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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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A consolação de Paulo aos tessalonicenses

A consolação de Paulo aos tessalonicenses

“Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (cf. 1ª Tessalonicenses 4:18)

Paulo responde a várias perguntas dos tessalonicenses que foram feitas a ele sobre a vida pós-morte, e lhes dá uma palavra de conforto, a qual ele diz para consolar-vos uns aos outros com essas palavras. Mas qual foi essa consolação? A consolação de que os que morreram já estão todos no Céu e desfrutando da glória ou a esperança de que um dia todos os mortos iriam ressuscitar? O contexto todo aponta para a segunda alternativa:

“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem” (cf. 1ª Tessalonicenses 4:13-15)

O contexto é totalmente voltado para a esperança da ressurreição dentre os mortos. A pergunta que incomoda os imortalistas é: por que razão Paulo não consolou os tessalonicenses dizendo que os mortos já estavam no Céu, mas em momento nenhum disse isso e trouxe como única esperança de consolo a ressurreição dentre os mortos? Por que razão Paulo iria ocultar uma verdade tão fundamental e importante que é tão insistentemente ensinada pelos imortalistas quando eles falam “com respeito aos que dormem”?

Por que quando um imortalista fala sobre os que já morreram nunca hesita em mencionar que os tais já estão salvos no Céu, mas Paulo, ao contrário, omite isso e cita apenas a ressurreição como fonte de consolo? Se os mortos já estão com Cristo, o que custava ele ter consolado os tessalonicenses com essa palavra, e não frisar apenas na ressurreição? Por acaso um imortalista comum costuma consolar alguém que tem um ente querido morto destacando apenas e tão somente a ressurreição, sem fazer qualquer alusão de que tal pessoa já esteja no Céu? Como bem destacou o Dr. Samuelle Bacchiocchi:

“Se Paulo realmente cresse que ‘os mortos em Cristo’ não estavam de fato mortos nas sepulturas, mas vivos no céu como almas desincorporadas, teria se aproveitado de sua bendita condição no céu para explicar aos tessalonicenses que a lamentação deles era sem sentido. Por que lamentar por seus amados, se estavam já desfrutando as bênçãos celestiais? A razão de Paulo não lhes dar tal encorajamento é, obviamente, o fato de que sabia que os santos adormecidos não estavam no céu, mas em suas sepulturas”[1]

Paulo foca-se inteiramente na esperança da ressurreição ao consolar os tessalonicenses sobre os seus parentes já falecidos. Quanta diferença para os dias de hoje, em que a consolação é sempre voltada ao “fato” de que a pessoa supostamente “já está na glória”, e a ressurreição (que é tomada como sendo apenas a adição de um corpo) virou um simples e mero detalhe! Para Paulo, contudo, a única esperança para o cristão que hoje descansa é a ressurreição (cf. 1Ts.4:18).

Dito em termos simples, Paulo consolou os tessalonicenses dizendo: “Não se entristeçam como os demais que não tem esperança, pois nós temos uma esperança: de que os mortos irão ressuscitar quando Jesus voltar”! Um imortalista, no lugar de Paulo, teria dito: “Não se entristeçam como os demais que não tem esperança, pois os que morreram já estão desfrutando das bênçãos paradisíacas do Céu”. A diferença entre ambas é gritante, pois uma tem seu foco na ressurreição, enquanto outra sobrepõe a ressurreição com um ensino estranho às Escrituras, que deixa sem sentido a esperança de ressuscitar, já que os que morreram já estariam com Cristo.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

Tags: A consciência

A consciência
A consciência revela o que cada homem acredita que “deve” ser (Atos 23:1,24; 24:16; 26:9-11). É indicativo de seu sentimento interno sobre o moral correto, do ideal nobre pelo qual sente que deve lutar. É o seu estímulo em direção à sua concepção de alturas morais, e seus freios contra fazer o que acredita ser errado. A consciência não é o padrão final da verdade, porque isso deve vir de Deus através da revelação; mas a consciência para Deus diz a atitude do indivíduo em relação a Deus. É por isso que o homem tem que fazer o que ele verdadeiramente acredita que Deus quer que ele faça (Romanos 14).
Enquanto alguém tenta fazer o que acredita que Deus quer que faça, ➊ ele pode ter um conceito errôneo do que Deus deseja (que era o caso de Saulo, ao perseguir os cristãos), ou ➋ ele pode, por causa da fraqueza da carne, agir de modo contrário às suas intenções boas (Romanos 7:22 em diante). Neste caso, ele fica infeliz por causa de sua consciência – humilhado diante de Deus, e reconhecedor da sua necessidade do perdão em Cristo. Somos todos criaturas imperfeitas, e devemos, às vezes, sentir esta aflição.
Mas e aqueles que participam, aceitam e apóiam aquilo que é contrário à palavra de Deus ou que não tem nenhuma autorização divina? Podem não saber que é errado e podem estar agindo com boa consciência diante de Deus. Neste caso, informações adicionais sobre a palavra de Deus seriam bem aceitas. Porque querem verdadeiramente fazer sua vontade, abrirão sua Bíblias com alegria, investigarão e mudarão sua conduta para encaixar-se na evidência. Desta maneira eles mantêm uma boa consciência diante de Deus (1 Pedro 3:21).
Entretanto, infelizmente, nós devemos reconhecer que há aqueles que não têm tal caráter nobre (Atos 17:11). Ficam irritados se sua prática for questionada. Amam o elogio dos homens mais do que o elogio de Deus (João 12:42-43). Se sua consciência para Deus continuar a funcionar, conduzem a uma vida infeliz, lutando com si, oprimidos com os sentimentos de culpa. Indesejável – sim, mas ainda há esperança enquanto a batalha acontece. Como é terrivelmente triste ver alguém cuja consciência está cauterizada (1 Timóteo 4:2), e que pode rejeitar Deus sem receio algum.
–por Robert Turner

Tags: A Consciência Moral e Ética

A Consciência Moral e Ética
“O Clamor pela Justiça”

Texto:
Isaías 5:1 – 30.

Introdução:

O texto registrado no capítulo quinto do livro profético do profeta Isaías, retrata na figura retórica de parábola, a nação Israelita como uma vinha, de propriedade particular do Deus Yahweh. O primeiro versículo deste capítulo relata que a vinha foi plantada num lugar fertilíssimo e as mudas plantadas foram as melhores escolhidas dentre tantas, porque o agricultor esperava colher uvas boas; mas, o inverso aconteceu, as uvas produzidas eram bravas.
Nos versículos seguintes até o sétimo, Deus faz uma declaração: o que poderia ser feito além do que já havido sido, para que a vinha desses bons frutos, tendo em vista, que ela foi plantada numa terra muito fértil e as mudas foram escolhidas as melhores, então o que poderia ser feito, além disso?
Esta linguagem ilustrativa em forma de metáfora, diz-se sobre o comportamento de Israel comparado aos frutos produzidos por uma vinha, em que houve um investimento e um cuido especial com o objetivo de que viessem a produzir frutos bons, de excelente qualidade. Deus através do profeta Isaias, retratou as atitudes de Israel comparando-a a um vinhedo em que seus frutos estavam impróprios ao consumo, reprovados; e que portando, havia perdido sua razão de existir. Agora seria devastada e transformada em pastos, e posteriormente em desertos, em cujo solo passaria a produzir espinhos e abrolhos; Tornar-se-ia uma terra seca, sem sebe “cerca”, proteção.
Mais adiante, nos versículos seguintes, toda esta ilustração vai se tornando mais clara. Uma série de regras vai sendo esboçadas, trazendo as claras o que o termo “frutos bravos” traduzia os atos e comportamentos de Israel, que de forma tão enfática foram reprovados por Deus.
Na sequência, temos a descrição de um código de conduta moral e ética precedidos pelos termos “ai” que foram usados por Deus, ou melhor, que foram criados por Ele, e usados para julgar os atos da casa de Israel. Ei-los a seguir.

1 – A desigualdade Econômica Social: (Is 5: 8 – 10).

Nos versículos 8 a 10, Deus relata que existiam entre o povo, homens gananciosos que queriam dominar a terra possuindo grandes latifúndios e exuberantes mansões, sem se importar nem um pouco com os menos favorecidos. Estes homens buscavam enriquecer-se sempre mais, em contraparte, ao crescimento cada vez maior, da pobreza de quem já não tinha quase nada.
Esta desigualdade incomodava muito a Deus; porque a equidade sócio econômica estabelecida por Ele desde o Jubileu, que acontecia a cada 50 anos. Não estava sendo praticada, vivenciada nas relações sociais entre o povo Israelita. No versículo 7, Deus declara que desejou que o povo exercessem juízo, mas ao contrário exerceram quebrantamento da lei, e a justiça, que ao contrário exerceram o clamor.
As lamentações dos que eram injustiçados por força dos poderosos, moveu a mão de Deus contra os tais; então Deus diz que transformaria o cenário real, em que as grandes mansões ficariam desertas, a terra perderia sua produtividade, a ponto de que dez jeiras (40.000 mil metros quadrados) que normalmente produzia 500 batos (15.000 litros) de vinho, passariam a produzir apenas um bato, redução para 0,20 % à produção de vinho.
Neste código de conduta moral e ética estabelecido por Deus “equidade social e econômica”, vimos a capacidade que aquele povo tinha de desordenar o que de forma tão bem organizada havia sido estabelecido por Deus. Os versículos iniciais deste capítulo declaram que Deus, cercou “demarcou” a terra, tirou as pedras e de forma ordenada plantou a vinha. A ambição que é um mal que perdura até nossos dias, foi e é capaz de promover a desigualdade social, promover o sofrimento e a escravidão, tudo em nome do poder e da riqueza, em detrimento aos menos favorecidos.
Se Deus não suportou isso no passado e deu a punição que covinha aos homens maus daquela época, chegará o dia em que esta lei será aplicada novamente na terra.

2 – O Declínio Moral: (Is 5: 11 – 17).

O versículo décimo primeiro inicia-se com mais uma declaração da quebra do código de conduta moral e ética, quando diz que o homem se embriaga desde a manhã até a madrugada, e até que o vinho os esquenta. Esse termo “esquenta”, significa até que percam todo o controle sob si. Esse é o passo inicial para uma soma de atitudes improprias e desprovidas de qualquer pudor, e de respeito a qualquer conduta moral. É, portanto, a razão de os versículos seguintes dizerem, que os que procedem assim, perecem por falta de entendimento, pelo fato de não conhecerem os feitos do Senhor.
Na sequência o profeta relaciona uma série de mazelas provenientes de tais atitudes, como: a escravidão física e a dependência química do álcool; a fome e a sede provenientes do cativeiro; e o pior, a perda da glória “proteção” de Deus, que faz que a cova aumente o seu apetite e abra a sua boca desmesuradamente, como diz o versículo 14.
O declínio moral, em escala cada vez mais crescente tem levado a sociedade ao caos total, onde os indicadores sociais apontam para o elevado aumento da delinquência juvenil; do homossexualismo; da prostituição; da pendêencia química e da falta de respeito mutuo entre os cidadãos, princípio básico de convivência social.

3 – Relativismo Moral: (Is 5: 18, 19).

O código de conduta moral e ética foi quebrado com o relativismo moral; diz-se nos versículos 18 e 19 “… que os homens puxavam para si a iniquidade com cordas de injustiça, e o pecado como com tirantes de carro”. Esta expressão declara que os homens tentavam justificar suas iniquidades se apoiando nas próprias injustiças. O que significa dizer que, para eles o pecado era obra das circunstâncias em que se encontravam quando os praticavam, e não poderiam ser imputados como iniquidades, em razão das injustiças que eram acometidos. O que expressa muito bem, a ideologia sobre o relativismo moral.
Essa ideologia cultivada pelos homens que viveram na época do profeta Isaías e que foi profetizado por ele 700 anos antes de Cristo; hoje em dia ganhou uma conotação ainda maior na dita sociedade moderna, ou pós-moderna. Em que os valores morais deram lugar ao relativismo moral, frase que traduz bem o declínio da moral na sociedade hodierna.
Como o próprio nome sugere, relativismo está relacionado ao que é relativo; o que para completar a frase relativismo “moral”, pode explicar que nesta visão, a moral é relativa e não absoluta. Isto é, o que pode ser imoral para um brasileiro pode não ser para um holandês, porque isto é relativo à cultura e crenças de cada lugar. Portanto, não pode ter conotação absoluta. Sem dúvida uma grande porta aberta para o declínio social.
Quando a vida passa a ser regida pela relatividade moral, os conselhos de Deus possam não fazer mais sentido. Foi exatamente o que aconteceu com aqueles homens; registrado no versículo 19. Eles começaram a não acreditar mais em Deus, precisavam ver a sua obra para crer em seu poder. Esse é o fim de quem se afasta de Deus, torna-se incrédulo.

4 – A Inversão de Valores Éticos e Morais: (Is 5: 20).

O versículo vigésimo deste mesmo capítulo faz uma declaração sobre a inversão de valores, em que o mal ocupa o lugar do que é o bem; o errado ocupa o lugar do que é o certo; e o ter ocupa o lugar do ser.
Deus reprova enfaticamente este tipo de atitude. Esta inversão de valores éticos e morais; começou no coração de Lúcifer, quando intentou construir um trono que estivesse acima do trono de Deus (Is 14:12-14). A vontade de “ter” uma posição mais elevada (acima de Deus), fez com que ele não valorizasse a sua posição de “ser” um querubim ungido a serviço do Senhor. Este é um exemplo clássico da inversão de valores praticados desde lucífer e que até hoje faz parte das atitudes de milhares de seres humanos espalhados por toda a face da terra.
Em nome da vaidade, pessoas até desistem de servir a Deus para ocupar lugares que não convém aos santos, tudo em nome de status social; poder e riquezas. São os bens terrenos de que falam a bíblia, que pode corromper o homem e torná-lo escravo do pecado.
No regime em que o mundo vive hoje em dia, que é o capitalismo; o apelo ao ter em função do consumismo é ainda mais veemente do que quando Isaías profetizou sobre a situação de Israel, no capítulo quinto do livro que leva o seu nome. O caráter que é algo inegociável tem sido negociado hoje em dia, por um cargo político (com a corrupção), pela aquisição de um bem, como um carro, uma casa, etc. Esse é um exemplo dentre milhares que poderiam ser citados.
Se Deus ficou tão insatisfeito com os frutos que estavam sendo produzidos por Israel naquela época, o que dizer dos frutos produzidos pelos homens hoje em dia. Em que a identidade do ser “humano” nunca foi tão incerta, e os valores morais e éticos nunca foram tão invertidos!

5 – Auto Suficiência Moral: (Is 5: 21).

O texto do versículo 21, declara sobre a auto conceituação, ele fala sobre o homem que se auto intitula sábio, seguindo os seus próprios preceitos. Aqueles que adotam esta postura determinam a suas próprias regras, sendo assim, a moral torna-se aquilo que lhe convier, ou que faça parte de seu conceito sobre o assunto.
Milhares de pessoas adotaram tal postura e atitude, principalmente quando a moral envolve assuntos de cunho religioso. Muitos são os que têm sua opinião formada sobre diversos assuntos baseados em suas próprias ideias e conceitos. É comum vermos nos noticiários de TV, as pessoas serem entrevistadas pra comentarem sobre algo que diz respeito a moral, e elas iniciarem suas falas, dizendo: – “eu penso que tal coisa deve ser assim”. Por que falam desta forma? – Porque seguem suas próprias ideias, não falam baseado num código de ética pré-estabelecido por Deus, ou até os que foram criados pelos homens, falam o que pensam e isso para elas são regras, são leis estabelecidas por elas próprias, e que, portanto, são irrefutáveis.
Daí, temos um cenário montado do desequilíbrio social, simplesmente porque, se não há regras, não há diretriz, sem diretriz, cada um segue seu próprio caminho. E os caminhos sem direção, não tem garantia de assertividade. Por isso, muita maldade, criminalidade e desalentos.
Deus sabia que os que praticam a auto suficiência, trilha o caminho das derrotas. Por isso repreendeu essa atitude de muitos israelitas naquela época. Talvez seja essa a razão de tanto sofrimento humano nestes últimos dias.

6 – A Injustiça Social: (Is 5: 22 – 24).

Todos os desvios de conduta ética e social do indivíduo, somados, resultam na injustiça social. O versículo 22 retrata bem a figura dos que usam a sua força e o poder que lhes foi confiado, para o mal. Exemplo típico de quem recebe o poder para governar e promover a justiça social, e que ao contrário, as utiliza para seu próprio bem; para satisfazer seus intentos, sem se importar com os outros. No versículo 23 a figura da injustiça fica mais patente, quando o escrito diz que: “… por suborno justificam o perverso, e ao justo negam justiça!”. Esta expressão relata a condição do caráter do homem, que para se valer de suborno, torna-se injusto com os justos, e justo com os perversos. Inversão total de valores.
A contrapartida de Deus diante de tantos desvios de conduta foi ascender a sua ira contra a casa de Israel. Nos versículos seguintes, isso fica bem claro.
Deus instituiu as regras de conduta ética e moral, para manter o equilíbrio e a justiça social, pois somos cidadão de dupla cidadania, somos cidadão da terra e também do céu. E como cidadão da terra, precisamos nos relacionar bem com nossos semelhantes. O que se faz necessário haver regras que estabeleçam nossas relações.
Deus não nos fez e nos deixou a mercê dos acontecimentos da vida, ele deixou as regras pré-estabelecidas para bem nos relacionarmos, o homem é quem tem feito tudo para desordenar aquilo que Deus deixou bem organizado.
A misericórdia de Deus é tão grande que nos versículos 25 a 30, a bíblia relata que Deus não recolheu a sua mão de sobre Israel. Ele permitiu que a assíria castigasse os judeus, mas com o único objetivo, que se arrependessem e mudassem as suas atitudes, que tivessem mudança de comportamento, voltando a cumprir o código de conduta moral e ética determinada por Ele.
Um dia isso será real em todo o mundo, quando Deus instituir o governo milenial, haverá equidade, justiça e felicidade plena. Enquanto isto não acontece, façamos a nossa parte, vamos mudar o mundo com nossas atitudes, sejamos éticos e morais.

Conclusão

A ética e a moral são valores que devem fazer parte de nossas vidas, nunca devemos abandonar estes valores porque são eles que norteiam a reta direção que temos para nos orientar no nosso dia-a-dia; Deus não deixou estes valores inegociáveis, simplesmente por deixar, são de suma importância para o nosso progresso como seres humanos, para evoluirmos como pessoa, que tem a sua própria identidade e precisa preservá-la.
Que Deus nos dê a graça e a sabedoria para guardarmos a sua palavra, e nunca perdermos a direção, o alvo: Jesus Cristo.

Deus os abençoe em Cristo Jesus!

Pb. Marlon S. Sousa
Postado por Pb. Marlon Santos Sousa

Tags: A Conquista da Autoridade

A Conquista da Autoridade
Texto – Mateus 20:20-28
INTRODUÇÃO
1. A falta de autoridade tem contribuído, e muito, para a rebeldia em nossa geração. Temos visto pais que não sabem conquistar o coração dos filhos, líderes que nunca aprenderam a se doar em amor.

2. Precisamos buscar autoridade para nossas vidas. O princípio cristão para isso está no serviço. A autoridade cristã está fundamentada no serviço ao próximo.

Como podemos conquistar a autoridade em nossos relacionamentos?

Certa vez houve uma discussão entre os discípulos de Jesus que colocava em foco os lugares de autoridade (vv. 20-23). Ao perceber o que acontecia o Mestre ensinou atitudes que devem estar na vida daqueles que desejam autoridade no seu reino.

Primeiramente, quem deseja autoridade no reino de Deus deve:

I. Ter princípios distintos da autoridade mundana.
1. A autoridade mundana é temida pelo seu poder (v. 25 “Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam…”). Aqueles que vivem debaixo de sua autoridade temem as retaliações das autoridades. Eles fingem um respeito que se vai logo que a sua função é retirada.

2. A autoridade mundana tem como princípio o poder (v. 25 “… e que os maiorais exercem autoridades sobre eles”). Sem poder a liderança mundana não subsiste. Os cristãos não devem basear sua autoridade em função ou títulos. Cristo nos ensinou o serviço através do que viveu.

Além de ter princípios distintos da autoridade mundana, quem deseja autoridade no reino de Deus deve:

II. Conquistar a sua autoridade pelo serviço.
1. Nas relações entre os discípulos deveria haver o princípio do serviço (v. 26 “Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva”). O segredo está em considerar o outro superior e assim servi-lo.
(1) Paulo ensinou esse princípio, dizendo: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo” (Filipenses, 2:3).

2. Nos relacionamentos o maior é aquele que toma o papel de servo (v. 26b “que quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo”). É preciso que nos humilhemos diante dos homens através do serviço. Assim seremos grandes.

Outra atitude que deve estar em quem deseja autoridade no reino de Deus – e que fundamenta todas as demais é:

III. Espelhar o seu serviço no exemplo de Cristo.
1. O modelo de autoridade dos cristãos está em Cristo (v. 28 “tal como o filho do Homem…”). Fomos chamados para ser imitadores de Cristo. Para termos a sua autoridade precisamos imitá-lo em seu serviço.

2. O serviço de Cristo foi um entrega total de sua vida em favor dos homens (v. 28 “… que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”). O ato de servir precisa ser uma entrega total de nossas vidas. Assim como Cristo se entregou na cruz para nos servir devemos nos entregar em serviço aos nossos irmãos.

CONCLUSÃO
1. A nossa autoridade precisa ser construída na base do serviço. Cristo nos ensinou que devemos nos doar por completo em favor dos nossos semelhantes. Assim conquistaremos autoridade diante de todos.

2. Portanto, sirva os seus semelhantes e receba autoridade. Amém!

Postado por Leonardo J. N. Félix

Tags: A conduta do Adolescente Cristão e o mundo!

A conduta do Adolescente Cristão e o mundo!
Textos Bíblicos: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas, para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo”. (Felipenses 2.14-15)

“Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem os exemplos dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado! Pelo contrário, o prazer deles está na lei do Senhor, e nessa lei eles meditam dia e noite”. (Salmos 1.1-2)

Introdução: Baseados nesses versículos aprenderemos acerca do verdadeiro comportamento do Adolescente cristão em meio a uma sociedade corrompida e perversa. Aprenderemos também acerca da verdadeira vontade de Deus para as nossas vidas, que é viver uma vida correta e dedicada para a sua glória.

Mundo corrompido e perverso
A cada dia que passa fica mais difícil viver neste mundo. As coisas que o mundo oferece são tentadoras e prazerosas para a nossa natureza humana.
A mídia tem feito com que muitas coisas abomináveis aos olhos do Senhor se tornassem normais. Vivemos em meio a uma sociedade em que os valores e princípios bíblicos vêm sendo deturpados.
A cada dia surgem modismos e mais modismos que atrapalham o crescimento espiritual do jovem cristão. Já não se é de impressionar que as “raves” e “shows” denominados de gospel fazem muito sucesso entre os jovens cristãos.
Como consequência, vemos jovens que não se preocupam em viver uma vida de santidade, a sua comunhão com as trevas tem atrapalhado o adolescente cristão a crescer fazendo a vontade de Deus desde os dias da sua mocidade.
É baseado nesses e outros fatores, que falarei a respeito da verdadeira conduta cristã, para vivermos de forma correta em meio às trevas.
É mais que necessário que o jovem cristão saiba se comportar em meio a falsos ensinos da mídia, a qual por meio de novelas nos ensina que sexo antes do casamento é normal.
É importante o jovem saber se comportar em meio às pessoas não-cristãs, pois fomos chamados para influenciar, e não ser influenciado (Romanos 12.2)
O crente deve saber que amizade com o mundo é inimizade com Deus, e que não pode haver comunhão entre as trevas e a luz.

Tempos de relacionamentos
A fase da adolescência é a fase mais complicada da vida. É nessa fase que passamos a decidir sofre o futuro de nossas vidas, passamos a definir nossas amizades e decidimos também querer curtir do que chamamos do melhor do que a vida pode oferecer.
Nessa fase é impossível não nos relacionarmos, pois temos a necessidade de estudar e trabalhar. É de extrema importância que o crente saiba que nesse tempo, ele estará lidando com pessoas que não querem saber de Deus, e que as más companhias estragam os bons costumes (1 Co 15.33).

Exemplo de Quatro Jovens
A bíblia nos conta a história de quatro jovens que marcaram a história da nação mais poderosa do mundo naquela época. Essa era a Babilônia, que era uma nação corrompida e perversa.
O rei Nabucodonosor invadiu Jerusalém e capturou alguns jovens de boa aparência, inteligência e perfeição física. Entre esses jovens estavam Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Os quatro jovens seriam obrigados a adotar os costumes da Babilônia, mais eles resolveram não se contaminar com aquela sociedade permissiva e perversa, cujas obras fugiam dos ensinamentos bíblicos.
Que exemplo! Assim também deve ser a nossa conduta! Não se conformar com o mundo e não seguir os seus maus costumes, acima de tudo devemos amar a Deus e ser fiel a ele, além de obedecer aos seus mandamentos.
Nós devemos viver como astros reluzentes numa sociedade em trevas (Fl 2.15)
Vivemos em meio a uma sociedade em que o sexo é totalmente banalizado. A mídia nos ensina que podemos praticar e gozar dos prazeres do sexo a qualquer momento, o que importa é se prevenir. Nas escolas aquele que é virgem é motivo de chacota para os “amigos”. Todo crente deve saber que esse ensino é antibíblico! Todos nós sabemos que sexo é só depois do casamento.
Devemos permanecer fiel até o fim. É dever de todo cristão ser excelente em tudo o que fizer, e não se misturar com os valores e ensinos que contradizem as verdades bíblicas.
Não é que devemos se isolar das pessoas não-cristãs, o que devemos fazer é influenciá-las em toda a nossa maneira de viver, para que o nome do Senhor Jesus Cristo seja glorificado, e que elas possam ver as boas obras que há em nós.

Duas formas de Viver
Na vida espiritual podemos viver obedecendo a palavra de Deus ou não. Podemos escolher a conduta que desejamos assumir: Ou vivemos como um verdadeiro cristão temente a Deus, ou vamos pelas ideias da maioria, vivemos no pecado e nos esquecemos de Deus. Qual é a sua escolha?
Lembre-se de Daniel e seus amigos que preferiram viver obedecendo a Deus, em vez de viver como os babilônicos.
Para seguir a Jesus Cristo é necessário crucificar os desejos da nossa natureza humana.
Vale lembrar que obedecer aos mandamentos do Senhor significa colocar nossa vida em risco, significa suportar ofensas e perder a amizade com as pessoas não-cristãs.
Jesus Cristo nos disse que para segui-lo, é necessário estar apto a sofrer por amor ao seu nome. (Mt 13.38).
Daniel foi jogado na cova dos leões e junto com seus amigos na fornalha ardente, mas o Senhor Todo-Poderoso, os recompensou pelas suas obras, Cuidou deles e por último, os abençoou.

A importância da conduta cristã
Os nossos comportamentos e ações devem ser fundamentada na bíblia, que é a nossa única regra de fé e prática. Em Timóteo 3.15-17 diz: “E, desde menino, você conhece as Escrituras sagradas, as quais lhe podem dar a sabedoria que leva à salvação, por meio da fé em Cristo Jesus. Pois toda a escritura sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações”.
O adolescente cristão deve se comprometer em ler e meditar na palavra do Senhor diariamente, pois fazendo isso, tudo lhe correrá bem, e será realmente chamado de um verdadeiro adorador, que adora ao Pai em Espírito e em Verdade.
Como Purificará o jovem o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra (Sl 119.9).
A conduta cristã tem que ser lida e colocada em prática, pois da mesma forma que o corpo sem Espírito está morto, a fé sem ações também está morta.
Não adianta saber que devemos ser sal para a terra e Luz deste mundo, e não colocar em prática os ensinamentos da bíblia em nosso viver diário.
A bíblia diz: “Quem ouve os meus ensinamentos e vive de acordo com ele é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e vento soprou com força contra aquele casa. Porém ela não caiu, pois havia sido construída na rocha”. (Mateus 7.24-25)

A vida que agrada a Deus
A partir do momento em que colocamos em prática aos ensinamentos da bíblia, que é a Palavra de Deus, passamos a ter uma vida correta perante Deus.
Devemos buscar a Deus, porque temos a natureza humana que vive em guerra contra o Espírito de Deus, que habita em nós. Quem irá vencer essa guerra?
Aquele em que estiver mais bem alimentada com a palavra de Deus. Aqueles que buscam a Deus, e tem o Espírito de Deus em suas vidas, tem domínio sobre o pecado, e está apto a fugir dos desejos da carne, para viver uma vida agradável para Deus.
Não devemos seguir as regras e valores pecaminosos deste mundo, pois nós estamos nesse mundo, mas não pertecemos a ele, porque somos cidadãos do Céu.
Devemos pensar nas coisas que são do alto, e não das que são aqui da Terra.
Devemos crucificar os desejos da nossa carne, que deseja as imoralidades sexuais, a indecência, as paixões más, e andar no Espírito, que produz o amor, a delicadeza, humildade, paciência e a bondade.
Fazendo isso, viveremos uma vida fazendo a vontade de Deus. É necessário ficar em paz com Deus, sem nenhuma culpa e mancha perante o nosso criador.
É necessário orar e vigiar, pois Jesus Cristo está voltando, para buscar os seus santos.
Arrependam-se, pois é chegado o Reino de Deus!

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncies as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. (1 Pedro 2-9)
“Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas. Sejam como criancinhas recém-nascidas, desejando sempre o puro leite espiritual, para que, bebendo dele, vocês possam crescer e ser salvos”. (1 Pedro 2.1-2)
1 Pedro 2.11-12
Postado por Raylson S. Teixeira

Tags: A CONDUTA CRISTÃ IDEAL – ROMANOS 12:1-15:13

A CONDUTA CRISTÃ IDEAL – ROMANOS 12:1-15:13

A DEDICAÇÃO VERDADEIRA,
BASE DE TODA A AÇÃO MORAL – ROMANOS 12:1-2

A CONSAGRAÇÃO PARA DEUS

INTRODUÇÃO
Segundo os grandes dicionários da língua portuguesa a palavra racional, procede da palavra razão, esto é, a defesa de uma determinada coisa ou causa.

EXPLICAÇÃO
É bem provável que nenhum outro versículo bíblico tenha sido mais freqüentemente utilizado, na igreja cristã, no que tange às questões de santidade e de dedicação pessoal, do que este, usualmente em vinculação com o versículo seguinte.
O trecho de Romanos 12:1-2, é como o de João 3.16 – da Ética Cristã.
Neste texto, Paulo usa o vocábulo rogo na intenção de levarmos a serio a questão da doutrina cristã, vinculada a conduta cristã diária. O vocábulo usado em sua forma normal significa, encorajar, exortar, pleitear insistentemente, o que tem sentido de fazer um apelo serio e ardoroso. O texto de Romanos 12.1-2 pode ser considerado o texto áureo do tema da consagração, pois nele encontramos os contornos deste ato de dedicação a Deus. A consagração é obra do Espírito Santo na vida da pessoa, enquanto que a submissão é o elemento humano no processo de doação a Deus.
Portanto devemos ter

A CONSAGRAÇÃO PARA DEUS

1 – O SACRIFÍCIO VIVO É OPOSTO AO SACRIFÍCIO ABATIDO.
É evidente que, nas paginas do A.T., os sacrifícios de todas as espécies, e, sobretudo as ofertas queimadas, que mui provavelmente estão em foco neste versículo, eram para ser totalmente entregues, com o propósito de adorar e servir a Deus. Nesses sacrifícios, havia um período de preparação para os animais que seriam sacrificados. Tinham de ser de certa idade, de elevada qualidade física, tendo de passar por certos preparativos preliminares.
Como pode o corpo tornar-se um sacrifício?
– que os olhos não contemplem o mal; e isso importa em sacrifício
– que a língua não profira nenhuma vileza; e isso será uma oferta
– que as mãos não operem o que é pecaminoso; e isso eqüivale um holocausto.
– Mais do que isso, ainda, tudo isso ainda não é o bastante, pois, acima disso, devemo-nos esforçar ativamente a favor do bem; as mãos dando esmolas, a boca bendizendo aqueles de nos amaldiçoam, e os ouvidos sempre prontos a dar atenção a Deus. Pois o crente presta um serviço a Deus, e esse serviço:

2 – DEVE SER ATRAVES DE UMA VIDA CONSAGRADA.
A vida santa consiste em morrer diariamente, dizia Sócrates.
Mas como devemos ter uma vida consagrada e uma ética diante de Deus?
– Primeiramente, enfatizamos o nosso lado espiritual, negando os apetites do corpo.
– Em segundo lugar, devemos ser como homens que estão prestes a morrer, por estarem as nossas mentes voltadas totalmente para os valores mais elevados, mediante os quais também nós vivemos, não nos deixando guiar pelos valores da carne.
– Para que tenhamos a consagração a Deus, também devemos:

3 – RENOVAR AS NOSSAS MENTES.
Essa renovação da mente é de caráter espiritual, assumindo o aspecto de reforma, em que as faculdades mentais e espirituais são afetadas para melhor. Isso é mais do que do que a renovação intelectual, porquanto também deve ser ação da própria alma ou espirito, a verdadeira essência intelectual do ser humano.
São elementos dessa renovação:
– Quanto ao arrependimento o homem é libertado do domínio do pecado, passando a Ter uma nova concepção da vida e seu significado.
– Na santificação o homem não somente se vai despindo do domínio do pecado, mas também vai adquirindo virtudes espirituais positivas de Deus.
– Essa ação renovadora, naturalmente, é realização do Espirito Santo, pois é algo divino, e não uma operação humana.
– Essa renovação é fomentada pelo emprego dos meios de desenvolvimento espirituais:
– O estudo da bíblia
– A dedicação da mente às questões espirituais
– A oração, que é a comunhão direta com Deus
– A meditação, que é quando Deus fala intuitivamente com os homens
– A santificação, sem santidade haver desenvolvimento cristão
– A prática da lei do amor, ele é pratica do novo nascimento
– O uso dos dons espirituais, pois tende a nos conduzir na direção de nossa perfeição.

CONCLUSÃO
Somente desse modo, através da renovação do intimo, segundo foi esclarecido acima, é que podemos realmente experimentar a vontade de Deus na presente existência. Mediante a renovação do ser espiritual inteiro do homem, podemos provar e por a teste a boa, aceitável e perfeita vontade de Deus. E para a consagração de nossas vidas a Deus devemos ser: um sacrifício vivo, devemos Ter uma vida consagrada e por ultimo devemos renovar as nossas mentes.

José Amaro da Costa
é Pastor na
Igreja Metodista em Comendador Soares.

A COMUNIDADE VIVA DOS CRENTES – ATOS 4:32-37

A COMUNIDADE VIVA DOS CRENTES – ATOS 4:32-37

Qual o segredo da igreja primitiva? Sem prédios imponentes, hierarquia, seminários teológicos, faculdades cristãs, escolas dominicais, corais… exerceu um impácto que transformou sua geração e todas as gerações da história. Seus membros não tinham posição, prestígio, riquezas, mas viviam intensamente como uma comunidade viva, comportando-se como membros uns dos outros, numa aliança constante e crescente.

Na reflexão de hoje recordamos valores já apontados em At 2:42-47, buscando discernir quais são os sinais de uma COMUNIDADE VIVA DE CRENTES…

I –UNIDADE (v. 32)

1. Unidade interior (“…..era um o coração e alma” v. 32) – Pv 4:23

A geografia da fé é o coração….

2. Unidade exterior (“ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía” – v.32)

a) Havia direito de propriedade mas não havia exclusividade de uso

b) Era uma liberalidade espontânea de 100% das pessoas

3. Unidade ampla (“Tudo lhes era comum” – v. 32)

Comunhão sem restrição

A.: conciliavam “quantidade” com “qualidade”

II – PODER(v. 33)

1. Poder grande

No ministério de Jesus os apóstolos foram chamados, treinados, autorizados e enviados com poder (Lc 10:1-12, 17-20). Mas somente no ministério do Espírito receberam grande poder (Lc 22:49; At 1:8; 2:1-40). Contrastar com Mc 9:18….

2. Poder apostólico (At 2:43; 3:6)

Todos os crentes receberam poder (At 2:4; 4:31), mas os apóstolos receberam um poder diferenciado pois a eles cabia a responsabilidade de lançar as bases da igreja (Ef 2:19-20)

3. Poder para testemunho (At 1:8)

O objetivo prioritário do poder é a proclamação da ressurreição de Jesus que evidenciou a [ Sua divindade… (At 2:29-32; 3:15; 4:10)

A.: conciliavam poder com testemunho

III – GRAÇA (v. 33b—37)

1. Graça extensa = alcance (“e em todos eles havia….” v. 33b)

A cobertura da graça foi ampla, geral e irrestrita

2. Graça intensa = qualidade(“… abundante graça”… v. 33b)]

3. Graça supridora (… “pois nenhum necessitado havia entre eles….)

Ciclo da graça: necessidade + liberalidade +centralidade+oportunidade

Exemplo de Barnabé (v. 36-37; 9:27; 11:22-26, 29-30; 13:1-3; 14:12, 20, 27-28; 15:2)

A.: conciliavam graça com solidariedade

CONCLUSÃO: DIFERENCIAIS DA COMUNIDADE VIVA

1. Unidade, poder e graça

2. Raízes destes diferenciais:

a) Espírito Santo

b) Liderança

c) Equilíbrio

3. Desafio prático: engajamento, expansão e qualificação das células

Sermão pregado pelo Pr. Jair Francisco Macedco

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A Comunicação no Lar
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Tal lar, tal mundo
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o que Deus tem para nós na relação de família.
I. A IMPORTÂNCIA DE COMUNICAÇÃO – Salmos 19:14
A. A Comunicação definida
Comunicação é o ato ou efeito de comunicar (-se), que é de emitir, transmitir e receber mensagens. É a capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar, de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas. A comunicação social, próprias dos seres humanos, é baseada em sistemas de signos em oposição à comunicação baseado em sistemas de instruções ou comandos, como a se faz entre animais ou máquinas. – Dicionário Aurélio Eletrônico
Qualquer tentativa de fazer saber ou tornar comum algo é de comunicar-se. Comunicação tem como objetivo de travar ou manter entendimento. É de ligar ou unir por exposição oral. – Novo Dicionário Aurélio, 1a edição.
Vendo essas definições, podemos concluir que comunicação é o ato de uma pessoa relatando à uma outra as suas idéias, sentimentos, crenças, sugestões ou ordens. Mesmo que se transmite sentimentos, a comunicação não é sentimentos em expressão, mas palavras expressando sentimentos. Geralmente, no contexto familiar, os problemas na comunicação centram no erro que comunicação é um diálogo de emoções. Não é. Comunicação é um dialogo de palavras que expressam as emoções.
Comunicação – Usando palavras para expressar pensamentos e emoções
B. Os Exemplos de Comunicação
1. Deus fez o homem na sua própria imagem que determina a diferença do homem de qualquer outra parte da criação. Foi ao homem que Deus dirigiu quando a sua voz “passeava no jardim pela viração do dia” (Gên. 3:8-12). Então o primeiro exemplo de comunicação humana na Bíblia é Deus com o homem. Para ter o sublime exemplo de como comunicar bem e efetivamente o amor, desgosto, dor, doutrina, repreensão e como dar uma variedade de lições para grupos diversos de seres tanto humano como angélico, estude as próprias conversas de Deus relatadas na Bíblia Sagrada.
2. A própria Bíblia é a comunicação de Deus para o homem na qual tudo que Deus quer revelar para o homem é relatado, e isso para sua esperança (Rom 15:4). É com palavras que Deus usa para nos comunicar a Sua mente. Podemos estudar Êxodo 20 (os dez mandamentos) para ver que quando Deus trata assuntos de altíssima importância, Ele, mesmo assim, mantém as palavras diretas mas de fácil compreensão.
3. O Espírito Santo comunica com o mundo em geral (Sal 145:9; Prov. 21:1; Atos 17:27,28), e com os eleitos em particular (João 14:26; 15:26; 16:7-14). Mesmo que o Espírito de Deus reprova ou conforta e isso na Sua maneira misteriosa Ele comunica trazendo a nós as palavras de Deus (Luc 12:12; João 14:26). Nisso podemos dizer que Ele também comunica usando expressão verbal e é um exemplo notável de comunicação (Isa 30:21, “ouvirão a palavra…”).
4. A natureza declara as coisas invisíveis de Deus, “desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade” de uma voz tão eficaz que todos “se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas” que eles ficam “inescusáveis” (Rom 1:20). É dita que a natureza usa uma voz e palavras numa linguagem que “estende por toda a terra” (Sal 19:1-4). Então podemos dizer que a natureza é ativa em comunicação também e merece menção como uma meta para nós imitarmos em nossas conversas.
5. Oração é uma transmissão de mensagem a Deus pelo homem, e mesmo que esta atividade envolve sentimentos que vem das profundezas do coração, ela não escapa de ser uma exposição oral de uma pessoa a uma outra (I Samuel 2:1-4; Mat. 6:9-13).
6. Diversos:
Rute estabeleceu a sua firmeza de propósito à Noemi (Rute 1:15-18) tornando comum a sua disposição verbalmente mas isso sem briga, xingamentos, ou exposições que descaracterizaram ninguém.
Na ocasião de Jesus ser ungido com um ungüento de grande valor, alguns dos discípulos de Jesus indignaram-se. Mesmo nesta altura de emoção podemos ter um exemplo de como expressar um ponto de vista contrario ao que está sendo exposto (Mat. 26:6-13) tanto dos discípulos como de Cristo. Veja também Paulo conversando com Pedro – Gal. 2:11-13.
No encontro com Satanás temos o exemplo de Cristo (Luc 4:3-14), dos anjos (Judas 9) e os mandamentos para nós (I Ped 5:8,9), todos dos quais envolvem manifestações verbais sem a liberdade que a natureza pecaminosa do homem seja inflamada.
Vendo estes exemplos de comunicação pela Bíblia somos instruídos como devemos enunciar nossas idéias e sentimentos um para com o outro e para com Deus também.
II. MÉTODOS DE COMUNICAÇÃO
A. Conferência
“Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam.” Provérbios 15:22 (Prov. 11:14).
O método de comunicação chamada “conferência” é o que é praticado pelas grandes firmas quando querem recolher idéias novas, opiniões diferentes e pontos de vista particulares das pessoas envolvidas com a firma. Tudo é exposto e examinado por todos presentes. Ninguém espera que a sua idéia seja adotada em totalidade.
Na conferência participam os que vão tomar a decisão final mas não é sempre feita essa decisão final naquela mesma hora. Os fatos levantados, os desejos expostos, as idéias conversadas são considerados para depois serem feitas as decisões.
Também este método é usado para resolver hábitos ruins, praticas não ortodoxas ou para prevenir algo mal de acontecer. Ninguém sente ofendido ou apontado quando todos estejam presentes e o problema esteja generalizado entre todos. É esperado ouvidos atentos quando a sábia repreensão soa (Prov. 25:12). Tais ouvidos “farão a sua morada no meio dos sábios”(Prov. 15:31).
No ambiente do lar, o pai toma o lugar do presidente duma firma e aquele que precisa de tomar a decisão final. Os membros da família tomam o lugar na firma dos que tem idéias, conselhos, pontos de vista diferentes para exporem.
A hora exata que uma “conferência” se reúne é determinada pela necessidade. Durante a preparação de uma viagem, antes de fazer uma grande compra ou de planejar uma visita já são suficientes razões para chamar todos juntos para recolher os desejos, medos, e opiniões dos que vão ser influenciados pela atividade final. Quando a direção do lar percebe uma pratica generalizada que é uma má influência na família já pode convocar uma reunião para fazer as observações necessárias.
A utilidade desse método é que aquele que precisa tomar a decisão final pode a fazer considerando muitas idéias além das que só ele tem. Duas cabeças são melhor do que uma. Também um grande mal que está espalhando pela família já pode ser conversado com todos juntos, e tanto a pessoa errada quanto os membros inocentes podem tomar uma atitude sábia da advertência pública.
Como há duas valetas nos dois lados de uma rua também há exageros nas duas extremidades deste método. Esse método nunca deve ser usado para comprometer uma verdade ou princípio Bíblico. Só porque todos no lar (ou igreja) estão unânimes sobre uma certa prática ou idéia não significa que ela tem que ser adotada. Se a Bíblia expressou-se já, não há discussão eficiente capaz de mudar a sua verdade. Neste caso a cabeça do lar (ou responsável da igreja) tem que se mostrar firme para guiar a decisão para o que é mais certo ser adotado, mesmo contra a maioria. “Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” Provérbios 3:5,6.
B. Repetitiva
“Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida.” (I Cor 14:19).
Esse método é usada geralmente quando há só duas pessoas conversando mas pode ser adaptado para uso com mais pessoas também. O alvo deste método é eliminar confusão que vem entre pessoas por desentendimento ou mal interpretação de que foi comunicado. A pessoa que está ouvindo pode assegurar que está entendendo o que está ouvindo colocando o que está entendendo em suas próprias palavras e repetindo-o verbalmente. Quem está falando assim confirma o que o outro está entendendo e pode adicionar um ponto esclarecedor para ajudar ainda o ouvinte a entender melhor.
Esse método ajuda em muito todos os envolvidos a pensarem melhor do que estão conversado e pode até forçar quem está falando a pensar melhor do que está querendo transmitir. Certamente, terão menos confusão entre todos que usam esse método nas oportunidades de conversa no lar.
Pode pensar de outros métodos?
III. PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO
“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” I Cor 15:33
“Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.” Salmos 141:3
A. Ênfase além do necessário
1. O Problema
Por causa de limitações de vocábulos, pressa em falar ou de má companhia hábitos de dar ênfase entram na comunicação. Hábitos bem como expressões sonoras (que é a emissão de um som intenso. Por exemplo gritaria ou só sons emitidos para expressar algo) ou expletivas (verbete que é desnecessário ao sentido da frase) podem tornar parte dos hábitos de conversação tanto que as comunicações entre duas dessas pessoas logo parece papagaios gaguejando.
2. A Solução
Jesus ensinou os seus discípulos de não jurar “de maneira nenhuma; nem pelo céu, nem pela terra, nem por Jerusalém (coisas santas) nem por tua cabeça”. A instrução é de deixar o falar “Sim , sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna” Mat. 5:33-37.
“A vossa palavra seja sempre agradável” Col. 4:6.
B. Hábitos sujos
1. O Problema
O que é no coração logo acha expressão pela boca. Meditações banais, alimentação visual de programas menos virtuosos pela televisão e amigos com boca suja enchendo os nossos ouvidos de palavras torpes logo influenciam-nos de comunicar-nos com hábitos sujos. Sinais visuais bem como expressões faciais e sinais do corpo tornam parte de uma comunicação com hábitos sujos tanto quanto a falar de palavras torpes (Prov. 6:12-14).
2. A Solução
Antes de Paulo nos instruir de despojar-nos de ira, da cólera, da malícia, da maledicência e das palavras torpes da vossa boca, ele nos exorta de pensar nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra (Col. 3:2,8). Então no básico, é necessário ter pensamentos altos bem como tudo que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama (Fil. 4:8). E isto ele fala à igreja em Colossos tanto quanto em Éfeso dizendo que não deve sair nenhuma palavra torpe da nossa boca, “mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem” (Efés 4:29). “Faça-se tudo para edificação” (I Cor 14:26). Lembre-se da instrução de Filipenses 2:14, “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas”. Como é que com a mesma língua bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus? “De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.” (Tiago 3:9,10).
Para quebrar hábitos ruins de conversação é necessário mudar os pensamentos primeiro. Algumas dicas seguem: Agradeça a Deus constantemente, memorize versículos da Bíblia, cante hinos no coração e leva “cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” (II Cor 10:5). Assim a mente será melhor preparada para ter uma palavra “sempre agradável, temperada com sal” e você pode ser sábio para responder a cada um como convém (Col. 4:6).
C. Companhia má
1. O Problema
Os que querem ter cuidado do que sai das suas bocas não podem ter por amigos íntimos os que não tenham a mesma precaução. O sábio Salomão instruiu o seu filho, “Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico, para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma” (Prov. 22:24,25). Logo o que um na roda faz, inconscientemente os outros adotam como maneiras aceitáveis de comportamento. Esses amigos podem ser não só pessoas que conhecemos pessoalmente mas com quais gastamos tempo mesmo sem nos encontrar pessoalmente. Esses contatos podem ser feitos pelos programas de televisão que não ensinam praticas virtuosas, livros que não apoiam princípios morais ou até musicas que não incitem pensamentos ou ações agradáveis ao Senhor.
2. A Solução
Não há costumes tidos como excelentes ou maneiras tão aceitáveis pela sociedade que uma má conversação pode tornar ser desejada. Seria engano pensar de outra maneira conforme I Coríntios 15:33. Se as suas amizades não te ajuda andar no caminho aceitável, andar com eles não pode ser mais aceito. “Que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Cor 6:14).
Invista em filmes que educam, livros que são saudáveis e musicas que alegram o Senhor ou que não desfazem um ambiente agradável para pensar pensamentos altos e criar amigos morais de hábitos bons.
D. Falta de cortesia comum
1. O Problema
Tanto mais intimidade que temos com alguém menos cortesia comum usamos. Cortesia comum seria o uso das palavras “por favor” “obrigado” “com licença” “desculpe” “bom dia” “como vai?” etc. Inclui também hábitos como de manter contato ocular com a pessoa com quem está conversando, e considerando o que está sendo comunicado e respondendo às perguntas feitas com atenção. Nada pior do que precisar ficar repetindo a comunicação por causa da insistência da pessoa com quem estamos conversando de continuar fazendo os fazeres dela e não dando a atenção devida à conversa.
2. A Solução
“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.” Mat. 7:12.
Queremos que os outros sempre nos tratem com respeito e com uma certa diplomacia. Até muitas vezes julgamos a cultura e grau de educação de um povo pelo discernimento que tenham entre os tratos pessoais e pelas conversas. Outros nos vêem do mesmo jeito. Convêm usarmos para com os outros a mesma cortesia que queremos que os outros usem conosco. Não querendo ser tratados com pouca cortesia convém também não ficarmos displicentes nesta área com quem mais amamos, mas, de melhor maneira possível, com os que amamos mais devemos mostrar tal amor pela cortesia comum na comunicação diária.
Lembramo-nos aqui que o que diferencia nós dos animais e das maquinas é a comunicação; então grunhidos e sons similares devem ser reservados para quando conversamos tanto com os animais quanto com as maquinas.
1. O Problema
“Jogar Verde” é uma pratica universal que a sociedade usa para transmitir indiretamente assuntos. Significa remeter abertamente um assunto secretamente. Nem sempre a intenção do remetente é saudável. O mal desta pratica é que a pessoa a qual é endereçada a mensagem mal interpreta a mensagem ou até nem a recebe. Nem todos têm capacidades de um telepatia ou de um psicólogo que podem decifrar mensagens vagas ou codificadas. Por esta falta de certeza que a mensagem está sendo recebida faz que está pratica de “jogar verde” torna de ser um problema na comunicação.
2. A Solução
“… falai a verdade cada um com o seu próximo…” Efés 4:17-32
Devemos lembrar que comunicação envolve não só em dispor de pensamentos verbalmente mas também a qualidade de assegurar que os que estão dirigido a comunicação entendam-se bem. Jesus falou em parábolas para deixar enigmais sabendo dos corações duros dos homens a quem ministrava (Mat. 13:13-15) mas em outras ocasiões falava com autoridade e doutrina não deixando nenhuma dúvida (Mat. 7:28,29; João 12:42-50). Se não queremos deixar dúvidas nem enigmas é melhor transmitir as mensagens direitamente e não “jogar verde”. A instrução é “Pedi, e dar-se-vos-á” (Mat. 7:7) uma coisa que só pode ser feita deixando claro o que está dizendo.
F. Falta de Verdade
1. O Problema
Por muitas razões a comunicação torna menos que verdadeira. Pode ter razões altas e intenções sinceras para não dizer a verdade mas falar algo além do que é verdadeiro é mentira. Ananias e Safira a sua esposa manipulavam a verdade (Atos 5). Pedro vivia uma vida dupla (Gal 2:11) nem os filhos do sacerdote Eli (I Sam 2:12-17). Alguns dos discípulos tinham intenções secundárias com o dinheiro de Maria em João 12:1-11. Todos estes exemplos foram repreendidos duramente (até com morte).
2. A Solução
“Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.” Sal 141:3
É melhor falar nada do que falar algo mentiroso ou que não convém (Tiago 1:19). Criar hábitos de só falar o que é de verdade mesmo e não o que só acha que é a verdade ou o que quer que o outro entenda. Mentira é coisa séria diante de Deus (Prov. 12:22) e não se acha alguém no céu que contamine, cometa abominação e mentira (Apoc 21:27). Se a mentira não vai entrar no céu convém que mentira não sai da boca do crente, nem entre nos pensamentos dele. Se temos pensamentos verdadeiros (Fil. 4:8) teremos virtude. Podemos orar como Davi em Salmos 120:2, “SENHOR, livra a minha alma dos lábios mentirosos e da língua enganadora.”
G. Fugir do Assunto
1. O Problema
Quando um assunto constrangedor está sendo levantado a tendência dos seres humanos é sair de fininho para não o tratar. Um forte desejo de nos poupar está em prática quando fugimos dum assunto. É visto quando uma pessoa que está recebendo uma mensagem que possa ser difícil de aceitar muda repentinamente o assunto, disfarça que não está escutando, se cala, ou focaliza numa só palavra que foi dita e começa de falar dessa palavra e assim, cria um desvio do assunto maior. Todas essas manobras tornam ser problemas na comunicação pois muda ou pára o trajeto da conversa.
2. A Solução
Para não fugir do assunto é necessário uma certa responsabilidade de assumir qualquer delito que está sendo tratado. Pode ser que o delito é nosso ou pode ser que seja de outro. O necessário é ouvir o assunto por completo e de avaliar o sem armar manobras para escapar. Se alguém fala conosco de um assunto que pode nos melhorar, mesmo nos ferindo (Prov. 27:6), convém que consideremos tudo para sermos ajudados. Se o assunto realmente não pertence a nós uma conversa ajuda de explicar porquê não.
Também um respeito mútuo da pessoa que está conversando conosco é necessário. Se tratamos com respeito os que estão conversando conosco, podemos ver que eles usam respeito também nos seus tratos conosco.
Pensar do significado da conversa que as palavras empregadas só transmitem em vez de focalizar na escolha das atuais palavras usadas pode ajudar a recepção da mensagem que está sendo comunicada a nós. Palavras podem significar uma multiplicidade de coisas e são nada menos que códigos para transmitir idéias de uma pessoa para uma outra. É melhor atentar no que está sendo comunicado que as palavras usadas para comunicar.
H. Descontar problemas pessoais nos outros
1. O Problema
Cada pessoa é o resultado de fatores fora do seu controle. Os pais que uma pessoa tem não foram escolhidos pelo filho. O ambiente onde o filho foi criado não foi desenvolvido completamente pelo filho. Os irmãos ou irmãs que qualquer tem não foi resultado dos conselhos nossos. A situação financeira bem como a situação política do país sobre qual somos gerados não podiam ser previstas por nós antes de sermos criados nestas situações. Há fatores múltiplos que formam e influenciam nossas personalidades dos quais não temos nenhum, ou no máximo, pouco controle.
Se uma pessoa tem sido criada onde não existia amor no lar essa falta vai causar problemas na pessoa assim criada. Ela não vai saber mostrar amor aos outros. Se uma pessoa tem sido criada onde brigas e gritarias eram comuns, essa pessoa vai trazer esses traços da sua vida velha no lar que eventualmente fará. Se à uma pessoa nunca foi negada algo quando criança, quando adulto vai esperar que todos dobram para a satisfazer.
Esses problemas pessoais, mesmo não podendo sempre ser definidos por si mesmo, tornam de fazer parte da nossa personalidade e podem destruir o ambiente de amor e respeito que deve ser feito no lar expressos pela comunicação. Isso, quer dizer, se nós assim permitirmos.
2. A Solução – Tiago 1:5
Ainda que não podemos determinar muitas condições e influencias em torno de nós, podemos determinar a nossa reação diante das situações ao nosso redor. Não temos que ser necessariamente levados para onde a nossa vontade e sabedoria não querem. Uma vez que temos responsabilidade do nosso destino não precisamos de ser influenciados pelos outros além daqueles que nós resolvemos ser influenciados; podemos nós mesmos definir o “quem” e o “que” que nos influencia. Uma vez que sabemos o certo do errado tornamos responsáveis de fazer a escolha certa. Se percebemos que uma pratica dos nossos pais, dos nossos irmãos ou das nossas irmãs, etc., não convém ser repetida somos responsáveis por não deixar tal pratica fazer parte da rotina da nossa vida.
“Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Fil. 4:13) nos ensina que podemos fazer o que devemos. Temos, como filhos de Deus, o poder de Deus a fazer o que é certo. Se não recorremos ao poder de Deus para ser o que devemos nunca venceremos as práticas más e destrutíveis que herdamos do nosso passado. Culpar os nossos pais, o ambiente na qual fomos criados, etc., não é aceitável e torna de ser só um escape não assumir a responsabilidade das nossas próprias ações.
Estar em Cristo indica uma nova natureza (II Cor 5:17), uma vida que vai brilhando mais e mais na justiça (Prov. 4:18) onde as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo; um processo de conformidade à imagem de Cristo – santificação (Rom 8:29). Quando percebemos algo na nossa personalidade que não convém à glória de Deus, a ação certa será de confessar tal ação como pecado e procurar a graça de Deus para aplicar os conceitos justos e Bíblicos no seu lugar (Mat. 7:12).
I. Aprimorar o negativo
1. O Problema
Sempre há uma historia pior que uma outra. Sempre há uma experiência mais grotesca que uma outra. A carne gosta de atingir níveis piores. Experimente relatando uma tragédia numa roda de amigos e observe se pelo menos mais uma tragédia pior não será levantada por alguém. Isso pode tornar um hábito mal que leva qualquer conversa para o lado negro e negativo da vida.
O mal na raiz deste problema é o orgulho. A pessoa que pode contar a coisa mais desagradável é considerado o mais estudioso e o melhor informado por muitos. Se podemos ser mais chatos que o outro e descrever coisas mais negras na vida, serão então percebidos pelos amigos, pensem estes, como exemplar e modelos para serem seguidos. Tornam a ser quase como os gentios, “que pensam que por muito falarem serão ouvidos.” (Mat. 6:7).
Este é um problema na comunicação pois leva tudo para o exagero e para o lado negativo, praticas que tornem os que praticam tal maneira a ser escarnecido pelos que pensam mais adequadamente.
2. A Solução
Filipenses 4:8 ensina que teremos virtude e louvor se pensamos no que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama (Sal 1:2).
Para manter pensamentos bons pode ser preciso afastar-se da roda de amigos (Sal 1:1). Quando a conversa começa ser menos do que saudável é a hora de tentar contornar a conversa e falar de algo positivo e saudável ou pedir licença para poder retirar-se do local. Nem tudo o que é verdadeiro convém ser conversado especialmente quando trata do lado devasso da vida. As conversas negras podem contribuir para a destruição de boas maneiras (I Cor 15:33). Quando um pensamento negativo começa de aparecer convém praticar o que Tiago 1:19 nos exorta, “Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.”
Se nossos pensamentos estiverem bons, as palavras serão doces.
Se nossas palavras estiverem doces, o ambiente no lar será saudável.
II Cor 14:20, “sede meninos na malícia, e adultos no entendimento”
IV. O ALVO DA COMUNICAÇÃO
“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” Colossenses 3:17
O alvo de comunicação no lar não é nada diferente que o objetivo de viver que é de glorificar Deus em toda parte das nossas vidas (Ecl. 12;13; Rom 16:28; I Cor 10:31; I Ped 4:11). A comunicação pode ser útil para glorificarmos Deus ou pode ser usada para glorificar-nos a nós mesmos ou um outro homem. A exortação é:
• Efésios 4:24, “E vos revistais do novo homem”
• Colossenses 4:6, “a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal”
• Tito 2:7,8, “Em tudo te dá por exemplo de … linguagem sã e irrepreensível”
A. O QUE A BOA COMUNICAÇÃO NÃO É
1. Comunicação corrupta – Col. 3:8
2. Manipulação – Juizes 16:16,17 (Num 14:36)
3. Murmurações – Fil. 2:14
B. O QUE A BOA COMUNICAÇÃO É
“Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu!”- Salmos 19:14
1. Ações de Amor – Mar 12:31; I Cor 13:8
É bom lembrar que diferenças de opinião não são necessariamente defeitos numa personalidade. Quem é que nos faz ser diferentes (I Cor 4:7)? As diferenças que existem em cada pessoa enfatiza o fato que esforços vão precisar ser exercitados para termos boa comunicação um com o outro. Quando consideramos as diferenças de cada pessoa e procuramos de aproveitar o bom que cada um pode oferecer estamos mostrando ações de amor tanto para aquela pessoa quanto a seu Criador.
2. Escutando – Tiago 1:19
É bom considerar porque Deus nos deu duas orelhas e uma só boca. Pode ser que devemos ouvir duas vezes mais que falamos. Um bom conversador sabe bem escutar os outros. E por falar de escutar, já percebeu que quando a boca está aberta, a mente já parou de coletar conhecimento? Portanto, para crescer em conhecimento, são os ouvidos que devem ser abertos e não a boca.

Autor: Pastor Calvin Gardner
Fonte: www.obreiroaprovado.com

A Comunhão dos Santos

A Comunhão dos Santos

Leitura: At 2.41-47

Comunhão: participação em comum em idéias, crenças, etc. A comunhão consiste em um acordo em que diversas pessoas unem-se e chegam a participarem juntas de uma determinada coisa (2 Co 6.14 e 1 Jo 1.3). Uma união de propósitos e interesses.
A grande importância da Igreja reside precisamente nisso: ela atrai pessoas para a atmosfera reconfortante de uma comunhão, pela qual anela o espírito humano.
Comunhão é “um compartilhamento íntimo e amoroso de certas bênçãos espirituais por pessoas que estão na mesma condição diante da benção que compartilham” (A.W. Tozer).
Por comunhão dos santos entende-se a união que existe entre todos os santos, desde o Pentecostes até o arrebatamento. “A igreja é a comunidade de todos os cristãos de todos os tempos”. Por “santos”, aqui, entende-se os membros da Igreja, e não os santos canonizados. Não há comunicação com os santos do céu, mas certamente há comunhão (Hb 12.22-24; Jo 17.20,21). Essa é a Igreja Cristã invisível. É considerada invisível porque ninguém pode ver a fé do outro. Ela é invisível para os homens, mas não para Deus, pois “o Senhor conhece os seus” (2 Tm 2.19). A comunhão perfeita entre céu e terra somente ocorrerá na “plenitude dos tempos” (Ef 1.10,23).
A palavra grega koinonia (comunhão) significa compartilhar ou participar mutuamente de algum evento comum ou acordo. No AT a idéia de comunhão diz respeito ao relacionamento do homem com o seu próximo (Sl 133.1) e não do homem com Deus. Mesmo o fato de Abraão ser chamado “amigo de Deus” (Tg 2.23) e Moisés ter falado com Deus face a face (Dt 34.10), não significa que hajam eles provado a mesma comunhão com Deus, como os crentes da nova aliança (Jo 15.14). A comunhão no NT envolve tanto o relacionamento entre os irmãos como também com o Pai, com o Filho (1 Jo 1.3) e com o Espírito Santo (2 Co 13.13). A comunhão começa com a Trindade, e amplia-se para os filhos de Deus (Jo 17.3,6,10,11, 14). O termo grego koinonía envolve também as idéias de companheirismo e contribuição, pois essa é uma maneira de compartilharmos com outras pessoas de nossas posses materiais.
No grego, a idéia é expressa por um verbo e um substantivo, a saber:
1. Omiléo, (comungar com). Esse verbo aparece 3 vezes: (Lc 24.14,15; Atos 20.11 e 24.26).
2. Koinonía, (comunhão). Esse substantivo ocorre por 18 vezes: At 2.42; Rm 15.26; 1 Co 1.9; 10.16; 2 Co 6.14; 8.4; 9.13; 13.13; Gl 2.9; Fl 1.5; 2.1; 3.10; Fm 6; Hb 13.16; 1 Jo 1.3,6,7.

Somos participantes da mesma natureza: os redimidos e santificados. Partilhamos da mesma vida (a vida eterna que Cristo nos dá) e da mesma verdade (o testemunho do evangelho de Cristo).

As metáforas utilizadas para representar a igreja falam de comunhão:

• Somos uma família. Somos irmãos, da família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Deus é representado como um Pai de família e nós, seus filhos e servos (Mt 12.49-50; 13.27; 20.1; 2 Co 6.18; 1 Jo 3.14-18). Devemos tratar uns aos outros como uma família (1 Tm 5.1,2).
• Somos um corpo, o Corpo de Cristo (Rm 12.4,5; 1 Co 12.12-27; Ef 4.15-16). Um membro do corpo de preocupar-se com o outro: orar, apreciar, preferir (Fp 2.1-4). Um corpo tem interação, os órgãos se comunicam entre si. Cada parte é útil para o corpo como um todo e há interdependência delas (Ef 4.16; Cl 2.19). A Igreja é um corpo, cuja cabeça é Jesus Cristo. Ora, um corpo não pode subsistir sem que haja união entre seus membros, bem como entre os membros e a cabeça. Antes de existir comunhão precisa existir união. Uma é pré-requisito para a outra. Aceitar a Cristo é também aceitar fazer parte de seu corpo.
• Somos uma casa, edificada sobre a “pedra angular” que é Cristo (Hb 3.6; 1 Pe 2.4-8) e um edifício (1 Co 3.9).
• Somos uma videira – Cristo é a vinha, e nós somos os ramos, pelo que devemos pensar em uma comunhão orgânica (Jo 15.5), uma oliveira (Rm 11.17-24), uma lavoura (1 Co 3.6-9), e uma colheita (Mt 13.1-30; Jo 4.35).

Tipos de comunhão:

1. Celebração: Os crentes se reúnem para a adoração a Deus, desfrutando da presença de Cristo (Mt 18.20).
2. Refeição: os momentos de refeição em comum provêm, tanto em casa como em sociedade, momentos de intensa comunhão (1 Sm 16.11; 2 Sm 9.13; Lc 13.29).
3. Contribuição. O vocábulo grego koinonía pode significar contribuição (Rm 15.26 – refere-se à contribuição das igrejas para os crentes pobres de Jerusalém). Um bom membro da comunidade cristã compartilhava de sua abundância material com aqueles que possuíam menos; e isso era um tipo de comunhão. A comunhão indica “partilhar” de alguma coisa (2 Co 8.23; Rm 11.7; Fl 1.7; 1 Pe 5.1). Também indica participar com algo (2 Co 9.13; Fl 1.5; Rm 15.26; At 2.44; 4.32; Gl 2.9; 1 Jo 1.3).
4. A Ceia do Senhor. Para muitos cristãos, os termos “comunhão” e “Ceia do Senhor” são sinônimos. A Ceia é comunhão (1 Co 10.16). Comunhão com o Pai e com o Filho (1 Jo 1.3)

Elementos que envolvem a comunhão:

1. Amor : A marca dos discípulos de Cristo é o amor uns pelos outros (Jo 13.35; 1 Jo 1.7). Amor fraterno deve existir entre os crentes (Hb 13.1; 1 Pe 3.8). A palavra no grego usada para amor fraternal é filadélfia. A igreja do amor fraternal, foi dito: “Guarda o que tens” (Ap 3.11).
2. União: Jesus declara que a unidade da igreja é um testemunho para os descrentes (Jo 17.20-23). Paulo conclama a igreja à união e não a divisão (1 Co 1.10-13). Quem ama a Deus e não ama a seu irmão, é mentiroso (1 Jo 4.20). Temos uma só fé, um só Espírito, um batismo, um Senhor (Ef 4.5,6; Fp 1.27). O caminho para a união é a humildade (Fp 2.2-5). É bom viverem (hebraico yachab: permanececer, habitar) unidos os irmãos (Sl 133.1).
3. Paz: Deus deseja que o corpo de Cristo se esforce para que tenha paz (Rm 12.18; 14.19; 2 Co 13.11; Cl 3.15; Ef 4.3; 1 Ts 5.12,13; 2 Tm 2.22; Hb 12.14; 1 Pe 3.11). Pelo Espírito Santo temos paz com Deus e com os irmãos (Rm 8.6; Gl 5.22). O Senhor é Deus de paz (1 Co 14.33; Hb 13.20).
4. Atitude: Devemos estender a mão da comunhão (Gl 2.9). O trabalho social é também uma forma de evangelizar. Aliás, é essa a linguagem que o mundo entende (1 Jo 3.17).
5. Intercessão: a oração dos santos por outros é de suma importância para a perfeita comunhão (2 Co 1.11; Ef 6.18; Rm 15.30). O Espírito Santo muitas vezes desperta alguém no corpo de Cristo para interceder por outro (Ef 3.14).
6. Cuidado mútuo (Cl 3.16). A Bíblia manda fazer uns aos outros: servir humildemente (Jo 13.14; Gl 5.13), amar (Jo 13.34), preferir (Rm 12.10), receber (Rm 15.7), cumprimentar afetuosamente (Rm 16.16), suportar (Ef 4.2), perdoar (Ef 4.32), ensinar (Cl 3.16), consolar (1 Ts 4.18), edificar (1 Ts 5.11).
7. Uso dos Dons espirituais: São concedidos por Deus para promover a edificação (1 Co 14.26; Ef 4.12) e a unidade da igreja (Ef 4.13, 1 Co 12.25). Deus repartiu com os membros dons diferentes (1 Co 12.29,30), para que haja diversidade na realização da Sua obra (1 Co 12.4-6), atendendo a cada necessidade do Corpo de Cristo (Rm 12.4-8; 1 Co 12.17-20). Esta diversidade dos dons também promove a interdependência entre os membros, para que ninguém se julgue superior ou auto-suficiente (1 Co 12.21,22).

Fomos chamados à comunhão (1 Co 1.9). Devemos “levar a carga uns dos outros” (Gl 6.2). A comunhão não é uma opção, mas a única possibilidade que nos foi ordenada (Ef 4.1-3).

Exemplos bíblicos de comunhão: Jônatas (1 Sm 23.16); Davi (Sl 119.63); Daniel (Dn 2.17,18); os apóstolos (At 1.14); a Igreja primitiva (At 2.42); Paulo (At 20.36-38).

Comunhão entre as igrejas

A unidade da igreja não implica num único governo eclesiástico mundial, mas no senhorio de Cristo sobre toda igreja local. Devemos trabalhar para manter a unidade do Corpo, pois a Bíblia nunca recomenda a separação entre salvos, mas somente entre salvos e incrédulos (2 Co 6.14).

Separação do mundo

Não devemos manter comunhão com os ímpios (2 Co 6.14-17). Eles estão fora da comunidade dos salvos. A comunhão de duas naturezas espirituais opostas (luz/trevas, santo/impuro, Cristo/demônios) é impossível.

Obras consultadas:

CHAMPLIN, R.N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 6ª edição. São Paulo: Hagnos, 2002.
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.
TOZER, A.W. Verdadeiras Profecias: para a alma em busca de Deus. São Paulo: Editora dos Clássicos, 2003.

Carlos Kleber Maia

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A CHAMADA DIVINA DO MINISTRO !

“E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé que teve quando ainda incircunciso; para vir a ser o pai de todos os que creem, embora não circuncidados, a fim de que lhes fosse imputada a justiça, e pai da circuncisão, isto é, daqueles que não são apenas circuncisos, mas também andam nas pisadas da fé que teve Abraão, nosso pai, antes de ser circuncidado.” (Rm. 4:11-12)

Chamar é o ato de convocar alguém por meio de sinais previamente convencionados ou atrair a outrem se utilizando de meios e estratégias desconhecidos.
Isto difere da palavra escolhido, preferido, predileto ou ainda selecionado para uma tarefa especifica.

Muitos dos homens e mulheres que foram alcançados por Deus para a salvação também receberam uma convocação para a realização de tarefas especificas dentro da visão de Deus, no propósito de fazer expandir a obra de Deus em todo o mundo.

O obreiro verdadeiramente chamado pelo Senhor sente o peso da responsabilidade e, esse tipo de obreiro tem o seu ministério confirmado a cada dia.
E o importante, nesse caso, é o que o Senhor diz acerca desse obreiro, e não o que as pessoas pensam ou falam dele.
Deus faz questão de demonstrar que está com quem verdadeiramente chamou, dando testemunho dele.

Porque é importante a chamada divina?
Qual a razão da chamada?
A chamada divina tem alguns propósitos importantes como, esclarecer que o ministério, seja qual for, nunca foi uma profissão, o ministério é um Dom e uma vocação de Deus.
“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” (Ef. 4:11-14)

A partir desta premissa básica, todo aquele que é chamado pelo Senhor deve estar consciente de que:
• Do Senhor vem à recompensa
“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.” (I Pe. 5:1-4)
• Pelo Senhor será julgado
“Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por tribunal humano; nem eu tampouco julgo a mim mesmo. Porque de nada me argúi a consciência; contudo, nem por isso me dou por justificado, pois quem me julga é o Senhor.” (I Co. 4:3-5)

A certeza da chamada de Deus faz o servo do Senhor superar obstáculos considerados, pelo homem natural, insuperáveis.
Mas existem chamadas que Deus não tem participação nenhuma tais como: chamada humana, chamada própria.
Nestes casos a pessoa não consegue dar continuidade em seu trabalho, pois não resiste às provas para conseguir a aprovação de Deus.

• A CHAMADA DIVINA

A chamada de Deus é clara e inconfundível, e independe da vontade humana, como por exemplo, a chamada de Arão, Jonas, Amos, etc.
São homens que foram chamados sem consulta prévia.
“Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta, mas boieiro e colhedor de sicômoros. Mas Yahweh me tirou de após o gado e Yahweh me disse: Vai e profetiza ao meu povo de Israel.” (Am. 7:14-15)
Inúmeros outros exemplos poderiam ser citados.
Homens, que, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam bocas de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada; da fraqueza tiraram força; fizeram-se poderosos em guerra.
“E que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas, os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros.” (Hb. 11:33-34)

a. A chamada é acompanhada da missão
Ninguém que é chamado por Deus vive de um lado para o outro, de um trabalho para outro sem ter certeza da vontade de Deus.
Deus,quando chama,comissiona seu servo para uma missão especifica.

A chamada é acompanhada de disposição para o trabalho
Mateus registrou em seu evangelho a parábola que Jesus contou sobre os trabalhadores e o senhor da vinha.
Disse Jesus na parábola, que um pai de família levantou cedo para conseguir trabalhadores para a sua vinha.
Esse Senhor saiu de madrugada para contratá-los.
Deus está procurando pessoas que estejam dispostas a fazer a sua obra, ainda que de madrugada.
A Bíblia diz que aqueles trabalhadores não escolheram tarefas.
Foram contratados e receberam a orientação do que deveriam fazer.
Nada combinaram sobre pagamento.
Eles foram trabalhar confiando que aquele pai de família lhes pagaria o salário justo.
No final do dia aquele homem pagou a todos sem fazer discriminação do trabalho realizado pelos trabalhadores.
Deus também não faz discriminação entre os seus trabalhadores.
“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.” (Cl. 3:23-25)

b. A ocasião da chamada
Se Deus chama como quer, isto é de modo soberano, é lógico que Ele também chama quando quer.

Não há faixa etária privilegiada, como vemos a seguir:

a) Desde o ventre, o Senhor chamou Jeremias, e Paulo.
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações.” (Jr. 1:5)

“Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue, nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim, mas parti para as regiões da Arábia e voltei, outra vez, para Damasco.” (Gl. 1:15-16)

b) O Senhor chamou Samuel, sendo este jovem, e, possivelmente Timóteo.
“Perguntou Samuel a Jessé: Acabaram-se os teus filhos? Ele respondeu: Ainda falta o mais moço, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha. Então, mandou chamá-lo e fê-lo entrar. Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse Yahweh: Levanta-te e unge-o, pois este é ele. Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito de Yahweh se apossou de Davi. Então, Samuel se levantou e foi para Ramá.” (I Sm. 16:11-13)

“Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. Quis Paulo que ele fosse em sua companhia e, por isso, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que seu pai era grego.” (At. 16:1-3)

Em qualquer época de nossa existência, o Senhor pode nos chamar para o ministério ou para o cumprimento de uma missão em particular.

c) Yahweh chamou Davi quando cuidava do rebanho de seu pai.
“Perguntou Samuel a Jessé: Acabaram-se os teus filhos? Ele respondeu: Ainda falta o mais moço, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha.” (I Sm. 16:11)

d) Yahweh chamou Eliseu quando estava lavrando com doze juntas de boi.
“Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele; ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele. Então, deixou este os bois, correu após Elias e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe e, então, te seguirei. Elias respondeu-lhe: Vai e volta; pois já sabes o que fiz contigo. Voltou Eliseu de seguir a Elias, tomou a junta de bois, e os imolou, e, com os aparelhos dos bois, cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram. Então, se dispôs, e seguiu a Elias, e o servia.” (I Rs. 19:19-21)

e) O Senhor Chamou Paulo a caminho de Damasco, com o objetivo de prender cristão.
“Com estes intuitos, parti para Damasco, levando autorização dos principais sacerdotes e por eles comissionado. Ao meio-dia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo. E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões. Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda, livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio, para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim.” (At. 26:12-16)

f) Deus chamou Amós quando trabalhava pastoreando as ovelhas.
“Então, Amazias disse a Amós: Vai-te, ó vidente, foge para a terra de Judá, e ali come o teu pão, e ali profetiza; mas em Betel, daqui por diante, já não profetizarás, porque é o santuário do rei e o templo do reino. Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta, mas boieiro e colhedor de sicômoros. Mas o SENHOR me tirou de após o gado e o SENHOR me disse: Vai e profetiza ao meu povo de Israel.” (Am. 7:12-15)

g) Jesus chamou um cobrador de impostos pessoa considera má pelos judeus, pois trabalhava para Roma.
“Partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu. E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento.” (Mt. 9:9-13)

• A CHAMADA HUMANA

Nem sempre Deus tem participação neste tipo de chamada, é a chamada do tipo: “Vem para cá!”
É um simples convite humano.
Temos exemplos bíblicos desse tipo de chamada na vida de homens como Ló, que acompanhou Abraão.
“Partiu, pois, Abrão, como lho ordenara Yahweh, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã.” (Gn. 12:4)
Ló simplesmente foi com ele, diz a Bíblia.
Há obreiros nessa situação, apenas seguindo alguém, sem terem qualquer chamada individual.

Samuel quase ungiu a Eliabe por si próprio, quando o homem que Deus escolheu era Davi.
“Sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe e disse consigo: Certamente, está perante Yahweh o seu ungido. Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque Yahweh não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém Yahweh, o coração.” (I Sm.16:6-7)

• A CHAMADA PRÓPRIA

É aquele tipo de chamada onde a pessoa se oferece sem que Deus tenha participação no caso.
O escriba disse a Jesus: “Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei”.
Jesus respondeu: “As raposas tem seus covis, as aves do céu ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”.
Esse é um tipo de chamada própria.

Existem também os maus obreiros que inventam um chamado para usar o ministério em proveito próprio, envergonhando o Evangelho revelando-se verdadeiros parasitas preguiçosos, desordenados, mercenários, mentirosos, rebeldes, faladores, infiéis e problemáticos.
“Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja.” (III Jo. 1:9-10)

“Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara.” (Lv. 10:1)

Sem fidelidade não há unidade e sem esta não existe mobilização para fazer a obra de Deus.
Para que a obra de Deus cresça, é necessário haver união.
Todo obreiro deve ter consciência dos seus deveres e ser fiel ao ministério.
A obra de Deus precisa de obreiros comprometidos e não apenas envolvidos.
É preciso haver conscientização por parte do obreiro a respeito do seu trabalho.
O obreiro deve ter o cuidado para cumprir as tarefas que recebeu de Deus, considerando o trabalho como um ato de adoração e agradecimento a Deus.

Você achou que é difícil ser um obreiro verdadeiramente chamado por Deus?
Se fosse fácil, qualquer um poderia abrir igrejas aqui e ali e dizer que é “apóstolo” ou “bispo”.
Aliás, tem muitos falsos obreiros fazendo isso.
Mas haverá o dia do acerto de contas, naquele grande Dia.
“Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mt. 7:22-23)

Para ser um obreiro de fato, é preciso entrar pelo caminho da obediência à Palavra.
“Atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para o cumprires.” (Cl. 4:17)

Amém!!!
Postado por Pr. Alcir Marinho às 01

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