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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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O REINO DO MESSIAS JESUS (REINO MILENAR)

O REINO DO MESSIAS JESUS (REINO MILENAR)
Parece um sonho imaginar atualmente um mundo de paz, justiça e amor, onde já não mais predomine a miséria, a fome, as epidemias, os vícios, as drogas, injustiças sociais, as guerras e os terríveis desastres naturais, como vulcões, enchentes, terremotos, etc.; onde se possa conviver em paz com a natureza, sem os nocivos efeitos da poluição, que tão violentamente destroem nossas florestas, rios e mares! Como será maravilhoso vivermos a profecia de Isaías 11:5 e 6, que nos fala de uma era de paz entre homens e mesmo entre os animais, de forma que um menino os poderá guiar. Os próprios animais ferozes de hoje, nessa era, serão mansos e habitarão juntos.
Sim, prezado leitor, isto pode parecer uma utopia, mas na verdade será uma realidade em épocas vindouras. O profeta Daniel teve uma importante visão da história mundial, onde se lhe revelou os quatro grandes impérios mundiais, sob o comando de homens falíveis, e, finalmente, ao concluir o último reino subdividido em dez poderes, a instauração do reino milenial messiânico, sob o governo do Rei, Messias e Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo. (Vide Daniel 2).
Por que a Terra está assim?
O profeta Isaías nos diz: “Na verdade, a Terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a Terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da Terra, e poucos homens restarão.” (Is. 24:5 e 6).
O próprio homem livremente escolheu e tem sustentado a decisão de viver afastado do conhecimento do verdadeiro Deus e de Sua Palavra, as Santas Escrituras. Tem preferido os errantes caminhos do pecado e as filosofias humanas, distanciando-se cada vez mais do Criador, conforme Isaías profetizou: “Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e vosso Deus; e os vossos pecados encobrem Seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Is. 59:2). O apóstolo Paulo nos fala dos que andam “… entenebrecidos no entendimento, separados na vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração.” (Ef. 4:18). A desobediência e a indiferença no tocante às coisas de Deus são as principais causas da decadência de nosso planeta, de forma que só uma intervenção divina pode realmente mudar o quadro atual.
Em que condições nos foi dada a Terra?
A Terra que hoje habitamos, mesmo que assolada por tudo o que o pecado produziu, ainda conserva muito de sua beleza original. Quando Deus a criou, no entanto, era um reino maravilhoso, um paraíso, bem distante do que é hoje. Há um dito popular que diz que os gostos não são iguais, e é verdade. No entanto, perguntamos: Quem discordaria do gosto do próprio Deus? Ele é soberano e perfeito criador! Estamos seguros de que tudo que for bom para Ele é ótimo para nós. Consideremos pois como Deus achou o planeta que criou para o homem: “… e viu Deus que era bom.” (Gn. 1:10). Dia a dia, ao concluir Suas obras criativas, Deus se regozijava e achava tudo o que tinha feito realmente bom. A luz, os céus (expansão), as águas, as plantas, os astros, os peixes, as aves, os animais e, enfim, o homem. Tudo o Senhor concluía que estava bom. Ousaria alguém discordar do Senhor? Por fim, com homem já criado e tendo o Senhor lhe dado o domínio sobre todos os demais seres viventes, os animais em geral, nos relata o livro de Gênesis 1:31: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era tudo muito bom.” Sim leitor, muito bom! Assim era o mundo quando o Senhor o entregou, o deu ao homem. “Os céus são os céus do Senhor, mas a Terra deu-a Ele aos filhos dos homens.” (Sl. 115:16). Era um jardim, um paraíso perfeito! Infelizmente o homem perdeu o domínio, entregando-o a lúcifer (Lc. 4:6). Deus estabeleceu a semana de sete dias, abençoando e santificando o sétimo e último dia para repouso periódico do homem: o santo Sábado. “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra…” (Gn. 2:3).
Tendo Deus santificado e especificado o dia que o homem deveria repousar na semana, recomendou-lhe que não se esquecesse, ordenando-lhe: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra… e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia de sábado, e o santificou.” (Ex. 20:8-11). E hoje? Estão os homens ainda respeitando esta ordem divina ou se esqueceram?
Com a queda do homem e sua opção pelo pecado, maldições recaíram sobre os animais (inimizade), sobre a mulher (ampliada a dor de parto e sua sujeição total ao homem) e as pragas sobre a lavoura. A pior das consequências foram as mortes física e espiritual. A morte representa o pior de todos os inimigos e somente será destruída depois de se completar o Reino Milenar de Cristo, com o juízo final e a total purificação da Terra. (Gn. 3:14-19; Rm. 5:12 e I Co. 15:26).
A única esperança de redenção para o homem e o planeta foi a promessa de um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, semente da mulher, que em tempos vindouros salvaria tanto o homem quanto a própria Terra, purificando e tornando-a como era originalmente.
O Milênio – Período de Transformação da Terra
Na segunda vinda de Cristo se dará a primeira ressurreição, quando todos os santos mortos desde o princípio do mundo ressuscitarão incorruptíveis, e os santos que estiverem vivos serão transformados também em imortais e incorruptíveis (I Ts. 4:13-18 e I Co. 15:51-54). Estes, após o arrebatamento, ou seja, o ajuntamento nas nuvens para o encontro ou recepção do Senhor Jesus nos ares, na condição de anjos, irão se assentar com Cristo em Seu Trono, isto é, irão reinar com o Senhor, como reis e sacerdotes sobre a Terra durante o Milênio. Os santos governarão o restante das nações, sobreviventes à grande batalha final, que se dará na vinda do Senhor (Ap. 3:21; 2:26; 5:9 e 10 e 20:6; Daniel 7:18 e 27).
O Reino Milenar é, na realidade, um período de transição da Terra, do estado caótico em que se encontra à condição paradisíaca do Éden, e, como na criação, se caracterizará pela abundância de paz, justiça e amor. Um processo de eliminação de todos os inimigos e de tudo o que a contaminou ao longo dos séculos se desenrolará durante todo o Milênio. “Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” (I Co. 15: 25 e 26).
A restauração da Terra é prevista: “O qual convém que os céus contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.” (At. 3:21). E ainda: “… quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono…”. (Mt. 19:28).
A batalha final, a terceira guerra mundial ou Armagedom, como se conhece, já é o início dos juízos de Deus, quando começarão a ser derrotados os inimigos de Deus: o extermínio dos governantes da Terra e seus exércitos, das nações (das quais poucos sobreviventes restarão – Is. 24:6), o lançamento da Besta e do Falso Profeta no Lago de Fogo e a prisão de Satanás por mil anos. “E da sua boca saía uma aguda espada para ferir com ela as nações; e Ele as regerá com vara de ferro… E vi a besta e os reis da Terra e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra Àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta… Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de fogo e os demais foram mortos… Vi descer do céu um anjo… Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.” Apocalipse 19:15
O principal objetivo da prisão de Satanás será para não enganar e perturbar as nações durante o Milênio, sobreviventes do Armagedom e suas gerações. Ele terá que, junto às suas hostes malignas, ficar inativo e preso durante os mil anos: “… para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem.” Ao final do Milênio, todavia, será solto por um pouco de tempo, e sairá a enganar as nações aqui formadas que estão nos quatro cantos da Terra. (Ap. 19:5; 19:21; 20:1-10). Ver ainda Zc. 13:2.
Jesus Ocupa o Trono Prometido
Consideremos o Reino de Deus em três fases: a) Reino Espiritual da Graça, o atual, com Cristo reinando em nossos corações; b) Reino Milenar de Cristo, sobre a Terra, restauração ao paraíso edênico e c) Reino Eternal, com a total renovação do planeta no fim do Milênio, a descida da Nova Jerusalém e a entrega do Reino ao Pai, por nosso Senhor Jesus Cristo. “Depois virá ao fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e a força… E quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas então o mesmo Filho se sujeitará Àquele que todas as coisas lhe sujeitou…” (I Co. 15:24-27).
O Trono de Davi e a promessa de um sucessor, Cristo, ao Trono e ao governo foi resultado de um firme e inquebrantável pacto feito por Deus e Davi: “Porém a tua casa, o teu trono serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será firmado para sempre.” Este pacto foi renovado com Salomão, seu filho. Vide II Sm. 7:16; I Cr. 22:8-10; II Cr. 7:17 e 18. Note que Deus assumiu este compromisso!
A ideia de alguns de que Jesus vai levar a Igreja para Céu e lá reinar tende a anular as promessas divinas a Davi. Sabemos que Deus vai sustentar a aliança que fez, e nada, de forma alguma, mudará a Palavra do Senhor. Desta firme aliança, Ele mesmo diz: “Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu de meus lábios. Uma vez jurei por minha santidade, que não mentirei a Davi. A sua descendência durará para sempre, e o seu trono será como o sol perante mim. Será estabelecido para sempre como a lua; e a testemunha no céu é fiel.” (Sl. 89:34-37).
Jeremias e Isaías falam deste reino: “Eis que vem dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e prosperará e praticará a justiça e o juízo na Terra. Porque brotará um rebento do tronco de Jessé… Do incremento deste principado e da paz não haverá fim sobre o trono de Davi e no seu reino…” (Jr. 23:5; Is. 11:1; 9:7).
Deus ainda nos dá uma prova de veracidade e infalibilidade de Suas promessas ao afirmar: “Assim diz o Senhor: se puderes invalidar o meu concerto do dia, e o meu concerto da noite, de tal modo que não haja dia e noite a seu tempo, também se poderá invalidar o meu concerto com Davi, meu servo, para que não tenha filho que reine no seu trono… Também rejeitarei a descendência de Jacó e de Davi, meu servo, de modo que não tome da sua semente quem domine sobre a semente de Abraão, Isaque e Jacó; porque removerei o seu cativeiro, e apiedar-me-ei deles.” (Jr. 33:20, 21, 25 e 26).
Embora as profecias afirmem a conversão dos judeus na vinda do Senhor Jesus e a futura participação dos mesmos no Reino Milenar, há alguns que querem, por todas as maneiras, excluir Israel das preciosas promessas anteriormente feitas por Deus. Persistem em afirmar que tais promessas estavam na dependência da obediência do povo de Israel, ou seja, que só participariam das mesmas se fossem obedientes. Visto que já nos dias apostólicos os israelitas se endureceram e passaram a rejeitar a Palavra de Deus, muitos religiosos, desconhecendo as profecias, lançam Israel totalmente fora dos planos divinos. Todavia perguntamos: É isto realmente o que a Bíblia ensina? De forma alguma. Vejamos o que Paulo diz: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim, todo o Israel será salvo…” (Rm. 11:25).
Fica claro, portanto, que na vinda do Senhor se encerra o tempo de salvação e a era dos gentios, e cessa o endurecimento de Israel, ocorrendo sua conversão conforme relata Zc. 12:10; Ez. 36:24-28; Rm. 11:26 e 27 e Jr. 33:7 e 8.
A desobediência do povo de Israel lhe traria muitas consequências, muitas punições, porém nada disso alteraria as promessas do reino: “A minha benignidade lhe guardarei para sempre. E o meu concerto lhe será firme. E conservarei para sempre a sua descendência e o seu trono, como os dias do céu. Se os seus filhos deixarem a minha lei e não andarem nos meus juízos, se profanarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos, então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniquidade com açoites. Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei a minha fidelidade. Não quebrarei o meu concerto… não mentirei a Davi.” (Sl. 89:28-35). “O Senhor jurou a Davi com verdade, e não se desviará dela; do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono.” (Sl. 132:11). O apóstolo Pedro confirmou: “… seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, … sendo pois ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento, que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono.” (At. 2:29 e 30).
Já temos visto, com fartas provas, que Jesus é o Rei, que vai se assentar no Trono de Davi. O anjo confirmou a Maria: “… este será grande, e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. E reinará eternamente na casa de Jacó, e o Seu reino não terá fim.” (Lc. 1:31-33).
Assim que, baseados nas profecias, os apóstolos estavam seguros do estabelecimento do Reino na Terra e desconheciam totalmente esta teoria enganosa de que os fiéis iriam para o Céu. Os textos de Lc. 19:11 e 12; Jo. 6:14 e 15 e At. 1:6-8 provam que eles esperavam uma implantação imediata do reino de Cristo na Terra. Todavia era mister que, por meio da pregação do Evangelho do Reino até os confins da Terra, as bases do Reino se expandissem por todo o planeta, e assim o Reino teria caráter mundial, e não somente local ou regional. As profecias falam que o reino seria de uma à outra extremidade da Terra. (Dn. 2:35-44; Sl. 72:8; Mt. 24:14).
Jesus ascendeu aos Céus para tomar posse deste Reino e voltará para se assentar no Seu próprio trono, o trono de Sua glória. (Dn. 7:13 e 14; Lc. 19:11 e 12). “E quando o Filho do Homem vier em Sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então se assentará no trono de Sua glória.” (Mt. 25:31). Jesus hoje está assentado no trono do Pai (Ap. 3:21). Cumprindo-se o mistério de Deus, anunciado aos santos profetas (Ap. 10:7), os reinos terrenos Lhe serão entregues na batalha final: “E tocou o sétimo anjo a sua trombeta e houve vozes no céu que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo sempre… e iraram-se as nações…” (Ap. 11:15-18). É tempo de juízo, de punir os que destruíram a Terra; tempo de arrancar o joio, ou seja, de desarraigar os ímpios da Terra e de recompensar os servos de Deus: “Mandará o Filho do Homem e os Seus anjos, e eles colherão do Seu reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniquidade.” (Mt. 13:41).
Desta destruição final restarão poucos homens das nações, além dos remanescentes convertidos de Israel: “Por isso, a maldição consome a Terra; e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão. E acontecerá que todos os que restarem de todas as nações que vierem contra Jerusalém… Então saberão as nações, que ficarem de resto, em redor de vós…” (Is. 24:5; Zc. 14:16; Ez. 36:36).
Com Satanás e suas hostes desativados e presos, desaparece todo o engano religioso, cessam todos os conflitos e, finalmente, reina a paz e a justiça na Terra. “E julgará entre muitos povos… e converterão suas espadas em enxadas, e suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra a outra nação, nem aprenderão mais a guerra.” (Mq. 4:1 e 2; Is. 2:2-4). Os remanescentes de Israel exercerão trabalho missionário entre as nações que se formarem no Milênio, enquanto que os salvos, ou seja, a Igreja de Deus e todos os santos estarão como reis e sacerdotes, governando com Cristo as nações. (Zc. 8:20-23; Ap. 2:26 e 27; 5:9 e 10).
No final dos mil anos de paz, Satanás será solto por um pouco de tempo; sairá a enganar os povos, mas fogo do céu os consumirá. O arqui-inimigo será igualmente lançado no lago de fogo. Então, se dará a segunda ressurreição, e os mortos serão julgados diante do grande trono branco. Condenados no juízo final serão lançados no lago de fogo. Finalmente, a própria morte, o último inimigo, será também lançada no lago de fogo, e assim chegamos ao fim de tudo aquilo que profanava a Terra. Sim, todos os inimigos estão vencidos; é o momento da entrega do reino ao Pai. Estamos no Novo Céu e na Nova Terra. A santa cidade, a Nova Jerusalém, desce então dos Céus; a morada de Deus com os homens. É vindo o Reino Eternal! (Ap. 20:7-15; 21:1-5).
Sim, amigo, esta é a pura verdade sobre o Reino de Deus. Não existe um tempo de morada nos Céus! O Milênio é o próximo reino mundial. A Bíblia diz que o Céu é o trono de Deus e que a Terra, sim, é que nos foi dada. Os ímpios não permanecerão na Terra, e os justos dela não serão removidos. (Sl. 37; Pv. 2:21 e 22; At. 7:49; Sl. 115:16).

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