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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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A Força da Oração

A Força da Oração

“Não temas, porque Deus ouviu a voz do
menino desde o lugar onde está”- Gn 21:17.

Uma criança era a preocupação constante de seus pais. Doente, franzina, desatenta, com sintomas alarmantes aumentando: convulsões e sinais que denotavam uma suspensão no crescimento físico e intelectual.

Um dia, o pai da criança reparou que o filho estava orando; a oração patética que ele ouviu deu-lhe um vislumbre de esperança.

“Tu sabes, Senhor, como meu pai e minha mãe estão desiludidos comigo. Eles nada acham em mim que lhes dê alegria. Tu sabes porquê. Tu sabes porque me deste o fardo destas terríveis convulsões, mas eu confio em Ti até ao fim…”

O Pai decidiu fazer o seu filho mudar de ares, levando-o a empreender uma viagem. Na volta, o menino retornou à escola e eis que fez rápidos progressos passando, em pouco tempo, à frente de seus colegas.

Vários anos após, o pai, finalmente feliz, pôde testemunhar: “Na Universidade, meu filho foi escolhido para Presidente da turma; e, mais tarde, em um congresso mundial, foi escolhido para Vice-Presidente. É Ele agora um dos principais médicos especialistas, conhecido no mundo inteiro. Esta criança idiota que um dia disse a Deus que confiava nEle, esta criança que cria, apesar de não compreender…”

Davi, no Salmo 34:15, confessa: “Os olhos de Yahweh estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor”.

Após ler estes fatos e ouvir esta declaração do Rei Davi, acreditemos que:
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para acolher a oração mais fraca que possamos imaginar;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração feita na maior angústia;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração vinda de um coração sedento;
• Aquele que criou os céus e a terra Se inclina para ouvir a oração que fazemos justamente no lugar em que nos encontramos;
• Aquele que criou os céus e a terra quer confidenciar ao nosso coração, dizendo: “Não temas, crê somente!”.
Disse Jesus: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus” – Mt 18:3.

Quais criancinhas, falemos com o Senhor, confiemos a Ele os nossos ideais, acreditemos na Força e no Poder da Oração!

Escrito por: Pb. Osmar de Lima Carneiro

Tags: A Fonte Da Unção é a Palavra!

A Fonte Da Unção é a Palavra!

* Alguém dirá: — Mas o que é a Unção ? A Unção é uma MANIFESTAÇÃO do Espírito Santo em nós !A Unção é uma consequência da presença da Palavra ! Quando há a Palavra o Espírito se manifesta ! SE NÃO HOUVER A PALAVRA NÃO HAVERÁ A UNÇÃO ! Por isso é preciso “FALAR a Palavra, ORAR a Palavra, PREGAR a Palavra, ENSINAR a Palavra, CANTAR a Palavra,enfim: VIVER A PALAVRA !”

São essas coisas que fazem a Unção se manifestar em nós ! Porque é impossível fazer A OBRA DE DEUS sem a Unção ! Deus mesmo disse: “Não por força, nem por violência, mas PELO MEU ESPÍRITO !” (Zac. 4: 6) Deus está dizendo: “…mas através da Minha Unção !” É através da Unção (da manifestação) de Deus que fazemos a Sua obra, porque A OBRA DE DEUS é feita PELO ESPÍRITO DE DEUS ! E o Espírito se manifesta através da Palavra. Quando há Palavra há manifestação do Espírito !

Quando há Palavra há Unção de Deus ! SEM PALAVRA, SEM UNÇÃO !SEM PALAVRA, SEM MANIFESTAÇÃO ! De modo que “o combustível” que faz A OBRA DE DEUS andar, É A PALAVRA ! O “segredo” está na Palavra ! A Palavra é a Fonte ! Se você deseja A UNÇÃO em sua vida, você precisa PRATICAR a Palavra em sua vida ! Deus mesmo disse: “Eu velo sobre A MINHA PALAVRA, para a cumprir !” (Jerem. 1: 12) Deus disse: “Assim será A PALAVRA que sair da Minha boca: Ela não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei…” (Isa. 55: 11) Deus não pode passar “por mentiroso”, Ele vela pela SUA PALAVRA, e ELA PROSPERARÁ naquilo que Deus a enviou…

Deus disse: “Não é A MINHA PALAVRA como FOGO, diz Yahweh, e como MARTELO que esmiúça a penha ?” (Jerem. 23: 29) A Palavra é como fogo que purifica ! A Palavra é como martelo que quebra e destrói o coração endurecido… Deus tipifica a Palavra “como um martelo” que “bate forte”, para fazer a Palavra se cumprir…

Veja que ANTES da sua morte, Jesus venceu o diabo COM A PALAVRA ! (Mat. 4: 4, 7 e 10) Isso nos ensina que, SÓ VAMOS VENCER OS OBSTÁCULOS DA VIDA COM A PALAVRA ! Pois através da Palavra Deus se manifesta ! Por isso, PRATIQUE A PALAVRA todos os dias para que você ande em excelência fazendo A DIFERENÇA por onde você passar… (Malaq. 3: 18)

* Apóstolo Marcos Gomes – 12 de JUNHO de 2.005.

Tags: A Fidelidade dos Obreiros de Yahweh

A Fidelidade dos Obreiros de Yahweh

Texto Áureo: Fp. 2.19 – Leitura Bíblica: Fp. 2.19-29
INTRODUÇÃO
Estamos diante de uma crise ministerial no contexto evangélico, existem líderes empresariais nas igrejas, mas poucos com autoridade espiritual. Na aula de hoje destacaremos a atuação espiritual de três obreiros do Senhor: Paulo e o seu amor pela cngregação, Timóteo e sua aprovação para a liderança, e por último, Epafrodito, sua dedicação aos servos de Deus. Todos esses apresentam, como principal característica ministerial, a fidelidade ao Senhor.
1. PAULO, UM OBREIRO AMOROSO
Paulo, conforme destacamos em Fp. 2.17, demonstrou ser um obreiro que estava disposto a sacrificar a própria vida em prol da obra de Deus. Lembramos que, para esse Apóstolo, o viver era Cristo, por conseguinte, ele não tinha a sua vida por preciosa (Fp. 1.21; At. 20.24). Diferentemente de muitos supostos pastores dos dias atuais, Paulo não buscava seus próprios interesses, antes punha Cristo em foco, e buscava o melhor para o rebanho. Ele sabia o real significado do pastorado, algo que tem sido esquecido pelas gerações modernas, que, no contexto bíblico, sempre esteve associado ao sacrifício (Jo. 10.11-16). Essa é justamente a prova maior do amor, a disposição para entregar a própria vida pelo outro. Por isso somente podem dizer “não vivo eu, mas Cristo vive em mim” (Gl. 2.10) aqueles que encarnam a condição sacrificial de Cristo, o desprendimento para carregar as marcas da cruz de Cristo. Se preciso fosse Paulo morreria por causa do evangelho de Jesus Cristo, ofereceria sua vida como libação a favor do serviço pelos outros (II Tm. 4.6). E mais ainda, assim o faria não por constrangimento, mas com alegria proveniente do alto, produzida pelo Espírito (Fp. 2.18). Enquanto muitos procuram felicidade nos livros de autoajuda, Paulo nos dá, para este tempo, uma instrução a fim de obtermos a verdadeira alegria. O cristão não é feliz, ele simplesmente é mais do que feliz, é bem-aventurado, independentemente das circunstâncias. A alegria que vem de cima, que parte de Deus, gerada pelo Espírito (Gl. 5.22), é contagiante. Ninguém gosta de estar perto de crentes que somente murmuram e provocam contendas. Paulo, ao invés de desanimar a congregação, estimula a alegria mútua, fundamentada no amor. Precisamos de obreiros com conhecimento bíblico, mas também com amorosos, para não incharem (I Co. 8.3).
2. TIMÓTEO, UM OBREIRO APROVADO
Timóteo, o jovem obreiro do Senhor, foi aprovado por Deus, e escolhido por Paulo. Sabemos, a partir de II Tm. 1.5, que sua mãe e avó eram crentes em Jesus. O próprio Timóteo era conhecedor das Escrituras, por isso não tinha do que se envergonhar, pois manejava bem a Palavra da Verdade (II Tm. 2.15). Mas Timóteo não apenas conhecida a Palavra de Deus, ele a exercitava, principalmente no que tange ao companheirismo ministerial. Timóteo se converteu na primeira viagem missionária de Paulo e uniu-se ao Apóstolo durante sua segunda viagem missionária (At. 16.1,2). Paulo destaca que Timóteo era seu filho na fé (I Tm. 1.2), cooperador na labuta (Rm. 16.21), mensageiro às igrejas (I Ts. 3.6; I Co. 4.17). A competitividade ministerial está distanciando cada vez mais os obreiros uns dos outros. A carência de “Timóteos” já é sentida no contexto pastoral, obreiros servos nos quais se possa confiar nos momentos de adversidade. A disputa por espaços, limitados no sistema eclesiástico institucionalizado, tem gerado desconforto, e até enfermidades entre os obreiros. É triste constatar que até mesmo subterfúgios mundanos estão sendo usados para descredenciar desafetos no ministério. Que Deus levante, nesta geração, verdadeiros “Timóteos”, obreiros simples, em alguns casos jovens (I Tm. 4.12), mesmo tímidos (II Tm. 1.7,8), alguns doentes (I Tm. 5.23), mas que sejam aprovados por Deus (Fp. 2.22), que cuidem dos interesses de Cristo (Fp. 2.21) e da Sua congregação (Fp. 2.20). Paulo elogia Timóteo, dizendo que não tem outra pessoa com “igual sentimento”, isopsychos em grego, isto é, alguém que pensava com Ele, e com Cristo (I Co. 12.15,16). A principal dificuldade dos obreiros do presente é a de encontrarem sucessores, pessoas para as quais eles possam “passar o bastão”. O apadrinhamento ministerial tem sido danoso para a congregação contemporânea. As pessoas estão sendo consagradas não por critérios espirituais, mas pela aproximação com alguma autoridade eclesiástica. Nos tempos de eleições convencionais o interesse por eleitores acaba sobrepujando a de obreiros aprovados, comprometidos com a seara do Senhor. Que Deus, nestes dias difíceis, desperte “Timóteos” para a Sua obra, homens que não busquem status, mas, sobretudo, disposição para servir (Fp. 2.22).
3. EPAFRODITO, UM OBREIRO DEDICADO
Esse valoroso obreiro do Senhor somente é citado na Epístola de Paulo aos Filipenses. Por pouco não se tornou um daqueles obreiros anônimos. Não podemos esquecer que a obra de Deus é feita também por aqueles que trabalham na surdina. Não são poucos aqueles que se gastam em prol do Reino de Deus, que não fazem promoção pessoal dos seus trabalhos. Eles são esquecidos pelas autoridades eclesiásticas, às vezes passam despercebidos na igreja local. Mas Deus, nos altos céus, acompanha a labuta de cada um deles, e em tempo oportuno, reconhecerá tal trabalho (Mt. 25.21). Epafrodito significa “amável” e seu caráter tem tudo a ver com esse nome, pois não media esforços para servir ao Senhor e aos Seus obreiros com amor. Ele foi o portador da Epístola de Paulo aos Filipenses, também levou uma oferta coletada pelos irmãos daquela igreja ao Apóstolo, e com a intensão de assisti-lo na prisão em Roma (Fp. 2.25, 30, 4.18). Paulo destaca algumas características desse obreiro dedicado: irmão, parece um atributo de menor importância, mas essa é a maior qualidade de um obreiro (Fp. 2.25), cooperador, alguém que se coloca à disposição para ajudar (Fp. 2.25), companheiro, alguém que não deixou Paulo sozinho na hora da luta (Fp. 2.25). Mas Epafrodito não era perfeito, tinha suas limitações, como todo obreiro do Senhor. Contrariando a teologia da saúde, que permeia alguns ciclos evangélicos, Epafrodito adoeceu. Não podemos condicionar a espiritualidade do crente à sua saúde física e/ou mental. O Deus da Bíblia é o mesmo, Ele ainda cura hoje, mas soberanamente, às vezes, decide não curar. Epafrodito não apenas adoeceu, ele quase morreu, trazendo preocupação a Paulo. A morte de Epafrodito não entristeceria a Paulo por causa da sua possível partida, mas pelo sacrifício daquele obreiro pela causa do Apóstolo, e da sua distância de casa. A doença de Epafrodito tem um aspecto mental, pois ele “tinha muitas saudades” e estava “muito angustiado” (Fp. 2.26,27). Qualquer obreiro do Senhor pode passar por adversidade, sofrer por motivo de enfermidade, seja ela física ou mental. No caso de Epafrodito, o Senhor restituiu Sua saúde, confortando o coração de Paulo, que o enviou de volta a Filipos. E mais interessante, orientando que Epafrodito não fosse recebido como um desertor, mas com alegria e honra, como um obreiro dedicado à obra do Senhor (Fp. 2.29).
CONCLUSÃO
Três obreiros, três características, que podem ser resumidas em uma palavra: fidelidade. As vidas de Paulo, Timóteo e Epafrodito servem de estímulo aos obreiros desta geração. Que os jovens obreiros possam aprender, a partir desses exemplos, e de tantos outros de obreiros fiéis, a discernir o real significado do ministério cristão. O legado desses obreiros fiéis do Senhor é o amor sacrifical, a aprovação pela Palavra e a dedicação ao serviço.

BIBLIOGRAFIA
BARTH, K. Epistle to the philippians. Louisville: Westminster John Knox Press, 2002.
WIERSBE, W. W. Philippians: be joyfull. Colorado: David Cook, 2008.
| Autor: Prof. José Roberto A. Barbosa

Tags: A Felicidade do Perdão

A Felicidade do Perdão
Texto: Sl 32.1-7
Introdução: A felicidade tem sido procurada ardentemente pelos povos de todos os tempos. Alguns a procuram no dinheiro, na riqueza; outros na fama. Muitos tentam encontrá-la no casamento, na família e em outros lugares. Infelizmente todas estas opções de felicidade estão ligadas a circunstâncias, que nem sempre permitem que esta felicidade seja duradoura. No entanto a Bíblia, a Palavra de Deus, revela onde com toda a certeza podemos encontrar a verdadeira felicidade.
1- A fonte da felicidade.

a) Bem-aventurado (feliz) o que é perdoado (vs. 1 e 2) – Quando somos perdoados nosso coração fica leve, nosso rosto sorridente, o peso da culpa e da dor são retirados de nós.

b) Yahweh é quem dá o perdão (Dn 9.9 – 10) –“ Mas tu és misericordioso e estás pronto para nos perdoar, mesmo quando nos revoltamos contra ti. Desobedecemos à tua ordem, ó Yahweh, nosso Deus, e não seguimos as leis que nos deste por meio dos teus servos, os profetas”. O verdadeiro perdão vem de Deus.

c) Jesus tem autoridade para perdoar (Mt 9.6) – Jesus demonstrou sua autoridade de perdoar quando foi para a cruz em nosso lugar. Portanto, só Ele, que se entregou por nós, tem capacidade para dizer: “Perdoados estão os teus pecados”.

d) O bom ânimo vem com o perdão (Mt 9.2) – O Senhor nos diz que o perdão nos dá um ânimo novo, novas expectativas, vontade de viver, porque com ele vem a certeza que tudo será diferente.

2- O caminho para a felicidade.

a) Não se calar acerca do pecado (vs. 3,4) – Calar significa tentar esconder, disfarçar, dissimular, ou até mesmo não reconhecer o próprio pecado. Quando fazemos assim nosso corpo sofre, nos tornamos pessoas secas, vazias, envelhecidas, com um humor ruim e desagradável.

b) Confessar o pecado (v.5) – Quando conseguimos enxergar o nosso verdadeiro estado e queremos resolver a questão, precisamos saber o que fazer. A Bíblia nos ensina que o salmista, confessou a Yahweh, os seus pecados e maldades. Quando fazemos isso, recebemos paz e nos tornamos prósperos. Em Pv 28.13 lemos: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que confessa e deixa alcança misericórdia”.

c) Deixar o caminho do ímpio (Is 55.7) – “Que as pessoas perversas mudem a sua maneira de viver e abandonem os seus maus pensamentos! Voltem para o Senhor, nosso Deus, pois ele tem compaixão e perdoa completamente”. Quando recebemos o perdão e desejamos andar de maneira vitoriosa, devemos deixar as velhas práticas. Assim evitamos retornar a situação anterior.

3- Como achar a felicidade.

a) Pedir a Deus em oração (vs 6a) –“ Por isso, nos momentos de angústia, todos os que são fiéis a ti devem orar”. Devemos pedir claramente a Deus que nos perdoe e que nos ajude a romper com o pecado, com as nossas deficiências, sejam elas quais forem: caráter, finanças, rejeição, dificuldades de relacionamento, etc.

b) A tempo de poder achá-Lo (vs 6) – Quanto mais tempo passa, pior fica para nós a ação das transgressões. Há pessoas que esperam, por exemplo, que o casamento esteja praticamente acabado para então buscar ajuda; que esperam que a angústia, se transforme em mágoa e então, quando já estão com depressão, buscam socorro.

c) No Senhor (vs 7) – “Tu és o meu esconderijo; tu me livras da aflição. Eu canto bem alto a tua salvação, pois me tens protegido”. Não há outro que nos possa Dara a verdadeira felicidade. Só o Senhor nos livra, nos esconde, nos preserva, enfim, Ele coloca em nós, novos cânticos de alegria.

Conclusão – A verdadeira felicidade está na fonte do perdão chamada JESUS! Já que só Ele foi até a cruz, muitos homens e mulheres (João, Maria, Marta, entre outros) estavam próximos da cruz, mas isso não resolve. Jesus é quem foi pregado, portanto, só Ele tem o caminho para a felicidade. Uma felicidade que não depende das circunstâncias desta vida, uma felicidade que não é passageira, pelo contrário, é eterna.
Se você quer receber esta felicidade em sua vida hoje, faça uma oração a Deus confessando os seus pecados, faltas e falhas, sabendo que Ele é fiel e justo para lhe perdoar.

Gilvanete de A. C. Silva – Extraído e Adaptado

Tags: FÉ, A DÚVIDA E A VITÓRIA

FÉ, A DÚVIDA E A VITÓRIA

“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma. Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor; é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz. “
Tiago 1:2-8
FÉ VITORIOSA
O livro de Hebreus, capítulo 11:6 evidencia a importância da fé na nossa relação com Deus: “De fato, sem fé, é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.”
Mais do que um imperativo e uma convocação para crermos, é uma demonstração de como a fé é fundamental nas muitas práticas do dia a dia. Sem fé somos nada, sem fé não é gerada a esperança em nós, sem fé não conseguimos nada, sem fé andamos sem rumo, sem destino, sem Deus.
A fé visualizada por Deus para seus filhos não é uma fé qualquer e nem faz parte do objeto da atividade humana, ou da ação do homem, mas expressa credibilidade na existência de um Deus presente, vivo, que se importa com suas criaturas, e que sustenta todas as coisas pelo seu poder e pelo seu braço forte.“Pois Yahweh é o grande Deus, o grande Rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, os cumes dos montes lhe pertencem. Dele também é o mar, pois ele o fez; as suas mãos formaram a terra seca. Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante de Yahweh, o nosso Criador; pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz.” Salmos 95:3-7
Jesus exorta o apóstolo Pedro que ficara estupefato quando viu que a figueira que ele amaldiçoou havia secado: “ …Tende fé em Deus”. Mc 11:22 Passando então a discorrer a Pedro da importância da fé para fazer grandes obras, e até remover montes. “Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito. Portanto, eu lhes digo: tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá.” Marcos 11:23-24
1. A fé é testada pelas circunstancias adversas de nossas vidas:
Nas provações. “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança.” Tia 1:2,3, “Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam.” Tia 1:12
Nas orações. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.” Tia 1:5,6, “Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres.” Tiago 4:3
Nas tentações. “Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça, sendo por esta arrastado e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte. Tiago 1:13-15
Na santidade para com Deus. “Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus. Portanto, livrem-se de toda impureza moral e da maldade que prevalece, e aceitem humildemente a palavra implantada em vocês, a qual é poderosa para salvá-los.” Tia 1:19-21
Nas nossas conversações diárias. “Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo.” Tiago 1:26; “Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo. Tiago 3:2
No julgar nosso próximo. “Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as com favoritismo.” Tiago 2:1, ” Irmãos, não falem mal uns dos outros. Quem fala contra o seu irmão ou julga o seu irmão, fala contra a Lei e a julga. Quando você julga a Lei, não a está cumprindo, mas está se colocando como juiz. Há apenas um Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e destruir. Mas quem é você para julgar o seu próximo?” Tiago 4:11-12
2. O fundamento maior da fé são as obras de caridade, de misericórdia.“De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: “Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se”, sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta. Mas alguém dirá: “Você tem fé; eu tenho obras”. Mostre-me a sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras.” Tiago 2:14-1
A DÚVIDA GERA DERROTA
“Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá coisa alguma do Senhor; é alguém que tem mente dividida e é instável em tudo o que faz. “ Tia 1:6-8
Definição de dúvidas: Dúvida (derivado do latim dubitare) é uma condição psicológica ou sentimento caracterizado pela ausência de convicção opondo-se à crença/fé e ao saber. Ela é a incerteza ou desconfiança em relação a uma ideia, um fato, uma ação, de uma asserção ou de uma decisão. Para que se estabeleça a dúvida em geral é necessária uma noção de realidade do fato em que existe a suspeita, e isto pode adiar a decisão de ações relevantes ao fato, pois podem estar incorretas ou incompletas.
Segundo Dr Champlin: “Assim como a fé é fundamental à atitude religiosa, assim também a dúvida revela defeito na vida espiritual, falta de outorga da alma a Cristo, carnalidade e debilidade espiritual. Tal pessoa fez pouquíssimo progresso espiritual: seus conceitos são apenas palavras estéreis, e não experiências do homem interior. Suas orações são egoísticas e ineficazes.”
O Apóstolo Tiago usa uma metáfora para conceituar aqueles que duvidam na hora de pedir alguma coisa a Deus. “ … quem duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento.” Ou seja, a onda do mar não tem vida própria, nem destino, mas é impelida e agitada ao sabor do vento, que lhe comanda.
Lembrei-me de outro texto de Efésios 4:14 que fala sobre a importância dos diversos ministérios na vida igreja, (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, e mestres) para se evitar que muitos crentes sejam “…como meninos (na fé) agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, e pela astucia com que induzem ao erro.”
Tiago fala das consequências geradas pelo que duvida:

– Quanto a sua oração: Não alcançará do Senhor coisa alguma.
– Quanto ao caráter: Homem de ânimo dobre (dividido), inconstante em todos os seus caminhos.
CONQUISTANDO O IMPOSSÍVEL
“Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz (Bem-aventurado) naquilo que fizer.” Tiago 1:25
O apóstolo Tiago fala da possibilidade de conquistarmos o impossível. Algumas dicas são claras em seu livro, sobretudo quando se refere ao pedirmos sabedoria de Deus. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” Tia 1:5
A sabedoria que vem de Deus é manifesta em nosso modo de agir, nosso proceder no dia a dia, e sabemos que muitas consequências que colhemos no presente, são reflexos de decisões erradas que tomamos no passado. Em outras palavras decisões não sábias: “Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento, mediante obras praticadas com a humildade que provém da sabedoria.” Tiago 3:13 “Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera.” Tiago 3:17
No livro de provérbio 1:7 fala que o principio da sabedoria é o temor de Yahweh. Por outro lado o apóstolo Tiago nos dá conselhos para conquistarmos o impossível, ou como ele mesmo disse: ”… não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz (Bem-aventurado) naquilo que fizer.” Tia 1:25
1. Pedir sabedoria de Deus. Tia 1:5
2. Crer nas promessas de Deus. Tia 1:6
3. Obedecer à Palavra de Deus. Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer.” Tiago 1:22-25
4. Cumprir a palavra empenhada. “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei, como havendo de ser julgados pela lei da liberdade.” Tiago 2:12; 5:12
5. Ser paciente e se fortalecer até a vinda de Cristo. “Sejam também pacientes e fortaleçam o coração, pois a vinda do Senhor está próxima.” Tiago 5:8
Em sua carta, o apóstolo Tiago nos ensina sobre a fé vitoriosa, a dúvida que gera derrota e que não pode fazer parte da nossa vida. E aprendemos também sobre como conquistar o impossível. A carta é de uma exortação singular, a fé que temos em Deus deve ser demonstrada com atitudes que evidencia uma verdadeira transformação na prática do dia a dia, tanto em relação a Deus, quando nos prostramos perante Ele, quanto ao próximo, quando vemos suas necessidade materiais e prestamos auxílio.
Que nossas vidas sejam pautadas pelo cumprimento dos mandamentos de Deus. Só assim teremos vitórias em tudo que praticarmos.

Pr Francisco Nascimento

Tags: A Fé sem Obras é Morta

A Fé sem Obras é Morta

Basta ter fé e já estou salvo…não precisa de mais nada….Será??
“Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.”
(Tiago 2:14-17)
É por isso que Lutero, fundador do Protestantismo queria arrancar da Bíblia o Evangelho de São Tiago, a qual chamava “Carta de Palha”.
Por que dizem NÃO as Obras ?
Tudo para não Servir……………
Um exemplo claro disso é que a citação que fazem da carta de São Paulo aos Efésios continua afirmando o que segue:
“Por que somos obra Sua, criados em Yehshua o Messias para boas obras, que Deus preparou para caminharmos nelas.”(Efésios, 2:10).
Ora, Deus nos criou para boas obras.
Porque então os sectários renegam a necessidade das obras, se Deus nos criou para elas ??? ???
Na verdade, somos salvos por Fé e obras, pois como disse São Tiago, em sua carta, “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma” (Tiago, 2:17).
Nem Lutero pai dos protestantes conseguiu se livrar desta. Tanto que quis tirar a Epistola de São Tiago da Bíblia imcompleta dos protestantes, e a chamou de “carta de palha”.
A palavra heresia significa escolha, portanto herege é aquele que escolhe. Os sectários são hereges porque escolhem na Bíblia os trechos que aparentemente lhes dão razão e ignoram aqueles trechos que os contradizem.
FAZER A VONTADE DO PAI – Boas Obras
É importante colocar em PRÁTICA a Fé e os Ensinamentos Cristãos. Ter AÇÕES que justifiquem sermos chamados filhos de Deus.
Ou seja, devemos sim reconhecer que Deus é o Senhor, crer e anunciar a sua missão salvífica do Messias, porém lembremos que os nossos gestos e atitudes são por si mesmo a maior demonstração de Jesus em nossas vidas e a maior evangelização que podemos trasnmitir.
Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres?. E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus! (Mt 7, 21ss)
Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi.
Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? (perguntou Yeshua)
(Mt 21, 28-30)
…e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, (Heb 10:24)
Porque somos feitura sua, criados no Messias Yehshua para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas. (Ef 2:10)
para que possais andar de maneira digna do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus, (Col 1:10)
Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra. (II Tim 3:16;17)
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mat 5:16)
tendo o vosso procedimento correto entre os gentios, para que naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. (I Ped 2:12)
Não seja inscrita como viúva nenhuma que tenha menos de sessenta anos, e só a que tenha sido mulher de um só marido, aprovada com testemunho de boas obras, se criou filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os atribulados, se praticou toda sorte de boas obras. (I Tim 5:9;10)
Os pecados de alguns homens são manifestos antes de entrarem em juízo, enquanto os de outros descobrem-se depois. Da mesma forma também as boas obras são manifestas antecipadamente; e as que não o são não podem ficar ocultas. (I Tim 5:24;25)
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A FÉ QUE TRANSFORMA
Hebreus 11:1
Introdução:
Muitos de nós cremos em Deus pelo que ouvimos e percebemos. E por tudo quanto ele faz em nossas vidas,
Ele tem chamado a todos para que creiamos Nele, para que pela fé Nele alcancemos salvação e transformação
de vida, como diz Romanos 3:22-26 – que somos hoje justificados pela fé no filho de Deus, porque como nos
diz o texto recebemos gratuitamente a salvação pela fé em Jesus e por Ele somos justificados. Hebreus 11:1.
I – A FÉ PELO TESTEMUNHO DE CRISTO:
Atos 4:4. O discurso de Pedro e João era a lembrança de tudo quanto os profetas já haviam falado, sobre a
ressurreição, do filho de Deus, Jesus Cristo e de como haveria de ser manifesto. Que primeiro fosse
anunciado aos judeus e depois a nós. E assim se cumpriu, primeiro eles fizeram lembrança para que os que
ainda não criam, cressem que Deus enviou seu filho para que nós alcançássemos salvação por sua graça
(favor imerecido). Jesus no Livro de João 14:10, nos chama a atenção para que possamos crer, para que
tenhamos fé Nele, se não pelo menos pelas obras, pelo menos pelos milagres, porém mesmo Deus operando
grandes milagres ainda nos falta fé, o povo que caminhava no deserto nunca saciava sua fé mesmo com
colunas de fogo à noite, nuvens de dia, mesmo atravessando o mar a seco ou brotando água da rocha, ainda
duvidamos, ainda questionamos.
II – A FÉ PELO TESTEMUNHO DOS DISCÍPULOS:
At 11:21 “A mão do senhor era com eles; e grande era o número das pessoas que creram e se converteram
ao Senhor”. Criam pelo que ouviam e pelos sinais que era manifesto por eles e muito mais pela transformação
de vida a qual aconteceu a todos os que creram como Pedro, Estevão, Paulo, Timóteo, João, e muitos outros
como vemos hoje em nossa igreja estamos rodeados de pessoas que nos levam a crer em Jesus a partir da
transformação de vida e manifestação do Espírito Santo de Deus, em suas vidas. Em Marcos 16:17-18 Jesus
nos garante que milagres e maravilhas acompanhariam aqueles que tem fé, e estes sinais tem sido nos dias
atuais motivo de multidões suquirem, mas não e nós que devemos seguir os sinais e sim os sinais que devem
seguir aqueles que tem fé.
III – A FÉ PELO SACRIFICIO VICÁRIO:
Romanos 10:5-11. A salvação vem por crer que Jesus é o filho de Deus que morreu por nos e hoje vive isso
para justiça. E que ele nos concede de graça a salvação neste texto vemos que devemos manifestar que
cremos para salvação com confissão. Sacrifício vicário ou expiatório ou substituto e aquele que nós não
podíamos suportar porém Cristo Jesus sofreu por mim, em meu lugar Ele pagou o preço da minha salvação.
Romanos 3:24-25. Nos livros de Levi tico e Números lemos que o sacrifício era por expiação, onde um
animal, era morto encobrindo assim nossos pecados era a propiciação ou apaziguamento da ira de Deus
sobre o pecado da humanidade, lembrando que seu único filho seria mais tarde a própria propiciação.
Reflexão: Você acredita na fé natural ou na sobrenatural? Dê um exemplo de cada uma.
Conclusão:
Um exemplo de transformação é Saulo ao qual vemos em Atos 8:1, consentindo na morte de Estevão e
perseguindo aos que criam em Jesus. E já em Atos 9:19-22, vemos uma pessoa transformada pelo encontro
que teve com Jesus e já pregava é os judeus já não criam que era o mesmo, mas outra pessoa. Ficaram
atônitos pois ele era um dos maiores perseguidores de cristãos. Quando somos transformados devemos
passar a ser exemplo de transformação. Temos que acreditar no Deus que nós servimos, e que ele é poderoso
para nos transformar.
Hebreus 11:6, Ora sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima creia que
Ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Creia no poder de Deus, para transformar sua vida e de
outros. Ele Pode.!!!
Pb. Marcos Ferreira Lima (Coordenador de Núcleos

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A família e as finanças
1 Timóteo 6: 6-10
Estamos vivendo uma época em que as pessoas são convidadas a consumir, a comprar. Propagandas bem elaboradas, programas de crédito facilitado, novidades nas vitrines, etc, são um verdadeiro apelo a gastar. A fonte de muitos problemas enfrentados pelas famílias está no mau uso do dinheiro e no abuso do crediário.
Este estudo tem o objetivo de mostrar os males do amor ao dinheiro, e os benefícios que ele pode proporcionar, se usado com sabedoria e moderação.
I – O AMOR AO DINHEIRO E SEUS MALES
Todos estamos cientes da importância do dinheiro para a sobrevivência da família. No entanto, o amor a ele é a raiz de todos os males, I Tm. 6: 10a. Jesus já falara do perigo do dinheiro tornar-se um deus na vida do homem, Mt. 6: 24. Ele quis dizer que a busca das riquezas poderia exigir uma dedicação tão grande, quanto Deus exigia de seus servos. Seria, portanto, impossível servir aos dois, ao mesmo tempo.
Esse fato foi exemplificado por Jesus quando Ele encontrou-se com o jovem rico, Mt. 19:16-22. Não que a riqueza em si fosse de todo má, mas o coração pode estar tão preso por ela que isso se constitui num obstáculo para seguir a Jesus. Quando o dinheiro se torna um deus na vida do homem, tal pessoa é capaz de usar até meios ilícitos para obtê-lo ou usá-lo. Veja como agem alguns:
• há pessoas que mentem e enganam com a finalidade de obter lucros e vantagens pessoais, Pv. 21: 06;
• outros exploram os semelhantes em benefício próprio, Jr. 22: 13; Tg. 5: 4;
• muitos praticam o suborno, Is. 1: 23; Am. 5: 12;
• isso além dos roubos, assassinatos, assaltos e tantos outros crimes que visam a subtrair bens ou dinheiro de pessoas ou instituições.
Essas práticas não resolvem o problema de ninguém porque o resultado desse lucro desonesto são as dificuldades no lar, Pv. 15: 27; o desapontamento, Ec. 5: 10; insensatez, Jr. 17: 11; miséria, Tg. 5: 3 e apostasia, I Tm. 6: 10.
II – O DINHEIRO PODE SER BÊNÇÃO
Talvez a palavra dinheiro e o verbo comprar sejam os mais usados nos lares. Entretanto, a má atitude de algum membro da família com relação ao dinheiro pode prejudicar a todos. Mas, se houver bom ensinamento e boa administração financeira, certamente o dinheiro será bênção.
a) É necessário união e compreensão entre os membros da família. Se todos tiverem afeição e confiança entre si, se houver altruísmo, tolerância e respeito como base para seu relacionamento, a família conseguirá superar seus problemas financeiros. É preciso que todos saibam fazer a diferença entre aquilo que é necessário e o que é supérfluo, I Tm. 6: 8, cooperando-se mutuamente.
b) Deve-se ter uma atitude equilibrada com relação ao dinheiro. Ele não deve ser encarado como um fim em si mesmo. É apenas um meio pelo qual se alcançam alguns valores da vida. Por outro lado, não podemos minimizar sua importância. É justo que se trabalhe, se esforce e que se poupe certa quantidade para momentos imprevisíveis e para outras necessidades da vida. Economizar visando a um futuro melhor para os filhos é um dever dos pais, e os filhos aprenderão a gastar construtivamente e a dar a devida importância ao dinheiro.
c) Determinação de viver dentro dos rendimentos. Precauções devem ser tomadas para que as despesas do lar não ultrapassem ao que se ganha. Se há descontrole nas finanças, se os pais excedem nos gastos, é claro que no final do mês haverá dificuldades financeiras.
III – AS FINANÇAS E A COMPLETA DEPENDÊNCIA DE DEUS
No Salmo 73, está a experiência de um homem chamado Asafe. Ele começou a observar que os ímpios eram prósperos, sadios e aparentemente felizes, vv. 3-12, enquanto que ele, que procurava servir a Deus, era afligido a cada manhã. Mas, chegou à conclusão de que o mais importante era estar junto de Deus, v. 28. Tanto nesse texto, quanto no Salmo 127, percebemos a importância e a necessidade de dependermos de Deus para o nosso equilíbrio financeiro.
a) É Deus quem nos dá o trabalho e provê os meios necessários para suprirmos nossas necessidades, Tg. 1: 17. Os filhos precisam aprender a valorizar o trabalho e aquilo que é fruto dele.
b) É melhor o pouco, no temor do Senhor, Pv. 15: 16. Há pais que, na intenção de ganhar mais, sacrificam sua união conjugal e isso causa graves prejuízos ao seu lar. Idolatram o emprego e deixam de lado até mesmo o tempo que seria para enriquecer o convívio familiar.
c) Há promessas de prosperidade àqueles que honram ao Senhor com suas finanças, Pv. 3: 9-10; Ml. 3: 8-10; Lc. 6: 38. Honrar ao Senhor com dízimos e ofertas é uma questão de fé e obediência e, quando o lar prioriza a contribuição ao Senhor, Ele abre as janelas dos céus sobre seus servos. A nossa contribuição ao Senhor é uma expressão de gratidão e alegria de nossa parte.
e) Devemos ter sabedoria para gastarmos os recursos que Deus nos dá, Is. 55: 2. Precisamos da orientação divina sobre como, onde e quando gastar o nosso dinheiro. Não podemos esbanjar as nossas finanças sem direção, aplicando-as em coisas desnecessárias.

http://pastorzico.blogspot.com.br/2008/08/famlia-e-as-finanas.html

Tags: A EXCELÊNCIA DA PALAVRA.

A EXCELÊNCIA DA PALAVRA.

 

O Salmo de número 119 é o maior capítulo da Bíblia com 176 versículos. A sua constante ênfase é a Palavra escrita de Deus. Observo que o tema é a Excelência da Palavra. O autor anônimo fala do seu amor pela palavra e testemunha o seu alto valor. Devemos levar em consideração que o autor tinha à sua disposição apenas uma porção da Bíblia, assim mesmo tinha em alta consideração. Se as Escrituras constituíam tal benção para ele, quanto mais para nós, que a temos completa.
O salmista escreveu 22 estrofes de oito versículos cada uma, Tais estrofes são encabeçadas por uma das 22 letras do alfabeto hebraico. Em hebraico, o salmo é um notável acróstico; a primeira letra de cada versículo constitui a letra correspondente à sua estrofe. Assim, os oitos primeiros versículos começam com a letra Àlefe, os outros versículos seguidos, com Bete, os oito que vem depois com Guímel, e assim por diante. Cada estrofe concentra-se num tema dominante. Procurarei destacar alguns versículos à razão porque a Palavra de Deus é Excelente. Fiz uma seleção de treze razões porque a Palavra de deus é Excelente.
A Palavra de Deus é excelente …
1- Porque são felizes os que lhe obedecem.
v-1 BEM-AVENTURADOS os retos em seus caminhos, que andam na lei de Yahweh.
2- Porque purifica a conduta do seu seguidor.
v. 9-Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.
3- Porque preserva do pecado.
v. 11-Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
4- Por que traz satisfação.
v. 35-Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer.
5- Porque traz a verdadeira liberdade.
v. 45-E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos.
6- Porque me trazem consolo.
v. 52-Lembrei-me dos teus juízos antiqüíssimos, ó Yahweh, e assim me consolei.
7- Porque são palavras que podemos confiar.
v. 86-Todos os teus mandamentos são verdade. Com mentiras me perseguem; ajuda-me.
8- Porque preserva a vida de muitos males.
v.93-nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado.
9- Porque me traz discernimento.
VS. 99 e 100 Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. tendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos.
10-Porque me traz orientação.
v.105- Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.
11-Porque suas palavras são maravilhosas.
v. 129- Maravilhosos são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda.
12-Porque são palavras justas.
v.137 e 138-Justo és, ó Yahweh, e retos são os teus juízos. Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis.
13-Porque nos traz muita paz.
v. 165-Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.
Você lê a Bíblia diariamente? Você medita em suas palavras? Você tem prazer na lei do Senhor? Qual é o norte de sua vida? Você segue e pratica suas palavras? Apegue-se a Palavra de Deus e viva segundo seus princípios de tal forma que encontrarás um prazer e felicidade na vida.
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Tags: A Excelência da Palavra de Deus

A Excelência da Palavra de Deus

O vocábulo “excelência” expressa aquilo que está em primeiro lugar, o que tem a primazia, o que a tudo supera. A palavra pronunciada por Deus, sempre se coloca numa posição superior a todas e demais palavras. A razão é óbvia, quem pode proferir palavras com maior sabedoria e autoridade do que aquele que criou o universo e tudo o que nele se encontra? A Bíblia é a Palavra de Deus dirigida aos homens.

Ela é, sempre, uma palavra final, soberana e eterna – “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a palavra do Senhor, porém, permanece para sempre” (I Pedro 1.24,25). O que procede de Deus é imutável e permanente, o que se origina no homem é efêmero e precário. Eis um das fortes razões para que a igreja, serva de Deus para servir ao mundo, deve conhecer e viver sob a instrução da Palavra divina.

Deus ao decidir criar o homem e a mulher, anunciou o fato com a sua própria voz – “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. Tudo se origina da palavra que Deus pronuncia. Após criar o primeiro homem, ele “os abençoou e lhes disse…” (Gênesis 1.26), isso atesta que ele busca se comunicar com o ser que criou, falando-lhe. Deus nunca deixou de se dirigir aos homens, pois, ele é o afetuoso Pai que anseia por tê-los como membros da sua família eterna.

A PALAVRA FEITA CARNE

O testemunho que encontramos no livro de Hebreus diz: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a que constituiu herdeiro de todas as cousas, pelo qual também fez o universo” (Hebreus 1.1,2). E o evangelho de João atesta: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” – “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (João 1.1,14). Yehshua é o Verbo – a Palavra – de Deus por excelência – “Pois o enviado de Deus fala as palavras dele” (João 3.34). Yehshua é a Palavra de Deus que é amor, mesmo quando ele profere um julgamento.

Na Bíblia nós encontramos – de Gênesis ao Apocalipse – testemunhos sobre a pessoa e a obra de Jesus. Essas declarações são os pontos mais altos de toda a palavra que veio de Deus, para que o homem conheça o seu propósito eterno de salva-lo, pois, está distante dele. Desde Abel, no Antigo Testamento, até os profetas, encontramos homens e mulheres que “morrem na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe” (Hebreus 11.13); eles creram nas palavras proféticas de Deus, e compreenderam que elas se realizariam com a vinda de seu Filho ao mundo – “Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele [em Jesus] o sim” (II Coríntios 1.20).

O imutável pedido de Jesus a todos que são seus discípulos é: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito” (João 15.7). Essa é uma das muitas razões pela qual nós, individualmente, e a igreja, coletivamente, precisamos amar, conhecer e viver a palavra divina.

A PALAVRA E A ORAÇÃO

Assim como Jesus teve que abrir a mente dos discípulos em Emaús para que pudessem entender as Escrituras (Lucas 24.27) e, também, dos demais discípulos reunidos quando lhes apareceu após a ressurreição (Lucas 24.40), ele deseja abrir, hoje, as nossas mentes para que possamos “ouvir” e “crer” mais profundamente. Para que isso ocorra, o estudo, a leitura, o ouvir da Palavra, requerem, de nossa parte, uma atitude de oração. Assim, o Espírito Santo revelará, ao que ora, toda a riqueza que os textos bíblicos contem – “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8.16). Nunca o Espírito Santo deixa de revelar a verdade eterna aos que são filhos de Deus e estão atentos para ouvi-lo.

O PROPÓSITO DE PALAVRA DE DEUS

II Timóteo 3.15-17 diz que as sagradas letras “podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus”, e que, “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra” – “Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido dadas todas as cousas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo” (II Pedro 1.3,4).

A PALAVRA DE DEUS PRODUZ:

VIDA – I João 6.63 – “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida”.

PRODUZ FÉ – Hebreus 11.3 – “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem”.

LIMPA – João 15.3 – “Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”.

LUZ – II Pedro 1.19 – “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração”.

ENTENDIMENTO – Salmo 119.105 – “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz, para os meus caminhos”.

FIRME SEGURANÇA – Mateus 7.24,25 – “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha”.

REGENERA – I Pedro 1.23 – “pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e permanece para sempre”.

A Palavra é eterna – “a palavra do Senhor, porém, permanece para sempre” (I Pedro 1.25).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Reinaldo A Bíblia deve ser o nosso alimento espiritual diário se desejamos ser fortes e vigorosos na fé que professamos. Precisamos ter: decisão para ler a Palavra constantemente; graça para assimilá-la; presteza para reproduzi-la no viver diário e conhecimento para darmos testemunho dela aos outros. Se alguém não possui o necessário entendimento para isso, o útil conselho que a própria Escritura dá é: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tiago 1.5).

Não esqueçamos que a Palavra é – (a) leite que nutre – “desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (I Pedro 2.2); (b) água que limpa – “tendo-a purificado por meio da lavagem e da água pela palavra” (Efésios 5.26); (c) espada para as lutas – “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Efésios 6.17); (d) mel que deleita – “os juízos do Senhor são verdadeiros e igualmente justos,… são mais doces do que o mel e o destilar dos favos” (Salmo 19.10); (e) fogo e martelo – “Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?” (Jeremias 23.29); e, finalmente, “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos” (Salmo 19.7,8). Amém.
Erasmo Ungaretti
Fonte: adorar.net

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