15 RAZÕES PORQUE DEIXEI DE SER CATÓLICO ROMANO
15 RAZÕES PORQUE DEIXEI DE SER CATÓLICO ROMANO
Confissões de um Ex-padre
“E ouvi outra voz do céu que, que dizia sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:4”.
Ex Padre Josias de Souza Lima
15 razoes porque deixei de ser católico romano:
1- Porque Jesus disse “Examinai as Escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (João 5:39).
Se é pelo intermédio das Escrituras e mediante os ensinos de Jesus que “uma vez aceitando-O alcançamos a salvação” exclui-se, portanto que seja pela igreja católica.
2- Não sou católico romano porque sendo a religião cristã fundada por Cristo, foi durante 200 anos divulgada sem modificações nem acréscimos, mas dali pra cá surgiram novas doutrinas, falsificações, e toda a sorte de cerimônias estranhas ao Novo Testamento, que foram discutidas em concílios e aprovadas por homens, daí nascendo a Igreja Católica Romana.
“Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviam mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente” (Romanos 1:25).
3- Não sou Católico Romano, porque atendendo ao pedido de Jesus no que Ele diz examinai as Escrituras, isso tenho feito e nunca encontrei nos livros sagrados do Novo Testamento o “Ofício da Missa”.
A razão porque não encontrei, é que foi composto pelo Papa Gregório I uns 600 anos depois de Cristo.
4- Não sou Católico Romano, porque não encontrei uma passagem no novo testamento que mostre algum dos apóstolos diante do altar incensando imagens.
A razão porque não encontrei, é que o culto das imagens foi decretado pelo 2.º Concilio de Nicéia 787 depois de Cristo.
5- Não sou Católico Romano, porque não encontrei no Novo Testamento um só trecho que fale de ter havido na Igreja primitiva alguma procissão eucarística.
A razão porque não encontrei, é que começou em 1360 anos depois de Cristo.
6- Não sou Católico Romano, porque não encontrei um versículo qualquer na Bíblia que recomende o uso do rosário.
A razão porque não encontrei, é que apareceu com o Pedro Eremita em 1090 depois de Cristo.
7- Não sou Católico Romano, porque não encontrei na Bíblia Sagrada um só mandamento que proíba o casamento dos ministros da religião.
A razão porque não encontrei, é que foi proibido pelo Papa Gregório VII em 1074 depois de Cristo.
8- Não sou Católico Romano porque não encontrei nas Escrituras Sagradas a palavra “Purgatório”.
A razão porque não encontrei, é que não existe e só foi promulgado pelo concílio de Trento, em 1563 depois de Cristo. Antes desta data não havia nenhuma alma no purgatório, pois não havia sido criado pelo Papa.
9- Não sou Católico Romano porque não encontrei uma só passagem no Novo Testamento que mostre algum ministro de Deus aspergindo água benta no caixão de um morto e fazendo-lhe recomendação.
A razão porque não encontrei, é que foi criado pela Igreja Católica, a fabricação da água benta apareceu 1000 anos depois de Cristo.
10- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Palavra de Deus que se deve orar e render culto aos Santos e aos Anjos.
A razão porque encontrei, é que foi criado pela Igreja no ano 788 depois de Cristo. E o culto das imagens foi decretado pelo 2º Concilio de Nicéia em 787 depois de Cristo.
11- Não sou Católico Romano, porque não encontrei nas Escrituras Sagradas que entre Deus e os homens há outro mediador e intercessor fora de Jesus Cristo (I Tim 2:5)
12- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Bíblia Sagrada a ”confissão auricular”.
A razão porque não encontrei, é que foi estabelecida como doutrina pelo 4º concilio de Latrão Roma em 1215 depois de Cristo.
13- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Escrituras Sagradas a “Transubstanciaçã o” doutrina da hóstia transformada no corpo de Cristo (osso, carne, nervos, unhas, cabelos, sangue, espírito e divindade).
A razão porque não encontrei, é que esta inovação foi criada no concilio de Latão em 1215 depois de Cristo.
14- Não sou Católico Romano porque a Bíblia diz que “se alguém ouvir as palavras deste livro vivera, mas se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa. Deus lhe fará vir sobre eles as pragas escritas neste livro. E se alguém “Tirar quaisquer palavra do livro desta profecia, Deus lhe tirara a sua parte da arvore da vida e da cidade Santa.” (Apocalipse 22:18,19).
15 Não sou Católico Romano, porque disse Jesus em Apocalipse “sai dela povo Meu para que não sejas participante dos seus pecados e não tomes partes nas suas pragas” (Apoc. 18:4).
Ao leitor inteligente, bastam estas advertências, uma vez que provamos que Roma Papal incorre nas condenações de Deus. Ela mudou, acrescentou, e diminuiu a palavra divina em concílios e decretos, por estas razoes não sou Católico Romano.
E no dia que encontrar qualquer Católico Romano Padre ou leigo que provar com versículos a autenticidade para tais doutrinas, deixo de ser Cristão Evangélico para ser Católico Romano.
Josias de Souza Lima
Tags:Romano
15 Pontos que refutam o arrebatamento secreto
15 Pontos que refutam o arrebatamento secreto
PONTO 1
Porque Paulo em 1 Tessalonicenses 4.15-17 fala que “ao som da trombeta de Deus” Cristo virá com grande BRADO seremos arrebatados e assim estaremos para SEMPRE com o Senhor?
Mateus 24:31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
1Coríntios 15:52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da ÚLTIMA trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Veja que a trombeta em todos os textos é a mesma e ÚLTIMA, depois dela não haverá nenhuma outra
Apocalípse 11:15 E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.
Apocalípse 11:18 Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
Este dia do arrebatamento (nossa reunião com ele) é o ÚLTIMO DIA da história da humanidade.
PONTO 2
Veja que todos os acontecimentos abaixo se tratam de um mesmo evento que é chamado de a vinda do Senhor, e não há nenhuma razão para ser crer que o texto trata de dois eventos distintos.
Mateus 24:21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. 22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. 30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. 31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. 40 Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; 41 estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. 42 Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor;
O que é descrito no texto todo são vários acontecimentos de um único evento, na verdade o arrebatamento é somente um dos acontecimentos que acontecerão por conta da vinda de Cristo e não um evento isolado. Não há razão escriturística para se isolar este evento dos demais e fazer isso é ir além do que está escrito.
PONTO 3
Marcos 13:20 Se o Senhor não abreviasse aqueles dias, ninguém se salvaria mas ele, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias. 21 Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo ali! não acrediteis. 22 Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios para enganar, se possível, até os escolhidos. 23 Ficai vós, pois, de sobreaviso; eis que de antemão vos tenho dito tudo.
Veja pelas palavras que são dirigidas à igreja: “vos disser”, “ficai vós”. A apostasia no fim dos tempos está anunciada nessas palavras, é um alerta para a IGREJA de Cristo e não para um remanescente após o “arrebatamento”.
PONTO 4
O livro de Apocalipse traz muitos detalhes tribulacionais, porém ele NUNCA menciona uma vinda de Cristo secreta e muito menos pré-tribulacional.
Apocalipse 16:2 Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.
Apocalipse 14:9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, 10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
OS TEXTOS FALAM SOBRE: IRA E MARCA
Agora Veja:
Êxodo 11:7 Mas contra os filhos de Israel nem mesmo um cão moverá a sua língua, nem contra homem nem contra animal; para que saibais que o Senhor faz distinção entre os egípcios e os filhos de Israel.
Apocalipse 7:3 dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus.
Apocalipse 9:4 Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na fronte o selo de Deus.
O TEXTO QUE OS PRETIBULACIONISTAS GOSTAM
1 Tessalonicenses 5:9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo,
Esse texto NÃO diz que a igreja não estará presente na grande tribulação e sim que a ira de Deus não será derramada sobre ela, assim como Deus livrou Israel.
Apocalipse 3:10 Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra.
João 17:15 Não peço que os tires do mundo, MAS QUE OS GUARDES DO MAL.
Nos dois textos é usado o mesmo verbo “guardar=presevar do” em grego.
Que “os guardes”, não arrebatando-os ao céu, ou às nuvens, mas protegendo-os NA terra com o poder divino de Deus. NÃO há dúvidas que a Igreja possa ser, e será guardada pela mão poderosa de Deus da mesma maneira que Deus cuidou do povo de Israel quando estava derramando as dez pragas sobre o Egito. Não podemos enganar a nós mesmos, nem enganar aos demais, fazendo-os crer que depois do arrebatamento, os que não sejam levados terão outra oportunidade.
II Coríntios 6:2Pois ele diz: Ouvi-te em tempo aceitável, e socorri-te no dia da salvação. Digo-te, agora é o tempo aceitável, AGORA É O DIA DA SALVAÇÃO.
PONTO 5
Cristo declara que ele nos ressuscitará no último dia.
João 6:39 E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. 40 Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 44 Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. 54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. O último dia é também o dia do julgamento.
João 12:48 Quem me rejeita, e não recebe as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia.
O que realmente quer dizer último dia? É último mesmo? Último de que? Essas palavras. “último dia” na Escritura sempre se referem ao próprio fim, é o último dia da história da humanidade como a conhecemos, depois desse não haverá outros dias, ou meses ou anos. É o fim.
Jesus declarou muitas vezes que a ressurreição dos crentes ocorrerá no último dia e não mil anos antes do último dia ou 1007 anos antes do último dia. E era assim que criam os primeiros cristãos… e por isso esperavam: pela ressurreição no último dia.
João 11:24 Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia.
PONTO 6
Romanos 10:13 Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. 14 Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados? assim como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam coisas boas! 16 Mas nem todos deram ouvidos ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem deu crédito à nossa mensagem?17 Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.
SE A IGREJA SERÁ RETIRADA DA TERRA ANTES DO FIM, QUEM PREGARÁ DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO? Os mesmos que antes mesmo com a presença do Espírito Santo não creram no evangelho e agora com a perseguição acentuada pregarão sem a operação do Espírito Santo, pregarão por seu próprio poder e virtude, poderão se gloriar por isso e quem sabe serem até salvos por essas boas obras? E os méritos de Cristo? Nem os apóstolos pregaram sem que antes viesse o Espírito Santo para os capacitar e auxiliar.
PONTO 7
Qual texto das Escrituras diz que as bodas do Cordeiro será 7 anos antes da segunda vinda?
PONTO 8
Como a segunda vinda pode ser secreta como querem os pré-tribulacionistas e ao mesmo tempo TODOS o verem quando se aproxima a nossa REDENÇÃO?
Lucas27 Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória.28 Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima.
1João 3:2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.
PONTO 9
É certo que protestantes não crêem em PURGATÓRIO ou qualquer outro lugar onde possamos ter uma segunda chance para nossa salvação, porém o ensino de arrebatamento parcial dos eleitos sugere que o tempo durante a grande tribulação funcionaria como uma forma de “pagar” pela nossa própria salvação sofrendo angustias e até a morte, período de angústia reservado somente para aqueles que não conseguirão PAGAR O PREÇO, na JUSTIÇA RETRIBUITIVA pregada por alguns…Os fiéis dignos serão arrebatados, os outros pagarão com a própria vida…Mas o que isso tem a ver com o evangelho da graça? Isso não seria um terceiro lugar ou estado intermediário muito parecido com o purgatório romano?
Hebreus 9:28 assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.
PONTO 10
Apocalipse 20:6 Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.
Se a primeira ressurreição é o rapto secreto (como querem os pré-tribulacionistas) como esse evento pode marcar o início do milênio que só será inaugurado na segunda vinda depois da grande tribulação?
PONTO 11
AS DUAS RESSURREIÇÕES E AS DUAS MORTES
Primeira ressurreição (ESPIRITUAL)
João 5:24 Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida. 25 Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. 26 Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter vida em si mesmos;
Efésios 2:5 estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), 6 e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus,
Apocalipse 20:6 Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.
Segunda ressurreição (FÍSICA)
João 5:27 e deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem. 28 Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: 29 os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.
VEJA QUE A RESSURREIÇÃO DA VIDA E A RESSURREIÇÃO DO JUÍZO ACONTECEM NA MESMA HORA E SE TRATAM DE UMA MESMA RESSURREIÇÃO QUE É FÍSICA.
PONTO 12
NAS ESCRITURAS O JUIZO É IMEDIATAMENTE PRECEDIDO PELA RESSURREIÇÃO
1Coríntios 15:23 Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. 24 Então virá o fim quando ele entregar o reino a Deus o Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder.
Romanos 2:5 Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus,6 que retribuirá a cada um segundo as suas obras; 7 a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em favor o bem, procuram glória, e honra e incorrupção;
Daniel 12:2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.Na parábola do joio do trigo Jesus disse que ambos crescerão juntos até a colheita, a colheita se refere ao julgamento, onde a separação será tal que todos os ímpios serão lançados ao fogo eterno, e os piedosos elevados ao céu, cessando então o nosso labor.
2 Tessalonicenses 1:7 e a vós, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder em chama de fogo, 8 e tomar vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus; 9 os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna, banidos da face do senhor e da glória do seu poder, 10 quando naquele dia ele vier para ser glorificado nos seus santos e para ser admirado em todos os que tiverem crido (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós).
JUNTAMENTE COM A VINDA DO SENHOR, VEM A DESTRUIÇÃO ETERNA DOS ÍMPIOS, NÃO HÁ ÍMPIOS SOBREVIVEMENTES PARA SEREM GOVERNADOS EM UM MILÊNIO POR VIR.
PONTO 13
O último inimigo: A MORTE
1Coríntios 15:23 Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. 24 Então virá o fim quando ele entregar o reino a Deus o Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder. 25 Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. 26 Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte. 50 Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção. 51 Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. 54 Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória.
Veja que após esse momento, no qual seremos revestidos, a morte é vencida, após o retorno de Cristo (sua vinda, como diz o texto) a morte é completamente destruída e abolida, como pode haver convertidos num milênio por vir, que vivem tem filhos e morrem? E como a igreja habitará na terra ainda 1.000 anos em corpos glorificados (Corpos como o de Cristo glorificado, em esplendor e glória) juntamente com outros não glorificados?
PONTO 14
A VINDA DE CRISTO = O DIA DE DEUS
2 Pedro 3:4 e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 7 mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. 10 Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas. 11 Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade,
Segundo os pré-milenistas Jesus não vem do dia do julgamento, pois ele já estaria governando em Jerusalém (julgamento, condenação e destruição deixam de ser eminentes), mas Pedro diz que quando Cristo retorna ocorre o julgamento e então os céus e a terra são destruídos, a Vinda segundo Pedro contradiz totalmente a posição pré-milenista.
1 Tessalonicenses 5:4 Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda; 5 porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas;
O DIA DO SENHOR virá COMO LADRÃO, isso não quer dizer que Jesus não será visto, ou que sua vinda será secreta, o que virá como ladrão nas Escrituras é o dia do Senhor e não Cristo, isso quer dizer que será de repente, 2
Pedro 3:10 Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.12 aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
Jesus usou a metáfora como ladrão para indicar o caráter inesperado do evento e não secreto, repare que o evento que virá como ladrão também é chamado de o dia de Deus
PONTO 15
O APARECIMENTO DO ANTI-CRISTO PRECEDE A VINDA DE CRISTO
2 TESSALONICENSES 2:1 Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, 2 que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. 3 Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, 4 aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.
Primeiro vai se manifestar o anticristo que se levantara contra tudo o que pertence a Deus, e nós vamos estar aqui e vamos conhecê-lo. Mas não se preocupe, nós não negaremos a fé e não seremos enganados por causa de seus sinais e prodígios pois somos a noiva eleita de Cristo protegida e guardada de todo o mal.
Por Djalma Oliveira Santiago
Tags:SECRETO
12 Razões que levam um casamento ao Fracasso
12 Razões que levam um casamento ao Fracasso
Introdução
A família é a matriz social, a mais importante agência socializadora; os pais transferem para os filhos herança biológica, psicológica, cultural e espiritual. Ela é projeto de Deus e alvo de Seu amor e zelo. É importante para o casal edificar um relacionamento profundo, harmônico, saudável e verdadeiro com base na imutável Palavra de Deus. Tendo em vista esse objetivo, e como medida preventiva, vamos analisar quais são os doze principais motivos que levam um casamento ao fracasso.
Casamento é:
A união voluntária e estável de um homem e uma mulher, nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família. Etimologicamente, a palavra casamento é derivada de casa, enquanto matrimônio tem origem na palavra latina mater. (mãe).
1. Entre outros comportamentos que levam o casamento ao fracasso estão:
1.1 – A falta de amor
O amor é a essência de Deus e a base para todos os relacionamentos saudáveis, profundos e verdadeiros. Quem ama nasceu de Deus (1 Jo 4.7).
Subsídio teológico
Quando falamos de amor, não estamos referindo-nos simplesmente a um sentimento de bem-querer em relação ao outro pelo qual nutrimos empatia e simpatia, e sim a algo profundo e enraizado em Deus. É o amor ágape registrado em 1 Coríntios 13.4-7.
1.2 — A falta de compatibilidade
Compatibilidade é a capacidade das pessoas de unir-se e funcionar em conjunto, promovendo o bem e o crescimento mútuo. Ser compatível não significa ter os mesmos dons e habilidades que o outro, e sim possuir objetivos comuns e cooperação. Biblicamente, são incompatíveis a luz e as trevas, a justiça e a injustiça (2 Co 6.14-16).
1.3 — A falta de comunicação
Existem casais cuja comunicação simplesmente não existe. A comunicação é vital para o desenvolvimento intelectual e emocional do ser humano. Precisamos usar a linguagem verbal e gestual. Abrir o coração para ouvir o outro é saudável. É como maçã de ouro em salvas de prata
(Pv 125.11).
1.4 — A violência verbal e física
Há casais que, além de não dialogarem, só se falam para agredir um ao outro com palavras hostis e depreciativas que, às vezes, descambam em agressão física. A morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.2 1). Irai-vos e não pequeis (Ef 4.26).
1.5 — A falta de intimidade
A falta de intimidade sexual entre os casais é outro fator que tem levado muitos casamentos ao fracasso. A Palavra de Deus diz: Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne (Gn 2.24).
A expressão uma carne faz referência à união conjugal, a qual representa, simbolicamente, a união mística entre Cristo e a Igreja (Ef 5.22,23).
Vejamos alguns princípios da intimidade:
1.5.1 — O marido deve ser benevolente com a mulher (1 Co 7.3)
1.5.2 — Os cônjuges não podem vedar o seu corpo um ao outro (1 Co 7.4)
1.5.3 — A sexualidade não deve ser suprimida da vida do casal (1 Co 7.5)
1.5.4 — Ninguém pode ditar regras na intimidade do casal (Mt 19.5)
Subsídio doutrinário
Alguns costumam usar o texto de Hebreus 13.4 para condenar a intimidade do casal. O leito sem mácula citado nesse versículo refere-se ao leito onde há fidelidade, ou seja, onde não há prostituição ou adultério. Roman os 1.26 é um texto bastante citado pelos fanáticos. Porém, o que Paulo contesta aqui é o homossexualismo.
1.5.5 — A mulher tem preferência na relação íntima
A mulher deve receber a honra como vaso mais fraco (1 Pe 3.7).
1.6 — A infidelidade
Constitui-se adultério qualquer relação extraconjugal praticada por uma pessoa casada com outrem que não seja seu cônjuge. A Palavra de Deus fala sobre isso em Mateus 5.27,28.
1.7 — A inversão de papéis
A durabilidade do casamento também depende muito do modo como a mulher e o homem desempenham os seus papéis. O papel social do homem é proteger, prover e liderar; e o papel social da mulher é auxiliar na proteção, na provisão e na liderança do lar, agindo com sabedoria (Pv 14.1).
1.8 — A independência total dos cônjuges
A total independência dos cônjuges em relação ao outro é mais um motivo que tem levado muitos casamentos ao fracasso. Todos os bens precisam ser compartilhados com os cônjuges. Até porque, se um deles sofrer algum acidente, tiver alguma enfermidade ou vier a falecer, o outro passará dificuldades para resolver os problemas financeiros da casa; o mesmo ocorre no caso de separação.
1.9 — A má administração financeira
Quando um dos cônjuges não trabalha e quer controlar o salário do outro ou gastá-lo com coisas supérfluas, não seguindo o orçamento, a crise se instala. Deve-se gastar com o essencial alimentação, moradia, transporte, contas de consumo, despesas médicas etc.
1.10 — Os desrespeitos e as interferências externas
O desrespeito dentro de casa começa quando um cônjuge diz: “Não quero”, e o outro diz: Mas eu quero, e vai ser assim”. Esses desmandos acabam desgastando o relacionamento.
Já os pais não devem intrometer-se em questões conjugais dos filhos. E os cônjuges, por sua vez, precisam estar coesos e viver em sintonia, a fim de evitar esses abusos.
1.11 — A preferência por filhos
Imagine um pai que apóia uma filha mesmo quando ela está errada, quando não convém apoiá-la para não desautorizar a esposa, ou vice-versa. Ele não acha nada demais, por exemplo, deixar a menina passar uma semana na casa da amiga. No entanto, a mãe insiste em impor limites à filha, e acaba discutindo com o marido. Em vez de brigar na frente do filho em detrimento do outro, o casal deve procurar a melhor maneira de educá-lo.
1.12 — Não priorizar a Deus e as coisas espirituais
Há casais que se esquecem de princípios importantes revelados no Salmo 127.1 e em Mateus 6.33. Se Deus sair da nossa rotina, não conseguiremos superar os inúmeros desafios da vida. Só Ele pode edificar a nossa casa.
Conclusão
Temos de ser sal e luz para este mundo, onde se promove a demolição dos valores cristãos, o egoísmo, a perversidade, a violência, a pornografia e a desagregação familiar. Precisamos aperfeiçoar cada vez mais os nossos relacionamentos conjugais e familiares, a fim de que os homens nos considerem como um referencial positivo, e Deus seja glorificado em nossa vida.
Autor: Pr. Silas Malafaia
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Tags:Casamento
12 Razões para esperar até o casamento:
12 Razões para esperar até o casamento:
01. Porque eu quero, e quero muito.
Quem disse que é fácil passar pelas tentações? Porém tenho plena consciência das minhas escolhas e faço vivência delas, assim como de suas consequências. Por isso EU QUERO e escolho esperar até o casamento.
“Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz… (2Tm 2:22)
02. Para deixar de ser o centro da própria vida
Deixar Deus dominar minha vida, como o dono de tudo que tenho e sou. “Também o coração dos homens está cheio de maldade, nele há desvarios enquanto vivem.” (Eclesiastes 9:3)
03. Não desonrar a Deus
Imagino o profundo arrependimento de saber que desonrei meu Deus e a outra pessoa… sabendo que cedi à tentação da carne e que banalizei uma coisa tão perfeita que Deus fez pra mim. Tomo as palavras de José ao ser tentado: “Como poderia eu cometer uma tamanha maldade e pecar contra Deus?”
04. Ser e fazer a diferença nesta sociedade que prega sexo como profano e momentâneo.
Fazemos parte de uma geração descomprometida. Tornou-se comum obter benefícios de forma imediata e desprezar as responsabilidades. Porém a orientação bíblica é que “…vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo. “ (FL. 2:15)
05. Para oferecer ao meu esposo (a) uma das maiores demonstrações de amor
Viver a imensa alegria do sexo e poder dividir isso com quem vou passar o resto da minha vida
A Bíblia não fala em tornar-se UM a toa. “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” (Gn 2:24) Tem coisa melhor do que ser UMA SÓ CARNE com a pessoa que você passará o resto dos seus dias? “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro…” Hb. 13.4
06. Para rever suas prioridades
A prioridade é estudar, viajar? Se minha prioridade não é casar, porque ter uma vida marital com meu namorado?“Para tudo há uma ocasião certa. Há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu.” Ec. 3.1
07. Para tomar mais cuidado comigo mesmo
Gasta-se milhões em conscientização das doenças sexualmente transmissíveis e incentivando o uso da camisinha. Ao mesmo tempo, cresce o número de jovens infectados com DSTs ou enfrentando uma gravidez inesperada. Portanto, o melhor método de prevenção é a ausência do sexo. Isso é lógico! Se eu não tenho relações com pessoas diversas, não corro o risco de pegar doença sexualmente transmissível. Esperar ainda é o melhor método! “A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar o seu próprio corpo de maneira santa e honrosa, não dominado pela paixão de desejos desenfreados, como os pagãos que desconhecem a Deus. O Senhor Deus castigará todas essas práticas. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.” I Ts 4.3-5;7
08. Filhos no tempo certo
Ter filhos no século XXI não é fácil, ainda mais um filho fora do casamento, onde estarei despreparada, trancar a faculdade, sair do emprego, etc.
09. Para respeitar e obedecer meus pais
Não me sentiria confortável contando que fui no motel com meu namorado diante do meu pai. Não me sentiria à vontade sabendo que meus pais estão preocupados que eu possa engravidar ou pegar uma doença.
Dentro do casamento as coisas mudam.
10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem!
As meninas foram criadas com a promessa que o príncipe encantado chegaria com o cavalo branco resgatando das aflições existentes. Bem, sabemos que a realidade é bem diferente. Enfrentar a realidade como é, sem buscar satisfação de uma ausência de carinho em vários relacionamentos, além de sábio, é prudente.
11. Para passar pela experiência da Lua-de-mel
Lua de mel deixou de ser “o grande momento” da vida do casal, passou ser um tempo de viajem e não de descoberta no mundo moderno. Eu optando por ESPERAR, a lua de mel torna a ter o verdadeiro sentido, a emoção e a descoberta. Eu quero muito isso!
12. Para testemunhar
Viver Jesus no dia de hoje é fundamental para uma vida cristã saudável pautada na Bíblia. Ter um casamento abençoado testemunhando a santidade durante o namoro para os filhos é o verdadeiro exemplo vivido.
Fonte: http://naomordamaca.com/
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12 qualidades de um servo de Deus:
12 qualidades de um servo de Deus:
1º TODOS DEVEM SER TRANSPARENTES
2° TODOS DEVEM SER ENSINAVEIS
3° TODOS DEVEM SER SUBMISOS
4º TODOS DEVEM SER TRATAVEIS
5° TODOS DEVEM SER HUMILDES
6º TODOS DEVEM SER MANSOS
7° TODOS DEVEM SER CHEIOS DO ESPIRITO SANTO
8º TODOS DEVEM SERDETERMINADOS
9º TODOS DEVEM SER FERVOROSOS
10° TODOS DEVEM SER MOTIVADOS
11° TODOS DEVEM SER DISPOSTOS
12° TODOS DEVEM SER OUSADOS
1º – O servo de Deus deve ser: Transparente
Não existe nada melhor do que nos relacionarmos com homens e mulheres transparentes.
Pois a transparência nos traz a confiança que sou irrepreensível na presença de deus (1corintios 1.8 Lucas 1.6 Efésios 1.4).
Esta é a marca de alguém que tem vencido o orgulho e a necessidade de ser aceito neste mundo porque não somos deste mundo, mas este mundo é do maligno e o príncipe deste munda já este julgado (João 16.11).
Temos não que ser aceito pelo mundo, mas por cristo pelas nossas boas obras em sua presença.
Todo homem e mulher transparentes, são homens e mulheres livres; mais ainda, refletem segurança nos relacionamentos com Deus e com seus superiores.
2º – O servo de Deus deve ser: Ensinavel
Homens e mulheres arrogantes e sabichões nunca aprendem nada.
Se existe algo que nós homens e mulheres devemos aprender nestes dias, é a capacidade de sermos ensináveis. Disponibilidade para inclinar os ouvidos e o coração para ser ensinado, isto nos mostra que estamos dentro da palavra de Deus aprendendo e vivendo o que estamos aprendendo para isto deus colocou seus guias, ou seja, pastores na frente de batalha para ensinar os novos soldados como devem caminhar.
3º – O servo de Deus deve ser: Submisso
Uma das estratégias de Satanás na vida do homem ou da mulher é fazê-los rebeldes e insubmissos.
Submissão não é prisão, é liberdade. Submissão é uma dos segredos de uma vida longa e cheio de vitória porque foi escrito pelo espirito santo através de seus profetas que devemos ser submissos às autoridades empostas por Deus em suas igrejas não sendo nós submissos estamos fora do agrado de Deus.(tito2.9 e Hebreus13.17.)
4º – O servo de Deus deve ser: Tratável
É difícil conviver com alguém duro, resistente e cheio de razão.
Homens e mulheres intratáveis nunca erram, estão sempre com a razão, justificam-se sempre e finalmente, nunca terão o caráter transformado.
Afinal, são intratáveis.
Agora aqueles que têm o coração amolecido por Deus e se deixam tratar se tornam grandes servos do Senhor em sua casa.
Sendo assim todo homem e mulher deve deixar Deus guia-lo amolecendo seus corações e deixando o espirito santo habitar no mesmo sabendo que o coração duro, resistente e cheio de razão são coração guiado por satanás mas o coração amolecido que e cheio do espirito santo é um coração agradável a Deus.
5º O servo de Deus deve ser: Humilde
Qualidade marcante de quem possui uma vida rendida diante do Senhor Jesus. Para estes não há lugar para o orgulho ou a soberba.
Só há lugar para um coração despojado, entregue, rasgado diante do altar de Deus.
Homens e mulheres com um coração humilde expressam a vida de Jesus.
6º – O servo de Deus deve ser: Manso
Jesus disse que devemos aprender com ele, que é manso e humilde de coração, pois só assim encontraremos descanso para nossas almas.
A humildade e a mansidão nos fazem ser semelhantes a Jesus, e traz descanso a nossa alma.
7º – O servo de Deus deve ser: Cheio do Espírito Santo
Nenhum homem e mulher pode ser cheio de si mesmo.
Cheio de idéias e conceitos próprios. Deve ser cheio do Espírito. Na Bíblia, um dos símbolos do Espírito Santo é o vinho, símbolo de alegria e de vida. Assim homens e mulheres devem ser reconhecidos: cheios de alegria e cheios de muita vida de Deus este é o nosso combustível ministerial porque o nosso combustível espiritual é o espirito santo se deus retirar o espirito santo de nós, morremos.
porque a fonte de nossas vidas é a comunhão com deus através do espirito santo.
8º – O servo de Deus deve ser: Determinado
A determinação é um fator predominante na vida daqueles que querem vencer. Determinação é um ato da nossa vontade. Homens e mulheres de vontade livre terão mais facilidade para se encherem do Espirito de deus.
A palavra de Deus diz que Deus procura os verdadeiros adoradores ou seja esta é a melhor qualidade de um homem ou de uma mulher ser voluntario para adorar a Deus.
9º – O servo de Deus deve ser: Fervoroso
Este é o ingrediente que dá brilho ao ministério do homem e da mulher.
Chega a ser empolgante observar alguns homens e mulheres no desenvolver de seus ministérios.
Há uma diferença entre um homem ou mulher frio, um morno e outro fervoroso. O frio traz desânimo consigo o morno não influencia em nada, enquanto que o fervoroso faz toda a diferença na presença de Deus.
10º – O servo de Deus deve ser: Motivado
Como é bom ter homens e mulheres motivados na igreja, e como é bom estar ao lado deles.
Eles nos impulsionam a seguir em frente e vencer.
Na verdade, a motivação do homem e da mulher é responsável por 50% do êxito de seu ministério. Homens e mulheres motivados tem o seu crescimento desobstruído.
11º – O servo de Deus deve ser: Disposto
Nada mais chato que tratar com pessoas indispostas.
Geralmente não produzem nada, e tem a capacidade de influenciar negativamente, com sua indisposição, os que se mostram dispostos.
Disposição é uma qualidade importante na igreja e todo homem e mulher que fazem a obra do Senhor com disposição, mostra um desempenho muito melhor e melhor agrada o coração de Deus porque a disposição mostra voluntariedade e isto é de agrado ao Senhor.
12º – O servo de Deus deve ser: Ousado
E para finalizar, a bendita ousadia que nos conduz onde quer que o Senhor nos conduza.
Uma pequena direção dada por Deus no nosso Espírito, nos fará avançar e prosperar naquilo para qual fomos dirigidos, sem qualquer dúvida, questionamento ou sentimento de incapacidade.
O homem e mulher de Deus que desenvolve esta qualidade, avança, prosperam e superam suas próprias limitações e ultrapassam qualquer obstáculo sem desanimar porque o homem e mulher ousado não teme a luta mas reconhece que deus os chamou para batalha e como toda batalha terá luta mas atraváz de sua ousadia toda luta é vencida.
http://informativogospel.comunidades.net/12-qualidades-de-um-servo-de-deus
Tags:servo
12 Chaves para Entender Israel na Bíblia
12 Chaves para Entender Israel na Bíblia
Quando viajo pelo mundo viajando por Bridges for Peace, eu freqüentemente ouço muitas das mesmas perguntas várias e várias vezes. Quer seja na África do Sul ou no Canadá, na Austrália ou no Brasil, no Reino Unido ou nos Estados Unidos, uma coisa que os Cristãos querem ter é um resumo das passagens chave sobre Israel e o povo Judeu. Deus tem muito a dizer sobre Seu povo da Aliança e Sua Terra, Israel.
A Terra de Israel é o único lugar na terra que Deus diz possuir em termos de propriedade que pode ser transferida (É claro, nós sabemos que o mundo inteiro é d’Ele, mas este pedaço de terra tem um relacionamento único com Ele).Sobre Israel Ele diz: “Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois estrangeiros e peregrinos comigo” (Levítico 25.23).
O que exatamente a Bíblia diz sobre o pedaço de terra de Deus, e quem tem direito a ele?
Quando chegamos à questão Israel-Palestina dos dias modernos, as pessoas freqüentemente perguntam “Que direito exatamente têm Israel e o povo Judeu sobre essa terra?” Argumentos são continuamente apresentados relativos ao direito dos Palestinos e ao direito dos Israelenses que parecem lógicos às pessoas os apresentam. Mas uma questão básica ainda continua na mente quando ouço os muitos pontos de vista conflitantes a respeito a esse pedaço de terra: “Quem tem a definitiva autoridade para determinar os direitos quanto a esse pedaço especial de propriedade?”
A resposta bíblica a essa pergunta é que somente Deus determina os “direitos” que qualquer de nós tem. Algo é certo ou errado por causa de decreto Divino, não de sentimento humano ou de razão humana. A existência de Deus antes da criação do universo e da humanidade Lhe dá o direito de determinar nossos “direitos”.
A moralidade existe porque Deus existe. A autoridade existe porque Deus existe. E, Onipotente Deus já determinou os direitos de Israel e do povo Judeu sobre a terra que pertence a Deus e que foi cedida a eles.
Vamos olhar juntos o que Ele tem a dizer sobre a Terra de Israel, o povo que Ele escolheu para possuí-la e por que:
Chave 1: A Terra de Canaã, renomeada para Israel por Yahweh, foi dada por Deus a Abraão e seus descendentes como possessão eterna.
Em Gêneses 12:7a, nós lemos: “E apareceu Yahweh a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra”.
Em Gêneses 13:15 Ele repetiu Sua promessa quando disse: “Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”. Ele disse a mesma coisa em Gêneses 15:18: “…à tua descendência tenho dado esta terra…”.
Chave 2: O dádiva de Deus dessa Terra para Abraão e seus descendentes foi baseada em uma aliança incondicional do próprio Deus Yahweh.
Gêneses 17:7-8 declara: “E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhes-ei o seu Deus”.
O sinal dessa aliança para Abraão e seus descendentes era a circuncisão. Duas vezes nesta passagem, Deus menciona a natureza eterna dessa aliança. Há alguns hoje que dizem que essa aliança era condicional, que era baseada na fidelidade de Israel a Deus. A Bíblia ensina diferentemente.
Em Salmos 89:30-37 nós lemos: “Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nos meus juízos, se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos, então visitarei a sua transgressão com a vara, e a sua iniqüidade com açoites. Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade. Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o que saiu dos meus lábios. Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu”.
Jeremias 31:35-36 declara: “Assim diz Yahweh, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; Yahweh dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre”.
Concordamos que Deus prometeu julgar Seu povo se eles O desobedecessem. Isso é verdade para todos nós. Entretanto, não concordamos com aqueles que dizem que a desobediência de Israel os privaria de sua dádiva da terra e de seu status nacional como um povo. Deuteronômio 28 mostra que o pronunciamento por Deus de bênção ou maldição somente afetou a qualidade de vida dos Israelitas, que era condicionada à sua fidelidade. No entanto, a promessa da terra não estava baseada no desempenho de Israel, mas no juramento e no caráter de Deus – Ele não mente.
Deuteronômio 30 mostra que antes de entrarem na Terra Prometida, Ele sabia que eles violariam Seus estatutos e seriam expulsos no futuro. Ainda assim, também declara que Ele os traria de volta para a terra que Ele havia dado aos seus antepassados (veja a chave 8).
Chave 3: A Terra foi dada a Abraão e seus descendentes como parte da bênção redentora de Deus para o mundo.
Em Gêneses 12:1-3 nós lemos: “ORA, Yahweh disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Israel foi estabelecido no centro do mundo antigo, e todos os transportes e comunicações entre os continentes tinham que passar por seu território para alcançar os outros. Ao fazê-lo, os viajantes, mercadores e comerciantes, e até os exércitos, encontravam os Filhos de Israel.
Eles foram escolhidos para três propósitos: adorar a Deus em sua terra e mostrar ao mundo a bênção de servir o único Deus verdadeiro; receber, registrar e transmitir a Palavra de Deus (através deles nós temos a Bíblia); e finalmente, ser o canal humano para o Messias de quem recebemos a nossa Salvação. Para que Deus proteja Seus propósitos para os Filhos de Israel na Terra de Israel, Ele prometeu abençoar aqueles que abençoassem Abraão e seus descendentes e amaldiçoar quem os amaldiçoasse.
Chave 4: Essa terra não foi dada aos descendentes de Ismael (um ancestral dos povos Árabes), mas aos descendentes de Isaque.
Não tenho ressentimentos contra os filhos de Ismael, nem quero ser cruel com nossos amigos árabes. Entretanto, tenho que ser fiel ao que a Bíblia ensina. O próprio Abraão considerava Ismael como um possível descendente a quem Deus daria essa terra. Em Gêneses 17:18, Abraão disse a Deus: “Quem dera que viva Ismael diante de teu rosto!” Mas a resposta de Deus foi, e é, muito clara. Em Gêneses 17:19, Deus responde a Abraão: “Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele”.
Deus prometeu abençoar Ismael e torná-lo uma grande nação: “E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação” (Gêneses 17:20). No entanto, a linhagem promessa da aliança em relação à Terra passaria através de Isaque, não Ismael: “…Em Isaque será chamada a tua descendência” (Hebreus 11.18).
Chave 5: Essa Terra não foi dada a outros filhos de Abraão, mas somente a Isaque.
Depois que Sara morreu, Abraão teve seis outros filhos com Quetura, bem como outros com suas concubinas, que são os ancestrais de muitos dos povos Árabes hoje. Entretanto, a aliança da Terra não era para eles: “Porém Abraão deu tudo o que tinha a Isaque; mas aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu Abraão presentes e, vivendo ele ainda, despediu-os do seu filho Isaque, enviando-os ao oriente, para a terra oriental” (Gêneses 25.5-6). Note que Abraão até mesmo mandou esses filhos embora da Terra de Canaã.
Chave 6: Essa Terra e a aliança foram dadas somente ao filho de Isaque, Jacó, e seus descendentes, não a Esaú e seus descendentes.
Jacó recebeu o direito de primogeniture de seu pai, Isaque. Em Gêneses 28:4, Isaque disse a Jacó: “E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão”.
Mas não foram simplesmente as palavras de seu pai Isaque que guiaram o future de Jacó. Foi uma revelação direta do próprio Deus que convenceu Jacó de seu destino. O Senhor Deus revelou a Jacó Sua mensagem sobre essa terra. Em Gêneses 28:13-15, nós lemos:
“E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra; e eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado”.
De acordo com Gêneses 36:6-9, Esaú tomou seus descendentes e todas as suas posses e foi para outra terra longe de seu irmão Jacó. Esaú viveu na terra montanhosa de Seir. A Bíblia nos diz que Esaú é Edom. Isso nos diz especificamente que os descendentes de Esaú eram os Edomitas, e Israel não era sua terra. O livro de Obadias é uma proclamação de fataliidade sobre os filhos de Esaú (Edom) por sua constante perseguição dos descendentes de Jacó (Israel): “Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre” (Obadias 1:10).
Chave 7: Deus mandou Israel conquistar a Terra que Ele havia dado a eles.
Em Deuteronômio 1:8, nós lemos: “Eis que tenho posto esta terra diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua descendência depois deles”. No lado leste do Rio Jordão, quando os Israelitas estavam prestes a entrar na Terra Prometida, o Senhor disse a Josué: “Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés. Desde o deserto e do Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente do sol, será o vosso termo. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria” (Josué 1:2-4,6).
Josué então falou ao seu povo com estas palavras: “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós; e que certamente lançará de diante de vós aos cananeus, e aos heteus, e aos heveus, e aos perizeus, e aos girgaseus, e aos amorreus, e aos jebuseus” (Josué 3:10). Ele então lhes disse como o Senhor dividiria as águas do Rio Jordão para que pudessem passar para o outro lado. Foi isso que aconteceu e então o povo soube que Deus estava com eles, e eles conquistaram a terra, região por região, começando por Jericó.
A realidade do conflito pela terra de Israel não é nada novo e de forma alguma indica que Deus não esteja com o povo Judeu no que diz respeito à questão da terra hoje. Tenho ouvido Cristãos dizerem que Israel hoje não poderia ser parte do plano de Deus, porque há tanta guerra e conflitos que isso não poderia ser de Deus. No entanto, desde quando isso foi diferente? Por todo o Antigo Testamento, nações se levantaram para lutar contra o povo Judeu, os descendentes de Abraão, na Terra de Israel. Do momento em que Josué trouxe os Filhos de Israel para a Terra Prometida, foi uma luta para possuir a Terra. O Rei Davi estava obviamente em constante guerra com seus vizinhos, os Filisteus. Por que seria surpreendente que conflitos ainda acontecessem hoje? Os inimigos de Deus sempre lutaram contra Seus planos.
O profeta Zacarias torna bastante claro que nos últimos dias o próprio Deus fará de Jerusalém uma pedra de tropeço para as nações e as julgará por entenderem e apoiarem ou não os planos de Deus para Jerusalém e Israel. Se elas o fizerem, serão abençoadas; se não, serão destruídas: “PESO da palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele. Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém” (Zacarias 12:1-2,9).
Chave 8: O pecado de Israel e o subseqüente exílio da Terra não mudaram seu direito divino à essa Terra dada a eles pelo Senhor em aliança.
Muitas pessoas têm dito que a promessa de Deus de dar a Israel essa terra era baseada na fidelidade de Israel às leis de Deus, e que quando eles desobedeceram e foram enviados ao cativeiro, isso anulou a promessa de Deus. A Bíblia ensina diferente. Em Levítico 26.40-45, lemos que Deus puniria Israel por sua desobediência e os enviaria ao cativeiro. Mas, de acordo com os versos 44-45, Deus os trará de volta:
“E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou o Senhor seu Deus. Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Deus. Eu sou o Senhor” Em Deuteronômio 30:3-5, Deus promete: “Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou Yahweh teu Deus. Ainda que os teus desterrados estejam na extremidade do céu, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus, e te tomará dali; E o Senhor teu Deus te trará à terra que teus pais possuíram, e a possuirás; e te fará bem, e te multiplicará mais do que a teus pais”.
Amós 9:14-15 troveja estas palavras marcantes: “E trarei do cativeiro meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus”.
Alguns oponentes ao direito de Israel à terra dizem que esses versos foram cumpridos quando os Judeus retornaram do cativeiro Babilônico. Entretanto, sabemos que há outros exílios e reuniões também. Ainda assim, Amós fala de um retorno à sua antiga terra, Israel, de uma vez por todas, quando diz “…e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus” (Amós 9:15). Isso nunca aconteceu na história e muitos crêem que esse retorno a Israel é o retorno final que culminará na vinda do Messias.
Chave 9: O nome dessa terra não é Palestina, mas Israel.
Dois mil e quinhentos anos atrás, o profeta Ezequiel falou da restauração de Israel a sua terra nos últimos dias. Ezequiel falou de ossos secos voltando à vida. Nunca antes na história uma nação foi destruída e espalhada por todo o mundo e então trazida de volta à vida. É um milagre e um cumprimento da profecia Bíblica. Lemos em Ezequiel 37:11-12:
“Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados. Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz Yahweh Deus: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de ISRAEL”.
Note que o nome daquela terra é ISRAEL, a terra que é tão freqüentemente chamada de “terra de Canaã” na Bíblia. Deus diz que nos últimos dias ela será chamada de ISRAEL.
O nome Palestina era um nome regional que foi imposto à área pelo Imperador Romano, Adriano, que suprimiu a Segunda Revolta Judaica em 135 AD. Ele estava tão irado com os Judeus que queria humilhá-los e enfatizar que a nação Judaica tinha perdido seu direito a uma terra natal sob a dominação Romana. O nome Palestina era originalmente um adjetivo derivado de Filistia, os arquiinimigos de Israel 1000 anos antes. Adriano também mudou o nome de Jerusalém para Aelia Capitolina segundo o nome de sua família, Aelia. Ele também proibiu os Judeus de entrarem na cidade, exceto no nono mês hebraico, Av, para lamentar sua destruição. Como ele era considerado um deus no Império Romano, esta foi sua tentativa de quebrar a aliança de Deus entre o povo Judeu e sua terra. Isso efetivamente declarou sua autoridade pagã sobre Jerusalém, que havia sido o lugar da presença do Deus de Israel. Até hoje, o nome Palestina voa na face de Israel e toda a questão pode ser fervida a uma batalha religiosa (espiritual) por uma terra cujo destino será decidido pelo Deus da Bíblia, já que esta é Sua terra (Levítico 25:23).
Yeshua (Jesus), ao descrever os sinais do fim dos tempos, disse: “… Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem” (Lucas 21:24b). Do tempo de Adriano até 1967, Jerusalém foi controlada por Gentios. Ela está agora de volta às mãos do povo Judeu, o que é um sinal de que o Messias está prestes a vir para Sião.
Chave 10: O estrangeiro (aqueles fora da aliança) viverá entre vós e será tratado com respeito.
“E edificarão (o povo da aliança de Deus) os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração. E haverá estrangeiros, que apascentarão os vossos rebanhos; e estranhos serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros” (Isaías 61:4-5). “Mas, se deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras praticardes o juízo entre um homem e o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre” (Jeremias 7:5-7).
O “estrangeiro” nesses versos incluiriam os Árabes Palestinos e outros povos não Judeus que vivem na terra. Eles receberiam uma benção por viver e trabalhar na Terra de Israel, não na Terra da Palestina. Por outro lado, Israel deveria tratá-los com respeito. Por outro lado ainda, eles têm a responsabilidade de viver em paz, habitando sob as leis da terra, reconhecendo a soberania daqueles a quem ela pertence.
Isso é o que Moisés pensou: “Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação (de Israel), e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o Senhor. Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco” (Números 15:15,16).
Quando esse relacionamento é quebrado, como tem acontecido hoje, então a crise se segue. As Escrituras têm muito mais a dizer sobre a Terra na profecia, inclusive o fato de que Israel passará por muitos outros testes antes que o Messias venha para totalmente restaurar Israel como o cabeça de todas as nações.
Chave 11: O retorno do povo Judeu no final dos dias será iniciado por Deus, e seu retorno sinalizará a restauração de uma terra estéril e destruída.
O profeta Isaías falou do plano de Deus de trazer Seu povo de volta a Israel, dizendo: “E levantará um estandarte entre as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e os dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra” (Isaías 11:12).
Quando os Judeus começaram a voltar das nações do mundo ao final do século passado, a terra estava estéril e esparsamente habitada. Nos anos 1860, o autor Mark Twain viajou no que era então uma atrasada região do Império Turco-Otomano, chamada de Palestina, e descreveu a terra, desta forma: “Em lugar algum da devastação ao redor havia um metro de sombra”. Ele chamou a terra de “uma terra assoladora, nua, sem árvores”. Sobre a Galiléia ele disse: “Não há orvalho, nem flores, nem pássaros, nem árvores. Há uma planície e um lago sem sombras, e além deles algumas montanhas estéreis”. Seu resumo da Palestina: “De todas as terras que existem com cenário espantoso, Eu acho que a Palestina deve ser a princesa. Os motes são estéreis, de uma cor maçante, pouco pitorescos na forma. É uma terra inútil, deprimente, desolada”.
A descrição se encaixa na profecia de Ezequiel das “montanhas estéreis de Israel” em Ezequiel 36:1-7. Entretanto, Ezequiel segue dizendo: “Mas vós, ó montes de Israel, produzireis os vossos ramos, e dareis o vosso fruto para o meu povo de Israel; porque estão prestes a vir. Porque eis que eu estou convosco, e eu me voltarei para vós, e sereis lavrados e semeados. E multiplicarei homens sobre vós, a toda a casa de Israel, a toda ela; e as cidades serão habitadas, e os lugares devastados serão edificados. E multiplicarei homens e animais sobre vós, e eles se multiplicarão, e frutificarão. E farei com que sejais habitados como dantes e vos tratarei melhor que nos vossos princípios; e sabereis que eu sou o Senhor. E farei andar sobre vós homens, o meu povo de Israel; eles te possuirão, e serás a sua herança, e nunca mais os desfilharás” (Ezequiel 36:8-12).
Verdadeiramente, o retorno dos Judeus de mais de 100 nações do mundo é um milagre dos dias modernos. Grandes ondas de imigrantes começaram a chegar nos anos 1880. Desde aqueles primeiros dias, os desertos têm sido reflorestados, aos campos rochosos tornados férteis, os pântanos drenados e plantados, os antigos terraços reconstruídos e as arruinadas antigas cidades restabelecidas. Israel é agora uma nação com mais de seis milhões de pessoas que exporta alimentos, que alardeia altos índices de erudição, saúde, educação e bem estar, alta tecnologia e desenvolvimento agrícola.
Chave 12: As Nações farão parte do retorno do povo e da restauração da terra.
O profeta Isaías de Israel disse: “LEVANTA-TE, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti… Certamente as ilhas me aguardarão, e primeiro os navios de Társis, para trazer teus filhos de longe, e com eles a sua prata e o seu ouro, para o nome do Senhor teu Deus, e para o Santo de Israel, porquanto ele te glorificou. E os filhos dos estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti. E as tuas portas estarão abertas de contínuo, nem de dia nem de noite se fecharão; para que tragam a ti as riquezas dos gentios, e, conduzidos com elas, os seus reis. Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas” (Isaías 60:1,9-12).
Em Romanos 11:11-14, Paulo ensina a nós Cristãos que somos enxertados na oliveira, que são as alianças, promessas e esperanças de Israel. Nós não sustentamos a árvore, mas ela nos sustenta, então não deveríamos nos jactar contra o Seu povo, Israel. No verso 28, ele nos diz que eles são amados por causa dos patriarcas. Sem a fidelidade do povo Judeu em Israel, nós não teríamos nosso exemplo, nossa Bíblia, nosso Yeshua ou nossa Salvação. Portanto, ele conclui que eles receberão “misericórdia pela misericórdia [de Deus] a vós demonstrada” (Romanos 11:31).
Paulo ensina a nós Cristãos que temos um débito a pagar para com o povo Judeu, abençoando-os de maneiras tangíveis.
Romanos 15:27 diz claramente: “Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais”. Quão mais direto Deus pode ser com relação à nossa relação Cristã com Israel e com o povo Judeu?
O Que Isso Significa Para Nós?
O dia da restauração total de Israel está próximo. O Messias tornará isso possível e viveremos todos em paz. Até que ele venha, nós, que cremos que a Bíblia seja a Palavra de Deus e que todas as promessas de Deus se cumprirão, devemos apoiar o direito de Israel à sua terra. É um direito divino. Somos pacientes com aqueles que não crêem na Bíblia nem aceitam o direito de Israel à terra. Ainda assim, com amor por todos, devemos apoiar fortemente o direito de Israel. Não podemos fazer diferente e ter a consciência limpa. Não podemos dizer de um lado que cremos que há um Deus que revelou Sua perfeita vontade em Suas Santas Escrituras e, por outro lado, negar a Israel seu direto à terra que Deus lhe prometeu.
Nosso compromisso com Israel foi escrito pelo Salmista há muito tempo no Salmo 102:13: “Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou”. Este é esse tempo.
Novamente o Salmista nos exorta: “Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Paz esteja em ti. Por causa da casa de Yahweh nosso Deus, buscarei o teu bem” (Salmo 122:6-9).
Por Clarence H. Wagner Jr.
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10 Razões Porque o Sábado Não é Apenas Para Judeus
10 Razões Porque o Sábado Não é Apenas Para Judeus
1) Adão e Eva não eram judeus. “Elohim abençoou o sétimo dia e o santificou” (Gênesis 2:3) antes do pecado ter entrado. “Santificado” significa “ser separado para uso santo”. Os únicos no Jardim do Éden, para quem o sábado foi “separado” foram Adão e Eva, que não eram judeus.
2) “O sábado foi estabelecido por causa do homem” (Marcos 2:27). Yahshua disse isso. Ele foi “estabelecido” no Jardim do Éden antes de ter sido escrito nas tábuas de pedra no Monte Sinai. O sábado foi “feito” para o “homem”, e não apenas para os judeus.
3) Os outros nove mandamentos não são “apenas para judeus”. Elohim escreveu “Dez Mandamentos” em pedra, e não apenas nove (Veja Deut. 4:12, 13; Ex. 20). Será que “Não cometerás adultério”, “Não matarás”, “Não roubarás” e “Não levantarás falso testemunho” só se aplica aos judeus?
4) “O sétimo dia é o sábado do Yahweh teu Elohim” (Êxodo 20:10). Deus chama o sábado, “meu dia santo” (Isaías 58:13). A Bíblia nunca o chama de “sábado dos judeus”, pois não é deles mas de Elohim.
5) O mandamento do sábado é para o “estrangeiro” também. O quarto mandamento diz que o próprio “estrangeiro” deve descansar no sábado (Êxodo 20:10). “Estrangeiros” são os não-judeus, ou gentios. Assim, o sábado se aplica a eles também. Leia também Isaías 56:6.
6) Isaías disse que os gentios deviam guardar o sábado. “E aos estrangeiros, que se unirem ao Adonai, para o servirem, e para amarem o nome do Yahweh, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu pacto, sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos” (Isaías 56:6-7). Assim, o sábado é também para os gentios e para “todas as pessoas” não somente para os judeus.
7) “Toda a humanidade” irá guardar o sábado na Nova Terra. Na “nova terra … de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz Yahweh” (Isaías 66:22-23). Aqui Elohim diz que “toda a carne” guardará o sábado na “nova terra”. Se este for o caso – e o é – não devemos começar a fazê-lo desde agora?
8) Os gentios guardaram o sábado no livro de Atos. “Os gentios rogaram que estas palavras fossem pregadas a eles no sábado seguinte … Paulo e Barnabé … os persuadiam a perseverar na graça de Yahweh” (Atos 13:42-43 – King James). Aqui os gentios salvos pela graça guardaram o sábado (ver também o versículo 44).
9) “A lei [dos Dez Mandamentos] é para “todo o mundo”, não só para os judeus. Paulo escreveu estas palavras. Leia Romanos 2:17-23; 3:19, 23.
10) Lucas era um gentio que guardava o sábado. Lucas foi o único gentio que escreveu livros do Novo Testamento (ele escreveu O Evangelho Segundo São Lucas e os Atos dos Apóstolos). Lucas viajou com Paulo e escreveu: “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, pois pensávamos que ali devia haver um lugar de oração” (Atos 16:13). Era o sábado do sétimo dia, o memorial da criação (cf. Ex. 20:11). Tanto Lucas como Paulo sabiam disso.
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10 Razões Por Que Lucas 23:43 não Serve Para Provar a Teoria da Imortalidade da Alma
10 Razões Por Que Lucas 23:43 não Serve Para Provar a Teoria da Imortalidade da Alma
Diz o texto: “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43) —Versão Almeida—Corrigida e Revisada.
1º – Porque parte de um pressuposto não comprovado: de que o homem foi dotado por Deus de uma alma imortal na criação—informação não fornecida na Bíblia—e que após a morte tal alma continua consciente e viaja rumo ao local de seu destino eterno, havendo, porém dúvida entre cristãos se os condenados já vão para o inferno e os salvos para o céu, ou se ficam num local intermediário de espera até o dia do juízo, quando se definiria definitivamente a sorte de cada um.
2º – Porque a nota tônica da escatologia bíblica no que tange ao galardão dos justos é que ele ocorre unicamente por ocasião da volta de Jesus: Mat. 16:27; 25:31-34; II Tim. 4:8; 1 Ped. 5:4; Apo. 22:12; 1 Tes. 4:17, além de inúmeras outras passagens.
3º – Porque boas traduções rezam que o ladrão pedia a Jesus que se lembrasse dele “quando vieres no Teu reino”. Assim, por exemplo o fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a francesa de L. Sègond, a inglesa de King James e outras. “Quando vieres no Teu reino” e não “quando entrares”. “Quando vier . . . então Se assentará no trono da Sua glória. . . ”. Mat. 25:31. Para essa ocasião pedia o ladrão um lugar no reino, e não para aquele dia em que agonizava ao lado de Jesus. A expressão “hoje” ligada ao verbo não é redundante, mas enfática, como em Deu. 20:18; Zac. 9:12; Atos 20:26, e outros passos. Jesus dá certeza ao moribundo naquele hora extrema que não seria esquecido quando Ele retornasse em glória.
4º – Porque Jesus não poderia estar no mesmo dia com o malfeitor arrependido porque três dias depois disse à Madalena: “Não me detenhas que Eu ainda não subi para o Meu Pai” (João 20:17). Se não havia ainda subido para o Pai como poderia estar no mesmo dia com aquele homem?
5º – Porque uma análise cuidadosa da cena do Calvário revela que o ladrão não morreu naquele mesmo dia, pois S. João 19:31-33 nos diz que os judeus pediram a Pilatos para que os corpos não ficassem no sábado na cruz, e assim foi ordenado que lhes quebrassem as pernas.
Por que “quebrar as pernas” dos justiçados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo não morreu dos ferimentos ou da hemorragia, mas de quebrantamento do coração por suportar os pecados do mundo. Mas os outros, não, e as crônicas descrevem o condenado esvaindo-se lentamente durante dias.
Se era necessário quebrar as pernas aos dois malfeitores, antes do pôr-do-sol, é porque não haviam, morrido ainda. Na pior das hipóteses viveram ainda, pelo menos, um dia a mais que o Mestre. Como podia, um deles, estar no mesmo dia junto de Jesus?
6º – Porque há traduções bem autorizadas que vertem o texto de Luc. 23:43 de forma a harmonizá-lo com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar. E vamos citá-las:
A) Tradução Trinitariana, em português, editada em 1883, pela “Trinitarian Bible Society” de Londres. Diz: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso”.
B) Emphasized New Testament, de Joseph B. Rotherham, impresso em Londres, em 1903, assim reza: “Jesus! Lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no Paraíso”.
C) The New Testament, de George M. Lamsa, de acordo com o Texto Oriental, traduzido de fontes originais aramaicas, diz: “Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”.
D) A chamada Concordant Version, em inglês, assim traduz: “E Jesus lhe disse: ‘Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no Paraíso”.
E) O famoso Manuscrito Curetoniano da Versão Siríaca, existente no Museu Britânico assim reza: “Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, que comigo estarás no Jardim do Éden”.
F) O comentário da Oxford Companion Bible, que diz: “’Hoje’ concorda com ‘te digo’ para dar ênfase à solenidade da ocasião; não concorda com ‘estarás’”.
G) No Apêndice n°. 173, o famoso Oxford Companion Bible, esclarece: “A interpretação deste versículo depende inteiramente da pontuação, a qual se baseia toda na autoridade humana, pois os manuscritos gregos não tinham pontuação alguma até o nono século, e mesmo nessa época somente um ponto no meio das linhas, separando cada palavra. . . . A oração do malfeitor referia-se também àquela vinda e àquele Reino, e não a alguma coisa que acontecesse no dia em que aquelas palavras foram ditas”.
H) Conclui o mesmo comentário, no final do mesmo Apêndice: “E Jesus lhe disse: ‘Na verdade te digo hoje’ ou neste dia quando, prestes a morrerem, este homem manifestou tão grande fé no Reino vindouro do Messias, no qual só será Rei quando ocorrer a ressurreição – agora, sob tão solenes circunstâncias, te digo: serás comigo no Paraíso”.
7º – Porque a profecia sobre a natureza humana que Cristo prevê: “Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo Me preparaste” (Heb. 10:5). Como a premissa de o homem ser dotado de uma alma imortal não foi comprovada, como poderia Jesus ter recebido algo assim. E se recebeu uma “alma imortal” humana estaria por toda a eternidade preso a isso?
8º – Porque o conceito bíblico de Paraíso é a Nova Terra restaurada, quando os que nela habitarão terão corpos transformados, e não um ambiente de espíritos desincorporados. Em 2 Coríntios 12:2-4, Paulo relata uma experiência extática de ter sido “arrebatado ao paraíso”, que ele localiza no “terceiro céu” (2 Cor. 12:2) mas não dá detalhes a respeito. Em Apocalipse 2: 7, o Senhor oferece esta promessa: “Ao vencedor dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”.
Aqui o paraíso é associado com a árvore da vida, que, segundo Apocalipse 22:2, será encontrada na Nova Jerusalém: “No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”. Tudo isso sugere que o Paraíso é a eterna habitação dos remidos no Éden restaurado.
Portanto, quando Jesus assegurou ao ladrão penitente de um lugar com Ele no “paraíso” estava-Se referindo às “muitas moradas” na “casa” de Seu Pai e ao tempo em que Ele for “preparar lugar” para receber os Seus para Consigo estarem para sempre (João 14:1-3).
9º – Porque o conceito de imortalidade da alma é incompatível com o teor do ensino bíblico sobre o estado dos mortos. A Bíblia não ensina que os mortos estão conscientes, e sim o contrário disso—ensina a inconsciência, o sono, o total alheamento do que se passa. O que a Bíblia tem a ensinar sobre o estado de uma pessoa morta como segue:
Está dormindo. Que a morte é um sono ocorre 75 vezes nas Escrituras, sendo 47 vezes no Velho Testamento e 18 no Novo Testamento. A teologia popular procura em vão desembaraçar-se desta verdade, alegando ser uma “aparência”, mas Jesus afirma que o sono é a morte real e não a aparência dela. João 11:13 e 14.
Está na sepultura. João 5:28 e 29; Mat. 28:6; João 11:43.
Está no pó da Terra. Gên. 3:19; Sal. 22:15; Isa. 26:19; Jó 7:21; Dan. 12:2, e outros textos.
Está inconsciente, sem ação mental em absoluta inatividade. Sal. 6:5; 146:3 e 4; Ecl. 9:5,6 e 10; 3:20; Isa. 38: 18 e 19.
Não está no Céu. João 3:13; 7:33 e 34; Atos 2:34.
O mau não está no inferno. Está “reservado” no túmulo até o dia do juízo. Jo 21:30; II S. Ped. 2:9, e outros passos.
Estão num mesmo lugar, bons e maus. Ecl. 3:20; 6:6.
O morto será despertado pelo milagre da ressurreição. Isa. 26:19; Dan. 12:2; Eze. 37:12; Luc. 20:37 e 38; João 5:28 e 29; I Cor. 15:42, 44 e 52:; I Tes. 4:16; Apo. 20:6, 13 e outros passos.
A recompensa de cada um só será dada quando Cristo voltar. Mat. 16:27; Apo. 22:14; I Ped. 5:4; 5. Luc. 14:14b; II Tim. 4:1, e outros passos. Os heróis da fé, que dormem desde tempos remotos, alcançarão a recompensa também nessa ocasião. Heb. 11:39 e 40. Só o que vence adquire a imortalidade. Apo. 2:7 e 11.
10º – Porque a crença na imortalidade da alma é característica de TODOS os povos pagãos, em vista de desconhecerem as verdades evangélicas. Daí, por ignorarem a promessa da ressurreição dos mortos, desenvolvem idéias de sobrevivência de um espírito no homem que prossegue vivendo após a morte. Até atribuem espíritos a coisas inanimadas como rios, montanhas, árvores. Não se sabe de nenhum povo pagão, antigo ou moderno, que tenha a concepção de que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação”. – João 5:28, 29.
Azenilto Brito
Tags:Alma
10 RAZÕES POR QUE ECLESIASTES 12:7 NÃO SERVE DE PROVA DA IMORTALIDADE DA ALMA
10 RAZÕES POR QUE ECLESIASTES 12:7 NÃO SERVE DE PROVA DA IMORTALIDADE DA ALMA
ECLESIASTES 12:7
Diz o texto:“O pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”.
1a. – Porque a noção de um “espírito” equivalente a uma entidade imortal com que o homem foi dotado na criação (“alma”) parte duma premissa não demonstrada, pois não ocorre qualquer informação nas Escrituras de que tal componente realmente integrasse o indivíduo originalmente criado.
Aliás, ocorre uma discussão entre dualistas “dicotomistas” e “tricotomistas”, quanto a se as designações de “alma” e “espírito” se equivalem ou têm sentidos diferenciados no que tange à condição de vida e morte.
2a. – Porque quem ler o capítulo inteiro de Eclesiastes 12 perceberá a linguagem pungente em que o sábio se refere ao fim da vida de todos, antecedido pela penosa experiência da velhice até o ponto em que “o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus que o deu” (vs. 7). O vs. 6 descreve o fim da vida em alegorias variadas e linguagem bem gráfica: “antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço”.
3a. – Porque a própria advertência a todos para que o Criador seja lembrado, antes que a morte chegue sem que Ele seja assim tido em conta, não dá margem a qualquer noção de intenção do autor em falar do espírito só dos salvos, e sim de todos os seres humanos.
4a. – Porque a morte de todos logicamente significa que Deus, em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 7:28) retira esse dom da vida. O “fôlego” é reintegrado ao espaço, o corpo retorna ao pó, e a máquina humana cessa de funcionar.
Se a interpretação dos imortalistas é no sentido de que “o espírito” que volta vai para junto de Deus como entidade consciente, então temos a pregação da salvação universal! TODOS os espíritos de TODOS os que são pó (a raça humana inteira) retornaria para Deus! O texto não implica absolutamente separação de salvos e perdidos. . . .
5a. – Porque a passagem em discussão deixa implícito que o espírito retorna a Deus no instante do falecimento e esse “espírito” deriva de ruach, no hebraico. Esta palavra tem vários significados dentre os quais “respiração”, “vento”, “vitalidade”, “coragem”, “mente”, “temperamento”, “sede das emoções”, etc. Todavia, em nenhuma das 379 ocorrências de seu uso no Velho Testamento ruach denota uma entidade separada capaz de existência consciente à parte do corpo físico.
6a. – Porque se pode depreender que esse “espírito” é o fôlego citado em Gên. 2:7 pelo que diz o mesmo livro de Eclesiastes poucos capítulos antes:
“É por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens, sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó, e ao pó tornarão. Quem sabe que o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima, e o dos animais para baixo, para a terra?” (Ecl. 3:18-21)
Esta passagem é de clareza cristalina e o tema discutido é exatamente o mesmo—o fim da vida humana, comparável ao dos animais, pois o “fôlego de vida” de homens e animais é o mesmo, o que é claramente exposto no relato da Criação, em Gên. 1:30:
“E a todos os animais da terra e a todas as aves dos céus e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida . . .”.
O termo para “fôlego de vida” é o mesmo, nephesh.
7a. – Porque o paralelismo entre o “espírito de Deus” e “o sopro do Todo-poderoso”, que se acha com freqüência na Bíblia (Isa. 42:5; Jó 27:3; 34:14-15), sugere que os dois termos são usados intercambiavelmente. Ambos fazem referência ao dom da vida concedido por Deus a Suas criaturas. Lemos em Jó 33:4:
“O espírito [ruach] de Deus me criou, e o sopro [neshamah] do Todo-poderoso me concede vida”.
O Espírito de Deus que concede vida é descrito pela sugestiva imagem do “fôlego de vida” em vista de que a respiração é uma manifestação tangível de vida. Uma pessoa que não mais respira está morta. Jó declara:
“Enquanto estiver em mim o meu fôlego [neshamah], e o espírito [ruach] de Deus estiver em minhas narinas; meus lábios não falarão a falsidade” (Jó 27:3).
Certamente ninguém imagina que a suposta “alma imortal” humana permaneça nas narinas da pessoa, entrando e saindo no ato de inspirar, expirar. . . .
O “fôlego” humano e o “espírito” divino são equiparados, em razão de que respirar é visto como uma manifestação do poder sustenedor do Espírito de Deus. Também no Salmo 104:29 e 30 temos uma descrição de como os próprios animais morrem quando Deus lhes corta a respiração.
8a. – Porque também outros paralelismos da linguagem poética de Jó ajudam-nos a ver como “espírito” e “fôlego” são a mesma coisa:
“Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.” (Jó 34:14,15).
Isto não é uma distinção no sentido em que alguns apresentam, e sim paralelismo. É um recurso comum na língua hebraica, como no Salmo que diz: “Lâmpada para os meus pés e a Tua palavra, e luz para os meus caminhos”. Aliás, o texto fala exatamente dentro do pensamento já exposto em Ecl. 12:7—o espírito e fôlego de TODOS os seres humanos, sem definir-se salvos e perdidos.
O texto citado de Salmos ensina que a Palavra de Deus é, ao mesmo tempo, lâmpada e luz para os que a ouvem e a colocam em prática. Isso mostra que a lâmpada e a luz são a mesma coisa? Claro que não. Da mesma forma, o espírito e o fôlego são postos lado-a-lado em Jó 34:14, mas deixados em distinção mútua; não é possível confundir os dois.
Isto posto, qual seria a tradução correta de Jó 34:14? Basta ler o contexto e ver o uso constante do recurso do paralelismo. Os dois versos juntos assim rezam:
“Se Deus . . . para Si recolhesse o Seu espírito e o Seu sopro, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó”.
A idéia é exatamente a mesma de Ecl. 12:7—o pó [de todos os seres humanos] volta à terra, e o espírito [de todos, até dos animais (3:19)] é “recolhido” por Deus, não para ficar com Ele no céu, pois a Bíblia não define assim a vida após a morte, nem ensina o universalismo, de TODOS os homens irem para junto de Deus na morte. Evidentemente neste caso temos outra ocorrência de paralelismo sinônimo, nada mais do que isso.
9a. – Porque nada indica que o “espírito”, concedido por Deus ao homem no princípio, é o mesmo “sopro”, ou “fôlego de vida”, e tem consciência depois da morte. A Bíblia não autoriza tal interpretação, nem neste verso, nem em qualquer outro. Pelo contrário, o quadro que se ressalta do que o salmista nos apresenta quando esse “espírito” é recolhido é a falta de consciência após a morte:
“Não confieis . . . nos filhos dos homens . . . Sai-lhes o espírito e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia perecem todos os seus desígnios [pensamentos-KJV; “pensamientos”—Reina Valera, em espanhol] (Salmo 146: 3 e 4).
Muitos outros textos falam claramente da condição de inconsciência do homem na morte: Sal. 6:5; 30:9; 88:10; 115: 17; Ecl. 9: 5, 6; Isa. 38: 18, 19; 1 Cor. 15: 16-19, 32.
10a. – Porque a esperança de Jó de vida eterna centralizava-se na ressurreição, não em ir para a glória quando morresse e sua alma para lá se dirigisse:
“Porque eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros”. Jó 19: 25-27.
Que a grande esperança de vida eterna se centraliza, não na morte com ida de uma alma para o céu, mas na ressurreição, fica por demais claro ainda os seguintes textos: Sal. 17:15; João 6:39, 40; Lucas 20:37, 38; João 11: 23, 25; Fil. 3:11; 1 Tes. 4:14, 17; Mat. 16:27 (cf. Isa. 40:10); 2 Tim. 4:7, 8).
Prof. Azenilto Brito
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10 RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO POSSO SER MÓRMON
10 RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO POSSO SER MÓRMON
1. O Mormonismo não ensina que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus.
“Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus até onde for traduzida corretamente: cremos que o livro de Mórmon também é a palavra de Deus,” (Declaração de fé, artigo n° 8).
Na qualidade de crentes que somos cremos que as Sagradas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos são a Palavra de Deus verbalmente inspirada, a autoridade final para nossa fé e vida, sem erros no original, infalível e inspirada por Deus. II Tim. 3:16-17; II Pedro. 1:20-21; Mat. 5:18.
2. O Mormonismo ensina que Deus é um homem glorificado e que tem um corpo físico.
“Deus mesmo já foi como nós somos agora e é um homem glorificado,” (Doutrinas do Profeta Joseph Smith, página 345). “O Pai tem um corpo de carne e osso tão tangível quanto o dos homens?” (Dot. e Cov, Seç. 131:22).
A Bíblia diz: “Deus não é homem,” Núm. 23:19. “Deus é Espírito; e importa que os que adoram o adorem em espírito e em verdade,” João 4:24. “?um espírito não tem carne nem ossos?,” Luc. 24:39.
3. O Mormonismo ensina que Cristo e o Diabo são irmãos.
“?que Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo,” (Doutrina Mórmon por Bruce McConkie, páginas 163-164).
A Bíblia diz que o diabo é um ser criado por Deus. “Perfeito eras (o diabo) nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti,” Ezequiel. 28:15. “Porque nele (Cristo) foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele,” Col. 1:16.
4. O Mormonismo ensina que Jesus Cristo era casado e polígamo.
“Cremos que o casamento em Caná da Galiléia foi o de Jesus Cristo,” (Jornal de Discurso, Vol. 2, página 80). O Mormonismo ensina que Jesus foi o filho natural de Adão e Maria. “Quando a Virgem Maria concebeu o Menino Jesus?Ela não foi gerado pelo Espírito Santo. E quem é o seu pai? Ele é o primeiro na família humana,” (Brigham Young, Jornal de Discursos, páginas 50-51).
A Bíblia diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós?,” João 1:1, 14. “E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondeu o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo?,” Luc. 1:34-35.
5. O Mormonismo ensina que a verdadeira igreja deixou de existir até que foi restaurada por Joseph Smith.
A igreja (SUD) foi restaurada em 6 de abril de 1830 por Joseph Smith, (Dot. e Cov. 20:1).
Jesus Cristo disse: “?sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela,” Mat. 16:18. “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que está posto, o qual é Jesus Cristo,” I Cor. 3:11. “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.” Efés. 2:20.
6. O Mormonismo ensina outro evangelho (pervertido) e não aquele da Bíblia.
O evangelho do Mormonismo é: “A fé, o arrependimento, o batismo, o recebimento do Espírito Santo pela imposição das mãos, a moralidade, a lealdade, o dízimo, a palavra da sabedoria, o dever, o casamento celestial (por toda a eternidade),” (Tratado dos SUD sobre o LIVRE ARBÍTRIO e DECLARAO de FÉ, artigo n° 4).
A Bíblia diz: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que vos tenho anunciado?que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,” I Cor. 15:1-4. “Assim, como já vo-lo dissemos, e agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema,” Gál. 1:9.
7. O Mormonismo ensina a salvação dos mortos através do batismo por procuração.
Esta doutrina se baseia numa só passagem das Escrituras mal-interpretada: “Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?” I Cor. 15:29.
Paulo não praticava o batismo pelos mortos. Ele se excluiu usando o pronome “eles” e não “nós” ou “vós”. Ele está fazendo uma pergunta e não uma declaração. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo?,” Heb. 9:27.
8. O Mormonismo ensina a investigação genealógica dos mortos.
“Vamos, portanto, na qualidade de igreja e povo, como Santos dos Últimos Dias, fazer ao Senhor uma oferta de justiça; vamos apresentar no Seu santo templo, quando terminado, um livro contendo o registro de nossos mortos, que será digno de toda aceitação,” (Dot. e Cov, Seç. 128:24).
A Bíblia diz: “Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis,” I Tim. 1:4. “Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas,” Tito 3:9.
9. O Mormonismo ensina que existem profetas modernos e revelações divinas atualizadas.
O mormonismo reivindica que Joseph Smith recebeu o Sacerdócio Araônico de João Batista. O Sacerdócio de Melquisedeque e o Apostolado foram restaurados por Pedro, Tiago e João logo após em 1829, (Dot. e Cov, Seç. 13).
A Bíblia diz: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes?nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo,” Heb. 1:1-2. Encontramos em Deut. 18:20 e 22 o método bíblico para testar um profeta.
10. O Mormonismo ensina que a salvação depende de boas obras e da aceitação de Joseph Smith.
“Nenhum homem que rejeita o testemunho de Joseph Smith pode entrar no reino de Deus,” (Doutrinas da Salvação, vol. I, página 190). “Os homens tem uma obra a realizar para obter a salvação,” (Doutrinas da Salvação, vol. III, página 91).
A Bíblia ensina que a salvação é somente através de Jesus Cristo. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos,” Atos 4:12. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie,” Efés. 2:8-9.
Esse estudo foi contribuído pela
PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO JARDIM DAS OLIVEIRAS
Rua Dr. João Maciel Filho, 207: 60.821-500 Fortaleza, CE
Pastor David Zuhars
Fonte: www.palavraprudente.com.br
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