3 Atitudes Necessárias Para Enfrentar as Adversidades
3 Atitudes Necessárias Para Enfrentar as Adversidades
Sandoval Juliano
E, DESCENDO ele do monte, seguiu-o uma grande multidão. E, eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra. Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. – Mateus 8:1-4.
Na história da cura do leproso eu pude observar que ele tomou iniciativas que demonstram que apesar da enorme adversidade que enfrentava, tinha atitude. Eis aí 3 atitudes tomadas pelo leproso que nos servem de exemplo:
I. DIANTE DA ADVERSIDADE NÃO DEVEMOS DEIXAR O NOSSO ESPÍRITO SE ABATER
1. O abatimento de espírito pode ser chamado também se sentimento de autocomisseração, ou depressão. Uma pessoa que, em meio à adversidade, se deprime, tem maior dificuldadepara vencer e sair da adversidade;
2. O leproso não admitiu a lepra como sendo sua. Ele estava leproso no corpo, mas sua saúde mental e espiritual não foram afetadas;
3. O abatido de espírito vive curvado, lamentando-se e lamuriando – Sl 38:6 ;
4. O que torna suportável a dor e a calamidade é estar de bem com a vida – Pv 18:14 ;
5. Para não deixar-se abater, diante da adversidade, é preciso nutrir sempre o coração com boas doses de alegria. Assim, quando vier o dia mal, seu coração terá reservas, o suficiente para aceitar a adversidade e passar por ela sem abatimento – Pv 17:22 ;
6. Podemos observar que apenas um leproso, exatamente aquele que não andava pelos cantos “esperando a morte chegar”, foi ao encontro de Jesus. Diante do milagre que experimentou, na outra vez que Jesus passou por ali, outros dez leprosos também foram ao encontro de Jesus.
II. DIANTE A DAVERSIDADE NÃO PODEMOS PARAR DE DESEJAR
1. O desejo para quem está vivendo momentos adversos, será um ponto de partida para se buscar o solução para o problema. Quando deixamos de desejar, perdemos a força – Pv 24:10 ;
2. O desejo nos impulsiona a procurarmos Àquele que tem a solução – Sl 38:9 ;
3. Um desejo sincero, ainda que silencioso, será conhecido pelo Senhor e veja a promessa que Ele tem neste sentido – Sl 145:19 ;
4. O nosso desejo deve estar sempre voltado para o Senhor – Is 26:8 ;
5. O que levou aquele leproso a buscar a solução, em Cristo, foi o desejo que ele tinha de voltar para casa, de voltar a conviver com sua família, de voltar a desempenhar suas atividades e sua profissão e, principalmente o desejo de subir os degraus do templo do Senhor para louvá-lo…
III. DEVEMOS NOS APROXIMAR, O MÁXIMO QUE PUDERMOS, DE JESUS
1. O leproso chegou tão perto de Jesus que foi por ele tocado – Mt 8:3 ;
2. Como fez a mulher do fluxo de sangue que tocou em suas vestes;
3. Jesus não quer que o sigamos à distância. Jesus se compraz em poder nos tocar, nos abraçar…
4. Devemos nos aproximar de jesus, sem remorso, sem trauma, como um flho aproxima de seu pai ainda que este seja uma autoridade das mais importantes nesta terra.
Na comemoração do Jubileu, da Assembléia de Deus de Brasília, em abril de 2010, o Pr. Ronaldo Fonseca pregou esta mensagem, na noite de segunda-feira, em nossa igreja sede, em Taguatinga Sul-DF e fomos grandemente edificados com esta pregação.
http://sandovaljuliano.com.br/site/estudos-biblicos/22-esbocos-de-sermoes/417-3-atitudes-necessarias-para-enfrentar-as-adversidades
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João. 14.8 Quer dizer que Jesus afirmou ser o Deus Todo-Poderoso ?
João. 14.8 Quer dizer que Jesus afirmou ser o Deus Todo-Poderoso ?
Jo. 14.8 “Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. 9 Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” Este versículo poderia estar incluído no próximo capítulo dessa obra, mas como alguns insistentemente ainda o usam, é oportuno fazermos algumas reflexões.
Antes de mais nada devemos fazer menção as palavras de Jesus em Jo. 6.46 “Não que alguém tenha visto o Pai, senão aquele que é vindo de Deus; só ele tem visto o Pai”, por onde se pode perceber que Jesus, nas palavras que disse a Felipe, não intencionou identificar-se como sendo o próprio Pai.
Felipe pede para ver o Pai e Jesus diz: “Quem me vê a mim vê o Pai”. Deve ser observado que tal afirmação não pode ser encarada como uma prova de identificação do Filho com a Deidade por um trinitariano; primeiro porque Jesus não disse “eu sou o próprio Pai (Deus)”, segundo porque eles creem que o Pai é uma “hipóstase” ou “pessoa” da “substância” Deus, assim, se a afirmação de Jesus for uma reivindicação de igualdade absoluta seria, então, Filho e Pai ao mesmo tempo e isso é mais sabeliano que trinitariano. Não querendo deixar dúvida de que a afirmação não era de consubstanciação ou co-igualdade com a Deidade, Jesus afirma em seguida, já no verso 10: “As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras”. É por esta razão que Jesus diz que quem o vê, vê o Pai. Tudo que Jesus faz, o faz pela vontade do Pai, sendo assim o reflexo de Deus na terra. Jesus mais uma vez mostra não ser Deus e depender DELE, pois Deus, o Pai, faz suas obras por meio de Cristo. Tudo aquilo que se pode ver de Deus é percebido em seu Filho, Jesus Cristo. Ele é a “imagem do Deus invisível”. Mas, Deus mesmo continua invisível e habitando na luz inacessível (E sendo um só!).
Postado por Valdomiro
João. 20.27,28 Tomé estava identificando A Jesus como O Deus Todo Poderoso ?
João. 20.27,28 Tomé estava identificando A Jesus como O Deus Todo Poderoso ?
Jo. 20.27-28 Certamente o foco desses versos recai sobre a expressão “meu Senhor e meu Deus” (ὁ κύριός μου καὶ ὁ θεός μου). A questão é sabermos se Tomé estava identificando quem era o que estava diante dele, a exemplo da revelação que Pedro teve, ou se dirigindo a Ele expressando admiração ou espanto pelo que via ser possível acontecer pelo poder de Deus.
O fato do apóstolo João não haver registrado a forma vocativa do grego em Jo. 20.28, algo que era de se esperar se fosse intenção de Tomé direcionar aquelas palavras exatamente a pessoa de Jesus, tem feito alguns trinitarianos reivindicarem a existência do vocativo com caso nominativo (fato que poderia acontecer no grego koiné) para esse versículo em específico, mas embora o vocativo possa se servir de nominativo, deve-se destacar que o nominativo “ο κύριος” (ho kyrios), como vocativo articular é o tipo de exceção que não se manifesta em lugar algum do evangelho de João, nem antes, nem depois da ressurreição. Sempre que alguém se dirige a Cristo o chamando de Senhor usa “κύριε” (kyrie), o vocativo, nunca o nominativo “κύριος” (kyrios). O nominativo da palavra “Senhor”, indicando Jesus, mas não se dirigindo a ele ocorre em cinco lugares nesse evangelho, são elas: Jo. 4.1; 13.13,14; 21.7,12. Todas as outras ocorrências da palavra “Senhor” quando alguém se dirige a Jesus no evangelho de João é usado o vocativo, expresso como tal: κύριε. Assim, era de se esperar que, se fosse intenção de Tomé dirigir as palavra a Jesus, referindo-se a ele, dizer-lhe, então: “κύριε μου”, seguindo o padrão de registro de como se dirigir ao Senhor Jesus. Isso, por se só já deveria nos fazer refletir sobre as reais intenções de Tomé. No entanto, poderá se reivindicar justamente a questão do uso vocativo com nominativo grego para descaracterizar essa reflexão (embora que João seja uniforme em seu evangelho em todas as 29 ocorrências da palavra “Senhor” no vocativo se dirigindo a Jesus) e dizer que Tomé estava se referindo, de fato, a Cristo em Jo. 20.28, mas vale ressaltar que mesmo que Tomé houvesse usado o vocativo no caso nominativo este refere-se ao seu Deus, O Imortal, O Pai, e não a Jesus, que voltara a vida por aqueles dias.
Mas além dessa questão gramatical reflitamos, agora, contextualmente. A primeira aparição de Jesus após a ressurreição, Tomé não estava presente, causou pavor entre os discípulos Lc. 24.37 “E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito”. Uma conclusão imediatista, que inclusive é, com relação a essa passagem bíblica, a usual nos dias de hoje, passa pela desconsideração total sobre qual era a paisagem em que o Novo Testamento se formou. Tomé precisaria ser um judeu muito leviano, a despeito do que todos os escritos históricos, salmos, proféticos e sapienciais em milênios de história ensinaram acerca de Deus, inclusive na sua época e mesmo depois, ao dizerem em passagens como Dt. 10.17 “Pois Yahweh vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”, I Rs. 8.27 “Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter…”, Ex. 33.20: “Nenhum homem verá a minha face e viverá”, II Sm. 22.14 “Do céu trovejou Yahweh, o Altíssimo fez soar a sua voz.” Sl. 76:7 “Tu, sim, tu és tremendo; e quem subsistirá à tua vista, quando te irares?”, Sl 89:7 “um Deus sobremodo tremendo na assembleia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?”, Jr. 23.24 “… Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o Yahweh.” Ou ainda para nós, Ap. 20.11 “E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles.”. O próprio apóstolo Paulo mostrou que essa percepção de Deus não havia mudado com a vinda de seu Filho Jesus. A graça e a verdade que a Bíblia diz ter vindo por Jesus Cristo Nosso Senhor não passa pela mudança da percepção de quem é o Deus Eterno de Israel, Aquele conhecido pelos antigos patriarcas, profetas, reis e etc., pois o apóstolo escreveu: I Tm. 6. 16 “Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém.” Nas Escrituras ainda estão escritos “Não executarei o furor da minha ira; não voltarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; eu não entrarei na cidade.” (Oz. 9.11), e “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” (Nm. 23.19). Qualquer que seja a interpretação dada a todos esses versículos e outros semelhantes, tais informações certamente não leva ninguém a acreditar que Yahweh, o Deus Eterno, iria se materializar se fazendo carne diante dos homens e se tornando aquilo que ELE disse não ser: o homem. Tomé como judeu que era, acostumado a recitar o Shemá: “Ouve, Israel, Yahweh nosso Deus, Yahweh é um”, acostumado a perceber Deus como um e único, imortal, invisível, imensurável, indescritível e etc., passar, agora, a entender Deus como mortal, visível e, quem sabe, revelado por “hipóstases” como sendo pelo menos dois, passando a admitir que Ele, Deus, havia morrido, ressuscitado e estava em “carne e ossos” ali diante dele palpável é algo completamente sem nexo se considerarmos que para a Bíblia existe um contexto não somente histórico, mas, também, religioso; muito mais quando nos lembramos que um recado foi endereçado aos discípulos, versículos antes, pelo próprio ressuscitado Senhor Jesus Cristo, nos seguintes termos Jo. 20.17 “mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. Tomé mesmo foi testemunha das palavras de Jesus em João 5.30: “Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma” e o mesmo Evangelista registra em vários momentos essa dependência de Jesus em relação a Deus. Além do mais Jesus mesmo testifica qual era a compreensão que os apóstolos tinham dele e a confirma em Jo. 13.13 “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.”, não Deus e Senhor, mas Mestre e Senhor É realmente muito difícil imaginar que diante de tudo isso Tomé tenha contrariado o próprio Jesus Cristo, que ao endereçar um recado aos discípulos inclui o próprio Tomé, chamando todos de “meus irmãos” e afirmado “eu subo para…meu Deus”, passasse, agora, a afirmar ser Ele (Jesus) exatamente aquele conhecido como O Deus de Israel, O Eterno.
Há quem ache impossível Tomé haver respondido a Cristo e não estar se referindo diretamente a Ele, ainda que Jesus mesmo não tenha feito nenhuma pergunta a Tomé. Mas, é interessante saber que fato semelhante já havia acontecido com Jesus ao ser tentado pelo Diabo, quando este pede que Jesus o adore temos as seguintes palavras do Salvador: “Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás” (Mt. 4.10). Ora, diante de tudo aquilo que a Bíblia relata a respeito de Satanás é difícil que o pai da mentira considere Yahweh seu Deus. O pedido que ele fez a Jesus reflete isso pelo desrespeito, e o próprio Yahweh já condenou o Diabo, de modo que uma ordem a um condenado dessa natureza não seria dada e nem seria acolhida. Logo, a citação de Jesus não é dirigida ao Opositor embora tenha sido dita a ele. É, portanto, uma referência ao mandamento dado por Moisés para informar ao maldizente que Jesus só adoraria e serviria a Deus, seu Pai e não um aconselhamento ao Maldizente.
Paralelamente Tomé ao dizer “Senhor meu e Deus meu” usa ou cita uma expressão muito parecida com a do Salmo 35.23 “Desperta e acorda para o meu julgamento, para a minha causa, Deus meu e Senhor meu”. O Salmo está inserido em um contexto de perseguição e acusações. Tomé havia passado 8 (oito) dias dizendo não acreditar na afirmação dos apóstolos (Jo. 20.26), por não tê-lO visto, certamente deve ter temido ser acusado pelos demais discípulos depois da Prova do milagre estar ali diante dele. Muitos procuram descaracterizar essa verdade alegando que essa afirmação de Tomé seria blasfema se fosse uma citação não dirigida ao próprio Jesus, pois no entender deles estaria usando citando Deus em vão. Alguns alegam, ainda, que Tomé deveria está habituado com as teofanias de Deus nas Escrituras portanto acharia normal Deus está ali diante dele e estaria, por conta disso dirigindo as palavras ao Senhor Jesus como sendo o próprio Deus, mas essa é uma análise incompleta dos fatos. Como já vimos Tomé não precisava, forçosamente, direcionar as palavras a Cristo, os Salmos nos ajuda nesse entendimento e é difícil defender que as teofanias de Deus no passado tenha convencido Tomé que Jesus fosse o próprio Deus, pois as teofanias são manifestações temporárias de Deus através de algo ou alguém, e essa descrição de teofania não se encaixa na pessoa de Jesus Cristo, que tinha uma mãe conhecida por todos, além de irmãos e irmãs, e um pai adotivo.
Um detalhe adicional a observar é que o milagre da ressurreição não seria o suficiente para uma conclusão trinitária por parte Tomé, pois ele não tinha ciência por qual tipo de ressurreição Jesus havia passado, e, pela quantidade de dias, o corpo de Lázaro havia ficado mais tempo no túmulo do que o de Jesus. Assim, o conceito trinitário só é possível se for considerado o texto isolado de seu contexto.
Admitir que Tomé tenha VISTO, aquele que MORREU e ressuscitou, e o reconhecido como sendo o Deus Eterno fere frontalmente I Tm. 6.16 que diz: “Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver…”. 1
Se levantarmos a questão coloquial, há ainda o fato de que na antiga escrita grega não existia pontuação, o que não permitiu registrar a entonação da frase de Tomé. Isso poderia dar também a real dimensão do que nos disse o apóstolo, mas como não sabemos como ele entonou é preferível ficar com a contextualização bíblica que por si só já dá informações suficientes para se compreender perfeitamente as palavras de Tomé.
João fecha a questão, no mesmo capítulo, de forma muita clara em 20.31 “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” ou seja, o que ele escreveu não foi para que creiamos que Jesus é Deus, mas “que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus”
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1 Esse verso é interessante porque também desfaz a reivindicação feita por alguns de Jo. 14.9, para dizer que Jesus é o próprio Deus. Ora se João estivesse querendo dizer que Jesus era Deus mesmo, então, I Tm. 6.16 seria uma mentira. Mas, se vê o Pai em Jesus significa que ele veio de Deus, então, ambos os versos continuam harmônicos.
Postado por Valdomiro
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10 RAZÕES POR QUE MATEUS 10:28 NÃO SERVE DE PROVA DA TEORIA DA IMORTALIDADE DA ALMA
10 RAZÕES POR QUE MATEUS 10:28 NÃO SERVE DE PROVA DA TEORIA DA IMORTALIDADE DA ALMA
Diz o texto: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”.
1a. – Porque a noção de que esta passagem trate de alguma alma imortal de que o ser humano seria possuidor parte de um pressuposto não demonstrado—de que Deus colocou esse elemento imorredouro no homem ao criá-lo, uma informação que não se acha nas Escrituras (ver Gên. 2:7).
2a. – Porque a Bíblia diz que só Deus possui a imortalidade (1 Tim. 1:17; 6:16), e embora as palavras “alma” e “espírito” apareçam em muitas ocasiões nas Escrituras, em nenhum caso estão associadas com os adjetivos “eterno” ou “imortal”.
3a. – Porque o tema que está sendo tratado no contexto em nada indica que Cristo esteja
discutindo detalhes sobre uma suposta natureza dualística do homem. Antes, Ele fala de relacionamento com Deus, confiança em Sua direção, convicção e fé.
4a. – Porque a própria passagem fala de “matar a alma”, que no grego traz o verbo apollumi (destruir), que em várias ocasiões significa claramente o fim completo, como em 2 Pedro 3:7—“destruição dos homens ímpios”.
5a. – Porque mesmo em nosso idioma falamos em “dobrar o espírito” de alguém, no sentido de convencer tal pessoa a aceitar uma certa visão, assimilar a convicção íntima de outro abandonando suas próprias. Não poder matar a alma neste caso significa que ninguém poderia eliminar a convicção profunda de alguém pela verdade, conquanto podendo até tirar-lhe a vida. Na passagem de Lucas 12:4, 5 com linguagem semelhante, significativamente não consta a expressão “matar a alma”, apenas é dito: “Não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer. . . . Temei aquele que depois de matar, tem poder para lançar no inferno”.
6a. – Porque em muitas ocasiões Cristo ensinou exatamente a destruição total dos pecadores ao comparar coisas tais como as ervas que são reunidas em molhos para serem queimadas (Mat. 13:30, 40), os maus peixes que são lançados fora (Mat. 13:48), as plantas prejudiciais que são arrancadas (Mat. 15:13), a árvore infrutífera que é cortada (Luc. 13:7), os galhos secos que são queimados (João 15:6).
Ele comparou os perdidos a servos infiéis que são destruídos (Luc. 20:16), o mau servo que será despedaçado (Mat. 24:51), os galileus que pereceram (Luc. 13:2, 3), as dezoito pessoas que foram esmagadas pela torre de Siloé (Luc. 13:4, 5), os antediluvianos que foram destruídos pelo dilúvio (Luc. 17:27), as pessoas de Sodoma e Gomorra que foram destruídas pelo fogo (Luc. 17:29) e os servos rebeldes que foram mortos quando do retorno do seu mestre (Luc. 19:14, 27).
As ilustrações empregadas pelo Salvador descrevem vividamente a destruição final ou dissolução dos ímpios. Jesus perguntou: “Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores?” (Mat. 21:40). E as pessoas responderam: “Fará perecer [apollumi] horrivelmente a estes malvados” (Mat. 21:41).
7a. – Porque o apóstolo Paulo também usou linguagem de destruição. Falando dos “inimigos da cruz”, Paulo diz que “o destino deles é a perdição [apoleia]” (Fil. 3:19). Concluindo sua epístola aos gálatas, Paulo adverte que “o que semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção [phthora]; mas o que semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna” (Gál. 6:8). O Dia do Senhor virá inesperadamente, “como um ladrão de noite, . . . eis que lhes sobrevirá repentina destruição [olethron] (2 Tes. 1:9). Não há como um processo de destruição durar eternamente.
O Apóstolo acentua ainda que “todos os que pecaram sem lei, também sem lei perecerão [apolountai]” (Rom. 2:12). Em vista do destino final que aguarda crentes e descrentes, Paulo muitas vezes fala dos primeiros como “aqueles que estão sendo salvos—[hoi sozomenoi]” e destes últimos como “aqueles que estão perecendo—[hoi apollumenoi]” (1 Cor. 1:18; 2 Cor. 2:15; 4:3; 2 Tes. 2:10). Esta caracterização comum é indicativa do entendimento de Paulo sobre o destino dos descrentes como destruição derradeira, não tormento eterno.
8a. – Porque, à semelhança de Paulo, Pedro também emprega clara linguagem de destruição. Ele fala de falsos mestres que secretamente trazem heresias e que acarretam sobre si “repentina destruição” (2 Ped. 2:1), compara a destruição deles à do mundo antigo pelo dilúvio e das cidades de Sodoma e Gomorra que foram queimadas e transformadas em cinzas como “exemplo” dos que haverão de perecer (2 Ped. 2:5, 6).
Ele alude novamente à sorte dos perdidos quando diz que Deus é “longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Ped. 3:9). As alternativas de Pedro entre arrepender-se e perecer nos trazem à lembrança a advertência de Cristo: “se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (Luc. 13:3). Este último evento se dará por ocasião da vinda do Senhor quando “os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2 Ped. 3:10). Tal descrição vívida da destruição da Terra e dos malfeitores por fogo dificilmente deixa espaço para idéia de tormento infindável no inferno. Os que pereceram no dilúvio não permaneceram eternamente sendo atormentados na água. Pedro fala do fogo que derreterá os elementos e também cumprirá a destruição dos descrentes, “pela mesma palavra” (de Deus, que ordenou o dilúvio).
9a. – Porque também Tiago adverte os crentes a não permitirem que desejos pecaminosos se enraízem em seus corações porque “o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tia. 1:15). À semelhança de Paulo, Tiago explica que o salário derradeiro do pecado é a morte, a cessação da vida, e não o tormento eterno. Ele fala também de Deus “que pode salvar e fazer perecer” [“destruir”, VKJ] (Tia. 4:12). O contraste é entre salvação e destruição.
Tiago encerra sua epístola encorajando os crentes a vigiarem pelo bem-estar uns dos outros porque “aquele que converte o pecador do seu caminho errado, salvará da morte a alma dele, e cobrirá uma multidão de pecados” (Tia. 5:20). Novamente a salvação é da morte ou “destruição”. A propósito, Tiago fala de “salvar a alma da morte” deixando implícito que a alma pode morrer porque é parte da pessoa integral.
10a. – Porque, além das claras passagens apocalípticas que falam da segunda morte—o “lago de fogo”—João descreve em Apocalipse 11:18 como ao som da sétima trombeta ele ouve os 24 anciãos proclamando: “chegou . . . o tempo . . . para destruíres os que destroem a terra”. Aqui, novamente, o resultado do juízo final não é condenação ao tormento eterno no inferno, mas destruição e aniquilamento.
Azenilto Brito.
Tags:Imortalidade
A FAMÍLIA E A BÍBLIA
A FAMÍLIA E A BÍBLIA
I. Os Compromissos Conjugais.
A. Do Marido.
1. Para com Deus Yahweh.
a) Representar a autoridade de Deus na família. Gn 18:19 (Js 24:15; Pv 10:18).
b) Administrar a família segundo o plano de Deus. II Rs 20:1.
c) Edificar sua família com sabedoria. Pv 24:3.
d) Entronizar a Deus em primeiro lugar na vida. Lc 14:26.
2. Para com a Família.
a) Se o chefe da casa. Ef 5:23.
b) Governar bem a família. I Tm 3:4,5.
c) Criar os filhos sob disciplina. I Tm 3:4.
d) Ser o provedor da casa. II Co 12:14b.
e) Abençoar os filhos. Hb 11:20,21.
3. Para com a sua Esposa.
a) Amar sua mulher. Ef 5:2; Cl 3:19.
b) Ensinar sua mulher com amor. I Co 14:35.
c) Santificar a descrente. I Co 7:14.
d) Assumir a liderança da mulher. Ef 5:23.
e) Coabitar em amor. I Pd 3:7.
f) Confiar nela. Pv 31:11.
g) Não tratá-la com amargura. Cl 3:19.
h) Viver a vida comum do lar. I Pd 3:7.
i) Considerá-la como a si mesmo. Gn 2:23; Mt 19:5.
j) Ser-lhe fiel. Pv 5:19; Mt 2:14,15.
k) Viver com ela toda a vida. I Co 7:11á-la como a si mesmo. Gn 2:23; Mt 19:5.
l) Ser-lhe fiel. Pv 5:19; Mt 2:14,15.
m) Viver com ela toda a vida. I Co 7:11b,12.
n) Consultar com ela. Gn 31:4-7.
o) Exercer autoridade sobre ela. I Co 1:3.
p) Praticar o monogamia. Gn 2:24; I Co 7:1,2; I Tm 3:2.
4. Para consigo mesmo.
a) Realizar-se pessoalmente através dela. Pv 5:18.
b) Desfrutar a vida com ajuda de sua mulher. Ec 9:9.
c) Ter os filhos como patrimônio moral. Gn 24:36.
d) Receber alegria na velhice. Pv 23:24 (Pv 17:6).
B. Da Esposa.
1. Para com Deus.
a) Ser bênção para o marido. Pv 18:22.
b) Temer a Yahweh. Pv 31:30; I Pd 3:2.
c) Respeitar a “lei conjugal”. Gn 2:24; I Co 7:39; Rm 7:1-4.
d) Casar no Senhor. I Co 7:39.
e) Respeitar a hierarquia estabelecida por Yahweh. I Co 11:3; Ef 5:23,24.
f) Ataviar-se com piedade. I Tm 2:10.
g) Não escandalizar a Palavra de Deus Yahweh. Tt 2:5.
h) Enfeitar-se interiormente. I Pd 3:3,4.
i) Imitar as santas mulheres. I Pd 3:5,6.
j) Comportar-se com temor. I Pd 3:2.
2. Para com a família.
a) Gerar filhos. Gn 1:28.
b) Instruir os filhos. Pv 1:8.
c) Edificar sua casa. Pv 14:1.
d) Não ser contenciosa. Pv 19:13.
e) Não ser rixosa. Pv 21:9.
f) Ser prendada para o lar. Pv 31:13,19
g) Preparar o alimento da casa. Pv 31:15.
h) Saber fazer compras. Pv 31:16.
i) Saber administrar os empregados. Pv 31:15.
j) Ser precavida. Pv 31:21,22.
k) Praticar boas obras. I Tm 2:10.
l) Amar os filhos. Tt 2:4.
m) Ser boa dona de casa. Tt 2:5.
n) Ser trabalhadora. Pv 31:15,18.
o) Saber falar com sabedoria. Pv 31:26.
3. Para com o seu Esposo.
a) Gerar filhos. Gn 1:28.
b) Ser ajudadora. Gn 2:18.
c) Ser graciosa. Pv 11:6.
d) Ser benevolência do Senhor para o seu marido. Pv 18:22.
e) Conquistar a confiança do marido. Pv 31:11.
f) Ser prendada. Pv 31:13,19.
g) Ser motivo de estima do marido pelos outros. Pv 31:23.
h) Saber negociar. Pv 31:26.
i) Satisfazer sexualmente o seu marido. I Co 7:10,13.
j) Não se separar do marido. I Co 7:10,13.
k) Reconciliar com o marido, quando for necessário. I Co 7:11.
l) Saber agradar o marido. I Co 7:34.
m) Ter o marido como a sua cabeça. I Co 11:3.
n) Ser submissa em tudo. Ef 5:33.
o) Aprender em silêncio. I Tm 2:11.
p) Não mandar no marido. I Tm 2:12.
4. Para com a Sociedade.
a) Ter o marido como cabeça (não o pastor, o pai, o patrão). I Co 11:3.
b) Permanecer em silêncio. I Co 14:34.
c) Ataviar-se com bom senso, modéstia e piedade. I Tm 2:9,10.
d) Praticar boas obras. I Tm 2:10.
e) Procedimento sério. Tt 2:3.
f) Não ser caluniadora. Tt 2:3.
g) Não ser alcoólatra. Tt 2:3 (Sem vícios).
h) Ser mestra do bem. Tt 2:3.
i) Ser sensata. Tt 2:5.
j) Ser honesta. Tt 2:5; I Pd 3:2.
k) Ser bondosa. Tt 2:5.
l) Não ser motivo de escândalo. Tt 2:5.
m) Não se enfeitar com exagero. I Pd 3:3,4.
n) Ter procedimento sério. Tt 2:3.
o) Ser discreta. Pv 11:22.
p) Ser sábia. Pv 14:1.
q) Não ser contenciosa. Pv 19:13.
r) Não ser rixosa. Pv 21:9.
s) Ajudar os necessitados. Pv 31:20.
t) Ser precavida. Pv 31:21,22.
5. Para consigo mesma.
a) Realizar-se como mãe. Gn 1:28.
b) Participar da vida de seu esposo como ajudadora. Gn 2:18.
c) Dar e receber prazer de seu marido. I Co 7:4 (Gn 2:24).
d) Instruir os seus filhos. Pv 1:8.
e) Ser feminina. Pv 11:6; I Tm 2:9.
f) Adquirir sabedoria. Pv 14:1; 31:26; Tt 2:3.
g) Participar na edificação do lar. Pv 14:1.
h) Valer mais do que coisas. Pv 3:10.
i) Participar dos negócios da família. Pv 31:16.
j) Administrar o seu lar. Pv 31:15,18.
k) Participar na ajuda aos necessitados. Pv 31:20.
l) Ser orientada com amor e respeito pelo marido. I Pd 3:7.
m) Receber o reconhecimento de sua família. Pv 31:28,29.
Conclusão:
Se estes compromissos forem cumpridos está assegurada a vitória no lar.
Por David R. da Silva
Tags:bíblia
A FAMÍLIA
A FAMÍLIA
Sl 127:1-3 Sl 1:1-3 Sl 128:1:6
Introdução
A família institu ída por Deus como núcleo principal ou celular máter
da sociedade, foi estabelecida tendo por base princípios e valores morais,
materiais, sociais e espirituais.
A família faz parte dos planos e propósitos de Deus, e ele deseja que
marido, esposas e filhos amém-se mutuamente, vivam em harmonia,
tenham paz, alegria, sejam prospero, realizados e felizes.
I – A Família é uma idéia e projeto de Deus
A. Deus Planejou Gn 2:19
B. Deus Instituiu Gn 2:21-24
C. Deus Abençoou
D. Deus estabeleceu princípios para a construção sólida e bem sucedida da
família Ef 5:22-33 Ef 6:1-4 I Cor 7:33-34
II – Deus valoriza a Família e o Matrimônio Heb 13:4 Ec 4:9-12
III – Satanás odeia ver uma família estruturada, servindo a Deus e
feliz.
IV – Fatores indispensáveis para termos uma família abençoada
servindo ao Senhor
A. Conhecimento dos princípios e propósitos de Deus para a família Os 4:6
Pv 1:7
B. Falar palavras de Fé em nosso Lar Tg 3:2
C. Estabelecer um tempo de oração em família
D. Faça de sua igreja o centro de atividades da família
E. Construa em sua casa um clima de boas influencias
Obs: Musicas evangélicas de boa qualidade, textos bíblicos em locais
estratégicos da residência, culto domésticos, leitura bíblica diária em
família etc.
F. Valorize as qualidades positivas dos membros de sua família
G. Separe um tempo para lazer e recreação
H. Liderança, inteligência e humildade do cabeça da família
V – Construa a sua família com uma fundação sólida Mat 7:24-27
VI – Os 10 alicerces para uma família bem sucedida, abençoada e
feliz.
1. Amor mutuo entre os conjugues I Cor 13:4-8
2. Verdade
3. Cumplicidade
4. Respeito
5. Compromisso
6. Fidelidade
7. Compartilhamento / companheirismo
8. Paciência
9. Boa comunicação
10.Estabilidade financeira
VII – As 5 importantes necessidades do Homem
1. Satisfação sexual Ec 9:9 Pv 5:15 Pv 5:18-19 I Cor 7:3-5
O sexo e tão importante para a manutenção do relacionamento
matrimonial com a água é importante para a manutenção da vida
2. Companheirismo no lazer
3. Uma mulher atraente Pv 31:22
4. Apoio doméstico
5. Admiração e Respeito
VIII – As 5 importantes necessidades da Mulher
1. A necessidade de afeto
2. A honestidade e reconhecimento
3. A comunicação ou conversa
4. O sustento financeiro
5. O comprometimento do marido com a família
IX – Condições para ser um homem bem-aventurado ou feliz
1. Ter prazer na palavra de Deus Sl 1:2
2. Meditar na palavra de Deus dia e noite Sl 1:2 Jos 1:8 Sl 119:105
3. Fazer da palavra de Deus regra de vida e conduta II Tm 3:16-17 Tg
1:22-25
4. Não andar ou seguir o conselho dos ímpios Sl 1:1
5. Não deter (parar) no caminho dos pecadores Sl 1:1
6. Não assentar na roda dos escarnecedores Sl 1:1
X – Benção para o Homem que serve a Deus fielmente Sl 1:3 Sl
128:2-3 Sl 128:6
1. Será como arvore plantada junto a ribeiro de águas
2. Frutifica sempre
3. A vida cristã é sempre abundante e rica em perfeição
4. Tudo que faz prospera
5. Usufruirá o fruto do seu próprio trabalho Sl 128:2
6. Tudo irá bem Sl 128:2
7. A mulher será fértil Sl 128:3
8. Os filhos serão saudáveis como plantas de oliveira Sl 128:3
9. Serão abençoados em todos os dias de sua vida
10.Terão vida longa e paz Sl 128:6
Gurupi – To, 09 de Junho de 2010
Pr. João da Cruz Gomes Feitosa
Tags:A FAMÍLIA
“Os Últimos dias serão Tempos de provação para os fiéis
“Os Últimos dias serão Tempos de provação para os fiéis por causa do DECLÍNIO MORAL E ESPIRITUAL”
2 Tm 3: 1-5 DIZ: Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses.
Vamos lá, UM POR UM:
1= Egoístas – Grego: philautos; adj. 1) que ama a si mesmo. 2) bem atento aos próprios interesses, egoísta.
2= Avarento – Grego: philarguros; adj. 1) que ama o dinheiro, avareza (AMANTES DO DINHEIRO).
3= Jactanciosos – Grego: alazon de ale (vadiação); 1) pretencioso, ostentador, orgulhoso (ORGULHOSOS).
4= Arrogantes – Grego: huperephanos; adj. 1) ato de mostrar-se acima dos outros, que se eleva sobre, que se coloca acima dos outros, preeminente. 2) que sobrevaloriza seus próprios meios ou méritos, que despreza os outros ou até trata-os com desprezo, arrogante.
5= Blasfemadores – Grego: lasphemos; adj. 1) que fala mal, difamador, repreensível, que injuria, abusivo (INSULTANTES).
6= Desobedientes – Grego: apeithes; adj. 1) não persuasível, não submisso, desobediente, obstinado. Aos pais ou progenitores.
7= Ingratos – Grego: acharistos; adj. 1) ingrato; 1a) desprezível; 1b) mal agradecido.
8= Irreverentes – Grego: anosios; adj. 1) profano, ímpio, mau (PROFANOS).
9= Desafeiçoados – Grego: astorgos; adj 1) sem afeição natural, insociável (Rm 1.31 marg.), cruel (2Tm 3.3 RA), desafeiçoado (2Tm 3.3 RA) Não sabe tratar com carinho a todos (DESALMADOS).
10= Implacáveis – Grego: spondos; adj. 1) ausência de negociação ou pacto; 1a) de coisas não mutuamente concertadas p.e. não manifestar comportamento hostil ou agressivo; 2) que não pode ser persuadido a entrar em um pacto, implacável.
11= Caluniadores – Grego: diabolos; adj. 1) dado à calúnia, difamador, que acusa com falsidade; 1a) caluniador, que faz falsas acusações, que faz comentários maliciosos.
12= Sem domínio de si – Grego: akrates; adj. 1) sem controle próprio, intemperante, dissoluto (DESCONTROLADOS).
13= Cruéis – Grego: anemeros; adj. 1) não domesticado, selvagem, feroz (ANIMAIS VIOLENTOS E RAIVOSOS).
14= Inimigos do Bem – Grego: aphilagathos; adj. 1) que se opõem à bondade e a pessoas de bem (ODIOSOS DO BEM).
15= Traidores – Grego: prodotes (no sentido de entregar adiante nas mãos de outro [do inimigo]; 1) traidor, sedutor.
16= Atrevidos – Grego: propetes; adj. 1) que cai adiante, de ponta-cabeça, inclinado, precipitadamente. 2) precipitado, apressado, despreocupado (OBSTINADOS).
17= Enfatuados – Grego: uphoo; 1) levantar fumaça, envolver numa neblina; 1a) metáf. 1a1) tornar-se arrogante, encher-se de orgulho, tornar-se insolente; 1a2) estar cheio de arrogância e orgulho; 2) cegar com orgulho ou convencimento, tornar-se tolo ou estúpido; 2a) anuviado, confuso (CHEIOS DE PREPOTÊNCIA).
18= Mais amigos dos prazeres – Grego: philedonos; adj. 1) que ama o prazer (DIZEM QUE AMAM A DEUS MAS AMAM OS PRAZERES).
19= Aparência de piedade – Grego: Eusebeia; 1) reverência, respeito
2) fidelidade a Deus, religiosidade (MANTEM UMA SIMPLES FORMA EXTERIOR DE RELIGIOSIDADE; A MAIOR PARTE DA RELIGIOSIDADE ATUAL POSSUI TÃO-SOMENTE FORMA EXTERIOR, PALAVRAS E RITUAIS SEM PODER)
AI VEM A RECOMENDAÇÃO DA PALAVRA: AFASTE-SE DESSAS PESSOAS! MANTENHA DISTÂNCIA!
1 Coríntios 2: 4,5 A minha palavra, e a minha pregação, não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.
O Conselho é: 2 Timóteo 4: 1-5 CONJURO-TE pois diante de Deus, e de Yehshua o Messias, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas\invenção\mentiras. Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faz a obra dum evangelista, cumpre o teu ministério.
EM OUTRAS PALAVRAS DENTRO DO CONTEXTO ELE DIZ: O QUE EU TINHA QUE FAZER EU FIZ AGORA É COM VOCÊ!
V 6-8 Porque eu já estou sendo oferecido o por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o SENHOR, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
PERDER A CABEÇA (MORRER) POR CAUSA DE CRISTO; QUE SACRIFÍCIO. DEZENAS DE PESSOAS OFERECERAM A PRÓPRIA VIDA EM SACRIFÍCIO POR CAUSA DO MESSIAS ! ESTÁ DISPOSTO A POR A SUA TAMBÉM NA RETA! TEM PEITO PRA ISSO! TEM CORAGEM PRA ISSO!
Deus nos abençoe…
Postado por pastor thiago sanchez
Tags:fiéis
Abnegação
Abnegação
I. “Abnegação” é um conceito exclusivo do NT; em sentido estrito, encontra-se apenas nos sinóticos (Mc 8,34 par.; em 2Tm 2,13 o sentido é diferente, a saber, de “ser infiel a si mesmo”). O NT conhece apenas o verbo “abnegar-se”, “renunciar a si mesmo” arneontai ou aparneomai). Armeomai é usado 33 vezes (Mt 110,33ab = Lc I2,9a — Mt 26,70.72 = Mc 14,68.70; Lc 22,57; Jo 13,38; 18,25.27 — Lc 8,45 — Lc 9,23 — Jo 1,20 — At 3,13.14; 4,16; 735— ITm 5,8; 2Tm 2,12ab.13; 3,5 — It 1,16; 2,12 — Rb 11,24 — 2P4 2,1 — 1.10 2,22ab.23 — Id 4 — Ap 2,13; 3,8);aparneomai, que tem o mesmo sentido, 11 vezes (Mt 16,24 = Mc 8,34— Mt 26,34.35.75 = Mc 14,30.31.72; Lc 22,34.61 — Lc I2,9b).
Delitzsch traduz aparnesastho heauton (Mc 8,34) para o hebraico com yekahes benafso: Ginsburg traduz wayyaslik et nafso minneged, de acordo com Jz 9,17. Mais exato seria yimas nafso; cf. mo’es nafso. Pr 15,32 (gr. misei heauton. cf. Lc 14,26; Jo 12,25): “não se preocupa com sua alma, consigo mesmo, com seus proveitos”, e sobretudo Jo 9,21: “não me preocupo com minha alma (= comigo mesmo”). Assim aparece a base veterotestamentiria de “abnegação/entrega de si mesmo”.
2. Como o grego clássico, também o NT usa arneomai no sentido original de “dizer não a”, “recusar” ou “rejeitar” uma ordem ou exigência, p.ex., “rejeitar a impiedade das concupiscencias mundanas” (Ti 2,12: cf. At 3,13.14; Rb 11,24) ou “negar, refutar, combater” uma pergunta (Mc 14,68.70 par.; Jo 18,25.27; cf. At 4,16; Jo 1.20; 1.10 2,22).
Já que o Evangelho não insiste principalmente na verdade salvífica, e sim naquele que trouxe a salvação, os autores foram obrigados a dar a este verbo o sentido novo de “renegar”. Uma verdade pode ser “negada”, mas quem a anunciou é “renegado”. Este sentido já transparece quando se fala em “negar” a pessoa de Cristo (cf. Mc 14,68.70 com v. 30; Mt 26,70.72; At 3,13.14; Jo 1.20).
Esse novo significado é evidente em todos os textos que se referem à pessoa de Cristo. E, como é óbvio, só de um discipulo pode ser dito que renegou Cristo, não de judeus ou pagãos; só pode renegar Cristo quem lhe foi fie.
O discípulo renega Cristo quando não professa franca e solenemente sua fidelidade à pessoa de Jesus Cristo. Neste sentido, Pedro renegou seu Senhor e Mestre (cf. Mc 14,30.31.72; Mt 26,34.35.75; Lc 22,34.61; Jo 13,38). Dos discipulos infiéis, Cristo diz: “Quem me renegar diante dos homens, eu o renegarei também diante de meu Pai no céu” (Mt 10,33; Le 12,9; cf. 2Tm 2.12; Jr1 4). Não faz diferença dizer “renegar Cristo” ou “renegar a fé em Cristo, a palavra ou o nome de Cristo” (Ap 2,13; 3,8; cf. It 1,16), “não reconhecer sua doutrina” (ho 2,22.23; 2Pd 2,1) ou recusar os pedidos de um irmão (1Tm 5,8; 2Tm 3,5). Nessa perspectiva cristológica deve ser vista a “abnegação”. Ela é a primeira condição para a imitação de Cristo; a segunda é a prontidão para o martírio (Mc 8,34: Mc faz o leitor pensar cm Simão dc Cirene: Mc 15,21). “Sua cruz” visa, além da prontidão para a morte, as tribulações pessoais de cada um. A expressão “abnegar-se” deve ter-se formado em antítese com “renegar o Cristo”. Dizer “sim” a Jesus significa dizer “não” aos desejos pessoais e interesses vitais. O motivo decisivo para a abnegação, como para a entrega da própria vida, é Jesus (“por causa de mim”, Mc 8,35). Não se trata de uma vontade doentia de softer, nem de uma autodisciplina ou ascetismo fanáticos (em tudo isso ainda há egoísmo humano), e sim de uma afirmação total e absoluta da vontade de Deus (lx 22,42): viver como o Mestre, pensar e agir como Ele, sofrer, se for o caso, morrer como Ele. A personalidade própria com os seus talentos não é com isso destruída: ela fica apenas livre das más inclinações do homem caído, livre para o amor de Deus e livre para o serviço
amoroso ao próximo (Mc 12,28- 34 par.; Lc 10,25-28 par.). Assim a personalidade humana pode se desenvolver e aperfeiçoar (El 4,13-15). Isso dá à abnegação bíblica um caráter dinâmico, verdadeira grandeza ética e enorme força de irradiação.
FONTE: Dicionário Bíblico-Teológico de Bauer.
http://bibliotecabiblica.blogspot.com.br/2011/03/abnegacao-dbt.html
Tags:Abnegação
7 verdades acerca do perdão
7 verdades acerca do perdão
1 – O perdão nos traz bênçãos. “Quando ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. Não retribuam mal com mal, nem insulto com insulto; ao contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança” (I Pedro 3:8-9).
2 – O perdão abre caminho para sermos perdoados. “Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados” (Lucas 6:37).
3 – O perdão nos faz esquecer e prosseguir. “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13-14).
4 – O perdão nos liberta para adorar o Senhor de todo o coração. “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).
5 – O perdão comprova que somos bondosos e compassivos. “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4:32).
6 – O perdão nos torna semelhantes a Cristo. “Perdoem como o Senhor lhes perdoou” (Colossenses 3:13).
7 – Quando perdoamos, encontramos paz e nos livramos da amargura. “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor. Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus; que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando muitos” (Hebreus 12:14-15).
Textos bíblicos na Nova Versão Internacional
Amilton Menezes
Tags:perdão
PURGATÓRIO, A GALINHA DOS OVOS DE OURO QUE ENRIQUECEU A IGREJA CATÓLICA
PURGATÓRIO, A GALINHA DOS OVOS DE OURO QUE ENRIQUECEU A IGREJA CATÓLICA
de Tharsis Kedsonni
Antes, um pouco de história para entender acerca do purgatório.
O Estado do Vaticano desenvolveu-se com o papa Estevão II, nos anos 741-52, que instigou Pepino, o Breve e seu exército a conquistar territórios na Itália e doá-los à Igreja (Carlos Magno, seu pai, confirmou essa doação no ano 774), elevando o Catolicismo à posição de poder mundial, surgindo o “Santo Império Romano”, sob a autoridade do Papa-Rei, que durou 1.100 anos.
O papado que esteve 70 anos em Avinhão na França, voltou a ocupar o Vaticano no ano 1377, trazidos por Gregório XI. Derramaram muito sangue em guerras políticas e religiosas até 1806 quando Napoleão aprisionou o Papa Pio VII. Mais tarde, tentaram reagir, mas Vítor Emanuelli, no ano 1870, derrotou “as tropas do papa” tornando-se o primeiro Rei da Itália, pondo fim no Santo Império Romano, que de santo não nada tinha! (Isso se sucedeu no dia 20 de Setembro de 1870).
Os papas ficaram confinados no Vaticano até 1929, quando Mussolini e Pio XI, no tratado de Latrão, legalizaram esse Estado religioso que é controlado pela Cúria Romana e governada por 18 velhos Cardiais que controlam a carreira de bispo e monsenhores; o papa fica fora dessa pirâmide.
Sem um sustento legítimo por estarem desacreditados, os papas e a igreja sancionaram o blefe, canalizando para seus cofres quantias fabulosas, negociando cargos fabulosos e cardinalatos, posições que valiam fortunas! Além de vender relíquias e “pedaços da cruz”, negociavam o perdão de pecados mediante indulgências e amedrontam seus fiéis com o fogo do purgatório que criaram, prometendo, no entanto, aliviar essa situação com missas pagas!
É aí onde entra o purgatório. Desconhecendo a Bíblia Sagrada e o amor de Deus, milhões de católicos acabaram aceitando esses expedientes matreiros do Catolicismo Romano.
O papa João XXIII, ano 1410, cobrava impostos dos prostíbulos contabilizando-os no orçamento do Vaticano (não confundir com o João XXIII mais recente).
O dominicano João Tétzel tornou-se famoso vendendo um documento oficial que “dava o direito antecipado de pecar!”. Negociava outra indulgência incrível que estabelecia: “Ainda que tenhas violado Maria, mãe de Deus, descerás para casa perdoado e certo do paraíso!”
O papa Leão X ano 1518 continuou o blefe. Necessitando restaurar a igreja de São Pedro que rachava, usou cofres com dizeres absurdos, tais como: “Ao som de cada moeda que cai neste cofre uma alma desprega do purgatório e voa para o paraíso!” (Tayne, Hist. da Literatura Ing. Coroado pela Acad. Francesa e Vol. II, pág. 35, de O Papa e o Concílio).
O Purgatório é o nervo exposto da igreja. Não querem que toque! Mas esse dogma, no dizer do historiador Cesare Cantú, é a “Galinha dos ovos de ouro da Igreja”, e o ex-padre Dr. Humberto Rodhen confirma que, com esse expediente, a Igreja Católica recolhe por dia em todo o mundo 500 milhões de dólares!
Nos primeiros séculos da era Cristã, ninguém ia para o purgatório porque não existia. Foi criado por um decreto papal! Nos países protestantes e nas outras igrejas cristãs, não há esse perigo. Criaram o purgatório só para almas católicas!
Com esse dogma, a Igreja peca duas vezes e cria um problema de consciência para os padres: primeiro, por oficializar uma inverdade, segundo, por receber dinheiro em nome dessa inverdade!
O purgatório tornou-se “comércio espiritual” a partir de 1476, com o Papa Sixto IV. Assim, a Igreja Católica é a única instituição no mundo que “negocia com as almas dos homens” (Apocalipse 18.13)
Nunca informam quando elas deixam o tormento, celebram missas por uma mesma pessoa falecida, sempre que haja um simplório para pagar! Não há textos bíblicos de apoio a esse dogma, a não ser uma referência no livro apócrifo de Macabeus, sem valor.
Os confessionários, que “devassam os lares”, servem para vários fins. Na Espanha e Portugal, por exemplo, usavam-nos com eficiência para descobrirem e informar as autoridades o pensamento político dos generais “confessando” suas esposas!
Conseguem legados e doações de beatos e viúvas chorosas que, buscando “absolvição”, podem ser aliciados entregando terras, fazendas e propriedades. “A Igreja no Brasil tem um vultoso patrimônio Imobiliário” (Estado de S. Paulo, 25-2-80).
São Bernardo, doutor da Igreja, exprimia-se com amargura: “O Clero se diz pastores, mas o que são é roubadores, não satisfeito com a lã das ovelhas bebem seu sangue!” (Roma, a Igreja e o Anticristo, Ernesto L. Oliveira, pág.178).
O Vaticano é a corte mais suntuosa da Europa, já não se preocupa com migalhas; aplicam os proventos desse comércio espiritual de tal forma que possuem bancos próprios, edifícios e fazendas.
Acrescento mais: muito se fala dos evangélicos que usurpam o povo. Valdomiro e Edir estão numa briga de foice, com acusações de lavagem de dinheiro e exploração dos fiéis de ambos os lados. Mas vale lembrar que o império destes dois falsos líderes ainda é muito ínfimo, quando comparado ao reino que a Igreja Católica tem em todo o mundo.
Os escândalos que o joio da igreja evangélica comete acabam maculando os enganos das falácias da igreja romana contra milhares de católicos no mundo inteiro.
Trecho do livro “As raízes malignas do Catolicismo Romano”, de Francisco de Aquino
Texto extraído do Yahoo! Grupos – SolaScriptura-tt
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