiritual, vai ser grato a Deus por estar na meia-idade, encarando as mudanças como algo normal em sua vida;
– O homem passa a ver a mulher mais velha, menos atraente a seus olhos; há homens que se desesperam, se deprimem, e outros dão lugar à tentação, caindo em pecado de adultério, prostituição, etc. há quem busque refúgio na pornografia, filmes e revistas eróticos, mas isso só aumenta o problema. Grandes homens de Deus caíram na armadilha do sexo.
4.2. OS CUIDADOS NECESSÁRIOS A UMA VIDA SAUDÁVEL.
Na meia-idade, mais do que em outro período da vida, é importante que se utilize um plano adequado de desenvolvimento emocional e físico. Não se deve querer competir com os jovens, mas importante uma alimentação apropriada, o exame médico regular, de acordo com a idade; controle emocional, descanso sistemático, bom senso, disciplina, além da saudável prática de exercício físico adequado (caminhadas são o mais recomendável).
A Bíblia não condena o exercício físico. Apenas mostra que, em relação à piedade, para pouco aproveita (1 Tm 4.8).
CONCLUSÃO
O homem cristão precisa compreender o valor da sexualidade, e ser grato a Deus por isso. Faz-se necessária uma visão abrangente do tema, de modo a não se deixar levar por conceitos e preconceitos que só fazem prejudicar o bom relacionamento entre as pessoas, principalmente entre marido e mulher, a quem Deus concedeu a bênção da união conjugal, como algo belo, santo e agradável, não só com finalidade procriativa, mas como meio de obter um relacionamento estável, rico em alegria e prazer.
Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Reprodução autorizada do site www.assembleiadedeus-rn.org.br/familia/port/index.htm
Tags:Casamento
A Importância da Palavra de Deus para as Nossas Vidas
A Importância da Palavra de Deus para as Nossas Vidas
A Bíblia é a fonte inesgotável de sabedoria. Ela nos transmite a verdade acerca de Deus e de sua criação. Revela-nos o objetivo divino em relação ao homem. Assim como a bússola guia o navegante em meio ao oceano, a Palavra ciceroneia o ser humano em meio à vida.
A Palavra de Deus é o maior tesouro do qual alguém pode desfrutar.
I. A Palavra é de “Deus”, ou seja, não é do homem nem tem origem em outro lugar: “Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu” (Sl 119.89; 33.6; 68.11).
II. A Palavra é inspirada por Deus: “Toda Escritura divinamente ‘inspirada’… porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram ‘inspirados’ pelo Espírito Santo” (2Tm 3.16; 2Pe 1.21).
III. A Palavra é viva (Hb 4.12; Gn 1.3, 6, 7, 9, 11, 14, 15, 20, 21; Jo 11.43, 44).
IV. A Palavra é eficaz (Hb 4.12; Is 55.10, 11).
V. A Palavra faz prosperar: “(…) Mas sob a tua palavra lançarei as redes. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes” (Lc 5.5, 6, ARA; Sl 1.1-3; Js 1.7, 8).
VI. A Palavra dá entendimento (Sl 119.97-104; Lc 24.44, 45).
VII. A Palavra orienta: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho” (Sl 119.105).
VIII. A Palavra alimenta: “Nem só de pão [alimento físico] viverá o homem, mas de toda a palavra [alimento espiritual] que sai da boca de Deus” (Mt 4.4).“Porque o ouvido prova as palavras como o paladar prova a comida” (Jó 34.3).
IX. A Palavra é valiosa: “Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata” (Sl 119.72, 14, 111, 127, 162).
X. A Palavra produz fé: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).
XI. A Palavra liberta e cura (Mt 8.16; At 8.5-8, 12).
XII. A Palavra é infinita: “A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é amplíssimo [ilimitado]” (Sl 119.96).
XIII. A Palavra é eterna: “(…) a palavra do Senhor permanece para sempre” (1Pe 1 24,25).
XIV. A Palavra dá a vida eterna: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (Jo 5.39).
XV. A Palavra é Jesus: “E o Verbo [a Palavra] se fez carne e habitou entre nós, vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14; 1.1; 1Jo 1.1, 2; AP 19.11-13).
A Palavra de Deus é indispensável para todo homem ou mulher que deseja obter a felicidade verdadeira!
Em Cristo,
João Paulo M. de Souza
http://joaopaulomsouza.blogspot.com
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A IGREJA QUE AMA ENSINA
A IGREJA QUE AMA ENSINA
1Tm 3.16,17; 4.1-5
INTRODUÇÃO:
O ensinamento pode ser tanto na teoria como na prática; é ensinar a entender (ensinamento teórico) e ensinar a fazer (ensinamento prático). Quem para de crescer hoje, para de ensinar amanhã.
I – Seguindo o Exemplo de Esdras – Ed 7.10
1. Assim como Esdras, todo servo do Senhor deve ter as mesmas disposições em relação à Palavra de Deus, ou seja:
1.1. Disposto a conhecer a Palavra.
1.1.1. Como obreiro aprovado que maneja bem a Palavra – 2Tm 2.15
1.1.2. Toda a Escritura é inspirada e proveitosa para ensinar, para redargüir, corrigir, instruir em justiça. O conhecimento da Palavra nos leva à perfeição e nos prepara para as boas obras 1Tm 3.16,17
1.1.3. O salmista dizia ter mais entendimento do que todos os seus mestres, porque meditava nos mandamentos do Senhor – Sl 119.99
1.2. Disposto a obedecer a Palavra.
1.2.1. O cuidado do servo de Deus é duplo, ou seja: com a sua própria pessoa e com a doutrina bíblica – 1Tm 4.16
1.2.2. O apóstolo Paulo exercia a autodisciplina a fim de não ser reprovado em ter pregado e não ter ele mesmo vivido o que pregou – 1Co 9.27
1.3. Disposto a ensinar a Palavra.
1.3.1. Falando aos romanos acerca dos dons de servir, Paulo diz: “… se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7b)
1.3.2. Com relação aos cinco dons ministeriais em Efésios 4.11, destacaremos o de pastor-mestre:
O Pastor. É aquele que alimenta e guarda as ovelhas. É vocacionado e dotado de conhecimento das Escrituras, capacitado para dirigir a igreja nas atividades espirituais, ministeriais e administrativas. Tem amor às ovelhas e a Palavra Jr 3.15
O Mestre. Na versão corrigida é doutor, Isto é, doutor no ensino da Palavra. Nem todos possuem capacidade para ensinar ou transmitir conhecimento. O mestre pode até não pastorear, mas o pastor deve sempre ensinar.
1.1.1. É indispensável que o líder (bispo, pastor) seja aplicado ao ensino. Deve ele ensinar sistematicamente os seus liderados – 1Tm 3.2b
1.1.2. O verdadeiro líder exerce tríplice função pedagógica, que é: “Ler, exortar e ensinar”, como orientou Paulo a Timóteo – 1Tm 4.13
1.1.3. Por último, é bom saber que para os mestres o juízo será maior. É o que nos revela Tiago em sua epístola:
“Meus irmãos, somente poucos de vocês deveriam se tornar mestres na Igreja, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor do que os outros”. (Tg 3.1-BLH)
Obs.: “Antes de ensinar a Palavra de Deus é nosso dever obedecê-la, mas para obedecer e ensinar é necessário conhecê-la”.
II- O Ministério da Palavra na Igreja
1. Só o genuíno ensino bíblico livrará a igreja das inovações e modismos atuais.
1.1. A igreja que fundamenta seus ensinamentos e a sua conduta na Palavra de Deus, ficará imune contra as heresias atuais. Sem o conhecimento bíblico surgem as meninices e corre-se o risco de aceitar falsas doutrinas. – Ef 4.11,15
1.2. O que fez a igreja primitiva crescer e permanecer firme nos seus propósitos espirituais, foi ela ter permanecido na doutrina dos apóstolos – At 2.42
1.3. A permanência na verdadeira fé dependerá de se buscar avaliar à luz da Palavra de Deus aquilo que é ensinado. Assim procediam os irmãos bereanos:
“E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.” (At 17.10,11)
1.1. O apóstolo Paulo afirma categoricamente que tudo que está escrito na Palavra é para o nosso ensino – Rm 15.4
CONCLUSÃO:
A igreja não pode perder a sua identidade como povo de Deus. Ela precisa pautar a sua vida segundo a vontade do Senhor expressa em Sua Palavra. Deus não desistiu de sua igreja por maior que sejam as faltas por ela cometidas. Deus a usa para glória de seu nome, restauração espiritual e emocional dos crentes e salvação do mundo.
Tags:Ensina
A IGREJA E O CANDOMBLÉ
A IGREJA E O CANDOMBLÉ
O namoro do catolicismo com o Candomblé, na Bahia, é um fato inegável. Há períodos em que essa aproximação está maior, mais próxima de uma festa nupcial. De quando em vez, uma ruptura, uma desenlace, um desentendimento, tudo dependendo do grau de liberalismo do bispo local.
Tenho as minhas dúvidas se a maioria do povo católico aceita de bom grado esse conchavo. Seria um bom motivo para se fazer uma pesquisa de opinião, neste Brasil tão carente de estatísticas.
A verdade é que uma das razões de alguns ou de muitos concordarem com essa tolerância religiosa é o desconhecimento do real significado do Candomblé. Primeiramente, devemos saber que o Candomblé, Umbanda, Quimbanda (para ficarmos só nestes) são práticas espíritas, e como tal condenadas por Deus.
A autoridade suprema no Candomblé – festa religiosa de origem africana, dos iorubas, povo africano do sudoeste da Nigéria – é o Babalorixá, pai-de-santo, babá ou babalaô. Ele é o mestre, guia e chefe de um terreiro, encarregado de dirigir o culto aos Orixás, Mas quem são os Orixás? Que são essas entidades a quem os candomblecistas prestam culto e adoram? Vejamos alguns conceitos extraídos da Enciclopédia BARSA, 1977.
a) “A liturgia do candomblé reverencia a memória dos orixás, praticada por aqueles que se acreditam seus descendentes, como forma de trazer seus espíritos de volta ao convívio dos vivos pela reencarnação durante o culto. O nome orixá se aplica às divindades trazidas ao Brasil pelos negros escravizados da África ocidental. Entre os escravos, orixá foi traduzido por santo, em analogia com os santos católicos, expediente destinado a proteger o culto contra a intolerância oficial. As cerimônias de invocação aos orixás se realizam nos terreiros”.
b) “Cada orixá é reverenciado com suas cores, insígnias e comidas características, danças e gritos de saudação. Algumas das principais entidades dos cultos afro-brasileiros são: Ogum, irmão Obaluiê e de Oxóssi, é a divindade dos que trabalham ou utilizam o ferro. Manifesta-se como um guerreiro que dança com a espada. Seu dia da semana é terça-feira, e suas contas são azul-escuras. Recebe sacrifícios de bodes e galos e gosta de inhame assado com azeite. É sincretizado com santo Antônio, na Bahia, e com são Jorge, no Rio de Janeiro. Seu grito de saudação é “Ogum iê!”.
c) “Oxóssi é o deus dos caçadores, muito popular na Bahia. Recebe sacrifícios de porcos e bodes. Sua comida é axoxô (milho branco cozido com lascas de coco). Corresponde na Bahia a são Jorge e no Rio de Janeiro a são Sebastião. Seu grito de saudação é “Okê arô!”
d) “Omolu, ou Obaluaiê, é a divindade das doenças contagiosas. Recebe sacrifícios de bodes e porcos. Gosta de pipoca e aberém (massa de milho branco assado em folhas de bananeira). Identifica-se com são Lázaro e são Roque. Sua saudação é “Atotô!”.
e) “Oxumaré é a cobra e o arco-íris, e simboliza a riqueza e o dinamismo dos movimentos. É sincretizado em são Bartolomeu. Recebe homenagens especiais no dia 24 de agosto, o seu dia. Usa colares de búzios enfiados em forma de escamas de cobra, e come guguru (mistura de feijão fradinho com milho, cebola, azeite e camarão) e caruru sem caroços de quiabo. Recebe sacrifícios de galos. Quando dança, leva na mão uma cobra de ferro. Sua saudação é “Aô boboi!”.
f) “Iemanjá é a divindade associada à água salgada no Brasil, mas na África apenas ao rio Ogum (que não tem nenhuma relação com o orixá Ogum). É a mãe dos outros orixás. Geralmente é representada sob a forma de sereia: cabeça, tronco e busto femininos e apêndice caudal de peixe. Sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, das Candeias, do Carmo ou da Piedade, recebe oferendas rituais levadas ao mar por embarcações. Seus alimentos sagrados são o pombo, a canjica, o galo e o bode castrado, e o seu dia da semana é sabado. Dança vestida de azul, imitando o movimento das ondas do mar. Festejada na Bahia em 2 de fevereiro, e em 31 de dezembro, no Rio de Janeiro. Sua saudação é “Odô-iá!”.
g) “Xangô é a divindade que domina trovões, raios e tempestades, simbolizada por machados de pedra num alguidar de madeira. É sincretizado em são Jerônimo. Recebe sacrifícios de carneiros, galos e cágados. Come amalá (quiabo com camarão ou carne) e begiri (quiabo com azeite, camarão, inhame, sal e cebola). A saudação que se dirige a ele é “Kawô kabiecilê!”.
h) “Iansã, uma das esposas de Xangô, é o orixá dos ventos e das tempestades. É sincretizada com santa Bárbara. Recebe sacrifícios de cabras, dança com mímica guerreira, e come acarajé. Sua saudação é “Epa hei!”.
i) “Oxum, também mulher de xangô, representa na Bahia a água doce. É sincretizada com Nossa Senhora das Candeias. Come mulucu (feijão fradinho com cebola, sal e camarão) e adum (fubá de milho com mel e aceite). Sua dança é faceira, mas ocasionalmente também belicosa É saudada com o grito “Ora Iêiê ô!”.
j) “Obá, a mais velha das três mulheres de Xangô, é a divindade ligada ao rio Obá, na Nigéria. Raramente aparece no candomblé, mas quando o faz quase sempre briga com sua rival Oxum. Come cabra e galinha d’angola”.
k) “Oxalá, ou Obatalá, é a divindade que preside a procriação. Aceita sacrifícios de pombas, cabras e galinhas. É saudada com o grito “Êpa-babá” e sincretizado na Bahia, com o Senhor do Bonfim”.
l) “Erê é um orixá filho de Xangô. Manifesta-se por meio de linguagem infantil e se comporta como criança”.
Como se vê, Candomblé nada tem a ver com Cristianismo. O deus-orixá, de múltiplas faces e nomes, não é o nosso Deus. A alegação de que Deus está em toda parte, todos são filhos de Deus, que Deus ama a todos, e por isso devemos nos aproximar dos cultos afro-brasileiros, é, no mínimo, ingênua. Todavia, não acredito que o namoro do Catolicismo com o Candomblé dê em casamento. A decisão de abraçar, acolher, acomodar o Candomblé dentro dos templos católicos seria um tremendo desacerto.
O Candomblé lida com demônios; a finalidade de seus rituais é agradar aos orixás com oferendas e sacrifícios; as saudações são dirigidas aos demônios; os cânticos expressam homenagens aos demônios; nos rituais de iniciação as filhas-de-santo são obrigadas a beber sangue podre; a entregar seus corpos para serem possuídos pelos demônios; a obedecer cegamente ao pai-de-santo, etc. E mais: nas festas do Candomblé todas as filhas-de-santo recebem (incorporam, ficam possuídas) seus respectivos espíritos-guias. Este não é o lugar apropriado para um filho de Deus, um crente em Jesus, um cristão verdadeiro. Candomblé e Cristianismo são irreconciliáveis.
Os espíritas devem ser amados e evangelizados. Mas para isso não precisamos tocar seus atabaques, comer suas iguarias contaminadas e cantar seus hinos satânicos. Não precisamos ir aos quintos dos infernos para evangelizar a Satanás. Não existe e nunca existirá conciliação entre as trevas e a luz: “Que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso” (2 Coríntios 6.14-18).
Uma coisa é certa: a Igreja do Senhor Jesus, assim entendido o Corpo de Cristo, não come, nunca comeu e jamais comerá das mãos dos Orixás, do Exu, do Pomba-gira, do Preto-Velho, de Iemanjá ou de qualquer demônio. Jamais nos alegraremos com os cânticos de louvor a Satanás; nossos templos estarão sempre fechados a qualquer prática espírita, seja do Candomblé, da Umbanda ou Quimbanda. Mas estaremos sempre de braços abertos para receber homens e mulheres oriundos de qualquer seita, para lhes dizer que só em Jesus Cristo há salvação, “porque em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).
A Igreja se manterá distante dessas práticas satânicas. Não só distante mas sempre pronta para combatê-las com a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.
Tags:CANDOMBLÉ
A Igreja cristã rumo à Igreja do Primeiro Século
A Igreja cristã rumo à Igreja do Primeiro Século
Em todos os meus livros tenho repetido, propositalmente, sobre a história da Igreja, mostrando o seu gradativo distanciamento da Igreja do Primeiro Século e do Judaísmo Messiânico.
O grande desafio no momento, creio, é tentar restaurar a Igreja do primeiro século, procurando saber como ela era, como ela funcionava, onde se reuniam, o que pregavam e como viviam Yeshua, seus apóstolos e seus discípulos. Além disso, qual era a relação deles para com a Torá e com os Profetas?
Eu, pessoalmente, creio que a Igreja está entrando no último período de sua história. Primeiro, tivemos a autêntica Igreja do primeiro século; depois esta mudou-se para Roma e passou a ser dirigida de lá a partir do século IV. A partir do século XVI tivemos a Reforma Protestante e agora, creio que muitos entrarão para a fase da Restauração de todas as coisas conforme dito em Atos 3:19-21: …”Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor, e envie ele o Cristo, que já dantes vos foi indicado, Jesus, ao qual convém que o céu receba até os tempos da restauração de todas as cosias, das quais Deus falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio.”
Se tirarmos uma “foto”espiritual da Igreja Cristã atual (considerando todos aqueles crentes em Jesus e que passaram pela experiência do “novo nascimento” no Espírito) descobriremos muitos e muitos pontos que necessitam ser repensados se tomarmos à Igreja deixada por Yeshua e seus discípulos como modelo a ser seguido.
A Igreja de Yeshua, vivia no contexto judaico da época, fiel aos princípios da Torá ou de toda a Tanach (Antigo Testamento), quando Paulo afirmou em sua carta a Timóteo que : …”toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra.” ( II Tim 3:16-17).
Na época que Paulo escreveu este texto, obviamente, não existia ainda o que conhecemos de Novo Testamento, composto pelos quatro evangelhos, outras cartas do próprio Paulo, João, Pedro, Tiago e outros. Quando Paulo diz “Escrituras” com absoluta certeza ele estava se referindo à Tanach judaica.
Yeshua era e continua sendo judeu. As Escrituras são 100% judaicas e foram escritas segundo contexto do pensamento judaico, tendo como base a santa Torá, conjunto de livros escritos pelo próprio Deus através de Moisés. Os profetas seguiram essas mesmas instruções (Torá significa “instrução, Palavra de ensino de Deus”). Yeshua e seus discípulos viveram também dentro deste padrão de fé e revelação.
Não tenho aqui nenhum propósito de chocar meus irmãos da fé e tão pouco trazer confusão com doutrinas novas. Absolutamente, não!. Apesar de eu não ver a Igreja atual vivendo integralmente nos moldes do primeiro século, a vejo cumprindo sua missão de levar as Boas Novas às nações, segundo o “ide”de Yeshua, salvando milhares e milhares de vidas por meio da fé em Yeshua, nosso único caminho para a salvação e a vida eterna. Portanto, vejo a Igreja Cristã como bênção e me sinto para deste Corpo.
Mas, como amor, carinho e respeito, gostaria de levantar alguns questionamentos históricos da Igreja da Reforma (incluindo aqui suas inúmeras ramificações e denominações) em relação à Igreja Cristã a partir do século IV da qual esta se separou.
Os Evangélicos em geral, sentem-se muito confortados pela abençoada Reforma, da qual se desligaram há mais de 4 séculos do sistema da Igreja de Roma, mas será que nada precisa ser mudado em relação a este estado de “conforto”?
Sabemos que uma coisa é ser livre e a outra é ser liberto. São dois processos diferentes que deveriam andar sempre juntos, mas às vezes, não acontecem na prática. Que a Igreja da Reforma saiu de Roma e aparentemente do seu sistema, sabemos que é verdadeiro. Mas, como ela está em relação à autoridade de sua antecessora? Analisemos alguns pontos, por exemplos: ( antes porém, deixo claro que respeitamos todos os católicos crentes no Senhor Jesus Cristo e que, quando citarmos abaixo o termo “Igreja Católica ou a Igreja Cristã a partir do IV século” estamos nos referindo à uma instituição e não a indivíduos).
1. A Igreja Cristã a partir do século IV reconhece que mudaram o dia do Senhor de sábado para o domingo por meio de muitos Concílios como o de Laodicéia ( ano 336d.C.) após o Imperador Constantino ter pedido a “Venerablis Die Solis” ( O venerável Dia do Sol). Vários líderes da Igreja trabalharam a favor desta mudança como Graciano, Valentiniano, Teodósio e outros no século IV. Muitos outros textos oficiais foram publicados nesse período. Finalmente no ano 590 d.C. o Papa Gregório solidifica para sempre o domingo como o “dia” do Senhor. São inúmeros textos bíblicos que mostram a Igreja do Primeiro século celebrando o Sábado (Shabat). Qual tem sido a opção da Igreja da Reforma em relação a este ponto?
2. A Igreja Cristã a partir do século IV desvinculou-se do calendário litúrgico judaico para impor seu próprio calendário. Ela se diz neste direito e não temos o que discutir. Mas, cabe a nós a decisão de segui-lo ou não. Por exemplo, os evangélicos celebram o mesmo domingo da ressurreição definido por Roma. O fato em si não é nem um pouco relevante, em minha opinião. Mas, o que estou propondo a discussão é sobre o princípio de autoridade que foi estabelecido. Para mim, a Bíblia deve ser o nosso padrão de fé e conduta; A Bíblia também não reconhece o calendário Gregoriano (sistema solar). Não estou aqui propondo a mudança de nosso calendário civil, mas simplesmente, mostrando, historicamente, como as coisas vão se distanciando dos princípios bíblicos;
3. A Igreja Católica nunca negou que o Natal foi de sua autoria. Fixou o dia 24 de dezembro como o dia do nascimento de Cristo. Neste dia os romanos celebravam também o “Natalis invicti Solis” (O nascimento do sol vitorioso).
Qual tem sido a postura da Igreja da Reforma quanto a este decreto?
4. A Igreja Católica a partir do século IV diz que a ela foi entregue as “Chaves do Reino”, quando nomearam Pedro como seu primeiro Papa. Ela, então, define o que é bíblico e o que não é bíblico, o verdadeiro do não verdadeiro, pois se vale desta autoridade por tradição que ela delegou a si mesma para definir os princípios da fé cristã. Assim, a partir do século IV ela decreta que é a substituta de Israel e do povo judeu. Ou seja, os judeus messiânicos (crentes) deveriam se converter ao catolicismo a partir daquela data para serem salvos e deveriam deixar de ser judeus. A Igreja de Constantinopla publicou sua profissão de fé pela qual todo judeu deveria renunciar a seus costumes, ritos, festas bíblicas, língua, orações, etc., além de exigir juramento do judeu converso o qual seria anátema caso um dia ele voltasse a ser judeu. Qual tem sido a posição da Igreja da Reforma quanto a este item? Por acaso ela reconhece o chamado irrevogável de Deus quanto ao seu povo escolhido? Ou ela também se sente como substituta de Israel sob a dispensação da graça?
5. A Igreja de Roma através do Concílio de Antioquia proibiu os cristãos de celebrarem a primeira festa do calendário, ou seja, a Páscoa. Pois assim, as demais festas cujas as datas se contam após a páscoa estariam indiretamente também canceladas. A Igreja da Reforma não entendeu na plenitude o real sentido messiânico das festas bíblicas e as têm ignorado, atribuindo-as somente ao judaísmo tradicional;
6. A Igreja Católica definiu o que é graça e a separou por completa das leis da Torá. Como a Igreja da Reforma se posiciona quanto aos conceitos e princípios das leis em relação à vida de um crente em Jesus? Poderia esse crente se beneficiar dos aspectos qualitativos da lei? Ou a dispensação da graça anula estes princípios? Vemos que para este ponto há um grande abismo quanto ao entendimento do que vem ser a lei sob a forma de mandamentos, estatutos e ordenanças. Alguma coisa é capitada como por exemplo o estatuto judaico do dízimo. Mas, e quanto às outras leis judaicas? Elas foram anuladas pela graça e não podem abençoar a vida de um crente? Encontramos na Torá centenas e centenas de leis que abençoam a quem nelas crê e a quem as pratica. Estas leis não só abençoam os crentes em Jesus como também a humanidade. Por exemplo, se um ateu honra seu pai e sua mãe, ele recebe os benefícios dessa lei. E por que a Igreja da Reforma tem ignorado as leis da santa Torá?
(Há leis, evidentemente, que são válidas só para o povo judeu, mas são muito e muito poucas).
7. Marcião ajudou a compilar o que ele denominou de Novo Testamento. Depois ele definiu que a Tanach seria chamada de “Velho Testamento”, ou seja, livro só para os judeus e que o Novo Testamento é o conjunto de livros para os cristãos. Também a Igreja Católica definiu a cronologia dos livros da bíblia independente da tradição e do pensamento judaico. Hoje a bíblia adotada pela Igreja da Reforma tem também em suas capas a terminologia “Velho e Novo Testamentos”. Sim, isto não é importante, mas sim o conteúdo da Palavra. No entanto, são pequenos detalhes que fazem muita diferença. Quanto crentes que hoje não se sentem a vontade em praticar e conhecer leis do “Antigo Testamento”? Muitos pensam que esta parte da bíblia está ultrapassada, velha, antiquada e que tais leis e princípios só se aplicam para os judeus;
8. A Igreja Católica definiu normas e doutrinas diversas, entre elas sobre as ordenanças da Ceia do Senhor e do Batismo. Quantas diferenças há entre nós sobres tais temas? Mas, o que diz a Bíblia? Por exemplo, a Igreja do primeiro século batizava em nome de Yeshua. É o que nos mostra a bíblia, pois é na semelhança de Sua morte e de Sua ressurreição é que devemos ser batizados, nos tornando filhos de Deus, não vivendo mais sobre a prática de pecados.;
9. A Igreja Católica valando-se da língua latina traduziu muitos nomes dos profetas e do próprio Yeshua para outros nomes que não trazem em si sua interpretação original. Por exemplo, Jesus, que no latim é “Iesus” foi a transliteração do termo grego “Iesous” que por sua vez é a transliteração da palavra hebraica “Yeshua” que quer dizer “Deus é salvação”, nome este que consta tanto no AT como no NT;
10. A Igreja de Roma não deu importância a língua hebraica. Com isto, perdeu-se muito do contexto judaico das Escrituras. Por exemplo, poucos cristãos sabem o que significa o acróstico AMÉM ou o termo “Barach” que significa abençoar. No sentido hebraico “barach” significa conceder a alguém poder para que este que recebe a benção seja bem sucedido e próspero. Qual tem sido o contexto no qual a Igreja da Reforma se baseia para interpretar as Escrituras? A cultura ocidental, sobretudo a helenística, ainda se faz muito presente no meio da Igreja da Reforma;
11. A Igreja Católica afirma ser a fiel depositária da Palavra da fé. A bíblia afirma que ao povo judeu foram confiados os oráculos de Deus. Afinal, e a Igreja da Reforma, não tem se posicionado de modo semelhante?
12. Quanto ao relacionamento Igreja e Israel, os cristãos têm praticamente a mesma postura de indiferença quanto ao povo judeu. Conceito que os judeus foram os assassinos de Deus (deicídio) tão difundido na Igreja Católica nos primórdios de sua fundação ainda encontra espaço no meio da Igreja da Reforma. O amor a Israel, o comprometimento com sua salvação e bem como os investimentos feitos nos últimos séculos têm sido insignificantes se levarmos em conta os textos bíblicos que solicitam à igreja a interceder constantemente pela a salvação do povo judeu, bem como até ajudar os santos (judeus messiânicos) de Jerusalém com bens materiais. Estes itens foram muito bem lembrados aos gentios crentes pelo apóstolo Paulo.Mas, a Igreja Cristã em geral não tem se preocupado com esta ordenança. Quando muito, envia para Israel missionários despreparados quanto à cultura e ao contexto judaico das Escrituras. Chegando lá, eles querem converter judeus em cristãos, não alertando a esses que preservem sua identidade judaica. Se todo judeu se tornar cristão gentio, quem cumprirá as profecias específicas dadas ao povo judeu e à terra de Israel para que Yeshua volte?
Poderíamos ainda citar mais e mais tópicos sobre a necessidade da Restauração nos moldes do Primeiro Século da Igreja. A reconciliação da Igreja e Israel fazem-se extremamente necessária nos dias atuais. Israel precisa ser salvo para que Yeshua volte para lá. Ele, o Messias não voltará para implantar o Seu Reino em Nova York, ou em Paris ou mesmo em qualquer outra cidade do mundo. Ele voltará, cremos em breve, para Jerusalém, conforme nos diz e confirma a Palavra em que cremos.
Finalmente, não citei as referências bíblicas por uma questão de apresentação das inúmeras citações, que fora de um contexto da Midrash Judaica ou da Hermenêutica poderiam ser mal interpretados. Mas, em meus livros, “Trazendo a Igreja de volta às suas Raízes Bíblicas e Judaicas”; “A Pessoa do Messias nas Festas Bíblicas; “Investindo agora e Lucrando Sempre”; “Temas Judaicos Messiânicos, além dos comentários dos livros da Torá, todos estes tópicos abordados neste artigo e fatos podem ser bem analisados à luz da Palavra Viva de D’us.
Meu intuito não é dividir mais a Igreja Cristã escrevendo este artigo. Pelo contrário, meu desejo de coração é a nossa unidade. Não se trata de ajuntar todas as denominações cristãs também numa só, não! Mas, aquilo que nos une (o sangue do Cordeiro Yeshua, sua salvação e vida eterna) deveria falar mais alto que nossas diferenças. Mas, se todos nós voltarmos para os princípios vividos e praticados pela Igreja do Primeiro século, com certeza, nossas diferenças seriam menores e estaríamos mais próximos uns dos outros, amando-nos, fraternalmente.
Afinal, o apóstolo João nos escreve para sermos um, assim com Ele o Pai são um e que o mundo creia que Ele, o Messias, foi enviado por parte de Deus. O Noivo espera ver sua “Noiva” num só Corpo e numa só família, judeus e gentios crentes. É tempo de restaurar. É tempo de voltar às nossas raízes. É tempo de reconciliar e declarar nossa unidade e as Boas Novas até aos confins da Terra (não esqueçam que Israel faz parte primordial deste “confins” da terra) para que nosso Messias venha em glória estabelecer o Seu Reino Milenar.Maran Ata ! Seja breve sua Vinda, Senhor Yeshua Há Maschiach!
(Marcelo M. Guimarães – Ministério Ensinando de Sião –www.ensinandodesiao.og.br )
Tags:Primeiro Século
A Idolatria
A Idolatria
“Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir a Yahweh, mas servi ao Yahweh com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são.” 1Sm 12.20,21
A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juízes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.
O FASCÍNIO DA IDOLATRIA.
Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.
1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no
sentido de se manter santo e separado delas.
2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.
A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA.
Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.
1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de “vaidades” (12.21), e Paulo declara expressamente: “sabemos que o ídolo nada é no mundo” (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.
2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 nota) quanto o salmista (Sl
106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: “as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus” (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios. Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 nota; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).
3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 notas; Ap 9.21 nota). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.
4) O Novo Testamento declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: “Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]” (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: “Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Co 10.21).
DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.
1) Ele advertia freqüentemente contra ela no Antigo Testamento. (a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas). (b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38). (c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).
2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.
(a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
(b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
(c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).
3) O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria.
(a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo. (b) Daí, o Novo Testamento nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).
Fonte: BEP
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A Idolatria e a Feitiçaria
A Idolatria e a Feitiçaria
G. K. Chesterton estava certo quando afirmou: “A Ilíada só é grande porque nela toda a vida é uma batalha; a Odisséia só é grande porque nela toda a vida é uma jornada.” Esses dois conceitos acerca desses clássicos da literatura grega acham-se reunidos quando Paulo mostra que a nossa viagem para o céu pode ser uma luta titânica entre a carne e o espírito (Gálatas 5:17). Se desejo ser vitorioso nessa luta, o que eu quero tem que ser derrotado pelo que Deus quer. Ah, que bendita derrota! Ganho perdendo! “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gálatas 5:24).
Idolatria: os rivais de Deus
Paulo foi a Atenas e despejou um ataque logicamente arrasador contra a idolatria (Atos 17). Quando escreveu sobre as obras da carne, ele incluiu a idolatria e a feitiçaria na lista dos terrores que arruinaram toda busca do homem pela felicidade (Gálatas 5:16-26).
William Barclay ajuda-nos a entender as obras da carne com sua observação de que “cada uma delas é uma perversão do que é bom em si mesmo”. Pervertemos a verdadeira adoração quando substituímos Deus por outra coisa e agimos em contrariedade às instruções de Deus. “Não terás outros deuses diante de mim” é uma das seis declarações acerca de Deus em Êxodo 20:1-7. Todas denunciam a idolatria. Outra é: “Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso”. Deus não vai compartilhar o amor do seu povo com outro deus. A idolatria é infidelidade. Jeremias a descreve como “adulterou, adorando pedras e árvores” (Jeremias 3:9). É isso que Paulo frisa em sua discussão com os coríntios sobre o zelo divino e a devoção a Cristo (2 Coríntios 11:2-3). A irracionalidade (Atos 17), o absurdo (Isaías 44) e a tragédia (1 Reis 18) da idolatria também são temas freqüentes nas Escrituras.
Para onde foram todos os ídolos?
Será que um mal antigo poderá se tornar uma ameaça em nossos dias? A nossa percepção se aprimora quando lemos a palavra de Paulo: “Avareza, que é idolatria” (Colossenses 3:5) e “avarento que é idólatra” (Efésios 5:5). Uma pessoa gananciosa pode ser difícil dela entrar no Reino (1 Coríntios 6:10; 5:11). Qualquer preocupação exagerada se torna um deus. Quando o orgulho, o dinheiro, os bens, o emprego ou as realizações pessoais passam a rivalizar com Deus, somos idólatras (Mateus 6:24; Filipenses 3:19; Romanos 16:18)!
Satanás é o “deus deste século” (2 Coríntios 4:4). Há forças da maldade que influenciam os homens a agir como se Deus não fosse Deus. O secularismo faz das conquistas do homem um deus. O humanismo nega a natureza espiritual do homem e como idolatria substitui o todo pela parte, adorando o fragmento. O comunismo, descrito por um discípulo desiludido como “o deus que fracassou”, assassinou milhões e aprisiona um terço do mundo com uma interpretação econômica da história. Sim, o mundo moderno pode ser corretamente visto do modo em que Paulo via os atenienses, “idolatria dominante na cidade” (Atos 17:16). Ao refletirmos sobre esse mundo e perguntarmos se os cristãos podem transformá-lo, há uma questão mais fundamental: “Será que sou idólatra?”.
A feitiçaria: a busca da luz nas trevas
A idolatria e a feitiçaria estão quase sempre aliadas. Pharmakeia, de onde provém a nossa palavra farmácia, é traduzida por “feitiçaria” (Gálatas 5:20; Apocalipse 9:21; 18:23). Principalmente significava o uso da medicina, das drogas, dos encantos; depois o envenenamento; depois, então, a feitiçaria. Várias palavras diferentes são traduzidas por “feitiçaria” no Antigo Testamento (1 Samuel 15:23; 2 Crônicas 33:6; 2 Reis 9:22; Miquéias 5:12 e Naum 3:4). Deus proibia que seu povo tivesse alguma relação com o que hoje denominamos “ocultismo” (Deuterônomio 18:9-14). As bruxas eram exterminadas (Exôdo 22:18; 1 Samuel 28:7-9). O povo de Deus não devia buscar luz nas trevas! Talvez o melhor equivalente bíblico da palavra “ocultismo” seja a palavra adivinhação. “Adivinhação é a tentativa de decifrar a vontade dos deuses com o uso de técnicas de magia. Os pagãos criam que podiam usar a habilidade e o engenho humano para adquirir conhecimento dos deuses sobre certas situações” (Packer, Tenney e White, The Bible Almanac, p. 114-115). O adivinhador seria aquele que pensa poder jogar a revelação divina fora. Lemos nas Escrituras a respeito de mentiras divinatórias (Ezequiel 22:28). Estamos cercados pela feitiçaria! Os homens que buscam seguir a própria vontade e achar o seu caminho estão fadados às trevas, pois se desviaram da luz.
A disseminação da rebelião
A feitiçaria está se disseminando! Vai de ler folhas de chá, a mão e as cartas à astrologia (Isaías 47:13). O cultivo de drogas revive a feitiçaria pagã. Nos mercados, sobejam os expedientes de manipulação: ioga, cientologia, zen-budismo, teologia da Nova Era. O que mais se aplica a nós, devemos acautelar-nos de qualquer pensamento ou ato que eleve o que queremos acima do que Deus quer. “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar” (1 Samuel 15:23). Quando as pessoas afastam de Deus e da sua revelação, não é tanto que elas não crêem em nada; elas crêem em tudo! “Todo mundo tem o direito a sua própria crença” não se encontra na Bíblia. Nem se encontra nos pensamentos nem na boca do verdadeiro discípulo. É a voz da idolatria. “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 João 5:21)!
por John Clark
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A Humildade
A Humildade
(2 Crônicas 26:16)
Uzias tinha somente 16 anos quando seu pai foi assassinado e ele subitamente se tornou rei de Judá, no oitavo século antes de Cristo. A história de seu reinado, que é registrada em 2 Crônicas 26, ensina uma lição poderosa sobre a importância da humildade. Uzias começou bem. Ele respeitava o Senhor e sua palavra, e Deus o abençoou abundantemente. O reino se expandiu e o rei fiel conseguiu dominar seus inimigos de todos os lados. Sua reputação se espalhou a outros países. Uzias se fortaleceu.
Então, tudo mudou. “Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso” (2 Crônicas 26:16). Uzias era um homem especialmente escolhido por Deus para conduzir seu povo. Durante muitos anos, Uzias serviu o Senhor fielmente. Porém não estava autorizado a entrar no templo para queimar incenso. Esse papel estava reservado para outros homens escolhidos por Deus, os sacerdotes, que serviam no templo. Uzias, não estando mais contente com o desempenho do papel que Deus lhe havia dado, tentou assumir uma função extra e foi fortemente repreendido por seu erro.
O sacerdote Azarias e 80 outros sacerdotes seguiram Uzias até o templo e desafiaram seu ato presunçoso. Uzias enraiveceu-se e Deus respondeu imediatamente ao seu erro. O rei ficou leproso ali mesmo no templo diante dos olhos dos sacerdotes. Eles imediatamente o atiraram fora do templo, e Uzias correu da casa de Deus, percebendo que o Senhor tinha punido sua arrogância. Seu filho assumiu os negócios do Estado e deixou o leproso Uzias isolado em sua casa pelo resto de sua vida. A vida abençoada de um grande homem foi arruinada por um ato de desobediência. Uzias, como o primeiro rei de Israel (veja Samuel 15:17-23), foi derrubado por seu próprio orgulho.
Humildade:
Fundamental para nossa comunhão com Deus
Quando Jesus pregou o sermão que define o caráter do verdadeiro discípulo, suas palavras iniciais foram diretas ao coração: “Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3). Ele continuou a pregar durante mais três capítulos, mas muitos ouvintes não o ouviram porque nunca passaram da linha de partida. Mesmo hoje, a maior parte da mensagem do evangelho cai em ouvidos surdos de homens e mulheres arrogantes que não querem mesmo reconhecer a posição de Jesus como Senhor.
Mas Jesus não reduziu os padrões. Ele não abriu uma porta extra para entrarem os arrogantes ou os “quase” humildes. Ele manteve intacto o seu requisito fundamental porque ele reflete a exigência eterna de Deus. Deus nunca aceitou o homem cheio de orgulho que pensava fazer as coisas a seu próprio modo. Ao contrário de toda a sabedoria dos homens carnais, tendentes a adquirir poder e posição, Deus aceita exclusivamente os humildes. Uma geração depois de Uzias, o profeta Miquéias pegou perfeitamente a idéia quando ele citou as palavras de Deus: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e o que é que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Miquéias 6:8). As Escrituras deixam perfeitamente claro que não há outra maneira de caminhar com Deus. Ou andamos humildemente com nosso Deus, ou não andamos de modo nenhum com ele!
Jesus andou no meio de homens carnais e enfrentou tremendo desafio. Como poderia ele capturar seus corações para moldá -los como os servos humildes que o Pai quer? Não foi uma tarefa fácil. Ele falava freqüentemente de humildade, e mostrava em sua vida de serviço o que significa elevar os outros acima de nós mesmos. Quem poderia exemplificar melhor a humildade voluntária do que o próprio Deus, que deixou sua habitação celestial para servir e mesmo morrer pelos homens pecadores? (Esta é a essência do apelo irresistível de Paulo em Filipenses 2:3-8).
Dois exemplos mostram claramente como Jesus ressaltava a humildade para seus apóstolos. O primeiro está em Mateus 18:1-4. Os apóstolos freqüentemente disputavam entre si sobre a grandeza. Dois deles uma vez foram tão ousados a ponto de pedir que fossem colocados acima de seus colegas no reino. Jesus respondeu à atitude deles chamando uma criança. Enquanto estes homens crescidos olhavam, Jesus começou a pregar um sermão memorável: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus” (Mateus 18:3-4).
O segundo exemplo, ainda mais tocante, é registrado em João 13:1-17. Quando se preparavam para partilhar a refeição da Páscoa, Jesus aproveitou o momento para ensinar uma lição necessária. Os apóstolos jamais esqueceriam esta noite, e Jesus não perdeu a oportunidade para ensinar. Ele tomou uma toalha e água e foi, de discípulo em discípulo, lavando seus pés. Isto era, por costume, serviço dos servos mais humildes, mas aqui o Criador do universo estava se humilhando diante de simples galileus. Quando terminou, ele voltou-se para os apóstolos e perguntou? “Compreendeis o que vos fiz? Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou. Ora, se sabeis estas cousas, bem-aventurados sois se as praticardes” (João 13:12-17).
Não é de se admirar que outros homens inspirados falassem da importância da humildade. Tiago disse: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós… Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará” (Tiago 4:6-10).
Como a arrogância impede a salvação
Podemos tirar algumas conclusões claras e importantes do ensinamento da Bíblia, mostrando o porquê a falta de humildade impede a salvação. Considere como o orgulho é absolutamente oposto às qualidades e comportamentos que Deus quer que demonstremos.
• Sem humildade, não serviremos outros como deveríamos, porque aqueles que são arrogantes e egoístas querem ser servidos, e não servir.
• Sem humildade, não seremos seguidores. Os orgulhosos querem ser chefes e cobiçam a posição e a influência de outros. Este foi o problema que Arão e Miriã tiveram em Números 12, e o mesmo pecado que custou as vidas de quase 15.000 pessoas, em Números 16.
• Sem humildade não buscaremos realmente a verdade. O homem orgulhoso pensa que já conhece as respostas, e não quer depender de quem quer que seja, nem mesmo do próprio Deus. A arrogância também impede nosso entendimento da verdade. Se não queremos admitir a necessidade de mudança, ou não queremos aceitar o fato que alguma outra pessoa sabe mais do que nós, nosso orgulho será um bloqueio fatal para o estudo eficaz da Bíblia.
• Sem humildade, não reconheceremos nossos próprios defeitos. Somos até capazes de enganar nossos próprios corações para não vermos nosso próprio pecado. Saul fez isto quando defendeu sua desobediência na batalha contra os amalequitas. Ele argumentou que tinha obedecido o Senhor e que o povo tinha errado (1 Samuel 15:20-21). Deus não aceitou esta desculpa esfarrapada, e não aceita a nossa.
• Um outro problema relacionado com a arrogância é a dificuldade em aceitar a correção. Provérbios 15:31-33 mostra a conseqüência de tal orgulho: “Os ouvidos que atendem à repreensão salutar no meio dos sábios têm a sua morada. O que rejeita a disciplina menospreza a sua alma, porém o que atende à repreensão adquire entendimento. O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra.” Provérbios 12:1 é mais direto: “Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas o que aborrece a repreensão é estúpido.”
• O outro lado deste problema é que a pessoa arrogante também não perdoa o erro dos outros. O orgulho é inerentemente egoísta, e nos torna facilmente ofendidos e lentos a perdoar. Isto cria uma tremenda barreira para a salvação. Jesus ensinou claramente que a pessoa que não perdoa não será perdoada por Deus (Mateus 6:12,14-15).
A última linha é muito clara. Se não aprendemos como ser humildes, não entraremos no céu. Deus rejeita os orgulhosos e exalta os humildes (Tiago 4:6,10).
Como desenvolver a humildade
Uma vez que a humildade é obviamente essencial à nossa salvação, deveremos estar preocupados em acrescentar esta qualidade a nossas vidas. Aqui estão umas poucas sugestões simples que nos ajudarão:
Devemos procurar o melhor nos outros, e buscar servir os outros como Jesus fez (Romanos 12:10; Efésios 4:2-3; Filipenses 2:3-4).
Não devemos pensar que somos importantes (Lucas 17:10). Cada um deve usar sua capacidade, porém não devemos pensar que somos melhores do que outros (Romanos 12:3-8).
Não devemos esperar que outros nos humilhem. A chave da obediência é nossa humildade voluntária (Tiago 4:10), não a humilhação forçada.
Sempre que estivermos tentados a pensar que somos grandes e importantes, devemos parar para contemplar a grandeza e a majestade de Deus. Comparados com o Criador e Sustentador do Universo, somos débeis e insignificantes. O Salmo 8, especialmente nos versículos 3, 4 e 10, nos faz descer ao nosso tamanho rapidamente!
“Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará” (Tiago 4:10).
Psi/Pr.Adilson Lopes
Tags:A Humildade
A HISTÓRIA DOS MESES ROMANOS.Veja a sessão de estudos!
A HISTÓRIA DOS MESES ROMANOS
Há tres “Moedim” ou tempo de Festas Sagradas durante o ano.
Yahweh diz-nos que devemos apresentar-nos diante d’ÊLE em adoração para nos regozijarmos e que não levemos as mãos vazias. Uma vez que temos que nos referir aos meses Romanos para nos colocarmos no tempo do Calendário Internacional,pensamos que também é conveniente que conheçamos a origem dos ditos meses.
Todas as citações são da World Book Encyclopedia.
JANEIRO
Corresponde ao undécimo mês Bíblico (aprox.).
O Mundo secular celebra o seu Ano Novo no primeiro dia de Janeiro.
A sua história é como segue: Janeiro,primeiro mês do ano deriva de Janus,uma divindade Romana.
Segundo uma lenda,o Imperador Numa Pompílio,juntou Janeiro e Fevereiro ao final do Calendário Romano de
dez meses à volta do ano 700 A.C.,deu trinta dias ao mês.No ano 46 A.C. Júlio César,acrescentou um dia e fêz de
Janeiro o primeiro mês.
FEVEREIRO
Corresponde ao duodécimo mês Bíblico (aprox.).
Fevereiro é o segundo mês do ano e o mais curto.Segundo a lenda,Rómulo não o incluiu quando criou o primeiro Calendário que tinha só dez meses. Numa Pompílio,acrescentou dois meses,fazendo de Fevereiro o
último mês do ano. Os Romanos purificavam-se em Fevereiro para se preparar para o festival do Ano Novo.
Mas Júlio César,transferiu o começo do ano de Março para Janeiro,fazendo de Fevereiro o segundo mês.
MARÇO
Corresponde ao primeiro mês Bíblico (aprox.)
Março é o terceiro mês do ano,mas era o primeiro mês do antigo Calendário Romano e chamava-se Martius.
Quando Júlio César reformou o Calendário transferiu o começo do ano de Março para Janeiro.
E este mês passou a ser o terceiro do ano.
ABRIL
Corresponde ao segundo mês Bíblico (aprox.)
Abril é o quarto mês do ano.A sua história é como segue:O seu nome deriva deAprilis,palavra Latina que
significa Abrir. Abril era o segundo mês do Calendário Romano antigo,mas passou a ser o quarto mês quando
Júlio César estabeleceu o Calendário Juliano no ano 46 A.C.
MAIO
Corresponde ao terceiro mês Bíblico (aprox.).
Maio era o terceiro mês do antigo Calendário Romano,quando Março era o primeiro.
Janeiro e Fevereiro eram o undécimo e o duodécimo.
Júlio César reformou o Calendário para que começasse em Janeiro,fazendo de Maio o quinto.
JUNHO
Corresponde ao quarto mês Bíblico (aprox.)
Junho é o sexto mês do ano. Era o quarto mês do Calendário Romano antigo e teve 29 dias.
Quando Júlio César reformou o Calendário,atribui-lhe 30 dias e passou a ser o sexto mês.
Algumas autoridades na matéria pensam os Romanos deram ao mês o nome de Junho,derivado de Juno, a
deusa padroeira do casamento. O mês de Junho era dedicado aos jovens em Roma. Algumas pessoas pensam que
o nome se tomou de Juniores,palavra Latina para Jovens.
JULHO
Corresponde ao quinto mês Bíblico (aprox.)
Julho é o sétimo mês do ano,mas era o quinto mês do Calendário antigo dos Romanos.
Chamava-se Quintilis, que significa Quinto. Júlio César nasceu durante êste mês.
Quando se reajustou o Calendário,transferindo o começo do ano de Março para Janeiro e lhe deu o seu nome ao
mês,também lhe atribuiu 31 dias.
AGOSTO
Corresponde ao sexto mês Bíblico (aprox.).
Agosto é o oitavo mês do ano,mas era o sexto mês do Calendário Romano antigo e tinha então 30 dias.
Chamava-se Sexthis,que significa Sexto. O Imperador Augusto atribuiu ao mês o seu próprio nome e alargou-o
para 31 dias,retirando um a Fevereiro.
SETEMBRO
Corresponde ao sétimo mês Bíblico (aprox.).
E porque é o Sétimo mês do Calendário Hebraico,é preenchido por mais Festas Santas que nenhum outro mês
do Ano. Neste mês encontramos a única Lua Nova que é uma Festa Sagrada chamada a Festa de Trombetas.
Aos dez dias do mês Hebreu,observamos o Dia de Expiação com um jejum,como está escrito na Torah -Lei.
Moramos em casas provisórias,como tendas de campismo,para nos recordar que Yahweh fêz morar os nossos
ascendentes em tendas no deserto,durante 40 anos,no decorrer do Êxodo.
OUTUBRO
Corresponde ao oitavo mês Bíblico (aprox.).
Outubro é o décimo mês do ano.O seu nome provém da palavra Latina para Ocho. Era então o oitavo mês do
Calendário Romano. O Senado Romano tratou de chamar Antonino ao mês,devido ao Imperador António.
Faustino,por sua esposa e Tácito como Historiador Romano,mas o povo continuou a chamar Outubro.
NOVEMBRO
Corresponde ao nono mês Bíblico (aprox.)
Novembro é o undécimo mês do ano. Novembro é a palavra Latina para Nove.
No Calendário Romano antigo, Novembro era o nono mês.
Uma vez que Julho se chamou assim por Júlio César e Agosto pelo nome de Augusto César,o Senado Romano
propôs chamar a este mês de Novembro,segundo o nome de Tibério César,mas êle,modestamente,recusou,
dizendo: Que irão fazer se tiverem 13 Imperadores ?
DEZEMBRO
Corresponde ao décimo mês Bíblico (aprox.)
Dezembro é o duodécimo mês do ano. Era o décimo do Calendário Romano antigo.
A primeira parte deriva de Diciem, que significa dez em Latim.
Os Romanos honravam neste mês a Saturno,o deus das colheitas,com uma Festa chamada Saturnália.
Actualmente o dia de Natal é a festa principal do mês em muitos países que se dizem “cristãos”.
Os Druídas do Norte da Europa usavam o Mistletoe para uma festa em Dezembro.
Os Ocidentais,no entanto,usam o Mistletoe na festa do Natal.
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Deverá ser óbvio nestas “Histórias” dos meses,que o antigo Calendário Romano seguia em paralelo com o
Calendário Hebraico até ao tempo de Júlio César. Até mesmo,os meses não tinham nomes originalmente,senão
que se designavam por um número cardinal,até que os Imperadores Romanos mudaram isto.
As Sagradas Escrituras nos dizem que os Israelitas se dispersaram pelos quatro cantos da Terra e chegaram a ser
nações. (Isaías 11;12; 54:3).
Daniel disse que nos dias dêstes reis, Yahweh Todo-Poderoso dos Céus,levantará um REINO que não será destruído,nem será deixado para outro povo. (Daniel 2:40-44.)
Roma e o seu Império foram infiltrados pela Casa Perdida de Israel,as Dez Tribos,o que parece testificar o
Calendário original dos Romanos.Por isso,não deve surpreender-nos as semelhanças.
Foi aos Romanos que Paulo falou expressamente muito sôbre Israel.
Foi a Cornélio,centurião Romano a quem Pedro foi enviado em Actos cap.10.
Estes relatos estão registados para que entendamos a história dos povos e o seus costumes,incluindo o nosso
Calendário.
No entanto Yahweh disse que virá o tempo quando não deixará o Seu Reino para outro povo.
(Da Revista The Master Key).
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Fonte: Archivo de Temas/Miscelaneos/ Nº.22.
Publicado pela Assembleia de Yahweh Internacional – AYIN – Porto Rico
Tradução por: Boner Daleoni – Moita – Portugal
Tags:Romanos