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Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Elohim verdadeiro, e a Yeshua o Messias, a quem enviaste. JOÃO 17:3
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Os Discípulos não mudaram de Religião.

Os Discípulos não mudaram de Religião.

 

 por Diego Yo’ets em Qua 17 Nov 2010, 3:23 pm

Nova Aliança: Yeshua e Seus discípulos não mudam de religião e a Torah continua!

“Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo..” (Mateus 5:17 – BLH)

Que pensam da Nova Aliança?

A maioria dirá: É o Novo Testamento, tendo Yeshua como o centro, livre das leis e de costumes ou tradições que nos liguem ao judaísmo. O cristianismo nominal, com sua teologia estruturada em Roma, se considera hoje como os legítimos representantes da Igreja, ficando Israel totalmente descartado como povo de D-us.

Que vem a ser a Antiga Aliança?

É um pacto proposto pelo Eterno com seu povo, que o tirou do Egito, para lhe ser propriedade particular. D-us não fez aliança com nenhum outro povo da Terra, mas mediante condições, abriu-lhes espaço para poderem unir-se ao Seu povo, tomando assim parte nas promessas da aliança.

“Porque eu sou o SENHOR, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso D’us, e para que sejais santos; porque eu sou santo.” (Lv 11:45)

“E eu vos tomarei por meu povo, e serei vosso D’us; e sabereis que eu sou o SENHOR, vosso D’us, que vos tiro de debaixo das cargas dos egípcios.” (Ex 6:7).

“Ele declarou-vos a sua aliança, que vos ordenou que guardásseis, isto é, os dez mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra.” (Dt 4:13).

A Resposta do Povo de Israel:

Êxodo 24:7 E tomou o Livro da Aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o SENHOR faremos e obedeceremos.” (Ex 24:7)

Mais tarde, o povo diz a Josué: “Josué 24:24 Disse o povo a Josué: Ao SENHOR, nosso D’us, serviremos e obedeceremos à sua voz. (Js 24:24).

De onde veio esta aliança?

Esta aliança foi originalmente feita com o nosso pai Abraão. O Eterno, cumpriria Sua promessa aos patriarcas de dar-lhes a terra de Canaã e de fazer de sua descendência uma grande nação sobre a terra. Por meio de sua descendência, todas as demais nações seriam abençoadas. {#Gn 17.1-8; 28.13-15},

Gênesis 17:1-8:

“1 Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o SENHOR e disse-lhe: Eu sou o D’us Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito.

2 Farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente.

3. Prostrou-se Abrão, rosto em terra, e D’us lhe falou:

4. Quanto a mim, será contigo a minha aliança; serás pai de numerosas nações.

5 Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constituí.

6 Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti.

7 Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu D’us e da tua descendência.

8 Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu D’us.

Em Abraão, as nações seriam abençoadas.

Gênesis 28:14:

” A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra.”

“Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que D’us estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência, serão abençoadas todas as nações da terra.” (At 3:25).

Gênesis 12:1-3:

“1 Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei;

2 de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!

3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.

Por que D-us escolheu a Israel?

Por causa de Seu amor, do compromisso assumido com os patriarcas e pela maldade das nações:

“Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu D’us; o SENHOR, teu D’us, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. 7 Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, 8 mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito.” (Dt 7:6-

“Não é por causa da tua justiça, nem pela retitude do teu coração que entras a possuir a sua terra, mas pela maldade destas nações o SENHOR, teu D’us, as lança de diante de ti; e para confirmar a palavra que o SENHOR, teu D’us, jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.” (Dt 9:5).

“Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” (Js 24:15)

“Não farás aliança nenhuma com eles, nem com os seus deuses. 33 Eles não habitarão na tua terra, para que te não façam pecar contra mim; se servires aos seus deuses, isso te será cilada.” (Ex 23:32, 33).

Uma Nova Aliança!

Diante da indiferença de Seu povo, que promessa fez o Eterno e com quem?

1. Jeremias 31:31-34:

“Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá.

32 Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o SENHOR.

33 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu D’us, e eles serão o meu povo.

34. Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.

33 Farei com que internalizem Minha Torá em todo o seu ser e a gravarei em seu coração; serei seu D’us e eles serão meu povo. (…) 34 Pois perdoarei sua iniqüidade e não mais lembrarei seu pecado.” (Texto das versões Almeida RA e Bíblia Hebraica).

Detalhes:

1. Aliança diferente da feita no Sinai;

2. Renovada com Israel e Judá;

3. Com as leis, escritas no coração;

4. Serei seu D’us, eles Meu povo;

5. Todos conhecerão a Adonay e

6. Traria perdão dos seus pecados.

2. Ezequiel 36:24-28:

“Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.

25 ¶ Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.

26 Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne.

27 Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis.

28. Habitareis na terra que eu dei a vossos pais; vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso D’us.

Ezequiel 11:19, 20: Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos meus estatutos, e guardem os meus juízos, e os executem; eles serão o meu povo, e eu serei o seu D’us.

“Porei em vós o Meu espírito, e farei com que saibais seguir Meus estatutos e cumprir Meus juízos.” (Ez 36:27 – Bíblia Hebraica)

Detalhes:

1. Congregá-los-ia em sua terra;

2. Os purificaria de seus pecados;

3. Dar-lhes-ia coração de carne;

4. Dar-lhes-ia o Seu Espírito;

5. Os faria guardar a Torah e

6. Disse-lhes: “Sereis Meu povo e serei vosso D’us”..

3. Joel 2:28, 29:

28 E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões;

28. até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.

Detalhes:

1. Dar ao povo o dom do Espírito Santo;

2. Todos seriam mensageiros.

Yeshua é mediador desta aliança:

Hebreus 12:24 e a Yeshua, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.

Lucas 22:20 Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.

Hebreus 9:15 ¶ Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.

Como começou a Nova Aliança?

Abandonaram os judeus crentes em Yeshua suas sinagogas, a lei, o templo, a liturgia e os seus costumes?

João, o batista, foi o precursor da primeira vinda do Mashiah. Ele foi a ponte entre a antiga e a nova aliança. Veio anunciando o arrependimento (teshuvah) e a remissão dos pecados dos israelitas, por meio da tevilah (batismo), apresentando-lhes Yeshua como o Messias, o cordeiro de D-us que tirava o pecado do mundo. Os israelitas que recebiam sua palavra, não deixavam o judaísmo e nem de frequentar as sinagogas ou o templo, como veremos mais adiante.

Pela teshuvah (retorno, arrependimento) e tevilah (imersão, batismo), vinha o perdão:

Marcos 1:4 Apareceu João batizando no deserto e pregando o batismo de arrependimento, para remissão de pecados.

E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque, depois de haver dito: 16 Este é o concerto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos, acrescenta: 17 E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. (Hebreus 10:15-17).

Para os judeus em geral, aqueles israelitas que seguiam a João e mais tarde, a Yeshua, formavam apenas uma seita entre as demais.

Eram chamados os do “caminho”. Receberam também o nome grego de ecclesia, (hb. Kehilat), ou igreja. O distanciamento da kehilat de D-us, da lei (Torah), dos costumes e liturgia do povo israelita e de frequentarem as sinagogas, foi resultado da apostasia que começou a se implantar com a morte dos apóstolos e que teve seu auge no IV século, quando parte dela se uniu ao Estado romano, sob o imperador Constantino.

Note que os profetas citados mencionaram pontos que seriam presentes nos que aceitassem a Nova Aliança.

Veja este: “Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis.” (Ez 36:27)

“Porei em vós o Meu espírito, e farei com que saibais seguir Meus estatutos e cumprir Meus juízos.” (Ez 36:27 – Bíblia Hebraica)

E mais: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu D’us, e eles serão o meu povo.” (Jr 31:33)

Como pode alguém pretender que na Nova Aliança e na Igreja, já não haja mais espaço para as leis do Eterno? A conclusão a que chegamos é que estas organizações, nada tem a ver com a Nova Aliança do Eterno, com Yeshua ou com Sua amada Igreja.

Os membros da Kehilah de D’us, aliançados com Yeshua, além de ter o Espírito Santo e a circuncisão do coração, têm a lei impressa nas mentes, nos corações e andam nos estatutos; guardam e observam os juízos do Eterno, que são itens deste concerto.

“Deuteronômio 30:6 O SENHOR, teu D’us, circuncidará o teu coração e o coração de tua descendência, para amares o SENHOR, teu D’us, de todo o coração e de toda a tua alma, para que vivas.

Romanos 2:29 Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de D’us.

Colossenses 2:11 Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de HaMashiach.

Yeshua e os apóstolos frequentavam o templo e as sinagogas

Esta é uma grande prova de que a Kehilah de D-us, a congregação dos israelitas que abraçaram a Yeshua e a Nova Aliança, não mudaram de religião nem deixaram a Torah e o judaísmo:

Yeshua no templo:

“Marcos 12:35 E, falando Yeshua, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o HaMashiach é Filho de Davi?

Marcos 14:49 Todos os dias estava convosco ensinando no templo, e não me prendestes; mas isto é para que as Escrituras se cumpram.

Lucas 19:47 E todos os dias ensinava no templo…

Lucas 21:37 E, de dia, ensinava no templo e, à noite, saindo, ficava no monte chamado das Oliveiras.

Lucas 24:53 E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a D’us. Amém!

João 7:28 Clamava, pois, Yeshua no templo, ensinando e dizendo:…

João 10:23 E Yeshua passeava no templo, no alpendre de Salomão.

Apóstolos e irmãos no templo:

Atos 2:46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração.

Atos 3:1 1 ¶ Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona.

Atos 5:21 E, ouvindo eles isto, entraram de manhã cedo no templo e ensinavam…

Atos 5:25 E, chegando um, anunciou-lhes, dizendo: Eis que os homens que encerrastes na prisão estão no templo e ensinam ao povo.

Atos 5:42 E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Yeshua HaMashiach.

Atos 21:26 Então, Paulo, tomando consigo aqueles varões, entrou, no dia seguinte, no templo, já santificado com eles, anunciando serem já cumpridos os dias da purificação; e ficou ali até se oferecer em favor de cada um deles a oferta.

Yeshua nas sinagogas:

Mateus 13:54 E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga, de sorte que se maravilhavam e diziam: Donde veio a este a sabedoria e estas maravilhas?

Marcos 1:21 Entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.

Lucas 4:16 E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler.

Lucas 8:41 E eis que chegou um varão de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga; e, prostrando-se aos pés de Yeshua, rogava-lhe que entrasse em sua casa;

João 6:59 Ele disse essas coisas na sinagoga, ensinando em Cafarnaum.

João 18:20 Yeshua lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto.

Mateus 4:23 E percorria Yeshua toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino,

Lucas 4:15 E ensinava nas suas sinagogas e por todos era louvado.

Lucas 4:44 E pregava nas sinagogas da Galiléia.

Os apóstolos e irmãos nas sinagogas

Paulo foi designado por D-us para ser apóstolo do gentios, todavia, considerando que a mensagem deveria ser primeiramente anunciada aos israelitas e seu livre trânsito e familiaridade com eles, sempre que chegava em qualquer cidade, procurava a sinagoga.

Atos 13:14 E eles, saindo de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia e, entrando na sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se.

Atos 13:15 E, depois da lição da Lei e dos Profetas, lhes mandaram dizer os principais da sinagoga: Varões irmãos, se tendes alguma palavra de consolação para o povo, falai.

Atos 13:42 E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas.

Atos 13:43 E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé, os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de D’us.

Atos 14:1 E aconteceu que, em Icônio, entraram juntos na sinagoga dos judeus e falaram de tal modo, que creu uma grande multidão, não só de judeus, mas também de gregos.

Atos 17:1 E, passando por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga de judeus.

Atos 17:10 E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus.

Atos 17:17 De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos e, todos os dias, na praça, com os que se apresentavam.

Atos 18:4 E todos os sábados disputava na sinagoga e convencia a judeus e gregos.

Atos 18:19 E chegou a Éfeso e deixou-os ali; mas ele, entrando na sinagoga, disputava com os judeus.

Atos 18:26 Ele começou a falar ousadamente na sinagoga. Quando o ouviram Priscila e Áqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais pontualmente o caminho de D’us.

Pergunta: Que estavam fazendo Priscila e Áquila naquela sinagoga? Se o casal tivesse mudado de religiâo, seria normal regressar na sinagoga?

Atos 19:8 E, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, disputando e persuadindo-os acerca do Reino de D’us.

Atos 9:20 E logo, nas sinagogas, pregava a Yeshua, que este era o Filho de D’us.

Atos 13:5 E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de D’us nas sinagogas dos judeus; e tinham também a João como cooperador.

A Igreja também era vista como uma sinagoga: “Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem…” (Tg 2:2).

Pergunta: Por que Paulo e os demais discípulos seguiam visitando as sinagogas? Somente para pregar a Nova Aliança? Como eles se sentiam na sinagoga? Se alguém muda de religião, continua visitando a anterior?

ALIANÇA – Definição

Acordo que D’us, por causa do seu amor {#Dt 7.8-9}, fez com o seu povo. Essa aliança (trato, pacto, contrato, concerto-RC) consiste no seguinte: o Eterno, cumprindo sua promessa aos patriarcas {#Gn 17.1-8; 28.13-15}, era o D’us de Israel, e Israel era o povo do D’us Eterno {#Êx 6.7; 19.4-6}. D’us abençoava o povo, e este, por sua vez, lhe obedecia {#Dt 7.7-11}. Em cumprimento à palavra profética {#Jr 31.31-34}, D’us fez uma nova aliança (testamento), que foi confirmada ou selada pela morte de HaMashiach {#Mc 14.24; Hb 8.6-13; 9.16-22}. O povo de D’us é perdoado dos seus pecados {#Rm 11.26-27}, recebe bênçãos eternas {#Hb 9.15} e vive uma vida de dedicação a ele {#Hb 10.19-25} e ao seu serviço {#2Co 3.6}.

Seriam Yeshua e Seus apóstolos contra a lei (Torah), contra o povo de Israel e contra o Templo?

Já temos visto que Yeshua e Seus seguidores iam ao Templo e às sinagogas, o que prova que eles nada tinham contra. O “cristianismo” visando afastar seus seguidores do judaísmo, tem feito de tudo para apresentar um Yeshua e uma igreja totalmente fora dos seus costumes judeus.

Em Yeshua nos aprendemos e praticamos a Torah, cumprindo a justiça desta por meio da circuncisão de nosso coração.

Romanos 4:11 E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem (estando eles também na incircuncisão, a fim de que também a justiça lhes seja imputada),

Romanos 4:13 Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

Romanos 8:4 para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

O protestantismo tem usado de maneira distorcida as palavras de Paulo, para colocá-lo contra a lei; a mesma atitude dos judeus que queriam matá-lo e que mataram antesa Estevão.

Efésios 2:15 na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz.

Colossenses 2:14, 16 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. .. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados.

Aqui parece-nos que havia um pressão e implicância dos irmãos judeus sobre os gentios convertidos, o que obrigou Paulo a repreende-los pelo julgamento que faziam.

Se, na verdade, Paulo fosse contra a lei, certamente ele teria sido morto e não poderia ter se defendido brilhantemente como o fez. Ele não iria mentir para se defender. Cabe a nós buscarmos o entendimento correto dos textos acima, pois com certeza devem referir-se ao outra coisa.

Estevão é condenado por falsas testemunhas:

Atos 6:9-13 E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. 10 E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava. 11 Então, subornaram uns homens para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra D’us. 12 E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo com ele, o arrebataram e o levaram ao conselho. 13 Apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei; 14 porque nós lhe ouvimos dizer que esse Yeshua Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu.

Mesmas acusações contra Shaul

Atos 18:12, 13 Quando, porém, Gálio era procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus, concordemente, contra Paulo e o levaram ao tribunal, 13 dizendo: Este persuade os homens a adorar a D’us por modo contrário à lei.

Atos 28:17 BLH: Três dias depois, Paulo convidou os líderes dos judeus de Roma para se encontrarem com ele. Quando estavam reunidos, ele disse: —Meus irmãos, eu não fiz nada contra o nosso povo, nem contra os costumes que recebemos dos nossos antepassados. Mesmo assim eu fui preso em Jerusalém e entregue aos romanos.

Atos 24:11 visto poderes verificar que não há mais de doze dias desde que subi a Jerusalém para adorar;

Atos 24:12 e que não me acharam no templo discutindo com alguém, nem tampouco amotinando o povo, fosse nas sinagogas ou na cidade;

Atos 24:13 nem te podem provar as acusações que, agora, fazem contra mim.

Atos 24:14 Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao D’us de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas,

Atos 24:17 Depois de anos, vim trazer esmolas à minha nação e também fazer oferendas,

Atos 24:18 e foi nesta prática que alguns judeus da Ásia me encontraram já purificado no templo, sem ajuntamento e sem tumulto,

Atos 24:19 os quais deviam comparecer diante de ti e acusar, se tivessem alguma coisa contra mim.

Atos 24:20 Ou estes mesmos digam que iniqüidade acharam em mim, por ocasião do meu comparecimento perante o Sinédrio,

Atos 24:21 salvo estas palavras que clamei, estando entre eles: hoje, sou eu julgado por vós acerca da ressurreição dos mortos.

Atos 28:17 Três dias depois, ele convocou os principais dos judeus e, quando se reuniram, lhes disse: Varões irmãos, nada havendo feito contra o povo ou contra os costumes paternos, contudo, vim preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos;

Atos 25:8 Paulo, porém, defendendo-se, proferiu as seguintes palavras: Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César. 9 Então, Festo, querendo assegurar o apoio dos judeus, respondeu a Paulo: Queres tu subir a Jerusalém e ser ali julgado por mim a respeito destas coisas?

Atos 25:10 Disse-lhe Paulo: Estou perante o tribunal de César, onde convém seja eu julgado; nenhum agravo pratiquei contra os judeus, como tu muito bem sabes.

Note que os judeus que criam, seguiam sendo zelosos ou zeladores da Torah:

Atos 21:20 Ouvindo-o, deram eles glória a D’us e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei;

Paulo, os profetas e a Torah

Vejam as falsas acusações levantadas contra Paulo:

1. Ensinar os judeus a apostatarem de Moisés;

2. Pregar contra a circuncisão, para os judeus;

3. Ser contra os costumes, a Lei e o Templo.

Atos 21:21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei.

Atos 21:24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.

Paulo recomendou sim, a circuncisão de Timóteo, pois este era filho de mãe judia:

Atos 16:1-3 Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego;

2 dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio.

3. Quis Paulo que ele fosse em sua companhia e, por isso, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que seu pai era grego.

Atos 21:28 gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar; ainda mais, introduziu até gregos no templo e profanou este recinto sagrado.

Veja que isto era mais uma fofoca: “Atos 21:29 Pois, antes, tinham visto Trófimo, o efésio, em sua companhia na cidade e julgavam que Paulo o introduzira no templo.

Atos 22:3 Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com D’us, assim como todos vós o sois no dia de hoje.

Atos 22:12 Um homem, chamado Ananias, piedoso conforme a lei, tendo bom testemunho de todos os judeus que ali moravam.

Mais mentiras contra Paulo:

Atos 24:6 o qual também tentou profanar o templo, nós o prendemos com o intuito de julgá-lo segundo a nossa lei.

Atos 24:14 Porém confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao D’us de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas,

Note:

a) No caminho a que chamavam seita (a kehilah, igreja);

b) Sirvo ao D-us de nossos pais (Abraâo, Isaque e Jacó,

1. acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas.

Pergunta: Paulo era mesmo contra a Torah?

Atos 25:8 Paulo, porém, defendendo-se, proferiu as seguintes palavras: Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César.

Atos 28:23 Havendo-lhe eles marcado um dia, vieram em grande número ao encontro de Paulo na sua própria residência. Então, desde a manhã até à tarde, lhes fez uma exposição em testemunho do reino de D’us, procurando persuadi-los a respeito de Yeshua, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas.

No Sinédrio, Shaul HaShaliach da provas de que era um cumpridor da Tora.

Ao se desculpar da ofensa que fez ao Sumo Sacerdote, provou respeito pela mitzvah da Torah. Ele poderia pensar: Não estou mais sob a lei; nada tenho a ver com os mandamentos e com a religião, e manter a ofensa. Mesmo estando errado o sumo sacerdote, Paulo pede desculpas:

Atos 22:30 a 23:1-5 No dia seguinte, querendo saber ao certo a causa por que era acusado pelos judeus, soltou-o das prisões e mandou vir os principais dos sacerdotes e todo o seu conselho; e, trazendo Paulo, o apresentou diante deles.

1 E, pondo Paulo os olhos no conselho, disse: Varões irmãos, até ao dia de hoje tenho andado diante de D’us com toda a boa consciência. 2 Mas o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam junto dele que o ferissem na boca. 3 Então, Paulo lhe disse: D’us te ferirá, parede branqueada! Tu estás aqui assentado para julgar-me conforme a lei e, contra a lei, me mandas ferir? 4 E os que ali estavam disseram: Injurias o sumo sacerdote de D’us? E Paulo disse: Não sabia, irmãos, que era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não dirás mal do príncipe do teu povo.

Seria Yeshua e Seus apóstolos contra a lei (Torah), contra o povo de Israel e contra o Templo?

Já temos visto que Yeshua e Seus seguidores iam ao Templo e às sinagogas, o que prova que eles nada tinham contra. O “cristianismo” visando afastar seus seguidores do judaísmo, tem feito de tudo para apresentar um Yeshua e uma igreja totalmente fora dos seus costumes judeus.

Em Yeshua nos aprendemos e praticamos a Torah, cumprindo, não apenas a letra, mas a justiça desta por meio da circuncisão de nosso coração.

Yeshua foi um grande Rabi e intérprete. Às interpretações que os sábios dão aos ensinos da Torah, chamamos “midrash” ou midrashim, plural.

A maneira de nosso Mestre entender, muitas vezes era diferente da dos mestres em Israel. Ele visava não a letra, mas a justiça da lei. Ele jamais pecou ou ensinou algo contra a Torah e os fariseus não podiam se contrapor às suas midrashim.

Romanos 4:11 E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem (estando eles também na incircuncisão, a fim de que também a justiça lhes seja imputada),

Romanos 4:13 Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

Romanos 8:4 para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Yeshua e a Lei

A letra da Torah é importante, mas o que o Eterno queria mesmo é que esta fosse cumprida em sua justiça.

Entendemos que Ele foi um íntérprete da lei, ou seja, tinha a forma correta de cumprí-la. Em momento algum Ele foi contra a Torah, e nenhum dos mestres da época podiam contestá-lo, ainda que discordaseem dEle.

Bastaria que Yeshua não tivesse um argumento convincente e eles o apedrejariam. Mas, Ele sempre os convencia, baruch HaShem!

Exemplo disto foram nos debates respeito à forma de se observar o Shabat. Yeshua curava neste dia. E eles não podiam acusá-lo de pecado. Aliás, Ele jamais pecou.

João 10:31, 32 Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar. Disse-lhes Yeshua: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?

O Shabat

Lucas 13:14 O chefe da sinagoga, indignado de ver que Yeshua curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no sábado.

15 Disse-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento, para levá-lo a beber?

16 Por que motivo não se devia livrar deste cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás trazia presa há dezoito anos?

17. Tendo ele dito estas palavras, todos os seus adversários se envergonharam…

Os discípulos de Yeshua prosseguiram observando o Shabat, conforme a Lei:

“Lucas 23:56 E, voltando elas, prepararam especiarias e ungüentos e, no sábado, repousaram, conforme o mandamento.

Na Nova Aliança o cumprimento da Torah foi aperfeiçoado. Antes, alguém poderia odiar e desejar matar a outro, ou mesmo arder de desejos lascivos por uma mulher que não a sua, e isto não era visto como pecado, mas veja o que disse Yeshua:

Não matarás!

Mateus 5:21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.

22. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno.

Não adulterarás!

27 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.

28. Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela.

Olho por olho e dente por dente

Segue Yeshua: Mateus 5:38 Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente.

39 Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;

40 e ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a vestimenta, larga-lhe também a capa;

41 e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.

42. Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.

O Eterno não queria ver disputas e vinganças infindáveis. Queria fazer-nos entender que, pelo temor de sofrermos uma vingança ou agressão maior, que não brigássemos ou ofendêssemos nosso próximo, mas que o amássemos e usássemos de tolerância. Foi o que ensinou Yeshua, a justiça da Lei.

Odiarás o teu inimigo

Mateus 5: 43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.

44 Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;

45 para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.

46. Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?

E conclui: Mateus 5:48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.

A mulher adúltera

No caso da mulher adúltera foi igual. Ele tratou de mostrar a necessidade da misericórdia, pois todos eram pecadores e recomendou o que na verdade a Lei queria: “E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?

“…Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Yeshua: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. (João 5:5, 10, 11)

Relembro que Yeshua implantou em Israel a Nova Aliança, predita por Jeremias 31:31-34. Nesta, a Lei (Torah) seria gravada nos corações. Se em algum momento Ele ensinasse contra a Lei, seria apedrejado. Nunca puderam apedrejá-lO ou provar algo contra Ele.

Ele não veio abolir ou revogar a Lei e os profetas mas cumprir e ensinar-nos como cumprir verdadeiramente as leis do Eterno:

“Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. (BLH Mateus 5:17).

O amor, a tolerância, o perdão devem se refletir nos seguidores da Torah:

“Mateus 7:12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.

Mateus 22:40 Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

Lucas 24:44 A seguir, Yeshua lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.

Outro Yeshua, outro Evangelho

2 Timóteo 3:13 Mas os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.

2 Coríntios 11: 13 Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de HaMashiach. 14 E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. 15 Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.

Atos 20:29, 30 Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

RA: E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.

2 Coríntios 11:4 Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Yeshua que não temos pregado, ou se aceitais espírito diferente que não tendes recebido, ou evangelho diferente que não tendes abraçado, a esse, de boa mente, o tolerais.

Gálatas 1:6 Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de HaMashiach para outro evangelho, 7 o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de HaMashiach. 8 Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. 9 Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.

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O trabalho

Introdução:
Para um discípulo, o poder trabalhar é um dom de Deus. O trabalho não é um mal necessário como pensam alguns, e tão pouco é tudo na vida, como falam outros. As Escrituras trazem ensinamento claro, positivo e equilibrado sobre a dignidade do trabalho.

O Trabalho Foi Ordenado na Criação

O trabalho não é uma maldição ou um castigo imposto ao homem por causa do pecado. A terra, de fato, foi amaldiçoada por causa do pecado do homem, dificultando o seu trabalho e exigindo dele esforço e suor para conseguir sustento (Gn 3.17-19). Todavia o trabalho antecede o pecado. Deus não fez chover sobre a terra senão depois da criação do homem, para que este pudesse cultiva-la (Gn 2.5). Depois que o homem foi criado, Deus o colocou a trabalhar cultivando e guardando o jardim. A natureza, por si só, não produzia adequadamente para o sustento do homem. Ele precisava cultiva-la.
Desde o princípio, além de exercer domínio sobre todos os animais e multiplicar-se a si mesmo para cumprir o propósito de Deus (Gn 1.26-28), o homem também cumpria a vontade do Senhor trabalhando a terra.

O Trabalho Como Obrigação Moral

O trabalho não é um impulso. É um exercício da vontade. É um esforço consciente, direcionado e planejado. Muitas vezes será em detrimento de outras atividades legítimas (leitura, lazer, devoção, etc.). A regra bíblica é: “se alguém não quer trabalhar, também não coma” (1Ts 3.10).
No tempo dos primeiros apóstolos, os discípulos que não queriam trabalhar, vivendo desordenadamente, eram notados na igreja e afastados dos demais irmãos (2Ts 3.6-15). Isto também praticamos hoje em dia.

O Pecado da Preguiça e Indolência

“Sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até a tarde” Sl 104.3.
A preguiça leva à ociosidade, e esta aos vícios, aos falatórios profanos, fantasias, leviandades, murmuração, ciúmes, invejas, pobreza, etc (Pv 12.9,11; 6.6-11; Tt 1.10-13; 1Tm 5.13).
“O preguiçoso morre desejando… porque as suas mãos recusam a trabalhar” Pv 21.25.

O Trabalho é um Serviço
Trabalhando servimos ao próximo. Não trabalhamos apenas para suprir nossas próprias necessidades (1Ts 4.11-12). Isto é legítimo, bom e necessário, mas nosso trabalho deve visar também, o suprimento de outros (Ef 4.28). Também nisso Jesus é nosso exemplo (2Co 8.9). Importante é a leitura dos capítulos 8 e 9, inteiros, de 2 Coríntios.

O Trabalho Dignifica
“O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida…” Mt 20.28.
Nenhum trabalho deve ser considerado humilhante. O Verbo Eterno assumiu a forma de servo e, uma vez encarnado, serviu aos homens em uma profissão simples e honrosa (Fp 2.5-8; Mc 6.3). No reino de Deus não há espaço para orgulho de qualquer espécie (Lc 22.24-27; Jo 13.1-17).
“TUDO quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” Ec 9.10. 

O Padrão Para o Empregado
a) Servir como ao Senhor (Ef 6.58). Se não entendemos e não aceitamos a delegação de Deus, vamos nos sentir como escravos de homens diante das ordens recebidas (1Co 7.21-23).
b) Honrar os patrões para que o nome de Deus não seja blasfemado (1Tm 6.1-2).
c) Obedecer em tudo aos patrões, mesmo aos maus (1Pe 2.18-19; Cl 3.22-24).
d) Não “abusar” dos patrões irmãos, mas servi-los melhor (1Tm 6.2).

O Padrão Para o Empregador
a) Não usar ameaças (Ef 6.9).
b) Ser justo, sabendo que também tem o Senhor que o julga (Cl 4.1).
c) Pagar salários dignos e não atrasa-los (Dt 24.14-15; Lv 19.13). Atrasar intencionalmente é roubo.
d) Deus é juiz contra as explorações (Tg 5.4; Jó 31.13-15).
e) Não sonegar impostos (Rm 13.7; Mt 22.21).
f) Não colocar o coração nas riquezas (1Tm 6.17-19).

A Capacitação Profissional e a Prosperidade
“Vês a um homem perito na sua obra? Perante reis será posto não entre a plebe” Pv 22.29.
Deus honra aquele que busca se esmerar no seu trabalho. Muitas dificuldades encontradas por muitos irmãos é fruto da falta de habilitação profissional (Gl 6.7). A prosperidade na bíblia é apresentada sempre como resultado de: generosidade, fidelidade a Deus e diligência no trabalho.
Deus quer um povo que viva no presente século, não apenas de modo piedoso e justo, mas também sensato (Tt 2.12). Leia ainda as seguintes referências: Ec 11.4-6; Pv 12.24; 13.11; 14.23; 21.5. Não espere a bênção de Deus sobre o seu trabalho e finanças, vivendo desordenadamente.
“Ao que bem ordena o seu caminho eu lhe mostrarei a salvação de Deus” Sl 50.23.

Conclusão

Tudo é do Senhor e para Ele devemos executar o que nos foi confiado, quer sejamos patrão, empregado, servidor público, profissional liberal ou autônomo (Sl 24.1; Dt 8.12-14, 17-18; Ec 9.10; 1Tm 6.7).
“Porque d’Ele e por meio d’Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente” Rm 11.36.

http://www.discipulado.com.br/dinamic2/jupgrade/index.php/apostilas/apostilas-diversas/112-o-trabalho

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O Testemunho do Crente
Texto-base: Cl 4.5-8

Jesus nos comissionou para sermos suas testemunhas (Jo 15.27; At 1.8).
A palavra “Testemunha” é de uso corrente nos tribunais, onde designa a declaração que uma testemunha presta a autoridades a fim de esclarecer fatos do seu conhecimento.

Cada crente deve testemunhar de Cristo. Testemunhar é falar do que Cristo fez por nós e pregar Sua mensagem (At 10.39-42). Também é dar o exemplo de uma vida cristã. É mostrar ao mundo que fomos transformados por Cristo. É a genuína expressão do Evangelho do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo na vida do crente.

ANUNCIANDO O EVANGELHO
Jesus mandou aos que foram alcançados por Sua graça, que dessem testemunho do que ele fez (Mt 8.4; Mc 5.19; Lc 9.60). Vemos na Bíblia, muitos novos convertidos testemunhando (Jo 1.40-42; 4.28-30, 39-42)
O Senhor ordenou à Sua igreja que anunciasse o evangelho (Mt 28,19,20).
É necessário que cada crente confesse a Cristo diante dos homens (Lc 12.8,9; 2 Tm 2.11-13)
Quando os crentes foram perseguidos, em vez de se esconderem com medo, de ficarem intimidados, eles oraram para que pudessem testemunhar com mais ousadia (At 4.24-31)
Pedro recomenda que estejamos preparados para testemunhar (1 Pe 3.15)
Paulo orienta que devemos treinar outros para também testemunhar (2 Tm 2.2)
Devemos pregar o evangelho, quer seja oportuno ou não (2 Tm 4.2; Fp 1.18)
Paulo até mesmo preso, pregava (At 28.31).

Tem gente com vergonha de testemunhar do plano de Deus para a nossa salvação, mas Paulo afirma que não se envergonha do evangelho (Rm 1.16)
Não devemos nos envergonhar, pois Deus nos dá o poder para testemunhar (2 Tm 1.7,8). Jesus disse que o Espírito Santo nos dará palavras para testemunhar (Mt 10.18-20; Mc 13.9-11).

REVELANDO UMA VIDA TRANSFORMADA
Não devemos dar escândalo ou ser motivo de tropeço para quem quer que seja (1 Co 8.9; 10.32,33; Rm 14.13; 2 Co 6.3; Fp 1.10)
O testemunho de uma vida transformada muitas vezes fala mais alto que a pregação do evangelho. “O que você faz soa tão alto que não ouço o que você diz”.
Os descrentes não lêm a Bíblia, senão no testemunho dos crentes.
Pedro orienta que as mulheres ganhem seus maridos pelo seu procedimento (1 Pe 3.1,2)

Devemos andar conforme o evangelho de Cristo, dignamente (Rm 13.13; 2 Co 8.21; Fp 1.27; Cl 1.10; 2.6; 1 Ts 2.12; 4.1,11,12; 1 Pe 2.12), diante de deus e dos homens, a fim de que Deus seja glorificado em nós.

Devemos andar com sabedoria (Cl 4.5), para não sermos levados pelos enganos e engodos dos falsos ensinos. É Deus quem dá sabedoria (Pv 2.6); é bem-aventurado quem acha a sabedoria (Pv 3.13); o sábio diz que a sabedoria é a coisa principal (Pv 4.7). Quando o apóstolo se refere aos “que são de fora”, deixa claro que os crentes são “os que são de dentro”. Aí se vê a diferença. De fato, os seguidores de Cristo são, na verdade, neste mundo, peregrinos e forasteiros (Hb 11.13; 1 Pe 2.11). Estão no mundo, mas não são do mundo (Jo 15.19).
Nossos costumes e hábitos diários devem ser governados pela mente divina de Cristo (1 Co 2.16). “Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10.16). Andar com sabedoria é equivalente a andar nEle (Cl 2.6). Nenhum cristão deveria dar aos incrédulos qualquer base para caluniar Cristo ou Sua Igreja (Cl 1.22; 1 Tm 3.7). Somos abençoados quando as pessoas nos acusam “falsamente” (Mt. 5:11). A igreja primitiva tinha poder e pureza em sua união com Cristo (At 5.12,13).
Devemos aproveitar as oportunidades (Cl 4.5), pois não sabemos se teremos outra chance de pregar àquela pessoa. Esperar o momento certo e fazer a abordagem adequada.

Nossas palavras devem revelar o amor de Deus em nossos corações (Mt 12.34), sendo pronunciadas na medida certa (temperada com sal), para não falarmos de menos (insosso) ou demais (salgado demais).
Também deve ser pura (Ef 4.29) e conveniente, não deixando de ser enérgica quando necessário (At 15.1,2; Gl 1.9).
A conversa do crente deve ser agradável, cativante, amável e graciosa. Deve ser uma linguagem originada na graça de Deus operando em nosso coração, que contenha a verdade com amor (Ef 4.15).
Remindo o tempo: o bom ou mau uso do nosso tempo tembém testemunha do que é mais importante para nós: Cristo (Bíblia, oração, evangelização, etc) ou o mundo (TV, música profana, etc).

Devemos testemunhar de Jesus:
Em toda parte (At 1.8)
Em nossa casa (Mc 5.19,20)
No trabalho (1 Tm 6.1)
Os pastores também devem dar bom testemunho (1 Tm 3.7)

PASSOS PARA DAR UM BOM TESTEMUNHO
Pedir orientação e sabedoria de Deus para agir, falar, resolver problemas (Tg 1.5, 6; 3.17).
Seja zeloso, honesto. Tenha uma conduta moral séria, demonstrando cordialidade para com as pessoas. (1 Pe 2.15-17)
Evite contendas, brigas, discussões (2 Tm 2.14,15).
Esteja sempre preparado para explicar claramente o Evangelho (1 Co 15.1-4).
Fale sempre com clareza acerca da condição para a Salvação: Fé e arrependimento (Rm 10.9, At 2.37-38).
Conscientize as pessoas de que elas precisam tomar uma decisão urgente com Cristo (At 10.30,31)
Demonstre sua segurança em Cristo, sua alegria na certeza da vida eterna (1 Jo 5.10-12).
Não se deixe vencer pela timidez. Aproveite todas as oportunidades para falar do Salvador (2 Tm 4.2).

QUEM É O CRENTE QUE DÁ BOM TESTEMUNHO
Aquele em que o Senhor fez alguma coisa (1 Cr 16.8)
Aquele que teme ao Senhor (Sl 60.4)
Aquele que foi remido pelo Senhor (Sl 107.2)
Aquele que reconhece a soberania de Deus (Is 12.4).

DE QUE MANEIRA O CRENTE DEVE DAR BOM TESTEMUNHO
Cheio do Espírito Santo (At. 1.8)
Sem temor ou vergonha (2 Tm 1.8)
Com prontidão constante (1 Pe 3.15).

AS PROVAS DE UM VERDADEIRO TESTEMUNHO
Por uma experiência pessoal (Sl 66.16)
Por entender que é um dever diário (Ml 3.16)
Para relatar as bênçãos de Deus (Is 63.7)
Porque há um fogo no seu intimo (Jr 20.9)
Inspirado pelo Espírito Santo (At 2.4)
Por compromisso com a sua fé (At 4.20)
Por ter crido em Jesus (2 Co 4.13).

O MAU TESTEMUNHO DO CRENTE
Provoca escândalo (Rm 14.15; 2 Co 6.3)
Exerce má influência (Rm 14.15)
Impede o crescimento da obra (At 28.31)
Forma juízo geral sobre demais irmãos (1 Co 6.8).

TIPOS COMUNS DE MAU TESTEMUNHO DO CRENTE
No lar – brigas, desmandos, autoridade excessiva, gritos, confusões, conversações, mentiras.
Na rua – Companhias, vestes, falar, proceder, comentários sobre vida alheia.
No comércio – Compras e não pagamento, emissão de cheque sem fundo, trambiques.
Na igreja – Vestimentas, comportamento, falar, proceder, respeito, amor e prática.
Na escola – Companhias, conversações, piadas, abjuração, negação.
No trabalho – Conversações, procedimentos, pontualidade, assiduidade e respeito, negação.
Na vizinhança – Conversações, procedimentos, brigas, desrespeito, comentários da vida alheia.

Obras Consultadas:
HARBIN, Chrístopher B. A Vida Discipulada, Lição 9. Imprensa Bíblica Brasileira, 1998).

Carlos Kleber Maia

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O sacerdócio no lar

 

 

 

 

 

O homem deve ser o pastor do seu lar. Isto é um exemplo de vida cristã

A Bíblia ensina que Jesus Cristo nos comprou com seu sangue para fazer de nós reis e sacerdotes (Ap 5.9,10), o que nos faz compreender a visão do sacerdócio universal do crente. Diferente da idéia pintada pela igreja há séculos, não temos duas categorias distintas na Igreja: o clero e os leigos. Todos são sacerdotes e deveriam funcionar como tal. A Bíblia distingue posições de governo dentro da Igreja Local, mas não limita o sacerdócio a uns poucos cristãos. Todo crente deve ‘funcionar’ em seu lugar no Corpo de Cristo, e todos têm a responsabilidade de ministrar ao Senhor, bem como aos homens, em nome d’Ele.

Esta visão tem sido resgatada em nossos dias, e somos gratos a Deus por isso. Contudo, mesmo para aqueles cujo coração já se encontra aberto a esta verdade, ainda vemos muitos com uma dificuldade: a de não enxergarem o sacerdócio do lar como algo fundamental.

O sacerdócio começa no lar

Antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa: É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher […] e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus? (Tm 3:2a, 4-5.)

Não é porque vai governar a igreja que o bispo tem que ter um bom lar, mas justamente o contrário. O homem tem que ser o pastor do seu lar; isto é requisito não só para quem ingressa no ministério de tempo integral, mas é um exemplo de vida cristã. E se a pessoa não cumpre um requisito básico da vida cristã, então não tem autoridade para ser um ministro à frente da Igreja.

Portanto, o mandamento de ser sacerdote no lar é para todo cristão. E isto envolve uma excelente conduta familiar, que depois será cobrada do líder como exemplo para o restante do rebanho: Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísse presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. (Tt 1.5-6.)

O homem, além de ser fiel à sua esposa, deve conduzir seus filhos no caminho do Senhor e numa vida de santidade, o que exigirá dele não só conselhos casuais, mas todo um acompanhamento, investimento e ministração na vida espiritual de seus familiares. O posicionamento de um homem de Deus sempre deve envolver sua casa. Este foi o exemplo dado por Josué: Mas se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais, se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. (Js 24.15.)

O texto acima reflete a responsabilidade de Josué de não apenas buscar ao Senhor, mas servi-lo com toda a sua família. Quando se trata de família, não existe a história de “cada um por si”. Embora a responsabilidade de cada um diante de Deus seja individual, precisamos aprender a lutar por nossos familiares, especialmente aqueles que possuem a incumbência de exercer o sacerdócio do lar.

O plano de Deus não é apenas para o homem sozinho, mas para toda a sua família. Quando o Senhor decidiu julgar e destruir a humanidade nos dias de Noé, não proveu salvação para ele sozinho, mas para toda a sua família (Gn 6.18). Vemos também que Deus prometeu a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da Terra (Gn 12.3). Ao tirar Ló de Sodoma, o anjo do Senhor fez com que ele saísse com toda a família (Gn 19.12). No Novo Testamento encontramos um anjo visitando Cornélio e dizendo que deveria chamar a Pedro, o qual te dirá palavras mediante as quais será salvo, tu e toda a tua casa (At 11.14). E além de todas estas porções bíblicas, encontramos a clássica declaração do apóstolo Paulo ao carcereiro de Filipos: Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e toda a tua casa. (At 16.31.)

Deus tem um plano para toda a família. Não quer dizer que porque um se converteu, todos irão converter-se por causa deste texto. Não creio que ele seja uma promessa a todo crente, mas sim que revele uma intenção de Deus quanto às famílias de uma forma geral. Vale lembrar que Paulo declarou isto ao carcereiro num momento em que este homem ia se matar. Paulo não podia vê-lo, pois além de estar dentro de sua cela, a Bíblia diz que eles estavam no escuro. O apóstolo Paulo teve uma revelação do Espírito Santo para uma pessoa específica, num momento específico. Não posso dizer: “Ei, Deus! Você prometeu que se eu cresse iria salvar todo mundo lá em casa!”. Mas posso muito bem orar pelos meus familiares crendo que há um plano divino para a família. Cada familiar meu tem o direito de escolha, se dirão sim ou não a Jesus Cristo, é responsabilidade pessoal de cada um deles. Mas farei de tudo para convencê-los, ensiná-los, cobri-los de oração intercessória e tudo o mais que for possível. No caso deste carcereiro filipense, o Senhor mostrou de antemão toda a família salva. Mas para cada um de nós, mesmo se não diga de antemão o que irá acontecer, Deus já revelou seu plano em sua Palavra para toda a família. E o sacerdote do lar tem uma grande responsabilidade de afetar o destino dos seus entes queridos.

O cabeça é o responsável

Na condição de cabeça do lar, o homem é o responsável de quem Deus cobrará o exercício do sacerdócio. É óbvio que a mulher deve participar exercendo o sacerdócio juntamente com seu marido, mas a responsabilidade maior não está sobre os seus ombros. Muitos maridos se acomodam por ver sua esposa fazendo bem o seu papel, mas não deveriam agir assim. Por melhor que seja a ajuda da mulher, o homem tem que fazer a sua parte!

No caso da mulher cujo marido não é convertido, entendemos que ela deve assumir a posição de sacerdotisa sobre os filhos, porém não sobre seu marido. Parece-nos ter sido exatamente o que aconteceu na casa de Timóteo, discípulo do apóstolo Paulo. A Bíblia menciona apenas a mãe dele como sendo convertida: Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. (At 16.1-2.)

E além da Bíblia não falar nada sobre o pai de Timóteo sendo convertido, ainda mostra que a cadeia de ensino e discipulado foi sendo transmitida por meio da avó e depois da mãe dele: Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria pela recordação de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti. (2Tm 1.4-5.)

Portanto, na falta do homem como sacerdote, ou na incapacidade dele de exercê-lo – por não ser convertido, por exemplo – a mãe assume este papel, porém sempre em relação aos filhos, nunca em relação ao marido: E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o marido. (1Tm 2.12.)

Os pais cristãos devem entender a sua responsabilidade de suprir não só as necessidades materiais e emocionais de seus filhos, como também as espirituais. A Palavra de Deus declara que Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão (Sl 127.3). Os filhos não nos pertencem, são propriedade de Deus. Ele apenas nos confiou seus cuidados, e um dia teremos que responder perante Ele por isso. Daremos conta da forma como criamos nossos filhos, e isto deve trazer temor ao nosso coração, especialmente no que diz respeito à formação espiritual deles. Não podemos brincar com esta questão!

Deus está chamando os pais a assumirem um compromisso maior com Ele de ministrar a vida espiritual de seus filhos. É preciso ministrar-lhes o coração. Desde os dias da Velha Aliança o Senhor já esperava isto: Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará aos seus filhos. (Dt 4.10.)

No versículo anterior a este, Deus já havia dito: …e as farás saber aos teus filhos e aos filhos de teus filhos (Dt 4.9), precisamos ministrar a Palavra de Deus aos nossos filhos! Nosso ensino – ou a falta dele – tem o poder de afetar o resto da vida deles; foi Deus mesmo quem declarou isto: Ensina a criança no caminho em que deve andar, a ainda quando for velho, não se desviará dele. (Pr 22.6.)

Não se trata apenas de dar uma boa educação, mas sim a verdadeira educação. Ensinar-lhes a andar nas veredas da justiça, nos caminhos bíblicos. Isto também é um mandamento claro e expresso da Nova Aliança: E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor. (Ef 6.4.)

Cobertura de oração

Também vemos na Bíblia que o sacerdote do lar deve cobrir os seus com oração. A Palavra de Deus nos mostra que Isaque orava a Deus para que abrisse a madre de Rebeca, sua mulher. E Deus ouviu suas orações (Gn 25.21).

As Escrituras ainda nos falam acerca de Jó, que periodicamente chamava seus filhos para um culto e sacrificava ao Senhor em favor deles, com medo de terem pecado contra Deus (Jó 1.5).

O homem e mulher de Deus precisam ter um coração e uma vida de oração voltados para cobrir e proteger a sua família. Vemos este exemplo na vida de Esdras: Então, apregoei ali um jejum junto ao Rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos, e para tudo o que era nosso. (Ed 8.21.)

Em 1Sm 30 lemos acerca de Davi e seus homens saindo para a batalha e deixando suas mulheres e crianças desprotegidas em Ziclague. Enquanto eles estavam fora, os amalequitas incendiaram a cidade e levaram suas mulheres e filhos em cativeiro. Três dias depois, eles chegaram e se desesperaram pelo ocorrido. Finalmente, se fortaleceram no Senhor e foram atrás dos seus, conseguindo resgatá-los. Aprendemos duas lições aqui. Primeiro que precisamos proteger os nossos familiares, cobrindo-os em oração e não permanecendo distantes deles. Segundo, que algumas vezes nos tornamos descuidados, e o inimigo pode se aproveitar de nosso descuido. Mas também aprendemos que Deus é fiel, e mesmo quando falhamos, sua misericórdia nos ajuda a consertar naquilo em que erramos.

O Sacerdócio envolve proteção. Deus nos mostrou isto em sua Palavra desde o início, com o que ordenou a Adão, no Jardim do Éden: Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar. (Gn 2.15.)

Note que além de cultivar o jardim, o homem deveria também guardá-lo, protegê-lo. Mas guardar de quem, se nem mesmo Eva ainda havia sido criada? Penso que Deus já estava indicando a Adão que Satanás, o inimigo de nossas almas, tentaria destruir o que o Senhor estava colocando nas mãos do homem. Se Adão tivesse protegido a Eva, em vigilância, bem como ministrando-a sobre a importância da obediência ao Senhor, provavelmente aquilo não teria acontecido. Também nós precisamos guardar e proteger nossas famílias, e isto envolve oração e vigilância, bem como a ministração da Palavra de Deus em nossos lares.

Muita gente fala da forma maravilhosa como Deus visitou a casa de Cornélio (At 10) com salvação e enchimento do Espírito Santo. Mas isto não aconteceu de graça. Este homem orava continuamente a Deus. E onde há uma semeadura de oração, sempre haverá uma colheita da manifestação do poder de Deus! Se cobrirmos nossa casa de oração, veremos feitos grandiosos acontecendo em nosso favor, pois o Senhor SEMPRE age num ambiente de muitas orações.

Orando juntos

Penso que além de cobrir os familiares com oração, o sacerdote do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar. Orar juntos, em família, como muitas vezes acontecia também com os irmãos da igreja em seu início: Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos. (At 21.5.)

Exercer o sacerdócio não é só declarar a Palavra de Deus dentro de casa, mas primeiramente vivê-la. Porém, além de se dispor para ministrar aos filhos, e também um ao outro, o casal cristão deve aprender a prática de orar juntos. Não quero dizer orar juntos o tempo todo, mas isto deve também acontecer em suas vidas. Quando o casal ora junto, goza de princípios operando em seu favor que orando sozinho não se experimentaria. Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. (Mt 18.19-20.)

Ao orar junto, o casal aumenta seu “poder de fogo” contra o inimigo, pois no reino de Deus, quando dois se unem, o efeito não é de soma, mas de multiplicação. É sinérgico! Moisés cantou acerca deste princípio ao mencionar o que Deus fizera acerca do exército de Israel: Como poderia um só perseguir mil, e dois fazer fugir dez mil, se a sua rocha lhos não vendera, e o Senhor não lhos entregara? (Dt 32:30.)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre o casal. Desentendimentos vão roubar deles o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas: Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações. (IPe 3.7.)

A “correria” é um dos maiores inimigos deste tempo de oração que o casal deve ter juntos. E cada um deve aprender a “driblar” suas dificuldades e conseguir praticar este princípio de alguma forma.

Não deve haver vergonha ou críticas quanto à forma de cada um orar. A intimidade no que diz respeito à vida espiritual precisa ser desenvolvida da mesma forma que a física e emocional.

O culto doméstico

Exercer o sacerdócio no lar não requer um horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxilia muito.

Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento: Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos. (2Cr 20.3.)

No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe. (Ne 12.43.)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (1Sm 1.1-5). Acredito que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja. Mesmo que ela não seja perfeita (e não é, porque não existe igreja perfeita!), é melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne. Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc 2.22-24), depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc 2.41-43), mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que ele trazia (como homem) das Escrituras.

Cultuar ao Senhor em família não envolve somente o ir à igreja, mas também pode abranger um culto familiar na própria casa. Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At 10.33). A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa. Além dos cultos na igreja, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor (At 21.5).

A negligência trará conseqüências

Quais as conseqüências de se negligenciar o sacerdócio no lar? Juízo divino para o sacerdote, além da evidente rebeldia dos filhos. A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criava no templo. E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar: Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei. Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu. (1Sm 3.13.)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu. Toda omissão no sacerdócio do lar sempre trará conseqüências sérias. Davi teve problemas com vários de seus filhos, e se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos. Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como sacerdote em sua casa: Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim? (1Rs 1.6.)

Se não quisermos sérios problemas futuros com os nossos filhos, e muito menos ver a qualidade do relacionamento deles com Deus sendo comprometida, então precisamos ser sacerdotes dedicados em ministrar e cobrir suas vidas.

Que o Senhor nos ajude a ordenar nossos passos nesta área!

Luciano P. Subirá

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10 Clássicas Desculpas Para Justificar a Negligência em Obedecer a Um dos
Mandamentos da Lei Divina
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Numa análise crítica elogiosa do livro do Dr. Samuele Bacchiocchi, Divine Rest for a Restless Humanity Divino[Descanso Para Uma Humanidade Intranqüila] a tradicional revista evangélica americana Christianity Today menciona que o mandamento do sábado é o “mais negligenciado” na sociedade moderna. E as desculpas com que se busca justificar tal negligência são várias, mas alistamos 10 das mais “clássicas”, porém não menos “esfarrapadas”.
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1a. – A lei foi inteiramente abolida, restando-nos agora apenas os mandamentos de amor a Deus e ao próximo; não mais o velho código de leis veterotestamentário, mas regras esparsas aqui e acolá pelo Novo Testamento; nada de codificação legal à base do “faça isso” ou “não faça aquilo”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Os princípios de amor a Deus e ao próximo são só do Novo Testamento? Que tal examinar Levítico 19:18 de Deuteronômio 6:5? Yehshua mesmo declarou: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Também no Novo Testamento temos inúmeras regras de “faça isso” e “não faça aquilo”. Os autores do Novo Testamento não dizem simplesmente: “Contemplem a Cristo e isso é tudo quanto precisam fazer. Não se preocupem com regras nenhumas, de fazer isto ou não fazer aquilo”.
O contemplar ao Messias deve motivar o crente e buscar saber como melhor servi-Lo, e quantas instruções específicas se acham nas páginas neotestamentárias a respeito do que fazer e não fazer. Eis alguns exemplos tomados ao acaso: “compartilhai as necessidades dos santos”; “praticai a hospitalidade”; “não sejais sábios aos vossos próprios olhos”; “apresentai os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”; “lançai fora o velho fermento”; “não vos associeis com os impuros”; “fugi da impureza”; “se alguém tem fome, coma em casa, a fim de não vos reunirdes para juízo”; “não havendo intérprete, fique calado na igreja”; “tornai-vos à sobriedade”; “orai sem cessar”.
2a. – Devemos ser santos ao Senhor todos os dias, não somente no dia de sábado.
Ponderações e perguntas para reflexão: Acaso o conceito de santidade diária EXCLUI a necessidade de manter-se esse dia de repouso? Uma vez que Cristo disse ter sido o sábado estabelecido “por causa do homem” (Marcos 2:27), isso se aplica a todos os povos, em todas as épocas.
O dever de ser santos ao Senhor sempre NÃO É NENHUMA NOVIDADE, coisa só da “dispensação cristã”, como alguns imaginam. Basta ler a ordem divina em Êxo. 19:6—“sereis nação santa”. E em Deut. 5:32 e 33 é ordenado ao povo de Israel: “Cuidareis em fazerdes como vos mandou Yahweh vosso Deus: não vos desviareis, nem para a direita, nem para a esquerda. Andareis em todo o caminho que vos manda Yahweh vosso Deus, para que vivais, bem vos suceda, e prolongueis os dias na terra que haveis de possuir.” No capítulo seguinte lemos ainda: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te” (Deut. 6:6, 7). Assim, na “dispensação cristã” é reiterado, não “inaugurado” esse princípio de sermos SEMPRE santos a Yahweh: “Sede, vós, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:48). Simples de entender e perceber, não tão simples de praticar, não é mesmo?
3a. – Guardar o sábado “judaico” seria posicionar-se “debaixo da lei”, mas nós agora estamos é “debaixo da graça”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Por que somente atribuem ao mandamento do sábado o qualificativo de “judaico”, embora os outros nove pertençam ao mesmo código? O “não matarás”, “não furtarás”, “honra teu pai e tua mãe”, “não dirás o nome do Senhor Teu Deus em vão” não seriam também “judaicos”? Por outro lado, o estar “debaixo da lei”, tanto no contexto de Rom. 6:14 quanto Gálatas 5:16-21 significa estar vivendo na prática do pecado, e não em obediência a essa lei. O início de Rom. 6:14 declara, “porque o pecado [não a lei] não terá domínio sobre vós”. A definição bíblica de pecado encontramos em 1 João 3:4—“pecado é transgressão da lei”.
4a. – O sábado é mandamento “cerimonial”, e não moral, pois a Bíblia não diz que Adão o guardasse; tampouco há divisão na lei em mandamentos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo tal divisão uma “invenção despropositada dos sabatistas”.
Ponderações e perguntas para reflexão: Adão era homem ou era bicho? Sim, porque Yehshua declarou que “o sábado foi feito por causa do homem” (Marcos 2:27). Se Adão era homem então o mandamento do sábado foi estabelecido para ele também, o que é claramente indicado em Gên. 2:2, 3 e Êxo. 20:8-11. No relato da Criação é dito que Deus fez três coisas com relação ao sétimo dia: nele descansou, o abençoou e santificou. “Santificar” significa separar para uso sagrado, e sendo que Deus é absolutamente santo, Ele nada teria para santificar para Si mesmo. Se o fez com relação ao sétimo dia, o sábado, foi para o homem, segundo o confirmou o Messias.
A divisão das leis em “moral”, “cerimonial”, “civil”, “higiênica” já era há muito reconhecida pelos autores das mais Confissões de Fé da cristandade protestante da maior autoridade, fato também reconhecido por estudantes e autores bíblicos das mais diferentes igrejas cristãs ao longo da história. Mais antes deles todos, já o apóstolo Paulo isto estabelece em 1 Cor. 7:19, falando de mandamentos que valiam, mas agora não importa mais, e mandamentos que importam serem obedecidos: “A circuncisão em si não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças [mandamentos] de Deus”.
5a. – Quem insiste na guarda do sábado é por não ter sido “libertado” pela mensagem do evangelho, mas prefere manter-se na “escravidão da lei”; os sabatistas certamente nada sabem sobre a salvação pela graça e justificação pela fé, coitados. . .
Ponderações e perguntas para reflexão: Quem faz esse tipo de afirmação desconhece o pensamento oficial das igrejas cristãs observadoras do sábado. Todas elas apresentam a salvação inteiramente pela graça do Messias, à parte das obras da lei. A questão da obediência aos mandamentos entra no campo da santificação, não da justificação. Ademais, Paulo mesmo esclarece que a fé estabelece a lei, não a anula (Rom. 3:31). Ele fala do uso legítimo da lei (1 Tim. 1:8) que certamente representa sua obediência baseada em amor a Deus e ao próximo. Tiago declara que “a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tia. 2:17) e a célebre e tão citada passagem de Efés. 2:8, 9—“pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”—é acompanhada do vs. 10 que nem sempre é lembrado nesse contexto: “Pois somos feitura Dele, criados no Messias Yehshua para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”.
6a. – Nove mandamentos são repetidos no Novo Testamento, menos o do sábado.
Ponderações e perguntas para reflexão: O Novo Testamento não tem como objetivo repetir mandamentos antigos para revalidá-los. Jesus indicou que não veio abolir a lei, e sim cumpri-la e insistiu em que a obediência aos mandamentos fosse a mais perfeita possível, superior à justiça dos fariseus e saduceus (Mateus 5:19, 20).
Não há nenhuma repetição ipsis literis dos mandamentos “não farás para ti imagens de escultura”, nem “não dirás o nome do Senhor Teu Deus e vão”, apenas referências indiretas aos mesmos. Aliás, não há sequer alguma proibição contra a prática condenada pela lei de consultar os mortos (ver Êxodo 22:18; Deuteronômio 18:10-14 e Isaías 8:19, 20). Seriam, pois, permitidas desde os tempos do Novo Testamento?
7a. – Não há obrigatoriedade de observância de dia nenhum pois o sábado era apenas “sombra” do repouso espiritual propiciado pelo Messias.
Ponderações e perguntas para reflexão: Se o sábado teria de ser abolido por tratar-se apenas de um símbolo, o que realmente simbolizaria? A resposta mais comum dos semi-antinomistas é de que seria símbolo do repouso que o pecador encontra no Messias, tendo Hebreus 4 como fundamento de tal raciocínio. Isso, porém, não se justifica porque em Hebreus 11 encontramos os tantos heróis da fé que encontraram esse repouso no Messias e nem por isso isentaram-se da observância do sábado.
Sobre o próprio Moisés, o grande legislador de Israel em nome de Deus, é dito que “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão” (Heb. 11:26). Davi foi outro desses heróis da fé que encontraram esse repouso espiritual no Messias. E ele declara: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro em meu coração está a Tua lei” (Salmo 40:8). Alguém negará que nessa lei que ele tinha no coração, prefigurando até a própria experiência do Messias (ver Heb. 10:5-7 cf. Salmo 40:6-8) o sábado estaria de fora? Claro que não. Então, o principal argumento de o sábado ser mero símbolo desse repouso no Messias pelo perdão dos pecados perde totalmente o sentido.
8a. – Yehshua não respeitou o mandamento do sábado, mas o transgredia sistematicamente mostrando que seria abolido em breve; Ele disse ser “Senhor do sábado” para mostrar que veio para acabar com esse terrível jugo. . .
Ponderações e perguntas para reflexão: Encontramos o Messias, em pleno exercício de Seu ministério, confrontando fariseus e saduceus no que tange à observância do sábado. É aí onde muitos se atrapalham e não percebem o sentido mais amplo e profundo desses debates e colocam a Yehshua criticando os que obedecem um mandamento da lei estabelecido por Ele próprio como Criador do mundo (Heb. 1:2)! Contudo, diante das acusações contra Ele assacadas por fariseus e saduceus (e alguns cristãos contemporâneos) o Messias Se defende declarando que fazia somente o que era “lícito” no sábado (Mat. 12:12). Também acentua ser Ele “o Senhor do sábado” (Mat. 12:8), Aquele que zela pelo seu correto cumprimento, como zelou pela casa de Deus expulsando de lá os cambistas mais adiante, após ter entrado triunfalmente em Jerusalém (Mat. 21:12, 13). Assim, o teor dos debates do Messias quanto ao sábado não era quanto à validade do mandamento, e sim quanto à maneira de observá-lo.
9a. – Paulo ensinou que o sábado foi abolido na cruz; agora vale: ou qualquer dia, ou dia nenhum para o cristão, à luz de Col. 2:16 Romanos 14:5 e 6 e Gálatas 4:9 e 10.
Ponderações e perguntas para reflexão: Acaso existe algum registro nas Escrituras ou na história de alguma comunidade cristã dos primeiros tempos que tinha tal regra de conduta—observar o dia que melhor conviesse à pessoa (ou a seu patrão), ou dia nenhum? Os textos referidos em Romanos referem-se a dias de festas nacionais ou dias de jejuns dos judeus, que Paulo deixou a critério dos crentes de origem judaica mantê-los ou não, pois era parte da cultura judaica—verdadeiros “feriados nacionais” para os judeus que alguns ainda julgavam importantes (mas nem todos).
Em Gálatas ele se refere a dias festivos do calendário pagão, a que alguns cristãos de origem gentílica ainda se apegavam, e para estes dias Paulo não abriu mão de proibir sua observância. Pode-se observar a diferença de tratamento entre as regras quanto a uns e outros. João no Apocalipse fala do “dia do Senhor” que dedicava a Deus (1:10), portanto era um dia específico, não qualquer um.
Em Colos. 2:16, 17 Paulo trata, não de observância, mas de julgamento por observância. Aliás, nem aparece a palavra “lei” em todo o capítulo. Ele discute atitudes de hereges colossenses sobre os quais nem se tem muita informação, e estes se punham a estabelecer regras rigorosas para a comunidade cristã, condenando o tipo de observâncias que mantinham. Muitos eruditos interpretam tais textos como referindo-se aos sábado cerimoniais, não semanais, pois se preocupam com a evidente e contraditória situação de Paulo indispor-se contra uma instituição de um dia de repouso, o que não faria sentido à luz do que Jesus disse em Marcos 2:27, 28, Apoc. 1:10 e a prática dos cristãos de observar o sábado (cf. Lucas 23:56).
10a. – Não há meios de se observar o sábado universalmente pois os esquimós, por exemplo, não têm pôr do sol em que se orientar para assinalar o princípio e fim dos dias.
Ponderações e perguntas para reflexão: Se há essas “dificuldades técnicas” para observar o sábado em todo o mundo, não fica implícito que Deus, afinal de contas, não é um Legislador tão competente pois não criou uma “lei perfeita”? Na verdade, Deus deu a Israel a ordem de ser Suas “testemunhas” (Isa. 43:10) e colocou a nação na encruzilhada do mundo para transmitir aos moradores de toda a Terra o conhecimento do verdadeiro Deus, Sua lei e Seu plano de salvação (Isaías 60:1-4; cf, Atos 13:47). Prova disso temos em Isaías 56: 6, 7, onde “os filhos dos estrangeiros” são especificamente convidados a acatarem o concerto de Israel, exatamente passando a observar o sábado.
O texto bíblico do relato da Criação estabelece claramente em Gênesis 1:14-19: “E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto”.
Leiamos agora Atos 17:26: “De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação”. Desta passagem, à luz do texto de Gênesis acima mencionado, fica claro que o homem devia viver sobre a face da terra, dentro dos “limites de sua habitação”, tendo o sol, a lua para governar-lhe a vida segundo o que é um “dia” ou uma “noite”. Assim, os que vão habitar em regiões que não são assim governados regularmente, como no caso de alguma colônia submarina que fosse criada e pessoas ali passassem a habitar (fugindo desses limites traçados por Deus), ou se forem habitar noutro planeta ou estação orbital, claro que haverá exceções a essa regra divinamente estabelecida. Contudo, tais circunstâncias NÃO SÃO determinadas por Deus e sim pelo homem.
Não obstante, cremos que na Sua misericórdia os que passarem a viver sob tais circunstâncias não serão excluídos da atenção divina. Terão que empreender alguma pequena adaptação, pois levarão das regiões designadas para habitação do homem os elementos naturais (inclusive alimentos básicos) que ali não constam. Os habitantes dos pólos não têm os mantimentos vegetais que Deus designou também para o homem (Gên. 1:29), mas os obterão das regiões “naturais”. É uma forma de adaptação do que Deus estabeleceu por circunstâncias por eles criadas.
Essa situação não afeta somente algum sabatista que ali fosse habitar. Os batistas dentre os esquimós ou lapões, por exemplo, terão que também adaptar-se para cumprir o que suas confissões de fé históricas estabelecem quando à observância do domingo, para homenagear a Ressurreição, pois terão que valer-se também das horas do relógio. Mas se algum “sabatista” tiver dúvidas sobre quando iniciar o seu sábado nessas circunstâncias fora do natural é fácil resolver o dilema: basta perguntar aos irmãos batistas, ou metodistas, que lhes informarão quando iniciam o seu domingo, e com base nisso o adventista do sétimo dia poderá calcular aproximadamente quando iniciar o seu sábado.

Considerações Finais
Examinando mais detidamente os dados bíblicos e históricos para constatar que a lei moral de Deus, com o seu 4o. mandamento, não sofreu qualquer alteração quando Deus prometeu escrevê-la no coração e mente dos que aceitam os termos do Novo Concerto (Novo Testamento), segundo Hebreus 8:6-10; 10:16 (cf. Jer. 31:31-33 e Eze. 36:26, 27). Assim, o sábado do sétimo dia segue sendo o “dia do Senhor”, pois nada há que justifique biblicamente a mudança de tal dia para o domingo como dia de observância dedicado a Deus.
A mudança, de fato, ocorreu, mas desautorizadamente, por motivos de apostasia da liderança da Igreja em Roma, para ser “politicamente correta” diante das severas medidas antijudaicas do imperador romano Adriano pelo ano 135 AD, fato reconhecido pelas mais diferentes autoridades históricas, inclusive do seio do protestantismo, e pela própria Igreja Católica, responsável por tal alteração da lei divina. Qualquer catecismo católico denunciará mudanças desautorizadas no Decálogo: o segundo mandamento, “não farás para ti imagens de escultura” foi inteiramente eliminado, e o mandamento do sábado foi substituído pela regra “Guardar domingos e festas”, que ocupa o lugar do 3o. mandamento.
Mas vejamos alguns “sinais de perigo”, que propositadamente vamos colocar em vermelho:
# A mudança do dia de adoração não tem fundamento bíblico, e o Dia do Senhor prossegue sendo o sábado do sétimo dia, como o Criador instituiu na Semana da Criação, em comemoração do Seu ato criador. O sábado é o selo de Deus (Ezequiel 20:12 e 20:20), de que fala Apocalipse 7:3.
# A observância do domingo, como dia de adoração, não agrada a Deus, e é uma homenagem à igreja de Roma, que o sustenta desde meados do segundo século, com o decreto de Constantino em 7 de março de 321 vindo reforçar a instituição, e uma homenagem ao poder que por trás dela está.
# O mesmo Deus que não muda (Malaquias 3:6), de cuja boca saiu o que é justo e cuja Palavra não voltará atrás (Isaías 45:23), e que prometeu que não fará coisa alguma sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas (Amós 3:7), o mesmo Deus que afirmou pela boca que Cristo que não veio revogar a Lei, e que até que o céu e a terra passem nem um i ou um til jamais passará da Lei até que tudo se cumpra (Mateus 5:17-18), esse Deus, coerente com Sua Palavra que não muda,
* jamais teria autorizado alguma alteração em Sua Lei (e a mudança do sábado do sétimo dia para outro dia é alteração da Lei) sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas (e nada há na Palavra de Deus que mostre essa revelação);
* jamais teria quebrado Sua Palavra, pois Ele não muda e ela não volta atrás, pois mentiroso e pai da mentira é Satanás, que distorce as Escrituras, retirando passagens do contexto para alterar o seu sentido.

Prof. Azenilto Brito

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O REINADO DO MESSIAS

Este tema foi elaborado em especial para esclarecer a todos aqueles que têm esperança de um dia subir e morar no céu: Que as pessoas das Igrejas de Deus sonham e imaginam um dia morar num mundo de paz, justiça e amor, onde não predomine a morte, e se possa conviver com a natureza sem temer a morte! O tema se refere às Igrejas de Deus estabelecidas em todos os países e cidades onde Ela tem chagado.

Será maravilhoso vivermos as profecias onde “A justiça será o cinturão de seus rins lealdade o cinto de seus flancos. Onde o lobo morará com o cordeiro, a pantera dormirá com o cabrito, o novilho e o leãozinho pastarão juntos, e um menino pequeno os conduzirá. A vaca e a ursa pastarão juntas, e suas crias se deitarão juntas; o leão se alimentará da palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca do áspide e a desmamada meterá a mão na cova da cobra venenosa” Is 11. 5 a 8.

Sonhamos em reinar com Cristo em um Reino de paz e justiça, em que os justos viverão entre os animais como viviam Adão e Eva antes de pecar; de forma que um menino os poderá guiar. Ali os animais ferozes serão mansos e habitarão juntos.“Uma nação não levantará mais espada contra a outra, e nem aprenderão mais sobre a guerra Mq 4. 3. E todos os do teu povo serão justos, possuirão a terra para sempre: rebento do plantio de Javé, eles serão a obra de suas mãos, destinada a manifestar o seu esplendor” Is 60. 21. Ou seja, a sua glória.

Adão foi coroado de glória e de honra e perdeu por causa do pecado Sl 8. 5 a 8. Deus deu a ele o domínio sobre todas as obras das suas mãos, e ele perdeu por causa do pecado Gn 1. 26. Em função disso a morte passou a reinar sobre todos os homensRm 5. 12; 1 Co 15. 21. Mas Deus usou de misericórdia com o homem, e deu a ele uma promessa de ressurreição e de vida eterna na terra amada. Dê uma olhadinha no tema . Que os temas esclarecem tudo sobre o Reino, e sobre o futuro do homem que serve a Deus, e de todas as espécies que restarem em todos os ecos sistemas para o homem dominar e preservar.

Ali os justos terão direito de reinar com Cristo os mil anos em que Ele vai restaurar a terra At 1. 6. Ali Ele restaurará tudo At 3. 21. É necessário que Ele reine para restaurar todas as coisas, e depois entregar o Reino a Deus o seu Pai. Ele entregará o Reino completamente restaurado como Deus criou 1 Co 15. 26. Ali os salvos passarão a ter direito de beber da “água da vida” Ap 22. 1. E também da “árvore da vida” Ap 22. 2; Ap 22. 14.

A Bíblia em Ap 21. Do versículo 12 em diante fala da Jerusalém imóvel: Que servirá de santuário mundial para todos aqueles dentre os salvos que residirem fora de Jerusalém subirem ali de ano em ano adorar o Rei Zc 14. 16. Todos sabem muito bem que o Reinado do Messias será por toda a terra Zc 14. 9; Dn 7. 13; Ap 11. 15.Seu domínio “será de mar a mar e de uma a outra extremidades da terra” Sl 72. 8.

Isso Justificará o fato de naqueles dias famílias do Reino residirem fora de Jerusalém e subirem ali adorar o Rei, onde “as portas da cidade estarão sempre abertas, de dia ou de noite, e nunca se fecharão, para que a glória das nações, com seus reis sejam conduzidos” a sua presença Is 60. 11.

Com direito de continuarem adorando a Deus na terra amada da promessa, onde as“doze portas continuarão abertas de contínuo” para receber a grande nação, ou seja, os salvos das nações Ap 21. 25. Que povoarão a terra no Reino eterno depois que Cristo entregar o Reino ao Pai.

Isaias disse que os estrangeiros salvos reedificarão os seus muros no Reino milenar Messiânico Is 60. 10Todos sabem muito bem que o Reino Messiânico antecede o eterno. E todos podem ver que referente às portas da cidade santa, elas estarão de contínuo abertas para receber as nações salvas que subirão ali para adorar o Rei no seu reinado.

Isaias disse a mesma coisa que João falou: “Tuas portas estarão sempre abertas, de dia ou de noite nunca se fecharão, para que te tragam as riquezas das nações e com seu reis sejam conduzidos” Is 60. 11. As nações se aplicam para os salvos que reinarão com Ele sobre a terra da promessa no seu reinado Ap 5. 9.

Como o objetivo do tema é esclarecer a todos sobre o Reinado do Messias, os povos podem ter certeza que dentre os salvos Ele elegerá reis e sacerdotes para governo dos povos salvos que habitarão toda a terra com Ele Ap 5. 10. Ele na qualidade de Rei dos reis Ap 6. 15; 16. 16. Reinará em Jerusalém que será a capital e Santuário mundial do Reino. E os reis e os sacerdotes serão distribuídos por toda a terra para governo das nações que Ele resgatou com seu próprio sangue.

Todos podem ver que a Jerusalém descrita por Isaias tem as mesmas características da que se vê em Ap 21. 12 a 2722. 1 a 5. Isaias diz: “E as suas portas estarão abertas de continuo, de dia ou de noite nunca se fecharão” Is 60. 11. João fala: “As suas portas não se fecharão” Ap 21. 25. Isaias diz: “Nunca mais se ouvirá de violência na terra, ou destruição nos teus muros; mas a teus muros chamarão salvação, e as tuas portas louvor” Is 60. 18. “E teus dias de lutos se findarão” Is 60. 20. João fala: “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem dor” Ap 21. 4. Isaias diz: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia” Is 60. 19, 20. João fala: “Porque o Senhor será tua perpétua luz” Ap 22. 5. Isaias diz: “Porque o Senhor será tua perpétua luz 60. 20.João também diz: “A cidade não necessita de sol nem de lua, porque a glória de Deus será a sua luz” Ap 21. 23.

Diante todo o quadro profético, justifica os meios de não precisar de luz para iluminar a cidade santa imóvel no futuro. Você já parou para Imaginar a cidade móvel composta de todas as pessoas transformadas depois da ressurreição, com seus rostos brilhando como o sol em volta do seu resplendor, Com um brilho igual o que Jesus ganhou na transfiguração? Mt 17. 2. Ou seja, um brilho como o que Ele tem no seu rosto no presente? Ap 1. 16. Caminhando nas ruas de ouro e de cristais da cidade de Jerusalém imóvel?

Todos sabem que João falou: Que assim como Ele é os salvos serão 1 Jo 3. 2.Imaginem o brilho que a Jerusalém móvel do Deus altíssimo Hb 12. 22. Terá nos seus rostos a partir de aquele dia em diante? Individualmente o rosto de cada um deles brilhará como o sol em volta do seu resplendor… É óbvio que não vai precisar de Luz para iluminar a cidade de Jerusalém imóvel a partir de aquele dia. Se todos imaginarem uma Jerusalém imóvel composta de ruas de ouro e de Cristais, Com outra Jerusalém móvel composta de homens perfeitos com os seus rostos brilhando como o sol em volta de si, reunidos na cidade imóvel em uma festa ao Senhor, todos entenderão o que vai acontecer no futuro.

Exemplo: Eu como homem, sou um cidadão da cidade de Joinville, ou seja, faço parte da Joinville móvel, e moro na Joinville imóvel cidade industrial e bela, ou seja, a Joinville móvel é composta de pessoas de todas as idades e sexos; que habitam na Joinville imóvel composta de ruas, praças e belas casas… Davi foi cidadão de Jerusalém e na ressurreição vai fazer parte da Jerusalém móvel que será composta de todos os salvos, e vai reinar na Jerusalém imóvel composta de ruas de ouro e de cristais ES 34. 23, 24. Espiritualizando os fatos, todos entenderão que João viu descer do céu, o Espiritual que vai transformar os santos, ou seja, a casa para habitação de Deus em Espírito.

Ela é a Jerusalém móvel composta de pessoas justas. E todos sabem muito bem que o que vai transformá-los vai descer do céu e está guardado lá para o povo. E a Jerusalém imóvel composta de praças ruas e belas casas, vai ser edificada no reinado do Messias Is 60. 10. E servirá de santuário mundial para a grande nação que Deus jurou fazer do crente Abraão adorar o Rei ali Gn 12. 1 a 4; 17. 1 a 4; 22.18; 28.13; 35.10 a 13; 48. 3, 4. A Jerusalém móvel está se completando com a mensagem da Igreja Mr 16. 15; Lc 24. 47; At 1. 8. E a imóvel é aquela do muro das lamentações e será edificada.

Enquanto Ele não voltar “sofremos neste tabernáculo, desejando ser revestido do nosso lugar para viver, que é do céu” 2 Co 5. 2. O que vai transformar os justos é algo sobre natural e está guardo no céu para eles, aplica-se ao tesouro que eles acumulam no céu 1 Tm 6.19. Enquanto Jesus não voltar, continuaremos sofrendo neste corpo corruptível, e morrendo como morrem todos os ímpios; desejando que Ele venha para nos revestir de imortalidade que é do céu.

A Bíblia recomenda a todos que “Não acumuleis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões não roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça, nem a ferrugem destroem, e onde os ladrões não minam nem roubam” Mt 6. 19. 20; Lc 12. 33. As pessoas que servem a Deus na obediência as condições acumulam algo sobre natural guardado lá para eles. Aplica-se para aquilo que vai transformar a grande nação, e levá-los a perfeição Ap 21. 2. 9, 10, 11. Dê uma olhadinha no tema . Que ali contem mais informações.

“Pois também nós, que somos do tabernáculo, sofremos pesadamente, porque não queremos ser despidos, mas revestidos de novo” 2. Co 5. 4. Adão era revestido de imortalidade e morreu por conta do pecado que cometeu. Isso equivale a dizer: Que o homem possuía a imortalidade da alma, perdeu e agora deseja ser revestido de novo. Sl 8. 5 a 8.

A partir da vinda de Cristo, os salvos serão portadores de um rosto que brilhará como o sol em volta do seu resplendor que será fruto da transformação. Eles alcançarão a perfeição logo depois da ressurreição. Os ímpios por deixarem de servirem a Deus, por desobedecerem as suas leis, não acumulam nada no céu, e não herdarão a imortalidade, e com certeza perecerão por conta disso. Dê uma olhadinha no tema o novo nascimento e verá porque os ímpios não herdarão a perfeição. “Amados, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhante a Ele 1 Jo 3. 2. Se Ele tem um rosto que brilha como o sol em volta do seu resplendor Ap 1. 16. E os salvos serão semelhantes a Ele; será óbvio que o rosto de todos também brilhará como o sol em volta do seu resplendor. A sua transfiguração foi para demonstrar para alguns dos seus discípulos como havemos de ser. Ali o seu rosto resplandeceu como o sol Mt 17. 2.

“A nossa cidadania, porem está guardado nos céus, de onde esperamos o Senhor Jesus Cristo” Fl 3. 20. Os povos que acreditam em uma mensagem que ensina que os homens morrem, mas as suas almas continuam vivas fora do corpo, precisam saber que se a alma fosse imortal, a doutrina da ressurreição e da transformação não teriam sentido. Veja que tem povo que acredita que têm pessoas no céu desfrutando das bênçãos celestiais. Se fosse como a mensagem diz: A ressurreição e a transformação teriam algum sentido? Responda para você mesmo. Se não tiver a resposta, dê uma olhadinha no tema  Que ali contém todas as respostas.

Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor. (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor. Pois que muito desejamos também ser-lhe agradáveis, quer presentes, quer ausente. Porque todos deverão comparecer ante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo” 2 Co 5. 4 a10.

”Nós os que estamos neste corpo”. Ninguém vai ganhar outro tabernáculo, Paulo disse que: “Isto que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade, e o mortal da imortalidade”, 1 Co 15. 51 a 54. Enquanto Ele não voltar é óbvio que vamos estar ausentes do Senhor e da perfeição. Mas quando Ele voltar o homem justo será revestido de imortalidade de novo. Porque Adão era revestido e perdeu, porque não vigiou e pecou.

Os povos que têm esperança de serem transformados em anjos celestiais e ir morar no céu; tende a anular a promessa Divina a Davi. “Não quebrarei o meu conserto, não alterarei o que saiu dos meus lábios. Uma vez jurei por minha santidade, que não mentirei a Davi. A sua descendência durará para sempre como a lua; é a testemunha fiel no céu” Sl 89. 34 a 37.

E também o Juramento que Deus fez a Abraão, isaque e Jacó de seus descendentes habitar a terra da promessa para sempre. “E o Senhor disse a Abraão: Sai da tua terra, da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E eu farei de ti uma grande nação; e eu te abençoarei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma benção. E eu abençoarei aos que te abençoares, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoares; e serão benditas em ti, todas as famílias da terra” Gn 12. 1 a 3; 17. 1 a 4; 28. 13; 35. 10 a 13; 48. 3, 4.  .

O juramento que Deus fez a Abraão foi de dar a terra a seus descendentes para sempre. E a Davi foi de um de seus descendentes continuarem a monarquia no seu trono na pessoa do Messias o descendente maior de Abraão. Com Ele no Reino estarão também os descendentes espirituais de Abraão, revestidos de imortalidade para poderem viver os mil anos de reinado de Cristo e chegar ao Reino eterno, onde não haverá mais morte Ap 21. 4. Onde as portas da cidade santa imóvel, continuarão abertas de dia e de noite para receber a grande e poderosa nação. Quem tem esperança de subir e morar no céu parece que desconhecem o juramento Divino.

A trajetória da grande nação para o Reino eterno começa no Reino Messiânico. Com uma diferença, entre um Reino do outro. Ou seja, no Reino do Messias haverá morte para quem pecar, no eterno não Ap 22. 4. Lá não haverá mais morte porque antes de Cristo entregar o Reino ao Pai, Ele destruirá a morte 1 Co 15. 26. Lá todos terão direito a água da vida, e a árvore da vida, que os participantes do Reino milenar não terão o privilégio de desfrutarem. A extinção da morte, a presença do rio da vida e da árvore da vida, justifica o motivo de as nações não morrerem mais, a partir do Reino eterno em diante.

Como o tema objetiva esclarecer o reinado do Messias, todos sabem que a vida do homem mal chega aos oitenta anos, ou seja, se Cristo não revestir os seus escolhidos de imortalidade, eles desaparecerão da terra em menos de um século de reinado. E como está prometido que os seus escolhidos reinarão com Ele os mil anos… Será necessário o revestimento de imortalidade para todos os participantes do Reino poderem ter condições de chegar com vida no Reino eterno, onde não haverá mais morte.

Para Ele entregar o Reino a Deus, primeiro é necessário que Ele reine, até colocar todos os inimigos de Deus debaixo de Seus pés 1 Co 15.25. “Ele será grande e será chamado filho do Altíssimo. E o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai” Lc 1.32, 33; At 2. 29, 30; Hb 6. 16 a 18; 2 Sm 7. 12; Sl 89. 34 a 37; 105. 7 a 11; Jr 23. 5; 33. 20 a 22; Mq 5. 2 a 4; Mt 2. 12; Lc 2. 11 a13. No seu primeiro vindo, Jesus não ocupou o trono de Davi seu pai, e não reinou sobre a casa de Jacó Mt 2. 2; Jo 1. 49; 6. 15; Ap 1. 5. Ou seja. Sobre a nação prometida; pois ela ainda não estava completa. Mas na segunda e última vinda, Ele vai ocupar e reinar sobre Ela como os profetas falaram.

No trono de Davi tem um juramento Divino de um sucessor de Davi ocupar o seu trono. Ele tomou a descendência de Davi pela mãe Maria para ter direito de ocupar o trono prometido Lc 1. 30,31; Mt 1. 18.  O trono foi resultado de um firme pacto feito por Deus a Davi.

“Porém a tua casa e o teu trono serão firmados para sempre diante de ti” 2 Sm 7. 16; 1 Cr 22. 8 a 10; 2 Cr 7. 17. O titulo de Rei na significação de suprema autoridade e poder, usa-se a respeito do Altíssimo Sl 10. 16; 47. 7à 11; 1 Tm 1. 17. Mas Jesus também será Rei de reis nos mil anos do seu reinado… Porque ali dentre os seus escolhidos, alguns serão reis, outros sacerdotes e a grande parte serão os súditos do Reino. 

O seu domínio como Rei não será restrito a Israel, ou seja, será sobre pessoas de todas as nações da terra Ap 15. 3,4; 1 Tm 6. 15 a 17. Veio da parte do povo de Israel à vontade de escolherem dentre os homens um varão para ser rei sobre eles. Ao estabelecerem um rei, estabeleceram uma monarquia e rejeitaram a teocracia, ou seja, o governo Divino 1 Sm 8. 5. Isso “não agradou a Samuel”. 1Sm 8. 6.

Mas o Senhor disse a Samuel: “Obedecei à voz do povo, porque não foi a ti que rejeitaram, mas a mim, para que Eu não reine sobre eles” 1 Sm 8. 7. A própria terra é considerada como sendo propriedade Divina Lv 25. 23. “Porque toda terra pertence a mim” Ex 19. 5. Por isso não foi retirado o cuidado de Deus sobre o povo de Israel 1 Sm 12. 22; 1 Rs 6. 13.

A monarquia constituída foi hereditária, e abriu as portas para Ele, Jesus Cristo o Rei maior e legítimo Lc 23. 38; Jo 1. 49; 6. 15; 18. 33, 37, 39; 19. 19; Mt 2. 1,2. Rei maior pelo fato de que no seu Reino Ele será o soberano dos reis da terra Ap 1. 5. E Rei de reis Ap 19. 16. O seu Reino será estabelecido para durar para sempre Ap 11. 15; Dn 7. 14. Pelo fato de que Ele vai entregar o Reino ao Pai e não vai ter fim.

Ao confirmar a “nova aliança”, o objetivo Divino foi aumentar o Reino e fazer crescer o tabernáculo de Deus, ou seja, a casa do Pai que Jesus disse: Que têm muitas moradas em um edifício maior. Trazendo pessoas de todas as nações para fazer o Reino crescer por meio da Igreja que Ele resgatou com seu próprio sangue. Com o surgimento da Igreja, a responsabilidade de levar o evangelho do Reino a todas as nações, Jesus determinou sobre responsabilidade dela Mc Mt 28.19; Mc 16.15; Lc 24.47.

Sobre o Reino sabemos que “é necessário que Ele reine, até que haja colocado todos os inimigos sob seus pés. Quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas o próprio Filho também se sujeitará ao que todas as coisas lhe sujeitou, ou seja, a Deus, o Pai 1 Co 15. 24. Para que “Deus seja tudo em todo” 1 Co 15. 25 a 28. Daí em diante, os salvos terão o retorno do Altíssimo como Rei sobre toda a terra, e de volta um governo teocrático para sempre, como era antes de Israel pedirem um rei 1 Tm 1. 17; 6. 15.

Deus nos dá uma promessa de um Rei, ao afirmar pela palavra dos profetas “Assim diz o Senhor: Se puderes invalidar o meu conserto do dia, e o meu conserto da noite, de tal modo que não haja dia e noite a seu tempo, também se poderá invalidar o meu conserto com Davi, meu servo, para que não tenha filhos que reine no seu trono” Jr 33. 20, 21, 25; 26. Tem povo querendo de todas as maneiras incluir judeus incrédulos e endurecidos que negam o Cristo e o batismo no Reino . E também gentios incrédulos que rejeitam as condições. Ou seja, boa parte da lei.

Quanto aos Judeus incrédulos, a mensagem deles ensina que se converterão após a vinda de Cristo para cumprir a profecia de Zacarias que diz: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naqueles dias dez homens de outras línguas pegarão na orla do vestido de um Judeu dizendo: Iremos convosco, pois sabemos que Deus está convosco” Zc 8. 23. O povo pode ter certeza que dez é um número simbólico e representativo das nações estrangeiras que no futuro se converteriam ao Senhor Jesus Cristo para fazer a nação de Abraão se tornar grande, ou seja, fazer o Reino se tornar abrangente, e não ficar restrito a Israel.

A profecia começou a se cumprir com Cornélio e sua casa. Cornélio era um estrangeiro e os fieis eram os apóstolos, e eram todos judeus. A roupagem aplica-se aos fundamentos que eles colocaram Ef 2. 20; 6. 14; Ap 3. 4,18 Todos os gentios que se convertem ao Senhor e são santificados, se santificam pelos fundamentos que eles colocaram. A roupagem aplica-se para a lei de Deus. Todos os gentios que se tornam filhos de Deus são orientados e doutrinados na Igreja a obedecer à lei de Deus que é a roupagem espiritual dos apóstolos e dos profetas.

Todos podem crer que o contexto teve, e está tendo o seu cumprimento na vida das pessoas estrangeiras que se convertem, se batizam em nome do Senhor Jesus Cristo e aceitam as condições determinada pelo Pai celestial. E as condições são os fundamentos dos apóstolos e dos profetas Ef 2.20. Ou seja, a lei de Deus que Cornélio e os da suam casa aprenderam com os apóstolos e com certeza colocaram em prática.

Todas as pessoas estrangeiras que atualmente se convertem ao Senhor, também são orientadas pela bíblia sagrada a pegar nas vestes espirituais dos profetas e dos apóstolos que é a palavra de Deus. O bom entendedor sabe que não é necessário esperar Jesus voltar para se cumprir os contextos citados.

Porque dez é um número simbólico e representativo das nações estrangeiras que no futuro se converteriam ao Senhor. Nesse caso começou com Cornélio e sua casa. A mensagem que aplica os contextos para dizer: Que Jesus depois de voltar, vai converter pessoas incrédulas para compor o Reino é confusa.

A mensagem ensina que o contexto se cumprirá com judeus sobreviventes a guerra do armagedom se convertendo ao Senhor. É óbvio que sobrará judeus vivos na guerra do armagedon, mas isso não significa conversão ao Senhor. Porque os que escaparem da guerra com vida, com certeza terão que encarar a grande saraivada de granizos, ou seja, uma chuva de pedras vindo do céu da parte de Deus. “A cidade será fendida pelo meio, e o Senhor desabará sobre os homens grande chuva de granizo, com pedras que passam de um talento, e por causa da chuva de pedras, os homens blasfemarão de Deus, porquanto a sua praga será muito grande” Ap 16 19 a 21.

E também terão que encarar a grande ceifa dos anjos. Porque é naquele momento que o “Filho do homem enviará os seus anjos e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que praticam iniqüidades; e os lançarão na fornalha de fogo” Mt 13. 41ª 43. No momento que o grande Rei se manifestar e surpreender os seus inimigos diante dos olhos das nações; com certeza restarão judeus vivos desligados de Cristo e do Batismo da guerra.

Em todas as guerras morrem pessoas do bem e do mal. No armagedom não será diferente, ou seja, será uma guerra humana, até a manifestação de Jesus. “A cidade será tomada e suas casas serão saqueadas, suas mulheres violentadas, a metade da cidade será levada ao cativeiro” Zc 14.2. Como em todas as guerras morrem pessoas do bem e do mal, no armagedom com certeza morrerá bons e ruins. E também sobrarão vivos bons e ruins.

Na guerra morrerá judeus que aceitam o Cristo e são batizados, e judeus incrédulos que negam o Cristo e não são batizados. Ou seja, aqueles que aceitam o Cristo e as condições se morrerem no armagedom, com certeza se levantarão ali mesmo na ressurreição dos justos para reinar com Ele. E aqueles que negam Ele e as condições, com certeza não ressuscitarão. O mesmo aplica-se para os vivos, ou seja, dentre os judeus que negam o Cristo e o Batismo que escaparem com vida da guerra, terão que encarar a saraivada de pedras e a ceifa dos anjos que serão diferentes da guerra do armagedom.

A saraivada de pedras e a grande ceifa serão diferentes do armagedom, porque no armagedom morrerão bons e ruis, e na saraivada e na grande ceifa só cairão os ruins. Ou seja, os de Cristo não cairão ali Sl 91.7. Mas eles com certeza perecerão.

O povo pode acreditar que quando terminar a grande chuva de pedras, e a ceifa dos anjos, dentre os judeus que sobreviveram à guerra, sobrará apenas aqueles que aceitam o Cristo e as condições. Dentre os gentios não será diferente; sobreviverá à grande ceifa aqueles que também aceitam o Cristo e as condições e as colocam em prática.

“Da mesma forma que se junta o joio e queima no fogo, assim será na consumação deste mundo. O filho do homem enviará os seus anjos e eles apanharão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que praticam a iniqüidade, e os lançarão na fornalha de fogo, onde haverá choro e ranger de dentes” Mt 13. 40 a 42.

Como todos podem ver sobrará da grande chuva de pedras e da ceifa dos anjos, os sobreviventes que fizeram como fez o filho pródigo que voltou para a casa do Pai. Ele recebeu um anel no dedo, ou seja, foi selado com o batismo de João em Nome de Jesus Cristo para perdão de pecados. E foram ligados no tabernáculo de Davi que está sendo restaurado com a mensagem da Igreja. O filho pródigo também se aplica para os judeus que aceitam o Cristo e se batizam para arrependimento dos seus pecados.

E também como fez lázaro que representa os gentios que passam pelo mesmo processo, ou seja, pelo batismo. A promessa é para aquele que crer e for batizado.“Quem porem não crer, será condenado Mc 16. 16. Se confessares em tua boca que Jesus Cristo é o Senhor, e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dos mortos serás salvo” Rm 10. 9,10. Do contrário será condenado.

Falando em sobreviventes da guerra, com certeza vai ter sobreviventes com Ele no seu Reinado, mas não se aplica a judeus endurecidos e desligados de Cristo e sem batismo. A mensagem que ensina que vai haver conversões de judeus e gentios incrédulos que negam o Cristo e as condições faz de conta que não entende o que está escrito.

“Como chama de fogo, e tomar vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo” 1 Ts 1. 8. Negar o Cristo significa negar a Deus e desobedecer ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

“Como chama de fogo, e tomar vingança dos que não conhecem a Deus, e não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo” 2 Ts 1. 8. Quem rejeita o Cristo é porque não conhece a Deus. “Aquele que rejeita a mim, rejeita aquele que me enviou” Lc 10.16.

Diante do quadro que a Bíblia apresenta, o povo pode ter certeza que dentre os judeus vivos, permanecerão com Ele no Reino, aqueles que aceitam o Cristo e as condições. Eles sobreviverão também às enormes pedras de granizo, e a grande ceifa dos anjos.

“Mil cairão ao teu lado, e dez mil a tua direita, mas tu não serás atingido” Sl 91. 7. Amensagem vai além e também aplica este contexto para dizer que os judeus sobreviventes a guerra em geral não serão atingidos pela saraivada e pedras e pela grande ceifa. Os judeus que aceitam o Cristo e as condições, com certeza não serão atingidos. Mas os incrédulos que negam o Cristo e as condições com certeza perecerão.

A mensagem tem muitos tropeços na palavra, pois também ensina que os judeus incrédulos ao olharem para o Messias que eles transpassaram se converterão e chorarão amargamente pelo fato de terem rejeitado o Messias. “E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas, e olharão para mim, a quem eles traspassaram, e o prantearão, como alguém que chora por seu único filho, e sentirão muita dor por ele, como a angústia faz parte de uma pessoa, por causa de seu primogênito. Naquele dia grande será o pranto em Jerusalém. E a terra irá chorar família por família sozinha; a família da casa de Davi à parte, e suas esposas sozinhas, a família da casa de Natám à parte, e suas esposas sozinhas. A família da casa de Levi à parte e suas esposas sozinhas; a família de Simei à parte, e suas esposas sozinhas. Todas as demais famílias, separadas por famílias, e suas esposas sozinhas” Zc 12. 10 a 14.

Todos sabem muito bem que no momento da vinda de Cristo, ocorrerá a ressurreição e a transformação dos justos que morreram desde a época de Adão, até a sua vinda. Todos os descendentes justos de Abraão que esperavam o nascimento do Messias e morreram antes de Ele ter sido batizado por João e ter se manifestado a Israel; ressuscitarão na vinda e se farão presentes ali, em função de a ressurreição da vida acontecer na vinda dele, ali no fim do armagedom.

Os israelitas justos que morreram e não sabem da rejeição do povo ao Cristo, ao ressuscitarem e saberem que o Israel que tanto esperou o Messias Ap 12. 1. O rejeitou e o feriu de morte, com certeza chorarão amargamente por Ele como quem chora pelo filho primogênito. A mensagem aplica o choro para os sobreviventes em geral, para dar sentido naquilo que ensina sem sentido algum.

Fazem de conta que não sabem que no momento do choro a ressurreição ocorreu, e entre os salvos estarão homens como Moisés, Abraão, Isaque, Jacó, Davi, Simeão… No momento estarão ali com motivo de sobra para chorarem amargamente. Todos podem acreditar que no momento do choro, não vai estar ali um judeu se quer que neguem o Cristo e o batismo para quaisquer fins.

Todos sabem muito bem que Pilatos deu oportunidades de escolha, quando colocou outro para morrer em seu lugar Mt 27. 17, 21, 23. Escolheram Barrabás e rejeitaram e traspassaram o Messias prometido. No momento da ressurreição eles saberão que os seus descendentes se escandalizaram e rejeitaram, ferindo o Messias de morte e com certeza chorarão amargamente por isso.

O próprio Messias falou: Que haverá menos rigor para Sodoma e Gomorra naquele dia do que para eles. Mt 14. 15; 11. 23, 24; Lc 10. 13, 14. Leia também Lc 17. 29, 30.Parece que não sabem o que está escrito. Se Ele disse que o julgamento dos sodomitas será menos rigoroso: É porque Ele não vai salvar ninguém dos que rejeitam Ele.

Sendo assim o povo pode ter certeza que o choro será de judeus fiéis a Deus, que esperavam o seu nascimento e morreram antes de Ele ter se apresentado a Israel como Rei. O povo pode ver que Simeão “esperava a consolação de Israel. E quando os pais trouxeram o Menino Jesus para fazer com Ele conforme a lei ordenava. Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: Agora, ó Soberano senhor, conforme tua palavra pode despedir em paz o teu servo. Pois meus olhos já viram a tua salvação. Luz para revelação aos gentios e para glória de teu povo Israel” Lc 2. 25 a 32.

Simeão com certeza morreu antes de Jesus ter sido batizado na Igreja, e se manifestado como Rei a Israel. Na ressurreição dos mortos em Cristo, com certeza ele e todos os justos que esperaram e não viram a sua manifestação, estarão ali com motivo de sobra para chorarem amargamente.

O apóstolo Pedro falou que a pedra é preciosa para quem nela crer, de tropeço para aqueles que rejeitam. 1 Pe 2. 6 a 8. Razão pela qual, todos podem crer que o choro que Zacarias profetizou, não pode se cumprir na vida de judeus que se escandalizam e negam Ele e as condições.

Quanto aos gentios incrédulos que a mensagem quer de todas as maneiras colocar no Reino dizendo que eles serão os súditos do Reino: É porque a mensagem ensina que os seus escolhidos serão todos reis e sacerdotes com direito de reinar sobre nações. Ou seja, em função disso a mensagem tenta deixar outra classe de pessoas na terra para os salvos reinar sobre eles, por conta disso gera toda essa confusão.

O povo precisa desconfiar que se a mensagem ensina que todos os escolhidos serão reis e sacerdotes e reinarão sobre nações; será óbvio que a mensagem tem que dar um jeitinho de dizer: Que vai se converter pessoas para fazer o papel de súditos do Reino, e tudo não passa de especulação e desvio dos fatos; porque a mensagem ensina que os súditos não serão transformados, e Cristo não vai deixar ninguém no Reino sem a transformação.

Todos podem ver muito bem que os vencedores vão reinar sobre a terra, e não sobre nações. “E eles cantavam um novo cântico: Digno é você de receber o livro e de abrir os seus selos, pois foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua, povos e nação Ap 5. 9. E para o nosso Deus os constituístes Reis e Sacerdotes e eles reinarão sobre a terra” Ap 5. 10.

Todos podem ver que a Bíblia diz: Que as pessoas que Ele vai escolher para reinar com Ele, reinarão sobre a terra, e não sobre nações. Todos podem ter certeza que não ficará ninguém na terra além dos seus escolhidos. E saber que dentre os seus escolhidos alguns serão reis, outros sacerdotes e a maior parte serão os súditos do Reino. Incluindo as varoas que a mensagem de todas as maneiras tenta colocá-las no Reino como reis e sacerdotes.

Têm um provérbio popular que diz: Que um erro puxa outro erro, ou seja, um abismo puxa outro abismo. É obvio que de uma vez que a mensagem ensina que todos os salvos serão reis e sacerdotes, será óbvio que ela vai ter que dar um jeitinho de colocá-las nas condições de reis e sacerdotes no Reino. Ainda que aqui na trajetória da Igreja a mensagem exclua as varoas de ocupar cargos no governo da Igreja…

Todos devem desconfiar que se Cristo fosse colocar todos os salvos para serem reis e sacerdotes, seria óbvio que as varoas salvas também teriam que ser incluídas como reis e sacerdotes. Já pararam para pensar se Ele fosse colocar todos os salvos desde Adão até a sua vinda para serem reis e sacerdotes, a quantidade de Reis e sacerdotes que teria no Reino, e a quantidade de súditos que Ele teria que converter para compor o Reino? Responda para você mesmo.

Todos podem ter certeza que da mesma forma que Ele fez na trajetória da Igreja, ou seja, Ele escolheu alguns para apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas e outros como pastores e mestres para governo dos membros Ef 4. 11, 12; 1 Co 12. 28. Na sua vinda Ele fará a mesma coisa, ou seja, dentre os vencedores Ele escolherá alguns para reis, outros para sacerdotes, e a maior parte, incluindo as varoas serão os súditos do Reino, e todos serão transformados.

A história Bíblica dos reis de Israel mostra que os reis sempre foram varões. E a historia dos sacerdotes levitas tanto o sumo sacerdote, como os sacerdotes sempre foram varões. Os doze apóstolos também foram varões. O povo pode ter certeza que se fosse para Ele alterar as coisas, Ele teria feito quando enviou os discípulos para as devidas missões Lc 9. 1 a 6.

Os pronomes (eles), ou seja, “eles saíram e foram pelos povoados” Lc 9.6. Dá uma demonstração de que na qualidade de governo, todos eles foram varões. E também a missão dos setenta e dois discípulos Lc 10. 1 a 17. As pessoas que acreditam e aceitam a mensagem e levam em frente, deveriam refletir melhor no que crêem, ou seja, se aqui na trajetória da Igreja a mensagem excluem as varoas de fazer parte do corpo governante, e no Reino Messiânico coloca elas como reis e sacerdotes, evidência que a mensagem é equivocada, e não condiz com aquilo que elespraticam.

Todos sabem muito bem que a mensagem diz: Que os vencedores reinarão sobre as nações. Eu não sei de onde eles foram tirar essa de que os vencedores reinarão sobre nações. A Bíblia diz: Que eles reinarão sobre a terra, e não sobre nações Ap 5. 10. Todos podem ter certeza que é em função de a mensagem dizer que todos os salvos reinarão sobre nações: Que todos os textos e contextos que à Bíblia apresenta nações na terra para os dias do Reino milenar messiânico, a mensagem aplica para os súditos que segundo eles se converterão após a vinda de Cristo e gera essa confusão.

A mensagem ensina que depois da ressurreição e da transformação, os salvos serão levados as condições de anjos celestiais: E segundo a mensagem os súditos do Reino não serão transformados. Eu também não sei de onde eles foram tirar essa de que os súditos não serão transformados. Em função de tudo isso, todos os contextos que apresentam nações na terra para aqueles dias; a mensagem passa a aplicar para a suposta conversão de súditos.

Eu não sei de onde uma mensagem foi tirar essa de que os salvos serão transformados em anjos celestiais depois da transformação; e que os súditos não passarão pela transformação. Todos podem acreditar que todas as pessoas que permanecerem na terra para o Reino milenar passarão pelo revestimento de imortalidade. Sejam elas reis, sacerdotes ou súditos. Todos serão transformados, e ninguém será anjo celestial.

E acreditar que é a mensagem do mundo religioso que acredita que vai pessoas morarem no céu, que ensina que as pessoas serão transformadas em anjos celestiais para fortalecer a idéia, e dar sentido no assunto de que as pessoas vão poder subir e morar lá Mt 22. 30. Agora dizer que vai restar pessoas no Reino de Deus a partir de aquele dia em diante sem elas serem transformadas eu não sei de onde tiraram essa. Será que copiaram da mensagem da torre de vigia?

A mensagem da torre de vigia das chamadas testemunhas de Jeová ensina assim. Ou seja, ensina que os cento e quarenta e quatro mil, são transformados em anjos celestiais e sobem para morar no céu após a morte. E a outra classe reina com Cristo na terra sem a transformação. Tanto é que para eles Cristo está reinando desde 1914, e eles continuam morrendo. Ou seja, não se dão conta de que se Cristo tivesse voltado o sistema de coisas teria mudado e, no entanto não mudou nada, e também ninguém deles desconfia.

Todos podem ter certeza que quanto Jesus disse: Que “na ressurreição, as pessoas não se casam nem são dadas em casamento; mas são como os anjos no céu” Mt 22. 30. Ele respondeu aos caduceus que fizeram a Ele uma pergunta sobre a lei de Moisés. Ou seja, Ele respondeu uma pergunta sobre a lei; e não sobre o estado físico das pessoas depois da ressurreição. Leia o versículo e responda. Onde os saduceus perguntaram a Ele sobre o estado físico das pessoas de depois da ressurreição? Em lugar nenhum; porque eles perguntaram sobre a lei de Moisés sobre o casamento, e tiveram a resposta que queriam.

Todos podem ver que a pergunta dos saduceus foi sobre a lei que Moisés deu sobre casamento; e Jesus não seria tão ingênuo a ponto de dar um desvio e responder sobre o estado físico das pessoas no seu Reino, porque seria perder o seu credito conquistado durante anos de respostas bem pensadas e objetivas Lc 2. 46, 47, 49.

“Mestre, Moisés disse: Se alguém morrer não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva e suscitará descendência ao seu irmão. Ora, havia entre nós sete irmãos: O primeiro, tendo casado, morreu, e não tendo filhos, deixou a sua esposa a seu irmão. A mesma coisa aconteceu com o segundo, até o sétimo. Por fim morreu também o esposo” MT 22. 24 a 27.

Todos podem ver a última frase da pergunta que se trata da lei de Moisés sobre o casamento. Mediante uma pergunta dessa, Jesus se desviar e responder sobre o estado físico das pessoas para depois da ressurreição seria perder o crédito que ele tinha. Todos podem ter certeza que Jesus jamais iria escorregar a ponto de os saduceus perguntarem uma coisa, e Ele responder outra coisa fora daquilo que eles queriam saber. “Portanto, na ressurreição, de qual dos sete ela será esposa, visto que todos a possuíram”? Era de qual deles ela seria esposa que Eles queriam saber. E não o estado físico das pessoas, eles também conheciam as escrituras, e isso eles sabiam muito bem.

O que os saduceus queriam saber era de qual dos sete irmãos ela iria ser esposa depois da ressurreição no seu Reino. E a resposta de Jesus foi que a lei que Moisés deu por causa da dureza do coração dos judeus sobre o casamento e o divórcio não vai ser aplicada no seu Reino. Eu não sei como pode uma mensagem que defende o Reino milenar de Cristo na terra, levar o povo a se perverter e levar para os outros a idéia de as pessoas após a ressurreição e a transformação serem anjos celestiais. E que os súditos do Reino não passarão pelo revestimento de imortalidade.

Todos sabem muito bem que o contexto de Isaias que diz que: “Não haverá ali crianças de poucos dias; nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá aos cem anos; e o pecador de cem anos será amaldiçoado” Is 65. 20. Poderia uma pessoa não passar pelo revestimento de imortalidade, e morrer aos cem anos ainda menino? Se uma pessoa que aqui neste sistema de coisas, chega aos oitenta anos num bagaço; poderia no Reino de Cristo alguém sem ser transformado chagar aos cem anos ainda menino sem o revestimento de imortalidade? É óbvio que não.

Todos podem crer que a vida do homem no Reino milenar Messiânico será sobre condições de obediência aos mandamentos e a lei de Deus, como é neste sistema de coisas. Adão e Eva eram revestidos Sl 8. 5. Pecaram e morreram em função de Deus ter criado um elemento chamado morte Gn 3. 19, 22 a 24. E sabem que a morte só vai ser eliminada no fim do reinado de Cristo. E a Bíblia garante que pessoas dentre as salvas vão se levantar conta Ele no seu reinado. “Eles virão e verão os corpos mortos dos homens que se rebelaram contra mim” Is 66, 24.

De uma coisa todos podem ter certeza. Se pessoas vão se levantar contra Ele serão pessoas que passarem pela transformação. Porque no seu reinado todos serão transformados. Os mil anos será um período de transição de todos as coisas At 3. 21. E se fosse para as pessoas que Ele deixar no Reino não morrer, Ele destruiria a morte no início dos mil anos e não no fim. A diferença dos mil anos de reinado dele è que aqui neste sistema de coisas a pessoa não precisa pecar para morrer. E lá quem não pecar não morrerá.

Exemplo; “Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é diabo e satanás, e o acorrentou por mil anos” Ap 20.2. Se para evitar um desvio maior das nações nos mil anos, Ele vai prender o dragão, não poderia fazer o mesmo com a morte se fosse para uma pessoa transformada não morrer ali? Adão era coroado de glória e de honra, pecou e morreu. Os anjos caídos eram superiores a Adão e também pecaram e vão perecer a pena do fogo eterno.

Deus sabedor de tudo isso com certeza Ele dará um tempo de mil anos para os salvos reinarem Com Cristo e provarem para Deus que são dignos de fazer parte do Reino eterno. Aquele que não vigiar e pecar, não entrará ali. Is 66. 24; Zc 14. 17. Ap 20, 7 a 10.

O reinado deles com Cristo com certeza será condicional, ou seja, não podem fazer o que fizeram Adão e Eva. As pessoas para fazerem parte do Reino eterno, com certeza Deus irá prová-los um pouco mais. E nada melhor do que os mil anos de reinado de Cristo para uma melhor provação dos participantes do Reino eterno. Ele vai coroar as pessoas de glória e de honra para eles terem condições de viverem o reinado de Cristo, e chegarem ao Reino eterno com vida; se vigiarem e não pecarem.

Aquele que não vigiar e pecar com certeza morrerá. Tanto é que a morte vai estar em atividade no Reino messiânico. Com uma diferença. Neste sistema de coisas os justos não pecam e também morrem como morre o ímpio. No Reino de Cristo só morrerá quem pecar. Essa será a grande diferença da transformação. O revestimento dará condições de o homem viver longos anos se não pecar. “Os dias do meu povo será como os dias da árvore” Is 65. 22.

O revestimento de imortalidade será para dar condições de o homem que não pecar nos mil anos não morrer, e chegar ao Reino eterno com vida. Ali sim não haverá mais mortes; não pelo fato de eles serem revestidos, mais pelo fato de que a morte não vai existir ali 1 Co 15. 26. E também pela água da vida, e a árvore da vida que vai ter ali para a saúde deles. Ap 22. 1, 2. Isso justifica o fato de o Senhor Deus no dia em que lançou Adão fora do jardim do Éden, ter colocado querubins para guardar o caminho da árvore da vida Gn 3. 23.

Os povos podem acreditar que só Deus possui a imortalidade da alma 1 Tm 6. 16. E Deus não é ingênuo para fazer o homem imortal incondicionalmente. Ele sabe que se Ele fizer isso Ele vai ter problema. Ele deu prova disso quando colocou anjos guardando o caminho da árvore da vida Gn 3. 3. 24.

Todos podem ver que “o Senhor Deus disse: Eis que o homem é como um de nós conhecedor do bem e do mal. Para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente no pecado” Gn 3. 22. O Senhor Deus o lançou fora do Jardim do Éden. Essa é a razão de a pessoa que pecar nos mil anos morrerem. Para não chegarem ao Reino eterno, comerem da árvore da vida e viverem eternamente no pecado. As pessoas que viverem os mil anos sem pecar, com certeza terão condições de viverem eternamente no Reino eterno, onde não haverá mais morte.

Todos sabem muito bem que para os seus escolhidos reinarem com Ele os mil anos do seu reinado, será necessário eles serem revestidos para poderem viver como os dias da Árvore, ou seja, uma árvore de grande porte vive mais de mil anos.“Porque os dias de meu povo serão como os dias da árvore e meus escolhidos aproveitarão as obras de suas mãos” Is 65. 23. Ou seja, eles não edificarão para que outros habitem, e nem plantarão para que outros comam como acontece com os justos neste sistema de coisas em que “um homem a quem Deus deu riqueza, bens e honra, de maneira que nada lhe falta de tudo quanto ele deseja, contudo Deus não lhe dá poder para daí comer, antes é o desconhecido que come” Ec 6. 2, 12. Ele mal chega aos oitenta anos e morre. Ou seja, tudo o que ele edifica deixa para outros habitarem. A transformação fará a diferença se o homem não pecar. Se pecar morrerá.

Salomão chegou a dizer: Que aqui neste sistema de coisas: Aquilo que o homem edifica não lhe dá prazer em função da curta vida do homem; ainda que ele pratique a justiça. Abraão foi justo e viveu pouco mais de cem anos Gn 26. 5. “Então não tive prazer na vida, porque o trabalho que fiz debaixo do sol me era penoso, pois, tudo é vaidade. Então não tive prazer em todo o trabalho que produzi debaixo do sol, eu o deixarei ao homem que vier depois de mim. E quem sabe se será sábio ou tolo? Todavia, ele se apossará de todo o meu trabalho que trabalhei arduamente, o qual me dedicou habilmente debaixo do sol; também isso é vaidade Ec 2. 17, 18, 19.

Isso equivale a dizer que a mensagem está blefando em dizer: Que os súditos não serão transformados para viverem o reinado de Cristo na qualidade de súditos. Se eles não forem transformados como poderão viver os mil anos? Se o menino morrerá aos cem anos é porque passará pelo processo de revestimento de imortalidade. Do contrário não seria menino aos cem anos. Morrerá se pecar ali. Do contrário não morreria. A outra diferença é que aqui neste sistema de coisas morre crianças de poucos dias, ainda que não peque. Ali no de Cristo não Is 65.20. As coisas caminham para a perfeição. Nos reinos dos homens, os homens morrem ainda que não pequem. No de Cristo só morrerá quem pecar, e no de Deus ninguém morrerá Ap 21. 4. Aleluia por isso.

Todos sabem muito bem que Cristo é semelhante a Moisés Dt 18. 15. E assim como teve gente do povo que se levantou contra Moisés e murmuraram contra Ele Ex 16. 7, 8, 9, 12; Nm 14. 27; 17. 10. Mais para o final de Reino Messiânico vai ter gente murmurando e se levantando contra Jesus Ap 21. 7 a 10.

A mensagem que leva os súditos do Reino para homens não transformados está blefando, porque Cristo não vai levar ninguém para o seu Reino sem a transformação; porque não mudaria em nada, ou seja, Seria perda de tempo, porque poucos viveriam mais de oitenta anos, e a missão dos reis e dos sacerdotes seria fazer enterros de súditos ainda que não pecassem.

A mensagem para fortalecer a idéia de que os súditos não serão transformados, aplica o contexto que diz que: “Satanás sairá a enganar as nações que estão nos quatros cantos da terra”. Ap 20. 7 a 9. E aplicam para os súditos pelo fato de a Bíblia os chamar de nações.

Se pelo fato de a Bíblia os chamar de nações eles serão súditos não transformados; o que dizer do contexto que diz: Que no Reino eterno “as nações andarão em sua luz” Ap 21. 24, 26? Se os de Ap 20. 7. A mensagem aplica para os súditos não transformados pelo fato de a Bíblia os chamar de nações; o mesmo não deveria aplicar para os de Ap 21. 24, 26? Será que não sabem que eles serão nações, pelo fato de as pessoas que vão reinar com Cristo serem de todas as nações? O povo pode crer que as pessoas que formarão as nações do Reino milenar e do eterno, serão os reis, os sacerdotes e os súditos, eles são de todas as nações, e todos serão transformados.

O povo precisa desconfiar e entender que a Bíblia chama as pessoas dos mil anos de reinado de Cristo, e as do Reino eterno de nações; pelo fato de os Reinos serem por toda a terra, e também pelo fato de as pessoas dos Reinos serem de todas as nações e serem os únicos que Ele vai deixar na terra.

“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os motos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos”… 1 Ts 4. 16, 17. O pronome nós, Paulo se refere aos escolhidos e fala também do som da trombeta, da ressurreição, mas não da transformação.

Aos coríntios ele fala do som da trombeta, da ressurreição e da transformação e não diz que vai ter pessoas não transformadas no Reino com cristo. “Em um momento, num piscar de olhos, ao som da última trombeta. Pois ela soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 1 Co 15. 52.

Ele repete o pronome e diz: Nós seremos transformados. Ou seja, se dentre os mortos Paulo diz que apenas os que morreram em Cristo ressuscitarão para o Reino; porque Deus usaria de dois pesos e duas medidas e dentre os vivos levaria os seus escolhidos, Ou seja, os da transformação e mais os súditos. Deus jamais seria injusto a ponto de agir assim para agradar a quem quer que seja, e tapar equívoco de mensagem.

Se Cristo fizer isso, a justiça de Deus com certeza será contestada pelos patriarcas… Pelo fato de os parentes deles que morreram fora da lei não levantar nenhum para o Reino por terem morrido na injustiça. E Ele escorregar e formar o Reino dele de súditos injustos e incrédulos que violam a lei. Imaginem uma mensagem maluca ensinar que os súditos vão se converter após a vinda. Se Cristo vai se deixar ser levado e vai usar de dois pesos e duas medidas para agradar a homens e fazer cumprir mensagens equivocadas.

A mensagem parece que esquece que o Senhor disse: Que naquele dia todo aquele que profana o santo sábado será morto Ex 31. 14, 15. . E também os que comem carne de porco serão consumidos… Is 66. 17. .Como Cristo vai cumprir a palavra de Deus, dentre os homens vivos, vai ficar na terra um remanescente que não profana a lei; mais os mortos no Senhor que ressuscitarão na ressurreição dos justos por obediência a lei. E esse negócio de injustos se convertendo após a vinda é conversa fiada de mensagem que não sabe o que fala.

Voltando a resposta de Jesus para os saduceus todos podem ver que a resposta do mestre foi sobre a lei, e não sobre o estado físico de quem quer que seja para depois da ressurreição. No princípio as pessoas não iam a cartório oficializar casamentos. Tanto é que Ele antes havia respondido aos fariseus uma pergunta sobre a lei do casamento e sobre carta de divórcio.

“Então vieram até ele alguns fariseus para testá-lo, e perguntaram: É permitido ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo”? Mt 19. 8. Vejam que Ele disse: Que no princípio o homem deixava pai e mãe, para se unir a sua mulher Mt 19. 5, 6.Foi assim com Isaque e Jacó… Gn 22. 67; 29. 2, 29… Viveram como marido e mulher sem oficializar casamento em cartório.

No princípio Ele disse que era assim: E com certeza será assim depois da ressurreição. A lei que Moisés deu sobre o casamento, permitindo os israelitas dar cartas de divórcio foi por causa da dureza do coração deles mesmos. Mas Ele respondeu para os saduceus que a lei que Moisés deu foi para o povo da época, e não vai valer para o seu Reino. Pelo menos foi à resposta dele ao saduceus.

Todos podem ver que a lei do casamento e do divórcio, foi exigência do povo para com Moisés. “Perguntaram-lhe: por que mandou Moisés dar carta de divórcio?Vejam a resposta dele. “Por causa da dureza do vosso coração que Moisés permitiu repudiar as vossas mulheres; entretanto do princípio não era assim” Mt 19.8. Se os saduceus perguntaram a Ele sobre a lei de Moisés sobre o casamento, e queriam saber “de qual dos sete ela seria esposa”, depois da ressurreição; teria algum sentido Ele desviar a resposta que eles queriam, e responder sobre o estado físico das pessoas salvas depois da ressurreição? É óbvio que não.

O que os espertinhos querem é justificar os meios de eles dizerem que Jesus levará o povo de Deus para o céu: Aplicam a resposta para afirmar que as pessoas que herdarem a transformação serão anjos celestiais. Deveriam levar a vida espiritual a sério e saber que Ele jamais vai deixar de cumprir o que está escrito nos profetas e nos apóstolos, para agradar a quem quer que seja.

Quem conhece Jesus sabe muito bem que Ele não usava se desviar assim das perguntas de quem quer que fosse. Quem está fazendo isso são mensagens que querem a todo custo colocar as pessoas no céu para poder justificar os meios de a mensagem dizer: Que as pessoas salvas vão virar anjos para morar lá. O mesmo equívoco a mensagem comete ensinando que a alma vive fora do Corpo. Dando um jeitinho de antecipar a ida das pessoas para o céu.

A mensagem faz a mesma coisa com o contexto que Jesus disse que o menor no Reino dos céus será maior do que João batista: Aplicam para dizer que no céu o menor será maior do que João batista. E para dizer que as pessoas depois da ressurreição serão levadas as condições de anjos celestiais, tudo para justificar os meios.

“Em verdade vos digo, entre os nascidos de mulher, não surgiu nenhum maior do que João Batista, mas o menor no Reino dos céus será maior do que ele” Mt 11. 11. Será que Jesus está se referindo que no seu Reino, o menor será maior do que João Batista no sentido de serem anjos celestiais?

Na época que Jesus falou estas palavras, João estava no cárcere Jo 1. 2. E mandou os seus discípulos fazerem algumas perguntas para Jesus que em resposta disse: Que “o menor no Reino do céu será maior do que João”. Todos podem ter certeza que Jesus quis dizer: Que as pessoas depois de transformadas, serão perfeitas como eram Adão e Eva no Éden. E como é Jesus nos dias de hoje.

Os povos que têm esperança de subir acreditam que lá no céu as pessoas serão maiores do que João Batista; porque aprendem com a mensagem que ensina que as pessoas serão transformadas em anjos celestiais. Como pode o menor lá no céu, ser maior do que João batista também lá? Se João batista foi o maior de todos os homens nascidos de mulher, o menor vai ser maior do que ele por quê? Mt 11.11.Responda para você mesmo. Teria algum objetivo à inversão das coisas?

Paulo disse que: Agora “sofremos neste tabernáculo, desejando ser revestido do nosso lugar para viver, que é do céu” 2 Co 5. 2. A transformação é algo que é do céu, mas o homem não é de lá. A transformação levará o homem de volta à perfeição e vai descer de lá, ou seja, a imortalidade está guarda lá para os justos, e aplica-se ao tesouro que os justos acumulam no céu Mt 6. 19, 20; 1 Tm 6.19. Mas nós fomos criados por Deus e colocados aqui. Gn 2. 8; At 17. 26.

Todos sabem muito bem que enquanto Jesus não voltar, continuaremos sofrendo neste corpo corruptível, sujeito a toda sorte de enfermidades e males, desejando ser revestidos de imortalidade que é do céu. Isso significa dizer que a imortalidade da alma será só para depois da ressurreição, por meio da transformação. E ela levará o homem a perfeição, e não a qualidade de anjos celestiais.

Pois também nós, que somos do tabernáculo, sofremos pesadamente, porque não queremos ser despidos, mas revestidos de novo” 2. Co 5. 4. Adão era revestido de imortalidade e morreu por conta do pecado que cometeu. Se Adão era revestido, pecou e morreu; os homens revestidos dos mil anos não podem pecar e nem morrer por quê? Os anjos caídos não pecaram? Ap 12. 9. Eles não foram feitos superior a Adão na sua perfeição? Pecaram e vão ser exterminados. Adão era inferior aos anjos mais era perfeito, pecou e morreu Hb 2. 7. Só porque uma mensagem diz: Que os homens transformados não podem pecar e nem morrer por quê? Responda para você mesmo.

Na nova terra com certeza não haverá mais morte. Mas nos mil anos da restauração de tudo sim. Os homens que não se levantarem contra o Cristo, e não pecarem contra as leis de Deus nos mil anos, e chegarem com vida ao Reino eterno; com certeza não morrerão nunca mais.

Alguns temas doutrinários meus vem esclarecendo que o homem será transformado para não morrerem nunca mais, mas isso é condicionalmente. Aqueles que pecarem no período em que a morte ainda estiver em ação, com certeza morrerá. As pessoas vão ser transformadas para não morrerem mais, condicionalmente se não pecarem. Se o salário do pecado é a morte, valerá por todo o tempo em que a morte existir em ação. Se fosse para o homem não morrer no seu Reino; Cristo a tiraria de ação no seu Reino até o Juízo final.

O homem possuía a imortalidade da alma: Perdeu, e agora deseja ser revestido de novo. Sl 8. 5 a 8. Na vinda de Cristo os justos ressuscitarão e herdarão a imortalidade que Adão e Eva perderam em função do pecado. Chegarão ao Reino eterno se não fazerem o que eles fizeram.

“Se a nossa casa deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício” 2 Co 5. 1. Ou seja, o apóstolo Paulo fez comparação da casa corruptível, ou seja, do nosso corpo perecível e mortal, e comparou com o homem que havemos de ser e disse: Que o corpo dos justos depois da transformação será incomparável com o nosso corpo atual, ou seja, o estado de um homem perecível e de alma mortal, não dá para fazer comparações com o corpo de um justo depois de transformado. Isso dará condições de o homem viver os mil anos sem pecar, se ele for determinado a não pecar. E com certeza as pessoas que chegarão ao Reino eterno não serão poucas.

O corpo mortal é frágil e se desfaz, mas quando os justos alcançarem a imortalidade, eles serão semelhantes o Cristo no presente 1 Jo 3. 2 Fl 3. 11, 12, 21. Somos considerados casas de Deus Mt 24. 45; 1 Tm 3. 15; Hb 3. 5; Nm12. 7; Hb 3. 6.

Se antes da transformação, os justos são considerados casas de Deus! Imaginem depois de transformados? Cristo Jesus foi transfigurado para dar uma demonstração de como serão os homens no seu Reino. “E ali foi transfigurado diante deles, o seu resto resplandeceu como o sol e as suas vestes tornaram-se alvas como a luz” Mt 17. 2; Mc 9. 2; Lc 9. 29. O povo pode ver que o seu rosto brilhou como o sol. “Seu rosto era como o sol, que brilhava em seu resplendor” Ap 1. 16; 10. 1. É disso que o apóstolo Paulo se referiu. Todo aquele que for determinado viverá os mil anos, e chegará ao Reino eterno.

Na época que Jesus falou que o menor no Reino dos céus seria maior do que João: A Igreja ainda não tinha saído da Galiléia . Ou seja, o Reino ainda estava restrito a Israel. João tinha passado pelo nascimento do Espírito, mais ainda estava com o corpo corruptível, ou seja, perecível; e ainda não era manifesto o que João vai ser no Reino de Deus. Se João foi tudo aquilo, e os homens transformados serão maiores do que ele; significa que aquele que pecar e merecedor da morte e não tem do que reclamar.

O que Jesus quis comparar seria pegar o menor na Igreja, ou seja, uma pessoa com menos talentos espiritual do que João Batista levá-lo a transformação do corruptível para a incorruptibilidade e do mortal para a imortalidade, e comparar com João ainda corruptível e perecível para que os seus discípulos pudessem entender como serão as pessoas depois da ressurreição. Ou seja, dizer: Que a pessoa depois de transformada e revestida de imortalidade, será incomparável com a pessoa no corpo perecível e mortal.

Se aqui neste corpo e neste sistema de coisas a alma que pecar morrerá: Quem pecar depois de transformados e perfeitos, e morrer por conta do pecado que cometeu, terá direito de reclamar? Será injustiça da parte de Deus ou de Cristo? Responda para você mesmo e não seja injusto com você.

Ele quis dizer: Que depois de transformadas, as pessoas serão perfeitas como Ele é. “Porque assim como Ele é”; os salvos serão 1 Jo 3. 2. Ele vai fazer parte do Reino e com certeza não vai pecar. E todo aquele que imitá-lo também não vai pecar. Aquele que se deixar ser levado por satanás não terá do que reclamar. O que se pode aprender com isso é que se no Reino milenar os participantes não vão poder relaxar, aqui também não se pode dar trégua para o pecado. O relaxamento todos devem deixar para o Reino eterno.

Todas as pessoas têm possibilidades de chegarem lá se não derem lugar ao diabo. Pedro disse que ele anda rugindo como um leão procurando a quem possa tragar 1 Pe 5. 8. Aquele que vigiar e não der tréguas para ele, com certeza chegará ao Reino eterno, mais não pode relaxar e precisa cuidar com certas mensagens que leva as pessoas a ficarem contra a razão. Os meus temas doutrinários dão várias dicas; sejam atentos a todas elas.

Todos pedem crer que os justos vão ser transformados para não dar lugar ao pecado. “O qual transformará o nosso corpo de nossa humilhação, para assemelhá-lo ao corpo de sua glória, conforme a eficácia do seu poder de sujeitar a si todas as coisas” Fl 3. 21. Jamais Deus sujeitou todas as coisas aos anjos; mas aos homens que vencerem este mundo de trevas Deus vai sujeitar. Somos considerados casas de Deus Mt 24. 45; 1 Tm 3. 15; Hb 3. 5; Nm12.7; Hb 3. 6. Se antes da transformação, os justos são considerados casas de Deus! Imaginem depois de transformados e imortalizados? Com certeza serão homens perfeitos capaz de sujeitar a si todas as coisas. E capazes de não pecar, como pecou Adão.

Todos sabem muito bem que João Batista provou a corrupção e morreu. Jesus estava comparando e dizendo: Que a pessoa depois de transformada do corruptível para a incorruptibilidade, e do mortal para a imortalidade, será maior do que João Batista, ou do que qualquer outro da Igreja fisicamente perecível e mortal.

Jesus quis dizer: Que a diferença é incomparável. E não que no seu Reino terá alguém maior do que o outro, e nem que lá eles serão anjos celestiais. Com certeza Adão antes de Pecar era incomparável com o Adão perecível e mortal depois do pecado, mas não era um anjo celestial, e nem alto suficiente para pecar e não morrerGn 3. 22 a 24. É disso que todos os contextos estão falando.

Voltando nas pessoas que acreditam na mensagem que ensina que todos os salvos serão reis e sacerdotes, eles deveriam desconfiar que se Cristo fosse colocar todos os vencedores para reis e sacerdotes; seria óbvio que Ele teria que dar um jeito de converter os súditos do Reino na vinda.

Como a mensagem ensina que os súditos não vão herdar a imortalidade depois da ressurreição: Fica fácil de a mensagem colocá-los numa posição inferior aos vencedores. E neste sentido todos os contextos que a Bíblia apresenta nações na terra no Reino Messiânico, a mensagem aplica para os súditos sendo regidos pelos vencedores. Todos podem ter certeza que é Cristo que vai reger as nações salvas Ap 12. 5…

E leia o contexto e responda onde o versículo está dizendo que os salvos regerão nações? “Ao vencedor, ao que guardar as minhas obras até o fim, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá” Ap 2. 26, 27. Em nenhum, e nem poderia dizer: Porque o versículo está dizendo que Jesus vai reger as nações que Ele deixar na terra: E as nações aplicam-se para os salvos de todas as nações, pelo fato de eles serem de todas as nações da terra. Todos podem acreditar que eles serão os únicos que Ele deixará na terra a partir de aquele dia em diante. Cristo será o regente; e eles serão as nações regidas.

Eu sou do povo, e leio o contexto e entendo que Jesus está dizendo: Que vai dar poder aos vencedores, para eles sujeitar a si todas as coisas, e vai regê-los com cetro de ferro. E não vejo nada de vencedor regendo nações.

Todos podem ter certeza que os vencedores serão às nações que reinarão com Ele sobre a terra. Ou seja, as pessoas justas de toda a história da humanidade, desde Adão até a sua segunda vinda. Todos que Ele deixar no Reino, reinarão com Ele, sejam eles reis, sacerdotes ou súditos.

Leia o texto e responda: Onde o texto está dizendo que os salvos reinarão sobre nações? “E eles cantavam um novo cântico: És digno de receber o livro e de abrir os seus selos, pois você foi morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo língua, povo e nação. E para o nosso Deus os constituístes reis e sacerdotes, e eles reinarão sobre a terra” Ap 5. 9, 10. Em lugar nenhum. Porque o texto está dizendo: Que eles reinarão sobre a terra, e não sobre nações. Os salvos serão as nações; e Cristo o regente.

Na sua volta Ele vai revestir a todos de imortalidade para dar condições de eles viverem os mil anos com Ele na terra. Eles serão os mansos que Jesus disse: Que herdarão a terra Mt 5. 5; Sl 25. 12, 13; 37. 9, 10, 22, 29, 34; 105. 11; PV 2. 21,22; 10. 30; Is 60.21; 57. 13; At 17. 26 1 Cr 16. 28; Dn 2. 35; 7. 27. E o poder que Cristo vai dar a cada um deles, sobre os ímpios, será o poder sobre natural de sujeitar a si todas as coisas como Deus deu a Adão no princípio. Adão pecou porque foi ingênuo e não vigiou.

Alguém além dos vencedores tem promessa de habitar a terra? Deus prometeu a terra para alguém além daqueles que vencer este mundo de trevas? Não foi para as pessoas que aceitam as condições e colocam em prática que Deus prometeu a terra como habitat para sempre? 1 Cr 16.16 a 18; Sl 105. 8 a 11; Hb 6. 17,18. É óbvio que sim.

São certas picuinhas que a mensagem inventa como as pessoas depois da transformação vão ser transformadas em anjos celestiais, vencedores reger nações, conversão de almas para depois da vinda de Cristo, súditos se convertendo depois da vinda e não serem transformados, todos serem reis e sacerdotes, as pessoas que subirão a Jerusalém adorar o Rei ser os súditos e não os salvos, Judeus incrédulos se convertendo depois da vinda para chorar amargamente, cidade literal imóvel descendo do céu… Que leva o povo a ficar contra a razão.

O povo pode ter certeza que o poder que Jesus vai dar para os vencedores sobre as nações que não obedecem 2 Ts 1. 8. Mq 5. 15. Será no sentido de eles passarem pelo processo de revestimento de imortalidade para reinar com Ele sobre a terra. E as pessoas das nações que não obedecem ao evangelho, não vão receber o poder da imortalidade, e perecerão por conta disso.

Os reis e os sacerdotes serão pessoas que Ele vai separar dentre os salvos para ajudá-lo no governo do Reino, visto que o seu reinado será abrangente. O tema vai comparar com os governos que Deus colocou na Igreja e vos mostrar que com os súditos do Reino não será diferente. “E uns Deus colocou na Igreja primeiramente Apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres” 1 Co 12. 28. Estes formam o corpo governante da Igreja. “Ele deu uns para apóstolos, e outros como profetas, e outros como pastores e mestres Ef 4. 11. Para a preparação dos santos para a obra do ministério” Ef 4. 13.

Estes formam o ministério e governam na Igreja um número ilimitado de membros. Assim será no Reino Messiânico. Os reis e os sacerdotes serão pessoas separadas dentre os salvos para governo das pessoas salvas que vão reinar espalhadas por toda a terra. E os súditos do Reino também serão pessoas dentre os salvos, transformadas e separados para este fim. E o povo pode acreditar que não haverá conversões de pessoas após a vinda. LE acreditar que se os súditos não fossem transformados as varoas estariam perdidas. Como reinariam elas os mil anos de Cristo sem a transformação?

A mensagem aplica também este texto para dizer: Que haverá conversões de almas após a vinda de Cristo para serem súditos. “Todos os limites da Terra se lembrarão e se converterão ao Senhor” Sl 22. 27. Todos podem ter certeza que começou também com Cornélio e os da sua casa, eles foram os primeiros estrangeiros, ou seja, gentios a se converterem ao Senhor Jesus Cristo At 10. 28, 34, 47, 48. O texto já teve, e está tendo o seu comprimento na vida daqueles gentios que se convertem ao Senhor Jesus.

A mensagem para dizer: Que haverá conversões de almas na vinda aplica também este contexto. “todos os que restarem de todas as nações que subirem contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Senhor dos exércitos, o Rei, e celebrar as festas a festa das cabanas” Zc 14. 16. Com certeza o contexto se cumprirá com os seus escolhidos que residirem fora de Jerusalém no Reino milenar, eles subirão de ano em ano ali em Jerusalém adorar o Rei. No governo de Arão era assim. .

Todos podem ter certeza que o profeta Isaias falou que na sua vinda poucos homens restarão na terra: E aplicando para os dias do fim deste sistema de coisas, os homens vivos que Cristo vai deixar na terra, aplicam-se para todos aqueles que aceitam o Senhor Jesus como Salvador e as condições. Mais os justos que serviram a Deus nas suas leis, desde Adão até a sua vinda que dormem no pó da terra, ressuscitarão na vinda e se juntarão aos poucos homens que restarão dentre os vivos para compor o Reino.

Na sua vinda todos os que dormem no pó da terra se levantarão da sepultura para a ressurreição da vida Jo22. 29. A E se juntarão aos poucos homens vivos que remanescerá a catástrofe da saraivada de pedras e a ceifa dos anjos. Para reinar com Ele os mil anos e adorá-lo no seu Reino. Todo aquele que residir fora de Jerusalém, subirão ali em Jerusalém de ano em ano fazer cumprir o contexto Bíblico de Zc 14. 16.

Para que todos possam entender melhor o assunto; Isaias disse que: “A maldição consome a terra, e o povo é culpado. Por isso os moradores da terra serão queimados e poucos homens restarão” Is 24.6. Isaias deixou bem claro que as pessoas que contaminam a terra em função da transgressão da lei perecerão e poucos homens restarão nela. Isaias falou: Que se converterá alguém dentre eles na vinda? É óbvio que não. Nos dias de Noé se converteu alguém? Deus poupou alguém para se súditos de Noé? É óbvio que não e os dias da sua vinda será assimMt 24. 37. Das virgens despreparadas ficará alguém para súditos? Mt 25. 11, 12. Os elaboradores da mensagem parecem que se esqueceram do que a Bíblia diz.

Atualmente o trigo e o joio estão juntos na terra que está bastante contaminada pela ação do homem. Na sua vinda, “dois estarão no campo: Um será tomado, e deixado o outro Mt 24. 40. Duas estarão trabalhando no moinho: Uma será tomada e deixada à outra” Mt 24. 41. Quem restará ali não serão as árvores frutíferas? É obvio que sim Mt 13. 43.

Todos podem ter certeza que restará na terra, os poucos homens que Isaias se referiu, mais as pessoas justas que serviram a Deus nas suas leis, que dormem no pó da terra. Na vinda eles ressuscitarão para reinar com Ele. E como o seu Reino será abrangente a toda a terra, aqueles que residirem fora de Jerusalém, com certeza de ano em ano subirão ali em Jerusalém para fazer cumprir a profecia.

O povo pode ter certeza, que está escrito que aqueles que são contra a lei, serão arrancados da terra e serão queimados MT 13. 41,42. Mt 5. 5; Sl 25. 12, 13; 37. 9, 10, 22, 29, 34; 105. 11; PV 2. 21,22; 10. 30; Is 60.21; 57. 13; At 17. 26 1 Cr 16. 28; Dn 2. 35; 7. 27. E também os judeus que conhecem a lei, e negam o Cristo e o batismo. Quem nega o Cristo nega a Deus Lc 10. 16. E como os anjos serão enviados para colher os incrédulos e queimar, o resto, mais os fiéis que serão ressuscitados, serão as árvores de bons frutos, que ficarão na terra para reinar e adorar o Rei. E todos serão transformados e sabedores que não poderão pecar ali, como pecaram Adão e Eva lá.

Todos podem ver que Jesus ao falar dos bons frutos do seu povo, Ele comparou cada um deles com árvores. Mt 7. 19; 12. 33 E disse: Que as árvores que Ele vai deixar na terra, serão as árvores de bons frutos. Ele disse que naquele dia restarão os melhores, ou seja, as árvores costumadas a dar frutos dignos de arrependimentoMt 7. 19; Lc 3. 9. Todos sabem muito bem que Cristo Jesus vai mandar arrancar o joio da terra e mandar queimar. E como ele vai fazer isso, só as árvores que obedecem as condições serão poupadas.

O ramo que dá bom fruto, Ele disse que deixará na terra para que dê mais frutos Jo 15. 2. Os espertinhos para aplicar o resto para judeus e gentios incrédulos que se converterão após a vinda. Ensinam que a Igreja não pode ser resto. O tema vai esclarecer a todos, que o resto aplica-se aos poucos homens dentre os vivos que Ele poupar com vida no dia da vinda. E são os poucos homens que Isaias disse: Que observam as suas leis.

Aqueles dentre os judeus que negam o Cristo e o batismo, têm frutos dignos de arrependimento? E os frutos de um gentio que nega um ou mais mandamentos é bom? A Bíblia diz: Que não. “Produzir frutos digno de arrependimentos” Luc 3. 8; Mt 3. 2. Se fosse Isaias não diria que eles estão contaminando e poluindo a terra. Se Cristo não voltar em breve, eles destruirão o planeta e os que nele habitam.

Como Cristo voltará em breve, Ele disse: Que só as árvores boas permanecerão nela. E os espertinhos para dar sentido no que pregam, dizem que o trigo não será resto: E aplicam a mensagem para ensinar que vai se converter judeus e gentios incrédulos após a vinda. Judeus incrédulos para se cumprir a restauração de Israel. Dê uma olhadinha no tema , e vejam que a restauração de Israel está se cumprindo com a missão da Igreja. E gentios incrédulos para exercerem o papel de súditos. Dê uma olhadinha também no tema  . que ali contém toda a explicação.

Os povos podem ter certeza que o direito de adorar o Rei de aquele dia em diante, será somente para os mansos que Ele disse: Que herdarão a terra Mt 5. 5. Porque só eles herdarão a incorrupção. E quem não for transformado não vai ficar no Reino. Vocês sabiam que carne e sangue não herdam o Reino de Deus?

Como pode o povo aceitar passivamente uma mensagem que aplica as nações que a Bíblia apresenta na terra para aqueles dias de depois da ressurreição e da transformação para os súditos dizendo: Que eles não vão ser transformados pelo fato de ser resto? Se carne e sangue não herdam o Reino de Deus, os meninos que Isaias disse: Que morrerão com cem anos fazem parte dos transformados Is 65. 2. E as nações que satanás vai seduzir para cercar Jerusalém também serão pessoas que passaram pela transformação, e pecarão por não vigiar Ap 20.7 a10.

Se carne e sangue não herdarão o Reino de Deus, poderão pessoas sem a transformação restar na terra para quaisquer fins no Reino? É óbvio que não. A mensagem aplica o resto para os súditos não transformados; e para as pessoas que subirão adorar o Rei. Se “carne e sangue não pode herdar o Reino de Deus” 1 Co 15. 50. Poderá pessoas sem a transformação restar aqui, e subir lá adorar o Rei? Responda para você mesmo. Se não encontrar respostas dê uma olhadinha no temaO Que as respostas estão todas ali.

Outra coisa que eu não sei, foi de onde eles foram tirar essa de que os súditos do Reino não herdarão a transformação. Se carne e sangue não herdará o Reino de Deus poderá os súditos não ser transformados? As pessoas deveriam se tocar, e não se deixarem ser levados por mensagens assim. Se não mudarem de pensamento, e um dia perecerem não poderá reclamar. Se todo aquele que pratica a mentira ficará de fora do Reino de Deus; quem leva uma mensagem assim em frente, poderá ser julgado como mentiroso e ser condenado por isso.

“Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra” Mt 5. 5. Foi com conhecimento de causa que Jesus falou: Que “os mansos herdarão a terra”. “Qual é o homem que teme ao Senhor? Este ensinará o caminho que deve escolher, sua alma descansará no bem e sua descendência herdará a terra” Sl 25. 12, 13.

“Os céus são os céus do Senhor, mas a terra deu Ele aos filhos dos homens Sl 115. 16. Os humildes herdarão a terra, e se deleitarão em paz abundante Sl 37. 11.Pois, aqueles que são abençoados pelo Senhor herdarão a terra Sl 37. 22. Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” Sl 37. 29. Alguém além deles poderá herdar a terra? Se não herdarão é porque ali todos serão transformados. E como vai gente pecar ali; esse alguém será dentre os transformados. E como a morte nos mil anos estará em ação, quem pecar morrerá.

“Confia no Senhor, e guarda o seu caminho, e Ele te exaltará para herdares a terraSl 37. 34 Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela” Pv 2. 21. “E todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra Is 60. 21.Aquele que confia em mim herdará a terra, e possuirá o meu santo monte” Is 58. 13.

“Eu porém ungi o meu Rei no monte santo em Jerusalém Sl 2. 6. E o Senhor será Rei por toda a terra Zc 12. 9. Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? Mt 2. 2. Não jureis por Jerusalém , por ser a cidade do grande Rei Mt 5. 35. “Jesus, sabendo que estavam para vir com a intenção de proclamarem Rei retirou-se” Jo 6. 15.

Como todos puderam ver, Isaias falou: Que restarão poucos homens na terra, aplica-se para os homens dentre os vivos que herdarão a transformação. Tanto é que ele disse: Que o que está contaminando a terra são os homens que transgridem a lei; e deixou bem claro que eles serão ceifados.

“E a terra é profanada sob a ação de seus habitantes, porque eles transgridem as leis e alteram os decretos. Por isso, a maldição consome a terra e seus habitantes serão castigados; Por isso os seus habitantes serão queimados e poucos homens restarão” Is 24. 5, 6. Se fizermos um levantamento a nível mundial, será constatado que Isaias falou a verdade. E seria constatado que poucos homens obedecem às leis de Deus que contem em Ex 20. 1 a 17… Sem alterações.

O povo pode ter certeza que os salvos serão como a areia do mar. E aplica-se para os homens e mulheres que serão transformados e revestidos de imortalidade na vinda. E ter certeza que os súditos também serão transformados. É por isso que os elaboradores da mensagem levam todas as varoas salvas, para a qualidade de reis e sacerdotes. As varoas podem ter certeza que elas no Reino serão súditas, mas serão transformadas. E saber que uma mensagem que ensina que os súditos não passarão pelo processo de transformação não sabe o que está ensinando.

O apostolo Paulo falou que os justos que dormem no pó da terra, ressuscitarão para se juntarem aos poucos homens que restarão vivos 1 Ts 4. 16, 17. Da catástrofe da saraivada de pedras Ap 16. 21. E da ceifa dos anjos Mt 13. 41, 42. Dê uma olhadinha no tema E verá que dentre os mortos, apenas os justos ressuscitarão e todos passarão pela transformação. A mesma aplicação se faz para os vivos. O pronome nós, ou seja, “depois nós, os que ficarmos vivos seremos transformados”; aplicam-se para todos aqueles dentre os vivos que Ele poupar com vida, e os transformará para reinar com Ele 1 Co 15. 52.

Eles serão as nações que reinarão com Cristo os mil anos na terra. E todos serão súditos do grande Rei Ap 2. 26. 27; 12. 5. E os que residirem fora de Jerusalém subirão de ano em ano ali em Jerusalém para fazer cumprir a palavra falada, e adorar o grande Raí…

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O QUE SÃO AS BOAS NOVAS  ?

        Antes de responder a esta pergunta,devemos compreender de onde vem a frase: BOAS NOVAS.

        O Antigo Testamento chegou-nos em Grego.

        A palavra Grega “Euvangelion” é usualmente traduzida para Português como Evangelho.

        Em Inglês é Gospel.

        A palavra “Euvangelion”,aparece mais de setenta e cinco vezes no Novo Testamento.

        Ainda que seja traduzida “Evangelho” o seu significado e essência é BOAS NOVAS.

        O Novo Testamento fala destas Boas Novas  em várias formas.

        Temos as Boas Novas de Yahoshúa,o Filho de Yahweh:

        “Princípio da Boas Novas de Yahoshúa,o Messias,Filho de Yahweh”.

        (Marcos 1:1).

       “As Boas Novas de Yahweh”.

        (Romanos 1:1).

      “As Boas Novas do Reino de Yahweh”

       (Marcos 1:14).

      “A Luz das Boas Novas da Glória do Messias”.

      (II Coríntios 4:4).

      “Quão formosos os pés dos que anunciam a Paz…”.

      (Romanos 10:15).

       Cada um destes aspectos das Boas Novas tem uma grande importância na Mensagem de Salvação prégada

    no  Novo Testamento.

       “As Boas Novas Eternas” cobre todos os aspectos das Boas Novas que encontramos nas Sagradas Escrituras. Para aqueles que recusam acatar estas Boas Novas  são simplesmente coisa absurda,mas para aquele

que as aceite,para êle são o “Poder de Yahweh em acção para Salvação de todo aquele que crê”.

(Romanos 1:16).

      Êste estudo refere-se,primordialmente,ao aspecto das Boas Novas  proclamadas em Apoc.14:6,7:

      “E vi outro Anjo voar pelo meio do Céu;e tinha as Boas Novas Eternas,para proclamar aos que

habitam sôbre a Terra,e a tôda a nação.e tribo,e língua.e povo.

    7-“Dizendo com grande voz:Temei a Yahweh,e dai-lhe Glória;porque vinda é a hora do Seu Juízo.

       E adorai Aquêle que fêz o Céu,e a Terra,e o mar,e as fontes das águas”.

      Esta mensagem é para tôda a gente como nos declara o vers.6. Não é só para as pessoas religiosas,mas até

para o mais pecador.

      O mais importante do vers.7 é o que diz ao povo:“Temei a Yahweh”,o qual é identificado como Criador.

      A maioria das Versões em Português dizem:”Temei a Deus”,o título Deus é pagão criado pelo homem.

      Como “Deus” é um título pagão que se usa erradamente para substituir o Verdadeiro Nome do Criador,o autor

deste tratado prefere usar o Verdadeiro Nome o nosso Criador: YAHWEH.

      As Sagradas Escrituras revelam o Nome Pessoal do nosso Criador como YAHWEH.

      O Antigo Testamento nos admoesta muitas vezes para “Temer a Yahweh”.

      Os seguintes são apenas uns quantos exemplos:

      “Tema tôda a Terra a Yahweh,temam-no todos moradores do Mundo”.

       (Salmos 33:8).7 

     “Temei a Yahweh,vós,os seus santos,pois não têm falta alguma aquêles que O temem”.

       (Salmos 34:9).

     “Abençoará os que temem a Yahweh,tanto pequenos como grandes”,

     (Salmos 115:13).

     “Não sejas sábio a teus próprios olhos:teme a Yahweh e aparta-te do mal”.

      (Prov.3:7).

    Temor pode expressar-se de duas formas.Pode ser temor de reverência ou temor de mêdo.

    O contexto de Apocalipse 14:7,pode incluir as duas formas de temor mas,realmente refere-se aos temas  de

    mêdo,porque fala da “hora do seu Juízo”.

    Como nos mostra Hebreus 10:30,31;-

    “Minha é a vingança,Eu darei a recompensa,diz Yahweh.E outra vez:Yahweh julgará o Seu Povo.

   31-“Horrenda coisa é cair nas Mãos do Todo-Poderoso Vivo”.

      Amigos,se não querem permanecer no lado do risco de Vingança de Yahweh,devem responder de maneira

apropriada às Boas Novas de Apocalipse 14:7:Comecem a temer a Yahweh como seu Criador.

     Contrários à crença popular,o homem não evoluiu do macaco.

     O homem foi Criado por um Ser Amoroso,o qual tem um grande Plano Mestre de Vida para o homem.

      Talvez nos interroguemos:como posso temer a Yahweh ?

      O Salmista responde:

      “O temor de Yahweh é o princípio de Sabedoria;bom entendimento têm todos os que Lhe

        obedecem; o seu louvor permanece para sempre”.

      (Salmos 111:10).

      Mas depois de conhecer a Yahweh mais intimamente êsse temor se transforma em Amor profundo para Êle.

      Lemos em I João 4:18:

     “No amor não há temor,antes o perfeito amor lança fora o temor;porque o temor tem consigo

       a pena,e o que teme não é perfeito em amor”.

       Devemos ser “aperfeiçoados no Amor”.

       Uma pessoa não pode amar naturalmente,é uma decisão que tomamos conscientemente.

       Quem aprender acêrca de Yahweh mediante a sua Palavra,a Sagrada Escritura,ao saber do grande Amor que

       Yahweh tem para com tôda a gente,começará a amá-Lo e todos os temores se afastam.

      As Boas Novas anunciadas em Apoc.14:7,ensinam-nos claramente que o objectivo da adoração é para

quem “criou o Céu e a Terra,o mar e as fontes das águas”.

       Como a maioria das traduções atribuem a “Criação a Deus” no vers7,e como êste título em geral se aplica

a vários seres,incluindo a Yahweh,ao Seu Filho Yahoshúa,a Satanás,aos homens e aos Anjos,então devemos

esquadrinhar para determinar a verdadeira identidade do Criador

       Vamos ser breves neste estudo.Por agora temos para ler o seguinte:

       “Assim diz Yahweh,teu Redentor,e que te formou desde o ventre:Eu Sou Yahweh que faço todas

       as coisas,que estendo os Céus,e espraio a Terra,por Mim mesmo”.

          (Isaías 44:24).

     “Assim diz Yahweh,o Santo de Israel,Aquêle que o formou:Perguntai-Me as coisas futuras;

demandai-Me acêrca de meus filhos,e acêrca da Obra das Minhas Mãos.

    12-“Eu fiz a Terra,e criei nela o homem:Eu o fiz;as Minhas Mãos estenderam os Céus,e a todos os

seus exércitos dei as Minhas ordens”.

    (Isaías 45:11,12).

     “Porque assim diz Yahweh que tem criado os Céus,o Todo-Poderoso que formou a Terra,e a fêz;

Êle a estabeleceu,NÃO A CRIOU VAZIA,mas a formou que fôsse habitada: Eu Sou Yahweh e não há

outro”.  (Isaías 45:18).

    Se dirigimos a nossa adoração para qualquer outro ser,cometemos idolatria.

    Se glorificamos a qualquer outro ser como criador dos Céus e da Terra,cometemos idolatria.

    Isto inclui glorificar a Yahoshúa,Filho de Yahweh,como se fôsse Êle o Criador.

    Êste é um dos grandes erros da “cristandade”.

    Satanás tem enganado a Igreja e a tem feito dirigir a sua adoração ao Filho de Yahweh,em lugar de ao PAI.

    Satanás sabia que jamais o adorariam a êle,então encobriu o seu engano,fazendo-os adorar outro ser.

    Assim os cristãos mudaram mais facilmente,pensando erradamente que estão fazendo o que é correcto.

    Satanás é o pai da mentira e esta é uma das maiores.

    Não me entenda mal.

    Yahoshúa é verdadeiramente o Filho de Yahweh. Yahoshúa,é o Salvador do Mundo,o Messias. Êle merece

honra,sim,mas  só honra pelo que fêz. Não se lhe pode dar honra como Criador,porque essa honra a merece

o Pai Yahweh. Tampouco se lhe pode dar honra como se Êle fôsse Yahweh,como muitos o fazem.

    O Filho não é o Pai; e Yahoshúa não é Yahweh !

    Por isso devemos temer a Yahweh como Criador.Devemos assim adorá-Lo.-

    Mas João 4:24,diz:

    “Yahweh é Espírito,e importa que os que O adoram O adorem em Espírito e em Verdade”.

    Aqui é que é muito importante acreditar numa doutrina verdadeira.

    Se a nossa doutrina fôr falsa,então a nossa adoração é falsa.

    É proveitoso nós termos o sangue de Yahoshúa para nos limpar dos nossos pecados de ignorância.

    Para um esboço das doutrinas fundamentais da Fé Verdadeira.Uma das mais importantes verdades que dizem

   respeito à adoração de Yahweh é fazê-lo da maneira que Êle sugeriu.

   Yahoshúa,o Messias,disse:

   “Eu Sou o Caminho,e a Verdade e a Vida.Ninguém vem ao Pai senão por Mim”.

    (João 14:6).

   Antes de que um Crente se possa aproximar de Yahweh para a adoração Verdadeira deve primeiro aceitar a

Yahoshúa como seu Salvador Pessoal. Isto inclui que confessar oralmente o Mestre Yahoshúa e aceitar no seu

coração que Yahweh O levantou dos mortos:

   “Se com a tua bôca confessares ao Soberano Yahoshúa,e em teu coração creres que Yahweh O

     ressuscitou dos mortos,serás salvo”  

     (Romanos 10:9)

    Em conclusão,temer a Yahweh é adorá-Lo como Criador,estas são as Boas Novas Eternas. 

    As mesmas se têm prégado desde o princípio e se continuarão a pregar para sempre e o Anjo de Apoc.14:7,

    está meramente, a recordar aos habitantes da Terra o que deviam ter feito,mas nunca fizeram.

    Espero que o leitor aceite estas Boas Novas porque são verdadeiramente poderosas e capaz de mudar vidas

    E SER A SUA SALVAÇÃO.

    Amigos,como diz Apocalipse 14;:6,esta Mensagem das Boas Novas Eternas é para todos,porque vivem

    na Terra !

    Lamentavelmente,uma grande maioria da Humanidade não tem,nem a remota ideia do que são as Boas Novas

Eternas e o pior ainda é que aqueles que pretendem saber em que consistem têm uma ideia bastante distorcida.

   Tenho esperança de que,uma vez que hajam examinado estas passagens na sua Bíblia,adquiram mais

conhecimento acêrca dos motivos que o seu Criador quer que vocês recebam e que possam reagir de maneira

apropriada. Aproximem-se e  leiam sôbre as doutrinas da Sagrada Escritura,como podem ser os Nomes Sagrados,

o Sábado,as Festas Santas de Yahweh,as normas dietéticas,a pre-existência,etc.etc.

    Investigue se a Trindade é realmente Verdade.E Quem é o Verdadeiro Todo-Poderoso.

    “E guiarei os cegos por Um Caminho que nunca conheceram,fá-los-ei caminhar por veredas que

não conheceram;tornarei as trevas em Luz perante êles,e as coisas tortas farei direitas. Essas

coisas lhes farei,e nunca os desampararei”.

    (Isaías 42:16)

   Neste estudo usamos os Nomes do Pai Celestial Yahweh e do Seu Filho Yahoshúa,o Messias.

   Os Escribas,supersticiosos e os tradutores das Sagradas Escrituras,equivocados,eliminaram estes Nomes que

são os Verdadeiros e  substituíram-nos por títulos como “Deus”,”Senhor”, “Adonai”.

   O Nome Sagrado é fácil de demonstrar e as melhores Enciclopédias e Dicionários Bíblicos,o explicam sob os

   títulos como “Yahweh”, “Jehovah”, “Deus” ou  “Tetragrama”.

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O QUE É UNÇÃO

INTRODUÇÃO: Muito se fala em unção, mas a unção é uma realidade da Igreja de Deus. Pois sem a unção ninguém pode fazer a obra de Deus. Muitos têm tentado fazer sem a unção, mas é uma tentativa humana, cheia de sabedoria humana não vai para frente. Mas vamos lá o que é unção? È a autoridade , é a capacidade sobrenatural de Deus para o homem fazer a obra.

Vemos no Velho Testamento, quando Deus escolhia alguém para reinar, Deus ungia, ou seja Deus autorizava e capacitava o homem para reinar. I Sm. 10: 1; 6 e 7.

A unção de Deus ao contrário do que muitos pensam não é dom espiritual, como já vimos é a autoridade e capacidade sobrenatural para o homem. E esta autoridade e capacidade não podem ser compradas, e também não é dada segundo as aparências. At. 8: 15 a 20; I Sm.16: 1 a 17. Observe o que Pedro fala Dom de Deus e não Dom do Espírito.

Porque podemos dizer com certeza, que dons não são unção, ou seja unção e dons são diferentes.Porque unção é ´para fazer a obra, e os dons são membros do corpo ou melhor dizendo é parte da igreja. E com a unção o homem pode abrir igrejas, fazer grandes avivamentos, ou dar coisas a outros que somente Deus daria. At. 8: 17. Por isso unção é a autoridade e capacidade sobrenatural de Deus para o homem fazer a obra. I Co. 12: 1 a 27; At. 10: 37 a 38.

A unção de Deus vem muitas vezes dos dons naturais que o homem tem. Ex: Musico; ele recebe a autoridade e a capacidade sobrenatural (unção) de Deus, ele vai fazer musicas que vão servir para louvor e adoração a Deus. I Cr. 15: 16.

Muitos falam de levitas, mas levita não é um dom e muito menos ministério das igrejas de hoje. Levitas eram os descendentes da Tribo de Levi, que foram separados para ocupar o sacerdócio.Dt.10: 8 e 9; Nm.1: 47 a 53: Ez. 44: 15; Ez. 18: 1. Se os músicos são levitas, os evangelistas são da tribo de Judá (judaízas) Jesus.

Na verdade os levitas eram usados no sacerdócio, mas para nós o sacerdócio foi ocupado por Jesus. Ele é o sacerdote o oferta o sacrifício. Hb. 5: 5 e 6; Hb. 7: 17 a 21.

Portanto este caminho da adoração em nosso tempo é para todos. Hb. 10: 19 a 21.

­­ A unção é para todos que quiser e buscar, se um homem sabe pregar e ele receber a unção vai pregar com ousadia. At. 4: 13, e 29 30 e 31.

O homem recebe o chamado para a obra, mas ele vai ter que buscar unção (como já vimos autoridade e capacidade sobrenatural), porque se não ele não vai conseguir, mesmo sendo chamado. Mt. 22: 1 a 14.

­­Não adianta o homem estudar, fazer teologia, ser fiel a denominações ou ministérios, apegado as placas de igrejas, nada disso é suficiente para o homem receber a unção de Deus. Ec. 12: 12 a 14.

A unção de Deus é dada pelo próprio Deus. Deus observa o homem e busca determinada qualidade nele, que venha  a agrada-lo. Por exemplo Davi. At. 13: 22.

FIDELIDADE é uma qualidade para ser ungido I Sm. 22: 14; Sl. 101: 6; Pv. 28: 20; Mt. 24: 45 e 46.
CORAÇÃO INTEGRO, servir a Deus voluntariamente, ou seja sem interesse. I Cr. 28: 9 e 10
VERDADEIRO ADORADOR Adorar a Deus de todo o coração. Jõ. 4: 21 a 24.
CORAÇÃO JUSTO E RETO II Sm. 23: 1 a 4.

Falam de unção do profundo sono, do sopro, do dente de ouro, do riso e outras unções nada disso tem base Bíblica . A única coisa que a Bíblia fala disso está neste versículo. I Tm. 4: 1.

Pr. Ev. Sérgio Lopes

Tags: O que é cair no Espírito?

O que é cair no Espírito?

Cair no Espírito é um fenômeno que ocorre nas igrejas pentecostais. Supostamente o que acontece é quando um cristão é tão impactado pelo Espírito Santo que ele ou ela cai no chão e fica incapacitado por um tempo. Se é ou não um fenômeno legítimo não podemos determinar. Há registros de tais ocorrências em todos os tipos de igrejas ao longo dos últimos cem anos, mas se este é ou não um ato de Deus ou puro emocionalismo, não podemos dizer com certeza.

Normalmente, cair no espírito ocorre em um culto na igreja depois de um período de cânticos e pregação onde a congregação é, aparentemente, levada a um lugar de fervor emocional. O povo vem para a frente para receber uma bênção especial, muitas vezes com o propósito expresso de cair no espírito. O pregador então toca a pessoa que cai para trás, e é pego pelos participantes ou diáconos que estão lá para evitar ferimentos resultantes da queda.

Sem dúvida há pessoas que estão tão emocionalmente prontas para qualquer experiência espiritual que elas podem convencer a si mesmas que estão caindo no espírito e eles caem na primeira fila dado por um pregador. Isto é especialmente provável em um culto na igreja concebido para aumentar o nível emocional dos participantes.

É real? Não podemos dizer de qualquer maneira. Certamente há ocorrências falsas, mas é certamente possível que o Espírito Santo pode vir sobre uma pessoa com tal força que a pessoa cai. Mas, biblicamente, tais ocorrências são de cair para frente e são acompanhados com prostração humilde.
Gênesis 17:3, “Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo”.
Números 16:20-22: “Então disse o senhor a Moisés e a Arão: Apartai-vos do meio desta congregação, para que eu, num momento, os possa consumir. Mas eles caíram com os rostos em terra, e disseram: Ó Deus, Deus dos espíritos de toda a carne, pecará um só homem, e indignar-te-ás tu contra toda esta congregação?”
1 Reis 18:39, “Quando o povo viu isto, prostraram-se todos com o rosto em terra e disseram: O senhor é Deus! O Senhor é Deus!”.
Apocalipse 1:17-18: “Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último, e o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do hades”

Devemos sempre usar a Bíblia ao tentar verificar se algo que está ocorrendo na igreja é bíblico. Vemos nas Escrituras que sempre que a presença de Deus vem sobre uma pessoa, a pessoa se humilha a tal grau que ela inclina a cabeça para baixo e muitas vezes se prostra. Isto não é o mesmo que participar de um culto emocional que as pessoas são conduzidas a um nível elevado de excitação, sendo então chamadas a frente para receber uma “bênção especial”, e o pregador toca sua testa para que você possa cair para trás.

Devemos ser muito cautelosos, por três razões.

Primeiro, não queremos menosprezar o movimento real do Espírito Santo. É certamente possível que a presença de Deus pode derrubar uma pessoa.

Segundo, nós não queremos substituir a presença de Deus com emocionalismo.

Em terceiro lugar, devemos considerar os incrédulos. Nós não queremos faze-los tropeçar com comportamentos que podem ser nada mais do que explosões emocionais.

Pr. Aldenir Araújo

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“O QUE DEUS ESPERA DOS QUE SÃO SEUS”
Texto Base: Deuteronômio 10. 12 – 22. (Ler o Texto por completo).
Introdução: O segundo discurso de Moisés termina com um apelo “para que se faça tudo quanto Deus requer”. Há um apelo à completa devoção baseada na grandeza do Deus de Israel, um apelo ao amor e à obediência, baseado na disciplina de Deus, demonstrada no Egito e no deserto (11.1-7), um apelo à obediência baseado nas bênçãos que Israel receberia se este permanecesse fiel (11.8-17), e à exortação para que usassem vários meios, para se lembrarem das palavras de Deus; baseadas na promessa de vitória (11.18-25). Finalmente, o discurso termina com um apelo baseado nas duas únicas alternativas com que Israel se defrontava, uma benção ou uma maldição (26-32).
I) O SENHOR TEM DIREITO SOBRE ELES COMO:
a- Criador, pois Ele os sustenta…………………………….. V.14 e Sl 24. 1
b- Redentor, que se inclinou a eles no Egito………………. Vv. 15 e 21.
c- Senhor, pois os comprou e devem adorá-Lo…………… Mt 4. 10
d- Abençoador, que os abençoa ricamente……………….. V. 22
II) QUAIS SÃO AS REIVINDICAÇÕES DE DEUS?
a- Temor à Deus, como de criança…………………………… V. 12
b- Andar nos caminhos Dele…………………………………… V. 12 e Cl 1.10
c- Amá-Lo de todo coração…………………………………… V. 12
d- Servi-Lo com entrega total………………………………… V. 12 e 1º Ts 1.9
e- Provar seu amor amando aos outros……………………… V. 19 e Êx 23. 9
f- Dirigir nossa confiança somente a Deus…………………… V. 20 e Sl 57. 7
Dt 10.12-22 = Bíblia Parafraseada:
12,13 – E agora, ó Israel, que é que o Senhor requer de você? Somente isto: que você respeite e ame ao Senhor nosso Deus – andando pelos caminhos que Ele indica, servindo ao Senhor nosso Deus de todo o coração e de toda a alma, e guardando os mandamentos que em, nome dele ordeno hoje – para o bem de vocês.
14,15 – Pense nisto:: Toda a terra e o mais alto céu pertencem ao Senhor nosso Deus. Contudo, o Senhor amou tanto os nossos pais e teve tanta afeição pôr eles que – dentre todos os povos – escolheu vocês filhos deles, como é evidente hoje!
16 – Portanto, cada um trate de limpar o seu coração pecador e deixe a sua teimosia!
17-19 – O Senhor nosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores. Ele é o Deus grande, poderoso e terrível, que não é parcial e não se vende a ninguém! Ele faz justiça aos órfãos e às viúvas. Ele ama os estrangeiros e dá alimento e roupa a eles. Amem também os estrangeiros, pois vocês foram estrangeiros na terra do Egito.
20 – Ó Israel! Você deve temer o Senhor nosso Deus, dar culto a Ele, ficar apegado a Ele, e só usar o nome dele para dar peso e valor às promessas que você fizer.
21 – Ele é a sua canção de louvor e o seu Deus. Foi Ele que fez os gloriosos e impressionantes milagres que vocês tem visto.
22 – Quando os nossos avós desceram ao Egito, eram apenas setenta pessoas; mas agora o Senhor nosso Deus dez com que virassem multidão, tantos como as estrelas do céu!
Sl 24. l – A Terra pertence ao Senhor! Tudo que há no mundo, gente, animais, plantas, tudo enfim, pertence a Ele.
Mt 4.10 – “Saia daqui, Satanás”, disse-lhe Jesus, “As Escrituras ordenam: ‘Adore somente ao Senhor Deus. Obedeça somente a Ele”.
Cl 1.10 – … a fim de que a maneira de vocês viverem sempre agrade ao Senhor e O glorifique, para que vocês sempre façam pelos outros coisas boas e agradáveis, aprendendo em todo o tempo a conhecer a Deus cada vez melhor.
1º Ts 1. 9 – Porque eles é que estão sempre nos falando da excelente acolhida que vocês nos deram, e como se voltaram dos seus ídolos para Deus, de tal maneira que agora só o Deus vivo e verdadeiro é o senhor de vocês.
Êx 23. 9 – Volto a dizer: Não explores o estrangeiro. Sim, israelitas! Vocês bem sabem o que sente um estrangeiro. Pois vocês foram estrangeiros no Egito!
Sl 57. 7 – Meu coração está tranqüilo e confiante, ó Deus! Cantarei louvores e hinos a Ti!

Pr. Paulo Ludwig Batista
Camboriu-SC

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