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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Monoteísmo

Monoteísmo
É de conhecimento geral que a Torá (Lei de Moisés) propaga a concepção Monoteísta da Divindade.

O Monoteísmo de Israel consiste na visão de que, a Divindade é “Una” e única.
Quer dizer, o que foi Revelado a Israel sobre a Divindade é que, este SER é uma entidade incorpórea – não física e, portanto; indivisível. Nenhum atributo físico/humano lhe pode ser literalmente aplicado.

Esta Divindade é um SER além da capacidade humana de compreensão, portanto; tudo o que se sabe sobre este SER foi o que ELE Mesmo revelou por meio do fenômeno conhecido como נבואה Nevuá [Lit. Interpretação/profecia] e, especialmente; pela revelação pública da Torá.

Foram destas revelações que os sábios de Israel concluíram que, a Divindade que se revelou a Israel é uma entidade Incorpórea (sem corpo), portanto: “não física” – indivisível e incomparável a quaisquer formas materiais existentes.

Ora, a partir disso; supor que haja “pluralidade” na Divindade, não veio do conhecimento revelado, bem como não advém das próprias Escrituras Hebraicas mas; de suposições externas por sobre os textos judaicos. [vide: Seria Yeshua Deus?]

Estas suposições e reinterpretações dos textos judaicos, por pensadores de culturas alheias (e não raro, rivais) à Judaica, deram origem tanto ao conceito da trindade, como a outras concepções que, não encontram lugar no pensamento Judaico.

Que outros povos tenham visões distintas da Divindade, não é em si o problema. O problema é que, tais pensadores alegam que foi Yeshua, o Mashiach de Israel e/ou, seus discípulos; que lhes inspiraram a tais conclusões!

Para tanto, descaracterizaram tudo o que de Judaico havia, nas Escrituras e nas palavras e ensinos de Yeshua e, aplicaram linhas de raciocínio típicas do antigo paganismo familiar na cultura Greco-Romana para então, justificar suas posturas e assim ensinar aos povos sobre a nova religião, sem grandes choques culturais.

Inventaram uma nova religião aonde, ao invés do Deus Hebreu ser cultuado (o que sujeitaria os povos à teologia rabínica ou, pelo menos; incitaria o estudo da tradição judaica) – Yeshua é cultuado (cuja ‘versão’ estava em poder da nova religião com sua nascente teologia e tradição própria) – e; nada disso era novidade. Esta foi uma atitude típica de Idólatras como está escrito: מַעֲשֵׂי הַשְּׁלִיחִים Atos dos Emissários/apóstolos 14:11

והמון העם ראו את אשר עשה פולוס וישאו את־קולם וידברו בלשון לוקונית לאמר האלהים ירדו אלינו בדמות אנשים׃
As multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens e desceram até nós.

Os idólatras, maravilhados com os fenômenos da Divindade, por meio de Shaul (Paulo) imaginaram em sua ignorância que ele e Bar Nabá (Barnabé) eram “deuses em forma humana” que “desceram” do céu…

Esta é a exata reação dos idólatras ao considerar os atos de Yeshua, lhe prestando culto hoje em dia! Imagine então, o quão este conceito era familiar na época primordial quando o Cristianismo começou a ser propagado…

Porém, esta teoria idólatra sobre a divindade não se verifica nas Escrituras. Pois que, se concluímos que a Divindade que Se Revelou a Israel não é “um ser físico”, logo; não está sujeita à atribuições físicas, como “forma, lugar, quantidade”…!
Israel desenvolveu – bem mais tarde – uma teologia similar à Greco-Romana – aonde Deus era imaginado como “um ser físico” e, isto levou os pensadores cristãos a entender como “algo óbvio” que, a encarnação de Deus fazia todo sentido.
Apenas com o avanço na compreensão da Revelação que, se aprendeu então: o SER Primeiro, responsável pela existência de tudo, “não pode ser humano” – não sendo fruto da imaginação humana, não pode estar sujeito à teologias e suas contradições impossíveis.

Então, embora a Escritura use, para finalidade didática, antropomorfismos em sua linguagem (ex. mão de Deus, pés de Deus, Olho de Deus, etc); isso não implica que tais termos se aplicam “literalmente” à Divindade, que é acima e além do que é físico. Mas, para a mentalidade de muitos Judeus foi assim, até a Idade Média; tal como foi a dos idólatras adeptos seja do Romanismo ou do Antigo Culto Grego; certamente por estes, tais termos seriam (e foram) entendidos como “descrições” de um deus corpóreo.

Por este motivo, por séculos após o período em que tais controvérisas vieram à tona; a Torá não foi transmitida aos Gentios (ou sequer disponibilizada à eles) mas, apenas para Judeus e através dos sábios de Israel o conhecimento era transmitido, a fim de que; pudessem elucidar tais termos entre si. Obviamente, há uma razão para esta didática ser utilizada mas, isso é assunto para um outro estudo.

O que deve ficar claro é que, a concepção de pluralidade na Divindade é, de acordo com a literatura clássica Judaica (e do bom senso) um desvio daquilo que foi transmitido pela Revelação Pública de Deus no Sinai, bem como daquilo que foi ensinados pelos Profetas de Israel. E Yeshua mesmo, jamais disse tal coisa.

E dentro daquilo que foi de fato transmitido pelos sábios e profetas, a concepção de que a Divindade, de alguma maneira; teria uma “forma” (no caso, humana) é absurda. Ainda que muitos rabinos e pensadores desde a Idade Média defendessem tal postura, hoje ela é insustentáveil por todas as contadições que suscita. Todos os termos antropomórficos da Escritura,servem para elucidar sobre específicas manifestações da Divindade.

Ninguém que, de fato, conheça a Tradição Judaica diria que existe nela algum respaldo dogmático ou opinião ‘católica’ judaica, para tal insanidade. E nem Yeshua ensinou qualquer concepção idólatra, seja a teoria da trindade, ou da antropomorfização da Divindade.

Muito em contrário a isso, estas opiniões não encontram lugar nos textos propriamente ditos das Escrituras, nem na Bessorá (boa nova) e/ou nas Cartas dos Shalihím (emissários).

Pelo estudo das Escrituras e da Bessorá (a Boa Nova) do Mashiach, 13 princípios ficam claros:

1. Só há um Deus, Criador de todas as Coisas. Esta Divindade é Una e Única, indivisível e incorpórea. Sua Unicidade é incomparável a qualquer forma física.

2 – A Divindade Revelou-Se públicamente ao povo de Israel no Monte Sinai. Outorgou-lhes a Torá (Lei) e instituiu a נבואה Nevuáh (lit. Interpretação/profecia) como meio de comunicação com Seu povo. Esta Divindade comunicou a vinda do Mashiach (ungido) que, por sua vez concedeu a Nevuáh aos seus emissários e discípulos.

3 – Yeshua o Mashiach de Israel veio, para fazer com que todos tivessem acesso a Salvação da Divindade, por meio da אמונה Emuná (fidelidade/fé) e da תשובה Teshuvá (retorno/arrependimento) e; entregou a si mesmo nesta missão, sacrificando-se por amor à Israel e a humanidade, a fim de que todos aqueles que confiassem na Divindade por meio dos seus ensinamentos, fossem salvos. Por isso a Divindade ressuscitou Yeshua após 3 dias de sua morte e, ele foi elevado a uma posição de destaque perante Deus e os Homens. Por sua missão de aproximar a humanidade do Deus de Israel ele recebeu o título de שוה לאלהים – Shavêh Lelohím – similar à Elohim – porque ele é o Mashiach – Ungido – Emissário de Deus – por meio do qual o Poder de Deus Se manifestou – tal qual era com Moshe – também intitulado “Elohim” (lit. força-poder-autoridade) de Deus. Este é o real sentido de ser שוה לאלהים – Shavêh Lelohím! A importância do sacrifício do Mashiach no processo de sua missão, se dá pelo princípio de que: A morte do Justos expia os pecados da geração. Assim, a morte do Mashiach (o filho de Adam) retificou por completo a falta da humanidade, provendo redenção à todos os que seguirem seus ensinamentos e voltarem para Deus.

4 – Então, o Mashiach foi intitulado בן האדם “ben HaAdam” (no sentido de: filho de Adam HaRishon) indicando seu papel no Tikun (retificação) da Humanidade em seu relacionamento próximo com Deus – beneficiando tanto Israel quanto os demais povos (Daniel 7:13, 14)

5 – O משיח – Mashiach (messias) é, pois o שליח – “Shalíach” (o emissário) de Deus e, por esta razão seus primeiros discípulos foram chamados שלחים – Shalihím (emissários) para anunciar a todos sobre a בסורה – Bessorá – a Boa Nova da chegada do Mashiach e da Salvação da Humanidade.

6 – Por sua missão de redenção e, expiação dos pecados, Yeshua foi intitulado כהן גדול – Kohen Gadol – Sumo Sacerdote, entre os homens e a Divindade. Por meio da אמונה – Emuná (fidelidade/confiança) em Deus, alcançamos a real תשובה – Teshuvá (retorno/arrependimento) através dos ensinos do Mashiach. Por meio disso alcançamos a graça de Deus e então, somos perdoados e redimidos.

7 – Por sua missão, ele foi intitulado שה האלהים – “Cordeiro de Elohim”. Isso diz respeito ao seu papel de צדיק – Tzadik (justo) de sua geração, submetendo-se a sofrer em favor dos infratores, tanto Israel como os demais povos.

8 – O seu sofrimento, sendo ele um צדיק שלם Tzadik Shalem (justo completo) serviu de expiação completa para nossas transgressões; se nós seguirmos o Caminho da verdade da Divindade ensinado por ele, de modo que possamos merecer esta retificação (Tikun). A expiação é concedida a todos os que se ligam à ele pela אמונה – Emuná (fidelidade/confiança), seguindo seus ensinamentos e observando a Vontade da Divindade. A morte do Justo expia o pecado de muitos.

9 – Ele é o escolhido pelo Criador para Rei em Israel, em Jerusalém; no estabelecimento do Reino e Era de Mashiach.

10 – Ele não apenas é Sábio mas, demonstrou-nos o caminho da pura observância da Torá e da completa retificação (Tikun) do mundo, por meio de seus esforços, sofrimentos e exemplo.

11 – É por seguir as instruções do Mashiach que se obtém a vida eterna (a perpetuação da existência) da parte de Deus. A Vida eterna é concedida pela Divindade aos que vivem de acordo com a Sabedoria do Mashiach enviado, a todos os Justos em suas gerações.

2 – Ele foi instituído pela Divindade como Mestre, instrutor, líder e autoridade derradeira אדוננו מרנו ורבנו – Adoneinu Moreinu Verabeinu – nosso senhor, nosso instrutor e nosso mestre; sendo um representante fidedigno da Divindade para falar sobre a Sabedoria.

13 – Yeshua retornará no tempo determinado pela Divindade para cumprir a instituição do “reino de Deus” na Terra.

A instituição deste reino, é a Bessorá – A Boa Nova (evangelho) de Yeshua para a humanidade. Para que todos possam servir aos propósitos da Divindade em unidade .

Idolatria. O que é?

Idolatria é um termo pejorativo que refere-se ao culto de um “ídolo” e/ou qualquer pessoa/objeto, popularmente entendido como “imagem de culto”; ao qual se prestam homenagens tais quais a um deus; ou ações consideradas associadas ao culto de uma Divindade, tais como “louvores”, procissões e ofertas. Em suma, é dar honra à formas e objetos criados por artistas para finalidades religiosas.

A Torá, os Profetas e as Escrituras condenam a Idolatria, em todas as suas formas e manifestações. Em conformidades com estas, os discípulos de Yeshua igualmente condenam tal prática.

Comportamentos considerados idólatras e/ou potencialmente idólatras, podem incluir a criação de um tipo de imagem representando figuras de significância religiosa, como profetas, santos e/ou membros de um clero. Também pode incluir a criação de quaisquer imagens de pessoas ou animais, bem como o uso de símbolos religiosos e até seculares.

Evitar usar imagens por motivos religiosos, é chamado de Anacronismo. A Destruição de imagens religiosas dentro de uma cultura é chamado de Iconoclasma. A Iconodulia (ou, iconofilia) é postura que defende o uso de imagens para finalidades religiosas.

Yeshua e seus discípulos, observantes que eram da Torá; não aprovavam evidentemente, tal prática. Mas, a idolatria de acordo com a Torá tem algumas particularidades, dignas de nota:

עבודה זרה Avodá Zará (Trabalho/Serviço Estranho) é o título da idolatria de acordo com a Torá.

Se refere a qualquer prática religiosa que não seja de acordo com as instruções dadas pela própria Divindade em Sua revelação profética à Israel.

Em suma, é quando o ser humano “inventa” o seu próprio modo de cultuar a Divindade.

Yeshua esclareceu ainda mais esta questão, na resposta a mulher de Shom’ron dizendo:

Yohanan 4:22, 23:
אתם משתחוים אל־אשר לא ידעתם ואנחנו משתחוים אל־אשר ידענו כי הישועה מן־היהודים היא׃
22 – Vos prostrais ao que não conheceis; nós nos prostramos ao que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.
אולם תבוא שעה ועתה היא אשר עבדי אל האמתים ישתחוו לאב ברוח ובאמת כי במשתחוים כאלה חפץ האב׃
23 – Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros servos se prostrarão ao Pai “ברוח ובאמת” – pelo Rúach e pela Verdade – porque o Pai procura a tais que assim se prostrem.

A השתטחות – Ishtahavut – Prostração, referida por Yeshua consiste no ato de curvar-se no Templo de Jerusalém, um dos atos de “culto” instituído pela Torá.

Trata-se de um sinal corporal de aceitação e submissão à Vontade Divina. Na época, este tipo de prostração ritual se distinguia da prostração como cumprimento; feito tanto a pessoas com quem se tivesse grande estima, como a autoridades e figuras importantes em geral. Esta prostração é descrita várias vezes na Bessorá (boa nova) e confundida por idólatras como se a pessoa que interagia com Ieshua estivesse “lhe adorando”…

Yeshua esclarece para a mulher de Shom’rom que a disputa entre Israelitas e Samaritanos sobre “o correto lugar de culto” era sem sentido; pois, o verdadeiro ato de “prostrar-se” ao Pai (Deus) não é alcançado por causa de um específico lugar (Deus não habita em templos feitos por mãos de homens – Ieshaiahu 66:1) mas, pelo “Rúach e pela Verdade”aonde quer que, se cumprisse a Vontade de Deus.

Ora, o termo רוח Rúach é uma referência ao רוח הקודש – Rúach HaKodesh ou “Inspiração Sagrada” (vulgarizado como “espírito” santo) refere-se à Manifestação da Divindade e, a Verdade é sempre uma referência à Torá, a Lei Divina revelada.

O próprio Yeshua deixou isso claro, dizendo: Mt 7:21
לא כל־האמר לי אדני אדני יבוא במלכות השמים כי אם־העשה רצון אבי שבשמים׃
Nem todo o que me diz: Meu Senhor, meu Senhor! Entrará no reino dos céus mas: Aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

Yeshua estava se referindo a Torá que é o manifesto da Vontade de Deus, o Pai; revelada desde os Céus.

Portanto, Yeshua jamais declarou que havia “outra vontade” (outra Torá) a ser obedecida ou que, ele ensinaria outra coisa; além da observância da Lei de Deus.

E a própria Torá fala a respeito do período de Teshuvá (retorno) à Lei como está dito em Devarim 30:10:
כי תשׁמע בקול יהוה אלהיך לשׁמר מצותיו וחקתיו הכתובה בספר התורה הזה כי תשׁוב אל־יהוה אלהיך בכל־לבבך ובכל־נפשׁך׃
Quando obedeceres à voz do Eterno teu Deus, para guardar seus mandamentos e seus estatutos, registrados neste livro da Torá; [quando] te voltares ao Eterno teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma.

O mesmo ocorreu a Yeshua ao ser questionado sobre como ter a vida eterna: Mt 19:17:
והנה־איש נגש אליו ויאמר רבי (הטוב) מה הטוב אשר אעשה ואקנה חיי עולם׃
E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: [Bom] Mestre, qual é o bem que ao fazê-lo, consigo a vida eterna?
ויאמר אליו מה־זה תשאלני על־הטוב אין־טוב כי אם־אחד והוא האלהים ואם־חפצך לבוא לחיים שמר את־המצות׃
Respondeu-lhe ele: Por que me perguntas sobre o que é bom? Não há “bom” a não ser o “UM” que é Deus – mas se o é que queres é entrar na vida [eterna]: guarda as Mitzvot (mandamentos).

Assim, como Ieshua deixou claro, prostrar-se ao Pai pelo רוח “Rúach e pela Verdade” implica seguir, de fato; sua Torá, algo que, afasta o homem de toda concepção relacionada ao עבודה זרה Avodá Zará – o Serviço/trabalho [religioso] Estranho.

Portanto idolatria é, realizar um serviço religioso que contradiga os Fundamentos da Torá, dos profetas e das Escrituras Este é o significado essencial de עבודה זרה Avodá Zará – Culto Estranho.

Yeshua pois, jamais instituiu (ou instituiria) um ritual, crença ou dogma que fosse contrário ao que a Torá do Pai havia já instituído!

Sua missão não era afastar as pessoas do Deus de Israel, mas sim; aproximá-las em definitivo, como está Escrito – Mt 5:17
אל־תדמו כי באתי להפר את־התורה או את־דברי הנביאים לא באתי להפר כי אם־למלאת׃
Não penseis que vim destruir a Torá ou os Neviím [profetas]: Não vim destruir, mas cumprir!

O culto à imagens (sejam de personagens bíblicos, ideias bíblicas ou quaisquer outros), ou cultuar o Mashiach (como se fosse Deus) ou cultuar até a manifestação da Divindade (Rúach HaKodesh – inspiração/influência Sagrada) como se fosse algo separado da própria Divindade; enfim, desviar-se da Torá na revelação de que há um SER Primordial, criador de todas as coisas que é, apenas a este SER que se faz Serviço Religioso conforme Ieshua e seus discípulos ensinaram é; por fim, praticar עבודה זרה – Avodá Zará [o culto estranho].

Nisto consiste a concepção de Idolatria de acordo com a Torá e, consequentemente; de acordo com os ensinamentos do Mashiach.

A concepção trinitarista, portanto. pode ser classificada como Politeísmo (pela culto aos três deuses distintos) ou Monolatria (pelo culto de um desses deuses personificado no outros). Qualquer que seja a decisão, não será o Monoteísmo da Torá e dos Profetas e, certamente; não é ensinamento de Yeshua e/ou seus emissários. Trata-se de Avodá Zará – Culto Estranho.

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