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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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O Relacionamento de Deus com Jesus

O Relacionamento de Deus com Jesus

A consideração de como Deus ressuscitou Jesus leva-nos a pensar sobre o relacionamento entre Deus e Jesus. Se eles são “co-iguais…co-eternos”, como declara a doutrina da trindade, então nós esperaríamos que a sua relação fosse de igual para igual. Já vimos ampla evidência de que este não é o caso. A relação entre Deus e Cristo é semelhante àquele que existe entre marido e esposa: “Cristo é o cabeça de todo o homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo” (1 Co. 11:3). Como o marido é o cabeça da esposa, assim Deus é o cabeça de Cristo, embora eles tenham a mesma unidade de propósito que deveria existir entre marido e esposa. Assim, “Cristo é de Deus” (1 Co. 3:23), como a esposa pertence ao marido.

Deus, o Pai, é freqüentemente declarado como sendo o Deus de Cristo. O fato de que Deus é descrito como “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Pe. 1:3; Ef. 1:17), mesmo depois da ascensão de Cristo aos céus, mostra que agora este é o seu relacionamento, como foi durante a vida mortal de Cristo. Algumas vezes os trinitarianos discutem que se fala de Cristo como sendo menos do que Deus apenas na sua vida na terra. As cartas do Novo Testamento foram escritas alguns anos depois que Cristo ascendeu aos céus, entretanto, ainda se fala de Deus como o Deus e Pai de Cristo. Jesus ainda trata o Pai como seu Deus.

Apocalipse, o último livro do Novo Testamento, foi escrito pelo menos 30 anos depois da glorificação e ascensão de Cristo, e ainda fala de Deus como “seu (de Cristo) Deus e Pai” (Ap. 1:6). Neste livro, o Cristo ressurreto e glorificado transmitiu mensagens para os crentes. Ele fala do “templo do meu Deus…o nome do meu Deus…a cidade do meu Deus” (Ap. 3:12). Isto prova que Jesus, mesmo agora, pensa no Pai como seu Deus – e por isso ele (Jesus) não é Deus.

Durante sua vida mortal, Jesus relacionou-se com seu Pai de um modo similar. Ele falou da ascensão “ao meu Pai, e vosso Pai; meu Deus, e vosso Deus” (João 20:17). Sobre a cruz, Jesus demonstrou plenamente sua humanidade: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt. 27:46). Tais palavras são impossíveis de entender se ditas pelo próprio Deus. O próprio fato de que Jesus orou a Deus “com grande clamor e lágrimas” por si mesmo, indica a verdadeira natureza do seu relacionamento (Hb. 5:7; Lucas 6:12). Evidentemente Deus não pode orar a si mesmo. Mesmo agora, Cristo ora a Deus por nós (Rm. 8:26,27 cf. 2 Cor. 3:18).

Aqui demonstramos que o relacionamento de Cristo com Deus durante sua vida mortal não era fundamentalmente diferente do que é agora. Cristo se relacionou com Deus como seu Pai e seu Deus, e orou a Ele; a mesma posição obtém agora, após a ressurreição e ascensão de Cristo. Durante a sua vida na terra, Cristo era o servo de Deus (Atos 3:13, 26 cf. a versão inglesa New International Version; Is. 42:1; 53:11). Um servo faz a vontade do seu senhor, e de modo algum é igual ao seu mestre (João 13:16). Cristo enfatiza que qualquer poder e autoridade que ele tinha eram de Deus, em vez do seu próprio direito: “Eu não posso fazer nada de mim mesmo…eu busco…a vontade do Pai que me enviou…o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma” (João 5:30,19).

http://www.biblebasicsonline.com/portuguese/08/0805.html

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A consideração de como Deus ressuscitou Jesus leva-nos a pensar sobre o relacionamento entre Deus e Jesus. Se eles são “co-iguais…co-eternos”, como declara a doutrina da trindade, então nós esperaríamos que a sua relação fosse de igual para igual. Já vimos ampla evidência de que este não é o caso. A relação entre Deus e Cristo é semelhante àquele que existe entre marido e esposa: “Cristo é o cabeça de todo o homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo” (1 Co. 11:3). Como o marido é o cabeça da esposa, assim Deus é o cabeça de Cristo, embora eles tenham a mesma unidade de propósito que deveria existir entre marido e esposa. Assim, “Cristo é de Deus” (1 Co. 3:23), como a esposa pertence ao marido.

Deus, o Pai, é freqüentemente declarado como sendo o Deus de Cristo. O fato de que Deus é descrito como “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Pe. 1:3; Ef. 1:17), mesmo depois da ascensão de Cristo aos céus, mostra que agora este é o seu relacionamento, como foi durante a vida mortal de Cristo. Algumas vezes os trinitarianos discutem que se fala de Cristo como sendo menos do que Deus apenas na sua vida na terra. As cartas do Novo Testamento foram escritas alguns anos depois que Cristo ascendeu aos céus, entretanto, ainda se fala de Deus como o Deus e Pai de Cristo. Jesus ainda trata o Pai como seu Deus.

Apocalipse, o último livro do Novo Testamento, foi escrito pelo menos 30 anos depois da glorificação e ascensão de Cristo, e ainda fala de Deus como “seu (de Cristo) Deus e Pai” (Ap. 1:6). Neste livro, o Cristo ressurreto e glorificado transmitiu mensagens para os crentes. Ele fala do “templo do meu Deus…o nome do meu Deus…a cidade do meu Deus” (Ap. 3:12). Isto prova que Jesus, mesmo agora, pensa no Pai como seu Deus – e por isso ele (Jesus) não é Deus.

Durante sua vida mortal, Jesus relacionou-se com seu Pai de um modo similar. Ele falou da ascensão “ao meu Pai, e vosso Pai; meu Deus, e vosso Deus” (João 20:17). Sobre a cruz, Jesus demonstrou plenamente sua humanidade: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt. 27:46). Tais palavras são impossíveis de entender se ditas pelo próprio Deus. O próprio fato de que Jesus orou a Deus “com grande clamor e lágrimas” por si mesmo, indica a verdadeira natureza do seu relacionamento (Hb. 5:7; Lucas 6:12). Evidentemente Deus não pode orar a si mesmo. Mesmo agora, Cristo ora a Deus por nós (Rm. 8:26,27 cf. 2 Cor. 3:18).

Aqui demonstramos que o relacionamento de Cristo com Deus durante sua vida mortal não era fundamentalmente diferente do que é agora. Cristo se relacionou com Deus como seu Pai e seu Deus, e orou a Ele; a mesma posição obtém agora, após a ressurreição e ascensão de Cristo. Durante a sua vida na terra, Cristo era o servo de Deus (Atos 3:13, 26 cf. a versão inglesa New International Version; Is. 42:1; 53:11). Um servo faz a vontade do seu senhor, e de modo algum é igual ao seu mestre (João 13:16). Cristo enfatiza que qualquer poder e autoridade que ele tinha eram de Deus, em vez do seu próprio direito: “Eu não posso fazer nada de mim mesmo…eu busco…a vontade do Pai que me enviou…o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma” (João 5:30,19).

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