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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Os líderes que não devemos imitar

Os líderes que não devemos imitar

 

 

 

 

 

Introdução: A influência de alguém que sobressai no cenário mundial, local; seja eclesiástico, político, artístico ou executivo, tem levado milhares e milhões ao acerto ou a derrocada; dependerá de quem está sendo imitado e por qual razão. Os influenciadores são responsáveis diante de Deus por seus atos e repercussões. Seguem-se alguns exemplos que não deverão jamais ser seguidos.

1 – Caim – Símbolo da inveja e da crueldade. A liderança de Caim precisava, segundo ele, ser absoluta; sem concorrência. Ele não admitia que alguém sobressaísse. O que ofuscasse sua desenvoltura deveria ser destruído. O valor de um irmão ou amigo pouco significava para ele. Caim foi insensível. Os meios justificavam seus fins. A narrativa completa está em Gênesis 4. 1-16.
O coração que armazena pólvora não merece ser acariciado.

2 – Coré – Símbolo da rebelião e da insubmissão. Subordinados não quiseram prosseguir sob a tutela e orientação de Moisés, o servo do Senhor. Desafiaram-no. Acharam-se iguais a ele. Não em razão de falha ou corrupção de Moisés, mas por teimosia e dureza de seus corações. A rebeldia custou a morte de Datã, Abirão e Coré e seus seguidores. Números 16. 1-50.
O insubmisso ao líder fiel jamais saberá ordenar equipes campeãs.

3 – Balaão – Símbolo da cobiça e da dubiedade. Influente profeta, mas de procedimento casuístico; buscou, com seu carisma e talento, proveitos financeiros. Tinha acesso a Deus em oração e conhecia mistérios do mundo espiritual de Deus; ainda assim quis vender-se para amaldiçoar o povo de Israel. A morte dele deixou claro que o dom de Deus não deve ser usado em proveito pessoal. Números 22 a 25. Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça. II Pd 2. 15. RC.
Oferecer códigos é fácil, difícil é ser o exemplo.

4 – Ofni e Finéias – Símbolo da irreverência e do mal exemplo. Os sacerdotes filhos de Eli ministravam de modo displicente e carnal. Usavam o cargo para dominar o povo de Deus a seu bel-prazer. Procediam vergonhosamente na porta do tabernáculo. Terminaram morrendo em consequência de suas irreverências. O sacerdote é o exemplo a ser seguido. Se o pastor não serve de exemplo, ele não serve para nada. Ler: I Samuel 2. 12-17; 27-36.
O altar da igreja não é lugar de homens manchados.

5 – Saul – Símbolo da desobediência e do interesse pessoal. O primeiro rei de Israel caiu em transgressão ao descumprir a ordem de Deus para destruir os amalequitas e seus animais. Saul poupou o rei e o melhor de seus bens. Saul agiu “politicamente”. Ele justificou a presença dos animais como sendo objeto de um sacrifício que faria a Deus. Ele perdeu o reino e suicidou; seus filhos morreram na guerra. I Sm 31 4-6. Antes, porém, Saul entrou em desespero e foi consultar a feiticeira. I Sm 28. 1-25.
Há homens que renunciam tudo pela melhor parte; outros perdem a glória de Deus por causa de sobras.

6 – Absalão – Símbolo da política promíscua e calculista. A personagem que mais retrata a política fria e fisiológica foi Absalão. Voltou-se contra o próprio pai, Davi. Argumentava com os seus interlocutores que ninguém se interessava por eles naquele reino; mas se ele estivesse no poder, tudo seria diferente. São as promessas batidas e enfadonhas que os candidatos a cargos públicos fazem a seus possíveis eleitores. Muitas delas beiram ao ridículo. Uma terrível morte foi sua colheita. II Sm 18. 9-15.
O fisiologismo é a devastação da saúde da sociedade organizada.

7 – Judas Iscariotes – Símbolo da traição e da frieza. O homem que poderia ser bem-aventurado foi, irremediavelmente, traído por sua cobiça e desrespeito ao seu senhor e amigo. Aplicou a estratégia do lucro e da vantagem no mundo espiritual. Tinha um lado monstruoso escondido em sua personalidade. Jesus para ele era o trampolim para sucesso financeiro e mercantilista. Ele negociou Jesus com os inimigos de Deus. At 1. 16-20.
Os traidores não sabem o que é escrúpulo; negociam a própria alma.

8 – Diótrefes – Símbolo do orgulho e egocentrismo. A vaidade pessoal tem sido uma das armas mais eficazes de satanás contra líderes. Muitos deles ficam tão embriagados com o desejo de ser famosos e o centro das atenções, que se esquecem de sua mortalidade. O verso revelador do homem desejoso de adoração e domínio está em III Jo v 9.
O pastor que quer ser olhado, admirado e muito visitado deve procurar uma vaga nas vitrines do museu.

Conclusão: As mostras acima estão gravadas nas páginas da Bíblia, mas se parecem com relatos de jornais, revistas e novelas dos tempos atuais. Igrejas, parlamentos, tribunais e outras entidades estão convivendo com personalidades dos níveis vistos. Não podemos nos deixar influenciar por tais doentes da alma.

 

 

 

Escrito por: Pr. Odair Alves de Oliveira

Tags: Os líderes que não devemos imitar

Os líderes que não devemos imitar

Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pr. Odair Alves de Oliveira

 

 

 

 

Introdução: A influência de alguém que sobressai no cenário mundial, local; seja eclesiástico, político, artístico ou executivo, tem levado milhares e milhões ao acerto ou a derrocada; dependerá de quem está sendo imitado e por qual razão. Os influenciadores são responsáveis diante de Deus por seus atos e repercussões. Seguem-se alguns exemplos que não deverão jamais ser seguidos.

1 – Caim – Símbolo da inveja e da crueldade. A liderança de Caim precisava, segundo ele, ser absoluta; sem concorrência. Ele não admitia que alguém sobressaísse. O que ofuscasse sua desenvoltura deveria ser destruído. O valor de um irmão ou amigo pouco significava para ele. Caim foi insensível. Os meios justificavam seus fins. A narrativa completa está em Gênesis 4. 1-16.
O coração que armazena pólvora não merece ser acariciado.

2 – Coré – Símbolo da rebelião e da insubmissão. Subordinados não quiseram prosseguir sob a tutela e orientação de Moisés, o servo do Senhor. Desafiaram-no. Acharam-se iguais a ele. Não em razão de falha ou corrupção de Moisés, mas por teimosia e dureza de seus corações. A rebeldia custou a morte de Datã, Abirão e Coré e seus seguidores. Números 16. 1-50.
O insubmisso ao líder fiel jamais saberá ordenar equipes campeãs.

3 – Balaão – Símbolo da cobiça e da dubiedade. Influente profeta, mas de procedimento casuístico; buscou, com seu carisma e talento, proveitos financeiros. Tinha acesso a Deus em oração e conhecia mistérios do mundo espiritual de Deus; ainda assim quis vender-se para amaldiçoar o povo de Israel. A morte dele deixou claro que o dom de Deus não deve ser usado em proveito pessoal. Números 22 a 25. Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça. II Pd 2. 15. RC.
Oferecer códigos é fácil, difícil é ser o exemplo.

4 – Ofni e Finéias – Símbolo da irreverência e do mal exemplo. Os sacerdotes filhos de Eli ministravam de modo displicente e carnal. Usavam o cargo para dominar o povo de Deus a seu bel-prazer. Procediam vergonhosamente na porta do tabernáculo. Terminaram morrendo em consequência de suas irreverências. O sacerdote é o exemplo a ser seguido. Se o pastor não serve de exemplo, ele não serve para nada. Ler: I Samuel 2. 12-17; 27-36.
O altar da igreja não é lugar de homens manchados.

5 – Saul – Símbolo da desobediência e do interesse pessoal. O primeiro rei de Israel caiu em transgressão ao descumprir a ordem de Deus para destruir os amalequitas e seus animais. Saul poupou o rei e o melhor de seus bens. Saul agiu “politicamente”. Ele justificou a presença dos animais como sendo objeto de um sacrifício que faria a Deus. Ele perdeu o reino e suicidou; seus filhos morreram na guerra. I Sm 31 4-6. Antes, porém, Saul entrou em desespero e foi consultar a feiticeira. I Sm 28. 1-25.
Há homens que renunciam tudo pela melhor parte; outros perdem a glória de Deus por causa de sobras.

6 – Absalão – Símbolo da política promíscua e calculista. A personagem que mais retrata a política fria e fisiológica foi Absalão. Voltou-se contra o próprio pai, Davi. Argumentava com os seus interlocutores que ninguém se interessava por eles naquele reino; mas se ele estivesse no poder, tudo seria diferente. São as promessas batidas e enfadonhas que os candidatos a cargos públicos fazem a seus possíveis eleitores. Muitas delas beiram ao ridículo. Uma terrível morte foi sua colheita. II Sm 18. 9-15.
O fisiologismo é a devastação da saúde da sociedade organizada.

7 – Judas Iscariotes – Símbolo da traição e da frieza. O homem que poderia ser bem-aventurado foi, irremediavelmente, traído por sua cobiça e desrespeito ao seu senhor e amigo. Aplicou a estratégia do lucro e da vantagem no mundo espiritual. Tinha um lado monstruoso escondido em sua personalidade. Jesus para ele era o trampolim para sucesso financeiro e mercantilista. Ele negociou Jesus com os inimigos de Deus. At 1. 16-20.
Os traidores não sabem o que é escrúpulo; negociam a própria alma.

8 – Diótrefes – Símbolo do orgulho e egocentrismo. A vaidade pessoal tem sido uma das armas mais eficazes de satanás contra líderes. Muitos deles ficam tão embriagados com o desejo de ser famosos e o centro das atenções, que se esquecem de sua mortalidade. O verso revelador do homem desejoso de adoração e domínio está em III Jo v 9.
O pastor que quer ser olhado, admirado e muito visitado deve procurar uma vaga nas vitrines do museu.

Conclusão: As mostras acima estão gravadas nas páginas da Bíblia, mas se parecem com relatos de jornais, revistas e novelas dos tempos atuais. Igrejas, parlamentos, tribunais e outras entidades estão convivendo com personalidades dos níveis vistos. Não podemos nos deixar influenciar por tais doentes da alma.

 

 

 

 

Escrito por: Pr. Odair Alves de Oliveira

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