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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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A HISTÓRIA DO NATAL

A HISTÓRIA DO NATAL
A história do Natal antecede a do Messias em dois mil anos.
Observou-se primeiramente nos ritos dos pagãos idólatras e Yahweh castigou a Israel por se envolver nestes
actos abomináveis aos olhos do Criador.
Yahweh Todo-Poderoso também o adverte a si que não se envolva nos caminhos dos pagãos.
Eis aqui a Verdade sôbre o Natal.
Neste trabalho restaurámos os Nomes Sagrados do Pai Celestial Yahweh e de Seu Filho Yahoshúa,o Messias.
Esta é a época do Natal,uma celebração que se supõe honrar o nascimento do Salvador da Humanidade.
E cada ano o entusiasmo parece surgir subtilmente, um pouco mais cedo,até que praticamente todos ficam
envolvidos no frenético “espírito festivo”. Cada vez mais os jornalistas lamentam nas revistas e jornais a excessiva
comercialização num dia que eles reconhecem ter perdido o seu significado original.
Mas,qual é o seu significado original ?
Os jornalistas conhecem-no? Conhece-o o leitor ?
De onde provém a celebração do Natal ?
Alguma vez o leitor se deteve a pensar,porquê celebra o Natal?
Se é a celebração do nascimento do nosso Salvador,o que é que faz ali o S. Nicolau ou Pai Natal ?
Porquê a Árvore de Natal,as grinaldas,a troca de presentes,as coroas,as festas familiares,o leitão assado,os
bolos,as filhós e todas restantes guloseimas que fazem parte desta celebração tão tão famosa no Mundo
“cristão” ?
Que têm a ver todas estas” loucuras” com o nascimento do Messias ?
É demasiado frequente nos deixarmos levar pela corrente,fazendo o que fazem os demais,sem sequer
perguntar-mos porquê ?
Todos os anos,em alguns países,os jornais publicam artigos que explicam as origens pagãs dos costumes do
Natal,mas nós sorrimos e dizemos:”Que curioso.E continuamos a enganar-nos a nós mesmos,pensando que
na verdade estamos a celebrar o nascimento do Salvador Yahoshúa.
Se nos déssemos ao trabalho de abrir as nossas Bíblias veríamos que a palavra Natal está mesmo ausente nas
suas páginas de ouro.
Não existe uma só passagem que nos convide a celebrar o dia do nascimento de Yahoshúa,o Messias.
Está chocado ? Talvez,mas é um facto.
A Sagrada Escritura,diz em Jeremias 10:2,o seguinte:
“Não aprendais o Caminho das nações,nem vos espanteis com os sinais dos Céus:porque com êles
se atemorizam as nações”.
A Versão Moderna,diz:
“Não aprendais os costumes dos pagãos”
Depois nos versículos 3 a 5,Yahweh Todo-Poderoso,dá uma repreensão aos que se envolvem no costume de
cortar árvores do bosque e preparar qualquer forma de culto.
A sua própria Salvação dependerá de se regressar à Verdade ou se seguirá a corrente de milhões de outras
pessoas que se divertem nos caminhos populares de um Mundo enganado.
Paulo escreveu à Assembleia do Messias em Corinto:
“Pelo que saí do meio dêles,e apartai-vos,diz Yahweh;e não toqueis nada imundo,e Eu vos
receberei” (II Cort.6:17).
Alguém poderá argumentar:Está bem,se o Natal não se encontra na Bíblia.
Mas,que há de mal em fazer o bem a outros nesta época do ano ?
Porquê há-de ser mau proporcionar alguma felicidade às crianças e eu desfrutar também?
E se não há Um Criador Todo-Poderoso nos Céus,então não importa.
Mas se há um Pai Celestial,uma pessoa não poderá misturar as práticas pagãs com as santas.
Yahweh Todo-Poderoso,disse:
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis;porque,que sociedade tem a Justiça com a
injustiça? E que comunhão tem a Luz com as trevas?”
(II Cort.6:14).
Ninguém se deixe enganar a si mesmo,a pensar que está a observar o Natal por motivo do nascimento de
Yahoshúa,o Messias. O nome da festividade não pode ocultar o facto de que as suas raízes estão firmemente
cimentadas num festival de inverno dos pagãos.

A LIÇÃO DE ISRAEL PARA TODOS NÓS
O Todo-Poderoso advertiu a Israel que não se deixasse cair em armadilhas,pelas práticas dos pagãos:
“Guarda-te,que te não enlaces após elas,depois que forem destruídas diante de ti;e que não
perguntes acêrca dos seus ídolos,dizendo:Assim como serviram estas nações os seus ídolos,do mesmo modo também farei eu”.
(Deut.12:30).
Que aconteceu? Que Israel fêz exactamente o que se lhe ordenou que não fizesse.
Aceitaram costumes pagãos e misturam-nos com a adoração pura:
“Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que parecia mal aos Olhos de Yahweh,e serviram aos
Baalins,e a Astarote,e aos ídolos dos filhos de Amom,e aos ídolos dos Filisteus;e deixaram a Yahweh,e não O serviram”.
(Juízes 10:6). Veja-se também I Sam.7:3,4; 12:10; I Reis 11:5; II Reis 23:13.
Tal como fêz o antigo Israel,a nossa sociedade tem adoptado costumes pagãos e os têm introduzido na sua
adoração. As árvores de Natal decoradas são um espectáculo comum em muitas Igrejas em Dezembro.
As Festas de Natal de todos os tipos fazem parte das funções eclesiásticas.
Até o S.Nicolau (Pai Natal) tem entrado pelas portas das Igrejas carregado de prendas.
Será que a Humanidade mudou?
Deitemos uma vista de olhos de mais perto à mais popular das festividades e vejamos o que significam os seus
costumes e práticas.
O NATAL 4.000 ANOS ANTES
A palavra Portuguesa Natal provém provém do Latim “Natividade” que significa “nascimento”.
Mas palavra Inglesa “Christmas deriva do Inglês antigo “Christ-mass”,uma missa católica que derivava de uma
festividade estabelecida no ano 1,038.
Uma missa é uma oração por um morto.
Porquê,se aplica ao nascimento do Messias?
Talvez a resposta se encontre na Enciclopédia Americana de 1.942:
“O Natal,segundo muitas autoridades,não se celebrava nos primeiros Séculos da Igreja Primitiva,já que o costume
‘Cristão’ em geral era celebrar a morte de pessoas notáveis,melhor do que o seu nascimento.
“A festa em memória do nascimento do Salvador Yahoshúa se estabeleceu no Século IV.
“No Século V a Igreja Ocidental (Católica Romana),ordenou que se celebrasse para sempre no dia da antiga
festa Romana do Nascimento do Sol”.
A Enciclopédia Britanica de 1.946,diz:
“O Natal não esteve entre as mais antigas festividades da Igreja Católica.
“Durante os primeiros 300 anos brilharam pela ausência as menções de uma festa de Natal. No ano de 1.644,os
Puritanos Ingleses,nos Estados Unidos,proibiram todos os festejos ou serviços religiosos por uma acta do
Parlamento,sobre a base de que o Natal era uma festividade pagã.”
Porquê os Crentes primitivos não celebravam o Natal e o que é que o torna uma “festividade pagã”?
Para responder a isto,devemos rever a história antiga da Humanidade,à grande mãe da adoração pagã:Babilónia.
O fundador dos Mistérios Babilónicos foi Nimrode,bisneto de Noé.
O nome Hebraico Nimrode significa rebelde ou revoltado.
Nimrode edificou a cidade ímpia de Nínive,enquanto seu pai Cush,foi responsável pela Tôrre de Babel em oposição a Yahweh. Pouco depois disto,Nimrode estabeleceu o seu próprio reino baseado no governo humano e ao culto da sua pessoa.
Do culto a este “heroi” surgiu todo em si um tema religioso pagão.
Gradualmente,através do comércio,a influência de Babilónia se alargou para outras nações à medida que
adoptavam o seu governo e o seu sistema religioso.
Como veremos,os costumes,práticas e crenças daqueles Babilónicos pagãos sobreviveram até aos nossos dias e
se encontram em cada nação da Terra.

A IMAGEM DA MÃE E DO FILHO
O tema da mãe e do filho que se transmitiu através dos Séculos em muitas nações diferentes e que permanece vivo ainda hoje,teve a sua origem com a Semiramis Babilónica.
Muitos monumentos em Babilónia mostram-na com o seu filho ao colo.
À medida que os Babilónios se dispersavam pelo Mundo conhecido,levavam com êles o culto à divindade
representada pela “Madona” e seu filho. Muitas nações adoravam já a “mãe e o filho”,antes de nascer o Salvador do
Mundo.
Na Roma pagã adorava-se a Fortuna e Júpiter-puer,isto é,o bebé Júpiter.(Dicionario Clásico Dymoch).
Na China,a Deusa Mãe era Shingmeo. É representada com o filho ao colo e raios de glória à volta da cabeça.
Os antigos alemães adoravam a virgem Hertha que tinha um bébe ao colo.
Então os druídas veneravam a Virgo-Partitura como “Mãe de Deus”.
Em cada caso se considera a criança como uma reencarnação de seu pai.

O 25 DE DESEMBRO
Todo o que haja assistido a um drama de Natal na escola ou na Igreja,provavelmente, ouviu ler Lucas 2:8:
“Ora havia naquela mesma comarca pastôres que estavam no campo,e guardavam durante as
vigílias da noite o seu rebanho”.
Desde meados de Novembro até meados de Abril,é a época das chuvas na Palestina.
Os pastôres,por causa do frio,da humidade e às vezes por causa da neve,guardavam os seus rebanhos nos redis,
durante a noite. Em Esdras 10:9 se fala de pessoas que se sentavam nos lugares próximos de Jerusalém a
princípios de Dezembro e tremiam com a chuva fria. Yahoshúa tomava-a em conta a severidade do ionverno na
Palestina,quando na sua Profecia do Tempo do Fim disse:
“Orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no Sábado”,
(Mateus 24:20).
Os Historiadores têm reconhecido já há muito tempo que o Messias nasceu no Outono e não no inverno gelado,
nasceu no tempo em que as ovelhas estavam nas pastagens.
“Era costume antigo entre os Judeus daquele tempo enviar os seus rebanhos para os campos e desertos pela
Páscoa,a começar na Primavera e recolhe-los de volta para casa,no começo das primeiras chuvas”.
(Comentário de Adam Clark – Vol.5,pág.370).
Além disso no tempo quando nasceu Yahoshúa,César Augusto,estava exigindo impostos da Palestina.(Luc.2:1-5).
Cada um tinha que se deslocar para a sua “cidade natal” para se recensear para pagar os impostos.
José e Maria deslocaram-se a Belém.
Exigir que as pessoas viajassem na época mais severa do ano,no rigor do inverno,teria sido motivo para uma
revolta contra o odiado Império Romano.
Isto que acabamos de expor é apenas uma introdução.
Sôbre este tema há muitíssima mais informação do que esta que apresentamos aqui.
————————————————–
Autoria: “Candelabro de Luz”.
Publicado pela Assembleia de Yahweh Internacional – AYIN – na Secção Tratados.
Traduzido por Boner Daleoni – Moita – Portugal

Tags: “A GRAÇA DE DEUS”

“A GRAÇA DE DEUS”
Texto Base: João 1.15-18 = João testificou dele e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. (v.16) E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça. (v.17) Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. (v.18) Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer.
Introdução: GRAÇA (Favor, que se dispenssa ou se recebe. Favor que os homens não merecem, mas que Deus livremente lhes conce-de): Esta envolve outros assuntos tais como: o Perdão; a Salvação; a Regeneração; o Arrependimento; e o Amor de Deus. É traduzida centenas de vezes como “misericórdia” e dezenas de vezes como “bondade, longanimidade”, etc. Portanto a graça é um favor desme-recido da parte de um superior a um inferior é ser acolhido com benevolência.

1- Sua fonte:
a) Está em Cristo Jesus
Jo 1.17 = Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
2 Tm 2.1 = Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
2- Suas características:
a) É poderosa, abundante
2 Co 9.8 = E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra.
N.HOM: A suficiência da Graça divina:
1- Toca em todas as áreas da vida (em tudo).
2- Opera em toda hora da vida (sempre).
3- Destina-se a toda a boa obra na vida.
b) Corre ricamente
Ef 1.7 = Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.
N.HOM: Redenção = Denota libertar da escravidão através de pagamento. Neste caso, o valor infinito do sangue vertido de Cristo é eficaz para remir os nossos pecados. (Graça; Favor)
1 Tm 1.14 = E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em Jesus Cristo.
c) É suficciente
2 Co 12.9a = E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.
N.HOM: É a graça suficiente que pode agir no meio das fraquezas. Traz consigo alegria e poder.
d) É maravilhosa
Ef 1.6 = … para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis, isto é, que Ele nos concedeu gratuitamente no Amado.
N.HOM: Concedeu gratuitamente = Literalmente é “manifestar Sua graça”.
3- Ela está ao alcance de:
a) Todos os pecadores
1 Tm 1.14,15 = E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e o amor que há em Jesus Cristo. (v.15) Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
b) Todos os filhos de Deus
Ef 3.8 = A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo.

c) Principalmente dos humildes
1 Pe 5.5 = Semelhantemente vós, jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.
4- O que a graça efetua:
a) Salva o homem gratuitamente
Ef 2.5 = estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
b) Justifica (demonstrar a inocência) o pecador
Rm 3.24 = sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.
N.HOM: Redenção = Significa a compra de um escravo para dar-lhe a liberdade.
c) Chama e capacita para a obra do Senhor. Gl 1.15 e Hb 12.28
Gl 1.15 = Nós somos judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios.
Hb 12.28 = Pelo que, tendo recebido um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente com reverência e piedade;
d) Ela dá-nos consolação e boa esperança
1 Ts 2.16 = E nos impedem de pregar aos gentios as pala-vras da salvação, a fim de encherem sempre a medida de seus pecados; mas a ira de Deus caiu sobre eles até ao fim.
Conclusão:
1 Pe 1.13 = Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo.
N.HOM: Estar atento para agir pela graça concedida e contra as tentações da ignorância da vida antiga.
Pr. Paulo Ludwig Batista
Camboriú/SC

Tags: A habitação de Deus

A habitação de Deus

Quando Deus formou o homem do pó da terra (Gênesis 2:7), disse ele: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1:26), e assim o fez. Que privilégio para o homem ser feito à imagem e semelhança da santidade de Deus e, semelhantemente, da sua misericórdia, bondade, amor, etc.

Deus preparou um local para o homem habitar. Um local especial chamado Éden. Deus providenciou, em sua sabedoria, um lugar santo, onde o pecado não existia, um local onde sua imagem e semelhança, espiritualmente falando, habitaria, e assim o fez (Gênesis 2:8). O Senhor detalhadamente descreveu esse lugar em Gênesis 2:8-14. Eu gostaria que você analisa-se cuidadosamente a riqueza. Não é por menos. Quem habitaria ali era o Senhor, Deus Único (Gênesis 3:8).

O Éden era um verdadeiro santuário até a introdução do pecado por Eva e Adão (Gênesis 3:6). Deus já estava começando a mostrar seu plano, que era habitar juntamente com seu povo, sua criação. Mas o homem foi lançado fora do jardim (Gênesis 3:23).

O plano do Senhor prosseguiu, ele querendo mostrar para o homem a importância de sua habitação. Chegando no livro de Êxodo, o Senhor, semelhantemente, mostra ao povo a riqueza, a pureza e a santidade de sua habitação através do tabernáculo (Êxodo 40:34-35). A glória do Senhor encheu o tabernáculo. Olhe bem cada detalhe que o Senhor descreveu a Moisés em Êxodo 25-27: a arca, o propiciatório, a mesa, o candelabro, as cortinas, a coberta de peles, o véu das colunas, o átrio, o altar, os utensílios. Olhe cada detalhe, como o Senhor nos mostra a riqueza onde ele habita–um santuário rico por sua presença, tanto que o sumo sacerdote entrava na presença do Senhor uma vez por ano.

O plano de Deus continua, agora através de Davi e seu filho, Salomão, na construção para o Senhor (2 Samuel 7:1-5). Através de Salmoão, o templo foi construído. Preste, também, muita atenção em cada detalhe de sua riqueza (1 Crônicas 29:1-9). Davi reúne o povo para ofertar e ajudar Salomão na grande obra. Por quê? Era um palácio para o Senhor Deus, mas o plano de Deus não parou. O Senhor estava mostrando para seu povo que sua habitação não seria numa tenda, ou tabernáculo (2 Samuel 7:6), e também não seria no templo, algo santificado para ele, mas imóvel, algo parado (veja 2 Crônicas 6:18).

O Senhor, através de Cristo, nos mostra claramente onde seria sua habitação. Seria algo que ele mesmo criou, não algo feito por mãos humanas (Atos 17:24). Jesus, quando entrou no templo em Jerusalém, encontrou como se fosse um mercado (João 2:13-22), e expulsou todos do templo e disse: “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei” (João 2:19). Ele não estava falando do templo e, sim, do santuário do seu corpo.

Quando pedi para você analisar cada detalhe de Gênesis 2, Êxodo 25-27 e 1 Crônicas 29, foi para que você pudesse olhar como Deus mostrou seu plano, sua presença e sua santidade.

Hoje, o Senhor nos constituiu casa espiritual (1 Pedro 2:5), santuário de Deus (1 Coríntios 3:16-17), casa de oração (Mateus 21:13). De acordo com toda aquela riqueza do Jardim, do tabernáculo e do templo, você, como santuário de Deus, sente essa mesma riqueza? Sente a importância de ser feito à imagem do Senhor? Olhe bem o que você está fazendo com seu corpo. Ele tem que ser dedicado ao Senhor (Efésios 2:21; Romanos 12:1-2).

Eu gostaria de encerrar sugerindo um pouco mais de leitura. Sei que são vários trechos, mas também sei de sua dedicação. Leia 1 Timóteo 4:13, e olhe bem 1 Pedro 1:13-21. Que o Senhor nos abençoe.

– por José Antônio Junqueira

Tags: A Guerra Invisível

A Guerra Invisível

“Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele”. (Col. 1:16).

Só há de brigar quando dois querem, certo? Errado.

A Bíblia diz que, o diabo, o nosso adversário, anda ao nosso derredor, a ponto de nos devorar. Isso implica dizer que não é necessário você estar interessado nessa luta, mas ela existe. Há quem queira guerrear contra você, sem ao menos avisar onde será o campo e quando será o desafio.

Do outro lado, ele não desiste da guerra. Sua perseverança é constante e suas estratégias muito maliciosas. Mesmo que você não queira guerrear contra ele, não adianta, ele vai guerrear contra você! Portanto, cuidado! Vigiemos. Estamos numa guerra invisível!

Às vezes estamos até mesmo diante de uma guerra visível, para aqueles a quem foi dado o dom de visões espirituais, onde podemos até enxergar anjos e demônios brigando pelo povo de Deus. Quantas vezes você já teve uns sonhos em que você lutava diretamente com uma força espiritual do mal? Talvez você enxergue o que há de errado com alguém ao apertar-lhe a mão, cumprimentando-o. Quem sabe você já acordou se sentindo enforcado por uma mão que não era física? Já percebeu que anjos vestidos de homens já o salvaram fisicamente da morte??… Pois é, experiências não faltam. É guerra declarada amigos. Não é brincadeira mesmo! Satanás leva muito a sério as suas más intenções. Ele quer destruir, roubar e até matar os filhos de Deus!

Dá para imaginar, todos os dias, o exército do mal se organizando em seu quartel para nos atingir? Rigorosas reuniões, investimento em massa nas dores, aflições, angústias, medos, ódio, ira, confusão, porfia, ira, soberba, orgulho, egoísmo, invejas, ciúmes, contendas, prostituição, bebedeira, adultério, etc. São muitas as estratégias do mal contra nós.

Nenhum cristão está imunizado contra essas investidas de nosso algoz inimigo. No entanto, como em todas as guerras, se o líder for abatido, todo o seu exército logo perde a confiança na vitória, e pode até abrir mão dessa guerra, quando vir seu capitão ir à derroca. É assim também a estratégia de satanás contra a família, a igreja ou um ministério do reino de Cristo. O exército inimigo vai procurar derrotar, primeiramente, o líder, e, consequentemente, enfraquecer os guerreiros daquele comandante até tentar levar todos à destruição. Se estivermos em alerta, ele não conseguirá nos atingir!

Assim vivemos, no meio de uma guerra espiritual cheia voos rápidos, sons de espadas e ruídos de lâminas no ar, é invisível aos olhos humanos. Mas, essa guerra existe. Poderes do mal e poderes do bem não se cansam de lutar nesse mundo invisível. Sabe, o qual é objeto dessa guerra? NÓS, OS FILHOS DE DEUS!!
Você é importante na terra! Você é importante no céu! Nesse mundo fisico ou no mundo espiritual, VOCÊ EXISTE. ISSO MESMO!! NÓS EXISTIMOS, PORTANTO, JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. (I João 4:4)

As coisas acontecem de acordo com as nossas orações. Daí, os demônios partem para impedir as bênçãos, enquanto que os anjos do Exército de Deus são ativados para derrotar as estratégias de satanás. É claro que devemos vigiar com as armas espirituais que temos ao nosso dispor. Todavia, o medo já não deve mais existir, pois o verdadeiro amor lança fora todo o medo (I Pe. 3:14).

Para isto se manifestou em carne,
o Filho de Deus para DESTRUIR as obras do diabo, agora e para SEMPRE!!

MAS, CONTRA ‘QUEM’ ESTAMOS MESMO LUTANDO?

Eu posso me lembrar de uma vez em que estava começando uma pregação em uma igreja no interior de Goiás, Brasil, ano 2010, quando adentrou ali, um homem que parecia estar oprimido e possesso por espíritos malígnos. Certamente que aquela alma fora “conduzida” até ali para tentar atrapalhar o mover de Deus naquele lugar, pois tratava-se de um congresso de adoração. Aquele homem foi dirigido diretamente ao púlpito e, diretamente a mim, sem olhar em meus olhos, rosnou e resmungou algo ininteligível, provavelmente alguma blasfêmia ou mentira. Houve silêncio de todos naquele lugar… Alguns presbíteros se levantaram, é claro, precisavam fazer algo que detivesse o homem, como usar a força ou convencimento para retirá-lo dali… Contudo, a primeira coisa que pensei foi: essa guerra é invisível e a Bíblia já nos garantiu que Cristo já venceu por nós.

Ele ficou parado, mas praguejando contra Deus, depois parou, e o Espírito Santo me deu a direção de sair do púltpito e ir até ele para (pasmem) ‘abraçá-lo”. (o homem estava bêbado). Com muita calma, pedi à igreja que continuássemos adorando com músicas… enquanto eu iria até aquela vida para libertá-la por uma ação de compaixão: um abraço de AMOR!
Antes de abraçá-lo, ordenei com voz baixa aos espíritos no ouvido daquele pobre homem – “saiam em nome de Jesus, pois eu vou abraçar essa alma com o AMOR de JESUS e vocês não estão convidados para este abraço – aquele homem caiu, se ajoelhou e declarou com a sua própria voz agora, que queria Jesus! Então, eu o pedi para erguer-se e, logo o abracei com compaixão e amor. Afinal, essas experiências eu havia tido desde meus doze anos de idade. Meus avós foram espíritas do candoblé. Eles eram visitados por esses espíritos enganadores quando eu ainda não conhecia o poder de Jesus. Mas, eu amava minha vozinha como ninguém.

Se Jesus tinha COMPAIXÃO pelos perdidos eu também o faria assim.

Ainda quando garoto, logo nos meus primeiros dias de conversão, tive uma experiência sobrenatural de vitória. Minha vozinha já havia partido desta terra. Então, era chegado o dia da libertação de minha mãezinha. Aquelas entidades a visitava quase todos os dias, fazendo-a zangar-se em demasia, a ponto de ocupar as suas emoções, ora fazendo-a chorar, ora fazendo-a gargalhar… Posso revelar isso com muito amor e transparência, pois meus pais aprovaram e abençoaram meus testemunhos, pregações e ministério.
Sem que nenhum raio caísse do céu e sem que nenhuma bola de fogo ou cavaleiro reluzente, etc., aparecesse para me ajudar… Cristo me ajudou! Foi algo muito simples assim: “Saiam em nome de Jesus! Encerrou aqui as ações de vocês nessa família. ( antes havia uma prece para ler). Mas, como um menino de Deus, eu simplesmente RASGUEI aquela escrita e toquei fogo naquele papel. NUNCA mais minha mãe foi visitada por aqueles espíritos que outrora já haviam atormentado e enganado meus avós.

Imediatamente, minha mãe foi liberta daquela escravidão. Ela NUNCA mais voltou a beber bebida alcólica, nem a fumar. Naquele dia e naquela mesma hora ela aceitou a Jesus para sempre em seu coração. Meu pai não recebia nada de entidades, mas uma coisa foi estabelecida no reino espiritual, ele também NUNCA mais voltou a fumar, nem a beber bebida alcólica para a GLÓRIA A DEUS! Hoje, desfrutando da velhice, servem fielmente ao Deus invisível, mas REAL!!!

Precisei contar um pouco dessas experiências espirituais, tanto quando menino, quanto como adulto, não para me gloriar porque a Bíblia ensina que deve estar longe de mim o gloriar-me a não ser na CRUZ DE CRISTO (Gál. 6:14). Ah, mas é um TESTEMUNHO de VITÓRIA!! Como disse o apóstolo Paulo: “É verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor”. É algo que ajuda às outras pessoas. É algo que nos fortalece uns aos outros.

LIBERTE-SE DOS SENTIMENTOS DE INJUSTIÇA E DESEJOS DE VINGANÇA

Às vezes aquele sentimento de injustiça nos leva a lutar (na carne) uns contra os outros. Eu mesmo tive que ser tratado nisto. Contudo, desse jeito, o nosso inimigo está ganhando a guerra. Em primeiro lugar, precisamos saber contra QUEM e contra O QUÊ estamos lutando. Depois disso, buscar a aliança correta para vencer o inimigo.
Já pensou? Se o Exército de Deus lutar contra si mesmo, o diabo vai ficar só assistindo de cadeira cativa a nossa derrota!! Essse sentimento de conseguir alçar a vitória à força ou esse desejo intenso de bucar uma vingança na carne, não está nas estratégias de Deus! Tudo bem, eu entendo, pode até ser humano ou comum, mas não é normal.

Vamos dar uma olhada na Bíblia em Lamentações 3 em diante:

“Dê a sua face ao que o fere; farte-se de afronta.
Pois o Senhor não rejeitará para sempre.
Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão, segundo a grandeza das suas misericórdias.
Porque não aflige nem entristece de bom grado aos filhos dos homens.
Pisar debaixo dos seus pés a todos os presos da terra,
Perverter o direito do homem perante a face do Altíssimo;
Subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?
Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?”

Viu? Deus está assistindo TUDO! Ele vê todas as injustiças, sim! Mas, Ele está no comando. O nosso GENERAL jamais perdeu ou perderá uma guerra!!! A VINGANÇA PERTENCE A Yahweh

Jubilai, ó nações, o seu povo, porque ele vingará o sangue dos seus servos, e sobre os seus adversários retribuirá a vingança, e terá misericórdia da sua terra e do seu povo”
(Deut. 32:43)

É verdade que às vezes nos irritamos com as pessoas físicas ou pessoas jurídicas, mas a Bíblia diz que nossa guerra não é nessa esfera. Quando lutamos uns com os outros num reino físico, só estamos alimentando um desgaste físico e emocional sem valores. Ainda que “ganhemos”, satisfazendo o nosso ego, nada disso vale para Deus. A guerra que o SENHOR atua juntamente com a gente é num panorama espiritual, materializando-se de forma exaustiva quando não combatida corretamente! Guerreamos através de nossas orações, louvores e adoração ao SENHOR. Isso me faz lembrar a música do Irmão Lázaro, cantor gospel e baiano: PODEMOS PASSAR PELA PROVA DANDO GLÓRIA A DEUS!!

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. (Ef. 6:12)

Nós fazemos a nossa parte, os anjos fazem a parte deles e Yahweh é conosco. Vejamos o que diz o Salmo 124:
“Se não fora o Senhor, que estivera ao nosso lado,
Israel que o diga”

Lembre-se: “Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz Yahweh dos Exércitos” (Zac. 4:6).

Bom, eu aprendi muito com esse pequeno artigo. Espero haver ajudado um pouco mais a você que o leu também.

Até uma próxima em nome de Jesus

Claudio Santos
Convites: claudinho.adore@hotmail.com
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Escrito por: Pr. Claudio Santos

Tags: A GRANDE BATALHA DO ARMAGEDOM

A GRANDE BATALHA DO ARMAGEDOM
Texto Básico: Zacarias 12:1-10 // Verso Áureo: Zacarias 12:3

INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
Jerusalém é a cidade do grande Rei (Mateus 5:35; Salmo 48:2). Esta é a razão de ser polêmica e motivo de tantas disputas. Por outro lado, é impossível separar a história de Israel desta cidade. Perseguir e tentar tirar Israel de lá, é se envolver num conflito direto com o próprio Deus. Este, todavia, será o passo dado pelas nações, agora confiantes e fortalecidas pelo sucesso da ONU na expulsão do Iraque do Kuwait. É o que está faltando, para a vinda gloriosa do Senhor Jesus e a implantação de Seu Reino aqui na Terra. Armagedom ou Monte Megido significa “lugar de tropas”, pois junto está a planície de Esdrelom, onde se congregarão os exércitos.

QUESTIONÁRIO
1. Qual é um dos principais objetivos de Jesus assumir o comando do planeta por mil anos? Que inimigos terão que ser erradicados?
Jesus se acha assentado à destra do Pai (Col. 3:1), aguardando o momento de completar a restauração ou regeneração de todas as coisas (Atos 3:21; Mat. 19:28). Virá para instaurar o reinado milenar de transição da Terra ao estado edênico, quando deverá vencer a todos os inimigos, dos quais o último é a morte (I Cor. 15:24-28). Reis e nações serão derrotados; esmiuçados (Apoc. 2:26,27; 19:15,21; Dan. 2:34,35; Salmo 2:8,9). Os poderes espirituais das trevas serão aprisionados e tirados de circulação, para não perturbarem o governo sobre o restante das nações (Apoc. 20:1-3; Zac.13:2) . A besta e o falso profeta, serão lançados no lago de fogo (Apoc. 19:20.

2. Chegada a hora, como reagirão as nações e que lhes sucederá ao terem que entregar o poder ao grande Rei? Quem livrará a Israel?
A fúria das nações contra Jerusalém demonstra que passarão o reino ao Messias somente diante da derrota final (Apoc. 11:15, 18). Com poucas exceções, todas as nações serão reunidas, por meio de seus contingentes militares, contra Jerusalém e Israel, e o Senhor os livrará (Zac. 12:3-9; 14:1-4, 12-16; Joel 3:2, 12, 16, 17, 20 e 21).

3. Que papel exercerão os anjos do Mestre, em Sua vinda?
Virão um pouco antes e, como águias, alcançarão suas presas e as destruirão, deixando poucos sobreviventes (Mat. 13:41, 49,50; 24:28,31; Luc. 17:34-37). O joio será queimado no fogo. Os salvos (o trigo), divinamente protegidos, estarão aqui na Terra ainda durante a destruição (Isaías 26:20; Salmo 91:7,8; Mal. 4:1-3), mas logo serão reunidos nas nuvens pelo arrebatamento, para receber ao Rei e Messias Jesus. Grande destruição, elementos ardendo e se fundindo, conforme previsto por Pedro, representam as obras dos homens no planeta (II Ped. 3:10). Lembremo-nos de que, no dilúvio, foi igualmente dito que a terra seria destruída (Gên. 6:13).

4. Por que a guerra contra Israel se dará em Jerusalém e como entender que é um conflito contra o próprio Deus? Que deve suceder aos palestinos?
Jerusalém (cidade de paz) é o lugar escolhido por Deus para Sua habitação e ali Deus pôs Seu santuário e Seu povo (I Reis 11:32-34; II Crôn. 33:4,7; Esdras 2:68). Lá também se concentram os interesses das principais religiões: judaísmo, islamismo e cristianismo. Lá os judeus tem sua história e as ruínas do seu templo; os islamitas construíram a Mesquita de Omar e o cristianismo nominal suas representações. A guerra contra Israel e Jerusalém é contra Deus. Os palestinos, descendentes de Esaú estão posicionados contra Israel e serão punidos pelo Senhor (Obadias vs. 15-21)

5. Seria o Armagedom uma Terceira Guerra Mundial? Por que Armagedom? Por que esta guerra? Quantas batalhas podemos esperar ainda contra Jerusalém?
O combate que ocorrerá na vinda do Messias, na verdade se dará no Vale de Josafá ou Cédrom, junto a Jerusalém. Armagedom é o lugar previsto para o ajuntamento dos exércitos (Zac. 14:1-3; Apoc. 16:16; Joel 2:2,12). Os efeitos deste conflito, no entanto, alcançarão a todo o planeta, pois é o grande dia da ira de Deus e do acerto de contas com reis e nações (Sof. 1:14-18; 3:8; II Ped. 3:10). A descrição revela sim, uma terceira guerra mundial e que o potencial atômico mundial será detonado( Joel 2:1-5; Zac. 14:12). Jerusalém será a capital do Reino Messiânico (Isaías 2:2,3). No fim dos mil anos será objeto de um cerco militar promovido por satanás e os que seduziu dentre as nações, no entanto, fogo descerá do céu e os consumirá (Apoc. 20:1-10).

6. Quando será a vinda de Jesus? De hoje para amanhã? Qual será a situação de Jerusalém, após a batalha do Armagedom?
A Igreja, atenta aos eventos proféticos que vem se desenrolando como a restauração de Israel, o fim do domínio gentio sobre Jerusalém com a guerra dos seis dias em 1967 e o grande teste de força das Nações Unidas (ONU), na expulsão do Iraque do Kuwait, aguarda o desfecho final, que deverá ser uma proposta para retirar Israel de Jerusalém. Profecias falam de um retorno à Terra Santa e a Jerusalém, todavia, depois disto não é predito uma nova retomada da Cidade Santa pelas nações. Estamos agora aguardando o Grande Rei Jesus, o Messias, que vai ocupar o trono de Davi. Assim sendo, Jesus não virá antes desta batalha definitiva. Pregar que Ele pode vir já, é, no mínimo, uma falta de conhecimento das profecias. A Igreja de Deus não está em trevas ( I Tess. 5:4; Efés. 2:20) e tem sólido fundamento nas palavras dos profetas.

IGREJA DE DEUS

Tags: A GRAÇA ALCANÇA MEFIBOSETE

A GRAÇA ALCANÇA MEFIBOSETE

“Disse Davi: Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas? Havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; chamaram-no que viesse a Davi. Perguntou-lhe o rei: És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Sm. 9:1-3)

Davi estava passando por um momento de paz e tranquilidade, após tantas batalhas, confrontos e problemas.
Ali, ele se achava em total descanso após tantas situações de stress.
Neste período, Davi estaria encontrando tempo para refletir sobre seu passado e todas as bênçãos que recebera.
Provavelmente, Davi estivesse se lembrando de seu melhor amigo, Jônatas e de Saul, seu predecessor.
Enquanto meditava sobre estes dois homens e o impacto que havia causado em sua vida,
Davi começou a lembrar de uma promessa que fizera.
Refletiu e em seguida agiu.

A graça de Deus é presente dado sem que mereçamos.
A graça vem indicar o favor divino, gratuitamente oferecido, com base na missão de Cristo, recebida através da confiança humana na palavra de Cristo.
No grego é “charis”.
A palavra traduzida por graça envolve muitos sentidos.
Significa: Graciosidade, atrativos, favor, cuidados ou ajuda graciosa, boa vontade, dom gracioso.

O texto é um relato de graça e favor imerecido, do Rei Davi para com Mefibosete, filho de Jônatas, homem mui amado de Davi, que tempos atrás havia feito uma aliança com Jônatas de fidelidade e bênção.
É uma história semelhante a que Deus o Rei dos reis, por causa de seu amor ao filho, abençoa os homens, apesar de seus pecados.

• Um coração transbordante de graça.

Davi, um vencedor, todas as batalhas foram por ele ganhas, ficou muito rico e abastado.
Faz uma pergunta graciosa.
“Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas?” (II Sm. 9:1)

Davi havia feito uma aliança de amor e fidelidade perpétua com Jônatas e sua posteridade.
“Mas, se meu pai quiser fazer-te mal, faça com Jônatas Yahweh o que a este aprouver, se não to fizer saber eu e não te deixar ir embora, para que sigas em paz. E seja Yahweh contigo, como tem sido com meu pai. Se eu, então, ainda viver, porventura, não usarás para comigo da bondade de Yahweh, para que não morra? Nem tampouco cortarás jamais da minha casa a tua bondade; nem ainda quando Yahweh desarraigar da terra todos os inimigos de Davi. Assim, fez Jônatas aliança com a casa de Davi, dizendo: Vingue Yahweh os inimigos de Davi. Jônatas fez jurar a Davi de novo, pelo amor que este lhe tinha, porque Jônatas o amava com todo o amor da sua alma.” (I Sm. 20:13-17)

O termo amor, usado por Davi, vem do hebraico “hesed”, que significa: Misericórdia, bondade, amor permanente, firme, imutável.

Davi pergunta a Ziba, um servo depreciador.
“És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Sm. 9:3)

Davi não estava perguntando as propriedades físicas do indivíduo, se perneta, aleijado, bom, se era rico, pobre, ou merecedor da graça, o que ele queria era oferecer, presentear Mefibosete.

• Um aleijado em Lo-debar.

Em hebraico significa: um lugar árido, em português, o nome pode significar: terra onde não há pasto.
É como se o servo lhe dissesse que o filho de Jônatas estava vivendo no sítio de completa aridez, aonde não havia colheitas, despovoado, um deserto.
Davi manda buscar o aleijado Mefibosete de Lo-debar.
“Então, mandou o rei Davi trazê-lo de Lo-Debar, da casa de Maquir, filho de Amiel.” (II Sm. 9:5)

Mefibosete recebeu o convite e aceitou ir a até o Rei.

Davi usa de palavras consoladoras para com Mefibosete, um servo desconfiado.
“Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu comerás pão sempre à minha mesa.” (II Sm. 9:7)

Mefibosete chega desconfiado.
Eu, um aleijado, um zé ninguém, que vivo na miséria, ninguém liga pra mim, eu não sirvo pra nada, eu sou pobre.
Quem sou eu?
Pobre só serve para sofrer.
Chega num atitude de auto-depreciação.
“…Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (II Sm. 9:8)

• Uma dádiva imerecida.

De fato, Mefibosete não tinha feito nada que ganhasse este presente.
Mas, houve uma promessa entre Davi e Jônatas.
Aquele dia era dia de graça, e Mefibosete por ser filho de Jônatas, era o receptor da graça de Davi.
“… Por amor de Jônatas..”

O que ele ganhou: Terrenos, casas, servos, riquezas, e o direito de comer na mesa do rei, junto com seus filhos.
“Chamou Davi a Ziba, servo de Saul, e lhe disse: Tudo o que pertencia a Saul e toda a sua casa dei ao filho de teu senhor. Trabalhar-lhe-ás, pois, a terra, tu, e teus filhos, e teus servos, e recolherás os frutos, para que a casa de teu senhor tenha pão que coma; porém Mefibosete, filho de teu senhor, comerá pão sempre à minha mesa. Tinha Ziba quinze filhos e vinte servos. Disse Ziba ao rei: Segundo tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim o fará. Comeu, pois, Mefibosete à mesa de Davi, como um dos filhos do rei.” (II Sm. 9:9-11)

• As comparações da graça de Deus em nossas vidas.

Mefibosete, antes tinha a companhia do Pai.
Mefibosete lembra Adão e sua descendência, um dia ele era perfeito, porém caiu em pecado e ficou marcado para toda a vida.
“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” (Rm. 5:12)
Deus por amor de Jesus estendeu a sua graça aos homens através da cruz e seu amor foi manifesto.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo. 3:16)

Mefibosete, aleijado, nada fez e nada merecia.
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Ef. 2:8-9)
Devemos humildemente receber a graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador.

O rei removeu o aleijado de sua miserável existência, de um lugar árido e desolado para um lugar de comunhão, riqueza e honra.
O Deus nosso pai, faz o mesmo por nós, Ele nos liberta de nosso Lo-debar pessoal de miséria e depravação e nos leva para um lugar de bênção, de honra e riqueza para a comunhão com Ele, comendo as iguarias do rei, e sentando ao lado de seus filhos, os príncipes de Deus.

O ato de coxear, era a marca, a lembrança constante de que Mefibosete, nada valia, e que a graça de Deus, é que foi abundante na sua vida.

“Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rm. 5:20-21)

Mefibosete sentou-se à mesa, junto com outros filhos do rei: Salomão, Absalão…
Somos convidados a sentarmos juntamente com os filhos de Deus, os heróis: Paulo, Pedro, Tiago, Barnabé, Priscila, Febe, Maria, Lucas, Mártires, reformadores, evangelistas….

A vida de Mefibosete é semelhante a nossa.
Deus tem oferecido a humanidade a sua graça, o seu amor e sua misericórdia.

Mefibosete, foi convidado para receber essa graça, aceitou e sentou-se ao lado de príncipes, filhos do rei.

Jônatas um tipo de Jesus, e Mefibosete, somos nós, com nossas marcas e imperfeições, mas, Deus tem tido misericórdias de nós.
Ele nos salvou pela sua infinita graça.
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Ef. 2:8-9)

Alguns têm rejeitado a graça de Deus.
“Usarei de bondade para com Hanum, filho de Naás, como seu pai usou de bondade para comigo. E enviou Davi servos seus para o consolar acerca de seu pai; e vieram os servos de Davi à terra dos filhos de Amom.” (II Sm. 10:2)

Os servos enviados como consoladores, saíram envergonhados daquela cidade, por que, o rei e seus súditos, não aceitaram a graça de Davi.
Por causa dessa rejeição, sofreram as consequências de sua ingratidão.

A graça de Deus tem sido oferecida a todos os homens sem distinção de raça, cor ou nível social.
“No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (Jo. 7:37-38)

Hoje, é um bom dia para receber a graça de Deus sobre tua vida.
Receba e passe a comer a comida de príncipe na mesa do Rei da Glória.

Só no Reino do Messias poderemos expressar adequadamente o que esta verdade significa para nós, o fato de Ele nos ter escolhido em nossa condição pecaminosa e rebelde e nos tirar, pela graça, de um lugar árido e nos dar um lugar à Sua mesa.
E, em amor, Ele permitiu que a Sua toalha de graça cobrisse o nosso pecado.

Que a graça de Deus te alcance.

Amém!!!

Postado por Pr. Alcir Marinho

Tags: A Generosidade Cristã

A GENEROSIDADE CRISTÃ
HEBREUS 6.9-12
INTRODUÇÃO
Todo cristão deve viver sob o controle do Espírito Santo, tendo íntima e profunda experiência com Cristo;
– Ter o seu espírito aberto e receptivo à ordem de Deus;
– Ter o prazer de ajudar liberalmente a igreja e ao próximo que está em dificuldades.
O que na realidade vem a ser generosidade cristã?
Veremos três aspectos do que é generosidade cristã:
1) A GENEROSIDADE CRISTÃ É AMAR
a) 1ª Jo.1:15 – “…Aquele que odeia ao seu irmão é assassino…”
b) Amar ao próximo como a si mesmo é um ato de generosidade
c) A prática dessa generosidade nos torna verdadeiramente Filhos de Deus – 1ªJo.5:2
d) Se eu e você quisermos cumprir a Palavra temos que amar – Rm. 13:10.
2) A GENEROSIDADE CRISTÃ É DAR
a) Jo.3:16 –“…deu ao Seu Filho…” . Deus nos deu Jesus para nos libertar do pecado;
b) E Jesus se deu voluntariamente na cruz para nos dar a vida eterna;
c) Ele deu visão aos cegos, deu vida aos mortos, etc.;
d) Deus assim nos convida a darmos prova desse amor que dizemos ter. Haverá bênçãos se cumprirmos a lei do amor.
3) A GENEROSIDADE CRISTÃ É VIVER A VIDA DE JESUS
a) Jo.4:14 – “… aquele que beber…” – tem que beber da vida de Jesus para poder ser generoso;
b) Jo.10:10 – “… eu vim para tenham vida e a tenham em abundância”. Tenham vida de paz, vida de amor, vida de alegria, etc.;
c) Mesmo que você se ache vencido (sem forças), crendo nEle viverá – Jo. 11:25-26;
d) Viva a vida de Jesus – Seja amoroso, alegre, cordial, bondoso, etc. CONCLUSÃO
– Devemos nos dar para a causa do Senhor;
– Devemos nos dar para a igreja do Senhor;
– Devemos nos dar para o povo que Ele tanto amou, com alegria e com todo amor.
Pr. José Pinto de Oliveira Filho

Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

Tags: A Fornicação: A Defesa do Sexo Endeusado

A Fornicação: A Defesa do Sexo Endeusado

Os desejos sexuais não devem ser objeto de ódio ou de vergonha. Podemos, e devemos, celebrá-los como um dom precioso. Deus é o autor deles (Gênesis 1:27; 2:22-24) e os declarou bons (Gênesis 1:31). O nosso Criador projetou o sexo não apenas para aumento do prazer físico e do bem-estar dos cônjuges no casamento, mas também para facilitar a expressão de seu carinhoso compromisso. Se o sexo, feito na intimidade do casamento, pode ser puro e santo (veja Hebreus 13:4; Romanos 13:1), não devemos imaginar que o nosso desenvolvimento espiritual seja mais bem atendido se negarmos a importância dos atos físicos do amor. O apóstolo Paulo admoesta sem rodeios aos casais: “Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:5).

Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompidas. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse “sexo solto” como “fornicação”. O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.

Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tém a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas conseqüências.

Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses “casos” impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a autodiscriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.

Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos “manifestos” da carne, mas também o põe no topo da lista “carnal” de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que “fugissem da fornicação”, explicando que “qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter conseqüências prejudiciais sobre o homem em geral.

Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!

A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).

Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: “Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.

por Jerry R. Earnhart

Tags: A FÓRMULA EFICAZ PARA A VERDADEIRA PROSPERIDADE

A FÓRMULA EFICAZ PARA A VERDADEIRA PROSPERIDADE

INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Josué 1:7-9
1. Há muita gente desejando a prosperidade, porém sem ter sucesso na sua busca.
2. Há muitas teorias humanas que apontam a prosperidade, mas não são seguras.
3. Há muitas teorias bíblicas misturadas com conceitos humanos que apontam a prosperidade, também não são seguras.
4. Há apenas uma direção segura quanto a verdadeira prosperidade, essa é a verdade contida na Bíblia.

I. IMPERATIVOS DE UM DEUS SÁBIO QUANTO À PROSPERIDADE VERDADEIRA – Josué 1:7, 9
1. Deus ordena: “Esforça-te”.
2. Deus incentiva: “Tem bom ânimo”.
3. Deus apela: “Sê mui corajoso”.
4. Deus preceitua: “Não pasmes, nem te espantes porque o Senhor é contigo…”

II. DIRETRIZES DE UM DEUS SÁBIO QUANTO À PROSPERIDADE VERDADEIRA – Josué 1:7-8
1. Deus orienta: Obedece a Bíblia – “Cuida em fazer conforme toda a lei”.
2. Deus insiste: Siga unicamente a Bíblia – “Dela não te desvies nem para a direita nem para a esquerda”.
3. Deus persiste: Testemunhe sobre a Bíblia – “Não se aparte da tua boca o livro desta lei”.
4. Deus instiga: Medite diuturnamente na Bíblia – “Medita nela dia e noite”.

CONCLUSÃO:
1. A prosperidade verdadeira depende da busca correta na fonte certa: Deus.
2. A prosperidade verdadeira só é possível com o auxílio de um poder sobrenatural: Do céu.
3. A prosperidade verdadeira está na fórmula apontada pela palavra de Deus: a Bíblia.
4. A prosperidade verdadeira depende do foco e atitude de quem a procura: você.

APELO:
1. Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje!
2. Não tente outra fórmula, só o caminho apontado pela Bíblia conduz ao verdadeiro sucesso.
3. Não tente outro método, só aquele estabelecido por Deus funciona de forma estável e te faz ser bem sucedido.
4. Não desanime, Deus promete estar contigo por onde quer que andares, caso você permita.
Pr. Heber Toth Armí

Tags: A FORÇA DA CONFISSÃO

A FORÇA DA CONFISSÃO
Texto – Tiago 5.16
INTRODUÇÃO – Para muito de nós, o ministério da reconciliação nos convoca tanto a corrigir outros cristãos quanto a examinarmo-nos a nós mesmos, a olhar para o nosso íntimo, a olhar para o nosso passado e fazer uma avaliação de nós mesmos. Mesmo depois de termos os nossos pecados perdoados e esquecidos por Deus, com freqüência novamente começamos a entulhar sobre nós mágoas, ofensas ou raivas de pessoas com quem nós convivemos no nosso dia a dia, quer seja em casa, na igreja ou na vida secular. Muitas vezes esses entulhos nos levam a quebra de relacionamentos, porém, cremos em um Deus que através do perdão restaura relacionamentos quebrados.
PROPOSIÇÃO – O texto nos ensina que se desejarmos livrar do entulho, ser curado, ser restaurado, precisamos ter a honestidade, a integridade e a coragem para procurar a pessoa a quem fizemos mal e confessar esse mal.
S. INTERROGATIVA – Quais as funções positivas da força do perdão na nossa vida?
S. TRANSITÓRIA – Gostaria de abordar nesta ocasião sobre três funções.
DESENVOLVIMENTO:
1. A CONFISSÃO TRAZ CURA E PAZ ÀS NOSSAS ALMAS E NOS LIBERTA DA CULPA.
• O maior problema das pessoas é que querem carregar os seus pecados do que confessá-los. E quando essas pessoas assim procedem, os seus fardos cobram juros e tornam-se mais pesados a cada dia que passa(Mt. 11.28);
• Imagine você cometer um pecado, não confessá-lo e ficar carregando esse fardo por 1 dia, 1 semana, 1 mês, 1 ano, 10 anos, 20 anos… Não vale a pena.
• Você tem que procurar livrar-se dele para viver em paz.
2. A CONFISSÃO TRAZ PERDÃO DA PARTE DAQUELE A QUEM FIZEMOS MAL E PRODUZ RECONCILIAÇÃO.
• Vejamos o que Jesus nos ensina no Sermão da Montanha – Mt. 5.23,24 – Ele ensina aqui que um relacionamento é mais importante que a religião.
• Você conhece algum irmão ou irmã em Cristo que tem algo contra você? Alguém a quem você tenha magoado ou fofocado, ou furtado algo, ou ofendido?
• Se existir, Deus deseja que comece agora mesmo a orar e trabalhar para a restauração desse relacionamento. Ele deseja a reconciliação entre irmãos mais que toda a nossa prestação de serviço religioso.
3. A CONFISSÃO NOS TORNA MAIS CONSCIENTES DE NOSSOS PECADOS E DE COMO ELES AFETAM AS PESSOAS.
• Somos crentes em Jesus, mas, não somos perfeitos. Temos ainda algumas áreas da nossa vida que são ásperas, e que essa aspereza ferem outras pessoas e elas estão observando nosso comportamento;
• Se confessarmos as falhas, e nos reconciliarmos com aqueles a quem ferimos ou temos mágoas, tornar-nos-emos mais sensíveis a seus sentimentos e essa aspereza vai desaparecendo de nós;
• Tornar-nos-emos mais semelhantes a Cristo.
APLICAÇÃO – A confissão nos liberta da culpa, restaura-nos espiritual e emocionalmente, e restaura o nosso relacionamento uns com os outros. A confissão traz saúde ao corpo de Cristo, a igreja. Se você magoou a um irmão ou irmã, ou precisa confessar seu pecado a esse irmão ou irmã, faça-o. Não precisa confessá-lo perante a congregação. Vá até a ele ou ela e reconcilie-se.
CONCLUSÃO – A Bíblia nos mostra a forma de sermos curados, de sermos reconciliados, de sermos perdoados e de sentirmo-nos perdoados. O irmão que está afastado de nós pode ser levado pela morte a qualquer momento, e, com ele, nossa última oportunidade de reconciliação e de amar e perdoar uns aos outros.
Veja o desejo de Deus Cl. 3.13,14. O ministério da reconciliação é imposto a todos quantos exaltam o nome de Jesus como Senhor e Salvador. Que possamos ter o amor e a coragem para sempre buscar a reconciliação, e como resultado, louvar a nosso Deus. AMÉM!!!
Pr. José Pinto de Oliveira Filho

Escrito por: Pr. José Pinto de Oliveira

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