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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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O Propósito de Deus para a Humanidade

O Propósito de Deus

para a Humanidade

Acreditamos que o propósito de Deus para a humanidade é preparar

aqueles a quem Ele chama—e que decidem responder a essa chamada

através de uma vida de conquista ao pecado, desenvolvendo

caráter justo e crescendo em graça e conhecimento—para possuírem

o Reino de Deus e tornarem-se reis e sacerdotes reinando com Cristo

no Seu retorno. Acreditamos que a razão da existência da humanidade

é para nascermos, literalmente, como seres espirituais na família

de Deus (Romanos 6:15-16; 8:14-17, 30; Actos 2:39; 2 Pedro 3:18;

Apocalipse 3:5; 5:10).

O propósito da existência do homem é declarado em ambas as

extremidades da Escritura. No início da Bíblia, Deus revela que Ele

criou o homem à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1:26-27)—uma

linguagem que se refere a descendência ou filhos (Gênesis 5:1-3)—para

compartilhar o domíno ou regra com Ele sobre a criação, em submissão

a Ele (Gênesis 1:28). (Veja o capítulo intitulado “A Humanidade”,

começando na página 13.)

E no final da Bíblia, Deus diz: “Aquele que vencer herdará todas as

coisas, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho” (Apocalipse 21:7). Mais

uma vez, a linguagem diz respeito aos Seus filhos compartilharem a regra

sobre toda a criação com Deus, em submissão a Ele.

Assim, vemos que o destino do homem é ser parte do Reino e família de

Deus. E no último versículo acima mencionado, como em toda a Bíblia,

somos informados que o homem só pode chegar a este destino através de

um processo de ‘vencer’ ou ‘superar’ na nossa luta cristã.

É desejo de Deus que nenhum ser humano pereça, mas que todos cheguem

ao arrependimento, de modo a tornar-se membros de Sua família

como filhos e filhas em Seu Reino (2 Pedro 3:9, 2 Coríntios 6:18). Como

parte deste processo, Deus está agora chamando alguns indivíduos para

herdar a vida eterna no retorno de Jesus Cristo à terra (1 Coríntios 1:26-

28, Mateus 20:16, João 6:44, 65), enquanto os outros serão chamados mais

tarde. (Veja os capítulos intitulados “Os Festivais de Deus”, “A Igreja” e

“As ressurreições e o Juízo Eterno”, a partir das páginas 39, 56 e 65).

Aqueles que estão sendo escolhidos agora têm de aceitar Cristo como

seu Salvador, renunciar as suas vontades à vontade de Deus e lutar com

a ajuda de Deus para vencer [superar] o pecado durante sua vida atual

(Apocalipse 3:21).

Jesus Cristo é referido como “o primogênito entre muitos irmãos”

(Romanos 8:29, ver também os versículos 14-17; Apocalipse 1:5-6, Colossenses

1:15-18). Ele veio como um ser humano para liderar o caminho para

que outros possam ser glorificados e herdar todas as coisas. Os cristãos

são efectivamente referidos como “herdeiros de Deus e co-herdeiros com

Cristo” (Romanos 8:17, ARA). No entanto, como Hebreus 1 a 2, explica,

a humanidade ainda não conseguiu alcançar o seu destino de herdar todas

as coisas, mas Jesus conseguiu, e Deus está envolvido neste processo “trazendo

muitos filhos à glória” (Hebreus 2:10).

Neste processo, as pessoas tornam-se filhos de Deus através do recebimento

do Seu Espírito Santo, que se une com o espírito humano de cada

indivíduo (Romanos 8:16). Estamos, assim, “de novo gerados, não de

semente corruptível, mas da incorruptível” (1 Pedro 1:23).

E, então, nós ficamos “participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4)

—tal como qualquer criança toma os traços genéticos de seus pais. Através

de um processo de desenvolvimento, nós nos tornamos mais e mais

semelhantes a Deus em termos de caráter, enquanto temos como objetivo

uma transformação final envolvendo nossa própria essência e nível de

existência.

O apóstolo Paulo explicou que “assim como trouxemos a imagem do

terreno [do primeiro homem, Adão], assim traremos também a imagem

do celestial [de Jesus Cristo]” (1 Coríntios 15:49). E enquanto “o primeiro

homem, Adão, foi feito alma [um ser físico] vivente; o último Adão,

[Cristo, tornou-se] em espírito vivificante [que dá vida]” (versículo 45).

Assim, seremos seres espirituais como Cristo. Com efeito, “a carne e sangue

não podem herdar o Reino de Deus” (versículo 50).

O apóstolo João faz uma declaração surpreendente sobre a nossa futura

ressurreição durante o retorno de Cristo: “Amados, agora somos filhos de

Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que,

quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele; porque assim como

é O veremos” (1 João 3:2).

E Paulo explica ainda que “esperamos ansiosamente . . . o Senhor Jesus

Cristo. Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do

seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, tornando-os

semelhantes ao seu corpo glorioso” (Filipenses 3:20-21, NVI). Ou seja, o

corpo divino e espiritual de Cristo é o mesmo género de corpo que teremos

na ressurreição!

Assim como as crianças humanas são do mesmo género de seres como

seus pais e irmãos mais velhos são, seres humanos, então seremos do

mesmo género de seres como Deus Pai e Jesus Cristo são, seres divinos.

Ao dizer que “ainda não é manifesto o que havemos de ser”, João queria

dizer que nós não podemos agora realmente compreender o que significa

ser como o Pai e Cristo, pois está além da capacidade de nossa limitada

mente humana. Ele, no entanto, compreendeu que seremos o que Eles são.

De fato, Deus foi ainda mais explícito sobre o nosso destino no Salmo

82:6 (ARA), declarando sua intenção para as pessoas como “[Vós] sois

deuses, sois todos filhos do Altíssimo.” Jesus até citou este versículo (veja

João 10:30-36). A verdade é que nosso destino é de ostentar o nome da

família de Deus (Efésios 3:14-15). Atualmente, o único Deus—isto é, a

única família de Deus—consiste de dois seres divinos: Deus Pai e Jesus

Cristo. Mas finalmente, Deus pretende expandir essa família divina para

bilhões de seres. (Veja o capítulo intitulado “Deus Pai, Jesus Cristo e o

Espírito Santo”, começando na página 4.)

A Igreja de Deus nesta era é um precursor no cumprimento desse propósito.

Ao retorno de Cristo, aqueles que morreram na fé serão ressuscitados

e os que estão vivos na fé serão transformados (1 Cor 15:51-53).

Aqueles em ambos os grupos tornar-se-ão seres espirituais imortais e

divinos na família de Deus. Eles depois disto servirão com Cristo na terra

como reis e sacerdotes durante o Seu reinado mileniar (por mil anos) que

seguirá imediatamente (Apocalipse 5:10; 20:4). (Veja o capítulo intitulado

“As Ressurreições e o Juízo Eterno” e “O Retorno de Jesus Cristo e o Vindouro

Reinado”, a começar nas páginas 65 e 69).

Rei e sacerdote são ambos cargos de Jesus Cristo. Ele é Rei dos reis e

Senhor dos senhores (Apocalipse 19:15-16). Ele também é nosso Sumo

Sacerdote (Hebreus 3:1; 4:14-16; 5:5-6; 6:20; 7:24-28; 8:1-6; 9:11; 10:12).

Assim, como referimos acima, outros participação em ambas as Suas responsabilidades

como ambos reis e sacerdotes servindo sob Ele para levar

a cabo o desejo do Pai.

Aqueles que se tornem sacerdotes no milénio serão responsáveis pelo

ensinamento das pessoas para discernir entre “o imundo e o limpo”, uma

frase que, no seu sentido mais amplo, inclui o discernimento entre o bem

e o mal (veja Ezequiel 22:26; 44:23-24). Como mensageiros de Deus, eles

ensinarão a lei de Deus e farão saber qual o seu significado e aplicação

(Malaquias 2:7-9).

Uma das responsabilidades de um rei no Antigo Testamento era escrever

as palavras da lei de Deus num livro e “nele lerá todos os dias da sua vida”

para que ele pudesse cuidadosamente observa-las e não se desviar delas

(Deuteronómio 17:18-20). Os que vierem a ser reis e sacerdotes no reino

de Deus serão aqueles que permitiram Deus escrever as Suas leis nos seus

corações e mentes enquanto seres humanos (ver Hebreus 8:10-11; Jeremias

31:33).

Como reis durante o Milénio, eles ensinarão o caminho de vida de Deus

aos humanos que vivem nessa idade (Isaías 30:20-21). Eles administrarão

o governo de Deus nas áreas que Jesus Cristo lhes der responsabilidades

(ver Mateus 19:27-28; Lucas 19:11-19). Eles até terão autoridade sobre

os anjos (1 Coríntios 6:1-3). E em tudo isto, eles estarão completamente

sujeitos à vontade de Cristo, da mesma maneira que Ele está à do Pai

(João 5:30).

O grande plano de Deus inclui toda a humanidade. O Julgamento do

Grande Trono Branco, descrito em Apocalipse 20:11-13, revela que todos

os seres humanos que morreram sem jamais ter entendido este grande

plano serão ressuscitados e o verdadeiro destino deles lhes será revelado.

O plano de Deus abrange todos. Toda a humanidade irá desfrutar da oportunidade

de aprender a verdade de Deus e de se arrepender. (Novamente,

veja o capítulo intitulado “Os Festivais de Deus” e “As Ressurreições e o

Juízo Eterno”, a partir das páginas 39 e 65).

Isto terá lugar durante o tempo além do milênio, quando a grande maioria

dos seres humanos serão ressuscitados dentre os mortos para receber a

sua oportunidade de salvação. Aqueles que se arrependerem e aceitarem

Cristo como seu Salvador receberão o dom da vida eterna na família de

Deus, conseguindo finalmente o seu destino dado por Deus.

Com o novo céu e a nova terra transformados, a cidade celestial de

Deus, a Nova Jerusalém, vai finalmente descer para a terra com Deus

Pai. E aqueles que se arrependeram e O serviram fielmente, e que estarão

transformados em seres espírituais glorificados como Ele mesmo, morarão

com Ele e com Cristo para sempre em perfeita paz e felicidade, sem mais

sofrimento ou morte (Apocalipse 21:1-4). (Novamente, veja o capítulo

intitulado “O Retorno de Jesus Cristo e o Vindouro Reinado”, começando

na página 69.)

Como já mencionado, aqueles que são glorificados herdarão de Deus

“todas as coisas”—terão co-propriedade e domínio, não apenas sobre a

terra, mas sobre todo o universo e reino espiritual. Este aspecto incrível

do destino do homem foi anunciado no início do Antigo Testamento, por

Moisés, quando ele afirmou que “o sol, a lua e as estrelas, todo o exército

dos céus. . . o Senhor, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de

todos os céus” como uma herança (Deuteronômio 4:19).

Esta, então, é a finalidade para a qual a humanidade foi criada—para

compartilhar com Deus o nível divino de existência para sempre como

Sua família feliz e amorosa, para pussuir com Ele o vasto universo criado

e dominar sobre todo. Este destino é tão transcendente que mal podemos

imaginar isso!

IGREJA DE DEUS UNIDA

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