A Bíblia fala sobre o trabalho
A Bíblia fala sobre o trabalho
Introdução: O seguidor de Yehshua será exímio trabalhador. Não será sanguessuga de ninguém. Em períodos de enfermidade ou calamidade, deverá ser ajudado pela família e pela comunidade nazarena; fora isso, deverá ser operoso com sua inteligência e com a obra de suas mãos nas ferramentas.
1 – O TRABALHO É O SACRIFÍCIO PARA SE CONSEGUIR A ALIMENTAÇÃO. No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. Yahweh Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra, de que fora tomado. Gn 3. 19,23. Já foi dito que o trabalho consciente dignifica o homem; é verdade. O esforço para ser produtivo e útil nas realizações de tarefas do emprego ou como profissional liberal são as fontes lícitas e justas do bom viver.
2 – O TRABALHO EVITA ATIVIDADES DESONESTAS. Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade. Ef 4. 28. Jogos de azar, prostituição, contrabando e tráfico de drogas são atrasos na vida da humanidade. São fatores negativos e com consequências desastrosas e até mortais. Não são trabalhos dignos; são subornos, espertezas e desmandos.
3 – O TRABALHO É APROPRIADO PARA O HOMEM QUE TEME A DEUS. Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem. Sl 128. 1-2. Os seguidores do Messias deverão ser o exemplo de dedicação e bom desempenho de seu ofício, seja ele qual for. O pão nosso de cada dia jamais chegará até os preguiçosos e ociosos durante a vida toda. O vício de pedir é feio e injustificável para os que têm saúde; que se procure serviço até encontrar.
4 – A MULHER VIRTUOSA DESENVOLVE TAMBÉM SEU TRABALHO. Ainda de noite, se levanta e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. Estende as mãos ao fuso, e as palmas das suas mãos pegam na roca. Olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça. Pv 31. 15, 19, 27. O trabalho pesado não era para ser desenvolvido pela mulher, mas tarefas suaves e domésticas. Nos tempos dos Séculos XX e XXI, porém, elas trabalham quase em pé de igualdade com os homens. Cabe ao casal analisar se a ausência dela no lar não é prejudicial à criação dos filhos.
5 – O MESSIANICOS QUE NÃO É DEDICADO A TRABALHAR TORNA-SE ESCÂNDALO NA COMUNIDADE. Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também. Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes, fazendo coisas vãs. II Ts 3. 10-11. Quem não trabalha dá muita mão de obra. A ociosidade é a mãe dos vícios de toda sorte. Os governantes deveriam abrir frentes de serviços para todas as idades e condicionamentos culturais; a fome seria diminuída, bem como “serviços” de ganho rápido.
6 – O PATRÃO CRENTE DEVE TRATAR CONDIGNAMENTE SEU TRABALHADOR. E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu e que para com ele não há acepção de pessoas. Ef 6. 9. O patrão precisa dar prioridade ao tratamento condigno aos seus funcionários; sem eles, suas obras e sua clientela serão reduzidas. O bom funcionário é a mola mestra do empreendimento. Salário justo, bonificações periódicas e até, se for possível, participação nos lucros.
7 – O CRENTE EMPREGADO DE UM CRENTE DEVERÁ SER MAIS AINDA TRABALHADOR PRODUTIVO. Vós, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; servindo de boa vontade como ao Senhor e não como aos homens, sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre. Ef 6. 5-8. Assim procedendo, galgará posições mais relevantes e rentáveis. Glorificará a Deus com sua postura de servo fiel e diligente. Mesmo o patrão ímpio gostará de ter trabalhadores obedientes, produtivos e honestos. Daniel, o profeta, procedeu assim.
8 – O TRABALHO GERA OS BENS PARA A COMODIDADE DAS PESSOAS. A ciência se multiplicará. Dn 12. 4. Aproveitando sabiamente a ciência evoluída, os homens têm criado fantásticas comodidades para a raça humana. Pelo trabalho constrói-se a moradia, fabricam-se os eletrodomésticos e os meios de transporte; o vestuário, os remédios e outros bens de consumo. Temos pelo trabalho a energia elétrica, a água encanada e os meios de comunicação.
Conclusão: A Bíblia tem orientações e mandamentos concernentes ao serviço secular. O que vimos acima serve, porém, de base para o bem-estar dos conscientes de que no “suor do rosto” é que se ganha o pão. Se um Nazareno genuíno for apanhado como esmoler, algo está errado com ele, com sua família ou com sua irmandade de igreja.
(Os textos bíblicos são da Bíblia Revista e Corrigida)
Escrito por: Pr. Odair Alves de Oliveira (
Tags:trabalho
A Bíblia e a Homossexualidade
A Bíblia e a Homossexualidade
Vamos ter um momento para ver o que Bíblia diz sobre a homossexualidade e também sobre, casamento homossexual.
Vamos começar pela definição de homossexualidade (sim, acredite ou não existem pessoas que irão discutir sobre a definição).
De acordo com o dicionário Merriam-Webster dictionary, a homossexualidade é definida como:
“A qualidade ou estado de ser homossexual” e “atividade erótica com outra pessoa do mesmo sexo”. Continuando, homossexual é definido como: “relativo a, ou caracterizado por uma tendência para dirigir o desejo sexual para outra do mesmo sexo” e ” de, relacionadas com, ou envolvendo relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo”.
O próprio termo “homossexual” não foi inventado até o final de 1800, mesmo embora a prática já existe há milhares de anos.
Em Gênesis capítulos 18 e 19, testemunhamos a destruição de Sodoma e Gomorra devido à sua perversão sexual. Nesse relato, Ló, o sobrinho de Abraão, vivia em Sodoma. Dois anjos em viagem a Sodoma, depois de terem sido convidados para a casa de Ló para passar a noite, a casa foi rodeado por “homens de toda parte da cidade de Sodoma, tanto jovens como velhos… Eles chamaram a Ló e disseram: “Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traga-os fora a nós para que possamos ter relações sexuais com eles.”
Deus nunca escolheu e destruiu outras cidades dessa maneira. O pecado da homossexualidade era tão ofensivo a Deus que Ele aniquilou tanto a cidades como os habitantes.
O livro de Levítico é o lugar onde Deus estabeleceu Suas leis para os israelitas.
A homossexualidade é abordada tanto em Levítico 18:22 e 20:13.
Levítico 18:22: “Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher, é uma abominação.”
Levítico 20:13: “Se um homem se deitar com outro homem, como aquele que se deita com uma mulher, ambos cometeram um ato abominável, pois eles certamente serão condenados à morte. Seu sangue cairá sobre eles”.
Aqui Deus está claramente dizendo aos israelitas que o homossexualismo é detestável, e uma abominação para ele, que aqueles que praticam deveriam ser condenados à morte e que a culpa está nos seus próprios ombros.
Eu gostaria de analisar dois pontos aqui:
1. O termo “culpados do sangue” na Bíblia diz “o seu sangue será sobre suas próprias cabeças” indica que uma pessoa decide entrar no homossexualismo. Muitos ativistas homossexuais querem nos fazer crer que a homossexualidade é um traço genético e não uma escolha consciente. Nós falaremos mais sobre este aspecto da homossexualidade mais tarde neste artigo.
2. Deus nos diz que Ele é imutável. Ele é o mesmo, “Eu, sou o Senhor e não mudo”.
3. A pergunta que devemos fazer é: “Se Deus disse que algo é detestável, e uma abominação em tempos passados, seria um Deus imutável dizer que as mesmas coisas são para ele boas e normais hoje em dia? “Claro que não. Ele é imutável!
Alguns podem tentar fazer com que a alegação de que, Deus, em Êxodo 21:17, também ordenou que qualquer filho que amaldiçoa seu pai ou mãe deveria ser condenado a morte, isto de alguma maneira diminui a lei referida no Levítico, desde que é claro que hoje em dia, ninguém condena uma criança à morte por maldição aos seu pais.
Na verdade ele não diminui as leis do Levítico em nada.
Jesus disse em Mateus 5:17-18: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim destruir, mas cumprir. Eu digo a verdade, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido”.
Um dos argumentos complicados que eu já ouvi é “que Jesus nunca falou especificamente contra a homossexualidade.” Bem, Jesus nunca falou especificamente contra o assassinato, mas há quem acredita que o assassinato é aceitável porque Jesus nunca falou especificamente sobre isso? Acho que a maioria de nós diria “não”. Porque Jesus não falou especificamente sobre algo não nos exime de tentar determinar, a partir da Palavra de Deus (a Bíblia), o que Deus (e Jesus) quer que façamos sobre isso.
Deve fazer-nos muito feliz que Jesus morreu na cruz por nossos pecados, eliminando assim a necessidade que temos de ser condenado à morte por violar a lei.
O Novo Testamento é também muito claro sobre o que Deus pensa sobre o homossexualismo.
Em Romanos 1:26-27, o apóstolo Paulo é muito específico: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Porque até as mulheres trocaram as relações naturais por outras, não natural. Da mesma forma que os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão um para com o outro. Homens cometeram atos indecentes com outros homens, e recebendo em si mesmos a devida pena pela sua perversão”.
Paulo passou a afirmar, em 1 Coríntios 6:9-10: “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem prostitutos nem adúlteros, nem os sodomitas, nem ladrões, nem os avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”.
E em Judas 1:7: “De um modo semelhante, Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas, que, havendo se corrompido como aqueles e ido após outra carne, foram postas como um exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”
Assim, de forma inequívoca, o homossexualismo, segundo a Bíblia é um pecado.
É importante entender que Jesus nunca, nem uma vez sentou-se com pecadores não arrependidos. Na verdade, ele chamou de uma ninhada “de víboras”. Todos as pessoas associadas com Jesus durante o Seu ministério eram arrependidos ou aqueles que buscavam se arrepender e segui-Lo.
Jesus nunca encorajou e nunca será encorajar ninguém a continuar no pecado.
Na sociedade de hoje nós, cristãos, que sustentamos uma visão bíblica sobre este tópico somos frequentemente chamados de “intolerantes”, e até mesmo “racistas” ou “homofóbicos”. Estes são “chavões” jogado em nós pelos ativistas homossexuais em uma tentativa de envergonhar-nos e nos fazer desistir de verdades bíblicas Moral Absolutos e aceitar sua posição sobre a homossexualidade.
O ativista homossexual, também, quer que todos acreditam que a homossexualidade é uma coisa boa, saudável e verdadeira, é um traço genético. Deixe-me dissipar esta lenda urbana agora.
Até o momento, nenhuma evidência de um “gene homossexual” foi encontrado. Todas as provas suporta o fato de que a homossexualidade é uma opção de vida, não um pré-determinado traço genético como ser destro ou canhoto, ou ter uma cor específica.
Um psicólogo britânico teve enorme sucesso em prestação de “terapia de reorientação” para homossexuais que querem mudar. Não é uma cirurgia ou um tratamento médico, mas é eficaz. Como poderia ser eficaz se a causa da homossexualidade é física? Bem, é não poderia ser. A homossexualidade é uma escolha, não uma predisposição genética.
O que é um estiramento para a mente lógica para sequer chegar perto de crer que alguém aceitar a escolha do estilo de vida homossexual se torna parte de uma raça diferente!
Segundo várias fontes, 85 a 89 por cento das pessoas atualmente infectadas pelo vírus da AIDS são homossexuais, bissexuais ou que tenham tido relações sexuais com pessoas que são homossexuais ou bissexuais.
Acho interessante que as pessoas que estão empurrando a agenda homossexual, jamais mencionam o risco significativo para as pessoas, especialmente os homens, que estão envolvidos nesta opção de vida.
A Califórnia está lutando atualmente com a questão da homossexualidade na escolas e ao público em geral. Vários parlamentares do Estado introduziram na legislação uma forma para pressionar os sistemas de ensino para a lista sexual preferência de figuras históricas, numa tentativa de “glamour” do estilo de vida homossexual. Eles têm ido tão longe a ponto de incluir nessas disposições da legislação restrição a livros e atividades patrocinadas pela escola “refletindo negativamente” na transexual idade, da bissexualidade, ou homossexualidade.
Este projeto também poderia remover a família tradicional de livros didáticos por não usar palavras como “mamãe” e “papai”.
Escolas colocam cartazes em suas paredes para incentivar os jovens a aceitar e tornar-se parte do estilo de vida homossexual, mas nunca está lá qualquer palavra dos riscos à saúde dos associados.
Nossos jovens estão sendo enganados pelos ativistas homossexuais.
Tristemente, os ativistas homossexuais são muito eficazes nestes esforços.
A homossexualidade é um pecado. Não importa como o ativista homossexual corta-o, analisa-o, contorce-o e gira-o, a homossexualidade sempre será um pecado e uma abominação para Deus.
Peço a todos os homossexuais ou aquelas pessoas que pensam se engajar no estilo de vida homossexual, fuja desse pecado, arrepende-se e volta para Deus e a sua vontade.
Deus nos deu não apenas regras sobre a homossexualidade, mas o sexo em geral, porque é bom para nós. Se seguirmos suas regras de um homem e uma mulher no contexto do casamento, muitas coisas más e ruins podem ser evitadas.
Deus ama a todos nós e só quer o melhor para sua criação. Vire as costas para o pecado e siga-o.
Pr. Aldenir Araújo
Tags:Homossexualidade
A BÍBLIA E A CIÊNCIA – ESTARÃO DE ACORDO ?
A BÍBLIA E A CIÊNCIA – ESTARÃO DE ACORDO ?
POR INCRÍVEL QUE PAREÇA,A CIÊNCIA CONFIRMA O QUE BÍBLIA DIZ HÁ MUITOS SÉCULOS.
A CIÊNCIA APENAS DESCOBRIU O QUE ESTÁ CRIADO !
( 1 ) – Tem sido dito que “um poço de conhecimento,pode ser algo perigoso”.
Isto está certo no campo da ciência,tal como o expressou Sir Francis Bacon.um dos fundadores da Ciência
Natural. “É uma verdade assegurada e uma conclusão da experiência que um pouco de conhecimento ou filosofia
superficial pode inclinar a mente do homem para o ateísmo,mas ao estar dentro disso,recupera a mente para voltar à religião.” (Experiências da Aprendizagem,livro 1,pág.4,vol.30 de “Os Grandes Livros do Mundo Ocidental”.Editado pela Enciclopédia Britanica Inc.Chicago,em 1.955).
Algumas pessoas afirmam que a Bíblia e a Ciência são antagónicas,uma contra a outra e que os factos da
Ciência e as afirmações da Escritura Sagrada,existe um conflito irreconciliável. Tais críticos da Bíblia confirmavam
simplesmente a veracidade da máxima anterior de que “um pouco de conhecimento,pode ser algo perigoso”,
porque não importa o que conheçam da verdadeira ciência é evidente que possuem pouco conhecimento do Livro dos Livros: a Bíblia Sagrada.
( 2 ) – O homem verdadeiramente importante,reconhece,depois das suas limitações.
Sir Isaac Newton,que descobriu a Lei da Gravidade e que foi um dos maiores génios cientistas de todos os
tempos,tinha uma opinião muito humilde das suas descobertas como cientista.
Percebendo quanto limitada é a sabedoria do homem comparando com a Sabedoria Infinita do Todo-Poderoso
do Céu,afirmou:-“Eu pareço como haver sido apenas como uma criança que brinca à beira-mar e que me divirto
ao encontrar uma pedra mais polida ou uma concha mais bonita que geralmente,enquanto o Oceano da Verdade continua sem ser descoberto diante de mim”.
(Citado por Sir David Brewster:”Memórias de Newton,vol.2,páginas 407 em 1.855).
( 3 ) – Nestas nobres palavras Sir.Isaac estabeleceu um digno precedente para que todos o sigamos.
Sir Newton via “um grande oceano de verdade”,não só na Natureza,senão também nas Escrituras.
Ele foi um diligente estudioso da Palavra de Yahweh e escreveu livros sobre a Profecia Bíblica em toda a sua
investigação não encontrava nenhuma discrepância entre os factos da Ciência e as Palavras de Inspiração Celestial
porque a Verdade é consistente com toda a outra verdade.
( 4 ) – É surpreendente que existam conceitos equivocados nas mentes dos detractores da Bíblia.
Eles têm um conhecimento superficial da Palavra de Yahweh ou julgam as Sagradas Escrituras, pela crítica dos seus inimigos inflamados.Tal procedimento é manifestamente injusto.
Se alguém estivesse buscando a informação exacta e não sob influência estranhas contra nós pessoalmente,
não o referiríamos aos nossos inimigos da crítica. Os nossos adversários estariam inclinados a exagerar as nossas
faltas e a minimizar as nossas virtudes.Se pudéssemos juntar todas as ideias erradas e citações equivocadas sobre
o Rolo Sagrado,seria composta uma imensa biblioteca,mas o conteúdo seria antagónico à Bíblia.
Quando investiguemos as Escrituras por nossa própria conta,descobriremos que não apenas se harmonizam com todas as Verdades científicas,senão que é frequente anteciparem-se às descobertas da Ciência por milhares
de anos.
A BÍBLIA MAIS ADIANTADA QUE A CIÊNCIA
( 5 ) — Numa ocasião,enquanto um conferencista se dirigia a uma vasta assistência,um homem levantou-se e
afirmou que conhecia uma passagem da Bíblia que declara que a Terra é plana. O céptico não conseguiu
assinalar o lugar exacto onde se podia encontrar a suposta afirmação; prometeu apresentar a informação na
semana seguinte,mas,nunca mais apareceu.
Geralmente,pensa-se que Colombo -2.451/1.506 – esteve entre os primeiros para estabelecer o facto da
esfericidade da Terra,baseado na Ciência.No entanto,mais de 20 séculos antes de Colombo nascer,o Profeta Hebreu Isaías,chamou a nossa atenção para este facto,quando declarou acerca do Criador Todo-Poderoso:-
“Ele é O que está assentado sobre o Globo da Terra,cujos moradores são para ELE como gafanhotos: ELE
é O que estende os Céus como cortina,e os desenrola como tende para neles habitar”.
( Isaías 40:22 ).
A maior parte do Mundo esperou muitos séculos para que o homem demonstrasse o que a Bíblia havia declarado há mais de 2.500 anos atrás.Ainda que não seja,primariamente,um Livro de Ciência,no entanto,encontramos que a Bíblia está muito adiantada à Ciência.
A BÍBLIA E A LEI DA GRAVIDADE
( 6 ) -Certamente que o leitor está familiarizado com as circunstâncias que levaram Sir Isaac Newton -1.642/1727
à descoberta que fez época,a da Lei da Gravidade:conta-se que uma vez,enquanto descansava à sombra de
uma macieira,viu cair cair uma maçã no chão.Isto o deixou a pensar. No seu empenho por descobrir a razão porque o objecto caiu para o chão,foi levado a investigar as forças e os poderes da Natureza.Como resultado da
sua diligente e laboriosa investigação,o grande matemático e físico emocionou o Mundo científico com a sua
informação de que todos os corpos celestes são guiados no seu rumo sem caminho pela lei da atracção e da
gravidade.
( 7 ) – Durante séculos,pensava-se,geralmente que uma força misteriosa e invisível sustinha o Sol e os Planetas
no espaço.Alguns mestres antigos supunham que a Terra estava suspensa por elefante gigante ou descansava
sobre os ombros de um Atlas,o qual por sua vez estava imóvel sobre o lombo de uma tartaruga.
A descoberta da Lei da Gravidade pôs fim a todos estes absurdos.
No entanto,30 séculos antes do nascimento de Newton,as Sagradas Escrituras registaram o princípio da
Gravidade,no Livro de Job,o qual se pensa ser da autoria de Moisés.Podemos ler acerca do Poder e da Sabedoria
do Criador Todo-Poderoso:-
“O Norte estende sobre o vazio;suspende a Terra sobre o nada”.
( Job 26:7).
Desde a descoberta da Lei de atracção que se reconhece a nível Universal que a Terra e todos os corpos celestes,
ainda que se movam,”pendurem” ou estejam suspensos no espaço sem nenhum suporte visível ou como
apropriadamente o expressa a Bíblia: “suspende a Terra sobre o nada”.
Assim,temos de novo ilustrado diante de nós a Verdade de que a Bíblia se antecipa por séculos, a muitas descobertas científicas modernas.
( 8 ) – No ano de 1.643 E.Torrecelli inventou o Barómetro,um delicado instrumento que mostra os diversos graus da pressão atmosférica. Este instrumento baseia-se na descoberta moderna de que o ar tem peso.
Sabe-se que uma jarda cúbica de ar ao nível do mar pesa perto de duas libras e que a massa da atmosfera que
envolve o globo terrestre pesa perto de cinco triliões de toneladas.Para ser exacto,o peso do ar é de
5.287.350.000.000 toneladas,um número mais além da capacidade da mente ou da imaginação humana para
poder compreender. No entanto,no Livro de Job encontramos registado que:-
“Porque Ele vê as extremidades da Terra;e vê tudo o que há debaixo dos Céus:
25-“Quando deu peso ao vento,e tomou a medida das águas”.
( Job 28:24,25).
Assim,acabamos de aprender que mais de três mil anos antes da ciência descobrir este facto,a Bíblia afirmou que
o ar ou o vento,tem peso.
A BÍBLIA E A ASTRONOMIA
( 9 ) – Durante os séculos em que se escreveu a Bíblia,fizeram-se também muitas dissertações sobre a Astronomia.
Esses trabalhos primitivos sobre este tema estavam cheios de superstições e erros do seu tempo.
Aceitou,favoreceu ou defendeu a Sagrada Escritura algum desses erros ?
Decididamente,NÃO !
A Bíblia Sagrada não propagou no mais mínimo grau o ensino falso que prevalecia então.
As suas afirmações Astronómicas passaram a prova do tempo e a sua exactidão tem sido testemunhada
pela Astronomia moderna,implementada pelo Espectrocópio e pelos Potentes Telescópios,como tem afirmado
com verdade um Astrónomo:-“O Telescópio é a História que o Todo-Poderoso conta no seu Livro- a Bíblia.”.
Sobre uma placa de mármore na parede de um Observatório Astronómico na Universidade de Willians,estão
gravadas as seguintes palavras,tomadas das Sagradas Escrituras:-
“Levantai ao alto os vossos olhos,e vede Quem criou estas coisas,Quem produz por conta o seu exército,
Quem a todas chama pelos seus nomes;por cauda da grandeza das suas forças,e pela fortaleza do Seu Poder,
nenhuma faltará”.
( Isaías 40:26).
Os Astrónomos encontram muito em que pensar,nos diversos textos Bíblicos de importância científica.
( 10 ) – Muito antes de que a Ciência descobrisse que a Terra gira sobre o seu eixo imaginário,fazendo cerca de
365 1/4 rotações enquanto completa uma órbita à volta do Sol,este facto se menciona quando o Criador
pergunta a JOB: -“Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada,ou mostraste à alva o seu lugar;
13-“Para que agarrasse nas extremidades da Terra,e os ímpios fossem sacudidos dela ? “.
(Job 38:12,13).
E o Criador Todo-Poderoso respondeu à sua própria pergunta,dizendo isto no concernente à Terra:
“Tudo se transforma como o barro,sob o selo,e se põe como vestidos”.
( Vers.14).
A palavra Hebraica traduzida “se transforma” neste versículo é HAFÁK na sua forma HITFAEL e significa literalmente: “Dá a volta”.
Por outras palavras,como o barro gira na roda do oleiro,assim mesmo a Terra gira em volta do seu eixo a luz do sol para que todos os lados sejam iluminados e aquecidos pelo sol.
( 11 ) – Milhares de anos antes de que um Newton,um Einstein ou um Jeans descobrissem a ordem matemática do
Universo,o Criador convidou a Humanidade como se acabou de ler em Isaías 40:26.
( 12 ) – Alguns homens costumavam ensinar que a Lua brilhava com luz própria e que era maior do que o Sol.
Actualmente sabemos que a Lua é muito mais pequena do que o Sol e do que a Terra.
De facto,o diâmetro do Sol é 400 vezes o da Lua.Agora,dê atenção ao que a Bíblia tem a dizer:
“E fez Yahweh os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia,e o luminar menor para
governar a noite”. (Génesis 1:16).
Encontramos novamente que as Verdades científicas da Bíblia brilham como um lustre cuja Luz iluminará no
meio do erro pagão.
( 13 ) – O criador perguntou ao Patriarca JOB:
“Ou poderás tu ajuntar as delícias das sete estrelas,ou soltar os atilhos do Orión?”.
( Job 38:31).
Esta linda constelação,é mencionada noutras passagens da Sagrada Escritura:
“O que faz a Ursa,o Orión,e o Sete-Estrelo,e as recamaras do Sul”.
( Job 9:9).
“Procurai o que faz o Sete-Estrelo e o Orión,e torna a sombra da noite em manhã. escurece o dia como a noite; o que chama as águas do mar,e as derrama sobre a Terra;Yahweh é o Seu Nome”.
(Amós 5:8).
Fala-nos de “Betel-Gozo”,uma estrela que tem um diâmetro que varia de 360 a 530 vezes o do Sol.
Na espada de Orión está a Grande Nebulosa que é uma das mais maravilhosas na nossa Galácia – A Via Láctea.
Tem dezasseis anos Luz de diâmetro e fica a uma distância que a luz percorre num ano do Calendário a qual se
desloca aproximadamente a 186.000 mil milhas por segundo.
Esta nebulosa é pouco visível à vista desarmada,sem a ajuda de um telescópio.
Quando JOB considerou as maravilhas do Universo como Obra do Poder de Yahweh como Criador,foi inspirado
a exclamar:-
“Eis que eu sou vil;que te responderia eu? A minha mão ponho na minha boca”.
(Job 40:4).
Imagine-se um homem finito presumindo pensar que poderia “desatar” os atilhos do Orión -as forças – que
mantêm unida a constelação de Orión:-
“Eis que isto são apenas as orlas dos seus caminhos;e quão pouco é o que temos ouvido d’Ele!
Quem pois entenderia o trovão do seu Poder?”
( Job 26:14).
( 14 ) – Quando Galileu – 1.564/1.642 – fez o seu telescópio e o apontou para o Céu,passou a ser o Colombo da
Astronomia.A sua lente exploradora revelou um novo e não sonhado Universo cheio de estrelas.
A Astronomia moderna melhorou totalmente os métodos de Galileu,porque com a ajuda de potentes
reflectores se revelam milhares de estrelas,onde a vista a olho nu não vê nenhum ou pelo menos vê poucas.
Agora conhece-se que no espaço existem não só biliões de estrelas,mas também milhões de Universos
adjacentes.
Os Astrónomos já não se aventuram a contar as estrelas,porque sabem que não as podem contar.
Que as estrelas são imumeráveis é a última palavra na ciência da Astronomia e,no entanto,este facto
interessante era conhecido por Abraão há quase quatro mil anos atrás,porque lemos em Génesis 15:5,que numa
noite clara e confiante o Criador Yahweh disse a Abraão:-
“Então o levou fora e disse:Olha agora para os Céus,e conta as estrelas,se as podes contar.E disse-lhe:
Assim será a tua semente”.
( Génesis 15:5).
( 15 ) – Por isso vemos que as Sagradas Escrituras contém muitos factos com significado Astronómico que tem
levado milhares de anos a descobrir pela Astronomia.
O Dr.Willians L.Kenom,professor de física e astronomia na Universidade de Mississipi,disse:
“Os valores morais e espirituais da Astronomia têm sido sentidos por homens de todos os tempos
Ouviram o Salmista proclamar:-
“Os Céus manifestam a glória de Yahweh e o firmamento anuncia a Obra das suas Mãos”.
( Salmos 19:1).
Quanto mais potentes se tornam os nossos telescópios,maior é a glória que revelam.
(Astronomia:Livro de Textos para as Escolas,pág, 8- 1,948).
A BÍBLIA E A BIOLOGIA
( 16 ) – A Ciência Biológica moderna estabeleceu,fora de qualquer dúvida,o facto de que a Vida só pode provir de
de outra Vida prévia.
Durante séculos,os filósofos proclamaram a teoria da geração espontânea como uma explicação para a origem da Vida. Esse ensino errado,propunha a teoria de que a vida surgiu num instante,a partir de substancias
não vivas.Parecia quase incrível que tão estranhas teorias se mencionassem durante séculos em nome da Ciência;
mas o microscópio e as mãos mestras de Louis Pasteur,revelaram um mundo de microrganismos e os subsequentes achados da Biologia revelaram que se requer uma vida original para produzir outra vida.
Esta é uma doutrina científica clara e inteligente,apoiada pelos factos e pela observação.
No entanto,se o homem tivesse acreditado sempre nas claras e simples declarações do primeiro capítulo do
Livro de Génesis,a falsa ideia da geração espontânea nunca se haveria proposto.
O registo inspirado:-“NO PRINCÍPIO CRIOU O TODO-PODEROSO…”,não somente expõe a falsidade da teoria da geração espontânea,senão que a vida tem que se originar numa Vida pré-existente.
Sir James Jeans,o astrónomo e físico Britânico fez a seguinte afirmação científica que apoia e patrocina o ensino Bíblico da Criação:-
( 17 ) – “Tudo assinala com força dinâmica para um evento definido ou uma série de eventos,de Criação,em
algum tempo ou tempos,infinitamente remotos.
O Universo não pôde haver surgido por casualidade dos seus ingredientes dispostos e tampouco pode ter
sido o mesmo que agora”.
E.O.S.,página 55-New York – 1.929).
( 18 ) – Muitos outros exemplos poderíamos citar para provar que a Bíblia está em perfeita harmonia com a ciência
verdadeira.Se esta atendesse o seu próprio “tecido”,ocupando-se apenas dos factos e não de teorias
ambíguas se encontraria em perfeita harmonia com a Palavra de inspiração Celestial – A BÍBLIA.
A BÍBLIA E OS LIVROS DE TEXTO
( 19 ) – Um estudante de uma faculdade tratou de informar um escritor que a Bíblia não concordava com os livros
de texto da Ciência. “A quais livros de texto te referes”,perguntou ele.”Aos de há 25 anos,aos de há 10 anos,ou aos do nosso tempo? Já que os livros de texto da ciência se transformam com tanta frequência,como
poderás esperar que a Bíblia se harmonize com todo eles?”
O estudante retirou-se pensativo.
( 20 ) – Tantas teorias,hipóteses e especulações se têm proposto em nome da ciência que,quando se mostram à
luz dos factos reais se torna imperativo revisar ou mudar esses livros de texto.E assim as teorias humanas
podem ir e vir,mas a Bíblia permanece para sempre.
TESTEMUNHOS DE GRANDES CIENTISTAS
( 21 ) – É quase uma redundância,porque,quanto mais profundo os homens da ciência cavam,nos seus respectivos
campos de estudo,mais se convencem de que há UM CRIADOR e de que as Sagradas Escrituras são a Revelação do Seu propósito e vontade.
Este espaço apenas nos permitirá mencionar alguns quantos destes cientistas.
Como se afirma,Sir Isaac Newton foi um estudante devoto da Bíblia e escreveu livros acerca de Profecias das
Sagradas Escrituras. O primeiro que Guttemberg imprimiu,como inventor da imprensa,foi a Bíblia Sagrada.
A primeira mensagem que Samuel Morse,inventor do telégrafo,enviou,foram as palavras das Escrituras.
“Que coisas Yahweh tem obrado”. (Núm.23:23).
O vencedor do Prémio Nobel Arthur H.Compton,chefe do Departamento de Física da Universidade de Chicago,
num discurso em Soul Brack,Indiana,no qual ele deu uma descrição detalhada da substancia da qual se compõe
o Universo – das moléculas,átomos,electrões e protões,etc.
“Para mim,a Fé começa com o reconhecimento de que Uma Inteligência Superior trouxe o Universo à existência e criou o homem.
“Não é difícil para mim ter esta Fé,porque é um facto irreversível onde há um Plano,há uma inteligência –
Um Universo organizado e progressivo e testifica a Verdade da mais majestosa afirmação que se haja feito jamais:- NO PRINCÍPIO …CRIOU YAHWEH-EYLOHIM…”.
“Informado no Chicago Daily News-Abril 12,1936).
( 22 ) – Quando o Dr.Willis R. Whitney era director de Investigação para a General Electric Company,declarou as suas convicções sobre a natureza do magnetismo e da electricidade.
“Temos a nossa teoria microscópica da luz,a nossa teoria de ondas e agora a nossa teoria relativa à unidade de energia,mas elas são simplesmente adivinhação disciplinada.Uma explicação quase tão boa como a qualquer
ao dizer que a luz se transmite pela Vontade do Criador”
E acrescentou:”Os melhores cientistas têm que reconhecer que são só meninos de mama,que brincam como
mistérios dos nossos antepassados o foram e os nossos descendentes o serão”.
(Informado em The New York Magazine-2 Nov.pág.2-1930).
( 23 ) – No seu estudo do Universo,os cientistas se têm dado conta de que a cada passo se confrontam com
mistérios impenetráveis.Muitos deles sentem a sua completa dependência do Criador Todo-Poderoso e de
Sua Palavra para entender os Verdadeiros significados e objectivos da vida. Uma grande quantidade de
cientistas reconhece o facto de que a Verdadeira religião e a verdadeira ciência estão em perfeito acordo.
A CIÊNCIA E A EDIFICAÇÃO DO CARÁCTER
( 24 ) – Ontem a ciência era a esperança da raça humana,mas hoje se transformou num monstruoso Frankstein
que trouxe à Humanidade armas destruidoras de um pavoroso potencial que ameaça aniquilar a civilização.
Um importante homem de estado americano declarou:-
“A ciência reduziu-se ao lamentável estado de uma serva de força bruta”.
Um escritor e filósofo Britânico,disse:
“A ciência nos concedeu poderes próprios dos deuses,no entanto,usa-mo-los com a mentalidade de
meninos da escola ou de selvagens”.
Decerto que não é a ciência,mas sim o mau uso da ciência por parte dos homens pecadores,o que tem
causado o dilema.
( 25 ) – Muitas declarações de impacto semelhantes,poderiam citar-se para testificar que a ciência tem falhado
completamente em elevar a Humanidade e isto porque é demasiado frequente,têm ignorado “a única
coisa necessária”,o único factor essencial – a edificação do carácter,a febre moral e os valores espirituais.
Como o expressou uma educadora Americana:-
“A maior deficuldade do Mundo é a de haver homens – homens que não se compram nem se vendem –
homens que na sua alma interior sejam verazes e honestos; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a
agulha da bússola ao Polo;homens que se mantenham ao lado da verdade ainda que os Céus desabem na Terra.
“Mas semelhante carácter não é o resultado da casualidade;não se deve a favores especiais ou a dons da
Providência.
Um carácter nobre é o resultado da auto-disciplina,da sujeição da natureza baixa à natureza elevada – à
entrega do EU ao serviço do Amor do Criador e do homem”.
( E.G.W. – A Educação,pág.57).
( 26 ) – Como texto para a edificação do carácter,a Bíblia é Único Caminho; neste caso sobressai infinitamente
sobre a ciência.
“A busca de todos os livros de filosofia e de ciência não pode fazer nada pela mente e pela moral,o que a
Bíblia pode fazer para se estudar e se praticar.
“Através do estudo da Bíblia se mantém uma conversação com os Patriarcaa e os Profetas.
“A Verdade está vestida por uma linguagem elevada que exerce um poder fascinante sobre a mente; o
pensamento se eleva das coisas da Terra e é elevado a contemplar a glória da futura Glória Imortal.
Que sabedoria de homem se poderá comparar com a grandiosa Revelação do Omnipotente ? “
( E.G.W. – Os Fundamentos da Educação,pág.130).
( 27 ) – Como o corpo não pode subsistir sem alimento,tampouco a alma poderá prosperar sem o alimento
espiritual do Criador que nos concede na Sua Palavra.
Moisés,antigo dirigente de Israel,com verdade, disse:
“E te humilhou,e te deixou ter fome,e te sustentou com o Maná,que tu não conheceste,nem teus pais o
conheceram;para te dar a entender que o homem não viverá só de pão,mas do que tudo o que sai da
boca de Yahweh viverá o homem”.
( Deureronómio 8;3).
E num dos Salmos,lemos:-
“A exposição das Tuas Palavras dá Luz,dá entendimento aos simplices”.
( Salmos 119:130).
( 128 ) – Estimado leitor,se você usa a Bíblia como seu guia,discernirá a Sabedoria e o Amor de Yahweh,nas Leis
benéficas manifestadas por todo o lado na sua Natureza.
Reconhecerá em cada pulsar do coração,uma evidência do seu cuidado abrangedor,será abraçado pelo
conhecimento de que Ele quem guia os Planetas e os mantém nas suas órbitas assinaladas através do espaço
sideral “pela grandeza do Seu Poder”,pode e quer guiá-lo a si através de todas as suas vicissitudes da Vida.
O leitor se animará e se consolará com o pensamento de que O Omnipotente fará brotar a vegetação e que
as flores floresçam em tão rica profusão e cujo Poder e Amor se exercem constante e incansavelmente em
sustentar a todos os objectos de sua vasta Criação,é capaz e está desejoso de o guiar,cuidar e amparar a si em cada passo do seu caminho. Alguém poderá exigir mais ?
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Preparado por: The Israelite Heritaje Institute.
Versão Espanhola de Publicações Menorah
Publicado por:Assembleia de Yahweh Internacional – AYIN – Porto Rico
Versão Portuguesa por: Boner Daleoni – Moita – Portugal
Versão Bíblica Portuguesa de João Ferreira de Almeida com actualização do Nome Sagrado Yahweh.
Tags:CIÊNCIA
“A BÍBLIA DEIXA CLARO: AS TRADIÇÕES ESTÃO ERRADAS. CRISTO NÃO MORREU NA SEXTA E NÃO RESSUSCITOU NO DOMINGO!”
“A BÍBLIA DEIXA CLARO: AS TRADIÇÕES ESTÃO ERRADAS. CRISTO NÃO MORREU NA SEXTA E NÃO RESSUSCITOU NO DOMINGO!”
1 Coríntios 15: 3,4
Cremos na morte, cremos na ressurreição, cremos na assunção, cremos na vinda do nosso Senhor; Porém, não eu, mas a Bíblia deixa claro que: AS TRADIÇÕES ESTÃO ERRADAS. CRISTO NÃO MORREU NA SEXTA E NÃO RESSUSCITOU NO DOMINGO; Eu te convido a ver isso nessa mensagem.
Mateus 28: 1 NA BÍBLIA LITERAL DO TEXTO TRADICIONAL ANOTADA 2009 \ LTT2009 DIZ: “E, no fim doS sábadoS, já começando a alvorecer para o primeiro dos sete dias da semana, veio Maria (a madalena) e a outra Maria, para verem o sepulcro”.
OLHA QUE DETALHE INTERESSANTÍSSIMO: “…FIM DOS (PLURAL) SÁBADOS (PLURAL)”.
Com essa versão Bíblica podemos explicar melhor ainda uma aparente contradição entre Mc 16: 1 \ Lc 23: 56.
– 13 de Nissan = terça feira a noite, Jesus Cristo comeu a refeição da Páscoa com os Seus discípulos e instituiu os símbolos do Novo Testamento (Mateus 26: 26-28). Então, foi traído por Judas, preso, e, durante a noite, levado a presença do Sumo sacerdote.
– 14 DE NISSAN (DO PÔR DE SOL [FIM] DA TERÇA-FEIRA ATÉ O PÔR DE SOL [FIM] DA QUARTA-FEIRA = Quarta feira) CRUCIFICAÇÃO: dia da Preparação do sacrifício pascal, o cordeiro deveria ser sacrificado. Foi julgado e condenado. Foi crucificado as 9 da manhã (Mc 15: 25), por volta das 3 da tarde morre (Mc 15: 34) e pouco antes do pôr de sol da quarta-feira, o corpo de Cristo é sepultado.
OBS: Cristo e seus discípulos comemoraram aquela páscoa 1 dia antes da grande maioria dos judeus, ou seja, na noite de 13 de Nissan, porque na noite de 14 de Nissan ele seria o próprio cordeiro morto; por isso a antecipação daquela Páscoa.
– 15 DE NISSAN (PÔR DE SOL [FIM] DA QUARTA-FEIRA ATÉ PÔR DE SOL [FIM] DA QUINTA-FEIRA = Quinta feira) PRIMEIRO DIA E PRIMEIRA NOITE NA SEPULTURA: Refeição Pascoal (o centro da Páscoa, à meia-noite da nossa quarta-feira) um dia santo e o primeiro dia dos 7 da Festa dos Pães Ázimos (João 19:31; Levítico 23:4-7), descrito como o dia depois do “dia da Preparação” (Mateus 27:62), portanto um primeiro SABBATH (cessação de trabalhos, dia santificado a Deus).. É descrito como o dia depois do “Dia da Preparação”.
– 16 DE NISSAN (PÔR DE SOL [FIM] DA QUINTA ATÉ PÔR DE SOL [FIM] DA SEXTA-FEIRA = Sexta feira) SEGUNDO DIA E SEGUNDA NOITE NA SEPULTURA: dia normal de trabalho; é somente aqui [entre dois sábados (entre o feriado de quinta e o sétimo dia\sábado semanal Lv 23: 6,7 \ Êx 20: 8-11) naquela semana Mc 16: 1 \ Lc 23: 56] que as mulheres puderam comprar e trabalhosamente preparar os aromas na expectativa de ungir o corpo de Cristo na Sepultura.
Quem tem outra explicação melhor e mais coerente que essa; que se encaixe tão perfeitamente como esta, solucionando perfeitamente a aparentemente contradição exposta acima?
– 17 DE NISSAN (PÔR DE SOL DA NOSSA SEXTA-FEIRA ATÉ PÔR DE SOL [FIM] DO NOSSO SÁBADO = Sétimo dia) TERCEIRO DIA E TERCEIRA NOITE NA SEPULTURA: sétimo dia da semana, portanto um segundo SABBATH (cessação de trabalhos, dia santificado a Deus).
OBS: OS 3 DIAS E 3 NOITES começaram com o fechamento da porta do túmulo perto do fim da quarta feira e terminaram quando o corpo do Cristo atravessou as faixas e saiu do túmulo sem ninguém (nem mesmo os soldados que guardavam o tumulo sem saber que já estava vazio!) telo visto sair antes do fim do Sábado – NO VERDADEIRO DIA DO SENHOR SANTIFICADO e não no dia do deus sol do império romano!
– 18 DE NISSAN (PÔR DE SOL [FIM] DO SÁBADO E INÍCIO DO DOMINGO = Domingo) O FOCO DE IMEDIATO DOS EVANGELISTAS AO FALAREM DA RESSURREÇÃO, QUANDO CITAM O INÍCIO DO DOMINGO OU O FIM DO SÁBADO (Mc 28:1-6 \ Mc 16:2-6 \ Lc 24:2-3 \ Jo 20:1), É NA VERDADE A ÍDA DAS MULHERES NA SEPULTURA, E NÃO A RESSURREIÇÃO EM SI OU DE IMEDIATO: Cristo já havia ressuscitado depois de ter estado 3 dias e 3 noites, literais, dentro do seio da terra; as mulheres vão ao sepulcro e se deparam com este vazio. Os anjos abriram o tumulo para as mulheres entrarem!
Mateus 28: 1 LTT2009 DIZ: “E, no fim doS sábadoS, já começando a alvorecer para o primeiro dos sete dias da semana, veio Maria (a madalena) e a outra Maria, para verem o sepulcro”.
Ele era verdadeiramente o Messias! Não só era; ele é verdadeiramente o Messias, porque Deus o Pai o RESSUSCITOU com Seu poder!
Ele não ressuscitou no Domingo de manhã, mas sim NO MÁXIMO próximo do pôr-do-sol do sétimo dia.
Postado por pastor thiago sanchez
Tags:Domingo
A Bíblia condena o sexo oral e anal?
A Bíblia condena o sexo oral e anal?
O modo natural é o sexo vaginal. A vagina tem forma, dimensões e elasticidade próprias para o coito; tem inervação capaz de despertar na mulher, o desejo e o prazer sexuais. No casamento monogâmico, a vagina não oferece risco de contágio infeccioso; é a via natural para o início de uma gravidez.
A boca e o ânus/reto, não apresentam inervação erótica; são fontes certas de infecção e não levam à gravidez. O sexo oral ou anal é egoísta porque, geralmente, só dá prazer ao homem. A Bíblia diz que é contra a natureza, contra a vontade de Deus. Não deve ser praticado, portanto.
Estamos vivendo dias semelhantes aos de Sodoma e Gomorra. As fantasias e aberrações sexuais atingiram o seu apogeu.. Essas alternativas sexuais são fruto do hedonismo, esta corrida louca em busca do prazer, tão características desta geração .
Sexo oral, embora tenha seus defensores ou aqueles que são tolerantes, não é recomendável do ponto de vista da saúde.
Os tecidos da cavidade bucal não têm condições de resistir à ação de microorganismos que tem o seu habitat no canal vaginal ou na uretra masculina. Este comportamento sexual tem facilitado a transmissão de enfermidades venéreas transportadas agora para a boca, laringe ou faringe. Dentistas têm encontrado abcessos nas gengivas provenientes de bactérias próprias do aparelho geniturinário. A boca não foi planejada por Deus senão para as finalidades que já conhecemos. A psicologia e a psicanálise explicam tais fenômenos com base nos estágios do desenvolvimento psicossexual, confirmando o princípio bíblico na dimensão emocional e espiritual do ser humano.
Muito mais repugnante e abominável é o sexo anal. Ao criar o homem e a mulher, conforme lemos emGênesis1:27, o Criador fê-los cada um com sua anatomia e fisiologia próprias . Assim ,o ânus não foi feito para a finalidade sexual. A medicina condena tal prática. É fácil de entender. A mucosa anal favorece a proliferação de germes patogênicos, responsáveis pelas doenças sexualmente transmissíveis.
As esposas infelizes, abusadas e desrespeitadas por seus maridos com estes aberrativos e bestializados instintos, são vítimas de herpes, além de outras infecções graves. Para aquelas com tendências a hemorróidas, o problema é ainda mais sério .
Sangramentos, fissuras, estrangulamentos são comuns. Qualquer médico pode confirmar.
Lemos em Romanos 1:24 e 26 : “Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram ao uso natural, no contrário à natureza.”
Devemos esclarecer que Deus não é contra o sexo normal, dentro das fronteiras sagradas do matrimônio, mas há limites. Aqui está resumidamente a lista do que Deus condena de maneira absoluta e inegociável:
1. Deus é contra a pederastia, o lesbianismo, a pedofilia (sexo com crianças). Lev. 18: 22 . “Com varão não te deitarás, como se fosse mulher. Abominação é.”
2. Deus é contra a prostituição . I Tess. 4:3. “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais de prostituição.” Não haverá prostitutas dentre as filhas de Israel.”Deut.23:17.
3. Deus é contra a bestialidade . “Não te deitarás com um animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele : é confusão.” Lev. 18:23.
4. Deus é contra o incesto, isto é, união sexual com parentes chegados : pai, mãe, madrasta, padrasto, irmão, irmã, tios, noras, genros, sogros, netos, (ler Lev.18).
5. Deus é contra o adultério. “Não adulterarás.” (Êxo.20:14. Ler ainda Mat.5:27 e 28).
6. Deus é contra o estupro. (Ler Deut. 22:25-29).
7. Deus é contra a fornicação. (Ler Apoc. 21:8).
8. Deus é contra a lascívia. “Mas, as obras da carne são…. lascívia significa: sensualidade, imoralidade, libidinagem, licenciosidade, impudícia.”
9. E finalmente Deus é contra os abusos e fantasias sexuais anormais, como já foi exposto.
POSTADO POR. HIPOLITO CESAR
Hipolito Cesar e Casado e pai de 3 filhos, é formado em Teologia pelo Instituto Betel
Atuante na Obra, Evangelico, Missioanario,palestrante,pregador da palavra,profeta.
convites
Palestra, ministrações, ensinos e pregações no seu ministério
conferências, pregações, incentivo a professores, incentivo a jovens, palestras para casais, palestras sobre namoro, noivado e casamento, cultos de avivamento (batismo, dons do Espírito Santo).Hipolito Cesar . contatos. hiplito_cp41@hotmail.com , sabedori2008@hotmail.com
” Ide” MC 16.15
Tags:sexo
A Bíblia – Regras de Interpretação.
A Bíblia – Regras de Interpretação.
A Bíblia é o melhor intérprete de si mesma, isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia.
O alvo da boa interpretação é simples: chegar ao “sentido claro do texto.” E o ingrediente mais importante que a pessoa traz a essa tarefa é o bom-senso aguçado. O teste de uma boa interpretação é se expõe o sentido do texto. A interpretação correta, portanto, traz alívio à mente bem como uma aguilhoada ou cutucada no coração.
Mas, se o significado claro é aquilo sobre o que a interpretação diz respeito, então para que interpretar? Por que não ler, simplesmente? O significado simples não vem pela mera leitura? Em certo sentido, sim. Mas num sentido mais verídico, semelhante argumento é tanto ingênuo quanto irrealista por causa de dois fatores: a natureza do leitor e a natureza da Escritura.
A primeira razão por que precisamos aprender como interpretar é que, quer deseje, quer não, todo leitor é ao mesmo tempo um intérprete. ou seja a maioria de nós toma por certo que, enquanto lemos, também entendemos o que lemos. Tendemos, também, a pensar que nosso entendimento é a mesma coisa que a intenção do Espírito Santo ou do autor humano. Apesar disso, invariavelmente levamos para o texto tudo quanto somos, com toda nossa experiência, cultura e entendimento prévio de palavras e idéias. Às vezes, aquilo que levamos para o texto, sem o fazer deliberadamente, nos desencaminha ou nos leva a atribuir ao texto idéias que lhe são estranhas.
Uma razão mais significante para a necessidade de interpretação acha-se na natureza da própria Escritura.
Historicamente a igreja tem compreendido a natureza da Escritura de maneira muito semelhante à sua compreensão da Pessoa de Cristo — a Bíblia é, ao mesmo tempo, humana e divina. Conforme o Professor George Ladd certa vez expressou o fato: “A Bíblia é a Palavra de Deus dada nas palavras de (pessoas) na história.” É esta natureza dupla da Bíblia que exige da nossa parte a tarefa da interpretação.
Porque a Bíblia é a Palavra de Deus, tem relevância eterna; fala para toda a humanidade em todas as eras e em todas as culturas. Porque é a Palavra de Deus, devemos escutar — e obedecer. Mas porque Deus escolheu falar Sua Palavra através das palavras humanas na história, todo livro na Bíblia também tem particularidade histórica; cada documento é condicionado pela linguagem, pela sua época, e pela cultura em que originalmente foi escrito.
O fato de que a Bíblia tem um lado humano é nosso encorajamento; também é o nosso desafio, e é a razão porque precisamos interpretar. Duas coisas precisam ser notados quanto a isto.
1. Ao falar através de pessoas reais, numa variedade de circunstâncias, por um período de 1500 anos, a Palavra de Deus foi expressada no vocabulário e nos padrões de pensamento daquelas pessoas, e condicionada pela cultura daqueles tempos e circunstâncias. Ou seja: a Palavra de Deus para nós foi primeiramente a Sua Palavra a elas. Se iriam ouvi-la, somente poderia ser através de eventos e linguagem que elas poderiam ter entendido. Nosso problema é que estamos muito longe delas no tempo, e às vezes no pensamento. Esta é a razão principal porque precisamos aprender a interpretar a Bíblia. Se a Palavra de Deus acerca das mulheres usando roupas de homens, ou das pessoas que devem ter parapeitos ao redor das casas pode falar conosco, precisamos saber primeiro o que dizia aos seus ouvintes originais — e por que.
Logo, a tarefa de interpretar envolve o estudante/leitor em dois níveis. Primeiramente, é necessário escutar a Palavra que eles ouviram; devem procurar compreender o que foi dito a eles lá e então. Em segundo lugar, devemos aprender a ouvir essa mesma Palavra no aqui e agora. Diremos mais acerca destas duas tarefas, abaixo.
2. Um dos aspectos mais importantes do lado humano da Bíblia é que Deus, para comunicar Sua Palavra para todas as condições humanas, escolheu fazer uso de quase todo tipo de comunicações disponível: a história em narrativa, as genealogias, as crônicas, leis de todos os tipos, poesia de todos os tipos, provérbios, oráculos proféticos, enigmas, drama, esboços biográficos, parábolas, cartas, sermões e apocalipses.
Para interpretar corretamente o “lá e então” dos textos bíblicos, não somente se deve saber algumas regras gerais que se aplicam a todas as palavras da Bíblia, como também se deve aprender as regras especiais que se aplicam a cada uma destas formas literárias (gêneros). E a maneira de Deus comunicar-nos Sua Palavra no “aqui e agora” freqüentemente diferirá de uma forma para outra. Por exemplo, precisamos saber como um salmo, uma forma que freqüentemente era dirigida a Deus, funciona como a Palavra de Deus para nós, e como os Salmos diferem das “leis,” que freqüentemente eram dirigidas a pessoas em situações culturais que já não existem mais.
A primeira tarefa do intérprete chama-se exegese. A exegese é o estudo cuidadoso e sistemático da Escritura para descobrir o significado original que foi pretendido. A exegese é basicamente uma tarefa histórica. É a tentativa de escutar a Palavra conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido; descobrir qual era a intenção original das palavras da Bíblia. Esta é a tarefa que freqüente-mente exige a ajuda do “perito,” aquela pessoa cujo treinamento a ajudou a conhecer bem o idioma e as circunstâncias dos textos no seu âmbito original. Não é necessário, no entanto, ser um perito para fazer boa exegese.
Na realidade, todos são exegetas dalgum tipo. A única questão real é se você vai ser um bom exegeta. Quantas vezes, por exemplo, você ouviu ou disse: “O que Jesus queria dizer com aquilo foi…” “Lá naqueles tempos, tinham o costume de .. .”? São expressões exegéticas.
Deus fala conosco pela Palavra dele. O primeiro passo para ler a Bíblia é pedir a Deus para ele lhe ajudar a entender a Palavra. “Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (João 14:26 NVI).
Antes de ler a Bíblia, ore. Não vá para a Escritura procurando suas próprias idéias; vá procurar as de Deus. Leia a Bíblia em oração. Também, leia a Bíblia com cuidado. Jesus nos falou, “Procure, e você achará” (Mat. 7:7). Deus recomenda aqueles que meditam na Palavra “dia e noite” (Sl. 1:2). A Bíblia não é um jornal a ser lido superficialmente, mas uma mina onde procuramos seu tesouro. “se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido, então você entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus.” (Prov. 2:4-5 NVI).
Eis um ponto prático. Estude a Bíblia um pouco de cada vez. Deus parece enviar mensagens como ele fez com o maná: numa porção suficiente para cada dia. Ele provê “preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali.” (Isa. 28:10 ARA). Escolha profundidade ao invés de quantidade. Leia até que um versículo lhe “toque”, então pare e medite nisto. Copie o versículo numa folha de papel, ou escreva em seu diário, e reflita nele várias vezes.
Pela sua singularidade, a Bíblia não pode e nem deve ser interpreta- da ao bel-prazer do leitor.
Tenha o leitor estudante da Bíblia, a cultura que tiver, para captar a mente de Deus e o que o Espírito Santo ensina na Bíblia, necessita estudá-la seguindo alguns princípios. Dentre esses princípios destacam-se
I. PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
l. Princípio um.
Estude a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade suprema em questão de religião, fé e doutrina. Em assunto de religião, fé e dou trina, consciente ou inconscientemente, o crente se submete à tradição, à razão, ou às Escrituras.
A autoridade a que ele se submeter, há de determinar o tipo de crença que possa esposar. Independentemente do testemunho da tradição e da razão, o crente verdadeiro tem na Bíblia o seu guia e juiz infalível. Para ele as declarações da Bíblia são finais. Ele crê que a Bíblia registra as intenções e a vontade de Deus, por isto pode crer nela. Ele aceita o testemunho da tradição e da razão, mas enquanto estas não entram em conflito com a Escritura. Para ele o que importa é: “O que diz a Escritura sobre isto?”
2. Princípio dois.
Não se esqueça de que a Bíblia é o melhor intérprete de si mesma; isto é: a Bíblia interpreta a Bíblia. O manifesto desprezo a esta regra de interpretação da Escritura por parte de alguns cristãos ajuda- nos a entender que os maiores inimigos da Bíblia não são os seus opositores, que em épocas de cruentas perseguições rasgaram e queimaram-na, mas grande número dos seus expositores sempre prontos a achar na Bíblia apoio para as suas idéias absurdas.
Quem não conhece pelo menos um bom irmão de Bíblia sempre aberta, procurando achar o sexo dos anjos, revelar quantos anjos cabem numa cabeça de alfinete, e tantas coisas outras?
3. Princípio três.
Interprete a experiência pessoal à luz da Escritura e não a Escritura á luz da experiência pessoal.
A experiência pessoal se constitui na evidência daquilo que Deus faz em nós, por isso não pode e nem deve ser desprezada; porém, no mo- mento de determinar o que é mais importante, se a experiência pessoal ou a Escritura, para efeito de interpretação bem-sucedida da Bíblia, a Escritura é superior.
Por isso ela não está sujeita a julgamento por parte da experiência pessoal, antes, a experiência pessoal é que deve se submeter ao juízo da Escritura.
4. Princípio quatro.
Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por uma ordem que os faça mandamento universal. Ao ler a Bíblia, fica evidente que você não está obrigado a seguir o exemplo de cada pessoa que protagoniza os acontecimentos nela encontrados.
Por exemplo: o fato de Noé haver plantado uma vinha e ter se embriagado com o vinho do seu fruto, não indica que você deva fazer o mesmo. O fato de Jesus ter mandado dizer a Herodes: “Ide dizer a essa raposa que hoje e amanhã expulso demônios e curo enfermos, e no terceiro dia terminarei”, não nos autoriza a mandar portadores com recados de afronta às autoridades.
II. PRINCÍPIOS GRAMATICAIS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um.
A Escritura tem somente um sentido, e deve ser tomada literalmente. Por mais que repudiemos os casuísmos na interpretação da Escritura, a realidade nos obriga a ver que grande parte da igreja ecumênica faz precisamente isto. Chamam- lhe emprego de “palavras- conotativas”, uma forma de “contextualizar” as Escrituras à realidade moderna.
Exemplo: já não empregam a palavra “reconciliação” no sentido bíblico do homem reconciliar-se com Deus. “Redenção” já não é empregada no sentido bíblico do homem ser salvo do pecado e do castigo. Em vez disto, dão-lhe diferente “conotação”, e opinam que ela tem a ver com a melhoria social e cultural da sociedade. “Missão” foi substituída por “diálogo”; enquanto que “conversão” é um conceito inaceitável.
2. Princípio dois.
As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas no sentido que tinham no tempo do autor. Definir o correto sentido das palavras da Bíblia não chega a ser tão difícil quanto possa parecer a princípio. No entanto, se algum esforço deve ser feito neste sentido, vale a pena pagar o preço. Assim agindo, evitaremos nos envolver com aqueles casos curiosos e jocosos como o do pregador que afirmou com segurança que Jesus era músico.
Indagado sobre que tipo de instrumento Jesus tocava, disse ele: “esquife”, e citou a ressurreição do filho da viúva de Naim, particularmente Lucas 7.14: “E, chegando-se, Tocou o esquife, e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te”.
3. Princípio três.
As palavras do texto bíblico devem ser interpretadas em relação à sua sentença e no seu contexto. O contexto é formado de todos os elementos de informação que circundam o texto. Citemos um exemplo apenas. Imaginemos que você esteja lendo João 3.16, e queira compreender melhor “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…”
O que fazer? Parta do texto escolhido (Jo 3.16), e estude-o à luz do seu contexto, no caso todo o capítulo 3 do Evangelho de João.
4. Principio quatro.
Quando um objeto inanimado é usado para descrever um ser vivo, a proposição pode ser considerada figurada. As grandes passagens “Eu sou”, no Evangelho de João, ilustram a regra onde objetos inanimados são usados para descrever um ser vivo.
Ali encontramos Jesus dizendo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.35); “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12); “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (Jo 14.6); “Eu sou a videira…” (Jo 15.1). É evidente que nenhum cristão e cuidadoso estudante da Bíblia chegaria às raias do absurdo, a ponto de acreditar que os substantivos “pão”, “luz”, “porta”, “caminho” e “videira” tenham relação literal e não figurada com a pessoa de Jesus Cristo.
III. PRINCÍPIOS HISTÓRICOS DE INTERPRETAÇÃO
l. Princípio um.
Uma palavra nunca é compreendida completamente até que se possa entendê-la como palavra viva, isto é, originada na alma do autor. A melhor maneira de se conhecer uma pessoa é associando-se com ela. Assim também, a melhor maneira de conhecer o autor dum livro é estudando diligentemente os seus escritos, prestando especial atenção aos mínimos detalhes da sua vida.
Por exemplo: quem quiser conhecer a pessoa de Moisés, deve estudar o Pentateuco, especialmente passagens como Êx 2.4; 16.15-19; 33.11;34.5-7; Nm 12.7,8; Dt 34.7-11. Quem quiser conhecer o apóstolo Paulo deverá dar especial atenção a passagens como At 7.58; 8.1-4;9.1,2,22,26; 26.9; 13.46-48; Rm 9.1- 3; l Co 15.9; 2 Co 11; 12.1-11; G1 1.13-15; 2.11-16; Fp 1.7,8,12-18; 3.5- 14; l Tm 1.13-16.
2. Princípio dois.
É impossível entender um autor e interpretar corretamente suas palavras sem que ele seja visto à luz de suas circunstâncias históricas.
Por circunstâncias, entende-se tudo aquilo que não faz parte da vida normal duma pessoa, mas que esta é levada a participar com o povo da sua época. Particularmente, quanto aos escritores da Bíblia, eles estiveram sujeitos a circunstâncias geográficas, políticas e religiosas; fatos que influíram sensivelmente nos seus escritos.
Por exemplo: a menos que compreendamos as circunstâncias políticas sob as quais se achava o apóstolo Paulo, jamais poderemos compreender passagens como a de l Coríntios 12.3.
3. Princípio três.
Uma vez que as Escrituras se originaram de modo histórico, elas devem ser interpretadas à luz da história. A compreensão desta regra não indica que tudo quanto a Bíblia contém só deva ser explicado historicamente. Como revelação sobre- natural de Deus, é concebível que a Bíblia contenha elementos que transcendem os limites do histórico.
A compreensão desta regra de interpretação determina, sim, que o conteúdo da Bíblia seja, em grande parte, determinado historicamente, sendo, portanto, na história que se encontra a sua explicação.
IV. PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS DE INTERPRETAÇÃO
1. Princípio um.
Você precisa compreender gramaticalmente a Bíblia, antes de compreendê-la teologicamente.
Melhor explicando esta regra de interpretação teológica do texto das Escrituras, queremos dizer que você precisa entender o que diz a passagem lingüisticamente, antes de poder esperar entender o que ela quer dizer teologicamente, isto é, o seu sentido, sua mensagem.
2. Principio dois.
Uma doutrina não pode ser considerada bíblica, a menos que resuma e inclua tudo o que a Escritura diz sobre ela. O propósito básico desta regra de interpretação é determinar a verdade doutrinária do texto bíblico.
É evidente que a Bíblia inteira é a Palavra de Deus; toda ela é a verdade, e tudo nela é útil para a nossa vida. Mas é igualmente importante lembrar que nem tudo na Bíblia tem o mesmo valor, nem é útil da mesma maneira. Evidentemente a determinação da legitimidade da doutrina não implica que algumas partes da Bíblia não sejam verdadeiras e que outras o sejam.
Entretanto, a .verdadeira doutrina (as passagens que declaram a vontade de Deus para o homem agora), é útil a nós de uma maneira mais particular pelo fato de exigir alguma coisa de nós de forma particular.
Assim como Filipe no livro de Atos dos Apostolos, foi usado como instrumento do Espírito Santo para interpretar o texto de Isaías 53 ao alto oficial de Candace, resultando daí a sua conversão a Cristo, de igual modo, Deus espera que sejamos fiéis intérpretes da Sua Palavra no mundo hoje.
Não impeça- mos, pois que os homens sejam abençoados por intermédio da fiel interpretação das Sagradas Escrituras.
Escrito por: Pr. Rodrigo M. de Oliveira (
Tags:Interpretação.
A Benção do Perdão Divino
A Benção do Perdão Divino
Texto: Lucas 7.36-50
Introdução
> Não confundir este acontecimento com a outra cena semelhante que está registrada nos outros três evangelhos (Mt 26.7).
> Este aconteceu em Naim, o outro em Betânia. Este, com uma mulher pecadora, o outro com Maria, irmã de Marta e Lázaro.
Transição
> O perdão de Deus nos foi providenciado pela obra de Cristo na cruz e está disponível a toda e qualquer pessoa.
> O texto nos mostra algumas lições sobre o perdão de Deus em Cristo Jesus.
I.) O perdão de Deus deve ser buscado com reverência, contrição, devoção e arrependimento – v. 36-38
> Através de sua atitude a mulher estava buscando o perdão para a sua vida. Ela saiu daquela casa justificada, perdoada, mas quando ali entrou ainda era uma pecadora (como o próprio texto diz) em busca de perdão para os seus muitos pecados.
> Durante todo esse incidente, essa mulher não disse uma só palavra, mas os seus atos falaram mais alto do que qualquer palavra (Tentar imaginar com a maior vivacidade possível a cena descrita no v. 38).
> Ao demonstrar reverência, contrição, devoção e arrependimento, a mulher estava reconhecendo que era pecadora e que precisava do perdão de Deus que Cristo poderia concedê-la.
> Ao buscar o perdão de Deus, você tem buscado com as características descritas acima?
II.) O perdão de Deus não pode ser entendido e nem desfrutado por aqueles que confiam em sua própria justiça – v. 39, 44-46
> Ele se achava uma pessoa muito boa. Ele se envolveu com um manto de justiça própria. Possivelmente não convidou Jesus com desejo de aprender ou de honrá-lo, visto que não lhe providenciou água para lavar os pés, nem óleo para ungir sua cabeça, nem beijou Jesus como gesto de saudação, amizade e paz. Essas coisas faziam parte do procedimento normal de cortesia de um lar oriental; mas faltava essa cortesia a Simão.
> O perdão de Deus não pode ser entendido e nem desfrutado por aqueles que se julgam superiores, que se consideram bons e justos, que confiam em seus próprios méritos, que são cheios de si mesmos, que não entendem a graça de Deus.
> Ex. do fariseu que se orgulhava por seus méritos diante de Deus em detrimento do publicano pecador – Lc 18.9-14
> A graça de Deus é tão profunda que pode alcançar o mais vil pecador. Basta para isso que haja verdadeiro arrependimento. Ao passo que, aquele que leva uma vida “certinha”, se não reconhecer que também é um pecador e que precisa da graça de Deus, não será alcançado por esta graça!
> Se confiarmos em nós mesmos, jamais entenderemos e jamais desfrutaremos do perdão de Deus.
III.) O perdão de Deus é uma dádiva da qual todos precisam – v. 41
> Todos estamos falidos e somos devedores aos olhos do nosso Credor celestial.
> Na parábola, ambos eram devedores, tanto o que devia mais como o que devia menos. Na situação real, tanto a mulher como o fariseu Simão eram devedores, independentemente do fato de um ter boa fama e a outra má fama.
> Todos são devedores, pois todos pecaram – Rm 3.23.
> Eu e você, todos nós precisamos da dádiva do perdão de Deus!
IV.) O perdão de Deus é uma dádiva pela qual não podemos pagar – v. 42 a
> Nem o melhor de nós e nem o pior tem com que pagar pelos seus débitos.
> Nossas justiças e méritos próprios não passam de trapos imundos – Is 64.6
> Nem eu e nem você temos como pagar os nossos débitos diante de Deus, independentemente de nossa origem, posição social, status, educação, condição financeira, etc.
V.) O perdão de Deus é uma dádiva que somente Cristo pode conceder mediante a fé nEle – v. 42b, 48-50
> Se não podemos pagar nossa dívida diante de Deus, como esse problema será resolvido então?
> Cristo, pela sua boa vontade em tomar para si o nosso débito, pode agora perdoar a todos os que verdadeiramente se arrependem de seus pecados, e voltam-se para Ele com fé.
> Como não podíamos pagar, Cristo pela sua bondade perdoa os que se arrependem genuinamente.
> O perdão de Deus nos é concedido pela fé somente.
> Não foi o amor que a mulher demonstrou por Jesus que lhe trouxe o perdão, mas sua fé nEle (v. 50). Ela não foi perdoada porque amava, mas amou porque foi perdoada.
> Nem foram suas lágrimas, seus beijos ou a unção que a mulher fez em Jesus que lhe trouxe o perdão, mas a sua fé nEle.
> O perdão de Deus proporciona verdadeira paz ao coração cansado de carregar o fardo e a culpa do pecado (v. 50).
VI.) O perdão de Deus se tornará motivo de grande gratidão e amor por parte daqueles que o experimentarem – v. 42c-47
> Ver exemplo da mulher perdoada nos versos 43-47.
> Ambos os devedores na parábola foram perdoados, e Cristo estava tão desejoso de perdoar a Simão, como havia feito com a mulher pecadora; mas não havia evidência de que Simão tenha se arrependido de seus pecados.
> O fariseu não foi grato, pois não havia experimentado o perdão de Deus, até porque talvez não sentisse necessidade de ser perdoado! Considerava-se justo aos seus próprios olhos.
> Se somos perdoados, então sentiremos amor e devoção por aquele que nos perdoou. Uma vez libertos do grande peso do débito de nossos pecados, a nossa gratidão deve se manifestar através (1) de uma vida de santidade e (2) em trazermos outros pecadores a Ele, que é o único e suficiente Salvador.
Pr. Ronaldo Guedes Beserra
Tags:DIVINO
A bênção de um compromisso absoluto
A bênção de um compromisso absoluto
Há dois relacionamentos em vida nos quais Deus exige compromisso absoluto: o relacionamento do cristão com Cristo e o relacionamento da pessoa casada com seu companheiro. Uma pessoa pode trocar sua cidadania por outra, pode mudar de emprego ou de casa ou de congregação. Mas, os compromissos com Cristo e com o companheiro de casamento são para a vida toda. Abandono de qualquer dos dois traz o desprezo de Deus.
Quando uma pessoa se torna cristã, ela promete sua lealdade a Cristo como seu Senhor e Rei. Perseguições podem vir, ou desânimo, ou tentações ou problemas na igreja, mas ela promete ser fiel, fiel até a morte. Semelhantemente, quando alguém se casa, ele promete à companheira seu amor e fidelidade enquanto os dois viverem. Problemas podem surgir, ou doença, ou dificuldades financeiras, ou pressão dos membros da família, ou mal-entendidos, mas ele promete ser fiel. Ele não a deixará. Ele nem pensa em divórcio. Ele tem um compromisso com ela—ele pertence a ela e ela a ele—e o compromisso é absoluto.
A vontade de Deus em relação à permanência do casamento é claramente revelada. No casamento, um homem deixa seu pai e sua mãe e se une à sua esposa (Gênesis 2:24). São ligados (Romanos 7:2-3). São ajuntados por Deus e não devem ser separados (Mateus 19:6). Eles se tornam uma só carne (Mateus 19:6). Não conseguimos imaginar termos mais fortes para descrever a permanência do relacionamento. Não é de admirar que Malaquias disse que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:16).
A maior alegria que o homem pode realizar na terra se encontra nesses dois relacionamentos de compromisso absoluto. A alegria não é encontrada no meio-compromisso. Um homem que está sempre considerando outros empregos, nunca se comprometendo com seu atual emprego, é um homem instável, dividido entre duas opções. É assim com a pessoa que tenta servir ao Senhor com meio-compromisso. Ele anda entediado e desinteressado, com apenas a religião suficiente para ficar infeliz. Ele procura segurar o mundo com uma mão e o Senhor com a outra, e não acha a felicidade em nenhum dos dois. Por outro lado, precisamos olhar para os apóstolos e os primeiros discípulos para ver que o compromisso absoluto, o tipo de compromisso que aceita perseguição e faz sacrifício, é um elemento básico da felicidade no Senhor (Atos 2:41-47; 5:40-42; 16:25).
É assim com o casamento. Deus sabia que a alegria no casamento seria encontrada somente no compromisso absoluto. Portanto, ele ordenou pelo apóstolo Paulo: “…cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Coríntios 7:2). Essa declaração pode perturbar aqueles que, no passado, ignoraram o ensinamento dele (as conseqüências do pecado sempre são terríveis SGálatas 6:7-8), mas ela é para o benefício do homem, e vem de Deus, o qual manda para o nosso bem (Deuteronômio 10:13).
1. Compromisso absoluto cria confiança no casamento. O marido não precisa se preocupar com a fidelidade de sua esposa, nem a esposa precisa se preocupar com a lealdade do marido, pois seu compromisso um com o outro é aberto e óbvio. Devido ao seu compromisso aberto, tentação à infidelidade quase não existe. Por outro lado, aqueles que têm meio-compromisso serão freqüentemente tentados, pois tentação é inerente ao compromisso parcial.
2. Compromisso absoluto cria segurança no casamento. Segurança vem de confiança e permanência. Quando uma pessoa duvida se seu relacionamento com uma outra pessoa é forte e permanente, ela se sente insegura.
3. Compromisso absoluto cria estabilidade no casamento. Já passaram os dias perturbados, instáveis e inseguros do namoro. Agora vem um relacionamento seguro e duradouro com um único parceiro.
4. Compromisso absoluto constrói um alicerce sólido como a base do casamento. Sem esse alicerce, nenhuma família de qualidade será construída.
Gus Nichols escreveu uma vez que ele e sua esposa assistiram, no domingo anterior, às aulas bíblicas e dois cultos na congregação. Ele comentou que eles não tomaram a decisão naquele domingo, mas que a tomaram 40 anos antes, quando se tornaram cristãos. Ele disse que, quando apareceram em todas as reuniões da igreja, estavam meramente cumprindo o compromisso que haviam assumido 40 anos antes. Semelhantemente, eu coloquei a minha cabeça no travesseiro ontem à noite ao lado da minha esposa, e acordei hoje ao lado dela. Se Deus quiser, farei a mesma coisa hoje à noite e continuarei fazendo a mesma coisa enquanto nós dois vivermos. Não é que tomamos essa decisão agora, pois tomamos essa decisão há 25 anos. Meramente continuamos cumprindo o compromisso que fizemos muitos anos atrás.
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).
Bill Hall
Tags:compromisso
A bênção de ter amigos
A bênção de ter amigos
Tema: Amizade
Texto: Provérbios 17:17
Introdução:
1. Amigos são valiosos, uma das maiores bênçãos que um homem pode ter.
Amigos às vezes podem estar mais perto uns dos outros do que aqueles a quem eles estão relacionados por laços de sangue (família física).
2. O que a Bíblia tem a dizer sobre os amigos?
I. Escolhendo amigos.
A. Devemos buscar genuínos, amigos verdadeiros, em vez de “bons tempos” amigos. “As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre o seu próprio amigo o deixa” Provérbios 19:4.
B. Devemos estar cientes que os nossos amigos têm influência sobre nós. “Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído” Provérbios 13:20.
C. Devemos buscar amigos que nos fará pessoas melhores. “Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo” Provérbios 27:17.
D. Devemos evitar aqueles que terão uma influência negativa sobre o nosso caráter. “Não faças amizade com um homem iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e tomes um laço para a tua alma” Provérbios 22:24-25.
II. Produzindo amigos.
A. As amizades devem ser de natureza recíproca. “O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão” Provérbios 18:24.
B. Não faça uma “praga” de si mesmo. “Retira o pé da casa do teu próximo, para que não se enfade de ti, e te aborreça” Provérbios 25:17.
C. Desenvolver uma atitude de perdão em relação aos outros. “O que encobre uma transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão separa os maiores amigos” Provérbios 17:9.
D. Ajudar os outros nos momentos de necessidade. “Em todo o tempo ama o amigo; e na angustia nasce o irmão” Provérbios 17:17.
III. Preservando as amizades.
A. Não faça fofocas sobre seus amigos. “O homem perverso levanta a contenda, e o difamador separa os maiores amigos” Provérbios 16:28.
B. Não trair a confiança do seu amigo. “A confiança em um homem desleal em tempo de angústia é como um dente quebrado e um pé deslocado” Provérbios 25:19.
C. Evite conduta ofensiva. “Como o louco que solta faíscas, flechas, e morte, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira” Provérbios 26:18-19.
D. Não se envolver em assuntos financeiros do seu amigo. “Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se deste a tua mão ao estranho, enredaste-te com as palavras da tua boca, prendeste-te com as palavras da tua boca” Provérbios 6:1-2.
Conclusão:
1. Quando as amizades são devidamente escolhidas, produzidas e preservadas, amigos pode ser uma das mais valiosas de todas as bênçãos que um homem pode ter.
Pr. Aldenir Araújo
Tags:amigos
A BENÇÃO DE SER ESCOLHIDO PARA SEMPRE
A BENÇÃO DE SER ESCOLHIDO PARA SEMPRE
Entenda que aquilo que Deus faz em sua vida é para sempre.
Éramos estranhos à promessa do Altíssimo, mas fomos enxertados e, agora, somo o povo de Deus. Ninguém nos pode tirar das mãos DELE (João 10.27-19), porque participamos da raiz e da seiva da Oliveira, que é Jesus. A Aliança que o Pai fez conosco no sangue do Salvador não pode ser anulada. Somos herdeiros das bênçãos de Abraão, e não há quem encontre argumentos válidos que nos separem do amor divino. A nossa eleição é irrevogável.
Se alguns ramos foram cortados, e você, sendo oliveira brava, foi enxertado entre os outros e agora participa da seiva que vem da raiz da oliveira. Romanos 11.17
DEUS O ESCOLHEU PARA SERVIR A ELE PARA SEMPRE
• Nós, os gentios, aqueles que não descendem de Abraão segundo a carne, não possuímos condições de sermos feitos filhos de Deus e herdeiros da promessa. No entanto os naturais – os judeus – desprezaram a oferta dos Céus, e, agora, nós, os que cremos em Jesus, fomos enxertados na Videira e feitos filhos de Deus por adoção.
• É preciso ficar claro que fomos feito povo de Deus e nação separada para servir o único e verdadeiro Senhor (1 Pedro 2.9-10). A nossa filiação é real, e nada deste mundo, ou do vindouro, poderá arrancar-nos da mão divina e separar-nos do amor de Deus (Romanos 8.38-39).
• Fomos enxertados na Videira – Jesus. Como parte do Corpo de Cristo, participamos tanto da raiz como da vida da Videira. A seiva corre para nós e por nosso intermédio. Ela nos nutre, fortalece-nos e nos dá condições de produzir frutos. Para sempre essa será a nossa posição.
DEUS O ESCOLHEU PARA ABENÇOÁ-LO PARA SEMPRE
• O pacto de Deus com Seu povo é eterno, pois foi feito no sangue de Jesus e, por isso, jamais poderá ser anulado. Se nos mantivermos firmes na fé em Jesus nada nos tirará da nossa posição eterna e abençoada.
• Abraão obedeceu ao Senhor e foi feito pai dos fiéis. Aqueles que crêem na Palavra tornam-se participantes da Aliança feita ao patriarca e provam das bênçãos que ele alcançou por sua fidelidade. Não há necessidade de fazer alguma obra para merecer as dádivas do Senhor, pois elas nos foram dadas como herança por causa da nossa fé em Deus (Romanos 8.17; Gálatas 4.7).
• O inimigo pode esforçar-se de todos os modos e dizer que no passado, nós o servimos e fizemos sua vontade, mas isso não prevalecerá contra nós. Na verdade, condenaremos toda língua que se levantar contra nós em juízo (Isaías 54.17).
• A nossa sorte foi selada com a morte e ressurreição de Jesus e com a nossa aceitação DELE como Salvador. O que foi feito para nós nunca poderá ser anulado.
• É PERPETUO.
RRSoares
Em Cristo
Marcos Ferreira
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