A BÊNÇÃO DE PERMANECER EM DEUS
A BÊNÇÃO DE PERMANECER EM DEUS
Devemos permanecer no Senhor para que possamos realizar as proezas que Ele prometeu.
Aquele que está em Deus pode fazer proezas em todas as oportunidades, mas quem é somente “freqüentador” de igreja, tentando enganar os outros e a si mesmo de que está bem espiritualmente, só realiza tolices. As possibilidades para a pessoa que se envolve completamente com o Senhor são ilimitadas, assim como Ele é ilimitado.
(Sl 60:12 [JFA-RC(Br)]) Em Deus faremos proezas; porque ele é que pisará os nossos inimigos.
O DEUS DO PASSADO É O DEUS DO PRESENTE
Josué nunca ouviu de quem quer que fosse que ele poderia parar o Sistema Solar, mas, por estar no Senhor, quando orou, pedindo-Lhe que fizesse alguma coisa para ajudar o exercito israelita na batalha – pois a noite estava chegando e, nela, os inimigos iriam reagrupar-se –, sentiu que devia fazer algo. Em seu espírito, entendeu que podia das uma ordem ao Sol e à Lua, os quais lhe obedeceriam. O resultado foi que a noite demorou quase mais um dia a chegar (Js 10:13 [JFA-RA(Br)]) E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no livro de Jasar? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro.
Abraão, com 318 servos nascidos em sua casa, venceu uma confederação de quatro exércitos (Gn 14:14 [NVI(Br)]) Quando Abrão ouviu que seu parente fora levado prisioneiro, mandou convocar os trezentos e dezoito homens treinados, nascidos em sua casa, e saiu em perseguição aos inimigos até Dã. (Gn 14:15 [NVI(Br)]) Atacou-os durante a noite em grupos, e assim os derrotou, perseguindo-os até Hobá, ao norte de Damasco. (Gn 14:16 [NVI(Br)]) Recuperou todos os bens e trouxe de volta seu parente Ló com tudo o que possuía, juntamente com as mulheres e o restante dos prisioneiros.! Assim também sucedeu a Moisés, Davi, Elias e os demais que, firmados em Deus, fizeram proezas.
Com você seria diferente? Será que o Altíssimo só usou aquelas pessoas no passado, mas, hoje, mudou Seus planos e Seu modo de agir? Nós também, estando nEle, faremos proezas! Por que as realizaremos? Porque o Senhor nos garante que Ele mesmo pisará os nossos inimigos.
AS VITÓRIAS DO PASSADO TAMBÉM SÃO POSSÍVEIS NO PRESENTE
Aqueles que se levantam contra a nossa saúde, felicidade no lar, prosperidade, enfim, o nosso bem-estar, são nossos inimigos.
Agora mesmo já estão desesperados, pois o que lhes acontecerá porque você descobriu essa verdade; eles temem ser pisados pelo próprio Deus, O Onipotente, que tem todo o poder e irá esmagá-los completamente, reduzindo a nada a ação deles em sua vida.
(At 3:6-8 [NVI(Br)]) mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande”. 7 Segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se, e imediatamente os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8 E de um salto pôs-se de pé e começou a andar. Depois entrou com eles no pátio do templo, andando, saltando e louvando a Deus.
Conclusão
Se algum pecado separou você do Senhor, vá agora ao altar da graça e peça perdão, conserte-se decididamente e faça proezas com a autoridade que Deus lhe dá.
Deixe a derrota, levante a cabeça, estufe o peito, endireite a sua postura e determine que, em Nome de Jesus, sua vitoria é certa. Neste instante, todo o poder divino está esperando apenas sua atitude para entrar em operação.
RRSoares
Em Cristo
Marcos Ferreira
Tags:Deus
A BÊNÇÃO DE ANDAR COM DEUS
A BÊNÇÃO DE ANDAR COM DEUS
Texto-base: Mateus 8.8
Quanto mais uma pessoa se chega a Deus, mais indigna ela se
sente, pois, ao conhecer o Senhor, aprende que a sua justiça é como trapo de imundícia (Is 64.6). Aquele centurião – que, provavelmente, durante muito tempo, temia o Todo-Poderoso, orava e dava esmolas e ofertas – declarou-se indigno de receber o Deus eterno debaixo de seu teto. A maioria das pessoas, no entanto, pensa diferente: elas gostariam que Jesus estivesse com elas aonde quer que fossem. Mas como Ele pode caminhar com alguém que vive em pecado?
E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado sarará.
Mateus 8.8
1 – ANDAR COM DEUS NOS MOSTRA QUEM SOMOS DE VERDADE
• Aquele que anda distante de Deus não consegue enxergar as próprias falhas; mas, normalmente, vê os erros de todas as pessoas e, se dependesse dele, elas deveriam ser arrancadas da face da Terra. Porém, ao andarmos perto do Altíssimo, conseguiremos ver-nos e confessar a nossa indignidade, como, por exemplo, fez o profeta Isaías. Quando viu o Senhor, ele gritou apavorado, dizendo que era um homem de lábios impuros e iria perecer, pois seus olhos tinham visto o Rei da glória (Is 6.1-5).
• Quem se vê como uma pessoa certa, justa e reta precisa conhecer a Verdade (Pv 30.12), pois, quando a Luz eterna brilha em nós, descobrimos quão maus temos sido. Até então, não existiam pessoas melhores do que nós, mas, ao provarmos da misericórdia e da graça de Deus, conseguimos dar o verdadeiro valor aos outros.
2 – ANDAR COM O SENHOR NOS MOSTRA QUEM DEUS É DE VERDADE
• O centurião romano era temente a Deus. Ele vivia jejuando, orando, e tudo o que era seu pertencia também aos outros. Por isso, quando pediu ajuda divina, teve a resposta: o Senhor iria, pessoalmente, resolver seu problema. Então, surpreso com a decisão de Jesus, ele mostrou o que tinha no coração: a verda- deira fé. Quem, de fato, agrada ao Pai será agradado por Ele. O Altíssimo sempre surpreenderá a pessoa que caminha em Sua luz e confia nEle de todo o coração, mesmo que, às vezes, a decisão dEle seja tão grande, que ela não se sinta merecedora de tal tratamento.
• Quantos têm orado e pedido ao Pai que vá com eles para resolver um problema familiar, financeiro, de saúde e tantos outros. No entanto, de que forma Ele atenderia a seus pedidos, se eles só vivem olhando para o que não serve, pensando no que é errado e pecando? Dois só andam juntos se houver mútuo acordo (Am 3.3).
Conclusão
• O melhor dessa vida é andar com Deus. Enoque, o sétimo depois de Adão, provou isso. Ele andou com o Altíssimo, e ninguém o viu mais, pois o Senhor para Si o tomou (Gn 5.24).
• Da mesma forma, irmão, esforce-se para cumprir o que a Palavra tem falado ao seu coração. Não se venda ao pecado nem deixe o maligno roubar-lhe as grandes surpresas que o Senhor tem para você.
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Postado por EVANGELISTA OTONIEL De ALMEIDA
Tags:ANDAR
A Benção da obediência
A benção da obediência
Texto: (Js. 1:7-9)
Introdução
Quando falamos sobre obediência, estamos pontuando o principal condicionamento para que sejamos vitoriosos em todas as áreas de nossa vida. Deus prometeu a Josué, que ele faria o seu povo herdar a terra. Mas para isso, foi necessário que ele fosse um homem fiel e obediente a Palavra do Senhor. Josué precisava conquistar. Para conquistar é preciso primeiro obedecer. Este é um grande desafio para as pessoas. Um princípio criado por Deus para que caminhemos debaixo de Sua benção. O Senhor Jesus deu o exemplo maior de obediência e abnegação, se tornando homem, servo. Para cumprir um propósito de conquista do Pai (Fl. 2:3-16). Através da obediência o Senhor Jesus teve um resultado extraordinário de conquista: vidas salvas, que antes estavam caminhando para a morte eterna, para o inferno, por causa do pecado. A obediência trás a unção de conquista (Is. 1:19). Quem não é obediente não prospera, não cresce, não avança, fica estagnado espiritualmente. Tudo para. A soberba entra. Pois a desobediência é alimento para os espíritos malignos atuarem.
Desenvolvimento
Onde entra a desobediência, principalmente contra a Palavra de Deus, entra a maldição (Gn. 3:17-19). Adão trouxe o aprisionamento do homem à maldição, quando desobedeceu ao Senhor (Rm. 3:12-14). Todos que procuram caminhar em direção à desobediência se perdem no caminho. Não há ninguém que tenha conseguido êxito em desobediência (Dt. 28:15-20). As maldições da lei alcançam àqueles que caminham em desobediência. Por esta razão, devemos estar dispostos a obedecer. Obedecer a Deus e a Sua Palavra. Obedecer aos líderes e suas orientações, sempre que estiverem na Palavra. Obedecer aos pais, enfim, todas as autoridades. Se quisermos receber as bênçãos que Jesus conquistou na cruz por nós, precisamos nos dispor para obedecer (Gl. 3:13-14). Todos devem estar debaixo da cobertura de um líder que tenha uma visão de Deus bem definida. Que traga a unção da obediência, que saiba ouvir e obedecer ao Espírito Santo. Não significa um aprisionamento. Deus estabeleceu para o homem o livre arbítrio. As pessoas identificam a vontade soberana de Deus e a vontade permissiva. Sabem muitas vezes o que tem que fazer, qual é a vontade soberana de Deus (pois essa fala no espírito) e escolhem ir para a direção que o Senhor tem para eles. Outros, no entanto, se aprisionam, (mesmo ouvindo a voz de Deus no espírito), decidem ficar nos seus próprios projetos, na vontade permissiva de Deus, se contrapondo a obedecer ao projeto soberano do Senhor em suas vidas. Sempre que alguém mergulha na obediência do que Deus fala no espírito, o sucesso está à porta. Pois Deus só respalda, aqueles que sabem ouvir à Sua voz e a obedecem.
A ação do Espírito Santo levou homens como Paulo, Estevão, Pedro, a serem obedientes até a morte. Há um decreto de vitória para os que andam segundo a Palavra. Não na desobediência da sua carne, olhando as circunstâncias, não mediante a sua religiosidade ou tradicionalismo. Mas segundo o poder de Deus que em nós habita. Somos levados a níveis de conquista em diversas áreas da vida: emocional, financeira, material, física, espiritual, quando somos “batizados” com a obediência. Se você é fiel a Deus em suas ofertas e dízimos, não há como a benção não te alcançar. Se você se santifica, ora, jejua, permite que seu caráter seja transformado, já é mais que vencedor. É herdeiro das bênçãos conquistadas no Calvário! Cristo em nós é a esperança da Glória!
Conclusão
Quando a Igreja caminha sem se importar com que os homens irão achar ou falar, quando estamos olhando para o alvo da soberana vocação que está em Cristo Jesus, avançamos, avançamos e avançamos! Não importa o que falem de você meu irmão, o que importa é você adorar e servir ao Pai, buscando e amando os perdidos. Se os religiosos preferem obedecer aos homens que a Deus, como em Atos Pedro afirmou, deixe-os e prossiga em obediência ao que o Espírito tem dito à Igreja (At. 4:14-22). Deixa o ABCD da religião, da tradição, da hipocrisia. Entra hoje no OBDC do Pai! Muda a sua história meu amado (a). Seja imerso no Rio de misericórdia e no chuveiro de graça. Deus te prepara para um nível novo do Seu sobrenatural. Obedeça. Faça discípulos, pregue a Palavra, cure os enfermos, expulse os demônios, limpe os leprosos, ressuscite os mortos, de graça receba e de graça dê. Esta é a ordem de Jesus. Nunca deixe de agradar ao Pai com a sua obediência. Seja um vencedor!
Pense:
– Em quais áreas de sua vida você não conseguiu ainda obedecer ao Pai ?
– Você tem obedecido ao Espírito Santo ou aos homens ?
– Você entende que a obediência trás a benção em todas as áreas da nossa vida ?
Pr Evanildo Cardoso Nascimento
Ministério Rhema Shammah
Escrito por: Pr. Evanildo Cardoso
Tags:Obediencia
A batalha é de Yahweh
A batalha é de Yahweh
Texto: I Samuel 17:1-54
Introdução
I. Um resumo da história de Davi e Golias (1 Samuel 17:1-54).
A. O desafio de Golias (1 Samuel 17:1-11).
1. Mais uma vez Israel e os Filisteus estavam em guerra (1 Samuel 17:1-3).
2. Nessa ocasião, a batalha acontecia mais para o sul em terras pertencentes à tribo de Judá.
3. O conflito chegou a um impasse quando um campeão, Golias, saiu para desafiar os exércitos de Israel (1 Samuel 17:4-11).
a) Golias tinha mais de 2 metros e meio de altura.
b) Sua couraça pesava quase 80 quilos.
c) A ponta da sua lança pesava mais de 7 quilos.
4. No início, nenhum campeão foi encontrado no acampamento de Saul.
B. Davi ouve o desafio de Golias (1 Samuel 17:12-27).
1. Quando Saul foi para a batalha, Davi voltou para casa de seu pai.
2. Desde que os três filhos mais velhos de Jessé estavam no exército de Saul, Jessé enviou Davi à batalha para saber sobre o bem-estar de seus filhos, enquanto estava nesta missão Davi ouve o desafio de Golias (1 Samuel 17:23-24).
C. Davi aceita o desafio de Golias e Saul envia Davi ao encontro de Golias no campo de batalha.
1. Davi não teve medo de responder ao desafio, ele baseou seu julgamento sobre suas experiências passadas com o poder de Deus.
2. Pela fé em Deus, ele tinha sido capaz de defender as ovelhas de seu pai, quando elas foram atacadas por leões ou ursos (1 Samuel 17:32-37).
3. Esta coragem impressionou Saul e ele mandou Davi para a batalha.
D. Davi ganha a vitória e mata Golias.
1. Davi não usou a armadura pessoal de Saul (1 Samuel 17:38-39).
2. Ele levou apenas a sua fiel e comprovada funda e cinco pedras lisas, esta é a arma que ele se sentia confortável (1 Samuel 17:40).
3. “Pedras lisas como as escolhidos por Davi para sua funda no combate com Golias ainda podem ser facilmente encontradas no vale de Elá (ou do carvalho), onde a batalha ocorreu. A arqueologia tem descoberto em varias escavações um grande número de pedras de fundas. Esta arma rústica, tão simples e tão terrível quando habilmente manipulada, era muito comum, não apenas no tempo de Davi, mas durante séculos antes e depois dele. Em muitos países, as fundas ainda são usadas para afugentar animais selvagens que ameaçam os rebanhos”.
4. Depois de Golias indefeso, Davi o decapitou com a espada da bainha retirada do próprio Golias (1 Samuel 17:41-51).
a) O diálogo abusivo era comum entre os combatentes árabe – a fala de Davi apresenta um contraste impressionante.
b) Davi estava cheio de confiança piedosa e uma vontade de atribuir a glória de Deus para o triunfo que ele antecipou.
II. Havia três coisas que Davi queria que os filisteus, os israelitas e toda a terra soubessem:
A. “que existe um Deus em Israel” (1 Samuel 17:46).
B. “que o Senhor salva não com espada e lança, pois a batalha é do Senhor” (1 Samuel 17:47).
C. Ele estava lutando pela fé e para a glória de Deus (1 Samuel 17:37, 45-47).
I. Lições da vitória de Davi
A. Davi foi especialmente preparado para o conflito por toda a sua vida – sem preparação pessoal Deus não teria lutado suas batalhas.
B. Davi prestou inestimável serviço à Israel (o povo de Deus) por este conflito com Golias.
1. Ele repeliu uma invasão e impediu o sofrimento que tal invasão teria trazido.
2. Ele também ensinou a Israel o espírito que deve cultivar e o tipo de rei que eles realmente necessitavam.
C. Davi tornou-se um padrão para o povo de Deus hoje, exibindo o espírito que devemos ter na nossa guerra espiritual “contra os principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes” (Efésios 6:12).
D. Davi não negligenciou o uso de armas por completo e depois sentou e esperou por Deus para lutar a batalha para ele, e nós também não.
1. Temos que combater o bom combate (1 Tm. 6:11-12).
2. As armas da nossa milícia não são carnais (2 Coríntios. 10:3-5).
3. Temos que humildemente corrigir a oposição (2 Tm. 2:24-26).
E. As características deste homem antigo demonstradas são as mesmas características que o homem moderno precisa desesperadamente:
1. Fé em Deus; não duvida.
a) A fé levou-o a fazer tudo para a glória de Deus (1 Sam 17:45).
b) Ele olhou para além de seus problemas e contou com a ajuda de Deus.
c) Ele não se compara com Golias, mas ele comparou Golias com Deus!
d) Armado com fé em Deus, ele aproximou-se do inimigo e ganhou.
2. Humildade, não soberba vã.
a) Ele não se preocupava com “grandes coisas” (Salmo 131:1-2).
b) “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e diante da honra vai a humildade” (Provérbios 15:33).
c) “O orgulho vem antes da destruição, e um espírito altivo, antes da queda” (Pv 16:18).
d) “Antes de ser quebrantado, eleva-se o coração do homem; e, diante da honra, vai a humildade” (Pv 18:12).
e) Nós temos tanta humildade? (1 Ped. 5:5-6).
3. Zelo ao invés de apatia.
a) Ele estava pouco preocupado com sua própria segurança e renome.
b) Ele tinha ouvido os deuses das nações pagãs exaltado e o nome de Jeová blasfemado, ele estava desejoso que, acima de todas as coisas, Deus fosse glorificado.
c) Quando um homem luta para o Senhor; ele pode confiar que Deus lutará por ele, porque “a batalha é do Senhor” (2 Cr. 20:1-4, 14-17).
4. A coragem de Davi contrasta com o medo que tomou conta de Israel.
F. O grande princípio de vida que governou Davi em sua vitória deve governar-nos: ele agiu em nome do Senhor e para a glória de Deus.
1. Esse grande princípio de vida não foi compreendido nem apreciado por Golias até que fosse tarde demais, mas também não vai ser apreciado pelos incrédulos de hoje (2 Cor 4:4; Mat. 7:21-23).
2. Em cada vitória que temos sobre o pecado nós crescemos fortes na fé.
II. Como podemos saber se nossa batalha é “do Senhor”?
A. Se estivermos fazendo o que Deus autorizou (Col. 3:17; 2 Tm 4:16-17).
B. Se a verdade da palavra de Deus está em jogo e sendo ensinada, praticada ou defendida contra o erro (Filipenses 1:17; Judas 3; At 15:1-11).
C. Se é um conflito espiritual (Ef 6:10-12, 2 Coríntios 10:3-5; Mat 4:1-11).
D. Se ele está sendo feito em nome do Senhor e Deus está sendo glorificado (1 Sam.17:45-46).
E. Se estivermos lutando na fé, não apenas lutando (1 Tm 6:12; Rom 10:17).
F. Se a armadura espiritual pode ser adequadamente utilizada (Ef 6:13-18).
G. Se alguém sofre por causa da “justiça” (Mt 5:10-12; 1 Pe 4:12-16).
H. Se isso pode justamente ser dito que estamos do lado do Senhor (Josué 24:15).
Conclusão
A. Nem todas as batalhas que lutamos, são necessariamente as batalhas do Senhor.
B. Você pode verdadeiramente dizer que a batalha que você tem lutado é “do Senhor”?
C. Quando nós, como Davi, reconhecemos “que há um Deus em Israel” e que “o Senhor salva não com espada e lança”, e nós lutamos pela fé em Deus e para Sua glória, a batalha será sempre do Senhor.
Pr. Aldenir Araújo
Tags:A batalha
A ASTROLOGIA E A BÍBLIA
A ASTROLOGIA E A BÍBLIA
Podemos Confiar na Astrologia? (parte 1)
Hoje em dia, muitas pessoas consultam os astros e astrólogos para saber qual será o seu futuro. Então fazemos a pergunta: Há fundamento religioso na astrologia? Podemos realmente confiar nas predições dos astrólogos?
O dicionário Aurélio define astrologia como: “Estudo e conhecimento da influência dos astros…no destino e no comportamento dos homens”.
A prática da astrologia é muito antiga. Ela se desenvolveu na Mesopotâmia, ao tempo de Babilônia e daí passou ao Egito, à Grécia e Roma. Foi, no começo, um misto de religião e ciência.
Os pagãos da antigüidade adoravam os astros, e os que se dedicavam à astrologia criam que os astros serviam de guia no predizer negócios e destinos humanos. Ainda existe, na escrita cuneiforme, usada na Mesopotâmia, um horóspoco datado de 410 anos antes de Cristo.
No Império Romano os astrólogos estudavam o Sol, a Lua e os cinco planetas visíveis e procuravam, por encantamentos, obter ajuda dos deuses que criam habitar esses astros.
Na imaginação dos astrólogos esses mesmos deuses poderiam ajudá-los a descobrir o futuro.
Podemos Confiar na Astrologia? (parte 2)
Como vemos, a astrologia originou-se entre os pagãos da antigüidade, que adoravam os astros. Ela não tem base nos ensinos bíblicos. Mas, a astrologia tem afinal de contas, fundamento científico?
Alguns fatos irão responder a esta pergunta: No começo de 1985, 36 astrólogos e adivinhos norte-americanos fizeram 500 predições de acontecimentos que deveriam ocorrer durante aquele ano.
Menos de 5% poderiam ser contados como tendo se cumprido. Eram acontecimentos mais ou menos óbvios, mas 95% falharam.
Algumas das predições deles como exemplo: A senhora Nancy Reagan quebraria uma perna numa festa em Whashington. Fidel Castro, chefe do governo de Cuba, contrairia câncer e correria à União Soviética para o seu tratamento de emergência. O então Aiatolá Komeini que ainda era vivo na época, seria assassinado por sua guarda pessoal. O papa João Paulo II encontrar-se-ia num avião seqüestrado por terroristas.
Como sabemos, todas estas predições falharam, e isto prova que a astrologia não tem base científica. Cientistas de diferentes países, em número de 192, publicaram o seguinte: “Nós, abaixo assinados – astrônomos, astrofísicos e cientistas em outros campos – desejamos advertir o público contra a aceitação sem exame das predições e conselhos dados por astrólogos, em particular e publicamente. Os que desejam crer na astrologia devem compreender que não há base científica para os seus ensinos.” Vibrant Life, Set/Out. 86, pág 25.
Podemos Confiar na Astrologia? (parte 3)
Só Deus conhece o futuro. Em Isaías 46:9 e10, Deus diz: “eu sou Deus e não há outro semelhante a mim. Eu anuncio o que há de acontecer, e desde a antigüidade as coisas que ainda não sucederam. O meu conselho permanecerá de pé e farei toda a minha vontade.”
Nosso destino depende de nosso relacionamento com Deus e não da astrologia.
Depende de usarmos o nosso livre arbítrio escolhendo agradar ao Pai celeste, ou deixar de fazê-lo. Isto influência a nossa vida e determina o nosso futuro, e não a posição dos astros na hora do nosso nascimento.
O profeta Isaías, inspirado por Deus, predizendo a queda de Babilônia, como que ironiza os astrólogos que nela havia, dizendo: “Levantem-se agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas.” Isaías 47:13,14.
A história conta que não puderam fazer nada, enquanto Deus anunciava a destruição. Foram completamente inúteis, como o restolho queimado pelo fogo. Deus falou através do profeta Jeremias: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus; porque com eles os gentios (pagãos) se atemorizam, porque os costumes dos povos são vaidade.” Jeremias 10: 2, 3.
Podemos Confiar na Astrologia? (parte 4)
Os sinais dos céus eram eclipses, o aparecimento de cometas, as conjunções, ou alinhamentos de corpos celestes.
Essas coisas eram interpretadas freqüentemente como indicação de boa sorte para a nação, ou para indivíduos. Mas o povo de Deus não devia crer nelas.
Este mesmo conselho é dado hoje por Deus para os Seus filhos. Não devemos crer nas especulações da astrologia. Nossa fé deve estar firmada em Deus. Deus, somente Deus conhece nosso futuro.
E se confiarmos em Deus, e se colocarmos nossa vida em Suas mãos o nosso futuro estará garantido. A Bíblia, a Palavra de Deus nos diz: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes a nós O entregou, porventura não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas?” Romanos 8:31 e 32.
Nossa garantia de felicidade futura está em aceitarmos o sacrifício de Jesus no Calvário. O amor de Deus é tão grande por nós que Ele não poupou o Seu único Filho para nos resgatar desta vida atribulada, cheia de aflições, dificuldades financeiras, dor pela perda de um parente querido.
Nós, seres humanos, somos curiosos para descobrir o que está à nossa frente. Mas o próprio Deus nos advertiu contra esta curiosidade que temos.
Se tão somente jogarmos nossas preocupações aos pés de Jesus, nós não teremos medo do futuro, e sim este mesmo futuro que nos parece muitas vezes negro, nos parecerá então um caminho de luz, porque teremos plena confiança de que Deus quer o melhor para os Seus Filhos.
Deixe Deus guiar a sua vida. Não impeça que um Pai de amor o acolha em Seus braços amorosos. Não fique preocupado com o dia de amanhã. Deixe Deus guiar você.
II Crônicas 20:20 – “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.”
Tags:ASTROLOGIA
A Armadura de Deus
A Armadura de Deus
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A ARMADURA DE DEUS
Ef. 6:10-17 (LDH) “Finalmente, unidos com o Senhor e por meio da força do seu grande poder, sejam fortes. Vistam-se com toda a armadura que Deus dá a vocês, para ficarem firmes contra as armadilhas do Diabo. Porque nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem na região celestial, isto é, os governos, as autoridades e os poderes do universo, desta época de escuridão. Por isso peguem agora a armadura de Deus. Assim, quando chegar o dia de enfrentares as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês ainda continuarão firmes, sem recuar. Portanto, estejam preparados. Usem a verdade como cinturão. Vistam-se com a couraça da justiça e calcem, como sapatos, o entusiasmo para anunciar a Boa-Notícia da Paz. E levem sempre a fé como escudo, para poderem se proteger de todos os dardos de fogo do Diabo. Recebam a salvação como capacete e a palavra de Deus como a espada que o Espírito Santo dá a vocês”.
VESTIDOS PARA O SUCESSO
Rom. 13:12 (LDH) “A noite está terminando, e o dia vem chegando. Por isso, paremos de fazer o que pertence a escuridão e peguemos as armas para lutarmos na luz”.
Jer. 46:3-4 (LDH) “… Aprontem os seus escudos e marchem para a batalha! Ponham arreios nos cavalos e montem! Formem filas e ponham os capacetes! Afiem as lanças e vistam as couraças!”
O propósito deste Estudo Bíblico é considerar e meditar sobre o significado das Escrituras para cada elemento da armadura completa de Deus, de forma que possamos permanecer de pé firmes nas batalhas da vida.
Prov. 20:18 (LDH) “Procure bons conselhos e você terá sucesso; não entre na batalha sem antes fazer planos”.
I Cor. 14:8 (LDH) “Se o homem que toca a corneta não der um som bem claro, quem se preparará para a batalha?”
FIQUE FIRME!
Apoc. 6:17 (LDH) “Pois já chegou o grande dia da ira deles, e quem poderá suportá-la?
Lc. 21:36 (LDH) “Portanto, fiquem vigiando e orando sempre, para poderem escapar de tudo o que vai acontecer e continuarem firmes diante do Filho de Deus”.
I Cor. 10:12-13 (LDH) “Assim, aquele que pensa que está de pé é melhor ter cuidado para não cair. As tentações que vocês tem que enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que sofram tentações além das suas forças. Ao contrário, quando vier a tentação, Deus dará forças a vocês para suportá-las, e assim poderão sair dela”.
Jd 1:24 (LDH) “A Deus, que pode evitar que você caiam e que pode apresentá-los sem defeitos e cheios de alegria na sua gloriosa presença”.
Tg. 4:7 (LDH) “Portanto, obedeçam a Deus, enfrentem o Diabo, e ele fugirá de vós”.
O CINTURÃO DA VERDADE
Ef. 6:14 (LDH) “… Usem a verdade como cinturão.”
Isa. 11:5 (JFA) “A justiça será o cinto dos seus lombos, e a fidelidade o cinto dos seus rins”.
Ex. 12: 11 (LDH) “Já vestidos, calçados e com a vara na mão, comam depressa o animal. Esta é a Páscoa do Deus Eterno”.
I Re. 18:46 (LDH) “O poder do Deus Eterno veio sobre Elias; ele apertou o seu cinto e correu na frente de Acabe todo o caminho até a Jezreel”.
Ef. 4:25 (LDH) “Por isso não mintam mais. Cada um fale a verdade com o seu irmão, pois todos nós somos membros do corpo de Cristo”.
Ray Stedman: Nenhum cristão tem o direito a uma vida particular. Nossas vidas devem ser vividas abertamente perante todos os homens, transparente, um espetáculo para o mundo inteiro. Não temos vidas particulares, nem devemos esperar uma. Isto é básica e fundamentalmente errado. Os cristãos devem ser uma demonstração da verdade”.
Jo. 4:24 (LDH) ” Deus é Espírito, e por isso os que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade”.
Col. 3:8-10 (LDH) “Mas agora deixem tudo isto: a raiva, a paixão e os sentimentos de ódio. E que nenhum insulto ou conversa indecente saia da boca de vocês. Não mintam uns aos outros, pois você já abandonaram a natureza velha com os seus costumes e se vestiram com a nova natureza. Essa nova natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está renovando constantemente para que ela se torne semelhante a ele, a fim de trazer vocês ao completo conhecimento dele mesmo”.
II Tess. 2:10 (JFA) “… para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos”.
A COURAÇA DA JUSTIÇA
Fil. 3:9 (LDH) “… Eu não procuro mais ser justo por meio da minha obediência à Lei. Agora tenho a justiça que é dada por meio da fé em Cristo Jesus, a justiça quem vem de Deus e é baseada na fé”.
Isa. 59: 16-17 (LDH) “… Então com a sua própria força ele venceu e, por ser o Deus justo, conseguiu a vitória. O Eterno vestiu a couraça da justiça e pôs na cabeça o capacete da salvação; a vingança lhe serviu de roupa, a sua ira foi a capa que usou”.
Ex. 28:15 (LDH) “Faça um peitoral, que o Grande-Sacerdote usará para descobrir a vontade de Deus. Como o manto sacerdotal…”
I Re. 3:9 (LDH) “Portanto, dá-me sabedoria para que eu possa governar o teu povo com justiça e saber a diferença entre o bem e o mal…”
Sal. 94:15 (LDH) “Novamente haverá justiça nos tribunais, e todos os que são honestos estarão a favor dela”.
Prov. 2:7-9 (LDH) “Ele dá ajuda e proteção a quem é direito e honesto. Deus protege os que tratam os outros com justiça e guarda os que lhe obedecem. Se você me ouvir, entenderá o que é direito, justo e honesto e saberá o que deve fazer”.
FIRMADOS NO EVANGELHO
Efe. 6:15 (LDH) …e calcem, como sapatos, o entusiasmo para anunciar a Boa Notícia de paz.
Efe 6:15 (JFA) …e calçados os pés com a preparação do evangelho da paz.
Rom 10:15 (JFA) …Assim como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam boas novas!
Imagine-se de pé e descalço numa região árida, cheia de pedras como a do Oriente Médio. Você até pode se mover, só que com muito cuidado. Contudo, sem sapatos, você seria inútil no dia de uma batalha. O peso das outras peças da armadura, só fariam os seus pés mais sensíveis se você não tivesse proteção. Você seria um alvo fácil para o inimigo, pois não teria agilidade e estaria estremecendo de dor cada vez que tentasse se mover. Por isso é essencial ter nossos “pés calçados com o evangelho da paz”.
1 Cor 15:1-4 (LDH) Agora, irmãos, quero que se lembrem da boa notícia que anunciei a vocês. Esta é a mensagem que vocês aceitaram e na qual continuam firmes. A mensagem que anunciei a vocês é o evangelho. E é por meio do evangelho que vocês são salvos, se continuarem firmes nele. A não ser que não tenha adiantado nada vocês crerem nele. .. Cristo morreu pelos nossos pecados, como está escrito nas Escrituras Sagradas; ele foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, como está escrito nas Escrituras.
Este é o evangelho como o recebemos. É tolice para muitos, mas vida e luz para aqueles que acreditam nele e desejam seguir e ser “incluídos” na morte de Cristo. Na prática, o Evangelho significa que estamos mortos para uma vida própria com todas as suas concupiscências e instintos e vivos com nova vida em Cristo. As boas novas são que ao considerarmo-nos “homens mortos” em Cristo, podemos ser colocados em paz com Deus em Cristo. Se realmente tivermos morrido para o “eu”, com o tempo, os nossos instintos estarão mortos para as pedras, vidros e espinhos deste mundo que costumavam nos ferir. Aqueles firmes no Evengelho não reagirão na carne. Aio invés disso, serão movidos pelo Espírito de Deus com um desprezo protegido para tais considerações “carnais”, sendo “protegidos” pelos “sapatos da morte, sepultamento e ressurreição de Cristo”, que é o Evangelho que traz paz.
1 Ped 2:11 (LDH) Queridos amigos, lembrem-se de que vocês são estrangeiros de passagem por este mundo. Peço, portanto, que evitem as paixões carnais que estão sempre em guerra contra a alma.
Gal 5:16-17 (LDH) O que eu quero dizer é isto: Deixem que o Espírito de Deus dirija as suas vidas e não obedeçam aos desejos da natureza humana. Porque o que a nossa natureza humana deseja é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana deseja. Os dois são inimigos, e por isso vocês não podem fazer o que querem.
Rom 8:5-13 (JFA) Pois os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Por quanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem verdade pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a Deus… se é que o Espírito de Deus habita em vós… ora, se Cristo está em vós, o corpo na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça e, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus, há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito motificardes as obras do corpo, vivereis.
Isa 52:6-7 (JFA) Portanto o meu povo saberá o meu nome; portanto saberá naquele dia que sou eu o que falo; eis-me aqui. Quão formosos sobre os montes são os pés do que anuncia as boas novas, que proclama a paz, que anuncia coisas boas, que proclama a salvação, que diz a Sião: o teu Deus reina!
O CAPACETE DA SALVAÇÃO [JESUS]
Isa 59:16-17 (LDH) Ele ficou espantado quando viu que não havia ninguém que socorresse o seu povo. Então com a sua própria força ele venceu e, por ser o Deus justo, conseguiu a vitória. O Eterno vestiu a couraça da justiça e pôs na sua cabeça o capacete da salvação; a vingança lhe serviu de roupa, a sua ira foi a capa que usou.
1 Tess. 5:8 (JFA) Mas nós, porque somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação;
Sal. 140:7 (JFA) Ó Senhor, meu Senhor, meu forte libertador, tu cobriste a minha cabeça no dia da batalha.
Jesus–Yeshua em hebráico significa “Salvação”. Salvação é Jesus Cristo.
Col 1:18 (JFA) Também ele é a cabeça do corpo, da igreja….
1 Cor 2:16 (JFA) Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instrui-lo, mas nós temos a mente de Cristo.
Fil 2:5 (LDH) Tenham entre vocês o mesmo modo de agir que Cristo Jesus tinha.
1 Ped 4:1 (JFA) Ora pois, já que Cristo padeceu na carne, armai-vos também vós deste mesmo pensamento; porque aquele que padeceu na carne já cessou do pecado.
2 Cor 10:3-5 (JFA) Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne, pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contro o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o pensamento à obediência a Cristo
Efe 4:14-16 (JFA) Para que não mais sejamos meninos inconstantes, levados ao redor por todo o vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro; antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor.
A ESPADA DO ESPÍRITO – A PALAVRA DE DEUS
Isa 49:2 (JFA) E fez a minha boca qual espada aguda; na sombra da sua mão me escondeu; fez-me qual uma flexa polida, e me encobriu na sua aljava.
Matthew Henry: “Para os cristãos armados para defesa na batalha, o apóstolo recomenda somente uma única arma de ataque; mas ela é suficiente, a espado do Espírito, que é a palavra de Deus. Ela põe por terra e mortifica desejos maus e pensamentos de blasfêmia conformes eles surgem em nós; e responde à descrença e ao erro conforme eles atacam por fora. Um único texto, bem entendido e aplicado corretamente, destroe de uma única vez uma tentação ou uma objeção, e põe por terra o mais incrível dos adversários. ”
Heb 4:12-13 (JFA) Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.
2 Cor 6:7 (JFA) Na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda…
Sal 149:4-6 (JFA) Porque o Senhor se agrada do seu povo; ele adorna os mansos com a salvação. Exultem de glória os santos, cantem de alegria nos seus leitos. Estejam na sua garganta os altos louvores de Deus e na sua mão espada de dois gumes.
O ESCUDO DA FÉ
EF. 6:16 (JFA) Tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.
Sal. 35:1-3,9 (JFA) Contende, Senhor, com aqueles que contendem comigo; combate contra os que me combatem. Pega do escudo e do pavês, e levanta-te em meu socorro. Tira da lança e do dardo contra os que me perseguem. Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação…. Então minha alma se regozijará no Senhor; exultará na sua salvação. [Sim, Yeshua novamente].
Sal. 3:2-3 (JFA) Muitos são os que dizem de mim: Não há socorro para ele em Deus. Mas tu, Senhor, és um escudo ao redor de mim, a minha glória, e aquele que exalta a minha cabeça.
1 Ped 1:5 (JFA) …que pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada para se revelar no último tempo.
Sal. 33:20 (JFA) A nossa alma espera no Senhor; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo. 1 Tim 6:12 (JFA) Peleja a boa peleja da fé, apodera-te da vida eterna, para a qual foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
1 João 5:4-5 (JFA) Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?
Prov. 30:5 (JFA) “Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam.”
SEJAM FORTES NO SENHOR, PELO PODER DA GRAÇA
1 Cor 16:13 (JFA) Vigiai, estais firmes na fé, portai-vos varonilmente, sede fortes.
2 Tim 2:1 (JFA) …fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
Ef. 3:7 (JFA) …do qual fui feito ministro, segundo o dom da graça de Deus, que me foi dada conforme a operação do seu poder.
2 Cor 9:8 (LDH) E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que tenham sempre tudo que necessitam e ainda mais do que o necessário para toda boa causa.
Col 1:11 (JFA) … segundo o poder da sua glória, para toda a perserverança e longanimidade…
Fil. 4:13 (JFA) Posso todas as coisas naquele que me fortalece.
A BATALHA PERTENCE AO SENHOR
1 Sam 17:47(JFA) [Davi, falando a Golias] … e para que toda esta assembléia saiba que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; pois do Senhor é a batalha, e ele vos entregará em nossas mãos.
Deut 20:3-4 (JFA) …Ouvi, ó Israel,; vós estais para entrar hoje na peleja contra os vossos inimigos; não se amoleça o vosso coração; não temais nem tremais, nem vos aterrorizeis diante deles; pois o Senhor vosso Deus é o que vai convosco, a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar.
Sal 18:32-35 (JFA) Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho; faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos. Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze. Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.
Zac 4:6 (JFA) …Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.
Rom 11:36 (JFA) Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.
http://www.acts17-11.com/portuguese/armadura.html
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A armadura de Deus
A armadura de Deus
Virtudes espirituais que moldam nosso caráter
A igreja primitiva surgiu em meio ao domínio do Império Romano. Por toda parte viam-se legiões do imperador, principalmente nas províncias insurgentes. Assim, quando Paulo escreveu a respeito da armadura de Deus (Ef.6.10-18), ele tinha em mente as vestimentas dos soldados romanos. O apóstolo estava preso em Roma, tendo consigo a companhia constante de um soldado. Seus leitores, da mesma forma, estavam habituados com a presença militar e conheciam bem suas roupas, equipamentos e armas.
Em algumas de suas epístolas, Paulo se refere aos cristãos como soldados de Cristo. Ele vê, inclusive a si próprio, como um guerreiro de Deus. Seu ministério é comparado a uma milícia. Sua vida é um árduo combate (ICo.9.26; Fp.1.30; I Tss.2.2; II Tm.2.3-4; 4.7).
Esta visão é bem diferente daquela anunciada por alguns pregadores, que convidam seus ouvintes para uma vida cristã isenta de sofrimentos e privações. Quem segue a Cristo deve estar disposto a lutar contra as forças espirituais do mal; e essa luta não é algo suave ou indolor.
Sabemos que o nosso inimigo não é o irmão que está ao lado; não é o nosso parente, vizinho ou colega de trabalho. O inimigo a ser combatido é Satanás, juntamente com seus demônios (I Pd.5.8; Ef.6.12).
Quais são as nossas armas e equipamentos? O apóstolo escreveu: “Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz; tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda a oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos” (Ef.6.14-17).
Algumas pessoas imaginam que a “armadura de Deus” seja um conjunto de apetrechos místicos, ou “objetos espirituais” à nossa disposição. Alguns chegam a fazer orações pedindo ao Senhor que lhes entregue tais equipamentos invisíveis. Outros fazem gestos de “apropriação”, como se estivessem vestindo sua armadura. Há quem chegue ao extremo de produzir espadas de plástico para distribuição nos cultos. Sabemos que nada disso faz o menor sentido.
Paulo estava simplesmente usando linguagem figurada. Ele estava mostrando que, da mesma forma como o soldado usa roupa especial, couraça, sapatos, escudo, espada e capacete, nós devemos trazer sempre conosco a verdade, a justiça, o evangelho, a fé, a salvação e a palavra de Deus, acrescentando a isso a oração, a vigilância e a perseverança.
Como podemos nos vestir com a verdade? Falando e vivendo a verdade (Ef.4.22-25). Desse modo, ela funciona como a roupa do soldado: nos protegendo. Quem poderá nos acusar legitimamente? Sendo verdadeiros, sempre estaremos com a razão.
De que adianta, se alguém ora de manhã, pedindo ao Senhor a “armadura”, e passa o dia falando mentiras e cometendo injustiças? Não haverá nenhuma armadura sobre essa pessoa. Ela estará vulnerável aos ataques do mal e, se não for destruída, terá escapado apenas pela misericórdia divina. Não podemos, contudo, supor que sairá ilesa.
De que adianta alguém gesticular como se estivesse empunhando uma espada e, ao mesmo tempo, negligenciar o conhecimento da palavra de Deus? Será vítima do engano de Satanás.
Devemos compreender bem o propósito do apóstolo ao usar a ilustração da armadura. Ele estava falando a respeito de virtudes espirituais que devem fazer parte do nosso caráter e da nossa vida. Assim, estaremos prontos para combater o inimigo. Nossa fraqueza humana estará revestida pelo poder de Deus. Entraremos na batalha e sairemos mais do que vencedores em nome do Senhor Jesus (Rm.8.37).
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Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Para esclarecimento de dúvidas em relação ao conteúdo, encaminhe mensagem para anisiorenato@ig.com.br
Prof. Anísio Renato de Andrade
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A ARMADILHA DO HUMANISMO
A ARMADILHA DO HUMANISMO
Assim diz o Senhor: Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor. Ele será como um arbusto no deserto; não verá quando vier algum bem. Habitará nos lugares áridos do deserto, numa terra salgada, onde não vive ninguém. (Jr 17.5 e 6)
Você já ouviu falar em Humanismo? Este termo não existia nos dias do profeta Jeremias (século VI a.C.), mas sua mensagem é um alerta para a armadilha em que o pensamento humanista se constitui para a nossa sociedade. O Humanismo é uma filosofia, uma forma de pensar que muitas pessoas adotam sem perceber.
Essencialmente, o pensamento humanista dispensa a existência e o relacionamento com Deus. Todo ateu é humanista. Você deve ter ouvido falar da campanha realizada recentemente em Londres, na Inglaterra, com cartazes que foram espalhados nos meios de transportes e que combatiam a fé em Deus. O Humanismo é sorrateiro e crescente nos nossos dias. De acordo com Jeremias 17.5, trata-se de uma maldição.
O Humanismo é uma forma de engano e de escravidão. Note no verso 5 uma definição precisa do pensamento humanista: o homem que confia nos homens e que faz da humanidade mortal sua força. Quando o pensamento de uma pessoa é humanista, ela pensa que servir a Deus é desnecessário. Na prática, ela depende de si mesma ou de outros homens. Num ambiente onde pessoas com este pensamento predominam, falar em Deus, em oração, fé e poder sobrenatural nos faz parecer “alienígenas”.
O apóstolo Paulo, em Colossenses 2.8, faz um alerta para que este tipo de filosofia não venha a escravizar nossas mentes: Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo.
O Humanismo priva o homem da esperança em Deus. Observe as palavras do profeta Jeremias: “o homem que faz da humanidade mortal a sua força”. Basta observar os rumos que a humanidade vai seguindo para perceber o que acontece quando o homem se julga capaz de cuidar de suas questões sem a dependência de Deus. Injustiça, exclusão, violência, vícios, imoralidade, abominações, destruição, etc. Aqui estão algumas palavras que descrevem o que caracteriza a humanidade sem Deus.
Nesta semana foi divulgado pela imprensa que o segundo remédio mais vendido no Brasil é um anti-depressivo. O “sucesso” de vendas deste tipo de medicamento é mundial. Ou seja, a depressão é uma das conseqüências do Humanismo.
O diagnóstico do profeta Jeremias é que a pessoa que tem este pensamento se assemelhará a “um arbusto no deserto” e “habitará nos lugares áridos do deserto” (v. 6). Toda pessoa que se julga capaz de viver sem Deus está fadada a viver num deserto.
Acontece que tais pessoas se sentem no deserto, no desespero. Porém, não percebem que o que verdadeiramente lhes falta é o Senhor Deus. Na ânsia por sair desta “maldição” é que se enveredam por caminhos de morte. O Humanismo propõe soluções para os quase todos os males. Mas tais propostas são caminhos de morte.
É isso que o livro de Provérbios afirma: Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte. (14.12 e 16.25).
Amigo, hoje temos satélites, aviões, telefones celulares, internet e tantas outras tecnologias criadas pelo homem. Porém, há um vazio no coração que nada do que os homens possam inventar é capaz de preencher. Este vazio somente pode ser preenchido pelo Deus Vivo, através de Jesus Cristo. Há anseio pela eternidade que Deus colocou no coração de todo homem (vide Ec 3.11).
Por isso, leve hoje os participantes de sua célula a reconhecerem que o pensamento humanista é um engano e uma maldição. Declare com eles que somos dependentes de Deus, do Deus Vivo. Que precisamos dEle, que somos dEle.
Na unção da prosperidade dos fiéis,
Bispo Paulo R. Petrizi.
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A ARMADILHA DA DÍVIDA
A ARMADILHA DA DÍVIDA
Adaptado – Pr. Elias Lombardi
I – Introdução
Por alguns anos as igrejas protestantes tem tido em suas fileiras uma certa quantidade de membros infiéis, que reclamam seus direitos como membros da igreja, porém não são fiéis na assistência aos cultos nem na manutenção da mesma.
A igreja Adventista do Sétimo Dia estavas isenta deste problema, porém as recentes estatísticas demonstram que em todo o mundo há uma média de 25% a 35% de nossos membros que não assistem à Escola Sabatina e nem aos demais cultos da igreja.
Estas mesmas pessoas não são fiéis na devolução dos dízimos e ofertas e há dificuldades e pecados entre elas.
A maioria destes membros estão endividados, e os que não estão, têm posto seu amor nas coisas deste mundo, em lugar de colocá-lo em suas obrigações para com a verdade.
Um problema desta índole, que envolve a tantas almas no perigo, é de supremo interesse, tanto para o Salvador dos homens como para o destruidor das almas.
Um estudo das dívidas, suas causas, seus efeitos sobre a vida cristã, e seu possível remédio, poderia muito bem significar a diferença entre a vida eterna e a morte eterna para muitos.
Nos escritos do Espírito de profecia encontramos um material proveitoso, e os princípios apresentados, aplicados à vida individual, poderiam significar a liberdade dos que são cativos da tirania das dívidas.
II – Redes de Satanás
Todos precisam praticar a economia. Nenhum obreiro deve manejar seus negócios de modo a incorrer em dívida. Quando alguém, voluntariamente, se envolve em dívidas, está se embaraçando numa das redes de Satanás que ele arma para as almas.
Evitai-as como à varíola.
“Estai determinado a nunca mais tornar a incorrer em dívidas. Negai-vos antes mil coisas a incorrer em débito. Estar em débito tem sido o curso de vossa vida. Evita-as, como evitaríeis a varíola.” L.A., pág. 393
Estrita integridade.
“O mundo tem direito de esperar estrita integridade dos que professam ser cristãos bíblicos. Pela indiferença de um homem quanto a pagar suas justas dívidas todo o vosso povo está em risco de ser considerado indigno de confiança.” L.A., pág. 393
A abnegação, primeira lição.
“A primeira lição a aprender de Cristo é a lição da abnegação. Disse nosso Salvador: ‘Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me.’(Mat. 16:24) De maneira alguma poderemos tornar-nos discípulos de Cristo, a menos que concordemos com essa condição.” C.M., pág. 252
III – O que é uma dívida?
Gastar mais do que se ganha.
“Podeis e deveis fazer determinados esforços para colocar sob controle vossa disposição de gastar além de vossos rendimentos.” L.A., pág. 393
“Muitos, muitíssimos, não se tem educado a si mesmos o bastante para manter suas despesas nos limites de seus rendimentos.” L.A., pág. 374
Deficiência de caráter.
“… procurar suprir esta deficiência em vosso caráter.” L.A., pág. 393
Reconhecer os limites.
“Não tendes vivido de vossos recursos.” L.A., pág. 376
IV – Como se originam as dívidas
1. Perda de tempo.
“A religião que professais, faz tanto vosso dever empregar o tempo durante os seis dias de trabalho, como ir à igreja no sábado. Não sois diligentes no serviço. Deixais passar horas, dias e mesmo semanas sem nada realizar.” 2 T.S., pág. 46
Exemplo: dormir, jogos, passeios, conversas, etc.
2. Pedir emprestado.
“Não aprendem a ajustar-se a circunstâncias, e tomam e tornam a tomar empréstimos, sobrecarregando-se de débitos, e consequentemente ficam desencorajados e descoroçoados.” L.A., pág. 374
Pensam que podem pagar…
3. Cobiça e amor ao mundo.
“Vi que alguns se tem escusado de ajudar à causa de Deus por terem dívidas. Tivessem eles examinado cuidadosamente seu próprio coração, e teriam descoberto que a verdadeira razão de não levarem a Deus oferta voluntária era o egoísmo. Alguns sempre continuarão devendo. Devido a sua cobiça, a mão prosperadora do Senhor não estará com eles, para lhes abençoar os empreendimentos. Amam mais este mundo que a verdade. Não estão sendo habilitados e preparados para o reino de Deus.” C.M., pág. 93
4. Gastar dinheiro logo ao receber.
“Muitas famílias pobres o são porque gastam o dinheiro tão logo o recebem.” L.A., pág. 392
5. Gastar antes de ganhar.
“Gastar e usar o dinheiro para qualquer fim, antes que o mesmo seja ganho, é um laço.” L.A., pág. 392
6. Consultar o gosto e o apetite.
“Consultais o gosto e o apetite em vez da prudência. Às vezes despendeis o dinheiro em certa qualidade de alimento que vossos irmãos não se podem permitir. O dinheiro sai de vosso bolso com extrema facilidade.” L.A., pág. 376
V – O efeito das dívidas
1. Desmoralizante.
A prática de conseguir dinheiro emprestado para atender alguma necessidade urgente, sem fazer cálculos para liquidar a dívida, ainda que seja muito comum, é desmoralizante. O Senhor deseja que todos os que crêem na verdade se convertam destas práticas enganosas.
2. Debilita a fé.
O irmão não deveria permitir-se incorrer em dificuldades financeiras, pois por esse fato sua fé será debilitada e tenderá ao desânimo.
VI – O remédio para as dívidas
1. Reduzir as despesas.
“Necessitais de eliminar vossas despesas e procurar suprir esta deficiência em vosso caráter.” L.A., pág. 393 Exemplo: Orçamento familiar.
2. Determinação e domínio próprio.
“Estai determinado a nunca mais tornar a incorrer em dívidas. Negai-vos ante mil coisas a incorrer em débito.” L.A., pág. 393
3. Faça um pacto com Deus e economize.
“Fazei com Deus um solene concerto de que por Sua benção pagareis vossas dívidas, e então não devais a ninguém coisa alguma, inda que tenhais de viver a sopa e pão.” L.A., pág. 393
4. Cuide os centavos.
“Cuidai dos centavos, e os cruzeiros terão cuidado de si mesmos.” L.A., pág. 393
5. Sacrifique os gostos.
“Privai o gosto, a indulgência do apetite; economizai vossos centavos e pagai vossas dívidas.” L.A., pág. 394
6. Levante-se cedo.
“Levantai-vos pela manhã, mesmo enquanto as estrelas ainda brilham, se necessário for. Planejai alguma coisa, e realizai.” 2 T.S., pág. 47
VII – Dízimos, ofertas e dívidas
Em nossa apresentação a respeito das dívidas, consideremos como assunto vital, a relação que existe entre o cristão fiel e a devolução dos dízimos e das ofertas a Deus.
A armadilha das dívidas piora com o fato de que uma vez que caímos nela, parece-nos impossível livrar-nos. O devedor que utiliza o dinheiro de Deus para pagar suas dívidas, acha-se cada vez mais enredado nelas.
Note-se o seguinte conselho:
“Alguns não se tem erguido e unido no plano da beneficência sistemática, desculpando-se de não estarem livres de dívidas. Alegam que primeiro a ninguém devem ficar devendo coisa alguma. (Rom. 13:8). Mas o fato de terem dívidas não os escusa. Vi que devem dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Alguns são conscienciosos quanto a não dever coisa alguma a ninguém, e pensam que Deus nada pode exigir deles enquanto todas as suas dívidas não estiverem pagas. Aí é que se enganam. Deixam de dar a Deus o que lhe pertence. Devem todos levar ao Senhor uma oferta agradável. Os que tem dívidas devem retirar a quantia que devem do que possuem, e dar uma parte proporcional do restante.” C.M., pág. 258
Não enterre seu dinheiro em posses temporais.
“Muitas, muitas pessoas tem perdido o espírito de abnegação e sacrifício. Tem enterrado seu dinheiro nas posses temporais. Homens há a quem Deus tem abençoado e a quem está provando, para ver que resposta darão aos Seus benefícios. Tem retido seus dízimos e ofertas até sua dívida para com o Senhor Deus dos Exércitos se ter tornado tão grande que eles empalideceram ao pensar em dar ao Senhor o que lhe pertence – o dízimo justo. Apressai-vos, irmãos, tendes agora a oportunidade de ser honestos para com Deus, não demoreis.” C.M., pág. 97
VIII – Conclusão
Mordomia e Prosperidade – pág. 95 a 100
Pág. 95 § 3: Exemplo – um irmão com dízimo 2 anos atrasado. Dê um vale ao tesoureiro da igreja.
Pág. 96 § 5: Irmão da Tasmânia – 20 anos atrasado.
Pág. 97 § 2 : Irmã de Melburne – entregou o dízimo atrasado, que não havia compreendido ser seu dever pagar.
Restituir:
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A Ansiedade
A Ansiedade
Ansiedade
Texto: Mt 6.25-32
Introdução
Ansiedade ou ânsia é uma perturbação de espírito causada pela incerteza ou pelo receio, às vezes sem causa evidente. Trata-se de preocupação e cuidado exagerado com algo ou alguém. “Em contraste com o medo, que é a percepção de um perigo real e presente, a ansiedade prevê para o futuro perigos inexistentes e, de modo impotente, fixa a idéia em como reduzi-los” .
Nunca as pessoas estiveram tão ansiosas como nesta nossa era, chamada de “era da ansiedade”. Os medicamentos para combatê-la, os ansiolíticos, os calmantes, estão entre os mais vendidos de todo o mundo. Devemos, entretanto, aprender com Jesus e a Bíblia como lidar com este problema.
No NT a palavra usada para ansiedade é o substantivo merimna, que tem o sentido de: preocupação com as coisas ou com as pessoas e usualmente é traduzida por: cuidados do mundo, preocupação ou ansiedade. Também temos o verbo merimnaō, traduzido por “estar ansioso”.
Vejamos alguns tipos de preocupações que somos ensinados pelo Senhor a evitar:
a) Preocupação com o futuro
Devemos evitar as preocupações inúteis que tiram a nossa confiança e descanso em Deus (Mt 6.25-33). Cristo afirma que a preocupação é um desperdício de energia que só cabe àquele que não confia em Seu Pai, o qual cuida dos seus. Se não podemos resolver os problemas de um dia, juntá-los aos de outros dias só nos trará um fardo maior para carregar. O Mestre diz: “basta a cada dia o seu mal”. O Senhor também afirma o cuidado de Deus para com Seus filhos, mais do que com os animais e plantas, que na observação dos discípulos tinham tudo de que precisavam. Não confiar no Pai, portanto, é coisa de quem não o conhece.
A posição de Jesus, pois, quanto à ansiedade é:
1. O Pai nos ama e está no controle de todas as coisas;
2. Ele satisfará as nossas necessidades;
3. A preocupação, portanto, é inútil e mostra falta de confiança.
Muitas vezes gastamos nossa energia naquilo que não é essencial (Lc 10.41,42). Nos preocupamos com coisas pequenas e não com o que é principal. O Mestre pergunta: alguém pode acrescentar alguns centímetros à sua estatura com sua preocupação? Se não podemos resolver algo tão pequeno, como poderemos acreditar que acrescentaremos anos ao comprimento da vida, com os nossos cuidados?
b) Preocupação com o mundo
Devemos evitar que as ocupações com as coisas terrenas tirem o nosso envolvimento com as coisas celestiais (Mt 13.22; Mc 4.19; Lc 8.14). Jesus declarou que as nossas preocupações com as coisas do mundo podem envolver-nos de tal modo que sufoquem a Palavra de Deus e nos tirem o tempo de estar com o Pai.
O homem que não tem tempo para Deus e para o Seu reino corre sério perigo (Lc 21.34). Precisamos, evidentemente, trabalhar, estudar e cuidar da nossa vida, mas não podemos permitir que as necessidades materiais sejam supridas em detrimento das coisas espirituais. Mesmo porque as coisas desta vida são passageiras, mas as espirituais são eternas. “Um homem pode passar tanto tempo com os homens que não tem tempo para estar com Deus. Pode ter tantas palavras para falar aos homens que não tem tempo para orar a Deus. Deve ser notado que a sua ocupação no mundo pode ser com coisas que, em si mesmas, não são más, mas o bom pode ser o pior inimigo do melhor” .
A ansiedade e as preocupações não podem tirar do cristão a expectativa da vinda de Cristo. Assim aconteceu nos dias de Noé e Cristo afirmou que da mesma maneira será no arrebatamento da igreja (Mt 24.37-39). Eles estavam ocupados com coisas que não eram más: comiam, bebiam, casavam, mas o seu erro foi estarem desligados das coisas de Deus.
Num momento em que a igreja era perseguida e manter a fé era muito difícil o apóstolo Paulo diz que preferia que os irmãos vivessem sem preocupações com as coisas cotidianas, mas buscando apenas ao Senhor (1 Co 7.32,33, cfe v26).
c) Preocupação com os homens
Não devemos estar ansiosos sobre a oposição dos homens, pois Deus nos dá o livramento e o poder para os enfrentarmos (Lc 12.11; Mc 13.11). O Espírito Santo é o que nos fortalece nos momentos em que não sabemos como agir e ficamos sobremodo ansiosos, com medo (2 Tm 1.7).
Não devemos estar ansiosos em agradar aos homens , mas sim a Deus (1 Co 7.32-34).
A Cura da Ansiedade
Só poderemos ficar curados desta preocupação exagerada e inútil se entregarmos todos os problemas ao Senhor (1 Pe 5.7). O apóstolo Paulo faz coro com as palavras do Senhor, recomendando a cada cristão que descanse no Senhor, entregando a Ele as ansiedades pela oração e já agradecendo pelo Seu cuidado (Fp 4.6,7). Assim reconhecemos e confiamos no Seu cuidado, orientação e proteção sobre nós.
Vencer a ansiedade, pois, não é uma questão de técnica ou medicamento, mas de um relacionamento de confiança com o Senhor. Aquele que, como o salmista, se aninha nos braços do Pai, ficará como uma criança desmamada, que não está ansiosa na busca de suprir suas necessidades, mas apenas descansa nos braços daquele que cuida e ama (Sl 131.1-3).
Isto fica evidente na recomendação de Cristo à ansiosa e inquieta Marta: é melhor estar aos pés de Jesus, num relacionamento íntimo e confiado do que correr de um lado para outro (Lc 10.41,42). No lugar da ansiedade devemos ter confiança e priorizarmos o reino de Deus em nossa vida, com Cristo reinando e determinando os acontecimentos. “Aquele que dá as boas vindas a este Reino de Deus e à justiça que se nele se proclama, com zelo e confiança, descobre pela experiência que tudo quanto é necessário para a vida lhe foi dado pela providência de Deus (Mt 6.33)” .
A preocupação com os outros
As palavras usadas no NT para ansiedade também tem o sentido de cuidar de alguém ou tomar providências a respeito de algo. Neste sentido, devemos, porém, ter cuidado com as pessoas, com a família e com os irmãos, para ajudá-las e prover-lhes o que pudermos (1 Co 12.25; 1 Tm 5.8). A vida se torna grandiosa quando sentimos os problemas dos outros mais do que os nossos.
Os irmãos das igrejas cuidavam de Paulo (2 Co 7.12) e ele tinha grande cuidado com a igreja (2 Co 11.28). Timóteo é apresentado à igreja filipense como alguém que cuidará dela de maneira única. Paulo chama isto de “buscar as coisas que são de Cristo” (Fp 2.19-21). Devemos, portanto, por mandamento de Deus, cuidar uns dos outros (Gl 5.13; 6.2).
Conclusão
Devemos evitar a preocupação inútil com as coisas da vida e com o amanhã. O cristão deve fazer tudo o que puder e deixar o restante nas mãos de Deus. Ele cuida, como verdadeiro Pai, dos Seus filhos. É proibida a preocupação que causa desalento e não a previsão que capacita.
Devemos ter cuidado e preocupação é com o próximo, com a família, com os irmãos e a igreja de Deus, como Ele próprio o faz, a fim de ajudar-nos mutuamente.
Leitura sugerida
BARCLAY, William. Palavras Chaves do Novo Testamento. Vol. 1. São Paulo: Vida Nova, 1985.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2000.
ELWELL, Walter A. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Verbete Ansiedade. São Paulo: Vida Nova, 2009.
Carlos Kleber Maia
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