10 PRÍNCIPAIS RAZÕES QUE DESAUTORIZAM A OBSERVÂNCIA DOMINICAL
10 PRÍNCIPAIS RAZÕES QUE DESAUTORIZAM A OBSERVÂNCIA DOMINICAL
(1) Nenhuma Ordem de Cristo ou dos Apóstolos. Não há mandamento de Cristo ou dos apóstolos concernente a uma celebração semanal ou anual da ressurreição de Cristo. Temos as ordens no Novo Testamento que dizem respeito ao batismo (Mat. 28:19-20), à Ceia do Senhor (Mar. 14:24-25; 1 Cor. 11:23-26) e lavapés (João 13:14-15), mas não há ordenança ou mesmo qualquer sugestão para celebrar a Ressurreição de Cristo num domingo semanal ou num domingo de Páscoa anual.
Sendo que o domingo seria uma “novidade”, um novo princípio de adoração, sobretudo ao substituir uma tradição tão arraigada na cultura nacional e religiosa dos judeus, como o sábado, sem dúvida qualquer alteração nesse sentido daria margem a comentários, explicações, instruções específicas justificando a alteração. Nada, porém, consta das páginas neotestamentárias a respeito de tal mudança.
O sábado era o mandamento prevalecente e assim permaneceu, tal como todos os demais mandamentos do Decálogo. Prova disso é o testemunho de Lucas, escrevendo 30 anos após o evento da Ressurreição, que descreve a ação das santas mulheres seguidoras de Cristo preparando ungüentos e especiarias para embalsamar o seu corpo. Elas trabalharam ativamente nisso até que, ao aproximarem-se as horas do sábado, cessaram suas atividades e “no sábado descansaram segundo o mandamento” (Luc. 26:53).
Para Lucas, portanto, que declara ter buscado informar-se pormenorizadamente de tudo quanto se relacionava com a experiência do Cristo (Luc. 1:1-3), o dia de repouso “segundo o mandamento” era o sábado. Ele se refere ao domingo simplesmente como “o primeiro dia da semana”, sem atribuir-lhe nenhum título especial (ver Luc. 24:1).
O mesmo Lucas relata nos Atos dos Apóstolos que os primeiros conversos cristãos, de origem judaica, caracterizavam-se como indivíduos “zelosos da lei” (Atos 21:20) e nas decisões do Concílio de Jerusalém de Atos 15, ao ser tratado o problema dos judaizantes, não se traça nenhuma norma contra a observância do sábado (Atos 15:20), uma demonstração de que tal instrução se fazia desnecessária. Todos o observavam regularmente e não havia necessidade de dar instruções a respeito. Paulo num sábado, quando não havia sinagoga em certa localidade, foi para junto de um rio cultuar a Deus (Atos 16:13). Em Corinto passou um ano e meio pregando todos os sábados e jamais se lembrou de dizer aos que ali se reuniam para mudaram o dia de culto para o domingo (Atos 18:1-4, 11) mesmo ao permaneceram os gentios, com o afastamento dos judeus.
(2) Jesus Não Fez Qualquer Tentativa de Instituir um Memorial de Sua Ressurreição. Se Jesus desejasse que o dia de Sua ressurreição se tornasse um dia memorial e de culto, Ele teria Se aproveitado do dia de Sua ressurreição para estabelecer tal memorial. É importante observar que as instituições divinas como o sábado, batismo, Santa Ceia, todas remontam sua origem a um ato divino que os estabeleceu. Mas sobre o dia de Sua ressurreição Cristo não realizou qualquer ato para instituir um memorial sobre o excepcional evento.
Pensando bem, tanto a Ressurreição como a Morte de Cristo são eventos igualmente importantes, fundamentais para a fé cristã. Ambos poderiam merecer um dia especial comemorativo. Se a Ressurreição devesse ser celebrada regularmente num dia especial dada a sua importância, por que não a morte do Salvador? Então, temos dois acontecimentos exponenciais para o cristão–a morte e a ressurreição de Cristo. Qual mereceria um dia memorial? Possivelmente ambos, mas as Escrituras não estabelecem isto, nada fica implícito que houve alteração no texto da lei divina por causa de qualquer desses eventos.
Se Jesus desejasse memorializar o dia de Sua ressurreição, muito provavelmente teria dito às mulheres e discípulos quando ressurgiu: “Vinde à parte e celebremos Minha Ressurreição!” Em vez disso Ele disse às mulheres: “Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia” (Mat. 28:10) e aos discípulos: “Ide . . . fazei discípulos . . . batizando-os” (Mat. 28:19). Nenhuma dessas declarações do Salvador ressurreto revela intenção de memorializar Sua Ressurreição por tornar o domingo o novo dia de descanso e culto.
A razão é que nosso Salvador desejava que Seus seguidores vissem Sua ressurreição como uma realidade existencial a ser experimentada diariamente pelo viver vitorioso mediante o poder de Sua ressurreição, antes que por um evento litúrgico/religioso a ser celebrado no domingo. Paulo expressa a esperança de que “o conhecer e o poder da Sua ressurreição” (Fil. 3:10), mas ele nunca menciona o seu desejo de celebrar a Ressurreição no domingo ou no domingo de Páscoa.
A razão é que nosso Salvador desejava que Seus seguidores vissem Sua ressurreição como uma realidade existencial a ser experimentada diariamente pelo viver vitorioso mediante o poder de Sua ressurreição, antes que por um evento litúrgico/religioso a ser celebrado no domingo. Paulo expressa a esperança de “conhecê-lo e o poder de Sua ressurreição” (Fil. 3:10), mas ele nunca menciona o seu desejo de celebrar a Ressurreição no domingo semanal ou no domingo de Páscoa.
(3) O Domingo Nunca é Chamado de “Dia da Ressurreição”. O domingo nunca é chamado no Novo Testamento de “Dia da Ressurreição”. É repetidamente designado de “primeiro dia da semana”. As referências ao domingo como dia da ressurreição primeiro aparecem na primeira parte do quarto século, especificamente nos escritos de Eusébio da Cesaréia. Por esse tempo o domingo havia se tornado associado com a Ressureição e conseqüentemente foi referido como “Dia da Ressurreição”. Mas este fato histórico ocorreu vários séculos após o começo do cristianismo.
(4) O Domingo-Ressurreição Pressupõe Trabalho, Não Respouso ou Adoração. O domingo-Ressurreição pressupõe trabalho, antes que descanso e culto, porque não assinala o término do ministério terreno de Cristo, que findou numa sexta-feira à tarde quando o Salvador declarou: “Está consumado” (João 19:30), e daí descansou na tumba segundo o mandamento. Em vez disso, a Ressurreição assinala o início do novo ministério intercessório de Cristo (Atos 1:8; 2:33), o qual, à semelhança do primeiro dia da criação, pressupõe trabalho, e não descanso.
(5) A Ceia do Senhor Não Foi Celebrada no Domingo em Honra da Ressurreição. Historicamente sabemos que os cristãos não podiam celebrar a Ceia do Senhor numa base regular aos domingos à noite porque tais reuniões eram proibidas pela lei romana da hetariae–uma lei que proibia todos os tipos de refeições comunitárias à noite. O governo romano temia que tais reuniões noturnas se tornassem ocasiões para tramas políticas.
A fim de evitar as batidas da polícia romana, os cristãos alteravam regularmente o tempo e lugar da celebração da Ceia do Senhor. Finalmente, mudaram o serviço sagrado da noite para a manhã. Isso explica por que Paulo é tão específico quanto ao modo de celebrar a Santa Ceia, mas vago quanto à questão do tempo da assembléia. Notem que quatro vezes ele repete a mesma frase: “Quando vos reunis” (1 Cor. 11:18, 20, 33, 34). Esta linguagem deixa implícito tempo indefinido, mais provavelmente porque não havia um dia instituído para a celebração da Santa Ceia.
Se, como alguns eruditos pretendem, a Ceia do Senhor era celebrada no domingo à noite, como parte do culto do Dia do Senhor, Paulo dificilmente teria deixado de mencionar o caráter sagrado do tempo em que se reuniam. Isso teria fortalecido o seu apelo para uma atitude de mais reverência durante a participação na Ceia do Senhor. A falha de Paulo em mencionar o “domingo” como o tempo da reunião ou o uso do adjetivo “do Senhor-kuriakê” para caracterizar o dia como “dia do Senhor” (como ele fez com referência à Ceia do Senhor), demonstra que o apóstolo não atribuía qualquer significação religiosa ao domingo.
(6) A Ceia do Senhor Comemora o Sacrifício de Cristo, Não Sua Ressurreição. Muitos cristãos hoje consideram a Santa Ceia como o centro de seu culto dominical em honra à Ressurreição. Mas na igreja apostólica, a Santa Ceia não era celebrada no domingo, como acabamos de ver, e não se relacionava com a Ressurreição. Paulo, por exemplo, que alega transmitir o que “recebeu do Senhor” (1 Cor. 11:23), explicitamente declara que o rito comemorava, não a ressurreição de Cristo, mas Seu sacrifício e Segunda Vinda (”anunciais a morte do Senhor até que Ele venha”–1 Cor. 11:26).
Semelhantemente, a Páscoa, celebrada hoje por muitos cristãos no Domingo de Páscoa, era observada durante os tempos apostólicos, não no domingo para comemorar a Ressurreição, mas segundo a data bíblica de 14 de Nisã, primariamente como um memorial do sofrimento e morte de Cristo. Contrariamente ao que muita gente pensa, o Domingo de Páscoa era desconhecido da igreja apostólica. Foi introduzido e promovido pela Igreja de Roma no segundo século a fim de mostrar separação e diferenciação da Páscoa judaica. O resultado foi a bem-conhecida controvérsia sobre a data da Páscoa que finalmente levou o bispo Vitor de Roma a excomungar os cristãos asiáticos (cerca de 191 AD) por recusarem adotar o Domingo de Páscoa. Essas indicações mostram que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana não influenciou a igreja apostólica a adotar o domingo semanal e a Páscoa anual para celebrar tal evento.!ar
(7) A Ressurreição Não é a Razão Dominante Para a Observância do Domingo nos Documentos Mais Antigos. As mais antigas referências explícitas à observância do domingo se encontram nos escritos de Barnabé (cerca de 135 AD ) e Justino Mártir (cerca de 150 AD). Ambos esses autores de fato mencionam a Ressurreição, mas somente como a segunda de duas razões, importante, mas não predominante. A primeira motivação teológica de Barnabé para a guarda do domingo é escatológica, ou seja, o fato de que o domingo é o “oitavo dia” e representaria “o início de outro mundo”. A noção de que o domingo era o “oitavo dia” foi mais tarde abandonada porque não faz sentido falar em “oitavo dia” numa semana de sete dias. A primeira razão de Justino para a assembléia dos cristãos no Dies Solis! –o dia do sol, é a inauguração da Criação: “Domingo é o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas em matéria prima, criou o mundo”. Essas razões foram finalmente abandonadas em favor da Ressurreição que se tornou a razão primária para a observância do domingo.
(8) Nada Indica que no Estabelecimento do Novo Concerto Houve Alteração Nos Termos do Mandamento do Dia de Repouso Bíblico. Nada é dito de que na escrita da lei divina nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Concerto (Novo Testamento) dá-se alguma alteração nos teremos dessa lei no sentido de que o domingo toma o lugar do sábado (Heb. 8:6-10). Sendo que esta passagem é uma reprodução de Jeremias 31:31-33, quando a promessa de um novo concerto foi feita primeiramente a Israel, em função do cativeiro que defrontava em vista de seu pecado (e uma das razões da punição era exatamente a negligência quanto ao mandamento do sábado–ver Jer. 17:19-27), entende-se que as “Minhas leis” referidas em Hebreus mantêm-se as mesmas, logicamente no que tange a seus aspectos não-prefigurativos. A parte cerimonial dessa lei cessou na cruz, e os leitores primários da epístol!a aos hebreus (os cristãos judeus) sabiam disso, pois quando tal epístola foi por eles recebida já sabiam que o véu do Templo se rasgara de alto a baixo, findando o cerimonial que apontava a Cristo e Seu sacrifício. E se pairassem ainda dúvidas a respeito, o próprio teor da epístola resolveria o problema, pois seus capítulos 7-10 definem exatamente o fim dessas cerimônias, enquanto ressaltam que a lei divina é escrita nos corações dos verdadeiros filhos de Deus–em seus aspectos morais e outras normas de caráter ético, higiênico, etc., sem mais as cerimônias prefigurativas (ver também Efé. 2:15).
(9) A Igreja Católica Apresenta-se Como Autora da Mudança do Dia de Repouso do Sábado Para o Domingo. Documentos vários da Igreja Católica dão conta de que foi ela que realizou tal alteração, como se pode exemplificar por algumas declarações oficiais dessa igreja, como: “Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]”.–Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day [Conversa Franca Sobre o Protestantismo de Hoje] (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225.
Também outro documento católico confirma isto:
“P. Como provamos que a Igreja tem poder de ordenar as Festas e Dias Santos?
“R. Pelo ato mesmo de mudar o sábado para o domingo, que é admitido pelos protestantes, e, portanto, contradizem-se por observarem tão estritamente o domingo, enquanto violam a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.
“P. Como se prova isto?
“R. Porque por observar o domingo eles reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigi-las sob pena de transgressão, e por não observar as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder”. — Manual of Christian Doctrine [Manual da Doutrina Cristã] , ou Catholic Belief and Practice [Crença e Prática Católicas] (Dublin: M. H. Gill & Son Ltd., 1916) pp. 67, 68.
(10) O Sábado Será Restaurado na Nova Terra Quando o Pecado For Eliminado do Universo. Se tivesse havido alteração nos termos do dia de repouso divino, isso se refletiria em profecias do mundo futuro, quando o profeta declara que “nos novos céus e a nova terra” todos os moradores virão “adorar perante mim diz o Senhor” no dia de sábado. A profecia de Isaías diz respeito especificamente ao regime da Nova Terra, como indica o contexto. Quando não houver mais pecado e pecadores, nesse novo ambiente “em que habita a justiça” (2 Ped. 3:13) TODOS os mandamentos da lei divina serão respeitados, e sendo que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27), prosseguirá no regime santo da Nova Terra, não o domingo, o que seria de se esperar caso tivesse hav!ido tal mudança.
A bem conceituada versão francesa de Louis de Segond assim verte a passagem: “. . . à chaque sabbat, toute chair viendra se prosterner devant moi, dit l‘Éternel” [a cada sábado toda carne virá ser prostrar perante mim, diz o Eterno]. Isso também é comunicado pela nossa Bíblia na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil: “. . . em todos os sábados pessoas de todas as nações virão me adorar no Templo”.
CONCLUSÃO: As 10 razões dadas acima são suficientes para desacreditar a alegação de que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana causou o abandono do sábado e a adoção do domingo. A verdade é que inicialmente a Ressurreição era celebrada existencialmente, antes que liturgicamente, ou seja, por uma maneira vitoriosa de vida, não mediante um dia especial de adoração.
Obs.: Este artigo é uma adaptação do texto “Sete Principais Razões Que Desautorizam a Observância Dominical”, do Dr. Samuele Bacchiocchi, com adição de mais três razões e vários parágrafos adicionais às 7 razões apresentadas no texto original, pelo Prof. Azenilto G. Brito.
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10 Pontos sobre a Mariologia
10 Pontos sobre a Mariologia
Maria foi uma mulher justa reta e bem-aventurada, foi escolhida por Deus para uma grande missão, ser a porta de entrada para Jesus Cristo na terra.
O Problema é que tal ato foi envolvido por um véu de misticismo, e abundância de antropopatia, e outras afirmações teológicas, que geraram confusão exegética, doutrinária e é uma questão em debates por muitos séculos que geraram até Declarações Ecumênicas, das quais eu destaco a seguinte:
I. Declaração
“Em prosseguimento dos cinco Congressos Mariológicos Internacionais precedentes, o Congresso de Malta (8-15 de setembro de 1983) permitiu a um grupo de teólogos anglicanos, luteranos, reformados e ortodoxos reunir-se com um grupo de teólogos católicos para refletir sobre a Comunhão dos Santos e sobre o lugar que Maria ali ocupa. Reconhecidos ao Senhor pelos encontros precedentes, e pelas convergências que surgiram, acreditam poder apresentar ao Congresso as conclusões do seu diálogo.
Nos 10 pontos a baixo discutiremos as atribuições e dogmas citados e propagados nos últimos séculos.
1- Até Maria reconhecia Deus como o seu SENHOR e seu SALVADOR.
Lucas 1.46-55 ” “Pois olhou para a humildade da sua serva. Desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. Nos versículos 46 e 47, Até Maria necessitava de Salvação “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”.
2- Nunca ninguém na Bíblia adorou a Maria!
Quando o Anjo Gabriel disse: “Bendita és tu entre as mulheres”, e não bendita acima das mulheres, a mesma declaração foi feita por Isabel a Maria acrescentando: “… e bendito o fruto do teu ventre” (Lc 1.42).No Sermão da Montanha” muitos outros foram chamados de bem aventurados, mas nem por isso eles são dignos de GLÓRIAS.
3- Maria não deve ser cultuada, mas fazem o contrário.
Exortação ap. de Paulo VI (2.2.1974) =Um tal culto à Virgem Santíssima tem raízes profundas na Palavra revelada (MARIALIS CULTUS Por Papa Paulo VI Fonte: Vaticano).
Refutação: Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto (Mt 4.10b). “…há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (1 Timóteo 2:5-6). E que Jesus “pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25). E ainda que “temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele” (Efésios 3:12).
Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás (M t 4.10). O anjo disse a João: Adora somente a Deus (Ap .19.10; 22.9). Pedro recusou ser adorado por Cornélio (At.10.25,26).
4- Rainha do céu : Maria Vs Deusa Pagã.
A Doutrina católica diz que Deus exaltou Maria à glória celestial, como Rainha do Céu.
Refutação: “Rainha dos Céus” era uma deusa pagã que recebia culto e libações, despertado a ira de Deus, o povo foi fortemente castigado. (Jeremias 7:17-20; 44:17-28).
“Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém?
Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massas para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.”Jeremias 7:17,18
“Mas desde que cessamos de queimar incenso à rainha dos céus, e de lhe oferecer libações, tivemos falta de tudo, e fomos consumidos pela espada e pela fome.
E quando nós queimávamos incenso à rainha dos céus, e lhe oferecíamos libações, acaso lhe fizemos bolos, para a adorar, e oferecemos-lhe libações sem nossos maridos?
Então disse Jeremias a todo o povo, aos homens e às mulheres, e a todo o povo que lhe havia dado esta resposta, dizendo:
Porventura não se lembrou o SENHOR, e não lhe veio ao coração o incenso que queimastes nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém, vós e vossos pais, vossos reis e vossos príncipes, como também o povo da terra?
De maneira que o SENHOR não podia por mais tempo sofrer a maldade das vossas ações, as abominações que cometestes; por isso se tornou a vossa terra em desolação, e em espanto, e em maldição, sem habitantes, como hoje se vê.
Porque queimastes incenso, e porque pecastes contra o SENHOR, e não obedecestes à voz do SENHOR, e na sua lei, e nos seus testemunhos não andastes, por isso vos sucedeu este mal, como se vê neste dia.” Jeremias 44:17-23.
5- Maria mãe de Deus( Theotokos )?
Documentos católicos afirmam:
Maria é Mãe de Deus (Catecismo #963, 971, 2677).
REFUTAÇÃO: Maria era mãe de Jesus cristo( Homem ), Antropológicamente falando, Maria foi mãe de Jesus, porem não se pode dizer que uma Criatura, é mãe d’Aquele que não foi criado.
“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”. Ela também diz em Colossenses 1:16-17: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele”. E em João 17:5: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”.
6- Virgindade Perpétua (Catecismo #3499, 510) ou vida normal?
No Evangelho de Mateus, lemos: Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas. Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isso? (Mateus 13:55-56).
E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher; e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus” Mateus 1:24-25.
7- Os 12 Emblemas de Maria tem fundamento bíblico?
Existe base para esses títulos de Maria?
I – O Paraíso Terrestre
II – A arca de Noé
III – A pomba do dilúvio
IV – Arco-íris
V – A escada de Jacó
VI – Sarça ardente
VII – Manto de Gedeão
VIII – A Arca da Aliança
IX – Templo de Salomão
X – Torre de David
XI – A nuvem (também: Fonte selada)
XII – O trono de Salomão (ou jardim fechado)
Fonte: Portalcot
Dentre essas principais afirmações, destacamos este texto
…a Moises O Senhor lhe apareceu em meio a um arbusto em chamas. Moisés observou que, apesar das chamas, o arbusto não se consumia. Ao se aproximar para esclarecer o fenômeno de um arbusto que ardia sem se consumir, ouviu a voz do Senhor: “Moisés, Moisés!”. Eis-me aqui, respondeu. “Não te aproximes daqui. Retira os pés das sandálias, porque a terra que pisas é santa. Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó” (Ex 3, 4-6).
1. A sarça ardia sem se consumir. Maria Santíssima concebeu e deu à luz o Homem-Deus sem se despojar de sua virgindade.
2. Na sarça ardente estava Deus. Em Maria Santíssima, no seu puríssimo seio, estava o Homem-Deus.
3. Deus mandou que Moisés retirasse as sandálias em sinal de humildade e respeito ao aproximar-se da sarça. Com vivos sentimentos de respeito e humildade devem os homens acercar-se da Mãe de Deus.
4. Somente após se aproximar da sarça ardente é que Moisés recebeu a autoridade e a capacidade para vencer os opressores do povo eleito. Somente aproximando-se de Nossa Senhora é que os chefes do povo católico poderão vencer os inimigos e os opressores da verdadeira Igreja e da Cristandade…
Como acabamos de ler, não existe uma única base bíblica para tais afirmações tipológicas, além do textos não apresentarem bases nas escrituras, levam o leitor a acreditar em uma doutrina na base da imposição própria.
O Catecismo da Igreja Católica diz que Maria tem um “múnus salvífico” e que “por sua múltipla intercessão, ela continua a nos alcançar o dom da salvação”. (#969).
Em Lucas 11:27-28 ele deixa bem claro que não existe uma superioridade ou deidade atribuída a Maria.
“E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”. Lc 11.27,28.
8- Munificentissimus Deus e a Assução de Maria.
Munificentissimus Deus São as primeiras palavras da Constituição Apostólica promulgada pelo Papa Pio XII em 1 de novembro de 1950,
Na sua parte dispositiva – definição solene do dogma – o decreto tem o seguinte teor:
“44. Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.
“45. Pelo que, se alguém, o que Deus não permita, ousar, voluntariamente, negar ou pôr em dúvida esta nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica.”
“46. Para que chegue ao conhecimento de toda a Igreja esta nossa definição da assunção corpórea da virgem Maria ao céu, queremos que se conservem esta carta para perpétua memória; mandamos também que, aos seus transuntos ou cópias, mesmo impressas, desde que sejam subscritas pela mão de algum notário público, e munidas com o selo de alguma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, se lhes dê o mesmo crédito que à presente, se fosse apresentada e mostrada.”
“47. A ninguém, pois, seja lícito infringir esta nossa declaração, proclamação e definição, ou temerariamente opor-se-lhe e contrariá-la. Se alguém presumir intentá-lo, saiba que incorre na indignação de Deus onipotente e dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo.”
No numero [47] faz-se uma referência a não ser lícito discordar ou infrigir essa declaração, Baseado nessa declaração, podemos ver que neste site temos provas cabais, de que não existe bases bíblicas para aceita-lo ou sustenta-lo.
Além do Texto postado temos a seguinte afirmação:
O Novo Catecismo da Igreja Católica declara:
“A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”(966).
Refutação: A Assunção de Maria não pode ser sustentada pela história, Testemunhas ou Escrituras bíblicas, se de fato tivessse ocorrido, seria citada por João ou por outro escritor contemporâneo, de maneira nenhuma maneira tal episódio deixaria de ser mencionado ou passado despercebido.
9- Maria Pecou?
Ineffabilis Deus
A declaração dogmática:
…”A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.” (Doctrinam, quæ tenet, beatissimam Virginem Mariam in primo instanti suæ conceptionis fuisse singulari omnipotentis Dei gratia et privilegio, intuitu meritorum Christi Jesu Salvatoris humani generis, ab omni originalis culpæ labe præservatam immunem, esse a Deo revelatam atque idcirco ab omnibus fidelibus firmiter constanterque credendam.)
Se Maria nunca tivesse pecado, ela não precisaria de um Salvador como ela mesmo disse:
“A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”. Lucas 1.46-47
10- Porque não se deve praticar a Mariolatria?
A palavra idolatria vem dos radicais gregos eidolon + latreia, onde eidolon seria melhor traduzido por corpo, e latreia tendo significado adoração, neste sentido representaria mais uma adoração às aparências corporais do que de imagens simplesmente.
-Atos 17:16
16 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.
Coríntios 10:14
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
I Coríntios 5:10
10 Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
Apocalipse 21:8
8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
Apocalipse 22:15
15 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
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10 PERGUNTAS SOBRE O TEMA DA IMORTALIDADE DA ALMA
10 PERGUNTAS SOBRE O TEMA DA
IMORTALIDADE DA ALMA
1a. – Por que Jesus diz a Seus seguidores que iria subir para lhes “preparar moradas”, mas a ênfase que dá quanto à ocupação das mesmas é o momento do reencontro com eles quando retornasse para os receber, e não quando morressem e suas almas fossem para o céu para as irem ocupando (João 14:1-3)?
Obs.: O pensamento popular é de que na morte a alma do indivíduo parte para o céu, onde encontrará a Cristo e todos os demais que já para lá foram. Mas é estranho que Jesus não diga nada sobre essas moradas estarem disponíveis antes do tempo de Seu retorno, deixando implícito que só então levará os Seus consigo para ocuparem ditas moradas.
2a. – Por que Cristo e Paulo acentuam que os mortos ressuscitarão ao ouvirem a voz do arcanjo e a trombeta divina, sendo “despertados” do sono da morte (Mateus 24:30; 1 Tessalonicenses 4:16), quando suas almas supostamente vêm do céu, inferno, purgatório para reincorporarem, estando já bem despertas?
Obs.: A metáfora do sono é constante, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, representando a morte. Diante de claras passagens que tratam da inconsciência dos mortos (que “não louvam o Senhor”—Salmo 115:17) percebe-se por que se dá o uso de tal metáfora, como no Salmo 13:3—“o sono da morte”; em Daniel 12:2, “dormem no pó da terra”; João 11:11, “Lázaro adormeceu”; 1 Tess. 4:13, “os que dormem”; 1 Cor. 15:18, “os que dormiram em Cristo”. . .: é que na morte prevalece uma condição de INCONSCIÊNCIA para aqueles que morreram.
Eis outras passagens que claramente apresentam a morte como um sono: Salmo 146:4; Eclesiastes 9:5,10; Isaías 38:18,19; 1 Reis 2:10; 1 Reis 11:43; Jó 14:10-12; Jeremias 51:39.
3a. – Por que Jesus, quando confortava as irmãs do falecido Lázaro, além de ter empregado antes a metáfora do sono—“Nosso amigo Lázaro está dormindo. . .”—não lhes indicou que o falecido estava na glória celestial, mas referiu-lhes a esperança da ressurreição (João 11:17-27)?
Obs.: Entre as pessoas religiosas é tão comum consolarem-se os enlutados falando de como seus falecidos estão bem, felizes por terem trocado este mundo de sofrimento e dor pela habitação nos “páramos da glória. . .”. Contudo, não é este o quadro do diálogo do evento da morte de Lázaro, tanto da parte de Cristo quanto das enlutadas irmãs de Lázaro. O tema da conversação entre eles não é o suposto destino celestial do fiel seguidor de Cristo, mas a FUTURA ressurreição dos mortos.
4a. – Quando Cristo ressuscitou a Lázaro, após estar o seu amigo morto por quatro dias, tirou-o do céu, do inferno ou do purgatório? Se foi do céu fez-lhe uma maldade trazendo-o de volta para sofrer nesta Terra. Se foi do inferno (pouco provável, pois ele era um seguidor do Mestre), concedeu-lhe uma segunda oportunidade de salvação, o que é antibíblico.
Obs.: Esta pergunta dispensa maiores comentários. A lógica da questão é inescapável. O fato é que Lázaro ressuscitou e não trouxe nenhuma informação do mundo do além. Se tivesse algo a contar, sem dúvida o evangelista João teria o maior interesse e prazer em reproduzir suas palavras e testemunho no seu evangelho.
5a. – Onde é dito que o lago de fogo, que acontece sobre a superfície da Terra (Apocalipse 20: 9, 14, 15) se transfere para alguma outra parte do universo após realizar sua obra de “segunda morte” e ali continua queimando, quando o contexto imediato diz que logo em seguida à segunda morte o profeta viu “novo céu e nova terra . . . e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1)?
Obs.: Esta é outra pergunta que dispensa maiores comentários. Não há saída para os que acreditam num inferno eternamente a arder, pois o lago de fogo desaparece de cena após cumprir sua missão de efetuar a “segunda morte” dos condenados.
6a. – Por que Paulo, ao discutir específica e detalhadamente em 1 Tessalonicenses 4:13-18 e, especialmente, no capítulo 15 de 1 Coríntios, como será o reencontro final de todos os salvos com o Salvador em parte alguma fala de almas vindas do céu, ou seja de onde for, para reincorporarem?
Obs.: Assim como no início da história do homem não consta qualquer “alma imortal” sendo introduzida no ser original, nada consta sobre almas vindas do céu, inferno ou purgatório para reincorporarem quando do surgimento dos que se foram na ressurreição.
7a. – Paulo diz aos tessalonicenses ainda que não deviam lamentar pelos seus amados falecidos que “dormiam”, encerrando com a recomendação: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (vs. 18). Ele nunca diz que já desfrutavam as bênçãos celestiais, e sim que estavam “dormindo” e seriam despertados. Por que a consolação deriva da promessa da ressurreição, e não de que as almas de seus entes queridos já estivessem no céu?
Obs.: Também esta é de clareza indiscutível. A consolação derivaria da esperança da ressurreição, não do fato de que os que “dormiam” estivessem já no desfrute das glórias celestiais.
8a. – Paulo diz claramente que sem a ressurreição dos mortos—confirmada e garantida pela do próprio Cristo—“os que dormiram em Cristo pereceram” (1 Coríntios 15:16 a 18). Por que pereceram, já que deviam estar garantidos com suas almas no céu?
Obs.: O tema dominante do capítulo é a ressurreição dos mortos, assim a lógica da pergunta também é inescapável. Em 1 Tessalonicenses 4:14 é dito que Cristo “trará juntamente em Sua companhia os que dormem”, mas todo o teor da passagem e do ensino bíblico é de que Ele os trará, não do céu, mas das sepulturas (ver João 5:28, 29; Daniel 12:2).
9a. – Mais adiante no mesmo capítulo Paulo confirma o que disse nos vs. 16 a 18, acentuando que arriscou morrer lutando com feras, dando a entender que se morresse estaria também perdido (vs. 32). Ao comentar, “comamos, bebamos que amanhã morreremos”, não estaria claramente indicando que sem a realidade da ressurreição, não há esperança alguma de vida eterna?
Obs.: À luz da pergunta anterior, esta revela-se indiscutivelmente uma prova inegável de que Paulo não pensava em termos da “alma imortal” indo para o céu quando da morte, pois não tinha ele próprio tal esperança. Sua expectativa é expressa em 2 Timóteo 4:6-8 onde fala que “naquele dia” esperava receber o seu galardão eterno. Para ele, se não fosse pela ressurreição, nem valia a pena viver pois a morte seria o fim de tudo. São interessantes também os vs. 30 e 31: “E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? Dia após dia morro!. . .” A idéia de morte/ressurreição sem nada de intermeio é claríssima.
10a. – Por que Jó fala de sua esperança em ver o seu Redentor “na minha carne”, quando Ele finalmente “se levantará sobre a Terra”, e não que iria vê-lo quando sua alma fosse para o céu (Jó 19:25)?
Obs.: No capítulo 14 o patriarca Jó já dá um golpe de misericórdia sobre a crença da imortalidade comparando a morte a um lago que se seca e um rio que se evapora. Agora ele ressalta que esperava ver ao Redentor só quando este Se levantasse sobre a Terra (o 2o. advento de Cristo) e quando tivesse de volta o seu corpo, revestido da sua pele, não quando sua alma fosse para o céu.
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Azenilto Brito
Tags:Imortalidade
10 motivos bíblicos para não ser Católico Apostólico Romano
10 motivos bíblicos para não ser Católico Apostólico Romano
O Catolicismo Romano afirma ser o único representante na terra da fé Cristã. Ensinam que fora da igreja Católica Romana não há salvação. Quando o papa Bento 16 veio ao Brasil em 2007, disse em seu discurso que os Católicos devem ser mais práticos em sua fé, com o objetivo de deter o avanço das seitas (ele considera como seita, todo seguimento cristão que não tem vínculo com a igreja Católica) na América do Sul.
Será a seita Romana a verdadeira representante do Messias na terra? Será que salvação no Messias existe só no Catolicismo Romano? Estará certo o papa Bento 16, ao chamar de seita qualquer outro seguimento Cristão que não esteja ligado ao Catolicismo. Iremos responder a estas e outras indagações neste estudo.
DEZ RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO SOU CATÓLICO APÓSTOLICO ROMANO.
I – A igreja do Messias não nasceu em Roma, mas em Jerusalém.
a. O catolicismo romano nasceu somente em 325 d.C. com o concílio de Nicéia, promovido por Constantino, imperador de Roma. Ela recebeu esse nome em 381 com o imperador Teodósio.
b. A bíblia revela que o início da comunidade Nasarena foi trezentos anos antes em Jerusalém, e não em Roma. Lc. 24: 47-49; At.1:4, 8, 12-14; 2: 1-5, 37-47.
II – A autoridade da bíblia está acima da autoridade de qualquer igreja.
a. A igreja católica em 1546 colocou a tradição da igreja em pé de igualdade com as escrituras. Isto significa que só a igreja romana determina o que é verdade e o que não é na bíblia.
Exemplo: No século IV a igreja romana estabeleceu as orações pelos mortos e sinal –da- cruz feito no ar. No ano de 1100 d.C. introduz na igreja o culto dos anjos.
b. Mt.15:3; Mc.7:13; II Tm.3:16. A bíblia tem autoridade suprema e não a igreja. Devemos aceitar a verdade da palavra de Deus e não uma interpretação particular de uma entidade. I Co.4:6; Ap.22:18
III – A história da comunidade Nasarena e acima de tudo a bíblia nos ensina que só devemos aceitar 66 livros da escritura como inspirado por Deus e não 73.
a. Os 7 livros a mais na bíblia católica foram acrescentados em 8 de Abril de 1546 no Concilio de trento (1545-1563). São estes os livros: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, A epístola de Jeremias, 1 e 2 Macabeus e acréscimos feitos a Ester e a Daniel.
b. Wayne Grudem alista 4 fatos que comprovam que você não deve recebê-los com Palavra de Deus.
b.1. Eles não atribuem a si a inspiração divina; b.2. Não foram considerados como palavra de Deus pelo povo judeu; b.3. Não foram considerados como escritura por Yehshua nem pelos escritores do novo testamento; b.4. Contêm ensinos incoerentes com o restante da bíblia.
Exemplos: Baruc diz que Deus ouve as orações dos mortos (3.4); II Macabeus pede desculpas por seus erros, 15:36-39.
IV – Seguir o Catolicismo é praticar espiritismo, que é condenado por Deus.
a. A partir do momento que os sacerdotes católicos ensinam os seus seguidores a intercederem a Maria, João, José, Pedro ou a qualquer outro que está morto. Ensinam praticas espíritas que é consultar os mortos.
b. Deus condena veementemente consultar os mortos, Dt.18:9-14; Is.8:19-22.
V – A idolatria é um grande pecado diante de Deus.
a. O 3° catecismo-p. 75 da igreja católica ensinam que se deve prestar honra e veneração às imagens de escultura.
b. A imagem de escultura que é o mesmo que ídolo é condenado expressamente por Deus, Ex.20:4; Dt.7:25-26; Hc.2:18-19; Os.4:12; Mt. 4:10.
VI – O batismo é uma confirmação de fé e não um meio de Salvação.
a. A igreja católica ensina que o batismo infantil deve ser realizado como meio de salvação. Acredita-se que se a criança morrer sem se batizar, irá para o limbo e ficará numa sombra eterna sendo considerada pagã.
b. Segundo a bíblia o batismo trata de um ato de obediência que expressa fé do batizando no Messias. Uma criança não tem entendimento suficiente para obedecer e expressar sua fé em cristo. Aliás, o próprio salvador foi batizado aos 30 anos de idade, Lc.3:21-23; Mc.16:15,16.
VII – A palavra de Deus me ensina que só Jesus não cometeu pecado algum.
a.Hb.9:28.1. O ensino católico diz que Maria a mãe de Jesus foi uma mulher que não cometeu pecado algum.
b. Em Lc. 6:46-47 A própria Maria declarou-se pecadora como qualquer outra pessoa. Em Lc.2:22-24, ela mesma se incluiu no sacrifício de um par de rolas pelo seu pecado.
VIII – Yehshua é o único intercessor entre Deus e os homens.
a.I Tm.2:51. A igreja católica coloca Maria e muitos outros como intercessores entre Deus e os homens.2. O próprio Yehshua nos ensinou que Devemos pedir ao Pai em Seu Nome, Jo. 15:16; 16:23, 34.
IX – O Messias é o único e grande fundamento da igreja.
a. A história revela que o papado foi instituído com fins políticos. O primeiro papa foi Leão I (440-461d.C.) e não Pedro. O título de papa não existe na bíblia, Ef. 4:11.2. Usa-se Mt. 16:16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro papa. O termo usado por Yehshua para Pedro é pedra. Contudo a palavra no grego é “petrós”. Yehshua empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase “sobre esta pedra edificarei a minha congregação”. Yehshua usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra). A bíblia ensina que Pedro não passa de uma pequena parte da edificação. Ele mesmo escreveu que Yehshua é a pedra de esquina, I Pe.2:4-10.
X – Salvação Eterna é só no Messias.
a. Para o catolicismo, as boas obras ajudam na salvação.
b. Tal crença despreza o grande amor de Deus. Somos salvos pela graça e não por méritos pessoais. A bíblia nos dá grandes respostas sobre a doutrina da salvação:
b.1. A salvação só vem de Deus, Is.12:2; 25:19; I Tm.4:10; b.2. Salvação só por meio do Messias. Jo.10:9; At.4:12; Rm.5:1,9; I Ts.5:9; b.3. A salvação é um dom imerecido de Deus, Jo.3:16; Ef.2:8, 9.
“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. II Cor. 13:8
Fonte: Marcas de Cristo
Tags:Romano
10 erros que um casal não pode cometer
10 erros que um casal não pode cometer
1. Levar tudo o que acontece dentro de casa para os pais (Gn 2:24)
É preciso cortar o cordão umbilical de dependência dos pais. Este tipo de comportamento revela imaturidade.
2. Tratar amigos, parentes e irmãos melhor do que o cônjuge (Ef. 5:33; 1 Pe. 3:7)
Quando isto acontece significa que a familiaridade está gerando desrespeito e respeito gera respeito.
3. Esperar do cônjuge mais do que ele pode oferecer
Não mantenha uma expectativa exagerada em relação ao cônjuge.
4. Deixar de elogiar pelo menos uma vez por dia
Quem não gosta de ouvir “Você esta linda(o)!”,”Está tão gostoso!”,”Você sempre faz bem feito, mas hoje está 10!”
5. Deixar de prestar contas
Casamento é uma sociedade, onde os dois sócios devem prestar contas um para o outro. Quando não há esta prestação de contas, os dois deixam de ser um.
6. Deixar morrer a criança que existe dentro de cada um de nós (Ec. 3:1-2; Pv 15:13; 17:22)
O senso de humor é imprescindível. Não permita que o jogo da vida torne-se uma batalha campal. O que faz o senso de humor: impede-nos de fazer tempestade em copio d?gua; permite o cônjuge de ser perfeito; tira a pressão do relacionamento conjugal. O senso de humor é um lubrificante social, uma forma importante para manter a saúde de sua vida, Pv. 17:22.
7. Usar a mentira como uma arma dentro do relacionamento (Ef. 4:25; Espírito de Mentira ? 1 Reis 22:22; Salmo 40:4; Pv. 19:9; 20:19; Isaias 28:15; Ap 22:15; 1 Tm 4:2)
Disse Oliver Wendell Holmes “O pecado tem muitas ferramentas; a mentira é o cabo que serve para todas elas”. “Aquele que é capaz de mentir, é incapaz”.
8. Discutir perto dos filhos aquilo que os filhos não deveriam estar ouvindo
9. Expor publicamente as fraquezas do cônjuge
10. Colocar Jesus para o lado de fora (Ap 3: 20)
Quando isto pode acontecer? Quando não lhe damos o primeiro lugar; quando não subordinamos aquilo que falamos ao Espírito Santo; quando nos consideremos auto-suficientes; quando não submetemos a nossa vontade à vontade Dele.
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Pr. Josué Gonçalves é terapeuta familiar, escritor e conferencista internacional. Bacharel em Teologia pelo IBAD – Instituto Bíblico das Assembléias de Deus, com especialização em aconselhamento pastoral e terapia de casais. Acesse www.familiaegraca.com.br
Tags:casal
10 erros que os jovens não podem cometer
10 erros que os jovens não podem cometer
Publicado por Everson Barbosa em 20 de janeiro de 2011
Tags: aos jovens, ensino para os jovens, erros jovens, estudo para jovens, grupo de jovens,
1. NÃO LEVAR A SÉRIO A LEI DA SEMEADURA. (Gl 6:7)
A) Semear é opcional, colher é obrigatório.
B) Tudo na vida é uma questão de semeadura.
C) Quem semeia honra colhe longevidade.
D) Palavras são sementes que lançamos no solo do coração da pessoas.
2. DAR MAIS VALOR À APARÊNCIA FÍSICA, DO QUE PARA A BELEZA DO CARÁTER. (1 Pe 3:2-4)
A) Não basta ter casca, mas não ter conteúdo.
B) Não basta ser aplaudido pelos homens, e não ser aprovado por Deus.
C) Quem você é, é mais importante do que aquilo que você faz.
D) Talento é um dom, caráter uma escolha.
3. NÃO PROTEGER A ÁREA DA SUA VIDA QUE É MAIS VULNERÁVEL AO PECADO. (Mt 26:41)
A) Sansão terminou sua vida de forma trágica, porque brincou onde não deveria brincar. Sansão flertou com o pecado, brincou com a tentação.
B) Ele não protegeu seu ponto fraco.
C) Qual é o seu ponto fraco, comer demais, falar demais, o sexo ilícito, o temperamento, a Ira, o dinheiro, a pornografia etc…
4. NÃO TER COMPROMISSO COM UMA LISTA DE PRIORIDADES ORDENADAS. (Mt 6:33)
A) O que deve vir em primeiro lugar na vida de alguém que nasceu de novo, que serve ao Senhor?
B) Diz a Palavra: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus…”
5. NÃO INVESTIR NO SEU FUTURO.
A) Quem pensa só no momento, amanhã sofrera com a dor do arrependimento.
B) Planejar significa pensar antecipadamente.
C) Quem investe no seu futuro, tem visão, sabe aonde quer chegar, tem objetivos na vida.
6. NÃO INVESTIR NO SEU CRESCIMENTO PESSOAL.
A) Quem escolhe a mediocridade, não se destaca e sua história nunca será contada.
B) Não há crescimento sem pré-disposição para as mudanças necessárias.
C) Não há crescimento sem a dor da disciplina. Aceite a dor da disciplina para não chorar com a dor do arrependimento.
7. FAZER PORQUE TODOS ESTÃO FAZENDO. (1 Co 10:23)
A) Quem faz só porque todos estão fazendo, não tem opinião própria e nem personalidade.
B) Suas decisões revelam qual é o seu código de valores.
C) Seu código de valores revela a qualidade do seu caráter.
D) O jovem que tem um caráter cristão decide sempre com base em princípios, ainda que a maioria esteja fazendo, se é contra as escrituras ele não faz.
8. NÃO PERDOAR OS PAIS… (Mt 18:21,22)
A) Pais ausentes. (Nunca tem tempo para os filhos.)
B) Pais agressivos (Ele passou a cueca suja no rosto do filho. )
C) Pais que foram infiéis. (Ela pegou a mãe beijando outro na cozinha.)
D) Pais que abandonaram. (O pai foi embora, sem Dar satisfação à ninguém.)
E) Pais que são homossexuais. (A mãe abandonou o pai e foi morar com outra mulher.)
F) Pais que abusaram dos filhos física ou psicologicamente. (Com 7 anos ela foi abusada pelo pai.)
G) Pais alcoólatras – (Meu pai FICA irreconhecível quando chega embriagado.)
Quem não perdoa:
• Destrói a Ponte que um dia vai precisar usar.
• Desenvolve um câncer na alma.
• Nunca vai experimentar o milagre da transformação em sua Casa.
• Coloca-se debaixo da Ira de Deus.
• Não tem Paz.
• Abre uma brecha enorme na alma para a depressão.
• Não tem suas emoções conquistadas.
• Diz não para Deus e sim para o diabo.
• Vive como um prisioneiro dos sentimentos negativos.
9. SEMPRE TRANSFERIR A CULPA PARA ALGUÉM, NUNCA ASSUMINDO RESPONSABILIDADE. (Gn 3:10-13)
A) A sua vida é o resultado das escolhas que você faz.
B) Ninguém pode decidir por você.
C) Quando transferimos toda culpa para o diabo, não sentimos necessidade de mudar.
D) Não há mudança quando a pessoa não reconhece que precisa mudar.
10. NÃO TER PARCEIROS DE ORAÇÀO E NEM CONSELHEIROS .
A) Daniel, Ananias, Misael e Azarias eram parceiros de oração. (Dn 2:17,18)
B) Um conselho pode nos livrar do caminho da morte. (Pv 16:25; Pv.12:15; Pv 27:9).
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C) A Bíblia diz que o cordão de três dobras não se quebra com facilidade. (Ec 4)
Por Pr. Josué Gonçalves
Fonte: Estudos Cristãos
Tags:jovens
10 Erros da Doutrina Espírita Claramente Definidos
10 Erros da Doutrina Espírita Claramente Definidos
1o. Erro : Usar a Bíblia só segundo pareça conveniente, incoerentemente segmentando seu texto, usando e abusando de textos, sentenças e mesmo palavras isoladas, sem levar em conta O TEOR GLOBAL de seu ensino, mesmo desqualificando- a como um livro indigno de confiança, quando não pareça conveniente, encontrando “contradições gritantes” em seu texto, o que torna o seu emprego pelos próprios espíritas injustificável, já que é um livro que não serve para defender doutrinas (a não ser as espíritas, em segmentos seletos).
2o. Erro: Ter uma visão distorcida da Divindade, negando que tenhamos um “Deus pessoal” e deixando de entender que Deus é não só AMOR, como JUSTIÇA. Esse tipo de Deus “Saci Pererê” do espiritismo (que se apóia só sobre uma “perna”–do amor), com a imagem do Deus bíblico condenada por espíritas como injusto por causa de relatos do Velho Testamento que não conseguem entender à luz de sua contextuação cultural, histórica, e dentro do TEOR GLOBAL do ensino bíblico, impede-os de realmente entender que na cruz houve o encontro de AMOR e JUSTIÇA (Salmo 85:10).
3o. Erro: A noção de que o Messias veio trazer uma nova e revolucionária legislação, eliminando os 10 Mandamentos como normativos aos cristãos e trocando-os pela “lei áurea” de “amor a Deus” e “amor ao próximo”, quando em tal “lei áurea” Ele apenas repete o que Moisés já havia dito em Lev. 19:18 e Deu. 6:5, sintetizando a lei divina. Sempre, em todos os tempos, a lei de Deus teve como princípio subjacente o amor–a Deus e aos semelhantes, pelo que o Messias não apresentou nenhuma “novidade cristã” como pensam os espíritas e outros mais.
4o. Erro: A negação do castigo final dos pecadores, e da própria existência de Satanás e demônios a seu serviço, o que torna a Yehshua um mentiroso, pois Ele deu testemunho claro da existência de tal ser ao dizer: “Eu via Satanás, como raio, cair do céu” (Luc. 10:18). A negação do castigo final é fruto da tese de salvação universal, uma noção que não inspira ninguém a crescer espiritualmente, já que sempre se pode deixar para depois o devido preparo e progresso ético, moral, espiritual, já que no final todos terão o mesmo destino, mais cedo ou mais tarde. Jesus não disse para ninguém ser cristão “mais ou menos” e sim desafiou a todos: “Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mat. 5:48).
5o. Erro: A idéia de salvação dever-se às obras humanas, uma impossibilidade que contraria o TEOR GLOBAL do ensino bíblico, sobretudo diante da exposição clara, didática, insofismável de Paulo [o “codificador dos evangelhos”] quanto ao papel da graça de Deus como única fonte de salvação, sendo as obras mera demonstração da genuinidade da fé salvadora. Qualquer noção de que obras humanas, imperfeitas como sempre serão, “contem pontos” para a salvação é uma afronta ao Senhor e Salvador Yehshua o Messias. É o mesmo que dizer-Lhe que o Seu supremo sacrifício expiatório foi incompleto, daí precisamos acrescentar algo de nossa própria experiência à experiência Dele, num impossível paralelo do humano e imperfeito com o divino e absolutamente perfeito.
6o. Erro: A noção típica de todos os povos pagãos, do presente e do passado, de que o homem é um ser dualístico, formado por um corpo material e uma alma imortal, que prossegue viva e consciente na morte, quando o ensino bíblico é de que Deus criou o homem para viver com um ser físico, num paraíso físico, e que por conseqüência do pecado passou a experimentar a morte. A única forma de restaurar a vida é pela RESSURREIÇÃO DOS MORTOS, que representa a vitória sobre a morte e a sepultura, como diz Paulo em 1 Cor. 15:54, 55. Entre a morte e a ressurreição nada existe, pois os que morrem, como no sono, nada sabem do que se passa, não têm conhecimento de coisa alguma e adentram o mundo do silêncio (Ecl. 9:5, 6, 10; Sal. 6:5).
7o. Erro: A noção de reencarnação, negando o claro ensino bíblico de que só mediante a ressurreição dos mortos, bem detalhadamente descrita em várias passagens, como Ezequiel 37, 1 Coríntios 15, 1 Tessal. 4:13-16, é que alcançaremos a vida eterna, que é apresentada na Bíblia como um dom de Deus aos que se habilitarem a para sempre habitar nos lugares que Cristo prometeu preparar para os Seus fiéis, e que iriam ser ocupados quando Ele retornasse para vir buscar os Seus (ver Rom. 2:7; 2a. Tim. 1:10 e João 14:1-3).
8o. Erro: A negação da volta do Messias em glória e majestade, embora citem textos como Mateus 16:27 que fala claramente dessa volta, e muitos outros claros versos das Escrituras. E Sua volta é a única saída para tirar o homem do “aperreio” em que se acha, em decadência moral e espiritual clara e evidente, e não o progresso rumo a um róseo futuro, como indicado pelo espiritismo.
9o. Erro: A própria idéia de que graças às contínuas reencarnações a humanidade só tem melhorado e só haverá de melhorar mais e mais no futuro, quando isso não só está inteiramente fora da realidade, com negam as profecias bíblicas, proferidas pelo próprio Messias, que fala que os tempos que antecederiam Sua volta literal e visível seriam uma repetição da maldade de Sodoma e Gomorra, ou dos dias anteriores ao dilúvio. Isso é confirmado por Paulo, Pedro e outros autores bíblicos.
10o. Erro: A possibilidade de comunicação entre vivos e mortos, sendo que a proibição divina é clara a respeito, tanto em Deut. 18:9-11 como séculos depois confirmada em Isa. 8:19, 20. Sendo que não há uma “alma imortal” que tenha consciência após a morte do corpo, e permanecerá como num sono inconsciente até a ressurreição, qualquer suposta comunicação entre vivos e mortos é claramente suspeita, e proibida por Deus que quis proteger o Seu povo de terríveis enganos satânicos nessa linha.
Enfim, creio que por ora já temos destacado esses claros enganos da doutrina espírita. Mas certamente haverá outros mais que poderemos mais adiante comentar.
Abraços
Prof. Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura
Bessemer, Ala., EUA
Tags:Espírita
A FÉ: COMBUSTÍVEL PARA A CONQUISTA
A FÉ: COMBUSTÍVEL PARA A CONQUISTA
“ Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dEle se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” ( Hebreus 11:6 )
Esse texto faz parte do capítulo da Bíblia conhecido como “ o capítulo da fé”. Nele, o autor alista vários homens e mulheres que se diferenciaram no seu tempo e no lugar onde viveram simplesmente por serem homens e mulheres de fé. Abel, Noé, Abraão, Moisés, José, Raabe, Sansão, Davi, são alguns dos personagens citados como sendo verdadeiros heróis.
Nessa jornada de conquista que estamos trilhando, a fé é o combustível indispensável. Sem ela, não iremos muito longe, seremos tentados a estacionar, e acabaremos não conquistando as promessas de Deus pras nossas vidas.
1. A fé nos leva a ver o invisível
Fé é uma CERTEZA nas coisas que nós ainda não vemos.Geralmente as pessoas tendem a andar por vista e não por fé. Querem ver pra crer, ao invés de crer pra ver. Mas, no Reino de Deus a linguagem que predomina é a linguagem da fé.
Pela fé cremos em Deus, na obra de Jesus, no poder do Seu Espírito, na nossa salvação, na morada celestial que nos está reservada… Enfim, tudo o que recebemos e ensinamos no Reino de Deus, o fazemos pela fé.
Já o inimigo das nossas almas opera no campo da dúvida. Desde o Éden ele agiu assim, colocando em dúvida o que Deus havia dito para o homem. Hoje ele continua usando a mesma arma, semeando dúvidas nas mentes das pessoas. Dúvida se Deus existe, se Ele se importa, se Ele ainda faz milagres, se a Bíblia é verdade, se a igreja é confiável, se você tem um chamado de Deus… E muitas pessoas, infelizmente, se deixam levar pelas dúvidas do diabo e não depositam sua fé em Deus.
A fé é de Deus, a dúvida é do diabo. Rejeite toda a dúvida na sua vida e declare as suas CERTEZAS pela fé.
2. A fé se opõe ao medo
Em Rm 8:15, o apóstolo Paulo declara que o Espírito que habita em nós não é um espírito de medo, de covardia, que nos escraviza, mas um Espírito de adoção. Logo, o medo não combina com pessoas que têm o Espírito de Deus enchendo suas vidas.
O medo nos leva a ver as circunstâncias com os olhos naturais e não com os olhos de Deus. Quando Moisés enviou os doze espias, um de cada tribo, para espiar a Terra Prometida, estes homens se deixaram levar pelo medo. Quando viram as cidades fortificadas e os homens gigantes que lá habitavam, sentiram-se tão insignificantes que se viram como gafanhotos diante dos moradores daquela terra. Isso os levou a desistir da conquista ( Nm 13:28-33 )
Pois é isso que o medo faz em nossas vidas: nos paralisa, atrasa as nossas conquistas, nos faz enxergar as circunstâncias mais difíceis do que elas realmente são, nos faz tirar os olhos de Deus e colocar os olhos nos problemas.
O medo é uma arma satânica pra matar os nossos sonhos. O que Deus tem pedido pra você e que você não tem feito por conta de ter medo?
Aquele povo medroso declarou que iria morrer no deserto e acabou morrendo mesmo. Rejeite todo o medo na sua vida e declare palavras de fé no seu Deus.
3. A fé é demonstrada nas nossas atitudes
“ Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras é morta”. ( Tiago 2:26 )
O apóstolo Tiago argumenta nesse texto que de nada adianta dizermos que temos fé e não mostrarmos isso nas nossas obras. A lista de Hebreus 11 é um ótimo exemplo disso. Todas aquelas pessoas tiveram atitudes de fé. A prostituta Raabe, por exemplo, creu que aqueles dois espias que ela acolheu em sua casa eram homens de Deus. Mas, se ela apenas tivesse crido e não tivesse tido a atitude de acolhê-los em sua casa, ela não teria sido salva.
Assim, somente crer é pouco. Tiago diz: “até mesmo os demônios crêem – e tremem! “ (2:19 ). È preciso ter atitudes que provem a sua fé. Por exemplo: você crê que Deus pode lhe sustentar se você for fiel nos seus dízimos e suas ofertas? Crê que Deus abrirá as janelas dos céus pra lhe abençoar se você for fiel? Então tenha atitudes que provem sua fé. Você crê que Deus pode lhe usar pra pregar o evangelho pra muitas pessoas? Então, prove sua fé e disponha-se a pregar.
“ Todo aquele que deseja ter um ministério de sucesso deve viver sempre na dimensão da fé, pois através dela nossa relação com Deus se fortalece e nos faz aptos pra conquistar todos os nossos sonhos.”
Ministre nas vidas dos seus discípulos!! A fé é dom de Deus. Pois clame ao Senhor pra que Ele produza fé nos corações dos seus discípulos. Faça-os orar rejeitando toda dúvida, todo medo e toda paralisia. Quem tem fé crê e age!!
Você, líder, seja um exemplo de fé para os seus discípulos!
Na unção da conquista das promessas,
Seus pastores
Ministério Manancial de Vida para as Nações
SÉRIE “CONQUISTANDO AS PROMESSAS”
ESTUDO 10:
Tags:Fé
A MELHOR DECISÃO É ATENDER O CHAMADO DE DEUS
A MELHOR DECISÃO É ATENDER O CHAMADO DE DEUS
Texto: Atos 26.14: Então ouvi uma voz que me dizia em aramaico: Saulo, Saulo, por que você está me perseguindo? Resistir ao aguilhão só lhe trará dor!
Alguma vez você já experimentou trafegar na contra mão? Locomover-se com seu veículo na contra mão pode trazer sérias conseqüências. Foi isto que o próprio Senhor Jesus mostrou a Saulo de Tarso, o implacável perseguidor da Igreja de Cristo. Saulo foi interrompido na viagem para Damasco, da Síria, quando tencionava ali prender judeus convertidos a Cristo. Jesus o surpreendeu de uma forma tremenda e para tanto utilizou uma linguagem que qualquer judeu daquele tempo entendia muito bem. Com as palavras transcritas acima o Senhor mostrou a Saulo que andar na contra mão de Deus é a pior coisa que alguém pode fazer na vida.
a) Certifique-se de que você não está andando na contra mão de Deus! Saulo era um fariseu dos mais devotados e na sua visão, um judeu que se tornava seguidor de Jesus cometia um crime. No entanto, o próprio Jesus veio até ele para mostrar que Saulo estava redondamente enganado. Há um alerta em Provérbios 14.12 que, de tão importante, é repetido em 16.25: Há caminho que parece reto ao homem, mas no final conduz à morte. Você pode se lembrar que nos tempos do Novo Testamento uma das maneiras dos cristãos chamarem a Igreja era de Caminho (At 24.14). Quem anda com Jesus segue no Caminho que conduz à vida eterna e não à morte.
b) A desobediência a Deus atrai dores: Foi isto que Jesus mostrou a Saulo ao dizer que resistir ao aguilhão lhe causaria dores. Tais palavras de Jesus tem a ver com o tratamento que se dava aos bois a fim de que eles abandonassem a resistência e aceitassem o jugo. Você sabe o que é um carro de boi e um arado puxado por animal? Pois tanto o boi que puxa um carro como o que move um arado têm que ser adestrados para isso. Jugo é o mesmo que canga – o equipamento que é preso ao animal a fim de conduzi-lo. Os fazendeiros dos tempos de Paulo usavam aguilhões (ferrões) para aguilhoar (fustigar) as pernas ou a anca do animal quando este tentasse se libertar do jugo.
Dar coices na aguilhada somente fazia com que o animal sofresse ainda mais dor. Bem depressa os bois aprendiam que não adiantava reagir escoiceando e, pouco a pouco se submetiam ao seu trabalho. Assim, o boi aprendia a obedecer a seu dono pela dor. A desobediência causava dor ao boi. Saulo entendeu o recado no mesmo instante. Deus quer que você também entenda este recado.
c) Quem não vem pelo amor, vem pela dor. Este é um ditado muito comum na Igreja de Jesus. Através das dores enfrentadas nos caminhos que até parecem bons, há pessoas que despertam para conhecer o Caminho. O Salmista escreveu que houve grande proveito nas aflições que enfrentou: Antes de ser afligido eu andava desviado, mas agora obedeço à tua palavra. Foi bom para mim ter sido afligido, para que aprendesse os teus decretos. (Sl 119.67, 71).
Ouve uma ocasião quando o Senhor Jesus ministrou aos seus discípulos acerca do jugo que Ele nos dá. Como já vimos, jugo é um instrumento de submeter ou controlar o animal. Jugo também é lei, mandamento. Penso que a maioria das pessoas não gosta da idéia de serem subjugadas pelo Senhor. Porém, ser Senhor significa ter controle sobre os servos. Ele é nosso Kiryós (Senhor, em grego) e somos propriedade exclusiva dEle. Entretanto, o próprio Jesus ensinou que Seu jugo é suave (Mt 11.30)
Jesus veio até Paulo para coloca-lo sob Seu jugo: Eu lhe apareci para constituí-lo servo e testemunha do que você viu a meu respeito e do que lhe mostrarei. Eu o livrarei do seu próprio povo e dos gentios, aos quais eu o envio para abrir-lhes os olhos e converte-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim. (Atos 26.16-18). Nestas palavras o Senhor estava revelando Seus planos para Saulo – de quem mudou o nome para Paulo. Igualmente, o Senhor colocou este jugo sobre nós.
Diga aos participantes da sua célula que cada um tem vivido sua vida até hoje, mas que assim como fez com Saulo de Tarso, o Senhor quer interferir em seu viver de maneira direta. Ele quer coloca-lo sob Seu jugo suave. Convide-os a agirem de maneira diferente do rei Agripa, para quem o apóstolo Paulo estava dando seu testemunho. Agripa era filho do Herodes que mandou matar o apóstolo Tiago (Atos 12.1) e que depois morreu castigado por Deus. Agripa era, também, bisneto do Herodes que reinava quando Jesus nasceu e que depois mandou matar as crianças de Belém.
Agripa teve a chance de conhecer o Caminho. Desvencilhou-se do apelo de Paulo com estas palavras: Você acha que em tão pouco tempo pode convencer-me a tornar-me cristão? (At 26.28). Como diz a letra de um hino antigo que cantávamos: Tão perto do Reino, mas sem salvação… Agripa esteve tão próximo de receber o jugo de Jesus. Preferiu a desobediência. A história conta que ele foi muito prestigiado pelo imperador Nero e que até homenageou o terrível imperador que perseguiu os cristãos mudando o nome da capital dos seus domínios, de Cesaréia de Filipos para Neronias. Ele escolheu o caminho errado…
Louve a Deus com seus discípulos por Jesus e pelo Caminho no qual estamos. Caminho de Salvação e Vida Eterna. Leve-os a declarar que não querem andar na contra mão, mas sim na Vocação que receberam em Cristo.
Na unção da colheita de Frutos Fiéis,
Seus pastores.
MINISTÉRIO MANANCIAL DE VIDA PARA AS NAÇÕES
IGREJA BATISTA VIDA NOVA
www.ibvidanova.org.br
SÉRIE: ATOS HOJE
ESTUDO 9:
Tags:CHAMADO
8 – CARACTERÍSTICAS DO ENVIADO DE DEUS
8 – CARACTERÍSTICAS DO ENVIADO DE DEUS
ISAIAS 6: 8
O rei Uzias morreu porque tentou assumir as funções de sumo sacerdote
Infelizmente muitas pessoas no seu reinado haviam se afastado de Yahweh
Uzias foi um impedimento para muitas pessoas etc.
A visão que 1SAIAS teve estava relacionada ao seu compromisso como mensageiro de Yahweh para o povo
Ele recebeu uma missão muito difícil de dizer aos povos. (crentes)
Que se acreditasse, seriam abençoados por Deus Yahweh
Mas por causa da sua desobediência seriam destruídos
Mas consciente Isaias se achava impotente e incapaz para fazer qualquer coisa sem a presença divina
Contudo estava disposto a ser o porta voz de Yahweh
8 – CARACTERÍSTICAS DO ENVIADO DE YAHWEH
1- TEM QUE TER UM ESTREITO RELACIONAMENTO COM DEUS YAHWEH
Exemplo de homens que tiveram um relacionamento com Deus
Enoque: Genesis 5:24:— E andou Enoque com Yahweh e não se viu ma por to Deus para si o tomou.
Olhamos para o relacionamento de Noé com Deus Gn. 6: 9 – Estas são as gerações de Noé: Noé era varão justo e reto em suas gerações; Noé andava com Yahweh.
Enoque escapou da corrupção da terra porque suas atitudes agradava a Yahweh
Daniel 9:3:- E eu dirigi o meu rosto ao Se.eu para o buscar com oração, e rogos e jejum, e pano de saco e cinza.
— relacionamento através da oração
— você é um mensageiro de Deus Yahweh
2- QUANDO ESTAMOS PERTO DE YAHWEH TEMOS HARMONIA COM ELE E COM OS OUTROS.
Harmonia: acordo perfeito entre as partes
AMOS 3:3:- Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo
Andas juntos significa concordar com o destino e rota a seguir
Andar juntos significa obedecer
Exemplo: — Uma banda de musica
O verdadeiro missionário ouve a voz de Deus
Temos que ter muito cuidado porque queremos andar com Deus
Mas não queremos andar com o nosso próximo
3- O HOMEM DE DEUS TEM SEMELHANÇA COM DEUS.
Eliseu tinha a semelhança com Deus
II REIS 4: 9:— E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este homem que passa por nós é um santo de Deus.
O homem que tem a semelhança com Deus sofre quando a humanidade sofre.
Deus quer que o homem viva bem
4 – O ENVIADO POR DEUS É LEAL A ELE
José um jovem fiel a seu Deus
Não deixou Deus por nada no mundo
—Odiado pelos seus irmos
—Um jovem que resistiu a esposa Potifar
—Foi colocado numa cisterna
—Foi parar dentro de uma prisão
Mas sempre esteve fiel a Deus
Ele sabia que Deus iria cumprir as promessas na sua vida
ESTEVÃO: — sua morte foi ocasionada pela fidelidade com O evangelho de Cristo
Arrastaram Estevão para fora da cidade e o apedrejaram até a morte
Mas não negou o verdadeiro Deus, mas ganhou o céu
5 – O ENVIADO TEM SENSIBILIDADE
— não tolera o pecado
— não tolera a imoralidade
— não tolera a crueldade
— não tolera a injustiça
O homem de Deus não age com fingimento e desculpas.
Ele age com sensibilidade porque o Espírito Santo esta com Ele.
6 – O ENVIADO DE DEUS DESAFIA QUALQUER COISA
QUE QUER TIRAR A SANTIDADE DO POVO
O enviado de Deus prega a verdade da restauração.
O enviado de Deus prega fidelidade.
1 CORINTIOS 4: 17— Paulo esta ensinando a Timóteo o que deve fazer
Todo homem de Deus tem que pregar o verdadeiro evangelho
Não podemos ser negligente com a verdade
Não aceite aconselhamento espiritual de qualquer um que não fale de acordo com a Palavra de Deus
Vã ao encontro do Senhor para ter sabedoria ao fazer planos.
Deus vai estar do seu lado na hora certa
7 – O ENVIADO POR DEUS TEM VISÃO DO FUTURO.
Saulo quando teve um encontro com Deus na estrada de Damasco
Teve seu nome mudado, e teve uma visão do futuro
Jesus Cristo mostrou a Paulo o que ia acontecer com ele por causa do evangelho
8 – O ENVIADO DE DEUS SEMPRE É DESPREZADO PELO MUNDO
O enviado de Deus é um homem perseguido pelas autoridades.
Cerca de dois mil cristãos foram martirizados durante a tribulação que sobreveio no tempo de Estevão
Apesar das seguidas perseguições e desprezos
A igreja cresce sem parar, porque o Espírito Santo move os corações.
Amém
Postado por ISAIAS DE JESUS
Tags:ENVIADO